8ª rodada da série A2: derrota do Santo André, em 2 dias

Sábado, 7 de fevereiro de 2026.
Pare de reclamar da chuva, arrume amigos que sejam malucos também, e vamos pra Itu acompanhar a 8ª rodada da série A2 do Campeonato Paulista 2026.

Em campo, Ituano defende uma ótima campanha, invicta ainda, e o Santo André vem tentando criar pelo menos sua primeira sequência de resultados positivos…
É dia do Estádio Novelli Júnior pegar fogo!

No início do jogo, a prevista chuva ainda não havia chegado, então antecipamos nossa tradicional foto pra marcar o rolê.
Essas aliás, foram feitas pelo Roberto, esse em primeiro plano de boné da Vans… Mais um fanático pelo Santo André!

Os times vem a campo… E olha a nuvem em cima do estádio…

A ideia do nosso site sempre é fazer uma cobertura da partida, junto de uma torcida, mas sempre respeitando o adversário e inclusive dando espaço à sua torcida, mas confesso que fiquei decepcionado com o público em Itu.

E não é um problema exclusivo do Ituano… Infelizmente o futebol leva mesmo cada vez menos pessoas ao campo… Mas no caso do time de Itu, a boa fase merecia mais gente apoiando o Galo…

Enfim… para poucas pessoas, mas provavelmente as mais legais da cidade, e sob um céu esquisito, começa a partida!!!

A noite prometia não ser simples.
A chuva pesada que pegamos na estrada se aproximava a cada minuto do Novelli Júnior e o Ituano começou vindo com tudo desde o primeiro minuto, empurrado pela liderança em jogo e pela força que tem no seu estádio.

Pelo visto o pessoal do São Bento passou por ali.

Como sempre, a gente sofreu, se segurou, acreditou.
Quando o gol deles saiu, bateu aquela dor seca no peito que parecia soprar no ouvido: “vai ser duro buscar hoje”.

A chuva chegou… Mas não parecia vir com muita força.
O pessoal até resistiu no começo com capas e até com uma cabaninha de bandeira improvisada pelo Furlan…

Mas a chuva foi ficando cada vez mais forte, o gramado virou um campo de batalha e o futebol começou a virar sobrevivência. Em campo e na arquibancada.

Mesmo assim, o Ramalhão tentou.
Teve combate, teve chute perigoso, teve luta.
Mas, tem dias que não é a nossa vez.

Quando o juiz encerrou o primeiro tempo, nem cogitei que a partida não voltaria, mas realmente estávamos encharcados como poucas vezes…
Essa outra foto do Roberto mostra como a organização tentou solucionar o problema:

Fiz o que seria a última foto do meu celular que acabou danificado pela água… A câmera já estava com a lente ruim…

Depois de mais de 1 hora, o juiz anunciou que a partida estava suspensa.
Saímos do estádio com a cabeça cheia e tivemos que aguardar até domingo de manhã, e dessa vez acompanhei de casa, sofrendo a distância.
O Santo André até voltou melhor mas o Ituano soube controlar o jogo, esfriar o ritmo e segurar a vantagem.
Fica a consciência de que o Ramalhão brigou dentro das condições que o jogo permitiu.
Graças ao adiamento do jogo entre Sertãozinho e Monte Azul, seguimos no G-8, mas com o alerta ligado, já que qualquer que seja o resultado sairemos desta posição.
Quem acompanha esse time sabe: a estrada da A2 é longa, dura, e só passa por ela quem aguenta lutar até o fim faça chuva, faça sol, no estádio ou em casa.

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Santo André 2×1 Água Santa, virada emocionante na 7ª rodada da série A2 2026

Domingo, 2 de fevereiro de 2026.
Jogo às 10hs da manhã é assim: muitos olhos ainda sonolentos, alguns vindo direto do rolê de sábado, outros, já acostumados a acordar cedo diariamente…
Mas, em comum, todos com o coração batendo mais forte do que o normal, afinal, é dia de Santo André no Bruno José Daniel.
Dessa vez, o Thiago (meu sobrinho) esteve presente e se tem alguém pé quente é ele…

Outra coisa legal, que deveria ter estado presente em TODOS os jogos do time é a loja do Santo André, a Ramalhão Store.
Incrível como o torcedor gosta da nossa camisa… E mais, se tivessem outros itens a preços mais acessíveis (afinal a camisa deste ano está R$ 200), como bonés, camisas de algodão e etc, com certeza venderíamos ainda mais ítens.

O Água Santa é um time que se tornou nome pesado, principalmente depois do vice campeonato paulista, e chega pro confronto como vice-líder, dono de um ataque forte que prometia causar calafrios na arquibancada local.
Não a toa sua torcida se fez presente em bom número.

Vale ressaltar que tanto a Aquáticos quanto os demais torcedores do Água Santa sempre receberam bem a torcida do Santo André em Diadema, e a recíproca foi verdadeira.
Até churrasco na sede da Fúria rolou depois reunindo as organizadas.

Recentemente entrevistamos o Paulo, presidente do Água Santa e foi um dos programas mais legais do @1902, confira:

Bom, chegar ao Brunão significa, antes de mais nada, reencontrar amigos.
Bandeiras tremulando, corações pulsando, e aquela sensação de que cada rosto na arquibancada tinha uma história com o Ramalhão.

Começa o cerimonial!
Quando a Federação criou essa música de abertura, eu achava meio esquisito, hoje, eu confesso que dá uma sensação bem legal de espetáculo oficial.
Vale ressaltar a iniciativa em parceria com a UAPA (veja mais aqui sobre como apoiar) com foco na adoção de cães abandonados: cada jogador entrou carrgando um dos pets que estão para serem adotados.

O jogo começou nervoso, o Santo André buscando espaço, mas não conseguia acertar aquele último passe…

Quem foi pra arquibancada foi pra torcer e não apenas para assistir.
O público apoiou os 90 minutos, jogando junto, como tem que ser.

Olha aí o Esquerdinha ajudando a criar um clima diferente na nossa bancada!

Pessoal da TUDA, a mais tradicional torcida organizada do Santo André, também estava lá!

Esquadrão Andreense também deu o seu apoio!

Em campo, o Santo André, mais uma vez teve boas oportunidades com os escanteios, mas, ao menos no primeiro tempo, nenhum deles acabou em gol.

Assim, o que se viu no primeiro tempo foi uma verdadeira luta tática.
A bola rodava, e cada chegada do Santo André vinha à mente o “vamos, vamos, vamos Ramalhão, vamoooooos!”.

Era como se a arquibancada pudesse soprar o time pra frente com cada grito.

O Água Santa mostrou porque tem uma campanha sólida, jogando com confiança, explorando os espaços, exigindo atenção máxima da defesa.
Quando foi pro ataque… fez um golaço.
Água Santa 1×0 já nos acréscimos do primeiro tempo.

O intervalo virou pausa necessária, com muita gente deixando a arquibancada para procurar água e refrigerante e retomar o fôlego.
Aliás, talvez quem comande os bares precisa repensar um pouco a operação. Difícil essas filas…

No intervalo, quem apareceu ali do nosso lado foi o Alexandre Seichi, treinador do nosso time sub20 e o responsável pelo time que disputou a copinha.

O 2º tempo voltou com a Fúria comandando a festa na arquibancada central.
E a Fúria tem sido um ponto importante no clima dos jogos!

O segundo tempo começou e o Santo André sabia que precisava de uma reação o quanto antes, mas nem eu esperava que viesse tão rápida.
Aos 2″, Mauro empatou a partida!

A reação na arquibancada local foi instantânea: gritos, bandeiras levantadas, um coro que fez o estádio vibrar como poucas vezes vimos neste A2.
Foi um momento chave, já que uma derrota levaria a voltar a pensar na parte de baixo da tabela.

Aquele momento parecia ser a redenção de rodadas anteriores após altos e baixos, após lutas na Copinha, após noites complicadas, o gol trouxe um sentimento de justiça no ar.
O empate já soava como um bom resultado.
Mas, a melhoria no jogo (muito graça a entrada do Tanque no ataque) começou a nos fazer pensar… E se a gente achasse um gol e levasse 3 pontos na partida de hoje?

Mas o adversário não era qualquer um.
O Água Santa era um adversário complicado e ainda oferecia risco de também fazer o seu gol e nos deixar sem ponto algum…
Só nos restava torcer.

O tempo passava rápido.
A lembrança de tantos gol tomados nos acréscimos deixava a torcida receosa…
Mas, aos 46 do segundo tempo…

Quanta energia. Quanta emoção. Quantos abraços trocados…

O torcedor ramalhino merecia esse carinho…
E do gol pro apito final foi um pulo…

Mais uma vez, o time soube dividir a celebração do resultado com a torcida…

No fim, a vitória ficou sensação foi de missão cumprida.
A certeza de que a cada jogo, mesmo contra um adversário forte como o Água Santa, o Ramalhão segue sendo um time que pulsa com sua gente.
Nossa paixão é assim: se renova a cada vitória, se fortalece a cada rodada e se celebra com cada bandeira no estádio.

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Santo André 0x1 Ferroviária, 6ª rodada da série A2 2026

28 de janeiro de 2026.
Mais uma noite que prometia história no Bruno José Daniel.

O clima de jogo às 4ªs feiras à noite é bem mais legal!!!

O time parece concentrado em busca dos 3 pontos.

A arquibancada estava linda, vibrante, cheia de cor e de energia..

Mesmo com uma campanha entre altos e baixos, a relação dos jogadores com a torcida está melhor do que nos anos anteriores. E lá vem o time saudar a torcida:

A Fúria Andreense cantou do primeiro ao último minuto, com bandeiras, gritos e aquela fé que só quem vive o Ramalhão entende.
Até fogos de artifício rolou!

O estádio parecia pulsar junto com cada passe, cada lançamento, cada jogada pelo alto.

E aí sempre fica aquela ideia de… se essa bola não tivesse batido na barreira…

Ver aquela festa nas arquibancadas era um orgulho imenso.

Olhando pros lados, encontrava amigos, desconhecidos, famílias inteiras fazendo barulho parecia que nada poderia abalar aquele espírito.

O projeto “Brunão raiz” levou ao estádio várias bandeiras. Olha aí a do Esquerdinha!

Mesmo quando o jogo não fluía como a gente queria, a torcida continuava firme, empurrando o time com alma

O primeiro tempo terminou em 0x0.

E um empate jogando de igual pra igual com o líder do campeonato não parece mal.

Mas o futebol, às vezes, é cruel.
A Ferroviária que não havia criado nenhuma chance clara de gol no primeiro tempo, arriscou um chute de longe e um desvio. matou o nosso goleiro.
AFE 1×0.
Mas a bancada não parou…

E essa bola na trave?? Não merecia o empate?

No final, o placar acabou adverso… O Santo André não conseguiu furar a defesa da Ferroviária e o relógio correu contra nós.

A derrota foi amarga, claro, mas a festa da torcida ficou gravada na memória como prova de que a paixão pelo Ramalhão jamais desaparece, mesmo nos momentos difíceis.

Mesmo depois do apito final, ninguém saiu correndo. Teve canto, teve aplauso e teve aquele reconhecimento silencioso entre quem ficou até o fim. Porque, ali, a gente não estava só pelo resultado.

Os jogadores vieram agradecer. Alguns com a cabeça baixa, outros batendo no peito. A arquibancada respondeu do jeito que sabe: cantando. Claro… teve cobrança, teve vaia. Mas também teve apoio. E a torcida em sua maioria ainda acredita!

E é isso que fica.
A certeza de que, independentemente do placar, o Bruno José Daniel segue sendo casa.
Lugar de encontro, de resistência e de amor ao Ramalhão.

Porque quando a gente está junto, a história continua sendo escrita.

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5ª rodada da série A2 2026: superação em Limeira, Inter 0x1 Santo André

24 de janeiro de 2026.
A tarde de sábado é convidativa à estrada.
O destino, Limeira, onde acontece a 5ª rodada da série A2.
Como estava em Cosmópolis, minha viagem até Limeira foi solitária e já dizia muito sobre o dia: camisa do Santo André no corpo e o pensamento repetindo: jogo fora nunca é fácil, mas hoje temos que ganhar…

Aí está o portal que dá acesso a este mundo mágico do futebol…
No caso, o portão 6 por onde entram os visitantes.

Pra quem não conhece, seja bem vindo ao Estádio Major José Levy Sobrinho, o “Limeirão“.

Em campo, mais uma vez o Santo André luta por reação, após derrota em Votuporanga na rodada anterior.
A fase do time local também não é das melhores.

A torcida da Inter se mostrou desconfiada, comparecendo em baixo número e questionando a permanência da atual comissão técnica.

O cerimonial começa, e pelo tempo que falta pro jogo começar, o público está mesmo pequeno…

Times perfilados…

Hora do último papo antes da disputa começar…

Quando a bola rolou, ficou claro que seria jogo de atenção máxima.
E lá vem o Ramalhão para o ataque!!

Do nosso lado, nossa torcida, ainda que em poucas pessoas, mais uma vez se fez presente, sempre prontos para apoiar.

A Inter tentou impor o ritmo de jogo, mas acabava pecando na última bola.
Chegaram a ter uma bola cara a cara com o goleiro, mas o chute saiu pra fora.
Alívio imediato para a bancada ramalhina.

O Santo André, mais cauteloso, parecia saber exatamente o tamanho do desafio e nas poucas vezes que chegou no começo do jogo, também causou incomodo!
Reclamação, mão na cabeça, aquele “não podia perder essa chance…”.
Mas o time seguia inteiro no jogo, competindo, sem se desesperar.

O relógio caminhava para o fim do primeiro tempo quando após uma boa troca de passes, Daniel Davi apareceu.
Mais um cria da base, com a confiança de quem conhece o escudo desde cedo.
Tabela rápida, saída limpa e chute colocado.

Silêncio geral no estádio, menos no nosso canto.

Estes momentos são de verdade, incríveis!!!

Depois do gol, o intervalo foi de expectativa alta.

Quase dá pra relaxar no intervalo…

Agora a missão é segurar o resultado fora de casa, e isso pesa.
Se por um lado a vitória parecia próxima, os 45 minutos (mais acréscimos) finais não cabem no relógio…

Para o tempo passar mais rápido, cantemos!

No segundo tempo, a Inter tentou uma reação.
Bola na área, chute cruzado, desvio. Faltas perigosas na entrada da área…
Cada lance parecia eterno.
Mas o time parecia mais maduro, chegando a criar novas oportunidades!

O coração da nossa torcida batia no ritmo da defesa.
O juiz ajudou e expulsou um jogador da Inter, abrindo ainda mais o jogo, com espaço pra contra-ataque e chances pra matar o jogo.
Quando a bola não entrou, veio aquela sensação conhecida: vai ter que sofrer até o fim, por este nosso vício eterno…

E sofreu. Minutos finais longos, bola levantada, defesa firme, goleiro atento.
Aliás, acho que foi a melhor partida de Gabriel Gasparotto para desespero da torcida local.

A torcida do Santo André já não cantava, gritava.
Empurrava no desespero, como se cada grito ajudasse a defesa a proteger nossa meta.

Quando o apito final veio, não teve exagero.
Teve sorriso cansado, palma forte e orgulho.

Mais uma vitória fora, mais uma cria da base decidindo, mais uma estrada que valeu a pena.

Porque acompanhar o Ramalhão é isso.
Às vezes é longe, às vezes é difícil, mas quando dá certo… fica na memória.

Não tem como explicar certas coisas ou certos momentos…

O time entendeu o que isso significa pra gente. Um por um, os jogadores vieram até onde estávamos, chamando, apontando, reconhecendo quem atravessou quilômetros para estar ali. Naquele momento, ficou claro que esse time está criando identificação.

E aí veio o gesto que arrepia. O pedido para cantar o hino juntos. Vozes diferentes, mas carregadas de verdade. Jogadores e torcida lado a lado, olhando para o mesmo escudo, cantando como se fosse no Brunão.

Vitória que vale mais do que três pontos, porque reforça memória, cria vínculo e lembra todo mundo por que seguir esse time faz tanto sentido.

Fim de tarde com muita dor de cabeça para a torcida da Inter…
Algumas horas mais tarde veio a notícia da queda da comissão técnica.
Boa sorte aos amigos de Limeira!

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4ª rodada da série A2 2026: derrota em Votuporanga

21 de janeiro de 2026.
Jogo no início de noite de uma 4ª feira, e infelizmente a distância não combina com o trabalho, impedindo a ida de boa parte da torcida do Santo André para a partida contra o CA Votuporanguense.

Pra quem não poder ir, não foi dia de estrada, de arquibancada ou de ingresso na mão. Foi dia de mesa de bar, TV ligada e celular acompanhando cada lance como se estivesse ali.
Decidimos resgatar uma antiga tradição da cidade e reunimos alguns torcedores no tradicionalíssimo “Buteko do Mazinho“.

O Buteko do Mazinho fica na rua das Hortências, 132 e faz parte da antiga geração de bares de Santo André.

Sem aquela visão 360º, restava comentar cada ataque e transformar cada erro naquela resenha típica de quem sofre junto há anos.

Entre uma cerveja e outra, o tempo parecia passar mais devagar.
A transmissão caía, o sinal oscilava, e a tensão só aumentava.
Torcer fora do estádio tem disso: a gente perde o cheiro da arquibancada, mas ganha a ansiedade compartilhada, o grito preso na garganta esperando a confirmação do lance, o olhar fixo na tela como se isso pudesse ajudar a bola a entrar.

Mas, claro que contamos com nossa torcida presente lá no Estádio entre eles o Arthur (@Umtorcedorqualquer) que fez esse vídeo:

E se não deu pra torcer lá no estádio, a gente fez da rua nossa bancada!

Infelizmente, o CA Votuporanguense, dirigido por Paulo Roberto, fez 1×0 no segundo tempo, placar final…

Torcer também é isso: estar longe, mas nunca ausente. Seja no Brunão, na estrada ou no buteko do Mazinho, o Ramalhão sempre arruma um jeito de juntar a gente.
E hoje, restou compartilhar a dor entre os presentes e torcer, como sempre, por uma nova recuperação, na próxima partida, em Limeira, contra a Inter.

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3ª rodada da série A2: a recuperação do EC Santo André

18 de janeiro de 2026.
Manhã de Domingo, jogo as 10hs, em pleno verão, mesmo sem o sol estalando nas nossas cabeças, a manhã apresentava aquele mormaço tradicional.
Mas nada disso interessa, o foco é a vitória no difícil jogo do Santo André contra o XV de Piracicaba.

Em campo, o Ramalhão procura sua reabilitação e por isso, sempre bom ver que o Santo André pode sempre contar com sua torcida.

E lá vamos nós para a 3ª rodada, em busca da nossa primeira vitória…

Não dá pra negar que a goleada sofrida em casa contra o Monte Azul, fez diminuir o número do chamado “torcedor comum”, aquele que frequenta as arquibancadas do Brunão com menor frequência.

Assim, não foi dia de ter grande presença da torcida, mas quem foi…
Foi pra torcer!

Ainda que todo mundo estivesse esperando uma resposta depois da última partida, a postura da torcida foi de apoio e não de cobrança. O desejo era simples: competir, reagir, mostrar que o Ramalhão ainda estava vivo na A2.

A torcida do XV também chegava com a mesma expectativa, visto que o time de Piracicaba também não começou empolgando…

Essa série A2 não tem jogo fácil… Parece que toda partida é uma decisão e exige atenção total!

O jogo começou travado, calor castigando, bola presa no meio.
O Santo André tentava, mas errava o último passe, ou parava no goleiro.

Só quem não parava era a Fúria Andreense, conhecida por cantar os 90 minutos!

No fim das contas até que estava um clima de jogo com a arquibancada com bastante gente…

O Santo André se mostrava mais precavido, apenas atacando na certeza, mas transmitindo mais segurança na defesa.

As bolas paradas buscando o cabeceio eram a principal investida dos donos da casa.

O primeiro tempo acabou virando no 0x0, deixando uma pulga atrás da orelha no torcedor local…
Será que é hoje que teremos nossa primeira vitória? Ou mais uma vez o “fator casa” não vai fazer sentido?

Antes do reinício do jogo, mais um papo do time ali no meio campo.
Tem que dar certo!

O segundo tempo começou com o Santo André se arriscando mais e consequentemente, abrindo chances para os contra-ataques do XV de Piracicaba, que chegou a assustar perdendo uma chance clara, assustando o lado azul do estádio…

Já ressabiados pela última partida, houve quem temesse o pior, mas o futebol, de vez em quando, resolve mudar a história e aos 35, a bola sobrou para quem mais precisava. Miguel Ribeiro. Cria da base.
O mesmo menino que dias antes tinha saído da Copinha com o peso de um pênalti perdido. Chutou, a bola explodiu na zaga e voltou, e na segunda chance ele bateu sem medo.
Gol. Explosão. Alívio. Grito preso há dias.

Não foi só um gol.
Foi resposta, foi respiro, foi justiça.
Três pontos que valem mais do que a tabela mostra.
Vitória que tira o time do sufoco e lembra todo mundo por que a gente segue vindo.

Porque o Ramalhão é isso.

Jogo difícil, torcida fiel e, às vezes, o futebol resolve recompensar quem não desiste…

Com o 1×0, o time se animou e veio pra cima em busca do segundo gol…

O jogo foi se aproximando do final e, claro, nunca é tranquilo, mas até que o time conseguiu segurar bem sua primeira vitória para a alegria da torcida Ramalhina!

Fim de jogo! O Santo André consegue fazer valer o mando de jogo e derrota um difícil e tradicional adversário!

O time mantém a proximidade com a torcida e celebram juntos essa vitória!

Até foto com a torcida deu pra fazer…

O pessoal da TV Ramalhão fez um vídeo bacana dos bastidores da partida, se liga:

Abraço para os amigos que seguem acreditando nesse time!

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