Copa Paulista 2026: 6ª rodada – EC Santo André 1×0 EC São Bernardo

Sábado, 22 de agosto de 2026.
Última rodada da Copa Paulista.
Vamos começar pelo fim?
Porque as coisas terminaram bem, ou pelo menos todo mundo com o coração repleto.
Olha que cena mágica: por do sol com a galera apaixonada pelo time com o coração dividido entre a desclassificação e o sentimento de estarem juntos mais uma vez na arquibancada no jogo de despedida do ano.

Agora voltando lá pro começo, antes mesmo de a bola rolar no Estádio Bruno José Daniel, a torcida do Ramalhão tinha algo importante para dizer.

Dois dias antes, o EC Santo André havia sido punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo com a perda de 10 pontos na Copa Paulista, em razão da utilização irregular do atacante Alexiel Gonçalves dos Santos em duas partidas da primeira fase.

Com a punição o Ramalhão acabou eliminado da competição e perdendo a possibilidade de continuar lutando por uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Campeonato Brasileiro de 2027.

E aí veio a revolta de quem não teve absolutamente nada a ver com o erro: a torcida.
Assim, antes da última partida da primeira fase, torcedores se reuniram em frente ao Portão J do Bruno José Daniel para um protesto pacífico cobrando explicações e responsabilidade da diretoria pelo erro administrativo que praticamente jogou fora toda a campanha realizada dentro de campo.

O movimento foi organizado pelo Coletivo Andreense, reunião de projetos e torcidas ligados ao Ramalhão, e contou com faixas e manifestações contra a administração do clube.
E talvez seja justamente isso que mais incomode.
Perder faz parte do futebol.
Um chute pode bater na trave, um goleiro pode falhar, um adversário pode simplesmente jogar melhor.
Mas ser eliminado por um erro administrativo é muito mais difícil de aceitar.

Principalmente porque havia um objetivo enorme em jogo.
A Copa Paulista poderia recolocar o Santo André em uma competição nacional em 2027 e representar mais um passo na tentativa de reconstrução esportiva do clube, que está próximo da oficialização da sua SAF.
Por isso, a cobrança foi pesada pedindo a saída do atual diretor de operações.

Dentro de campo, ainda houve espaço para uma última resposta: horas depois do protesto, o Santo André venceu sua última partida, já eliminado por 1×0, com gol de Thierry Henry, despedindo-se de forma melancólica da Copa Paulista.

Ficou aquele sentimento amargo para quem acompanha um clube de futebol…
E até por isso, os protestos seguiram na parte interna do Estádio…

Em campo, o time fez pontos suficientes para continuar.
A torcida esteve presente.
Mas um erro fora das quatro linhas encerrou o campeonato.
E foi justamente por entender que quem ama e acompanha o clube também tem o direito de cobrar responsabilidade de quem o administra que parte da torcida andreense resolveu se manifestar naquele sábado no Bruno Daniel.
Porque apoiar o time da sua cidade também é isso: estar ao lado quando ganha, quando perde e cobrar quando quem deveria cuidar dele falha.

Mas o dia foi além de protestos e maus sentimentos.
Teve espaço pra despedida do ano dos amigos de bancada…

Gente que aprendeu a se reencontrar no estádio…
E que faz do Bruno José Daniel um dos poucos espaços em que jovens, adultos e o pessoal mais velho conviva lado a lado em torno de uma mesma paixão.

Destaque mais que especial para os quase mil torcedores que compareceram a um jogo que no fim, valeu pela cobrança, pela união e pela amizade.

Mas o mais bacana foi constatar que mesmo em meio a este mal momento, nossa bancada se renova continuamente e nos dá esperança para dias melhores.
Se liga nesses vídeos que fizemos com as famílias que tem preparado nossa nova geração de torcedores:

Sem dúvidas, vale ainda um alô ao pessoal da Esquadrão que veio lá de São Bernardo pra acompanhar o jogo!

E também obrigado aos amigos de bancada…

Gente que faz qualquer resultado ficar em segundo plano…

É fim de jogo… Mais um ano que se encerra, e pelo menos com uma vitória.

É ou não é Luiz?

Obrigado ao plantel de 2026…

Se pudermos ouvir algo da torcida pra relembrar o que foi esse ano, aí está…

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Final da série B do Paulista: Independente 4×1 América

Domingo, 16 de agosto de 2026. Dia de decisão em Limeira.
É mais uma “Bezinha” que chega ao fim e foi muito bacana poder acompanhar esta final, principalmente por ser em Limeira e entre dois times pelos quais tenho muita simpatia.

Saímos cedo de Santo André e fomos até o tradicional Estádio Comendador Agostinho Prada, o Pradão, para acompanhar um daqueles jogos que explicam muito bem por que a gente gosta tanto do futebol do interior paulista.

Domingo é dia de jogo, de feira e de festa na Vila Esteves!

Era dia de galo, mas não é que até cobra apareceu pra curtir o rolê?

E também tivemos a presença em bom número dos torcedores do Mecão!

O pessoal chegou em diversos ônibus e ocupou a rua por onde os visitantes entraram (essa entrada havia sido desativada, mas achei que o acesso foi bem melhor assim).

E nós ali, nos sentindo quase no inferno, no meio de tantos diabos riopretanos!

E olha que legal o clima entre as duas torcidas: rivalidade, sem inimizade!

A torcida local também fez uma grande festa, antes, durante e depois do jogo!

E toda essa festa é mais do que justificada, afinal, estava em disputa, nada menos que o título do Campeonato Paulista Sub-23 da Segunda Divisão, a nossa velha e conhecida Bezinha.

As duas equipes já haviam conquistado o principal objetivo da competição: o acesso para a Série A4 de 2027.
Mas faltava decidir quem subiria levando também a taça.

Então vamos à festa da arquibancada local, que teve direito até à charanga!

E teve bandeirão também!

Do outro lado, o América chegava a Limeira com uma enorme vantagem por ter vencido o primeiro jogo no Teixeirão, por 2×0.
Por isso, tanta gente de vermelho confiante no título!

Para o Independente, não bastava simplesmente vencer.
Era dia de buscar uma virada histórica tirando os dois gols de vantagem dos visitantes, e por isso, a torcida do Galo não parou de apoiar um minuto.
Começou com o lançamento daqueles rolos de bobina que dão um efeito muito legal…

E também deu um pouco de trabalho pro pessoal pra limpar… Mas valeu!!

O Pradão recebeu um público de mais de 2 mil e quatrocentos torcedores, um número bem relevante para uma partida da última divisão do futebol paulista e, principalmente, uma demonstração de que o Independente continua tendo gente que se importa com o clube e com o futebol da sua cidade.

Faixas, bandeiras, camisas…
Cada um levou o seu amor alvinegro de uma maneira ao estádio…

E a emoção disparou nos corações da torcida local ao ver o início do jogo com tanta pressão do galo pra cima do Mecão!

Olha que legal, quanta gente unida por uma mesma ideia, um mesmo time…
E falamos de um futebol diferente daquele dos grandes estádios lotados que aparecem toda semana na televisão.
É algo muito mais especial para quem vive esse dia a dia…

É isso… Acordar cedo em um domingo e ir até o estádio do bairro. Comer um pastel e um caldo de cana na feira, vestindo a camisa do seu time, amarrar a faixa na grade…

É dia de escolher seu melhor chapéu!

É dia de sair na foto com o galo…

É sobre encontrar os amigos e cantar…

https://www.youtube.com/watch?v=WdlKfSHApLE

Vale gritar, xingar e sofrer…
Sofrer?
É… é que o time do América não se comoveu com toda essa história e decidiu estragar o domingo da torcida local.
Aos 17 minutos, Leozinho roubou a bola e encontrou Édipo, que abriu o placar para o América.
Festa na torcida visitante!

Se a situação já era difícil, agora parecia quase impossível.
Quase.
Porque a arquibancada também serve para isso.

Para acreditar quando a matemática começa a mandar você desistir.

Assim, enquanto a bancada pulsava, o Independente buscava o ataque sem deixar de lutar em nenhuma jogada. Obrigado por poder viver esse dia!


A partida começou a mudar nos minutos finais do primeiro tempo.
Aos 45 minutos, Hiago Ramiro cobrou pênalti e empatou o jogo.
12º gol dele na competição, terminando a Bezinha como artilheiro isolado.

1×1. Festa na bancada local!!!

Mas ainda faltava muito…
Confesso que era difícil acreditar…
Mas alguém devia ter explicado isso para o torcedor galista, que seguiu confiando quando ninguém mais acreditava.

Só que, ainda nos acréscimos do primeiro tempo, veio o momento mágico…
Escanteio para o Independente e Iury subiu para colocar o Galo na frente!

O Independente consegue ir para o intervalo vencendo por 2×1.


O que alguns minutos antes parecia praticamente impossível começava a ganhar outra cara.


O torcedor do Independente começou a fazer aquele pensamento que todo torcedor conhece: “Ainda dá.”

Olha aí o Brasileiro do Brasa Camisas levando sua camisa do Independente pra viver uma manhã de emoções…

O América, naturalmente, não estava disposto a simplesmente assistir à reação e tentou retomar o ritmo do jogo.

Logo no começo do segundo tempo, João Gregório acertou a trave do Galo para a loucura da torcida do Mecão!

Era mesmo uma final.
E quem foi pro jogo, foi acreditando que os seus onze caras lá dentro poderiam proporcionar uma manhã a ser lembrada durante muitos anos.
E quem foi ao Pradão naquele domingo certamente ganhou uma dessas histórias.

O relógio correu rápido no segundo tempo…
Até que, aos 40 minutos, aconteceu.
Felipe Ferreira recebeu a bola, deu um chapéu no marcador e soltou a bomba.
Gol!
3×1 Independente! O 2×0 sofrido em São José do Rio Preto estava finalmente apagado.

A partida ia para os penaltys, mas um gol daria o título ao Independente e Isac Nilton decidiu dar essa alegria à torcida local: Independente 4×1 América!

Uma virada daquelas que o torcedor conta durante anos.


Depois de 15 anos, o Independente voltava a comemorar um título.
E não de qualquer maneira: dentro de sua casa, diante de sua torcida e revertendo uma desvantagem de dois gols construída no primeiro jogo.

O juiz não demora pra terminar a partida!
O Galo sagra-se campeão com 14 vitórias em 18 partidas, 49 gols marcados e apenas 12 sofridos. Mas números são números. As fotos daquele domingo provavelmente contam uma história muito melhor.

A história de quem estava lá. Dos torcedores que continuam acompanhando o Independente mesmo longe dos grandes holofotes. Das faixas nas arquibancadas. Das camisas alvinegras. Dos braços levantados. Da comemoração de cada gol.
E daquele momento especial em que jogadores e torcida percebem juntos que conseguiram transformar um 3×0 no placar agregado em um título.

Também é preciso reconhecer o América, que fez uma excelente competição, perdeu apenas duas vezes em 18 partidas e também conseguiu aquilo que talvez fosse o objetivo mais importante do ano: está de volta à Série A4 em 2027, assim como o próprio Independente.

Mas aquele domingo era do Galo. Do Independente. Da Vila Esteves.

E principalmente de quem esteve no Pradão acreditando até o fim.

O Galo é campeão!

E aí cada um celebrou do seu jeito…

O que mais há de se dizer de um dia desses?
O futebol do interior segue vivo!

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Copa Paulista 2026: 2ª rodada – Santo André 0x0 São Caetano

Domingo, 26 de julho de 2026.
Dia de reviver mais uma vez o o tradicional Clássico do ABC, que alguns gostam de chamar de SanSão, e vc, o que acha?

O palco é o Estádio Bruno José Daniel e a partida válida pela 2ª rodada da Copa Paulista 2026, onde as duas equipes ainda sonham em se classificar para a segunda fase e até quem sabe o título para dar um passo rumo a dia melhores como já foram os que ambos viveram no passado.

Até que a torcida compareceu em bom número, dentro dessa nova realidade que o futebol paulista em geral tem vivido.

E o time do Santo André com muitos garotos formados na categoria de base do clube valoriza essa presença e saúda seus torcedores!

Do lado adversário, é a torcida Comando Azul quem recebe e apoia o time do São Caetano!

A torcida do Santo André também deu seu apoio ao time, acreditando no potencial de melhoria do Ramalhão que vinha de derrota na primeira rodada frente ao EC São Bernardo.

Dentro de campo, o Santo André começou com tudo e parecia que seria uma daquelas oportunidades de vencer e bem o seu clássico rival, mas…

… Clássico não se joga, se ganha! E não foi o que o Ramalhão conseguiu fazer.

E o São Caetano soube sofrer e depois se aproveitou de uma expulsão do Santo André para segurar o 0x0, em uma partida que teve uma etapa final com poucas oportunidades claras de gol.

Há quanto tempo não temos um cobrador de faltas que inspire confiança…

Um ponto a se destacar tem sido a renovação na bancada do Santo André, e não me refiro nem às Organizadas mas ao tradicional “povão”. É incrível como todo jogo aparecem novos apaixonados e apaixonadas pelo nosso time!

Infelizmente, o que deveria ser lembrado pelo reencontro de duas camisas históricas acabou sendo marcado por cenas lamentáveis no lado de fora do estádio, onde um enfrentamento de dois “bondes” acabou exigindo a intervenção da Polícia Militar após rojões e barras de ferro marcarem a confusão.
Importante corrigir uma visão que parte da imprensa construiu: não houve invasão do estádio por parte de torcedores adversários e não houve risco algum para quem estava lá dentro assistindo ao jogo.

Para quem ama a cultura de arquibancada, fica sempre um sentimento contraditório.
A rivalidade faz parte do futebol, assim como os cantos, as bandeiras, as provocações e a paixão por defender as cores do seu clube.
Mas quando a violência toma o protagonismo, quem perde é o próprio futebol.
Ao menos, espero que esse tipo de confronto permaneça restrito àqueles que, infelizmente, optam por esse caminho, sem colocar em risco quem vai ao estádio apenas para torcer.

O Clássico do ABC já escreveu capítulos inesquecíveis ao longo de décadas.
Que os próximos sejam lembrados pelos gols, pelas grandes atuações e pelas festas das torcidas e não pelos confrontos.

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Oitavas de final da Bezinha: Paulínia FU x Itaquá AC

Domingo, 28 de junho de 2026.
É hora de acompanhar o mata-mata da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, a charmosa “Bezinha“.
Vamos assistir a partida de ida das oitavas de final, em Paulínia.
E a torcida visitante também teve a mesma ideia, se liga no pessoal do Comando Itaquá:

O Estádio Luís Perissinotto merece voltar a receber partidas importantes como já ocorreu no passado.

O público local ainda não empolgou como no passado e a bancada ficou abaixo do que eu esperava ver, mas… Tinha sim clima de jogo!

O Paulínia, agora “Futebol Universitário” acaba de voltar ao futebol profissional e é compreensível que as arquibancadas precisem de um tempinho para o retorno do torcedor, como outrora.

Se você quiser entender um pouco sobre a realidade do clube, acompanhe a entrevista que fizemos com o executivo de futebol do time:

Aliás, se quiser saber mais sobre o Itaquá, também batemos um papo com os caras no ano passado:

E no começo desse ano ainda conseguimos uma palavra com o presidente, lá na Federação:

Dava pra sentir que seria uma partida digna de mata-mata.

Várias pessoas com a camisa do clube, transformando o jogo em um reencontro entre amigos que se preparam para a mesma batalha.

Times em campo… Cerimonial e hino em dia…

É um ambiente bem diferente do que nos acostumamos a ver nas atuais arenas sempre cheias e tão impessoais.
O sol é mais que um participante da partida!

Aliás, aproveitemos para registrar o campo do Estádio Luíz Perissinotto, começando pelo gol do lado esquerdo:

É ali que fica a parte destinada para os torcedores visitantes.

O lado direito:

E o meio campo:

Em Paulínia, o futebol ainda preserva esse lado comunitário, onde o estádio continua sendo um espaço de convivência e de apoio mútuo em torno do time da cidade!

Nesse contexto, fiquei muito feliz em reencontrar o amigo Richard, um apaixonado pelo time e pela cidade de Paulínia!

Até essa partida, nenhum mandante conseguiu vencer seus jogos nesse mata-mata e me surpreendi em ver o Paulínia propondo jogo e indo pra cima do Itaquá, dono da melhor campanha geral da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Vale reforçar a presença da torcida visitante que só deixou o jogo ainda mais importante!

Com tanta insistência, aos 34 minutos, Cauê, de Pênalti, fez 1×0 para o time local!

Festa pra turma do Richard!

Andar pelo Estádio Luís Perissinotto permite observar pequenos detalhes que muitas vezes passam despercebidos por quem acompanha apenas o resultado final.

As bandeiras, as conversas, as expectativas e frustrações de quem acreditava que aquela poderia ser uma tarde histórica para o Paulínia Universitário.

São essas imagens que ajudam a contar a verdadeira história do futebol.
E o gol de Cauê fez parecer que o roteiro estava escrito para uma grande tarde dos donos da casa.

Mas o futebol gosta de desafiar certezas.

Ainda antes do intervalo, o Itaquá encontrou o empate também em uma cobrança de pênalti.

O silêncio tomou conta de parte da arquibancada, enquanto os visitantes comemoravam como se estivesse em casa. Era o sinal de que a decisão ainda estava completamente aberta.

Claro que a torcida local sentiu o golpe…

Afinal, era Sansão x Golias e o Paulínia vinha mostrando que dava pra acreditar, mas…
O gol de empate acabou esfriando time e torcida…

O time ainda esboçou alguma reação principalmente tentando utilizar as bolas paradas.

Mas, o primeiro tempo se encerrou com o empate em 1×1, agora para a tristeza da turma do Richard…

Na volta para o segundo tempo, o Itaquá mostrou a força da campanha construída na primeira fase: bastaram poucos minutos para Guilherme virar a partida e obrigar o Paulínia a correr atrás do prejuízo.

O gol tão cedo acabou tirando um pouco da graça da partida…
A torcida local desanimou…

Os visitantes sentiram-se mais tranquilos vendo a materialização da até então superioridade matemática.

O Paulínia pressionou, criou oportunidades e tentou encontrar o empate, mas encontrou pela frente uma defesa muito bem organizada fazendo cair ao chão suas expectativas de um bom resultado…

O IAC passou a mandar na partida.

Mesmo perdendo o autor dos dois gols (Guilherme), o Itaquá soube impor o seu jogo até o fim e, já nos acréscimos, aproveitou um contra-ataque para ampliar o placar com Arthur Igor (aos 51 minutos) e assim, criar uma vantagem importante para o jogo de volta.

Um golpe duro para o torcedor local que esteve no Luís Perissinotto sonhando com um resultado que encaminhasse a sequência do time no campeonato.

Ao final da partida, ficou a sensação de que o placar conta apenas uma parte da história. O Itaquá segue como favorito, mas a cidade de Paulínia pode dormir tranquila sabendo que o futebol está de volta à cidade (lembrando que o rival citadino Paulinense, também está nesta fase da competição, tendo vencido o São Carlos, lá em São Carlos).

As campanhas passam. Mas a paixão de quem continua ocupando uma arquibancada em uma tarde de domingo permanece.
E é justamente essa paixão que seguimos buscando por onde passamos.

Ao fim da partida, o time do IAC foi saudar sua torcida que começa a fazer história em seu primeiro ano de existência.

Abraços ao amigo Richard!

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Final da série A4 2026: CA Penapolense é campeão ao empatar com a Internacional em Bebedouro

9 de maio de 2026. Sábado.
Faz uma tarde agradável de outono em Bebedouro.
Depois de duas visitas para registrar seus estádios (veja aqui como foi em 2010 e aqui como foi em 2022) estamos de volta para finalmente acompanhar uma partida.
E não é um jogo qualquer, estamos na finalíssima da série A4…

A cidade de Bebedouro estaca em festa e colorida de vermelho!

A partida será disputada no Estádio Municipal Sócrates Stamato e pra quem nunca esteve lá eu recomendo o rolê…

É sem dúvida um dos estádios mais legais pra se acompanhar um jogo nos dias de hoje.
Olha que bacana a lojinha que tem dentro do estádio:

O que mais nos motivou a viajar mais de 5 horas até Bebedouro, aquela que, no passado, foi a maior produtora de laranjas do estado, foi termos entrevistado o presidente da Inter e perceber o quanto ele, a diretoria e a cidade tem batalhado para o crescimento do time e do sentimento de pertencimento.
Não acredita?
Ouça aí o presidente Thiaguinho:

Coincidentemente, logo na semana seguinte à partida, tivemos a oportunidade de entrevistar o presidente do CA Penapolense, que também é uma pessoa super engajada em torno do futebol local e da relação com a cidade de Penápolis, confira:

Mas, deixemos o papo de lado e vamos ao campo!

A Inter teve uma excelente média de público em 2026, mas a finalíssima superou todas as expectativas e teve capacidade total esgotada: 6237 torcedores!

A torcida presente gerou imagens lindas no “Stematão“:

Os poucos espaços vazios, láááá no fundo do estádio só existiram porque os bombeiros não liberaram a venda de ingressos para lotação de toda sua capacidade…

E também porque mesmo em grande número (quase 300 torcedores) a torcida visitante do CA Penapolense acabou não ocupando todo o seu espaço.

Mas aquele clima de jogo, de final, estava no ar!

E com a ótima campanha da Inter, não era difícil sonhar com a primeira estrela em seu distintivo!

E isso que deixa a partida e o rolê como um todo muito mais legal!

Aí o responsável pelo som no estádio, que animou a galera a partida toda!

Feliz por mais uma vez encontrar o amigo Brasileiro, lá de Serrana!

E aí, o Lobo Vermelho, mascote do time da casa!

E ele não ficou só lá no campo animando o pessoal não, veio pra arquibancada pra sair nas fotos do que poderia ser o momento mais importante da história da Internacional!

Mas ele não era a única fera presente no Estádio não, olha aí que figura:

Um destaque especial para a organização do estádio e para a gastronomia local.
Tinha sorvete, esfiha, pipoca, refrigerante…

Mas, sem dúvidas o mais legal era mesmo a presença da população na bancada…

Cada um abraçou o time da cidade como pode, e foi muito bonito registrar quantas diferentes gerações das mesmas famílias se fizeram presente nessa verdadeira mobilização!

A partida começou e era difícil se concentrar no jogo com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo…

As duas torcidas faziam uma linda festa e o estádio realmente pulsava futebol como antigamente!

A Inter dependia da vitória para o título, então o time foi pra cima desde o começo do jogo e cada chance desperdiçada ou cada paralisação do juiz levava a torcida à loucura!

O Estádio Sócrates Stamato tem um detalhe que chama a atenção: em todo seu entorno, existem diversas bandeiras em branco e vermelho com o distintivo do clube.

Além de um lindo bandeirão que coloria o céu azul de vermelho…

A faixa indica que o pessoal da base também estava presente. Bacana ver esse envolvimento dos atletas e também de ver quantas categorias estão ativas hoje em dia.

E se o clima já era de aos 29 minutos, Loram fez o estádio explodir… Inter 1×0!

E foi muito bonito ver o sentimento que brotou na arquibancada local…

Assim, o primeiro tempo chegou ao fim trazendo um sentimento de alívio à torcida local, afinal… Ninguém ali estava preparado pra sair do estádio sem o título, mas… como vc bem sabe, o futebol não perdoa…

Assim, enquanto o sol foi se pondo, o segundo tempo reiniciou…

Teve até festa do celular…

E aos 19 do segundo tempo, Cadu fez 1×1 para o espanto e a tristeza da torcida da Inter…

A luz do sol vai embora e aos poucos parece que a torcida de Bebedouro realmente terá que se contentar com o acesso, aliás, fato a ser muito comemorado por si só!

O pessoal da Sangue do Lobo manteve o apoio o tempo todo!

É fim de jogo…
O empate leva a festa para o outro lado da arquibancada e as centenas de pessoas que viajaram de Penápolis até Bebedouro é que fazem a festa, sendo aplaudidos inclusive pelo público local em uma demonstração linda de respeito.

Parabéns aos atletas da Internacional pela incrível campanha e pelo acesso…

E parabéns aos campeões do CA Penapolense!!

Abraços aos amigos que reencontrei, Brasileiro, Mariano e o próprio Thiaguinho!

E que a Inter siga transformando os sonhos em conquistas… Espero poder voltar ao Estádio para uma partida na A3 2027!

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Vitória FC 5×1 Rio Branco SAF – Supercopa Capixaba 2026

Estivemos no Espírito Santo na passagem de 2025 para 2026 e além de conhecer um pouco das maravilhas do litoral capixaba também fomos registrar estádios e… de presente extra, acompanhamos nosso 1º jogo do ano.

E não poderia ser melhor: a Supercopa Capixaba, valendo taça, no Estádio Salvador Venâncio da Costa.

Ainda fora do Estádio, o clima era de festa pela torcida do Vitória!

Além da partida em si, o torcedor do Vitória aproveitou pra renovar o armário e adquirir a nova camisa do time.

A Torcida Sangue Azul fez a sua parte e não parou de cantar um minuto mesmo muito antes da bola rolar…

E como o jogo não foi oficializado pela Federação Capixaba (um grande lapso da Federação, na minha opinião), a pirotecnia pode rolar solta!

Muitas faixas e bandeiras também deram ao Estádio cara de decisão!

E olha o time do Vitória entrando em campo!

Noite inesquecível para as crianças que entraram em campo com os atletas!

E com certeza, as crianças que estiveram apoiando na arquibancada mesmo…

Cerimonial de abertura em dia e em alta emoção…

Os bares faturaram alto também… Afinal era uma noite quente, na capital capixaba.

E lá do outro lado, inaugurando as novas arquibancadas do Estádio, a torcida do Rio Branco também não deixou barato! É lotação máxima!

O clima de jogo foi aumentando conforme o seu início se aproximava e foi incrível como teve gente chegando até os 20 minutos de jogo.

E se liga no clima que estava o pessoal da Sangue Azul!

E começa a decisão!!!

O Vitória veio com tudo pra cima!

Mas o time do Rio Branco logo equilibrou o jogo e passou a criar boas chances que acabaram em más finalizações ou em defesas do goleiro Paulo Henrique. Mas a torcida local não desanimou e foi apoio total!!!

Mas, aos 19 minutos, o Capa-Preta viu o seu bom início de jogo ir por água abaixo, quando Tony Ribeiro fez Vitória 1×0!

O gol deu ânimo ao time do Vitória que começou a pressionar para ampliar o placar…

O Rio Branco reagiu e voltou a criar chances, animando sua torcida.

Aos 32″ do primeiro tempo, empatou em um golaço de Breno Melo, com um lindo chute de fora da área no ângulo, sem chances para o goleiro.

Mas a torcida local estava mesmo inspirada e parecia empurrar o time…

E nesse embalo, aos 37, Carlos Vitor colocou o Vitória à frente, novamente.

Já nos acréscimos do primeiro tempo, Gustavo Tonoli marcou o terceiro após passe de Carlos Vitor, em lance inicialmente anulado e validado posteriormente pelo VAR.

No segundo tempo, o Vitória ainda ampliou, aos 22 minutos, com Tony, de Penalty.

Aos 32, Gustavo ainda marcou o 5º gol, transformando a vitória em goleada.

A torcida foi à loucura…

E aí rolou o tradicional “Olé”, mesmo faltando mais de 20 minutos pro fim do jogo…

O Rio Branco ainda perdeu pênalti para delírio da torcida do Vitória…

Torcida Sangue Azul começa o ano comemorando titulo!!!

Em tese, o jogo já acabou, falta só o árbitro apitar, por isso o público e aglomera ali no alambrado…

Fim de jogo e o Vitória leva a Taça da Supercopa pra casa!

Os jogadores vieram comemorar com a torcida!!!

É campeão!!!

Aqui, a foto de Henrique Montovanelli para o site da Globo, mostrando melhor o time levantando a taça!

Agradeço a boa recepção dos torcedores, em especial do amigo Leidimar!

E também do Cabeleira (da loja de camisas “Baú do Cabeleira“).

Aguarde por novos posts com registros de outros estádios capixabas.

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A final da 2ª divisão da Liga de Santo André

Domingo, 7 de setembro de 2025.
Seja bem vindo à final da 2ª divisão da Liga de Santo André, em campo: La Máfia FC e EC Unidos da Vila.

E que linda festa na arquibancada… Começamos olhando a arquibancada do EC Unidos da Vila.

Olha como as minas realmente têm participado ativamente das bancadas no futebol amador:

E que tal essas bandeirinhas pra dar um visual ainda mais legal à arquibancada?

Bateria, faixas e o distintivo do time mostram a força da torcida do EC Unidos da Vila!

Ah, e a pirotecnia está liberada!

Olha aí o time do EC União da Vila posando em frente sua torcida!

O time saiu perdendo e se liga como foi o momento do gol de empate do EC União da Vila:

E agora, vamos ver como estava o pessoal que jogou de “local”, a torcida do La Máfia FC:

O time confirmou seu favoritismo e venceu a partida por 2×1.

Olha aí a faixa da Loucos da Máfia:

A quadrilha mafiosa também se fez presente com bandeiras e faixas:

Momento do gol do La Máfia:

Pessoal da Fúria Andreense, do EC Santo André, se fez presente:

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AA Ponte Preta 1×0 Londrina EC

Última rodada define os quadrangulares finais da Série C 2025

Sábado, 30 de agosto de 2025.
Mais um fim de semana por Cosmópolis e, como a nossa amada Bezinha já havia chegado ao fim, com a última partida lááá em Tanabi, decidimos ir até Campinas acompanhar a rodada decisiva da primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro.
Seja bem vindo ao Estádio Moisés Lucarelli, a casa da Ponte Preta!

Chegamos pouco antes do apito inicial, sem filas ou qualquer dificuldade para entrar.

A torcida organizada do Londrina EC ainda não havia chegado, apenas o chamado “torcedor comum” já estava presente para acompanhar a entrada dos times.

Cerimonial da partida completo…

A torcida da Ponte fez bonito e levou bastante gente ao Estádio!

A Macaca vem com tudo pra cima!

Olha o pessoal da Falange Azul chegando pra apoiar o LEC!

Do lado da Ponte: as principais chances eram criadas nas bolas aéreas.

Do lado do Londrina: a presença do pessoal que viajou mais de 500km para ver o time da sua cidade!

Aliás, em campo o jogo estava parelho e na bancada a torcida visitante fazia de tudo para ser ouvida e apoiar o Londrina nessa partida!

Mas, seria a torcida da casa que sairia contente…

Aos 13’ do 2º tempo, Toró fez o gol que garantiu a vitória da Ponte Preta e que garantiu o segundo lugar nesta primeira fase.

A torcida do Londrina ainda fez de tudo pra apoiar…

Mas realmente a tarde era mesmo da Ponte Preta…

Assim, ficaram os grupos:

Mais uma partida histórica registrada!

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Final da Série B, do Campeonato Paulista 2025

Tanabi EC vence o ECUS por 2×0 e dá um grande passo rumo ao título!

Sábado, 23 de agosto de 2025.
Data marcante: 1ª partida da final e nosso último jogo da “Bezinha” acompanhado no campo deste ano e por isso fomos mais uma vez até Suzano!

Como já fomos até Tanabi na 1ª rodada pra acompanhar a estreia do time local contra o Santacruzense (veja aqui como foi), acabamos decidindo não acompanhar o último jogo – a finalíssima- lá.
Lembrança daquele jogo em Tanabi, ao lado dos amigos Rodrigo (de Neves Paulista) e Fernando e seu pai (de Votuporanga):

Coincidência ou não, Suzano foi a segunda cidade que visitamos nessa série B (veja aqui como foi) em jogo do ECUS contra o Mauá, partida que vimos por 3 vezes esse ano!! Naquele dia, poucas pessoas foram ao campo…

Diferente daquele dia, o Estádio Suzanão recebeu um bom público nessa final!

Até faixa de Torcida Organizada (a Leões do Colorado) esteve presente nessa decisão!

E a torcida conseguiu criar um clima de decisão!

Vimos muitas famílias no Estádio, dando uma atmosfera diferente daquela que se pode esperar de uma arquibancada de futebol.

O ECUS tentava desafiar o favoritismo do Tanabi que liderou todas as fases do campeonato.

Mas aos 38 minutos, Breno abriu o placar para os visitantes:

É sempre bom ver a arquibancada mais cheia, já que Suzano é a casa de mais de 307 mil pessoas e além do ECUS o União Suzano também representa a cidade, ou seja… Com o acesso, Suzano vai dividir suas atenções entre as séries A3 e A4.

Bom pro vendedor que faturou melhor…

Assim como a lanchonete!

O clima estava quente e seco, exigindo as tradicionais paradas para hidratação.

Os treinadores aproveitaram todos os momentos para trabalhar e retrabalhar os seus times!

Ali nos camarotes, o presidente Pedro e o Diretor Executivo de Futebol Amim:

Voltando para o jogo, o Tanabi conseguiu desde cedo impor seu padrão de jogo, mesmo jogando fora de casa.

O Tanabi ainda perdeu um penalty…

O público que vinha se acostumando com o ECUS vencendo suas partidas em casa teve que aceitar um adversário que se colocou muito bem no campo de jogo.

E pra deixar ainda mais triste a torcida local, o craque Marcelo Maçola fez o segundo gol do Tanabi:

Ao final, o Tanabi saiu vencedor da partida levando uma boa vantagem para a partida no interior!

Fizemos um compilado das fotos e vídeos mostrando também os gols da partida, confira:

Após o fim do jogo, conseguimos bater um papo com o pessoal do Tanabi, começando pelo treinador Davi Zaqueo:

Falamos também com o presidente do Tanabi, Pedro Roberto Falchi:

O presidente ainda deixou uma camisa com um representante do ECUS mostrando que a rivalidade só deve existir enquanto rola a bola!

Pô, e deu ainda pra ouvir uma torcedora que veio até para apoiar o time visitante e já está confiante na conquista do título!

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ECUS 1×1 Mauá FC – Valeu o acesso à série A4 de 2026

Time visitante pressionou no final, mas não conseguiu vencer os donos da casa, que vão à final com o Tanabi

Sábado, 16 de agosto de 2025.
A Bezinha 2025 chega aos jogos de volta da semifinal, de onde saem os times finalistas e os acessos à série A4 2026.
Para acompanhar um destes finalistas, fomos novamente até o Estadio Municipal Francisco Marques Figueira, em Suzano.

Dessa vez, o ECUS contou com boa presença de público!

Até faixas coloriram a bancada do Suzanão apoiando o time da casa!

O clima estava tão animado que preferi trocar a trilha original que estava rolando no estádio por algo que faz mais sentido pra mim…

Cada vez tem mais gente usando a camisa do time e parece que a paixão segue crescendo já que no intervalo eles venderam TODAS as camisas que levaram!!!

Havia ainda muitas crianças e mulheres com uma camisa do ECUS um pouco diferente, talvez façam parte das categorias de base do time.

Desta vez, estávamos eu, Sérgião e o Mário pra acompanhar a partida decisiva!

Sente o clima na bancada local:

Foi bacana ver o reconhecimento da população local ao trabalho do time do ECUS.

No fundo, era importante que essa relação da cidade com o time existisse desde a primeira rodada, mas… antes tarde do que mais tarde…

E olha que barato, do lado de lá, havia até uma movimentação da torcida do Mauá FC, que deu uma vibração ainda maior para o jogo!

Em campo, o jogo começou a mil por hora e o Mauá FC mostrou que não ia deixar o ECUS levar a vaga facilmente.

A equipe técnica do Mauá FC buscava formas de surpreender o ECUS, mas o time de Suzano jogava atento a cada bola.

E claro…
Jogo pegado, porrada em cada lance!

Nenhuma grande chance havia sido criada quando, aos 27 minutos, um lançamento, meio chutão mesmo, foi dado em direção ao ataque do ECUS, culminando com o gol de Molina. Acompanhe o lance no vídeo da Paulistão TV:

Festa na torcida local. Até pirotecnia teve!

Será que o acesso está garantido?
Com o 1×1 do jogo anterior, em Mauá, um novo empate dava a vaga para o ECUS.
Logo, o 1×0 dava uma boa tranquilidade ao time local.

Não a toa a torcida do ECUS se fazia ouvir!

O primeiro tempo chegou ao fim com o 1xo para o ECUS.

E será que o pessoal tá animado com a fase do time?

O jogo se reinicia e o Mauá volta melhor para o segundo tempo, dando aquele ar de preocupação na torcida local…

Aos 30 do segundo tempo, o Mauá FC teve Wanderson expulso, e pela lógica, o jogo ficaria mais fácil, correto?
Mas não foi o que aconteceu.
Em campo a expulsão injetou adrenalina nos visitantes e o Mauá veio com tudo pra cima!
A partir daí, o grande nome do jogo foi o goleiro Luan Labiuc, do ECUS.
Mas foi o goleiro do Mauá que colocou fogo no jogo aos 34 do segundo tempo, ao lançar uma bola na área e encontrar Kaynan que igualou o jogo.

A torcida do Mauá voltou a acreditar na virada!

Aí sim, o goleiro Luan fez a diferença impedindo a virada do Mauá, que daria a vaga ao time do Grande ABC.

Só o goleiro do Mauá ficou na defesa…

Nos últimos momentos, a arquibancada enlouqueceu enquanto aguardava o fim do jogo…

Mas, não teve jeito… O jogo terminou empatado em 1×1 e pela melhor campanha o ECUS levou o acesso e a vaga para a final.

Só nos resta agradecer poder participar de um momento tão legal e importante para a história do ECUS!

Aproveitei o momento de festa pra ouvir o goleiro do ECUS, o melhor em campo, sobre o acesso:

Também ouvimos o Tegi, presidente do Mauá FC:

E, o William, presidente do ECUS SAF:

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