GO Audax é campeão da Paulista Cup Feminina sub17 2026

Quinta feira, 24 de setembro de 2026.
O Estádio Bruno José Daniel recebe mais uma final, e dessa vez graças às meninas do Santo André.

E, mais uma vez começando pelo fim, parabéns às meninas de GO Audax que deram o troco e venceram o Santo André, nos penaltys!


Parabéns também às Ramalhetes, já que o vice campeonato foi conquistado de forma incrível e mesmo na final, fizeram uma baita partida, só não chegando ao gol…

Mais uma oportunidade importante para nossa torcida se fazer presente nas bancadas e curtir a amizade em torno do nosso time!

Claro… Ficou no final um sentimento de tristeza entre as meninas, mas sempre importante lembrar que perder faz parte!

Uma derrota nos pênaltis não apaga a campanha que trouxe as Ramalhetes até aqui. Um vice-campeonato invicto também conta uma história de evolução, trabalho e de um futebol feminino que merece cada vez mais espaço no Santo André.

Que essa seja apenas mais uma etapa de uma história que ainda tem muito para crescer!

Que bom que as meninas logo se recuperaram e puderam comemorar o troféu de segundo lugar.
Afinal, tão importante quanto levantar uma taça é construir uma história que faça a gente querer voltar para a arquibancada no próximo jogo.
E essa história das Ramalhetes está só começando!

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Copa Paulista 2026: 6ª rodada – EC Santo André 1×0 EC São Bernardo

Sábado, 22 de agosto de 2026.
Última rodada da Copa Paulista.
Vamos começar pelo fim?
Porque as coisas terminaram bem, ou pelo menos todo mundo com o coração repleto.
Olha que cena mágica: por do sol com a galera apaixonada pelo time com o coração dividido entre a desclassificação e o sentimento de estarem juntos mais uma vez na arquibancada no jogo de despedida do ano.

Agora voltando lá pro começo, antes mesmo de a bola rolar no Estádio Bruno José Daniel, a torcida do Ramalhão tinha algo importante para dizer.

Dois dias antes, o EC Santo André havia sido punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo com a perda de 10 pontos na Copa Paulista, em razão da utilização irregular do atacante Alexiel Gonçalves dos Santos em duas partidas da primeira fase.

Com a punição o Ramalhão acabou eliminado da competição e perdendo a possibilidade de continuar lutando por uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Campeonato Brasileiro de 2027.

E aí veio a revolta de quem não teve absolutamente nada a ver com o erro: a torcida.
Assim, antes da última partida da primeira fase, torcedores se reuniram em frente ao Portão J do Bruno José Daniel para um protesto pacífico cobrando explicações e responsabilidade da diretoria pelo erro administrativo que praticamente jogou fora toda a campanha realizada dentro de campo.

O movimento foi organizado pelo Coletivo Andreense, reunião de projetos e torcidas ligados ao Ramalhão, e contou com faixas e manifestações contra a administração do clube.
E talvez seja justamente isso que mais incomode.
Perder faz parte do futebol.
Um chute pode bater na trave, um goleiro pode falhar, um adversário pode simplesmente jogar melhor.
Mas ser eliminado por um erro administrativo é muito mais difícil de aceitar.

Principalmente porque havia um objetivo enorme em jogo.
A Copa Paulista poderia recolocar o Santo André em uma competição nacional em 2027 e representar mais um passo na tentativa de reconstrução esportiva do clube, que está próximo da oficialização da sua SAF.
Por isso, a cobrança foi pesada pedindo a saída do atual diretor de operações.

Dentro de campo, ainda houve espaço para uma última resposta: horas depois do protesto, o Santo André venceu sua última partida, já eliminado por 1×0, com gol de Thierry Henry, despedindo-se de forma melancólica da Copa Paulista.

Ficou aquele sentimento amargo para quem acompanha um clube de futebol…
E até por isso, os protestos seguiram na parte interna do Estádio…

Em campo, o time fez pontos suficientes para continuar.
A torcida esteve presente.
Mas um erro fora das quatro linhas encerrou o campeonato.
E foi justamente por entender que quem ama e acompanha o clube também tem o direito de cobrar responsabilidade de quem o administra que parte da torcida andreense resolveu se manifestar naquele sábado no Bruno Daniel.
Porque apoiar o time da sua cidade também é isso: estar ao lado quando ganha, quando perde e cobrar quando quem deveria cuidar dele falha.

Mas o dia foi além de protestos e maus sentimentos.
Teve espaço pra despedida do ano dos amigos de bancada…

Gente que aprendeu a se reencontrar no estádio…
E que faz do Bruno José Daniel um dos poucos espaços em que jovens, adultos e o pessoal mais velho conviva lado a lado em torno de uma mesma paixão.

Destaque mais que especial para os quase mil torcedores que compareceram a um jogo que no fim, valeu pela cobrança, pela união e pela amizade.

Mas o mais bacana foi constatar que mesmo em meio a este mal momento, nossa bancada se renova continuamente e nos dá esperança para dias melhores.
Se liga nesses vídeos que fizemos com as famílias que tem preparado nossa nova geração de torcedores:

Sem dúvidas, vale ainda um alô ao pessoal da Esquadrão que veio lá de São Bernardo pra acompanhar o jogo!

E também obrigado aos amigos de bancada…

Gente que faz qualquer resultado ficar em segundo plano…

É fim de jogo… Mais um ano que se encerra, e pelo menos com uma vitória.

É ou não é Luiz?

Obrigado ao plantel de 2026…

Se pudermos ouvir algo da torcida pra relembrar o que foi esse ano, aí está…

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Copa Paulista 2026: 5ª rodada – São Caetano 0×1 Santo André

Clássico é clássico, e dessa vez deu Ramalhão!

17 de agosto de 2026.
Em plena segunda feira às três horas da tarde, o Santo André foi até o Estádio Anacleto Campanella para enfrentar os donos da casa: o São Caetano.

Horário ruim… Pouquíssima gente em ambos os lados…


Mas, do lado andreense, o time nunca joga sozinho!

Se você nunca esteve no Estádio Anacleto Campanella talvez nunca tenha visto o cantinho dedicado ao passado do time e à torcida Bengala Azul…

https://www.youtube.com/watch?v=vFWIPEUbwEs

Torcida do Ramalhão animou o jogo cantando sem parar…

E lá vem os times para o jogo!

O Ramalhão começou pressionando e criou muitas chances…

Mas… não conseguia converter as oportunidades em gol para o desespero do torcedor Ramalhino…

Muito devido ao goleiro do São Caetano, Fernando Caixeta, que fez uma partida realmente memorável.

Pato marcou o único gol da partida, para a festa da torcida visitante!

Esse resultado colocou, em teoria, o Ramalhão na repescagem para as quartas de final e, de quebra, eliminou o rival com uma rodada de antecedência.
O clássico do ABC tem dessas coisas, vai além do jogo em si…
Tem uma rivalidade que leva em conta o histórico dos confrontos e todos esses contornos extras como a eliminação do Azulão, nesse caso.

Duas camisas tradicionais.
Duas histórias que já viveram grandes momentos no futebol paulista e nacional.
E uma rivalidade que continua escrevendo novos capítulos independentemente da divisão ou do campeonato.

Porque quem gosta de futebol sabe: a camisa nunca entra em campo sozinha. Ela carrega tudo o que veio antes.

Faz parte de quem joga: ganhar ou perder…
E quem ganha, tem o direito de uma mínima sacanagem né?

O time fez questão de vir celebrar com sua torcida e mantém viva a esperança do título para o torcedor do Ramalhão!

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Copa Paulista 2026: 2ª rodada – Santo André 0x0 São Caetano

Domingo, 26 de julho de 2026.
Dia de reviver mais uma vez o o tradicional Clássico do ABC, que alguns gostam de chamar de SanSão, e vc, o que acha?

O palco é o Estádio Bruno José Daniel e a partida válida pela 2ª rodada da Copa Paulista 2026, onde as duas equipes ainda sonham em se classificar para a segunda fase e até quem sabe o título para dar um passo rumo a dia melhores como já foram os que ambos viveram no passado.

Até que a torcida compareceu em bom número, dentro dessa nova realidade que o futebol paulista em geral tem vivido.

E o time do Santo André com muitos garotos formados na categoria de base do clube valoriza essa presença e saúda seus torcedores!

Do lado adversário, é a torcida Comando Azul quem recebe e apoia o time do São Caetano!

A torcida do Santo André também deu seu apoio ao time, acreditando no potencial de melhoria do Ramalhão que vinha de derrota na primeira rodada frente ao EC São Bernardo.

Dentro de campo, o Santo André começou com tudo e parecia que seria uma daquelas oportunidades de vencer e bem o seu clássico rival, mas…

… Clássico não se joga, se ganha! E não foi o que o Ramalhão conseguiu fazer.

E o São Caetano soube sofrer e depois se aproveitou de uma expulsão do Santo André para segurar o 0x0, em uma partida que teve uma etapa final com poucas oportunidades claras de gol.

Há quanto tempo não temos um cobrador de faltas que inspire confiança…

Um ponto a se destacar tem sido a renovação na bancada do Santo André, e não me refiro nem às Organizadas mas ao tradicional “povão”. É incrível como todo jogo aparecem novos apaixonados e apaixonadas pelo nosso time!

Infelizmente, o que deveria ser lembrado pelo reencontro de duas camisas históricas acabou sendo marcado por cenas lamentáveis no lado de fora do estádio, onde um enfrentamento de dois “bondes” acabou exigindo a intervenção da Polícia Militar após rojões e barras de ferro marcarem a confusão.
Importante corrigir uma visão que parte da imprensa construiu: não houve invasão do estádio por parte de torcedores adversários e não houve risco algum para quem estava lá dentro assistindo ao jogo.

Para quem ama a cultura de arquibancada, fica sempre um sentimento contraditório.
A rivalidade faz parte do futebol, assim como os cantos, as bandeiras, as provocações e a paixão por defender as cores do seu clube.
Mas quando a violência toma o protagonismo, quem perde é o próprio futebol.
Ao menos, espero que esse tipo de confronto permaneça restrito àqueles que, infelizmente, optam por esse caminho, sem colocar em risco quem vai ao estádio apenas para torcer.

O Clássico do ABC já escreveu capítulos inesquecíveis ao longo de décadas.
Que os próximos sejam lembrados pelos gols, pelas grandes atuações e pelas festas das torcidas e não pelos confrontos.

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Santo André 2×1 Água Santa, virada emocionante na 7ª rodada da série A2 2026

Domingo, 2 de fevereiro de 2026.
Jogo às 10hs da manhã é assim: muitos olhos ainda sonolentos, alguns vindo direto do rolê de sábado, outros, já acostumados a acordar cedo diariamente…
Mas, em comum, todos com o coração batendo mais forte do que o normal, afinal, é dia de Santo André no Bruno José Daniel.
Dessa vez, o Thiago (meu sobrinho) esteve presente e se tem alguém pé quente é ele…

Outra coisa legal, que deveria ter estado presente em TODOS os jogos do time é a loja do Santo André, a Ramalhão Store.
Incrível como o torcedor gosta da nossa camisa… E mais, se tivessem outros itens a preços mais acessíveis (afinal a camisa deste ano está R$ 200), como bonés, camisas de algodão e etc, com certeza venderíamos ainda mais ítens.

O Água Santa é um time que se tornou nome pesado, principalmente depois do vice campeonato paulista, e chega pro confronto como vice-líder, dono de um ataque forte que prometia causar calafrios na arquibancada local.
Não a toa sua torcida se fez presente em bom número.

Vale ressaltar que tanto a Aquáticos quanto os demais torcedores do Água Santa sempre receberam bem a torcida do Santo André em Diadema, e a recíproca foi verdadeira.
Até churrasco na sede da Fúria rolou depois reunindo as organizadas.

Recentemente entrevistamos o Paulo, presidente do Água Santa e foi um dos programas mais legais do @1902, confira:

Bom, chegar ao Brunão significa, antes de mais nada, reencontrar amigos.
Bandeiras tremulando, corações pulsando, e aquela sensação de que cada rosto na arquibancada tinha uma história com o Ramalhão.

Começa o cerimonial!
Quando a Federação criou essa música de abertura, eu achava meio esquisito, hoje, eu confesso que dá uma sensação bem legal de espetáculo oficial.
Vale ressaltar a iniciativa em parceria com a UAPA (veja mais aqui sobre como apoiar) com foco na adoção de cães abandonados: cada jogador entrou carrgando um dos pets que estão para serem adotados.

O jogo começou nervoso, o Santo André buscando espaço, mas não conseguia acertar aquele último passe…

Quem foi pra arquibancada foi pra torcer e não apenas para assistir.
O público apoiou os 90 minutos, jogando junto, como tem que ser.

Olha aí o Esquerdinha ajudando a criar um clima diferente na nossa bancada!

Pessoal da TUDA, a mais tradicional torcida organizada do Santo André, também estava lá!

Esquadrão Andreense também deu o seu apoio!

Em campo, o Santo André, mais uma vez teve boas oportunidades com os escanteios, mas, ao menos no primeiro tempo, nenhum deles acabou em gol.

Assim, o que se viu no primeiro tempo foi uma verdadeira luta tática.
A bola rodava, e cada chegada do Santo André vinha à mente o “vamos, vamos, vamos Ramalhão, vamoooooos!”.

Era como se a arquibancada pudesse soprar o time pra frente com cada grito.

O Água Santa mostrou porque tem uma campanha sólida, jogando com confiança, explorando os espaços, exigindo atenção máxima da defesa.
Quando foi pro ataque… fez um golaço.
Água Santa 1×0 já nos acréscimos do primeiro tempo.

O intervalo virou pausa necessária, com muita gente deixando a arquibancada para procurar água e refrigerante e retomar o fôlego.
Aliás, talvez quem comande os bares precisa repensar um pouco a operação. Difícil essas filas…

No intervalo, quem apareceu ali do nosso lado foi o Alexandre Seichi, treinador do nosso time sub20 e o responsável pelo time que disputou a copinha.

O 2º tempo voltou com a Fúria comandando a festa na arquibancada central.
E a Fúria tem sido um ponto importante no clima dos jogos!

O segundo tempo começou e o Santo André sabia que precisava de uma reação o quanto antes, mas nem eu esperava que viesse tão rápida.
Aos 2″, Mauro empatou a partida!

A reação na arquibancada local foi instantânea: gritos, bandeiras levantadas, um coro que fez o estádio vibrar como poucas vezes vimos neste A2.
Foi um momento chave, já que uma derrota levaria a voltar a pensar na parte de baixo da tabela.

Aquele momento parecia ser a redenção de rodadas anteriores após altos e baixos, após lutas na Copinha, após noites complicadas, o gol trouxe um sentimento de justiça no ar.
O empate já soava como um bom resultado.
Mas, a melhoria no jogo (muito graça a entrada do Tanque no ataque) começou a nos fazer pensar… E se a gente achasse um gol e levasse 3 pontos na partida de hoje?

Mas o adversário não era qualquer um.
O Água Santa era um adversário complicado e ainda oferecia risco de também fazer o seu gol e nos deixar sem ponto algum…
Só nos restava torcer.

O tempo passava rápido.
A lembrança de tantos gol tomados nos acréscimos deixava a torcida receosa…
Mas, aos 46 do segundo tempo…

Quanta energia. Quanta emoção. Quantos abraços trocados…

O torcedor ramalhino merecia esse carinho…
E do gol pro apito final foi um pulo…

Mais uma vez, o time soube dividir a celebração do resultado com a torcida…

No fim, a vitória ficou sensação foi de missão cumprida.
A certeza de que a cada jogo, mesmo contra um adversário forte como o Água Santa, o Ramalhão segue sendo um time que pulsa com sua gente.
Nossa paixão é assim: se renova a cada vitória, se fortalece a cada rodada e se celebra com cada bandeira no estádio.

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Santo André 0x1 Ferroviária, 6ª rodada da série A2 2026

28 de janeiro de 2026.
Mais uma noite que prometia história no Bruno José Daniel.

O clima de jogo às 4ªs feiras à noite é bem mais legal!!!

O time parece concentrado em busca dos 3 pontos.

A arquibancada estava linda, vibrante, cheia de cor e de energia..

Mesmo com uma campanha entre altos e baixos, a relação dos jogadores com a torcida está melhor do que nos anos anteriores. E lá vem o time saudar a torcida:

A Fúria Andreense cantou do primeiro ao último minuto, com bandeiras, gritos e aquela fé que só quem vive o Ramalhão entende.
Até fogos de artifício rolou!

O estádio parecia pulsar junto com cada passe, cada lançamento, cada jogada pelo alto.

E aí sempre fica aquela ideia de… se essa bola não tivesse batido na barreira…

Ver aquela festa nas arquibancadas era um orgulho imenso.

Olhando pros lados, encontrava amigos, desconhecidos, famílias inteiras fazendo barulho parecia que nada poderia abalar aquele espírito.

O projeto “Brunão raiz” levou ao estádio várias bandeiras. Olha aí a do Esquerdinha!

Mesmo quando o jogo não fluía como a gente queria, a torcida continuava firme, empurrando o time com alma

O primeiro tempo terminou em 0x0.

E um empate jogando de igual pra igual com o líder do campeonato não parece mal.

Mas o futebol, às vezes, é cruel.
A Ferroviária que não havia criado nenhuma chance clara de gol no primeiro tempo, arriscou um chute de longe e um desvio. matou o nosso goleiro.
AFE 1×0.
Mas a bancada não parou…

E essa bola na trave?? Não merecia o empate?

No final, o placar acabou adverso… O Santo André não conseguiu furar a defesa da Ferroviária e o relógio correu contra nós.

A derrota foi amarga, claro, mas a festa da torcida ficou gravada na memória como prova de que a paixão pelo Ramalhão jamais desaparece, mesmo nos momentos difíceis.

Mesmo depois do apito final, ninguém saiu correndo. Teve canto, teve aplauso e teve aquele reconhecimento silencioso entre quem ficou até o fim. Porque, ali, a gente não estava só pelo resultado.

Os jogadores vieram agradecer. Alguns com a cabeça baixa, outros batendo no peito. A arquibancada respondeu do jeito que sabe: cantando. Claro… teve cobrança, teve vaia. Mas também teve apoio. E a torcida em sua maioria ainda acredita!

E é isso que fica.
A certeza de que, independentemente do placar, o Bruno José Daniel segue sendo casa.
Lugar de encontro, de resistência e de amor ao Ramalhão.

Porque quando a gente está junto, a história continua sendo escrita.

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

5ª rodada da série A2 2026: superação em Limeira, Inter 0x1 Santo André

24 de janeiro de 2026.
A tarde de sábado é convidativa à estrada.
O destino, Limeira, onde acontece a 5ª rodada da série A2.
Como estava em Cosmópolis, minha viagem até Limeira foi solitária e já dizia muito sobre o dia: camisa do Santo André no corpo e o pensamento repetindo: jogo fora nunca é fácil, mas hoje temos que ganhar…

Aí está o portal que dá acesso a este mundo mágico do futebol…
No caso, o portão 6 por onde entram os visitantes.

Pra quem não conhece, seja bem vindo ao Estádio Major José Levy Sobrinho, o “Limeirão“.

Em campo, mais uma vez o Santo André luta por reação, após derrota em Votuporanga na rodada anterior.
A fase do time local também não é das melhores.

A torcida da Inter se mostrou desconfiada, comparecendo em baixo número e questionando a permanência da atual comissão técnica.

O cerimonial começa, e pelo tempo que falta pro jogo começar, o público está mesmo pequeno…

Times perfilados…

Hora do último papo antes da disputa começar…

Quando a bola rolou, ficou claro que seria jogo de atenção máxima.
E lá vem o Ramalhão para o ataque!!

Do nosso lado, nossa torcida, ainda que em poucas pessoas, mais uma vez se fez presente, sempre prontos para apoiar.

A Inter tentou impor o ritmo de jogo, mas acabava pecando na última bola.
Chegaram a ter uma bola cara a cara com o goleiro, mas o chute saiu pra fora.
Alívio imediato para a bancada ramalhina.

O Santo André, mais cauteloso, parecia saber exatamente o tamanho do desafio e nas poucas vezes que chegou no começo do jogo, também causou incomodo!
Reclamação, mão na cabeça, aquele “não podia perder essa chance…”.
Mas o time seguia inteiro no jogo, competindo, sem se desesperar.

O relógio caminhava para o fim do primeiro tempo quando após uma boa troca de passes, Daniel Davi apareceu.
Mais um cria da base, com a confiança de quem conhece o escudo desde cedo.
Tabela rápida, saída limpa e chute colocado.

Silêncio geral no estádio, menos no nosso canto.

Estes momentos são de verdade, incríveis!!!

Depois do gol, o intervalo foi de expectativa alta.

Quase dá pra relaxar no intervalo…

Agora a missão é segurar o resultado fora de casa, e isso pesa.
Se por um lado a vitória parecia próxima, os 45 minutos (mais acréscimos) finais não cabem no relógio…

Para o tempo passar mais rápido, cantemos!

No segundo tempo, a Inter tentou uma reação.
Bola na área, chute cruzado, desvio. Faltas perigosas na entrada da área…
Cada lance parecia eterno.
Mas o time parecia mais maduro, chegando a criar novas oportunidades!

O coração da nossa torcida batia no ritmo da defesa.
O juiz ajudou e expulsou um jogador da Inter, abrindo ainda mais o jogo, com espaço pra contra-ataque e chances pra matar o jogo.
Quando a bola não entrou, veio aquela sensação conhecida: vai ter que sofrer até o fim, por este nosso vício eterno…

E sofreu. Minutos finais longos, bola levantada, defesa firme, goleiro atento.
Aliás, acho que foi a melhor partida de Gabriel Gasparotto para desespero da torcida local.

A torcida do Santo André já não cantava, gritava.
Empurrava no desespero, como se cada grito ajudasse a defesa a proteger nossa meta.

Quando o apito final veio, não teve exagero.
Teve sorriso cansado, palma forte e orgulho.

Mais uma vitória fora, mais uma cria da base decidindo, mais uma estrada que valeu a pena.

Porque acompanhar o Ramalhão é isso.
Às vezes é longe, às vezes é difícil, mas quando dá certo… fica na memória.

Não tem como explicar certas coisas ou certos momentos…

O time entendeu o que isso significa pra gente. Um por um, os jogadores vieram até onde estávamos, chamando, apontando, reconhecendo quem atravessou quilômetros para estar ali. Naquele momento, ficou claro que esse time está criando identificação.

E aí veio o gesto que arrepia. O pedido para cantar o hino juntos. Vozes diferentes, mas carregadas de verdade. Jogadores e torcida lado a lado, olhando para o mesmo escudo, cantando como se fosse no Brunão.

Vitória que vale mais do que três pontos, porque reforça memória, cria vínculo e lembra todo mundo por que seguir esse time faz tanto sentido.

Fim de tarde com muita dor de cabeça para a torcida da Inter…
Algumas horas mais tarde veio a notícia da queda da comissão técnica.
Boa sorte aos amigos de Limeira!

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

4ª rodada da série A2 2026: derrota em Votuporanga

21 de janeiro de 2026.
Jogo no início de noite de uma 4ª feira, e infelizmente a distância não combina com o trabalho, impedindo a ida de boa parte da torcida do Santo André para a partida contra o CA Votuporanguense.

Pra quem não poder ir, não foi dia de estrada, de arquibancada ou de ingresso na mão. Foi dia de mesa de bar, TV ligada e celular acompanhando cada lance como se estivesse ali.
Decidimos resgatar uma antiga tradição da cidade e reunimos alguns torcedores no tradicionalíssimo “Buteko do Mazinho“.

O Buteko do Mazinho fica na rua das Hortências, 132 e faz parte da antiga geração de bares de Santo André.

Sem aquela visão 360º, restava comentar cada ataque e transformar cada erro naquela resenha típica de quem sofre junto há anos.

Entre uma cerveja e outra, o tempo parecia passar mais devagar.
A transmissão caía, o sinal oscilava, e a tensão só aumentava.
Torcer fora do estádio tem disso: a gente perde o cheiro da arquibancada, mas ganha a ansiedade compartilhada, o grito preso na garganta esperando a confirmação do lance, o olhar fixo na tela como se isso pudesse ajudar a bola a entrar.

Mas, claro que contamos com nossa torcida presente lá no Estádio entre eles o Arthur (@Umtorcedorqualquer) que fez esse vídeo:

E se não deu pra torcer lá no estádio, a gente fez da rua nossa bancada!

Infelizmente, o CA Votuporanguense, dirigido por Paulo Roberto, fez 1×0 no segundo tempo, placar final…

Torcer também é isso: estar longe, mas nunca ausente. Seja no Brunão, na estrada ou no buteko do Mazinho, o Ramalhão sempre arruma um jeito de juntar a gente.
E hoje, restou compartilhar a dor entre os presentes e torcer, como sempre, por uma nova recuperação, na próxima partida, em Limeira, contra a Inter.

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

3ª rodada da série A2: a recuperação do EC Santo André

18 de janeiro de 2026.
Manhã de Domingo, jogo as 10hs, em pleno verão, mesmo sem o sol estalando nas nossas cabeças, a manhã apresentava aquele mormaço tradicional.
Mas nada disso interessa, o foco é a vitória no difícil jogo do Santo André contra o XV de Piracicaba.

Em campo, o Ramalhão procura sua reabilitação e por isso, sempre bom ver que o Santo André pode sempre contar com sua torcida.

E lá vamos nós para a 3ª rodada, em busca da nossa primeira vitória…

Não dá pra negar que a goleada sofrida em casa contra o Monte Azul, fez diminuir o número do chamado “torcedor comum”, aquele que frequenta as arquibancadas do Brunão com menor frequência.

Assim, não foi dia de ter grande presença da torcida, mas quem foi…
Foi pra torcer!

Ainda que todo mundo estivesse esperando uma resposta depois da última partida, a postura da torcida foi de apoio e não de cobrança. O desejo era simples: competir, reagir, mostrar que o Ramalhão ainda estava vivo na A2.

A torcida do XV também chegava com a mesma expectativa, visto que o time de Piracicaba também não começou empolgando…

Essa série A2 não tem jogo fácil… Parece que toda partida é uma decisão e exige atenção total!

O jogo começou travado, calor castigando, bola presa no meio.
O Santo André tentava, mas errava o último passe, ou parava no goleiro.

Só quem não parava era a Fúria Andreense, conhecida por cantar os 90 minutos!

No fim das contas até que estava um clima de jogo com a arquibancada com bastante gente…

O Santo André se mostrava mais precavido, apenas atacando na certeza, mas transmitindo mais segurança na defesa.

As bolas paradas buscando o cabeceio eram a principal investida dos donos da casa.

O primeiro tempo acabou virando no 0x0, deixando uma pulga atrás da orelha no torcedor local…
Será que é hoje que teremos nossa primeira vitória? Ou mais uma vez o “fator casa” não vai fazer sentido?

Antes do reinício do jogo, mais um papo do time ali no meio campo.
Tem que dar certo!

O segundo tempo começou com o Santo André se arriscando mais e consequentemente, abrindo chances para os contra-ataques do XV de Piracicaba, que chegou a assustar perdendo uma chance clara, assustando o lado azul do estádio…

Já ressabiados pela última partida, houve quem temesse o pior, mas o futebol, de vez em quando, resolve mudar a história e aos 35, a bola sobrou para quem mais precisava. Miguel Ribeiro. Cria da base.
O mesmo menino que dias antes tinha saído da Copinha com o peso de um pênalti perdido. Chutou, a bola explodiu na zaga e voltou, e na segunda chance ele bateu sem medo.
Gol. Explosão. Alívio. Grito preso há dias.

Não foi só um gol.
Foi resposta, foi respiro, foi justiça.
Três pontos que valem mais do que a tabela mostra.
Vitória que tira o time do sufoco e lembra todo mundo por que a gente segue vindo.

Porque o Ramalhão é isso.

Jogo difícil, torcida fiel e, às vezes, o futebol resolve recompensar quem não desiste…

Com o 1×0, o time se animou e veio pra cima em busca do segundo gol…

O jogo foi se aproximando do final e, claro, nunca é tranquilo, mas até que o time conseguiu segurar bem sua primeira vitória para a alegria da torcida Ramalhina!

Fim de jogo! O Santo André consegue fazer valer o mando de jogo e derrota um difícil e tradicional adversário!

O time mantém a proximidade com a torcida e celebram juntos essa vitória!

Até foto com a torcida deu pra fazer…

O pessoal da TV Ramalhão fez um vídeo bacana dos bastidores da partida, se liga:

Abraço para os amigos que seguem acreditando nesse time!

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Final do Amador do Estado 2025 em Brodowski

CA Bandeirante é pentacampeão!!!

Será que o destino é traçado previamente por alguma força superior?
Ou as coisas se aglutinam e se repelem de acordo com nossas escolhas?
A história de hoje começa lá em 2021, no meio da pandemia, quando, para não ficar maluco, passei a visitar, sozinho, de máscara e em horários esdrúxulos, os campos do futebol amador de Santo André.

Ali nasceu um interesse pelo futebol amador que foi crescendo até que, incentivado pelo amigo Mário Casimiro, passei a acompanhar o Campeonato Amador do Estado, a segunda competição mais antiga da Federação Paulista de Futebol.

Por coincidência, as últimas duas finais envolveram times do ABC, o que me permitiu que acompanhar a primeira partida destas decisões.
Em 2023, vimos Nacional da Vila Vivaldi x CA Bandeirante de Brodowski, em São Bernardo.

E em 2024, Belenense x CA Bandeirante de Brodowski, em Mauá…

Naquele dia, acabei conhecendo o pessoal da diretoria do CA Bandeirante e foi com eles que iniciamos os programas onde entrevistamos presidentes dos clubes, veja como foi:

Desde então, eu e o Mário fizemos a promessa de ir até Brodowski caso mais uma vez o Bandeirante chegasse na decisão, e, como você já deve saber…
Foi o que aconteceu em 2025!
Seja bem vindo a Brodowski!

Depois de algumas horas de estrada, com direito a paradas em Porto Ferreira, Cravinhos e Jardinópolis, chegamos a Brodowski, muito conhecida por ser a cidade natal de Cândido Portinari.
Claro que fomos lá conhecer sua casa, que hoje sedia um museu em sua homenagem.

A cidade é cheia de detalhes que a tornam inesquecível, como os bancos com inscrições de décadas atrás…

A arquitetura antiga também está preservada e pode ser vista ali pelas ruas…

A igreja matriz, de 1905… Bonita?

A antiga estação ferroviária…

Os bares que ainda reúnem as pessoas em cadeiras e mesas nas calçadas…

E o atual hotel do próprio Bandeirante, onde pudemos jantar com o elenco do time local e tornar o rolê ainda mais inesquecível!

Só faltou fazer uma foto no supermercado onde fizemos umas comprinhas, o “Nosso Mercado“.

Mal sabíamos nós que ele foi construído no espaço do antigo estádio do Bandeirante…

Voltando ao Campeonato Amador do Estado, vale lembrar que o Mário ficou tão apaixonado que escreveu o Guia do Campeonato e ficou muito legal (clique aqui para baixá-lo!).

Pra quem não sabe quem é o Mário Casimiro, taí a foto!

Logo que chegamos, percebemos que a final era o assunto da cidade!
Haviam muitos folhetos como este espalhados por todos os lugares por onde andávamos.

Confesso que foi emocionante chegar até o Estádio Mário Lima Santos, a “Arena Jaburu”, como é conhecida popularmente!

Tem até essa escultura em frente ao Estádio que literalmente faz voar os atletas bandeirantinos!

Divido a experiência da chegada ao Estádio, da entrada até a arquibancada, para ver se você também se empolga e faz esse rolê até Brodowski, porque vale muito a pena!

Você viu no vídeo o portão que une presente e passado e cabe explicar que ele ficava no Estádio antigo do CA Bandeirante e é considerado uma verdadeira relíquia para diretoria e torcida!
Ah, esse aí na foto é o Brasileiro, outro amigo que esteve conosco acompanhando a decisão.

Interessante como o pessoal do Bandeirante conseguiu registrar sua história em fotos, lembranças e até mesmo nessas placas que pouco a pouco relembram cada passo do clube!

A torcida conta com a “Bateria Tsunami“, que literalmente faz a arquibancada vibrar!

Pra quem não conhece o estádio, vale o nosso tradicional registro.
Olhando da arquibancada coberta, aqui está o lado esquerdo do campo:

O meio campo:

E o gol da direita. Ali no fundo fica a área para convidados.

O Estádio é muito bem cuidado e cada espaço acaba sendo aproveitado.

Aqui, a arquibancada coberta, sem ela o sol faria grandes estragos…

Nesse setor, atrás do gol, fica uma boa sombra das árvores e também acaba sendo um lugar bastante disputado pelos torcedores!

E esse é o Jaburu, mascote do time!

A torcida do União FC também se fez presente e ficou em um espaço com sombra!

O bar estava preparado: salgados, água, refrigerantes…

Difícil não pegar carinho pelo clube…
Nesse momento, já estávamos “contaminados” pelo mesmo sentimento que envolvia metade da cidade (não se esqueça que a outra metade é Brodowski FC).

Hora da entrada dos times, com toda cerimônia oficial da Federação Paulista!

Foto oficial dos times perfilados…

Dos capitães e da arbitragem…

A foto oficial da final…

E a foto em frente à torcida…

O União também posou para a foto!

E assim… Começa a partida!

Bola rolando, a torcida local cumpre bem o seu papel e transforma a Arena Jaburu em um caldeirão alvi rubro!!!

Bacana ver que a nova geração também está comparecendo!

E as tradicionais fumaças também coloriram o ar do estádio!

E dá lhe bateria!

Com tanta animação, difícil ficar parado…

Mas… o calor é grande… e tem momentos que o pessoal prefere guardar as energias para o fim do jogo…

Ou quem prefira manter se hidratado durante todo o jogo!

Enfim… Todo mundo feliz curtindo os amigos, familiares em torno do futebol!

Em campo, um primeiro tempo de muita marcação, que até chegou a ter um gol marcado pelo Bandeirante que acabou anulado pelo bandeira.

O fim do primeiro tempo trouxe um alívio: o céu recebeu uma porção de nuvens que ajudaram a amainar o calor.

O segundo tempo começou com ainda mais tensão.

A torcida, que a essa altura já havia enchido boa parte da Arena Jaburu parecia sentir o peso de cada passe, cada dividida, cada chute travado.

A Bateria Tsunami, incansável, segurava o ritmo do time e do povo como se cada batida fosse um lembrete: “Estamos juntos. Até o fim.”

E foi justamente no fim que o drama começou.
Aos 40 minutos do segundo tempo, quando o jogo parecia caminhar para um empate nervoso, que levaria a decisão por penaltys, Max, sempre ele, encontra o gol do time da casa!

A Arena Jaburu que já estava barulhenta se tornou ensurdecedora…

Por alguns minutos, parecia que o tempo havia parado e em cada rosto havia um sorriso. Olho pro celular e faço as contas: o tempo regulamentar já. se esgotou… É questão de pouco tempo até o Bandeirante se sagrar campeão.

Mas… o futebol é único.
E quando tudo parecia resolvido e o título parecia uma realidade, a zaga bandeirantina comete penalty…
E o União FC empata o jogo para a alegria da torcida Atibaiana!

Foi um choque geral…. Uma catarse negativa para a torcida local.
Semblantes tensos, mãos na cabeça, olhares perdidos.
Quem estava sentado se levantou e quem estava de pé se segurou pra não cair com o baque do gol…
E foi ali, no momento mais delicado, que o time fez um verdadeiro milagre.
Sabe aquela jogada que a gente ensaiava nos tempos de escola?
Da saída do meio campo ao gol em menos de 5 toques?
Pois aí está:

O estádio inteiro voltou a cantar, a bateria Tsunami voltou com tudo, as crianças gritavam, os mais velhos ergueram os braços como quem conversa com o destino.
Abraços e mais abraços…
Era impossível não se arrepiar.
Impossível não existe pra esse time…

É fim de jogo!!! O Clube Atlético Bandeirante de Brodowski é o campeão de 2025!!!

A Arena Jaburu explode.

Gente chorando. Gente pulando.
A torcida do Bandeirante mais uma vez escreveu seu nome no destino.
E o destino, respeitosamente, respondeu: “Hoje, vocês merecem ser campeões.”

O placar final mostra mais uma vitória dos heróis!

O time fez questão de celebrar muito junto da torcida…

E na arquibancada, após uma verdadeira chuva de cerveja… todos voltam a gritar “É campeão!!!”

Na hora da entrega das medalhas e troféu, dá uma certa tristeza de imaginar o aperto no peito do time de Atibaia e de sua fiel torcida que viajou até Brodowski, mas por ser apenas a segunda participação do time, o vice campeonato foi bem comemorado.

Um misto de sentimentos ao ver que é hora da foto dos campeões!
O time fundado em 16 de agosto de 1933 é mais uma vez campeão e fico feliz em ver isso, mas ao mesmo tempo, triste por saber que nossa aventura chega ao fim…

Melhor ver a foto do Mário que fez lá, bem em frente ao time:

O que dizer de um momento desses?
Uma cidade que respira futebol e que é apaixonada pelo Campeonato Amador do Estado recebendo mais um título!

Hora de extravasar, de celebrar de saber que na próxima vez que esta camisa for usada, ela não será mais a mesma: mais uma estrela estará bordada em seu distintivo!

Jogadores e comissão se abraçando sob o olhar do Jaburu ali ao fundo…
Manhãs como essa transformam pessoas…

Hora de ir embora com aquele sorriso no rosto que demora a sair.
Corpo anestesiado, de tantos arrepios e emoções que passamos.
Parabéns ao povo de Brodowski, em especial aos torcedores bandeirantinos…
Vocês são demais!

Só me resta agradecer ao Mário, ao Brasileiro e à Letícia, amigos de arquibancada e da vida.

Ao Marcelo, Márcio, Guilherme e família e todo mundo da diretoria do Bandeirante por ter nos apoiado nesse rolê inesquecível.


E ao futebol por ser essa cultura tão louca que faz a vida de tanta gente ser ainda mais divertida!

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!