235- Camisa do EC Meia Noite (SP)

A 235ª camisa do nosso site veio em dose tripla!
Três cores que levam a campo o amor de uma cidade ao futebol.

Camisa 1, 2 e 3…
E uma mais bonita do que a outra!
Já comece comentando qual das três você achou mais bonita!

E estas três camisas pertencem a um clube cheio de histórias e mistérios, e que só recentemente se filiou à Federação Paulista de Futebol.
Falamos do Esporte Clube Meia Noite!

O EC Meia Noite foi fundado em 21 de abril de 1959, na cidade de Patrocínio Paulista, que fica a mais de 400km da capital.
Assim como o time, a cidade também é pouco conhecida, pela distância e até pelo tamanho, onde vivem menos de 15 mil pessoas.

Mas muito antes do surgimento de Patrocínio Paulista, outros povos ocupavam aquela região.
Quando os primeiros europeus chegaram por ali, rumo às minas de Goiás, encontraram os povos Kayapó Meridionais (do macro grupo Jê).


E importante reforçar também que antes deles, evidências arqueológicas indicam ocupações de milhares de anos, anteriores aos Kayapós.

Com a chegada dos europeus, a cidade de Patrocínio nasceu como a “Terra do Diamante”, graças aos garimpeiros do século XIX que passaram a ocupar a região.
De lá pra cá, muita coisa mudou mas a cidade ainda mantém uma pegada interiorana cheia de charme e um certo ar bucólico.

Falando sobre o clube, a primeira dúvida que todos têm ao conhecê-lo é a origem do nome, e a resposta é bem simples: o time nasceu em um bar em frente à igreja no momento em que o seu relógio mostrava meia noite (a imagem abaixo é meramente ilustrativa kkk).

Em 2024, justamente no ano em que completou 65 anos, o clube transformou-se em SAF, graças a Edson Faleiros, que, quando adolescente, defendeu as cores do Meia Noite ainda nas competições amadoras da cidade.

Tivemos a oportunidade de conversar com ele no programa 1902Entrevista em 2025:

Em 2025, o time se filiou à Federação Paulista e passou a disputar as categorias de base, do sub-11 ao sub-17.
Estivemos com eles em Santo André, acompanhando jogo do sub15 contra o EC São Bernardo, veja aqui como foi.

Novamente batemos um papo com o Edson!

Já em 2026, começou o ano fazendo história ao sediar a copinha e, passar pra segunda fase, com direito à vitória em cima do poderoso Coritiba FC.

A SAF também promoveu uma série reformas no Estádio Municipal Galileu de Andrade Lopes, agora sob concessão da própria SAF por 30 anos.
Outra curiosidade interessante é que o estádio fica em frente ao cemitério municipal, que somado ao nome “Meia Noite” dá um certo ar “misterioso” ao time.

Em 2026, além da Copinha, o time fez (está fazendo nesse momento) boas campanhas nas competições de base.

Em 2026 ainda pegamos um jogo do sub15 lá em São Caetano:

Enfim, três camisas que registram a história de um time tradicional, mas que só recentemente entrou para o futebol federado e agora começa a escrever uma nova página de sua história!
Vai, Meia Noite!!!

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234- Camisa do Atlético Monte Azul

A 234ª camisa do nosso site chama a atenção não apenas pelas cores, pelo desenho, ou escudo ali presente mas porque ela carrega consigo a história de uma cidade e de um clube que atravessou diferentes momentos do futebol paulista. Falamos do Atlético Monte Azul, de Monte Azul Paulista.

Este é o brasão atual, mas ele passou por muitas mudanças no decorrer do tempo e vale a pena recorrer ao Escudos Gino para conhecer a evolução deste símbolo!

O Atlético Monte Azul foi fundado em 28 de abril de 1920 na cidade de Monte Azul Paulista em uma época em que sua população não chegava a 13 mil pessoas.
Veja uma imagem da época, vinda do Blog do Iba Mendes:

Já estivemos na cidade por duas vezes, uma em 2010 (veja aqui como foi aquele rolê)…

E outra em 2021 (veja aqui como foi aquele rolê):

Estando há mais de 400 km da capital do estado, o Atlético Monte Azul teve uma verdadeira luta dentro e fora de campo para manter-se vivo e relevante durante seus mais de 100 anos de tradição no futebol.
Este era o time do início da década de 20:

Sem dúvidas, o maior momento de sua história aconteceu no fim dos anos 2000.
O time conquistou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão, na época chamada de B1, em 2004.

Em 2007, sagra-se vice campeão da A3, voltando à série A2 depois de mais de 50 anos.

Os dois anos seguintes foram mágicos.
O retorno à série A2 e logo a despedida…
Mas dessa vez, a despedida foi positiva, o título inédito da A2 de 2009, levou o Atlético Monte Azul à série A1!

Tudo bem que foi apenas um ano na série A1, mas foi incrível…
E a campanha nem foi tão ruim…
Foram poucas derrotas e partidas inesquecíveis…

A passagem pela elite acabou em 2010, mas a história estava longe de terminar.
O Monte Azul voltou à Série A2, viveu novos momentos difíceis, chegou a cair para a A3 em 2016 e conquistou o retorno à A2 três anos depois, como vice-campeão da Série A3 de 2019.
É justamente essa trajetória de acessos, quedas e recomeços que ajuda a explicar o que significa manter um clube do interior vivo por mais de um século.
Uma camisa não precisa representar apenas títulos e acessos.
Ela representa quem continuou acompanhando o clube quando as divisões mudaram, quem foi ao estádio, quem levou os filhos e quem manteve viva uma identidade que nasceu há mais de um século.

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Copa Paulista 2026: 5ª rodada – São Caetano 0×1 Santo André

Clássico é clássico, e dessa vez deu Ramalhão!

17 de agosto de 2026.
Em plena segunda feira às três horas da tarde, o Santo André foi até o Estádio Anacleto Campanella para enfrentar os donos da casa: o São Caetano.

Horário ruim… Pouquíssima gente em ambos os lados…


Mas, do lado andreense, o time nunca joga sozinho!

Se você nunca esteve no Estádio Anacleto Campanella talvez nunca tenha visto o cantinho dedicado ao passado do time e à torcida Bengala Azul…

https://www.youtube.com/watch?v=vFWIPEUbwEs

Torcida do Ramalhão animou o jogo cantando sem parar…

E lá vem os times para o jogo!

O Ramalhão começou pressionando e criou muitas chances…

Mas… não conseguia converter as oportunidades em gol para o desespero do torcedor Ramalhino…

Muito devido ao goleiro do São Caetano, Fernando Caixeta, que fez uma partida realmente memorável.

Pato marcou o único gol da partida, para a festa da torcida visitante!

Esse resultado colocou, em teoria, o Ramalhão na repescagem para as quartas de final e, de quebra, eliminou o rival com uma rodada de antecedência.
O clássico do ABC tem dessas coisas, vai além do jogo em si…
Tem uma rivalidade que leva em conta o histórico dos confrontos e todos esses contornos extras como a eliminação do Azulão, nesse caso.

Duas camisas tradicionais.
Duas histórias que já viveram grandes momentos no futebol paulista e nacional.
E uma rivalidade que continua escrevendo novos capítulos independentemente da divisão ou do campeonato.

Porque quem gosta de futebol sabe: a camisa nunca entra em campo sozinha. Ela carrega tudo o que veio antes.

Faz parte de quem joga: ganhar ou perder…
E quem ganha, tem o direito de uma mínima sacanagem né?

O time fez questão de vir celebrar com sua torcida e mantém viva a esperança do título para o torcedor do Ramalhão!

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O SE Gran São João de Limeira

Domingo, 10 de agosto de 2025. Era dia dos pais e sempre uma data cheia de celebrações e por isso mesmo fui até Limeira para visitar um clube que fez história no futebol paulista: a Sociedade Esportiva Gran São João (distintivo disponibilizado no Pinterest).

A Sociedade Esportiva Gran São João foi fundada em 15 de março de 1948 sob o nome de Esporte Clube Limeirense, aqui, fotos do time de 1949 enviada pelo pesquisador e amigo Kina lá de Limeira:

Outras fotos do amigo e pesquisador Kina mostram que o time nasceu rubronegro e também foi fruto de uma fusão entre o Gran Club, os diabos vermelhos….

…e o São João FC.

A equipe disputou a edição do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1952 (atual A2)

O Gran São João disputou ainda quatro edições da Terceira Divisão, em 1954, 1961, 1962 e 1963.
Mesmo licenciado do futebol profissional, sua sede continua ativa!

Perceba que o distintivo passou por um redesign.

Atualmente o clube se limitou à atuação social, com cerca de 12 mil associados.

E sua sede é muito bem cuidada!

Mais um time que marcou história e que infelizmente abandonou o sonho do profissional…

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AD Manthiqueira 2×1 GE Mauaense

Há jogos que valem três pontos.
Há jogos que valem uma classificação.
E há jogos que carregam algo maior: o orgulho de uma cidade, a história de um clube e o sonho de pessoas que dedicam parte da vida a defender um escudo.

Foi pra acompanhar uma partida dessas que nos dirigimos até o Estádio Municipal Professor Dario Rodrigues Leite!

Na tarde deste sábado, em Guaratinguetá, o Manthiqueira entrou em campo carregando essa responsabilidade.

Bem vindo ao Estádio Municipal Professor Dario Rodrigues Leite!

Infelizmente, os anos seguidos na bezinha e as campanhas sem grandes chances de acesso acabaram afastando o torcedor de Guaratinguetá do Estádio, então mesmo sendo um jogo decisivo, o Manthiqueira jogou para poucos torcedores…

Mas não jogou sozinho!
Ainda existem aqueles que insistem em apoiar o time da sua cidade…
E é por eles que a gente mantém viva a ideia de registrar os jogos, as torcidas e a realidade dos times do interior paulista.

E além do apoio daqueles que estavam na bancada, o AD Manthiqueira conta com a presença do seu idealizador e atual treinador: Dado Oliveira!

Pra quem quer saber um pouco mais da história do Dado e do próprio time, vale assistir a entrevista que fizemos com ele em 2025:

Voltando ao jogo, também foi bacana rever o Estádio Municipal Professor Dario Rodrigues Leite (estivemos lá em 2019, veja aqui como foi!).

É sempre um grande prazer poder estar em um Estádio com tantas histórias no passado e com tanto potencial ainda para o futuro.

O belo placar manual ainda segue firme e forte!

E a partida começa!

E quem veio ao Ninho da Garça como visitante foi o Grêmio Mauaense, time que também construiu sua trajetória com luta, comunidade e paixão.

E o time visitante veio sem demonstrar grandes receios de estar longe de sua cidade sede, Mauá.

A verdade é que os dois clubes representam o que há de mais bonito no futebol paulista: equipes que sobrevivem graças ao trabalho de muita gente que acredita que o futebol ainda pertence aos bairros, às famílias e às cidades que os abraçam.

Mais um ataque do Grêmio Mauaense…

O jogo estava bastante pegado, como normalmente vemos nas partidas da Bezinha, e os treinadores aproveitaram a parada pra hidratação pra tentar melhorar as equipes na sequência do primeiro tempo.

E olha quem veio nos dar um alô: a bola do jogo acabou ali do nosso lado…

Sente um pouco do cima do estádio:

Já aos 40 minutos, empurrado por sua gente e guiado pelo trabalho do técnico Dado de Oliveira, amigo das causas que fazem o futebol ser mais humano do que negócio, o Manthiqueira encontrou forças para abrir o placar!

O segundo gol saiu aos 44 minutos do primeiro tempo, para a alegria da sua torcida!

O intervalo de jogo chegou e nos permitiu curtir um pouco mais do Estádio e seus detalhes em dias de jogo, como a lanchonete e seus picolés e pasteis.

Tá com sede?

Uma outra imagem simples ali na arquibancada parecia resumir o futebol do interior: nada é construído sozinho. Assim como as formigas, os times avançam pelo trabalho coletivo de jogadores, comissão técnica, torcedores e pessoas que acreditam diariamente nessa camisa.

O segundo tempo começou com o sol ameaçando ir embora…

Aproveitei pra assistir o jogo da arquibancada descoberta.

Mas, se o calor parecia ir embora, o Mauaense voltou bastante acordado para o segundo tempo e passou a dominar as ações.
De tanto insistir, chegou ao gol com seu zagueiro, que se lançou ao ataque.

O jogo foi chegando ao fim e o Grêmio Mauaense fez de tudo para chegar ao empate.

Mas o jogo chegou mesmo ao fim: 2×1 para os mandantes e Dado Oliveira mais uma vez faz história com seu time inspirado na lendária seleção holandesa de 1974…

O pior ainda viria para os visitantes… O União Mogi fez 2×1 no Itaquaquecetuba e eliminou o time de Mauá, para a tristeza dos visitantes…

Já o Manthiqueira conseguiu escrever mais um capítulo de sua história, classificando-se para as oitavas de final, onde enfrentará o líder geral do campeonato: o temido José Bonifácio!

No fim, mais do que uma vaga nas oitavas de final, o que estava em jogo era a continuidade de uma história construída por muitas mãos, muitos sonhos e uma comunidade inteira que se reconhece naquela camisa. Parabéns, Dado Oliveira e Manthiqueira!

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227- Camisa do Futebol Clube de Alverca

A 227ª camisa de futebol do nosso site vem de Portugal, presente da amiga Elisama que agora vive por lá, em Alverca do Ribatejo.

O time que defende as cores da cidade de Alverca do Ribatejo, e dono da camisa de hoje é o Futebol Clube de Alverca.

O FC Alverca foi fundado em 1º de Setembro de 1939, coincidentemente, no dia do início da Segunda Guerra Mundial.
A cidade tinha ainda outros times, como o Alverca Futebol Clube (de 1922) e o Sporting Clube de Alverca (1930).
Quer saber um pouco da história do FC Alverca, veja aí:

O time cresceu integrado à história de Alverca do Ribatejo.

Ate a década de 40, o time se limitava às competições não oficiais da região mas, a partir de 1942, integrou a Associação de Futebol de Santarém, e depois a Associação de Futebol de Lisboa disputando os campeonatos destes grupos.

O FC Alverca começa a conquistar títulos regionais e nacionais, com destaque para o acesso à segunda divisão em 1988. Foto do site Glórias do Passado.

Na temporada 1997/98, o FC Alverca fez uma sensacional campanha conquistando o acesso à primeira divisão!

Assim, na temporada seguinte (1998/99) debutam na primeira divisão!

Lá permaneceu até 2002, mas retornando em 2003/04 para mais uma temporada na elite do futebol português.

Depois de altos e baixos, a partir da temporada 2021/22, passou a integrar a Liga 3 e assim reiniciando sua caminhada rumo à primeira divisão.
Na temporada 2024/25 retorna à Segunda Liga e na temporada seguinte, volta à Primeira Liga após 21 anos.
Em 2025, Vinícius Júnior adquiriu 80% da SAD do clube.

Manda seus jogos no Complexo Desportivo FC Alverca com capacidade para 6.900 torcedores.

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226- Camisa da Associação Olímpica de Jardinópolis (SP)

Em dezembro de 2025, pegamos a estrada até Brodowski para acompanhar a final do Amador do Estado entre o CA Bandeirante e União FC de Atibaia (veja aqui como foi a conquista do 5º título do Band).

Antes de chegar na cidade, aproveitamos para dar uma parada na cidade vizinha: Jardinópolis!

Sempre importante lembrar que antes do nome, antes mesmo da cidade e das linhas no mapa, já havia vida, cultura e história correndo por aqui.
Segundo estudos (vale ler esta sucinta matéria), a região de Jardinópolis era habitada originalmente pelos Caiapós, chamados de “Tapuias” (algo como “bárbaros”) pelos Tupis.
Os Caiapós cultivavam milho e mandioca e eram semi-nômades, caçando, pescando e coletando mel e frutas nativas.
Estes são alguns Caiapós em foto de 1876 que está no museu de antropologia da Alemanha:

A partir do século XIX, os europeus e mamelucos começam a ocupar a região e surgem as primeiras fazendas.
Uma delas ficou conhecida como “Ilha Grande“, devido a uma ilha no leito do Rio Pardo e parte dela foi doada para ser transformada em um povoado, que a partir de 1898, passou a ser chamado de Jardinópolis.
A agricultura é muito importante para a cidade, conhecida como a “capital da manga”.

As mangas jardinopolenses passaram a ser levadas para São Paulo e de lá para outros centros do Brasil, pelas estradas de ferro, já que o município era cortado pelas linhas da antiga Companhia Mogiana.

Jardinópolis foi berço do incrível Rubens Francisco Lucchetti, um verdadeiro mestre da literatura de terror brasileira, e roteirista de José Mojica Marins, em alguns dos filmes e HQ’s de Zé do Caixão. Luchetti faleceu em 2024.

Mas, o município de 45 mil habitantes possui também grande cultura futeboleira.
Uma prova disso é que Jardinópolis teve a primeira partida de Futebol Feminino ainda em 1921.

Esta partida se deu em um dos palcos mais antigos do futebol de Jardinópolis: o campo da Associação Olímpica Jardinópolis!

Li que na época, havia um time chamado São Paulo de Jardinópolis que mandava ali seus jogos, mas a Associação Olímpica também já existia, pois foi fundada em 1919.
Aqui, matéria do Correio Paulistano de 1920 citando o time:


Estivemos por lá conversando com o Agnaldo e ele nos mostrou diversas fotos históricas do time, como esta de 1951:

Neste ano, o Correio Paulistano comprova que o time disputou o Campeonato Amador do Interior, bem como o São Paulo e o Jardinópolis, todos da cidade.

Aqui, a classificação de seu grupo em 1956:

Em 1958, a possível criação de uma zona local com times da região para jogarem a 3ª divisão animou a Associação Olímpica!

Outras fotos bacanas que o Agnaldo mostrou pra gente:

Como estávamos a caminho da final do Campeonato Amador do Estado, importante lembrar que a Associação já conquistou esse título em 1985 e 1993!

Fiquei contente de ter o amigo Mário ao meu lado em mais um registro histórico de um estádio de futebol do interior paulista, o Estádio Alexandre Jorge Saquy, a casa da Associação Olímpica de Jardinópolis!

Sinta o clima do estádio durante nossa visita:

O estádio mantém sua arquibancada coberta, afinal, o sol em Jardinópolis é mesmo forte…

Vemos o distintivo do clube exposto em diversos locais.

Aqui, o gol da esquerda:

O meio campo:

E o gol da direita:

Se você tem interesse em uma camisa dessa fale com o Agnaldo pelo Instagram do clube.

E o pessoal da cidade abraça o clube, tem orgulho em vestir a camisa e fazer o dia-a-dia acontecer.
Esta branca é a camisa do centenário e é um sucesso na região!

Mas tem essa rubro negra que também é muito bonita!

E este outro modelo branco:

O clube tem registrado e guardado muito de sua história via as fotos que resgataram em 2019, ano de seu centenário…

E também tem guardado outros souvenirs como as medalhas que o time sub14 ganhou recentemente.

O Agnaldo nos contou um pouco sobre os projetos da Associação com as categorias de base e é muito legal ver o orgulho que ele tem ao nos falar disso!

Mais do que um passado, o campo da Associação Olímpica carrega o futuro do futebol em Jardinópolis!

A Associação Olímpica é mais que centenária e é motivo de orgulho para a cidade.

Por isso, é muito emocionante ver a bandeira do time seguir tremulando mesmo após tanto tempo.

Espero poder voltar um dia para acompanhar uma partida oficial!

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O Palestra EC e o Rio Preto EC (São José do Rio Preto)

Em 2010, estivemos em São José do Rio Preto e além de registrar o Estádio do América, aproveitamos para conhecer o tradicionalíssimo estádio do Palestra Esporte Clube, time que marcou o início da história do futebol de São José do Rio Preto.

Aqui tem uma imagem aérea do próprio clube:

Estádio do Palestra EC - São José Rio Preto

Não consegui entrar para fotografar a parte interna do campo, mas ao menos deixei registrada nossa passagem por esse marco histórico.

O Palestra foi fundado em 15 de março de 1931 com o nome de Palestra Itália Futebol Clube, às margens do rio Preto. Seu nome foi alterado para Palestra Esporte Clube em 1939, devido à 2ª Guerra Mundial.
Atualmente o clube vive uma dramática crise, correndo o risco de ter que vender partes de sua sede para sanar a economia.

O terceiro e não menos importante Estádio é o Anísio Haddad, o popular Rio Pretão, onde o Rio Preto manda seus jogos.

E lá estávamos nós em mais uma cancha…

O Estádio também é bem grande. Tem capacidade para quase 19 mil torcedores e foi inaugurado em 1968.

Seu nome é uma homenagem ao ex presidente do clube, Anísio Haddad.

E dessa vez, marquei presença com a minha camisa pirata do Boca.

O Estádio é todo verde, merecia uma nova mão de tinta, que deixaria o estádio ainda mais mágico.

Vi essa placa e fiquei me perguntando se a sede era ali no mesmo lugar, ou se simplesmente levaram a placa para lá.

Assim, ficamos contentes em visitar uma cidade tão importante para o futebol e economia nacional.

Quando estivemos em Rio Preto em 2022, também demos uma renovada nas fotos do Estádio Anísio Haddad:

Estádio Anísio Haddad
Estádio Anísio Haddad
Estádio Anísio Haddad
Estádio Anísio Haddad
Estádio Anísio Haddad
Estádio Anísio Haddad
Estádio Anísio Haddad
Estadio Rio Preto
Estádio Anísio Haddad

E ainda aproveitamos para rever alguns amigos do ABC que agora são cidadãos riopretenses, caso do Ronaldo Pobreza (vocal da banda mais foda do Brasil de skate punk, o Grinders):

grinders

E do amigo Orides, que segue gerindo a tradicional Taberna Canova lá na cidade:

soa jose do rio preto - taberna canova

Fica aí um início de dia inspirador pra quem sabe convencê-lo a conhecer São José do Rio Preto:

São José do Rio Preto

Ou você prefere uma chuva concentrada?

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 3: o CT do River e a loja do Atlético Piauiense, em Teresina

Em julho de 2025 tivemos a oportunidade de viajar até o Piauí e foi incrível.
Começando pela capital Teresina, que já foi tema da primeira e segunda parte destes posts (veja aqui a primeira parte sobre o Estádio Albertão e aqui a segunda parte sobre o Estádio Lindolfo Monteiro).
Agora é a vez de dividirmos duas últimas experiência boleiras na capital piauiense, começando pela nossa visita ao CT Afrânio Nunes!

O Centro de Treinamento Afrânio Nunes é a casa do River Atlético Clube.

O espaço fica em uma região um pouco mais distante do centro da cidade, mas super de boa de chegar.

O clube aproveitou para criar uma sala de troféu bem bacana, afinal são muitas conquistas!

O CT possui também essa quadra dedicada ao futsal.

Outro equipamento importante é a sala de imprensa que tem boa capacidade para receber a imprensa local.

O pessoal que estava por lá trabalha com muito afinco e carinho pelo clube e pelo espaço. Agradeço a boa recepção de todos com quem conversamos.

A grande estrela do CT é mesmo o campo de jogo, ou no caso, de treino.

Olhando do lado da chegada ao CT, esse é o gol da direita:

Esse o gol da esquerda, ali atrás estão os equipamentos como piscina, quadra e etc.

E aqui o meio campo (aquele gol ali é um gol “móvel” não é o gol oficial).

E existe até uma arquibancada ali na lateral do campo.

O gramado está super bem cuidado e está todo cercado para que a bola não vá parar muito longe.

Enfim, uma pena não ter conseguido ver um jogo, nem sequer um treino, mas ainda assim fiquei contente de participar um pouco do dia a dia do River.

O segundo rolê deste post foi nossa visita à loja do CA Piauiense.

O Clube Atlético Piauiense, também chamado de CAP ou Atlético Piauiense foi fundado em 14 de novembro de 2019 mas se profissionalizou apenas em 2024, quando sagrou-se vice campeão da segunda divisão do Campeonato Piauiense, conquistando o acesso para a primeira divisão.
E o time tem conquistado vários corações na cidade, muito graças à sua boa organização. Prova disso é sua loja em uma região importante da cidade: a Av Raul Lopes.

E olha que linda a camisa do Atlético…

Os caras também tem um perfil no Instagram (clique aqui e veja).

Fizemos um vídeo resumindo esse rolê boleiro por Teresina, confira:

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ECUS 3×0 Batatais FC – Valeu a vaga na semifinal!

Sábado 2 de agosto de 2025
Depois de uma manhã bem legal na exposição “Baú do Raul”, lá no MIS…

Nos dirigimos uma vez mais até Suzano para acompanhar a partida decisiva da segunda fase, de onde sairia o classificado às semifinais!

O amigo Sérgio Gisoldi novamente esteve conosco no rolê, mas acabamos encontrando outro apaixonado pelo futebol: Airton Tourinho Jr, direto da Bahia, mostrando como os campeonatos de acesso tem sim interesse para quem gosta de futebol!

Infelizmente as arquibancadas do “Suzanão” ainda estão com poucas pessoas…

O alento foi perceber que pelo menos tinha mais gente do que na fase anterior, quando assistimos o jogo contra o Mauá FC (veja aqui como foi!).

A surpresa positiva foi ver o pessoal que torce pelo Batatais presente no jogo, dando mais importância e emoção ao jogo!

Claro que aproveitamos pra trocar uma ideia com o pessoal, afinal o futebol é pra isso! Pra fazer amigos!

Placar calibrado para o começo do jogo…

A partida começou bastante aberta, afinal o Batatais não podia pensar em outra coisa que não a vitória para classificar-se para a semifinal…

O ECUS jogava com uma certa segurança, aproveitando os erros do time visitante para criar suas chances.

Aliás, foi assim que o time chegou ao seu primeiro gol, aos 30’ do 1º tempo com Mateus Goiano.

Se a missão já era complicada, o gol tirou os jogadores do Batatais do equilíbrio e assim, passaram a errar mais. E quando vc erra mais sabe quem começa a acertar tudo? Seu adversário… Assim, Guilherme Formiga acertou um chutaço lindo aos 42’ do 1º tempo, fechando a primeira etapa com um 2×0.

Aproveitei o intervalo para dar um pulo na arquibancada local e trocar ideia com o pessoal do ECUS.

Também pude ver as camisas do ECUS à venda. Estão lindas hein?

No início do segundo tempo, o Batatais bem que tentou apertar mais…

O goleiro do ECUS trabalhou bem e impediu qualquer chance dos visitantes de diminuírem a vantagem construída no primeiro tempo.

A torcida local já sentia se aproximar a possível classificação.

E com o terceiro gol veio até pirotecnia …

Fim do jogo: ECUS 3×0 Batatais.
ECUS classificado para a semifinal, a ser jogada contra o time do Mauá FC.
Quem passar carimba a faixa para a série A4.

O presidente Willian bateu um papo com a gente:

Se você quer conhecer mais sobre o presidente do ECUS, a gente bateu um papo maior com ele junto do pessoal do 1902futebol:

Festa merecida dentro e fora de campo!

O atleta Júlio mandou um alô também:

Segue o vídeo que fizemos sobre o jogo:

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