235- Camisa do EC Meia Noite (SP)

A 235ª camisa do nosso site veio em dose tripla!
Três cores que levam a campo o amor de uma cidade ao futebol.

Camisa 1, 2 e 3…
E uma mais bonita do que a outra!
Já comece comentando qual das três você achou mais bonita!

E estas três camisas pertencem a um clube cheio de histórias e mistérios, e que só recentemente se filiou à Federação Paulista de Futebol.
Falamos do Esporte Clube Meia Noite!

O EC Meia Noite foi fundado em 21 de abril de 1959, na cidade de Patrocínio Paulista, que fica a mais de 400km da capital.
Assim como o time, a cidade também é pouco conhecida, pela distância e até pelo tamanho, onde vivem menos de 15 mil pessoas.

Mas muito antes do surgimento de Patrocínio Paulista, outros povos ocupavam aquela região.
Quando os primeiros europeus chegaram por ali, rumo às minas de Goiás, encontraram os povos Kayapó Meridionais (do macro grupo Jê).


E importante reforçar também que antes deles, evidências arqueológicas indicam ocupações de milhares de anos, anteriores aos Kayapós.

Com a chegada dos europeus, a cidade de Patrocínio nasceu como a “Terra do Diamante”, graças aos garimpeiros do século XIX que passaram a ocupar a região.
De lá pra cá, muita coisa mudou mas a cidade ainda mantém uma pegada interiorana cheia de charme e um certo ar bucólico.

Falando sobre o clube, a primeira dúvida que todos têm ao conhecê-lo é a origem do nome, e a resposta é bem simples: o time nasceu em um bar em frente à igreja no momento em que o seu relógio mostrava meia noite (a imagem abaixo é meramente ilustrativa kkk).

Em 2024, justamente no ano em que completou 65 anos, o clube transformou-se em SAF, graças a Edson Faleiros, que, quando adolescente, defendeu as cores do Meia Noite ainda nas competições amadoras da cidade.

Tivemos a oportunidade de conversar com ele no programa 1902Entrevista em 2025:

Em 2025, o time se filiou à Federação Paulista e passou a disputar as categorias de base, do sub-11 ao sub-17.
Estivemos com eles em Santo André, acompanhando jogo do sub15 contra o EC São Bernardo, veja aqui como foi.

Novamente batemos um papo com o Edson!

Já em 2026, começou o ano fazendo história ao sediar a copinha e, passar pra segunda fase, com direito à vitória em cima do poderoso Coritiba FC.

A SAF também promoveu uma série reformas no Estádio Municipal Galileu de Andrade Lopes, agora sob concessão da própria SAF por 30 anos.
Outra curiosidade interessante é que o estádio fica em frente ao cemitério municipal, que somado ao nome “Meia Noite” dá um certo ar “misterioso” ao time.

Em 2026, além da Copinha, o time fez (está fazendo nesse momento) boas campanhas nas competições de base.

Em 2026 ainda pegamos um jogo do sub15 lá em São Caetano:

Enfim, três camisas que registram a história de um time tradicional, mas que só recentemente entrou para o futebol federado e agora começa a escrever uma nova página de sua história!
Vai, Meia Noite!!!

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234- Camisa do Atlético Monte Azul

A 234ª camisa do nosso site chama a atenção não apenas pelas cores, pelo desenho, ou escudo ali presente mas porque ela carrega consigo a história de uma cidade e de um clube que atravessou diferentes momentos do futebol paulista. Falamos do Atlético Monte Azul, de Monte Azul Paulista.

Este é o brasão atual, mas ele passou por muitas mudanças no decorrer do tempo e vale a pena recorrer ao Escudos Gino para conhecer a evolução deste símbolo!

O Atlético Monte Azul foi fundado em 28 de abril de 1920 na cidade de Monte Azul Paulista em uma época em que sua população não chegava a 13 mil pessoas.
Veja uma imagem da época, vinda do Blog do Iba Mendes:

Já estivemos na cidade por duas vezes, uma em 2010 (veja aqui como foi aquele rolê)…

E outra em 2021 (veja aqui como foi aquele rolê):

Estando há mais de 400 km da capital do estado, o Atlético Monte Azul teve uma verdadeira luta dentro e fora de campo para manter-se vivo e relevante durante seus mais de 100 anos de tradição no futebol.
Este era o time do início da década de 20:

Sem dúvidas, o maior momento de sua história aconteceu no fim dos anos 2000.
O time conquistou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão, na época chamada de B1, em 2004.

Em 2007, sagra-se vice campeão da A3, voltando à série A2 depois de mais de 50 anos.

Os dois anos seguintes foram mágicos.
O retorno à série A2 e logo a despedida…
Mas dessa vez, a despedida foi positiva, o título inédito da A2 de 2009, levou o Atlético Monte Azul à série A1!

Tudo bem que foi apenas um ano na série A1, mas foi incrível…
E a campanha nem foi tão ruim…
Foram poucas derrotas e partidas inesquecíveis…

A passagem pela elite acabou em 2010, mas a história estava longe de terminar.
O Monte Azul voltou à Série A2, viveu novos momentos difíceis, chegou a cair para a A3 em 2016 e conquistou o retorno à A2 três anos depois, como vice-campeão da Série A3 de 2019.
É justamente essa trajetória de acessos, quedas e recomeços que ajuda a explicar o que significa manter um clube do interior vivo por mais de um século.
Uma camisa não precisa representar apenas títulos e acessos.
Ela representa quem continuou acompanhando o clube quando as divisões mudaram, quem foi ao estádio, quem levou os filhos e quem manteve viva uma identidade que nasceu há mais de um século.

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O futebol profissional no Guarujá

Engraçado como nesse rolê de registrar estádios, as vezes, alguns acabam se tornando tão difíceis…
Recentemente consegui vencer um desses desafios lá em Jacareí (veja aqui como foi), mas se existe uma outra cidade que ainda não considero concluída 100% é o Guarujá e seu Estádio Municipal Antônio Fernandes…

Já estive por lá algumas vezes, mas nunca consegui fazer um registro bacana e tampouco consegui acompanhar uma partida de algum time da cidade pelo profissional.
E olha que até recentemente, a gente tinha a AD Guarujá disputando com certa frequência a Bezinha…
A evolução dos brasões você pode ver também lá no Escudos Gino!

A AD Guarujá foi fundada em 12 de dezembro de 1992 e em 1994 disputou seu primeiro campeonato profissional na Série B3, na época, a sexta divisão do Paulista.
Ali esteve até 2004, quando a atual Bezinha s
Em 2006, terminou a Bezinha em 12º lugar, entre 82 equipes e contou com grande apoio da sua torcida, em especial a organizada, “Gigantes da Ilha“.

Disputou a Copa SP de juniores por três vezes, tendo Guarujá como sede, em 2000, 2001 e 2002.
Este foi o time de 2018, seu último ano no profissional:

Assim, entre os clubes da cidade, a Associação Desportiva Guarujá foi quem por mais vezes disputou os campeonatos da Federação Paulista de Futebol, mas antes disso, a cidade teve outros representantes históricos, começando pelo mais antigo clube da cidade, o Vila Souza Atlético Clube.

O Vila Souza AC foi fundado em 12 de dezembro de 1948 e mantém sua sede até os dias atuais.

Já tradicional no futebol amador da cidade, o time entrou também para a história do futebol estadual ao disputar duas edições da quarta divisão do Campeonato Paulista, em 1965 e 1966.

O Esporte Clube Benfica também representou o futebol do Guarujá e foi fundado no dia 5 de setembro de 1969, como homenagem ao tradicional time homônimo português, adotando inclusive as suas cores, o vermelho e branco.

O time disputou a 4ª divisão em 1989.

Por fim, a Sociedade Esportiva Itapema complementa a história do futebol da cidade.

Fundada em 24 de outubro de 1959, a SE Itapema também fez história no amador e no profissional.
Aqui, foto do time de 1962, vinda direto do incrível site História do Futebol :

Ao lado do Vila Souza, disputou a 4ª divisão em 1965 e 1966, neste último ano chegou até a última fase do grupo, onde o Ferroviário de Araçatuba sagrou-se campeão.

De uma forma ou de outra, a história desses clubes se cruza com a do principal palco do futebol da cidade: o Estádio Municipal Antônio Fernandes.
Seu nome homenageia Antoninho, ex-jogador que defendeu a equipe do Santos Futebol Clube na década de 1950.

Depois de tantas histórias, o nosso rolê aconteceu em um momento bem frágil do futebol local…

Essas são algumas fotos da época em que estivemos por lá, com o pessoal acampando no campo para participar dos jogos universitários:

O Estádio passou por uma importante reforma, onde foram investidos quase R$ 15 milhões de verbas públicas, fruto de dois convênios: um entre a prefeitura do Guarujá e o Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento de Estâncias), órgão da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo e outro com o Governo Federal.

Mas a obra foi questionada em uma ação civil, onde o promotor Eloy Ojea Gomes, argumentava que as obras necessárias para reais melhorias não foram feitas. Segundo ele haviam irregularidades com relação a aspectos de engenharia civil, engenharia elétrica e de conforto, e o Estádio Municipal Antônio Fernandes mesmo depois das obras seguia sem ser acessível.

O Estádio atualmente é municipal e tem capacidade para quase 7 mil torcedores.
Em 2009, foi sede da 1ª Copa Santader Libertadores de Futebol Feminino.

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Final da série B do Paulista: Independente 4×1 América

Domingo, 16 de agosto de 2026. Dia de decisão em Limeira.
É mais uma “Bezinha” que chega ao fim e foi muito bacana poder acompanhar esta final, principalmente por ser em Limeira e entre dois times pelos quais tenho muita simpatia.

Saímos cedo de Santo André e fomos até o tradicional Estádio Comendador Agostinho Prada, o Pradão, para acompanhar um daqueles jogos que explicam muito bem por que a gente gosta tanto do futebol do interior paulista.

Domingo é dia de jogo, de feira e de festa na Vila Esteves!

Era dia de galo, mas não é que até cobra apareceu pra curtir o rolê?

E também tivemos a presença em bom número dos torcedores do Mecão!

O pessoal chegou em diversos ônibus e ocupou a rua por onde os visitantes entraram (essa entrada havia sido desativada, mas achei que o acesso foi bem melhor assim).

E nós ali, nos sentindo quase no inferno, no meio de tantos diabos riopretanos!

E olha que legal o clima entre as duas torcidas: rivalidade, sem inimizade!

A torcida local também fez uma grande festa, antes, durante e depois do jogo!

E toda essa festa é mais do que justificada, afinal, estava em disputa, nada menos que o título do Campeonato Paulista Sub-23 da Segunda Divisão, a nossa velha e conhecida Bezinha.

As duas equipes já haviam conquistado o principal objetivo da competição: o acesso para a Série A4 de 2027.
Mas faltava decidir quem subiria levando também a taça.

Então vamos à festa da arquibancada local, que teve direito até à charanga!

E teve bandeirão também!

Do outro lado, o América chegava a Limeira com uma enorme vantagem por ter vencido o primeiro jogo no Teixeirão, por 2×0.
Por isso, tanta gente de vermelho confiante no título!

Para o Independente, não bastava simplesmente vencer.
Era dia de buscar uma virada histórica tirando os dois gols de vantagem dos visitantes, e por isso, a torcida do Galo não parou de apoiar um minuto.
Começou com o lançamento daqueles rolos de bobina que dão um efeito muito legal…

E também deu um pouco de trabalho pro pessoal pra limpar… Mas valeu!!

O Pradão recebeu um público de mais de 2 mil e quatrocentos torcedores, um número bem relevante para uma partida da última divisão do futebol paulista e, principalmente, uma demonstração de que o Independente continua tendo gente que se importa com o clube e com o futebol da sua cidade.

Faixas, bandeiras, camisas…
Cada um levou o seu amor alvinegro de uma maneira ao estádio…

E a emoção disparou nos corações da torcida local ao ver o início do jogo com tanta pressão do galo pra cima do Mecão!

Olha que legal, quanta gente unida por uma mesma ideia, um mesmo time…
E falamos de um futebol diferente daquele dos grandes estádios lotados que aparecem toda semana na televisão.
É algo muito mais especial para quem vive esse dia a dia…

É isso… Acordar cedo em um domingo e ir até o estádio do bairro. Comer um pastel e um caldo de cana na feira, vestindo a camisa do seu time, amarrar a faixa na grade…

É dia de escolher seu melhor chapéu!

É dia de sair na foto com o galo…

É sobre encontrar os amigos e cantar…

https://www.youtube.com/watch?v=WdlKfSHApLE

Vale gritar, xingar e sofrer…
Sofrer?
É… é que o time do América não se comoveu com toda essa história e decidiu estragar o domingo da torcida local.
Aos 17 minutos, Leozinho roubou a bola e encontrou Édipo, que abriu o placar para o América.
Festa na torcida visitante!

Se a situação já era difícil, agora parecia quase impossível.
Quase.
Porque a arquibancada também serve para isso.

Para acreditar quando a matemática começa a mandar você desistir.

Assim, enquanto a bancada pulsava, o Independente buscava o ataque sem deixar de lutar em nenhuma jogada. Obrigado por poder viver esse dia!


A partida começou a mudar nos minutos finais do primeiro tempo.
Aos 45 minutos, Hiago Ramiro cobrou pênalti e empatou o jogo.
12º gol dele na competição, terminando a Bezinha como artilheiro isolado.

1×1. Festa na bancada local!!!

Mas ainda faltava muito…
Confesso que era difícil acreditar…
Mas alguém devia ter explicado isso para o torcedor galista, que seguiu confiando quando ninguém mais acreditava.

Só que, ainda nos acréscimos do primeiro tempo, veio o momento mágico…
Escanteio para o Independente e Iury subiu para colocar o Galo na frente!

O Independente consegue ir para o intervalo vencendo por 2×1.


O que alguns minutos antes parecia praticamente impossível começava a ganhar outra cara.


O torcedor do Independente começou a fazer aquele pensamento que todo torcedor conhece: “Ainda dá.”

Olha aí o Brasileiro do Brasa Camisas levando sua camisa do Independente pra viver uma manhã de emoções…

O América, naturalmente, não estava disposto a simplesmente assistir à reação e tentou retomar o ritmo do jogo.

Logo no começo do segundo tempo, João Gregório acertou a trave do Galo para a loucura da torcida do Mecão!

Era mesmo uma final.
E quem foi pro jogo, foi acreditando que os seus onze caras lá dentro poderiam proporcionar uma manhã a ser lembrada durante muitos anos.
E quem foi ao Pradão naquele domingo certamente ganhou uma dessas histórias.

O relógio correu rápido no segundo tempo…
Até que, aos 40 minutos, aconteceu.
Felipe Ferreira recebeu a bola, deu um chapéu no marcador e soltou a bomba.
Gol!
3×1 Independente! O 2×0 sofrido em São José do Rio Preto estava finalmente apagado.

A partida ia para os penaltys, mas um gol daria o título ao Independente e Isac Nilton decidiu dar essa alegria à torcida local: Independente 4×1 América!

Uma virada daquelas que o torcedor conta durante anos.


Depois de 15 anos, o Independente voltava a comemorar um título.
E não de qualquer maneira: dentro de sua casa, diante de sua torcida e revertendo uma desvantagem de dois gols construída no primeiro jogo.

O juiz não demora pra terminar a partida!
O Galo sagra-se campeão com 14 vitórias em 18 partidas, 49 gols marcados e apenas 12 sofridos. Mas números são números. As fotos daquele domingo provavelmente contam uma história muito melhor.

A história de quem estava lá. Dos torcedores que continuam acompanhando o Independente mesmo longe dos grandes holofotes. Das faixas nas arquibancadas. Das camisas alvinegras. Dos braços levantados. Da comemoração de cada gol.
E daquele momento especial em que jogadores e torcida percebem juntos que conseguiram transformar um 3×0 no placar agregado em um título.

Também é preciso reconhecer o América, que fez uma excelente competição, perdeu apenas duas vezes em 18 partidas e também conseguiu aquilo que talvez fosse o objetivo mais importante do ano: está de volta à Série A4 em 2027, assim como o próprio Independente.

Mas aquele domingo era do Galo. Do Independente. Da Vila Esteves.

E principalmente de quem esteve no Pradão acreditando até o fim.

O Galo é campeão!

E aí cada um celebrou do seu jeito…

O que mais há de se dizer de um dia desses?
O futebol do interior segue vivo!

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O SE Gran São João de Limeira

Domingo, 10 de agosto de 2025. Era dia dos pais e sempre uma data cheia de celebrações e por isso mesmo fui até Limeira para visitar um clube que fez história no futebol paulista: a Sociedade Esportiva Gran São João (distintivo disponibilizado no Pinterest).

A Sociedade Esportiva Gran São João foi fundada em 15 de março de 1948 sob o nome de Esporte Clube Limeirense, aqui, fotos do time de 1949 enviada pelo pesquisador e amigo Kina lá de Limeira:

Outras fotos do amigo e pesquisador Kina mostram que o time nasceu rubronegro e também foi fruto de uma fusão entre o Gran Club, os diabos vermelhos….

…e o São João FC.

A equipe disputou a edição do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1952 (atual A2)

O Gran São João disputou ainda quatro edições da Terceira Divisão, em 1954, 1961, 1962 e 1963.
Mesmo licenciado do futebol profissional, sua sede continua ativa!

Perceba que o distintivo passou por um redesign.

Atualmente o clube se limitou à atuação social, com cerca de 12 mil associados.

E sua sede é muito bem cuidada!

Mais um time que marcou história e que infelizmente abandonou o sonho do profissional…

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Estádio Municipal Du Cambusano (antigo “Stavros Papadopoulos”), em Jacareí-SP

No sábado de 8 de agosto estivemos em São José para acompanhar a partida entre o time local e o nosso querido Ramalhão (veja aqui como foi), e aproveitamos para registrar o Estádio Municipal de Jacareí.

Mais uma bilheteria registrada para o nosso site!

O atual Estádio Du Cambusano, anteriormente chamado de Estádio Stavros Papadopoulos é um dos que mais tentei visitar, mas estava sempre fechado por isso fiquei muito feliz em finalmente conseguir adentrar e registrar a parte interior e suas arquibancadas…
Até já escrevi sobre o futebol profissional da cidade (veja aqui como foi) mas apenas contando com as fotos do lado externo, como esta:

Agora, finalmente vamos conhecer a parte interna do estádio:

O Estádio Municipal Du Cambusano foi inaugurado em 27 de maio de 2001, sendo a casa do antigo Jacareí Atlético Clube (JAC) e seu nome original (Estádio Stavros Papadopoulos) foi uma homenagem ao empresário grego que liderou sua construção.

Importante reforçar que antes dele, a cidade contava com outro estádio, o Estádio Antonio Jordão Mercadante, inaugurado em 13 de abril de 1924, num amistoso contra o Palestra Itália da Capital (1×1) e demolido 90 anos depois em 2014.

A partida inaugural foi um empate em 1×1 entre o Jacareí AC e a OSAN de Indaiatuba.
Contei com a ajuda do Escudos Gino para registrar a evolução dos escudos do JAC:


Atualmente, a capacidade de suas arquibancadas é para 4 mil torcedores.

Infelizmente o JAC passou por uma crise financeira e o patrimônio do clube acabou sendo assumido pela Prefeitura de Jacareí.
Mas sem time no profissionalismo, o estádio acabou abandonado por um bom tempo, por isso mesmo é bacana ver como ele está bonito e vivo agora em 2026!

Em 2024, o local foi oficialmente reinaugurado após passar por uma reforma e recebeu seu nome atual: Estádio Municipal Du Cambusano, homenageando João Baptista Cambusano Filho, um apaixonado pelo futebol amador de Jacareí.

Pra melhorar ainda mais o cenário, no início do ano foi oficializado que o estádio receberia os jogos do Jacareí Futebol Clube (antigo Clube Atlético Joseense) na Série A4 do Campeonato Paulista, trazendo o futebol profissional de volta à cidade.

Algumas imagens peculiares do Estádio…

O Estádio possui arquibancadas dos dois lados, aqui é a que fica do lado das cabines de imprensa e foi por onde eu entrei.

Ali estão as cabines de imprensa:

Do outro lado, a cidade começa a se verticalizar e os primeiros prédios mais altos começam a aparecer… Imagino que o futuro vai mudar esse horizonte…

Enfim, mais uma missão cumprida, registrando esse estádio que, espero, ainda receba muitas competições no futuro… E fica nosso compromisso de colar com o pessoal que tem feito a festa nas arquibancadas por aqui!

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233- Camisa do Barretos EC (SP)

A 233ª camisa do site foi presente de amigo João Monteiro e pertence ao Barretos Esporte Clube, uma edição especial de 2026 dedicado ao time sub20 deste que é um dos clubes mais tradicionais do interior paulista e um importante representante da cidade mundialmente conhecida pelo Hospital de Amor, anteriormente chamado de Hospital de Câncer de Barretos.

Fundado em 12 de outubro de 1960, o Barretos EC é conhecido pelo seu apelido e mascote: Touro do Vale, em referência à forte tradição agropecuária da região.

Ao longo de sua história, o Barretos se consolidou como uma presença constante nas competições da Federação Paulista de Futebol, protagonizando campanhas marcantes e revelando atletas como o zagueiro “Modesto“.

O zagueiro Modesto fez parte do time de ouro do Santos ao lado de craques como Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Pode se dizer que a história do Barretos EC se inicia no início do século XX com a fundação do Barretos FC em 1915 (aqui vale ressaltar que o time passou por uma reorganização em 1938 e por isso alguns consideram este ano como o nascimento do time).
Era nesse time que o zagueiro Modesto que mostramos acima, jogou.
O excelente site Escudos Gino traz os distintivos já utilizados pelo time:


O outro lado dessa história se dá com o Fortaleza Esporte Clube, fundado em 15 de novembro de 1936 e conhecido como o “Periquito da Rua 20”.
Recorremos novamente ao Escudos Gino para mostrar o brasão do time:

E os dois times chegaram a rivalizar nas competições da Federação Paulista, jogando no tradicional Estádio da rua 32.

Ocorre que em 1959, ambos acabam rebaixados para a terceira divisão e em 15 de outubro de 1960, decidiram se unir e, apesar da rivalidade local, formar o Barretos Esporte Clube.

Escrevemos sobre a história do futebol de Barretos em outro post, veja aqui como foi e falamos sobre o terceiro time da cidade, o Motoristas FC:

Em 2016, estivemos no Estádio Antônio Gomes Martins, conhecido como Fortaleza,

E não foi pra ver qualquer jogo, não… Foi simplesmente a decisão de um dos acessos para a série A1 do Paulista, que acabou ficando com o Santo André.

Também estivemos acompanhando a torcida deles em Suzano, em uma partida da Bezinha:

O Barretos disputou a competição equivalente à segunda divisão de 1961 até 1987, quando foi rebaixado. Em 1965, 1968,1969 e 1976 participou das finais, mas acabou perdendo o acesso.

Em 1990, conseguiu o acesso e voltou à Série Intermediária (como era chamada a atual Série A2).
Em 1993, caiu para a Série A3 e, em 1995, para a Série B1A.
Em 2000, o Barretos conseguiu conquistar novamente o acesso à Série A3.
Em 2006, foi rebaixado à Segunda Divisão.
Em 2011, conquista o acesso para a série A3.
Em 2015, volta para a A2 (em 2016, o acesso para a série A1 n˜ão veio exatamente por aquele jogo que fomos assistir).
Em 2017, volta pra A3.
Em 2023, cai pra A4, onde permanece até 2026.

Mesmo sendo um clube do interior, o Barretos sempre contou com uma torcida fiel, que acompanha o Touro do Vale em todas as divisões e mantém viva a tradição do futebol na cidade.
A identificação entre clube e comunidade é um dos grandes patrimônios do Barretos EC.
Quer adquirir uma camisa desta? Mais informações pelo telefone (17) 3322-0547.

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226- Camisa da Associação Olímpica de Jardinópolis (SP)

Em dezembro de 2025, pegamos a estrada até Brodowski para acompanhar a final do Amador do Estado entre o CA Bandeirante e União FC de Atibaia (veja aqui como foi a conquista do 5º título do Band).

Antes de chegar na cidade, aproveitamos para dar uma parada na cidade vizinha: Jardinópolis!

Sempre importante lembrar que antes do nome, antes mesmo da cidade e das linhas no mapa, já havia vida, cultura e história correndo por aqui.
Segundo estudos (vale ler esta sucinta matéria), a região de Jardinópolis era habitada originalmente pelos Caiapós, chamados de “Tapuias” (algo como “bárbaros”) pelos Tupis.
Os Caiapós cultivavam milho e mandioca e eram semi-nômades, caçando, pescando e coletando mel e frutas nativas.
Estes são alguns Caiapós em foto de 1876 que está no museu de antropologia da Alemanha:

A partir do século XIX, os europeus e mamelucos começam a ocupar a região e surgem as primeiras fazendas.
Uma delas ficou conhecida como “Ilha Grande“, devido a uma ilha no leito do Rio Pardo e parte dela foi doada para ser transformada em um povoado, que a partir de 1898, passou a ser chamado de Jardinópolis.
A agricultura é muito importante para a cidade, conhecida como a “capital da manga”.

As mangas jardinopolenses passaram a ser levadas para São Paulo e de lá para outros centros do Brasil, pelas estradas de ferro, já que o município era cortado pelas linhas da antiga Companhia Mogiana.

Jardinópolis foi berço do incrível Rubens Francisco Lucchetti, um verdadeiro mestre da literatura de terror brasileira, e roteirista de José Mojica Marins, em alguns dos filmes e HQ’s de Zé do Caixão. Luchetti faleceu em 2024.

Mas, o município de 45 mil habitantes possui também grande cultura futeboleira.
Uma prova disso é que Jardinópolis teve a primeira partida de Futebol Feminino ainda em 1921.

Esta partida se deu em um dos palcos mais antigos do futebol de Jardinópolis: o campo da Associação Olímpica Jardinópolis!

Li que na época, havia um time chamado São Paulo de Jardinópolis que mandava ali seus jogos, mas a Associação Olímpica também já existia, pois foi fundada em 1919.
Aqui, matéria do Correio Paulistano de 1920 citando o time:


Estivemos por lá conversando com o Agnaldo e ele nos mostrou diversas fotos históricas do time, como esta de 1951:

Neste ano, o Correio Paulistano comprova que o time disputou o Campeonato Amador do Interior, bem como o São Paulo e o Jardinópolis, todos da cidade.

Aqui, a classificação de seu grupo em 1956:

Em 1958, a possível criação de uma zona local com times da região para jogarem a 3ª divisão animou a Associação Olímpica!

Outras fotos bacanas que o Agnaldo mostrou pra gente:

Como estávamos a caminho da final do Campeonato Amador do Estado, importante lembrar que a Associação já conquistou esse título em 1985 e 1993!

Fiquei contente de ter o amigo Mário ao meu lado em mais um registro histórico de um estádio de futebol do interior paulista, o Estádio Alexandre Jorge Saquy, a casa da Associação Olímpica de Jardinópolis!

Sinta o clima do estádio durante nossa visita:

O estádio mantém sua arquibancada coberta, afinal, o sol em Jardinópolis é mesmo forte…

Vemos o distintivo do clube exposto em diversos locais.

Aqui, o gol da esquerda:

O meio campo:

E o gol da direita:

Se você tem interesse em uma camisa dessa fale com o Agnaldo pelo Instagram do clube.

E o pessoal da cidade abraça o clube, tem orgulho em vestir a camisa e fazer o dia-a-dia acontecer.
Esta branca é a camisa do centenário e é um sucesso na região!

Mas tem essa rubro negra que também é muito bonita!

E este outro modelo branco:

O clube tem registrado e guardado muito de sua história via as fotos que resgataram em 2019, ano de seu centenário…

E também tem guardado outros souvenirs como as medalhas que o time sub14 ganhou recentemente.

O Agnaldo nos contou um pouco sobre os projetos da Associação com as categorias de base e é muito legal ver o orgulho que ele tem ao nos falar disso!

Mais do que um passado, o campo da Associação Olímpica carrega o futuro do futebol em Jardinópolis!

A Associação Olímpica é mais que centenária e é motivo de orgulho para a cidade.

Por isso, é muito emocionante ver a bandeira do time seguir tremulando mesmo após tanto tempo.

Espero poder voltar um dia para acompanhar uma partida oficial!

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O futebol em Serrana (SP)

Aproveitamos o feriado da consciência negra (20 de novembro) de 2025 para refletir sobre o quanto o racismo ainda atrapalha uma vida de qualidade em nosso país.
Foi fácil concluir que o racismo ainda é um grande problema social, e que por isso, não basta se dizer “não racista” é imprescindível que sejamos todos antirracistas nos ambientes em que vivemos.
Aproveite o vídeo da professora Selminha e faça o teste para identificar o racismo nos ambientes que você frequenta:

Também aproveitamos o feriado para fazer mais um rolê boleiro e decidimos finalmente registrar o Estádio Palma Travassos, que era o único das 5 divisões do Campeonato Paulista que ainda não havíamos fotografado.

Veja aqui como foi!

Antes de chegar lá, fizemos algumas paradas, como em Santa Cruz das Palmeiras, para rever a casa do EC Palmeirense.
Se você nunca esteve lá, dá uma olhada no vídeo que fizemos em 2018 (ou veja aqui como foi aquele role!)

Mas de volta a 2025, passamos em Tambaú para almoçar e relembrar da cidade que possui dois rivais na mesma rua: o EC Operário e o EC União! Estivemos lá antes também e você pode ver aqui como foi.
Ou veja um pouco dos dois estádios:

Ainda aproveitamos para finalmente registrar o interior do Estádio Dr Guião, a casa do CR Cajuruense, em Cajuru, veja aqui como foi esse rolê de 2025.

Mas antes de chegar a Ribeirão Preto, ainda teríamos uma última parada: a cidade de Serrana, que tantas vezes nos acolheu no rolê punk em especial no CECAC e no Festival Caipiro Rock, aliás, olha a gente aí na edição de 2010.

Mas dessa vez, fomos para conhecer e registrar o Estádio Municipal Luiz Antonio de Mattos, que será a casa do LG Sports nas disputas das categorias de base da Federação Paulista, a partir de 2026.

O time nasceu como uma escola de futebol de alta performance em Ribeirão Preto agora vai mandar seus jogos na cidade de Serrana, no Estádio Municipal “Luiz Antônio de Mattos”, e por isso, lá fomos nós conhecê-lo!

Quem nos recebeu foi o Ricardo Brasileiro, amigo que também faz essa trajetória entre o punk, a música independente e o futebol e o organizador do Festival Caipiro Rock.

Então, venha conosco para conhecer não só mais um estádio como o novo time e… seu presidente !

Segue o tradicional registro do meio campo:

O gol da direita:

E o gol da esquerda:

Aqui dá pra ter uma ideia geral:

E enquanto fazíamos os registros, o pessoal seguia trabalhando sob um sol escaldante…

Fizemos o Lucas, atual presidente do LG Sports dar uma paradinha pra bater um papo rápido:

Pois é… Quem diria que anos após termos conhecido Serrana pela cena punk, agora voltaríamos para registrar sua “cena boleira”…

Que as arquibancadas do Estádio Municipal Luiz Antonio de Mattos possam acolher muitas e muitos torcedores…

E, principalmente, que seu campo receba jovens promessas do futebol oriundos da própria cidade, transformando-se em um verdadeiro catalisador sócio-esportivo.

O primeiro gol já está aí, registrado:

E que também possa gerar empregos e fazer do futebol um motor para a cidade!

A mim, só resta, como sempre, agradecer a oportunidade de rever o amigo Brasileiro e de poder registrar o “novo-velho” campo…

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O futebol em Porto Ferreira (SP) em 2025

É… Tudo muda.
Tudo segue se transformando com o tempo.
Tem coisas tradicionais que deixam de existir e também coisas novas que nascem.
Em 2012, estivemos por Porto Ferreira para conhecer e registrar o Estádio Municipal da Vila Famosa (veja aqui como foi), também chamado de Vila Formosa.

Na época, o Estádio era a casa da Sociedade Esportiva Palmeirinha, um time que atuava na série B do Campeonato Paulista.

Cheguei a ver um jogo deles lá em Jaú, em 2013 (veja aqui como foi).

Em 2016, o time disputa seu último Campeonato Paulista pela série B, e no ano seguinte, voltamos a passar pelo estádio, para uma nova visita (veja aqui como foi).

Em 2023, chegou a notícia que o Estádio fora abandonado e estaria prestes a ser demolido.
Torcendo para ser apenas um boato, no feriado da consciência negra de 2025 passei por Porto Ferreira e, para a tristeza de todo apaixonado por futebol, confirmei a notícia…

Me pergunto se pra quem mora na cidade realmente fez sentido essa demolição para se ter um…. “nada” no lugar…
Ok, provavelmente algo será construído nos próximos meses ou anos, mas ainda assim, dói ver essa imagem, não?

A cidade é referência na produção e comércio de cerâmicas, e não é difícil pensar que algo nesse sentido pode tomar esse espaço, ou quem sabe um novo espaço para o esporte municipal?

E pensar que, assim como as cerâmicas, o time fez parte do dia-a-dia da cidade por tantos anos…

Olha que linda a foto do Marcier Martins quando goleiro do time (do acervo Marcier Martins):

É um time com muita história…

E com uma torcida bastante apaixonada!

No início da carreira, o goleiro Aranha teve uma passagem no gol do Palmeirinha!

E o que dizer de 1967, quando o time sagrou-se campeão da terceira divisão.

Muitos fizeram história com essa camisa…

Assim, com a demolição do Estádio e o fim do Palmeirinha, a cidade parecia fadada a não ter mais um time de futebol nas competições da Federação Paulista.
Mas, no dia 26 de abril de 2022, uma família da cidade decidiu criar o Porto Foot Ball Ltda, o primeiro clube-empresa de Porto Ferreira.

Se você quer saber um pouco mais sobre o time, batemos um papo com o presidente do clube, confira:

O time nasce com a missão de juntar a cidade, e por isso soma o preto e branco do antigo Porto Ferreira FC e o verde do Palmeirinha, além disso, passou a mandar seus jogos no tradicional Estádio Ferreirão…

E é aqui que o futuro se une ao passado já que o Estádio Ferreirão foi a casa do Porto Ferreira FC, primeiro time da cidade a participar de competições da Federação Paulista, fundado em 1912.


Em 1916, seu primeiro campo (1 no mapa abaixo) deu lugar ao Jardim Público que é a atual praça Cornélio Procópio, obrigando-o a se mudar para onde hoje está o Hospital Dona Balbina (2 no mapa abaixo), de lá, mudou-se em 1923 para a área onde hoje está o clube social (3 no mapa abaixo) e permaneceu por lá até 1968, quando finalmente mudou para a atual área do Estádio (4 no mapa abaixo).

Em 1925, disputou dois amistosos com o Clube Atlético Paulistano, recém-chegado de excursão pela Europa, vencendo ambas (3×0 e 2×0).
Em 1926, o Clube Atlético Paulistano novamente visita Porto Ferreira e dessa vez apenas uma partida: um empate em 0x0.
Nesse mesmo ano, o Porto Ferreira FC filiou-se na Liga dos amadores de Futebol e segundo o livro “Os esquecidos”, estreia no Campeonato do Interior na Região C.

No ano seguinte disputa a Zona da Paulista:

Em 1952, foi Campeão amador do setor 9.

E se mostramos lá em cima um desfile com a bandeira do Palmeirinha, o Porto Ferreira FC também teve seu momento…

O alvinegro de Porto Ferreira foi o primeiro time a conquistar o coração da população…

E que demais esse uniforme, hein?

Dessa forma, fomos conhecer o Estádio Ferreirão, que teve sua inauguração oficial em 25 de julho de 1982, como indica a placa abaixo:

Então, venha conosco para um rolê por este verdadeiro elo entre o passado e o futuro!

Olha que bem estruturado é o estádio em se falando de arquibancada.
Temos estes degraus em torno da lateral de entrada e também atrás do gol esquerdo:

Sempre gosto de comparar com outros times que estão disputando a série B do Campeonato Paulista para pensar se um estádio teria condições de abrigar o futebol profissional novamente, e no caso do Ferreirão, acredito que com algumas poucas melhorias teríamos condições de ver o Porto Foot Ball alçando voos mais altos!

Além das atuais arquibancadas, existe espaço do outro lado do campo para eventuais novas estruturas, como se vê nesta foto do meio campo!

Ali ao lado direito, também temos parte da arquibancada quase até o gol.

Aqui, o já supra citado gol do lado esquerdo.

Uma pena só ter o registro do time que este ano foi finalista da Série B do Campeonato Paulista Sub 20 no Estádio de Paulínia.

Ainda estamos devendo acompanhar um jogo por aqui… Era pra gente ter vindo na final, vencida pelo Paulinense, mas ano que vem teremos o time na Série A do sub 20 e quem sabe podemos enfim registrar um jogo.

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