Santo André 0x1 Ferroviária, 6ª rodada da série A2 2026

28 de janeiro de 2026.
Mais uma noite que prometia história no Bruno José Daniel.

O clima de jogo às 4ªs feiras à noite é bem mais legal!!!

O time parece concentrado em busca dos 3 pontos.

A arquibancada estava linda, vibrante, cheia de cor e de energia..

Mesmo com uma campanha entre altos e baixos, a relação dos jogadores com a torcida está melhor do que nos anos anteriores. E lá vem o time saudar a torcida:

A Fúria Andreense cantou do primeiro ao último minuto, com bandeiras, gritos e aquela fé que só quem vive o Ramalhão entende.
Até fogos de artifício rolou!

O estádio parecia pulsar junto com cada passe, cada lançamento, cada jogada pelo alto.

E aí sempre fica aquela ideia de… se essa bola não tivesse batido na barreira…

Ver aquela festa nas arquibancadas era um orgulho imenso.

Olhando pros lados, encontrava amigos, desconhecidos, famílias inteiras fazendo barulho parecia que nada poderia abalar aquele espírito.

O projeto “Brunão raiz” levou ao estádio várias bandeiras. Olha aí a do Esquerdinha!

Mesmo quando o jogo não fluía como a gente queria, a torcida continuava firme, empurrando o time com alma

O primeiro tempo terminou em 0x0.

E um empate jogando de igual pra igual com o líder do campeonato não parece mal.

Mas o futebol, às vezes, é cruel.
A Ferroviária que não havia criado nenhuma chance clara de gol no primeiro tempo, arriscou um chute de longe e um desvio. matou o nosso goleiro.
AFE 1×0.
Mas a bancada não parou…

E essa bola na trave?? Não merecia o empate?

No final, o placar acabou adverso… O Santo André não conseguiu furar a defesa da Ferroviária e o relógio correu contra nós.

A derrota foi amarga, claro, mas a festa da torcida ficou gravada na memória como prova de que a paixão pelo Ramalhão jamais desaparece, mesmo nos momentos difíceis.

Mesmo depois do apito final, ninguém saiu correndo. Teve canto, teve aplauso e teve aquele reconhecimento silencioso entre quem ficou até o fim. Porque, ali, a gente não estava só pelo resultado.

Os jogadores vieram agradecer. Alguns com a cabeça baixa, outros batendo no peito. A arquibancada respondeu do jeito que sabe: cantando. Claro… teve cobrança, teve vaia. Mas também teve apoio. E a torcida em sua maioria ainda acredita!

E é isso que fica.
A certeza de que, independentemente do placar, o Bruno José Daniel segue sendo casa.
Lugar de encontro, de resistência e de amor ao Ramalhão.

Porque quando a gente está junto, a história continua sendo escrita.

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

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