Clássico é clássico, e dessa vez deu Ramalhão!

17 de agosto de 2026.
Em plena segunda feira às três horas da tarde, o Santo André foi até o Estádio Anacleto Campanella para enfrentar os donos da casa: o São Caetano.
Horário ruim… Pouquíssima gente em ambos os lados…

Mas, do lado andreense, o time nunca joga sozinho!

Se você nunca esteve no Estádio Anacleto Campanella talvez nunca tenha visto o cantinho dedicado ao passado do time e à torcida Bengala Azul…
Torcida do Ramalhão animou o jogo cantando sem parar…

E lá vem os times para o jogo!
O Ramalhão começou pressionando e criou muitas chances…
Mas… não conseguia converter as oportunidades em gol para o desespero do torcedor Ramalhino…

Muito devido ao goleiro do São Caetano, Fernando Caixeta, que fez uma partida realmente memorável.
Pato marcou o único gol da partida, para a festa da torcida visitante!
Esse resultado colocou, em teoria, o Ramalhão na repescagem para as quartas de final e, de quebra, eliminou o rival com uma rodada de antecedência.
O clássico do ABC tem dessas coisas, vai além do jogo em si…
Tem uma rivalidade que leva em conta o histórico dos confrontos e todos esses contornos extras como a eliminação do Azulão, nesse caso.

Duas camisas tradicionais.
Duas histórias que já viveram grandes momentos no futebol paulista e nacional.
E uma rivalidade que continua escrevendo novos capítulos independentemente da divisão ou do campeonato.

Porque quem gosta de futebol sabe: a camisa nunca entra em campo sozinha. Ela carrega tudo o que veio antes.

Faz parte de quem joga: ganhar ou perder…
E quem ganha, tem o direito de uma mínima sacanagem né?
O time fez questão de vir celebrar com sua torcida e mantém viva a esperança do título para o torcedor do Ramalhão!

