
Em plena quarta feira de cinzas do carnaval 2026 fomos até Taubaté para acompanhar de perto mais um capítulo dessa Série A2.
Viagem, estrada, conversa sobre escalação, aquela expectativa que quem gosta de futebol do interior entende.
Chegamos no Joaquinzão com o sentimento de que era jogo decisivo.


A entrada de visitantes tá meio caidinha…

Mas uma vez dentro do estádio não tem como não pensar que o futebol é mesmo mágico…

Olha lá o burro, mascote do time!

Bacana ver que mais gente teve a coragem de ir até lá para acompanhar a partida. Santo André nunca joga sozinho.


Times em campo…

O jogo começou elétrico e o Santo André parecia um time mais bem postado do que nas partidas anteriores.
A gente mal tinha terminado de se acomodar e já estava comemorando no meio da arquibancada visitante: após um escanteio o Santo André abriu o marcador.

Só que futebol não é roteiro pronto.
O Taubaté não sentiu o golpe. Foi pra cima. Pressionou. E o Santo André recuou…
Aos 38 minutos, depois de um cruzamento pela esquerda, a bola sobrou e o empate aconteceu.
Silêncio de um lado, explosão do outro.
E a gente já sabia que a noite não seria tranquila.

A torcida do Taubaté é bem legal.
Mantém viva a chama do futebol e da cultura caipira.



O primeiro tempo acabou e é hora de olhar a tabela e ver o que significa esse empate…

Lindas as árvores que cercam a arquibancada visitante.

O segundo tempo foi aberto, tenso, aquele jogo que ninguém quer perder.
O Santo André teve a chance de ouro aos 37 minutos. Daniel Davi passou pelo goleiro… e ali eu já estava levantando pra comemorar. Mas a finalização saiu fraca. A defesa tirou. Ficou aquela sensação de que escapou.
Na reta final, o Taubaté pressionou muito. O Joaquinzão empurrou. A defesa do Ramalhão segurou como deu até o apito final.



O empate não ajudou ninguém. Teve gosto amargo.
O Taubaté segue ali, colado na zona de rebaixamento, com nove pontos.
O Santo André, que começou a rodada no G-8, saiu da zona de classificação, agora está em nono, com 14 pontos.



Voltamos pra casa com aquela mistura de frustração e esperança. Porque foi um ponto fora, é verdade. Mas foi também um tropeço que custou caro na tabela.

Agora é virar a chave. Domingo tem São José no Bruno José Daniel. E a A2 não perdoa ninguém que relaxa.

Futebol do interior é isso: estrada, arquibancada, tensão e coração acelerado até o último minuto.


Um abraço pro Quero-quero…

E a gente segue junto.

