Sertãozinho 1×1 EC Santo André (Campeonato Paulista sub20 2026)

Sábado, 19 de setembro de 2026.
Dia de mata-mata pelo Campeonato Paulista Sub-20!
E por mais insano que pareça, saímos de Santo André as 4h30 da manhã para acompanhar a primeira partida desse mata-mata válido pelos 16 avos do campeonato.
De presente, ganhamos esse lindo nascer do sol, ali por Pirassununga:

Embora nossa passagem pela cidade tenha sido para acompanhar o jogo, acabamos aproveitando para conhecer a cidade.
Já estive lá, há 10 anos para acompanhar o acesso do Sertãozinho à série A2 (veja aqui como foi), mas ainda não tinha me dedicado a conhecer mais do dia a dia de Sertãozinho.

Localizada na região de Ribeirão Preto, Sertãozinho é uma cidade fortemente marcada pela agroindústria e, principalmente, pelo setor sucroenergético, que vira e mexe se apresenta em crise, para a tristeza da cidade.


A ferrovia também faz parte da história de Sertãozinho e fiz questão de visitar a antiga estação da cidade.

Mas nessa visita conhecemos outra característica importante da cidade: sua vida cultural, já que nesse fim de semana acontecia a 22ª Feira do Livro de Sertãozinho, realizada na tradicional Praça 21 de Abril.

Com o tema “Sertãozinho: Estância de Encontros e Histórias” e reuniu literatura, música, educação e cultura, com escritores locais e convidados, atividades para crianças, oficinas, troca e doação de livros, um planetário gratuito e até show do Almir Sater.

Essa é uma das coisas mais bacanas de viajar pelo interior.
A gente sai de casa para conhecer um estádio, assistir a uma partida e acaba descobrindo também as praças, as história e as pessoas que ajudam a construir a identidade de cada cidade.
Além, é claro do sorvete local!

Mas, o objetivo central desse rolê era mesmo o Estádio Frederico Dalmaso, o tradicional Fredericão, palco da partida entre Sertãozinho FC e EC Santo André.

E não é que nossa bancada ainda ganhou mais gente com a chegada do Marques, Ovídio, Sandro Gaúcho e o Gabriel!

A entrada visitante é ali no portão lateral, número 3. Então, seja bem vindo!

Times em campo…

Hino, orações e abraços em dia…

Importante saudação à torcida que andou muitos quilômetros para estar ao lado do time…

Até a bandeirinha do escanteio está pronta…
Ainda que de ponta cabeça…
Mas já podemos começar a partida!

O jogo é importante, pois o campeonato entra agora na fase eliminatória, onde “dois times entram, e um time sai” e por isso o jogo começou quente, com o Santo André se posicionando muito bem e apertando o time da casa.

Na bancada, a torcida fez o que pode, apoiando e até colorindo o nosso lado com as faixas da Fúria e a homenagem à TILMA.

Porém em uma descida pela direita, o Touro dos Canaviais saiu na frente com Gabriel, colocando pressão sobre o Ramalhão neste primeiro confronto do mata-mata.

Pode conferir no placar…

E o gol acabou animando o time da casa que criou outras chances…

O sol, que há tanto tempo não dava as caras pelo ABC nos fez uma visita lá no interior…
A pausa para hidratação veio em boa hora pros times e também pra quem estava na bancada.
Aliás, linda atitude da diretoria local de distribuir água para a nossa torcida, muito obrigado!

A sombra das bandeiras também foi uma boa opção de refresco…

A partida foi muito boa tecnicamente, mas com o placar em vantagem, o time da casa acabou preferindo segurar o jogo e o Santo André acabou crescendo no jogo!

O intervalo foi marcado pelo belo gesto da torcida ramalhina limpando o estádio:

No segundo tempo, o jogo ficou quente até que Guilherme Henrique marcou para o time do ABC e definiu o placar em 1 a 1, deixando tudo aberto para a partida de volta.

Sertãozinho 1 x 1 Santo André.
Agora, a decisão da vaga muda de endereço. Na próxima sexta-feira, 25 de setembro, as duas equipes voltam a se enfrentar, desta vez em Santo André, para definir quem segue adiante no Campeonato Paulista Sub-20.
Mas antes do final, um registro do nosso time da bancada:

E também um agradecimento à torcida local, Raça Grená, que nos recepcionou e depois do jogo ainda trocou uma ideia com a gente, mostrando que o futebol podia ser muito mais legal se essa fosse a regra em todos os jogos e estádios.

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4ª feira de cinzas: Taubaté 1×1 Santo André, 11ª rodada da A2

Em plena quarta feira de cinzas do carnaval 2026 fomos até Taubaté para acompanhar de perto mais um capítulo dessa Série A2.
Viagem, estrada, conversa sobre escalação, aquela expectativa que quem gosta de futebol do interior entende.
Chegamos no Joaquinzão com o sentimento de que era jogo decisivo.

A entrada de visitantes tá meio caidinha…

Mas uma vez dentro do estádio não tem como não pensar que o futebol é mesmo mágico…

Olha lá o burro, mascote do time!

Bacana ver que mais gente teve a coragem de ir até lá para acompanhar a partida. Santo André nunca joga sozinho.

Times em campo…

O jogo começou elétrico e o Santo André parecia um time mais bem postado do que nas partidas anteriores.
A gente mal tinha terminado de se acomodar e já estava comemorando no meio da arquibancada visitante: após um escanteio o Santo André abriu o marcador.

Só que futebol não é roteiro pronto.
O Taubaté não sentiu o golpe. Foi pra cima. Pressionou. E o Santo André recuou…
Aos 38 minutos, depois de um cruzamento pela esquerda, a bola sobrou e o empate aconteceu.
Silêncio de um lado, explosão do outro.
E a gente já sabia que a noite não seria tranquila.

A torcida do Taubaté é bem legal.
Mantém viva a chama do futebol e da cultura caipira.

O primeiro tempo acabou e é hora de olhar a tabela e ver o que significa esse empate…

Lindas as árvores que cercam a arquibancada visitante.

O segundo tempo foi aberto, tenso, aquele jogo que ninguém quer perder.

O Santo André teve a chance de ouro aos 37 minutos. Daniel Davi passou pelo goleiro… e ali eu já estava levantando pra comemorar. Mas a finalização saiu fraca. A defesa tirou. Ficou aquela sensação de que escapou.

Na reta final, o Taubaté pressionou muito. O Joaquinzão empurrou. A defesa do Ramalhão segurou como deu até o apito final.

O empate não ajudou ninguém. Teve gosto amargo.
O Taubaté segue ali, colado na zona de rebaixamento, com nove pontos.
O Santo André, que começou a rodada no G-8, saiu da zona de classificação, agora está em nono, com 14 pontos.

Voltamos pra casa com aquela mistura de frustração e esperança. Porque foi um ponto fora, é verdade. Mas foi também um tropeço que custou caro na tabela.

Agora é virar a chave. Domingo tem São José no Bruno José Daniel. E a A2 não perdoa ninguém que relaxa.

Futebol do interior é isso: estrada, arquibancada, tensão e coração acelerado até o último minuto.

Um abraço pro Quero-quero…

E a gente segue junto.

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Santo André 2×1 Água Santa, virada emocionante na 7ª rodada da série A2 2026

Domingo, 2 de fevereiro de 2026.
Jogo às 10hs da manhã é assim: muitos olhos ainda sonolentos, alguns vindo direto do rolê de sábado, outros, já acostumados a acordar cedo diariamente…
Mas, em comum, todos com o coração batendo mais forte do que o normal, afinal, é dia de Santo André no Bruno José Daniel.
Dessa vez, o Thiago (meu sobrinho) esteve presente e se tem alguém pé quente é ele…

Outra coisa legal, que deveria ter estado presente em TODOS os jogos do time é a loja do Santo André, a Ramalhão Store.
Incrível como o torcedor gosta da nossa camisa… E mais, se tivessem outros itens a preços mais acessíveis (afinal a camisa deste ano está R$ 200), como bonés, camisas de algodão e etc, com certeza venderíamos ainda mais ítens.

O Água Santa é um time que se tornou nome pesado, principalmente depois do vice campeonato paulista, e chega pro confronto como vice-líder, dono de um ataque forte que prometia causar calafrios na arquibancada local.
Não a toa sua torcida se fez presente em bom número.

Vale ressaltar que tanto a Aquáticos quanto os demais torcedores do Água Santa sempre receberam bem a torcida do Santo André em Diadema, e a recíproca foi verdadeira.
Até churrasco na sede da Fúria rolou depois reunindo as organizadas.

Recentemente entrevistamos o Paulo, presidente do Água Santa e foi um dos programas mais legais do @1902, confira:

Bom, chegar ao Brunão significa, antes de mais nada, reencontrar amigos.
Bandeiras tremulando, corações pulsando, e aquela sensação de que cada rosto na arquibancada tinha uma história com o Ramalhão.

Começa o cerimonial!
Quando a Federação criou essa música de abertura, eu achava meio esquisito, hoje, eu confesso que dá uma sensação bem legal de espetáculo oficial.
Vale ressaltar a iniciativa em parceria com a UAPA (veja mais aqui sobre como apoiar) com foco na adoção de cães abandonados: cada jogador entrou carrgando um dos pets que estão para serem adotados.

O jogo começou nervoso, o Santo André buscando espaço, mas não conseguia acertar aquele último passe…

Quem foi pra arquibancada foi pra torcer e não apenas para assistir.
O público apoiou os 90 minutos, jogando junto, como tem que ser.

Olha aí o Esquerdinha ajudando a criar um clima diferente na nossa bancada!

Pessoal da TUDA, a mais tradicional torcida organizada do Santo André, também estava lá!

Esquadrão Andreense também deu o seu apoio!

Em campo, o Santo André, mais uma vez teve boas oportunidades com os escanteios, mas, ao menos no primeiro tempo, nenhum deles acabou em gol.

Assim, o que se viu no primeiro tempo foi uma verdadeira luta tática.
A bola rodava, e cada chegada do Santo André vinha à mente o “vamos, vamos, vamos Ramalhão, vamoooooos!”.

Era como se a arquibancada pudesse soprar o time pra frente com cada grito.

O Água Santa mostrou porque tem uma campanha sólida, jogando com confiança, explorando os espaços, exigindo atenção máxima da defesa.
Quando foi pro ataque… fez um golaço.
Água Santa 1×0 já nos acréscimos do primeiro tempo.

O intervalo virou pausa necessária, com muita gente deixando a arquibancada para procurar água e refrigerante e retomar o fôlego.
Aliás, talvez quem comande os bares precisa repensar um pouco a operação. Difícil essas filas…

No intervalo, quem apareceu ali do nosso lado foi o Alexandre Seichi, treinador do nosso time sub20 e o responsável pelo time que disputou a copinha.

O 2º tempo voltou com a Fúria comandando a festa na arquibancada central.
E a Fúria tem sido um ponto importante no clima dos jogos!

O segundo tempo começou e o Santo André sabia que precisava de uma reação o quanto antes, mas nem eu esperava que viesse tão rápida.
Aos 2″, Mauro empatou a partida!

A reação na arquibancada local foi instantânea: gritos, bandeiras levantadas, um coro que fez o estádio vibrar como poucas vezes vimos neste A2.
Foi um momento chave, já que uma derrota levaria a voltar a pensar na parte de baixo da tabela.

Aquele momento parecia ser a redenção de rodadas anteriores após altos e baixos, após lutas na Copinha, após noites complicadas, o gol trouxe um sentimento de justiça no ar.
O empate já soava como um bom resultado.
Mas, a melhoria no jogo (muito graça a entrada do Tanque no ataque) começou a nos fazer pensar… E se a gente achasse um gol e levasse 3 pontos na partida de hoje?

Mas o adversário não era qualquer um.
O Água Santa era um adversário complicado e ainda oferecia risco de também fazer o seu gol e nos deixar sem ponto algum…
Só nos restava torcer.

O tempo passava rápido.
A lembrança de tantos gol tomados nos acréscimos deixava a torcida receosa…
Mas, aos 46 do segundo tempo…

Quanta energia. Quanta emoção. Quantos abraços trocados…

O torcedor ramalhino merecia esse carinho…
E do gol pro apito final foi um pulo…

Mais uma vez, o time soube dividir a celebração do resultado com a torcida…

No fim, a vitória ficou sensação foi de missão cumprida.
A certeza de que a cada jogo, mesmo contra um adversário forte como o Água Santa, o Ramalhão segue sendo um time que pulsa com sua gente.
Nossa paixão é assim: se renova a cada vitória, se fortalece a cada rodada e se celebra com cada bandeira no estádio.

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Santo André 0x1 Ferroviária, 6ª rodada da série A2 2026

28 de janeiro de 2026.
Mais uma noite que prometia história no Bruno José Daniel.

O clima de jogo às 4ªs feiras à noite é bem mais legal!!!

O time parece concentrado em busca dos 3 pontos.

A arquibancada estava linda, vibrante, cheia de cor e de energia..

Mesmo com uma campanha entre altos e baixos, a relação dos jogadores com a torcida está melhor do que nos anos anteriores. E lá vem o time saudar a torcida:

A Fúria Andreense cantou do primeiro ao último minuto, com bandeiras, gritos e aquela fé que só quem vive o Ramalhão entende.
Até fogos de artifício rolou!

O estádio parecia pulsar junto com cada passe, cada lançamento, cada jogada pelo alto.

E aí sempre fica aquela ideia de… se essa bola não tivesse batido na barreira…

Ver aquela festa nas arquibancadas era um orgulho imenso.

Olhando pros lados, encontrava amigos, desconhecidos, famílias inteiras fazendo barulho parecia que nada poderia abalar aquele espírito.

O projeto “Brunão raiz” levou ao estádio várias bandeiras. Olha aí a do Esquerdinha!

Mesmo quando o jogo não fluía como a gente queria, a torcida continuava firme, empurrando o time com alma

O primeiro tempo terminou em 0x0.

E um empate jogando de igual pra igual com o líder do campeonato não parece mal.

Mas o futebol, às vezes, é cruel.
A Ferroviária que não havia criado nenhuma chance clara de gol no primeiro tempo, arriscou um chute de longe e um desvio. matou o nosso goleiro.
AFE 1×0.
Mas a bancada não parou…

E essa bola na trave?? Não merecia o empate?

No final, o placar acabou adverso… O Santo André não conseguiu furar a defesa da Ferroviária e o relógio correu contra nós.

A derrota foi amarga, claro, mas a festa da torcida ficou gravada na memória como prova de que a paixão pelo Ramalhão jamais desaparece, mesmo nos momentos difíceis.

Mesmo depois do apito final, ninguém saiu correndo. Teve canto, teve aplauso e teve aquele reconhecimento silencioso entre quem ficou até o fim. Porque, ali, a gente não estava só pelo resultado.

Os jogadores vieram agradecer. Alguns com a cabeça baixa, outros batendo no peito. A arquibancada respondeu do jeito que sabe: cantando. Claro… teve cobrança, teve vaia. Mas também teve apoio. E a torcida em sua maioria ainda acredita!

E é isso que fica.
A certeza de que, independentemente do placar, o Bruno José Daniel segue sendo casa.
Lugar de encontro, de resistência e de amor ao Ramalhão.

Porque quando a gente está junto, a história continua sendo escrita.

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3ª rodada da série A2: a recuperação do EC Santo André

18 de janeiro de 2026.
Manhã de Domingo, jogo as 10hs, em pleno verão, mesmo sem o sol estalando nas nossas cabeças, a manhã apresentava aquele mormaço tradicional.
Mas nada disso interessa, o foco é a vitória no difícil jogo do Santo André contra o XV de Piracicaba.

Em campo, o Ramalhão procura sua reabilitação e por isso, sempre bom ver que o Santo André pode sempre contar com sua torcida.

E lá vamos nós para a 3ª rodada, em busca da nossa primeira vitória…

Não dá pra negar que a goleada sofrida em casa contra o Monte Azul, fez diminuir o número do chamado “torcedor comum”, aquele que frequenta as arquibancadas do Brunão com menor frequência.

Assim, não foi dia de ter grande presença da torcida, mas quem foi…
Foi pra torcer!

Ainda que todo mundo estivesse esperando uma resposta depois da última partida, a postura da torcida foi de apoio e não de cobrança. O desejo era simples: competir, reagir, mostrar que o Ramalhão ainda estava vivo na A2.

A torcida do XV também chegava com a mesma expectativa, visto que o time de Piracicaba também não começou empolgando…

Essa série A2 não tem jogo fácil… Parece que toda partida é uma decisão e exige atenção total!

O jogo começou travado, calor castigando, bola presa no meio.
O Santo André tentava, mas errava o último passe, ou parava no goleiro.

Só quem não parava era a Fúria Andreense, conhecida por cantar os 90 minutos!

No fim das contas até que estava um clima de jogo com a arquibancada com bastante gente…

O Santo André se mostrava mais precavido, apenas atacando na certeza, mas transmitindo mais segurança na defesa.

As bolas paradas buscando o cabeceio eram a principal investida dos donos da casa.

O primeiro tempo acabou virando no 0x0, deixando uma pulga atrás da orelha no torcedor local…
Será que é hoje que teremos nossa primeira vitória? Ou mais uma vez o “fator casa” não vai fazer sentido?

Antes do reinício do jogo, mais um papo do time ali no meio campo.
Tem que dar certo!

O segundo tempo começou com o Santo André se arriscando mais e consequentemente, abrindo chances para os contra-ataques do XV de Piracicaba, que chegou a assustar perdendo uma chance clara, assustando o lado azul do estádio…

Já ressabiados pela última partida, houve quem temesse o pior, mas o futebol, de vez em quando, resolve mudar a história e aos 35, a bola sobrou para quem mais precisava. Miguel Ribeiro. Cria da base.
O mesmo menino que dias antes tinha saído da Copinha com o peso de um pênalti perdido. Chutou, a bola explodiu na zaga e voltou, e na segunda chance ele bateu sem medo.
Gol. Explosão. Alívio. Grito preso há dias.

Não foi só um gol.
Foi resposta, foi respiro, foi justiça.
Três pontos que valem mais do que a tabela mostra.
Vitória que tira o time do sufoco e lembra todo mundo por que a gente segue vindo.

Porque o Ramalhão é isso.

Jogo difícil, torcida fiel e, às vezes, o futebol resolve recompensar quem não desiste…

Com o 1×0, o time se animou e veio pra cima em busca do segundo gol…

O jogo foi se aproximando do final e, claro, nunca é tranquilo, mas até que o time conseguiu segurar bem sua primeira vitória para a alegria da torcida Ramalhina!

Fim de jogo! O Santo André consegue fazer valer o mando de jogo e derrota um difícil e tradicional adversário!

O time mantém a proximidade com a torcida e celebram juntos essa vitória!

Até foto com a torcida deu pra fazer…

O pessoal da TV Ramalhão fez um vídeo bacana dos bastidores da partida, se liga:

Abraço para os amigos que seguem acreditando nesse time!

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A final da 2ª divisão da Liga de Santo André

Domingo, 7 de setembro de 2025.
Seja bem vindo à final da 2ª divisão da Liga de Santo André, em campo: La Máfia FC e EC Unidos da Vila.

E que linda festa na arquibancada… Começamos olhando a arquibancada do EC Unidos da Vila.

Olha como as minas realmente têm participado ativamente das bancadas no futebol amador:

E que tal essas bandeirinhas pra dar um visual ainda mais legal à arquibancada?

Bateria, faixas e o distintivo do time mostram a força da torcida do EC Unidos da Vila!

Ah, e a pirotecnia está liberada!

Olha aí o time do EC União da Vila posando em frente sua torcida!

O time saiu perdendo e se liga como foi o momento do gol de empate do EC União da Vila:

E agora, vamos ver como estava o pessoal que jogou de “local”, a torcida do La Máfia FC:

O time confirmou seu favoritismo e venceu a partida por 2×1.

Olha aí a faixa da Loucos da Máfia:

A quadrilha mafiosa também se fez presente com bandeiras e faixas:

Momento do gol do La Máfia:

Pessoal da Fúria Andreense, do EC Santo André, se fez presente:

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EC Santo André 0x2 AD São Caetano – Copa Paulista 2025

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Santo André 0x4 São José (Copa Paulista 2025)

Sábado, 28 de junho de 2025.
Após uma manhã fria de inverno, chegamos a uma tarde ensolarada quente como se estivéssemos no verão…

Os times entram em campo sob o cerimonial oficial da Federação Paulista:

Concentração de ambos os lados, afinal a Copa Paulista é a competição mais importante neste momento para as duas equipes.

Como sempre, a Fúria Andreense faz sua parte e apoia gritando os nomes de cada jogador, do treinador, cantando o hino…
Eu não faço parte de nenhuma torcida organizada mas é bastante claro pra mim que sem a Fúria, a bancada do Brunão estaria literalmente morta.

Depois de ser proibida de entrar no jogo passado, novamente a bateria se fez presente e parece que o pessoal estava com saudades de tocar…

Do outro lado, parabéns aos torcedores visitantes que compareceram!

É muito bacana ver 3 gerações da mesma família em campo para apoiar o nosso Ramalhão!

Fico contente de poder estar em mais uma partida em meio a todo esse pessoal!

O jogo começa bastante corrido.
Sou realista o suficiente para saber que o time do São José nesse momento é superior ao do Santo André, por isso, confesso que me surpreendi com um começo de jogo bem disputado, tendo até algumas chances de gol em bolas paradas.

E com isso, a força da bancada só aumentava!

Teve até presença ilustre do Pará, nosso eterno lateral esquerdo!
O Sérgio, que está aí na foto com ele, considera que o gol feito pelo Pará contra o Ceará em 2008 foi o mais bonito que ele viu no Estádio Bruno José Daniel.
Ah, estivemos com o Pará um dia antes no campo do Aclimação EC, veja aqui o papo que gravamos!

E mais uma chance acabou pra fora…

Entretanto, aos 33′ do 1º tempo, após um cruzamento para a área em uma bola que parecia ser do nosso goleiro, Gustavo Brandão, de cabeça, fez 1×0 para o time visitante.
Que droga…

O primeiro tempo terminou com a desvantagem mínima gerando um clima chato na bancada.
Fomos ouvir um pouco o pessoal da arquibancada:

Veio o segundo tempo e por alguns breves instantes até teve quem sonhasse com um empate e até mesmo com uma virada heróica daquelas para entrar pra história…

Vê se alguém aí tava com cara de desacreditar…

Mas, logo a cara do torcedor ramalhino azedaria de vez…

Aos 18’ do 2º tempo Rone Carlos fez 2×0.
Aos 29’, Danilo Fidélis ampliou.
E aos 42, Marlon Martins fechou a goleada… 4×0 em casa…
Todo mundo foi embora puto da vida, triste com o time e a diretoria…

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EC Santo André estreia com vitória no Campeonato Paulista Feminino

Sábado, 17 de maio de 2025.
Guarde essa data, ela é histórica.
É a primeira vez que o EC Santo André tem em campo um time feminino defendendo suas cores, e nós fomos ao Estádio Bruno José Daniel para registrar este momento!

O time do Santo André foi montado com o apoio da Prefeitura Municipal e aproveitou a base de atletas da Portuguesa, que este ano desistiu de disputar as competições por ter se tornado uma SAF.

Isso se traduziu em um time bem postado e organizado em campo, que sabia bem o que fazer com a bola.

Pode parecer simples, mas para uma equipe sub 15 esse nível de organização chama muito a atenção.

Logo, essa organização se transformou em domínio e como consequência aos 5 minutos do primeiro tempo: Coutinho aproveita a roubada de bola e faz o primeiro gol da história das Ramalhetes!

Teve quem achasse que o jogo seria fácil e que viria uma goleada…

Mas o time do Paulista acertou a marcação e passou a buscar o gol de empate, exigindo das Ramalhetes toda a atenção nas ações de contenção!

O 1×0 foi o placar do primeiro tempo, para alegria dos torcedores que compareceram!

O Doug (responsável pelo excelente @1967, projeto que resgata a historia da nossa arquibancada) trouxe a faixa que homenageia a torcida dos anos 70 e que, cita as “Ramalhetes”, na época, apenas torcedoras e hoje, atletas!

Finalmente as meninas, filhas da nossa torcida têm uma referência no futebol, quem sabe a próxima geração de atletas venham da nossa bancada?

A torcida gostou do primeiro tempo e estava empolgada para a sequência do jogo, lembrando que o sub 15 disputa 2 tempos de 35 minutos.

E o jogo voltou mais uma vez animado, com as meninas do Santo André muito coesas e decididas, enquanto o time do Paulista colocava todas as suas fichas na busca pelo empate deixando campo aberto para os contra ataques!

Muita movimentação no nosso time buscando abrir espaços no jogo…

E mais chances foram criadas…

O time do Paulista soube apertar a marcação impedindo as chegadas ao ataque do Santo André.

O nível do jogo foi bem interessante, com grande intensidade no ataque!

Mas não foi de contra ataque o nosso segundo gol, foi de uma construção tática incrível, que na hora a gente acaba nem percebendo.
8 passes trocados até Coutinho marcar o seu segundo gol e fazer 2×0 para as Ramalhetes.

E se o time está bem estruturado, muito se deve a este ai, o Professor Paulo, treinador da equipe!

Mesmo assim, as meninas do Paulista continuaram apertando…

Mas a boa atuação da zaga e da nossa goleira Ana Júlia garantiram a primeira vitória das Ramalhetes!

Foi bom ver o pessoal da Fúria presente!

Aliás, no segundo tempo parece que o público aumentou ainda mais!

Os 35 minutos finais chegaram ao fim e colocou a partida na história do EC Santo André!

Após o final do jogo todas as atletas seguem o protocolo de fair play, cumprimentando-se…

E foi hora de correr para a torcida!

Ainda quase crianças, as meninas fizeram a nossa torcida se emocionar!

Sejam bem vindas, Ramalhetes!

Quem esteve no jogo, surpreendeu-se pela qualidade e pela entrega das meninas… Foi uma ótima estreia!

Nosso pessoal, mais uma vez presente!!

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Primavera 1×0 Santo André (Quartas de final da série A2 2025)

Quarta feira, 19 de março.
É dia da partida de volta do mata-mata das quartas de final da série A2-2025.
Juntei me a alguns abnegados que toparam a viagem em pleno “dia de semana” para Indaiatuba!

A foto acima foi na primeira parada antes de chegar no Estádio, na tradicional “Borracharia do Luizinho” para dar um jeito em um pneu que furou na estrada 🙁

Indaiatuba é uma cidade relativamente próxima de Santo André e mesmo com a parada no borracheiro, chegamos com boa antecedência e pudemos dar uma volta no entorno do Estádio Ítalo Mário Limongi, o “Gigante da Vila Industrial”.

O entorno do estádio tem uma série de interferências e grafites em alusão ao apelido do time: o fantasma da Ituana!

Existe um pequeno memorial do time em uma sala administrativa do Estádio, e ali estão vários tesouros do time!

A torcida local se fez presente mesmo em um horário ruim, quando muitos estariam trabalhando. Se liga no clima que estava na entrada da torcida do Primavera:

E aí está a nossa bilheteria!

Uma vez dentro do Estádio Ítalo Mário Limongi, foi hora de rever a torcida do Fantasma, já que minha última partida neste estádio foi há 15 anos para ver um Primavera x Paulínia (veja aqui)!!
Olha como eu estava jovial:

Um momento muito diferente do atual, onde o Primavera se tornou uma SAF e chega na melhor campanha da sua história em um Campeonato Paulista.

Muito lega os tirantes estendidos pela arquibancada local e a empolgação do pessoal da torcida organizada:

Do outro lado, na arquibancada coberta, a lotação era máxima!

A vibração da torcida local é compreensível…
O Primavera jamais alcançou a série A1 e uma vitória simples na partida de hoje colocaria o fantasma nas semifinais, ou seja: 2 partidas para o acesso.

Mas, para isso, se faria necessário passar pela camisa pesada do Ramalhão!

Aí, o nosso banco de reservas:

E o time visitante mostrou que iria dar trabalho…

E junto do time, aí estamos nós: a torcida do Ramalhão!

Olha como é o setor dos visitantes do Estádio Ítalo Mário Limongi e diga se não é muito legal poder ver uma partida assim tão dentro do jogo e sem tanta vigilância.

Quantos anos de arquibancada nesta foto?

Assistir uma partida no Estádio Ítalo Mário Limongi como visitante é uma daquelas experiências intimistas que todo torcedor merece passar um dia na vida.

É o tipo de Estádio que a Fúria Andreense gosta! Só faltava deixá-lo um pouco mais azul e branco…

E se falar da Fúria, não tem como não falar destes dois irmãos: Simone e Diogão!

E deixá-lo um pouco mais antifascista também…

Se a torcida do Santo André estava confiante?

O começo do jogo foi meio morno, mas os últimos 15 minutos do primeiro tempo foram do Santo André, que dominou mas não criou chances reais de gol, desperdiçando inclusive as jogadas de bola parada…

O primeiro tempo termina com certa empolgação para o lado azul do estádio…

Aproveito para registrar as três gerações da família Pelachine:

E também montar a foto do pessoal que desafiou a lógica e foi até Indaiatuba! Um abraço especial para o seo Odair, dona Mercedes e o neto que vieram de Itú só para rever o time e a torcida!!!

Mas, o futebol é cruel, e pune…
Terminamos o primeiro tempo bem e começamos o segundo tempo bem.
Mas não matamos o jogo.
Então, aos 8 minutos do segundo tempo, veio o castigo…

A jogada começou com uma possível cotovelada pra cima do Juninho ocasionando uma briga generalizada após o gol.
No setor visitante, uma mistura de lamentos, mãos na cabeça e olhares vazios.
A sensação de que o destino tinha nos pregado mais uma peça era inevitável.
Que dura pancada contra estes apaixonados pelo time da sua cidade…

A Fúria não deixou o gol desanimar! Aliás, quem reclama das organizadas não deve ter o costume de ver jogos fora de casa. Não há clima de jogo sem a presença das organizadas na arquibancada.

E assim, o apoio seguiu inquestionável.
Bem como o amor pelo nosso time, inabalável.

Mesmo nos minutos finais não faltou quem acreditasse em um gol, que levasse o jogo pros penaltys…

Mas ver nosso Carlão morder a camisa de raiva e agonia, me fez entender que talvez… apenas talvez, hoje, a sorte não estaria do nosso lado…

E enquanto tentávamos gritar como se nossas vozes pudessem reverter o placar, o juiz terminou a partida, sem dó dos nossos corações…

Festa merecida para a torcida do Primavera.

Do nosso lado fica o agradecimento por mais um Campeonato cheio de sentimentos.
E ficam as incertezas.
O que será deste time cada vez mais distante de suas origens e de sua população?

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