A 233ª camisa do site foi presente de amigo João Monteiro e pertence ao Barretos Esporte Clube, uma edição especial de 2026 dedicado ao time sub20 deste que é um dos clubes mais tradicionais do interior paulista e um importante representante da cidade mundialmente conhecida pelo Hospital de Amor, anteriormente chamado de Hospital de Câncer de Barretos.
Fundado em 12 de outubro de 1960, o Barretos EC é conhecido pelo seu apelido e mascote: Touro do Vale, em referência à forte tradição agropecuária da região.
Ao longo de sua história, o Barretos se consolidou como uma presença constante nas competições da Federação Paulista de Futebol, protagonizando campanhas marcantes e revelando atletas como o zagueiro “Modesto“.
O zagueiro Modesto fez parte do time de ouro do Santos ao lado de craques como Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
Pode se dizer que a história do Barretos EC se inicia no início do século XX com a fundação do Barretos FC em 1915 (aqui vale ressaltar que o time passou por uma reorganização em 1938 e por isso alguns consideram este ano como o nascimento do time). Era nesse time que o zagueiro Modesto que mostramos acima, jogou. O excelente site Escudos Gino traz os distintivos já utilizados pelo time:
O outro lado dessa história se dá com o Fortaleza Esporte Clube, fundado em 15 de novembro de 1936 e conhecido como o “Periquito da Rua 20”. Recorremos novamente ao Escudos Gino para mostrar o brasão do time:
E os dois times chegaram a rivalizar nas competições da Federação Paulista, jogando no tradicional Estádio da rua 32.
Ocorre que em 1959, ambos acabam rebaixados para a terceira divisão e em 15 de outubro de 1960, decidiram se unir e, apesar da rivalidade local, formar o Barretos Esporte Clube.
Escrevemos sobre a história do futebol de Barretos em outro post, veja aqui como foi e falamos sobre o terceiro time da cidade, o Motoristas FC:
Em 2016, estivemos no Estádio Antônio Gomes Martins, conhecido como Fortaleza,
E não foi pra ver qualquer jogo, não… Foi simplesmente a decisão de um dos acessos para a série A1 do Paulista, que acabou ficando com o Santo André.
Também estivemos acompanhando a torcida deles em Suzano, em uma partida da Bezinha:
O Barretos disputou a competição equivalente à segunda divisão de 1961 até 1987, quando foi rebaixado. Em 1965, 1968,1969 e 1976 participou das finais, mas acabou perdendo o acesso.
Em 1990, conseguiu o acesso e voltou à Série Intermediária (como era chamada a atual Série A2). Em 1993, caiu para a Série A3 e, em 1995, para a Série B1A. Em 2000, o Barretos conseguiu conquistar novamente o acesso à Série A3. Em 2006, foi rebaixado à Segunda Divisão. Em 2011, conquista o acesso para a série A3. Em 2015, volta para a A2 (em 2016, o acesso para a série A1 n˜ão veio exatamente por aquele jogo que fomos assistir). Em 2017, volta pra A3. Em 2023, cai pra A4, onde permanece até 2026.
Mesmo sendo um clube do interior, o Barretos sempre contou com uma torcida fiel, que acompanha o Touro do Vale em todas as divisões e mantém viva a tradição do futebol na cidade. A identificação entre clube e comunidade é um dos grandes patrimônios do Barretos EC. Quer adquirir uma camisa desta? Mais informações pelo telefone (17) 3322-0547.
A 229ª camisa do site nos leva de volta a uma cidade que já visitamos algumas vezes e que sempre nos recebe de braços abertos: Bauru, no interior de São Paulo.
E ela representa um dos clubes mais tradicionais da história esportiva da cidade, o querido Bauru Atlético Clube, eternizado pelo apelido carinhoso de Baquinho.
Impossível passar por Bauru e não lembrar das histórias que o futebol deixou espalhadas pela cidade. Uma delas está justamente em um lugar que muita gente frequenta sem imaginar o que existia ali antes: onde hoje funciona um supermercado, ficava o antigo Estádio Antonio Garcia, ou EstádioLusitana, a casa do Bauru Atlético Clube, palco de jogos, encontros e memórias que marcaram gerações de torcedores.
O Estádio é daqueles lugares em que o concreto substituiu as arquibancadas, mas não conseguiu apagar a história. Ao menos, o mercado manteve esse lindo mural na entrada.
O Baquinho foi um dos clubes mais importantes do interior paulista durante boa parte do século passado. Fundado em 1º de maio de 1919 com o nome de Luzitana Futebol Clube, carregou o nome de Bauru para diversas competições e ajudou a construir a identidade esportiva da cidade.
Mais do que resultados, o clube se tornou um patrimônio afetivo de seus torcedores, daqueles times que representam uma época inteira da vida de uma comunidade.
E quando falamos da história do Bauru Atlético Clube, existe um personagem que conecta o Baquinho à maior lenda do futebol mundial. Foi no clube que atuou João Ramos do Nascimento, o Dondinho, pai de Pelé. Antes de o Rei nascer para o futebol, seu pai já deixava sua marca nos gramados do interior paulista, vestindo a camisa do Bauru Atlético e ajudando a escrever um capítulo importante da família que mais tarde mudaria a história do futebol.
O próprio rei chegou a vestir sua camisa!
Por isso, esta camisa carrega muito mais do que cores e escudo. Ela representa uma cidade apaixonada por futebol, um clube centenário e uma ligação direta com uma das maiores histórias já contadas dentro das quatro linhas.
É uma lembrança de que o futebol brasileiro não foi construído apenas pelos grandes clubes das capitais, mas também por equipes do interior que formaram atletas, reuniram comunidades e alimentaram sonhos.
Guardar uma camisa do Baquinho é preservar um pedaço dessa memória.
A camisa serve pra lembrar dos estádios que já não existem mais, das histórias contadas pelos mais velhos, das viagens por cidades do interior e da certeza de que o futebol vive não apenas nos grandes títulos, mas principalmente nas lembranças que permanecem vivas muito depois do apito final.
A Pista de Skate de São Bernardo fez e faz a cabeça de muita gente de São Bernardo. Fica ali pertinho da ETE, do Senai, do Shopping Metrópole e do Paço Municipal.
A pista ficou um tempo fechada para reformar e foi reinaugurada em 2019 com um baita show do Suicidal Tendencies (foto do site Bastidor Político):
O skate já faz parte da cultura da cidade há mais de 5 décadas, mas existe outra coisa que faz parte da vida do pessoal de São Bernardo: as montadoras de veículos.
E eu diria que o futebol n˜ão só é parte da cultura local, como também o é há ainda mais tempo que o skate e as montadoras. Tudo isso pra dizer que hoje falaremos de um time que seguiu uma tendência da época e nasceu dentro de uma das tais montadoras: o Volkswagen Clube!
O Volkswagen Clube foi fundado em 7 de maio de 1958 e seu apelido era o “Lobo da Anchieta”, sendo registrado em uma série de canecas da época:
Depois de 2 anos disputando competições amadoras e amistosos, o Volkswagen Clube estreou no profissionalismo em 1960 na quarta divisão e faz um belo campeonato, terminando a primeira fase atrás dos 2 times classificados: ADC Rigesa e o Cerâmica.
Com a boa performance foi convidado a disputar a 3ª divisão de 1961, que naquele ano tinha o nome de “Segunda Divisão”. Mais um bom campeonato, terminando em 3º lugar da sua série:
Os bons resultados levam a uma ação ousada: no final de 1961, o Volkswagen Clube compra o estádio do Irmãos Romano! O local era, inicialmente, um sítio que pertencia a Corsino Suster. Em 1950 o sítio foi vendido para Domingos João Balottin e posteriormente aos Irmãos Romano até chegar ao Volkswagen Clube.
Em 1962, mais uma vez joga o “terceiro nível”do Campeonato Paulista, e pela primeira vez se classifica para a segunda fase:
E chega empatado ao final da segunda fase, obrigando um primeiro jogo desempate com o Cerâmica de São Caetano. Após um 0x0 no primeiro jogo, um segundo jogo é marcado e dessa vez o time da Volkswagen perde por 2×0.
Olha aí o time de 1962:
Ainda em 1962, Pelé participou de uma partida contra o Volkswagen Clube:
Em 1963, uma campanha um pouco mais discreta elimina o time ainda na primeira fase.
Em 1964, o Volkswagen Clube lidera seu grupo (a 1ª série) e por isso muitos acabam se confundindo e dizendo que o time fora campeão paulista deste ano, o que não é verdade. Embora o título da região fosse muito celebrado, o Campeão Paulista da Terceira Divisão de 1964 foi o Taquaritinga.
Parte da confusão é por cota das fotos das faixas sendo entregues pela equipe do São Paulo FC em amistoso que a equipe da capital venceu por 4×3.
Mas, importante dizer que o título só não veio porque a equipe do CAT estava endiabrada e acabou terminando 8 pontos a frente do Volkswagen…
Chegamos em 1965 e mais um honroso 3º lugar em sua série regional…
O time de 1965:
No Campeonato de 1966, novamente o Lobo da Anchieta se classifica para a fase final.
A fase final foi bem esquisita, visto que duas equipes acabaram desistindo e mesmo assim, o time da Volkswagen só obteve uma vitória…
Em 1967, mais uma vez o Lobo da Anchieta sagra-se campeão do seu grupo!
A fase final é um quadrangular, onde o time do ABC conquista apenas uma vitória e após esta campanha bem interessante, abandona o futebol profissional para sempre…
Mas em 20 de agosto de 1968, no aniversário de São Bernardo, ao menos o seu estádi teve um momento de glória: foi palco do jogo entre o SC Corinthians Paulista 3×0 Seleção da cidade.
As arquibancadas se tornaram insuficientes e os torcedores ocuparam os morros ao redor do estádio.
Na década de 70, o Volkswagen Clube chega a ter 16 mil associados! E encontrei uma nota no Jornal Cidade de Santos, que cita uma derrota em amistoso para o Jabaquara em 1975:
Mas na década de 2000, começam a surgir problemas. A dívida com a prefeitura bate os 3 milhões de reais. e por meio do Decreto nº 15.170, a Prefeitura declara a propriedade de utilidade pública, a fim de ser desapropriada. E assim terminam as aventuras da Volkswagen nos esportes, da mesma maneira como suas cooperativas de consumo também somem de nossa regi˜ao…
Mas para chegar até lá, foi uma longa estrada, e para torná-la mais animada, entramos em Três Corações para conhecer a cidade onde nasceu o rei Pelé e que graças a isso, a cada dia tenta se aproximar mais do futebol.
Segundo o mapa de ocupação indígena “Native Land“, a região que viria se tornar Três Corações era ocupada por indígenas Puri que acabaram fugindo, expulsos ou mortos pelos europeus e bandeirantes que passaram a ver Minas Gerais como a possibilidade de fácil enriquecimento.
Em 1737, o ouvidor Cipriano José da Rocha informa que existem pontos de mineração na região do “Rio Verde”, levando pessoas, como o português Tomé Martins da Costa a buscar ouro ali. Em 1832 é instalada a freguesia dos Três Corações do Rio Verde, elevada à Vila em 1860. Em 1884, a Vila recebe a visita do Imperador D. Pedro II para a inauguração da polêmica estrada de ferro Minas & Rio, que ia até Cruzeiro-SP.
Três meses depois, em 23 de setembro de 1884, a Vila foi elevada à cidade, chamada apenas de “Três Corações” a partir de 7 de setembro de 1923. Em 23 de outubro de 1940 nasce aquele que seria o filho mais conhecido da cidade: Edson Arantes do Nascimento, o rei Pelé!
E nos anos seguintes, a cidade cresceu bastante e hoje vivem lá quase 80 mil pessoas.
O futebol na cidade também nasceu cedo: em 13 de setembro de 1913, era fundado o Atlético Clube Três Corações.
A cor vermelha e suas iniciais (na época “Atlético Futebol Clube“) eram uma homenagem ao América do Rio de Janeiro. Tempos depois, o nome do time passou a ser “Atlético Clube Três Corações“.
O time passa a jogar com adversários da região, como o da cidade vizinha de Varginha. A primeira partida, em 1914, foi marcada por muita confusão e pancadaria (o Atlético venceu por 2×0).
Em 1941, a Liga Esportiva Tricordiana (LET), conquista a Taça Guaraína, a mais importante competição do sul de Minas Gerais. Naquele time jogava Dondinho, pai do Pelé.
De 1941 até 1966, manteve-se no amadorismo, conquistando em 1960, o Torneio sul-mineiro.
Em 1966, inaugura a sua sede social e, no ano seguinte, em 1967 estreia no profissionalismo, ficando em 5º lugar em seu grupo, o da Zona Sul.
Em 1968, termina em 4º no seu grupo:
Assim como em 1969:
Em 1970, disputa o Campeonato Mineiro da Primeira Divisão e consegue manter-se aí por alguns anos.
Destaque para a campanha de 1972, quando termina na 4ª colocação!
Em 1974, o time vai mal e se licencia do profissionalismo até 1977 quando joga o Módulo II, terminando em 5º lugar. Em 1980, disputa a 1ª divisão (11º lugar entre 21 participantes). Sua próxima participação é em 1986, quando sagra-se Campeão Mineiro da Segunda Divisão,
O time virou até matéria na Revista Placar!
Em 1987, o time termina na penúltima colocação e volta à segunda divisão, onde fica até 1992 quando novamente é campeão desta divisão!
O time disputa mais duas edições da Primeira Divisão (1993 e 94). Em 95 disputa a segunda divisão e paralisa suas atividades até 1998, quando volta na Terceira Divisão. Mesmo indo mal, volta para a segunda divisão em 1999 onde fica até 2006, quando passa por uma fase tão ruim que decidem encerrar as atividades.
Mas, os diretores do time tiveram uma ideia: e se pudessem começar de novo? Sem dívidas nem problemas, nascia em 13 de agosto de 2007: o Clube Atlético Tricordiano, que seria a sequência do futebol na cidade!
Assim, o Clube Atlético Tricordiano herda as cores e a torcida do antigo Atlético e estreia no futebol profissional em outubro de 2008, na 2º Divisão, terminando a competição na 4ª colocação.
Em 2009, o CA Tricordiano conquista o acesso para o Módulo II do Campeonato Mineiro, ficando na 3º colocação, com a melhor média de público da competição, cerca de 1.800 torcedores por jogo sendo que na decisão mais de 6 mil pessoas foram ao Estádio Elias Arbex, na vitória por 2×0 contra a Unitri. Foto do incrível Jogos Perdidos:
Em 2010, o CA Tricordiano faz sua estreia no Módulo II, porém acabou punido com a perda de 4 pontos, terminando a competição na 5ª colocação (com os pontos perdidos, estaria em 2º).
Em 2011, o CA Tricordiano classificou-se para o quadrangular final, brigando pela vaga e perdendo o aceso à Primeira Divisão em casa contra o Ituiutaba. Em 2012, disputa o Módulo II e por pouco não vai parar na 2º divisão. Em 2013 tem um desempenho melhor, mas sem grande destaque. Em 2014 mais uma vez teve chances de subir para o modulo I, mas acabou batendo na trave.
Em 2016, estreia no Módulo I do Campeonato Mineiro, terminando em um honroso 7º lugar.
Infelizmente, em 2017, acabou rebaixado para o Módulo II do Campeonato Mineiro com uma campanha sem nenhuma vitória 🙁
Em 2018, uma campanha mediana no Módulo II e em 2019, uma série de problemas, entre eles a interdição do Estádio Elias Arbex, fizeram o time abandonar a disputa do Campeonato, e assim acabou rebaixado à Segunda Divisão, além de ser suspenso de competições oficiais por 2 anos. Assim termina a participação do Tricordiano no futebol mineiro, porém…
Os diretores novamente se perguntam… E se pudessem começar tudo de novo?
Assim, o Atlético Três Corações ressurge e volta a ocupar a posição de time da cidade, disputando a “Segunda Divisão” (nome dado ao terceiro nível do Campeonato), onde está até hoje.
E toda essa história teve como palco o Estádio Elias Arbex, que até pouco tempo atrás tinha essa cara:
A cara mudou pois, desde 2023, o Estádio homenageia em seu nome o rei Pelé:
Fomos até lá para registrar um pouco do Estádio, a começar pelo portão de entrada:
Fomos recebidos por dos responsáveis pelas categorias de base do Atlético.
E aí está a bilheteria do estádio:
Aqui, a lateral do Estádio:
Mas vamos dar uma olhada na parte interna para conhecer um pouco da realidade do futebol de Três Corações:
O Estádio é incrível! Tem uma linda estrutura. Olhando da arquibancada coberta, aqui pode se ver o meio campo:
O gol da esquerda:
E o gol da direita:
Olha a faixa da torcida:
Ah, outra alteração em homenagem ao rei Pelé foi a inserção das coroas nos corações de seu distintivo:
A arquibancada coberta é mesmo linda!
E lá vai o Atlético contar uma nova história na terra do rei…
No Estádio, encontrei essa linda homenagem feita em 1984:
Existe uma loja dentro do estádio, mas infelizmente estava fechada 🙁
Olha que charmoso é o estádio:
O gramado está muito bem cuidado e pelo que entendi, recebendo os jogos da base.
Enfim, mais uma história registrada e mais um estádio incrível visitado!
Que a torcida siga fazendo dele um dos espaços de convivência que misturam o povo da cidade, ricos ou pobres, pretos ou brancos….
Pra quem mora em Santo André, vale a pena esse curta baseado em um fato real, marcante pra história do futebol brasileiro: o jogo entre o Santos e o Corinthians de Santo André, o Galo Preto da Vila Alzira, quando o Pelé marcou o primeiro gol de sua carreira.
A 5ª camisa é a da Seleção Galesa de futebol, famosa no Brasil por ter levado o primeiro gol do Pelé, na Copa de 58.
Na época o atacante santista tinha apenas 17 anos e seu gol ajudou o Brasil a eliminar os galeses nas quartas de final, ficando assim em 5º lugar.
Parece a do Brasil não é? A principal diferença é a gola mais grossa, com um ar old school.
Não sei porque, mas parece que eles mudaram para uma camisa vermelha.
São conhecidos como os “Dragões” devido à sua bandeira.
Abaixo, seu belo hino, conhecido de poucas pessoas:
Terra de meus Pais Tenho carinho pela antiga terra de meus pais, Terra de poetas e cantores, homens famosos de renome; Os seus bravos guerreiros, grandiosos patriotas, Deram o seu sangue pela liberdade. Nação, Nação, Defendo a minha nação. Enquanto o mar guarda a pura e muito amada região, Possa a antiga língua perdurar. Antiga Gales montanhosa, paraíso do Bardo, Cada vale, cada montanha é bela para mim. Pelo sentimento patriótico, são delícias os murmúrios Das suas torrentes e rios para mim. Se o inimigo subjuga a minha terra sob os seus pés, A antiga língua galesa está viva como nunca. A musa não foi calada pela repugante mão da traição, Nem a melodiosa harpa do meu país.
Atualmente disputam uma das 13 vagas destinada à Europa para Copa do Mundo de 2010. Salva