<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>figurinhas &#8211; As Mil Camisas</title>
	<atom:link href="https://www.asmilcamisas.com.br/tag/figurinhas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.asmilcamisas.com.br</link>
	<description>Histórias e registros de estádios, torcidas e times de futebol</description>
	<lastBuildDate>Sun, 15 Feb 2009 14:46:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.asmilcamisas.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-logo-asmilcamisas-3-32x32.jpg</url>
	<title>figurinhas &#8211; As Mil Camisas</title>
	<link>https://www.asmilcamisas.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O mito das figurinhas</title>
		<link>https://www.asmilcamisas.com.br/2009/02/o-mito-das-figurinhas/</link>
					<comments>https://www.asmilcamisas.com.br/2009/02/o-mito-das-figurinhas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 14:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[futebol em geral]]></category>
		<category><![CDATA[figurinhas]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://asmilcamisas.wordpress.com/?p=249</guid>

					<description><![CDATA[
				<![CDATA[]]>		]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>				<![CDATA[São vários os fatos que levam uma pessoa a se apaixonar pelo futebol.

Pode ser a herança cultural familiar, pode ser simplesmente porque o cara é bom de bola, pode ser por morar perto de um estádio, enfim... Diversos motivos.

Hoje, com 31 anos, eu paro e me pergunto... Mas o que me fez viciar no detalhismo do futebol? Porque não falo de um gosto somente pelo jogar, mas pelo assistir, pelo torcer, pelo conhecer...

E foi remexendo na minha memória que me lembrei de um fim de tarde, onde meu pai chegou em casa trazendo 100 pacotes de figurinhas (uma remessa ousada pra época - 1987).


<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-847" title="uniao" src="http://asmilcamisas.com.br/wp-content/uploads/2009/02/uniao.jpg?w=232" alt="uniao" width="232" height="300" srcset="https://www.asmilcamisas.com.br/wp-content/uploads/2009/02/uniao.jpg 522w, https://www.asmilcamisas.com.br/wp-content/uploads/2009/02/uniao-232x300.jpg 232w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" /></p>


Claro, foi isso! As figurinhas! Eram minha principal fonte de informação, muito mais que o jornal, que ainda soava adulto demais, e a Placar que eu não tinha tanto acesso.

Luís Carlos Tófolli, Cláudio André Mergen e Raimundo Nonato Tavares da Silva eram nomes fáceis pra qualquer criança de 10, 11 anos. Nossos pais os conheciam apenas superficialmente por Gaúcho, Taffarel e Bobô, mas nós, os moleques do bairro sabíamos tudo. O número da camiseta, a posição, onde nasceu, onde jogou, número da figurinha, ao lado de quem ficava no campo, no álbum, enfim&#8230; Eram tempos mágicos.

Por que mágicos? Porque quase dava pra usar as figurinhas do ano anterior no álbum da época, tamanha era a manutenção dos atletas em seus clubes. Lembro do goleiro Ademir Maria (só falta eu ter lembrado errado), que era o goleiro reserva do Inter&#8230; Ele ficou anos ali&#8230; na segunda página do Inter. Jogou pouquíssimas partidas, mas era figurinha comum nos álbuns.

E as figurinhas especiais? Os distintivos? Os mascotes? Os técnicos? As figurinhas carimbadas&#8230;.

Eram tempos mais divertidos. Mais simples, menos arrogantes, menos bussines.

Hoje, os poucos álbuns que são lançados trazem informações que logo se alteram graças a jogadores que trocam de time ali, no meio do ano), sem contar os vários times que não participam (principalmente Atlético PR e Corinthians) por não conseguirem chegar a uma conclusão sobre os direitos de imagem.

Forçando um pouco a memória, acho que o primeiro álbum ligado ao futebol foi o do campeonato paulista de 85, com figurinhas mais quadradas, um pouco diferente das que se tornaram tradicionais anos depois.

Tentei encontrar estes álbuns para comprar, mas&#8230;. nunca tive a oportunidade, um amigo me disse que mesmo se eu achar ainda vou pensar duas vezes porque além de tudo não são nada baratos.

A troca, o &#8220;bater bafo&#8221;, o &#8220;cata-deixa-não-se-queixa&#8221;, o &#8220;cachorro-louco&#8221;, os bolsos estufados dos  &#8220;bolos&#8221;&#8230; Existia todo um universo paralelo pra quem as colecionava.

Mas, como disse Paulo Machado de Carvalho numa entrevista que a TV Cultura reprisou esses dias&#8230;

&#8221; Certas coisas que aconteceram, nunca mais serão vistas. Nunca mais veremos um Pelé, um Maradona, nunca mais veremos um Golias (comediante), um Adoniran.&#8221;

Nunca mais veremos essa cultura inocente e heróica das figurinhas.

<span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c  no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer;">Salvar</span>]]&gt;		</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.asmilcamisas.com.br/2009/02/o-mito-das-figurinhas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>7</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
