235- Camisa do EC Meia Noite (SP)

A 235ª camisa do nosso site veio em dose tripla!
Três cores que levam a campo o amor de uma cidade ao futebol.

Camisa 1, 2 e 3…
E uma mais bonita do que a outra!
Já comece comentando qual das três você achou mais bonita!

E estas três camisas pertencem a um clube cheio de histórias e mistérios, e que só recentemente se filiou à Federação Paulista de Futebol.
Falamos do Esporte Clube Meia Noite!

O EC Meia Noite foi fundado em 21 de abril de 1959, na cidade de Patrocínio Paulista, que fica a mais de 400km da capital.
Assim como o time, a cidade também é pouco conhecida, pela distância e até pelo tamanho, onde vivem menos de 15 mil pessoas.

Mas muito antes do surgimento de Patrocínio Paulista, outros povos ocupavam aquela região.
Quando os primeiros europeus chegaram por ali, rumo às minas de Goiás, encontraram os povos Kayapó Meridionais (do macro grupo Jê).


E importante reforçar também que antes deles, evidências arqueológicas indicam ocupações de milhares de anos, anteriores aos Kayapós.

Com a chegada dos europeus, a cidade de Patrocínio nasceu como a “Terra do Diamante”, graças aos garimpeiros do século XIX que passaram a ocupar a região.
De lá pra cá, muita coisa mudou mas a cidade ainda mantém uma pegada interiorana cheia de charme e um certo ar bucólico.

Falando sobre o clube, a primeira dúvida que todos têm ao conhecê-lo é a origem do nome, e a resposta é bem simples: o time nasceu em um bar em frente à igreja no momento em que o seu relógio mostrava meia noite (a imagem abaixo é meramente ilustrativa kkk).

Em 2024, justamente no ano em que completou 65 anos, o clube transformou-se em SAF, graças a Edson Faleiros, que, quando adolescente, defendeu as cores do Meia Noite ainda nas competições amadoras da cidade.

Tivemos a oportunidade de conversar com ele no programa 1902Entrevista em 2025:

Em 2025, o time se filiou à Federação Paulista e passou a disputar as categorias de base, do sub-11 ao sub-17.
Estivemos com eles em Santo André, acompanhando jogo do sub15 contra o EC São Bernardo, veja aqui como foi.

Novamente batemos um papo com o Edson!

Já em 2026, começou o ano fazendo história ao sediar a copinha e, passar pra segunda fase, com direito à vitória em cima do poderoso Coritiba FC.

A SAF também promoveu uma série reformas no Estádio Municipal Galileu de Andrade Lopes, agora sob concessão da própria SAF por 30 anos.
Outra curiosidade interessante é que o estádio fica em frente ao cemitério municipal, que somado ao nome “Meia Noite” dá um certo ar “misterioso” ao time.

Em 2026, além da Copinha, o time fez (está fazendo nesse momento) boas campanhas nas competições de base.

Em 2026 ainda pegamos um jogo do sub15 lá em São Caetano:

Enfim, três camisas que registram a história de um time tradicional, mas que só recentemente entrou para o futebol federado e agora começa a escrever uma nova página de sua história!
Vai, Meia Noite!!!

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Copa Paulista 2026: 5ª rodada – São Caetano 0×1 Santo André

Clássico é clássico, e dessa vez deu Ramalhão!

17 de agosto de 2026.
Em plena segunda feira às três horas da tarde, o Santo André foi até o Estádio Anacleto Campanella para enfrentar os donos da casa: o São Caetano.

Horário ruim… Pouquíssima gente em ambos os lados…


Mas, do lado andreense, o time nunca joga sozinho!

Se você nunca esteve no Estádio Anacleto Campanella talvez nunca tenha visto o cantinho dedicado ao passado do time e à torcida Bengala Azul…

https://www.youtube.com/watch?v=vFWIPEUbwEs

Torcida do Ramalhão animou o jogo cantando sem parar…

E lá vem os times para o jogo!

O Ramalhão começou pressionando e criou muitas chances…

Mas… não conseguia converter as oportunidades em gol para o desespero do torcedor Ramalhino…

Muito devido ao goleiro do São Caetano, Fernando Caixeta, que fez uma partida realmente memorável.

Pato marcou o único gol da partida, para a festa da torcida visitante!

Esse resultado colocou, em teoria, o Ramalhão na repescagem para as quartas de final e, de quebra, eliminou o rival com uma rodada de antecedência.
O clássico do ABC tem dessas coisas, vai além do jogo em si…
Tem uma rivalidade que leva em conta o histórico dos confrontos e todos esses contornos extras como a eliminação do Azulão, nesse caso.

Duas camisas tradicionais.
Duas histórias que já viveram grandes momentos no futebol paulista e nacional.
E uma rivalidade que continua escrevendo novos capítulos independentemente da divisão ou do campeonato.

Porque quem gosta de futebol sabe: a camisa nunca entra em campo sozinha. Ela carrega tudo o que veio antes.

Faz parte de quem joga: ganhar ou perder…
E quem ganha, tem o direito de uma mínima sacanagem né?

O time fez questão de vir celebrar com sua torcida e mantém viva a esperança do título para o torcedor do Ramalhão!

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233- Camisa do Barretos EC (SP)

A 233ª camisa do site foi presente de amigo João Monteiro e pertence ao Barretos Esporte Clube, uma edição especial de 2026 dedicado ao time sub20 deste que é um dos clubes mais tradicionais do interior paulista e um importante representante da cidade mundialmente conhecida pelo Hospital de Amor, anteriormente chamado de Hospital de Câncer de Barretos.

Fundado em 12 de outubro de 1960, o Barretos EC é conhecido pelo seu apelido e mascote: Touro do Vale, em referência à forte tradição agropecuária da região.

Ao longo de sua história, o Barretos se consolidou como uma presença constante nas competições da Federação Paulista de Futebol, protagonizando campanhas marcantes e revelando atletas como o zagueiro “Modesto“.

O zagueiro Modesto fez parte do time de ouro do Santos ao lado de craques como Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Pode se dizer que a história do Barretos EC se inicia no início do século XX com a fundação do Barretos FC em 1915 (aqui vale ressaltar que o time passou por uma reorganização em 1938 e por isso alguns consideram este ano como o nascimento do time).
Era nesse time que o zagueiro Modesto que mostramos acima, jogou.
O excelente site Escudos Gino traz os distintivos já utilizados pelo time:


O outro lado dessa história se dá com o Fortaleza Esporte Clube, fundado em 15 de novembro de 1936 e conhecido como o “Periquito da Rua 20”.
Recorremos novamente ao Escudos Gino para mostrar o brasão do time:

E os dois times chegaram a rivalizar nas competições da Federação Paulista, jogando no tradicional Estádio da rua 32.

Ocorre que em 1959, ambos acabam rebaixados para a terceira divisão e em 15 de outubro de 1960, decidiram se unir e, apesar da rivalidade local, formar o Barretos Esporte Clube.

Escrevemos sobre a história do futebol de Barretos em outro post, veja aqui como foi e falamos sobre o terceiro time da cidade, o Motoristas FC:

Em 2016, estivemos no Estádio Antônio Gomes Martins, conhecido como Fortaleza,

E não foi pra ver qualquer jogo, não… Foi simplesmente a decisão de um dos acessos para a série A1 do Paulista, que acabou ficando com o Santo André.

Também estivemos acompanhando a torcida deles em Suzano, em uma partida da Bezinha:

O Barretos disputou a competição equivalente à segunda divisão de 1961 até 1987, quando foi rebaixado. Em 1965, 1968,1969 e 1976 participou das finais, mas acabou perdendo o acesso.

Em 1990, conseguiu o acesso e voltou à Série Intermediária (como era chamada a atual Série A2).
Em 1993, caiu para a Série A3 e, em 1995, para a Série B1A.
Em 2000, o Barretos conseguiu conquistar novamente o acesso à Série A3.
Em 2006, foi rebaixado à Segunda Divisão.
Em 2011, conquista o acesso para a série A3.
Em 2015, volta para a A2 (em 2016, o acesso para a série A1 n˜ão veio exatamente por aquele jogo que fomos assistir).
Em 2017, volta pra A3.
Em 2023, cai pra A4, onde permanece até 2026.

Mesmo sendo um clube do interior, o Barretos sempre contou com uma torcida fiel, que acompanha o Touro do Vale em todas as divisões e mantém viva a tradição do futebol na cidade.
A identificação entre clube e comunidade é um dos grandes patrimônios do Barretos EC.
Quer adquirir uma camisa desta? Mais informações pelo telefone (17) 3322-0547.

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232- Camisa da AA São Mateus (ES)

A 232ª camisa do nosso site pertence à Associação Atlética São Mateus, e embora eu a tenha há bastante tempo, só lembrei que não havia postado sua foto depois que estive na cidade de São Mateus (veja aqui como foi), e claro que aproveitei para conhecer sua casa, o Estádio Manoel Moreira Sobrinho, o “Sernamby“!

O Centro Educativo Recreativo Associação Atlética São Mateus, também chamado de “Associação” ou apenas “São Mateus” é um dos clubes mais tradicionais do futebol capixaba e um dos grandes representantes do norte do Espírito Santo.

Sua fundação, em 13 de dezembro de 1963, faz lembrar a história do VOCEM de SP.
Assim como o time paulista, a então Associação Atlética Paroquial surge por meio dos seminaristas da Congregação Mariana e do Padre Antônio Pianca.
Em 1971, passou a se chamar Associação Atlética Desportiva, até chegar a seu nome atual: Centro Educativo Recreativo Associação Atlética São Mateus.
Em 1975, a Associação conquistou o Campeonato do Norte do Estado, credenciando-se a disputar seu primeiro Campeonato Capixaba no ano de 1976, ficando na terceira colocação.
Olha a torcida que o acompanhou naquele ano:

O time adotou o azul e o branco como suas cores oficiais, em referência ao manto de Nossa Senhora e ao longo de sua história, tornou-se uma referência no futebol do interior do estado, conquistando espaço entre as principais equipes capixabas.
Uma de suas importantes conquistas foi o título da segunda divisão estadual de 1987:

Em 1994, a Associação foi vice-campeã capixaba, podendo disputar a série C do Campeonato Brasileiro do ano seguinte, mas em 2008 e 2019, conquistou o título da segundona capixaba.

E o “SAMA” ainda chegou ao título da primeira divisão capixaba em 2009… (foto e história da confusão incrível na final, disponível no incrível “Memória futebol capixaba”):

…E repetiu a dose em 2011 (de novo a foto é do “Memória futebol capixaba”)!

Desde 2025, o São Mateus não disputa em qualquer competição profissional, seja na Série A ou Série B do Campeonato Capixaba.
E em 2026, surge um novo time na cidade, o Audax São Mateus.
Será o fim da Associação? Ou o início de uma nova era?

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231- Camisa do América-RN

A 231ª camisa do nosso site pertence ao América-RN, um dos clubes mais tradicionais do futebol nordestino e um dos grandes símbolos esportivos do Rio Grande do Norte.

Fundado em 14 de julho de 1915, em Natal, o América adotou o vermelho e o branco como suas cores e construiu ao longo de mais de um século uma história marcada por títulos, grandes campanhas e uma relação muito forte com sua torcida.

Entre suas principais conquistas estão a Copa do Nordeste de 1998, o Campeonato Brasileiro da Série D de 2022 e 40 edições do Campeonato Potiguar, sendo o último conquistado em 2026.

Em 1997, o América fez uma grande campanha na Série A do Campeonato Brasileiro, terminando em 16º lugar, desempenho que lhe garantiu uma das vagas brasileiras na Copa Conmebol de 1998, tornando-se o primeiro representante do Rio Grande do Norte a disputar uma competição internacional.

Durante décadas, o América viveu momentos históricos no Machadão, estádio que marcou gerações de torcedores até sua demolição.
Estivemos lá antes disso para registrar o estádio antigo (veja aqui como foi o rolê)

Hoje, o clube manda seus principais jogos na Arena das Dunas, construída para a Copa do Mundo de 2014 no mesmo local.
Aliás, voltei pra natal em 2024 mas achei a Arena das Dunas tão esquisita… Melhor ver a tradicionalíssima Discol!

E lembrar que o Rio Grande do Norte é terra indígena!

A torcida americana, conhecida pela paixão e pela presença constante nas arquibancadas, é uma das mais tradicionais do estado e já protagonizou grandes festas em campanhas decisivas, especialmente nos momentos em que o clube buscou acessos e títulos nacionais.

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230 – Camisa do Esporte Clube Noroeste de Bauru

A 230ª camisa do site nos leva novamente a Bauru, de onde também veio a camisa 229, do Bauru AC, o “BAC“, mostrando que a cidade realmente respira futebol e guarda algumas das histórias mais interessantes do esporte no interior paulista.

Desta vez, a protagonista é a camisa do Esporte Clube Noroeste, um dos clubes mais tradicionais do interior de São Paulo e um símbolo de resistência, paixão e pertencimento para milhares de torcedores bauruenses.

Quem já esteve em Bauru sabe que o Noroeste vai muito além de um time de futebol.
O clube faz parte da identidade da cidade.
Seu estádio, o lendário Alfredo de Castilho (clique aqui e veja o rolê que fizemos na campanha do acesso à série A1 de 2024), continua de pé como um dos grandes patrimônios esportivos do interior paulista, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.

Fundado em 1º de setembro de 1910 por funcionários da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, o clube nasceu junto com o desenvolvimento da própria cidade.

Ao longo das décadas, o Norusca acompanhou o crescimento de Bauru, transformando-se em uma das instituições mais queridas da região e carregando consigo o orgulho de representar uma cidade inteira dentro das quatro linhas.

E talvez seja justamente aí que mora a beleza do futebol do interior.
Enquanto os grandes clubes disputam títulos nacionais e atraem os holofotes da mídia, equipes como o Noroeste mantêm algo que o futebol moderno muitas vezes perde: a ligação direta com sua comunidade.

O torcedor do Noroeste não escolheu o time por uma conquista na televisão. Escolheu porque nasceu ali, porque foi ao estádio com o pai, porque cresceu ouvindo histórias sobre os jogos de domingo e porque enxerga naquele escudo uma extensão da própria cidade.

Por isso, esta camisa representa muito mais do que um uniforme.
Ela simboliza uma comunidade inteira reunida em torno de uma paixão comum. Representa trabalhadores, comerciantes, estudantes, famílias e gerações que, junto do time, ajudaram a construir a história do clube e da própria Bauru.

Em tempos em que o futebol parece cada vez mais globalizado, camisas como a do Noroeste nos lembram da importância de valorizar aquilo que está perto.
De apoiar o clube que representa a nossa rua, o nosso bairro, a nossa cidade.
Afinal, o futebol brasileiro não foi construído apenas pelos gigantes das capitais.
Foi construído também por clubes como o Noroeste, que durante décadas mantiveram acesa a chama do esporte em centenas de cidades espalhadas pelo país.

Guardar uma camisa do Norusca é guardar um pedaço dessa história. É preservar a memória de arquibancadas cheias, de clássicos regionais, de viagens pelo interior e da relação única que existe entre um clube e a cidade que ele representa.

Porque, no fim das contas, amar o time da sua cidade é também uma forma de amar a sua própria história.

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229 – Camisa do Bauru Atlético Clube, o “Baquinho”

A 229ª camisa do site nos leva de volta a uma cidade que já visitamos algumas vezes e que sempre nos recebe de braços abertos: Bauru, no interior de São Paulo.

E ela representa um dos clubes mais tradicionais da história esportiva da cidade, o querido Bauru Atlético Clube, eternizado pelo apelido carinhoso de Baquinho.

Impossível passar por Bauru e não lembrar das histórias que o futebol deixou espalhadas pela cidade.
Uma delas está justamente em um lugar que muita gente frequenta sem imaginar o que existia ali antes: onde hoje funciona um supermercado, ficava o antigo Estádio Antonio Garcia, ou Estádio Lusitana, a casa do Bauru Atlético Clube, palco de jogos, encontros e memórias que marcaram gerações de torcedores.

O Estádio é daqueles lugares em que o concreto substituiu as arquibancadas, mas não conseguiu apagar a história.
Ao menos, o mercado manteve esse lindo mural na entrada.

O Baquinho foi um dos clubes mais importantes do interior paulista durante boa parte do século passado.
Fundado em 1º de maio de 1919 com o nome de Luzitana Futebol Clube, carregou o nome de Bauru para diversas competições e ajudou a construir a identidade esportiva da cidade.

Mais do que resultados, o clube se tornou um patrimônio afetivo de seus torcedores, daqueles times que representam uma época inteira da vida de uma comunidade.

E quando falamos da história do Bauru Atlético Clube, existe um personagem que conecta o Baquinho à maior lenda do futebol mundial.
Foi no clube que atuou João Ramos do Nascimento, o Dondinho, pai de Pelé. Antes de o Rei nascer para o futebol, seu pai já deixava sua marca nos gramados do interior paulista, vestindo a camisa do Bauru Atlético e ajudando a escrever um capítulo importante da família que mais tarde mudaria a história do futebol.

O próprio rei chegou a vestir sua camisa!

Por isso, esta camisa carrega muito mais do que cores e escudo.
Ela representa uma cidade apaixonada por futebol, um clube centenário e uma ligação direta com uma das maiores histórias já contadas dentro das quatro linhas.

É uma lembrança de que o futebol brasileiro não foi construído apenas pelos grandes clubes das capitais, mas também por equipes do interior que formaram atletas, reuniram comunidades e alimentaram sonhos.

Guardar uma camisa do Baquinho é preservar um pedaço dessa memória.

A camisa serve pra lembrar dos estádios que já não existem mais, das histórias contadas pelos mais velhos, das viagens por cidades do interior e da certeza de que o futebol vive não apenas nos grandes títulos, mas principalmente nas lembranças que permanecem vivas muito depois do apito final.

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228- Camisa da Seleção de Cabo Verde

Entrando no clima da Copa do Mundo 2026, a 228ª camisa de futebol do nosso site pertence à seleção de Cabo Verde.

Assim, mais do que um uniforme de futebol, a camisa representa uma história de identidade, pertencimento e orgulho nacional.

Em 2026, os Tubarões Azuis disputarão pela primeira vez uma Copa do Mundo da FIFA, um feito histórico para um arquipélago de pouco mais de meio milhão de habitantes.

A classificação inédita foi conquistada após uma campanha memorável nas Eliminatórias Africanas, coroada com a vitória por 3 a 0 sobre Essuatíni.

Na Copa, Cabo Verde terá uma missão difícil, mas empolgante.
A seleção integra o Grupo H ao lado de Espanha, Uruguai e Arábia Saudita, fazendo sua estreia justamente contra os espanhóis.
Para muitos torcedores, apenas estar entre as maiores seleções do planeta já representa uma conquista extraordinária, mas a equipe sonha em surpreender e mostrar ao mundo a força de um país que cresceu muito no cenário futebolístico nos últimos anos.
Entre os destaques da atual geração está Dailon Livramento, atacante que se tornou um dos símbolos da classificação histórica é visto por muitos como um dos grandes ídolos contemporâneos do futebol cabo-verdiano.

O futebol, nesse contexto, ultrapassa as quatro linhas.
Ele funciona como um instrumento de identificação nacional, de preservação da memória coletiva e de fortalecimento dos laços culturais.

Para os cabo-verdianos brasileiros, cada jogo dos Tubarões Azuis será também uma celebração da pátria-mãe, de sua história e de sua gente.

222- Camisa do Shabab Al Ahli Dubai FC (Emirados Árabes Unidos)

A 222ª camisa de futebol do site segue no Oriente Médio, nos Emirados Árabes e fez parte do kit de camisas que o Caio, a quem agradeço demais, me deu 🙂

O clube representado por esta camisa é o Shabab Al-Ahli Dubai FC, um clube de Dubai, que surge em 2017, através de uma fusão entre 3 times: Al Shabab, Al Ahli, e Dubai CSC.

Esta fusão foi parte de uma iniciativa do governo de Dubai para fortalecer o futebol na região e criar clubes mais competitivos tanto a nível nacional quanto internacional.
Assim, somou-se a força do Al Ahli Club, fundado em 1970, com vários títulos da liga e da copa nacional, com a tradição do Al Shabab Club, fundado em 1958, e com uma importante base de torcedores com o Dubai CSC, fundado em 1997.

Dessa forma, o time acabou por reunir 7 títulos da liga, nas temporadas 1974-75, 76-77, 79-80, 2005-06, 08-09, 2013-14 e 15-16, com os times que deram origem à fusão.
Além disso, já com a nova identidade, sagrou-se campeão na temporada 2022-23:

Esse é o time atualmente:

Assim, temos agora 3 torcidas juntas nas arquibancadas do Estádio Rashid, que tem capacidade de cerca de 12.000 torcedores.

Desde a fusão, o Shabab Al-Ahli tem sido uma presença constante nas competições nacionais e asiáticas, com destaque para a UAE Pro League (Liga Profissional dos Emirados).
E por isso, sua torcida agradece!

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220- Camisa do Al Nasr Sports Club

A 220ª camisa do site vem de Dubai, cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos, onde a UAEFA (a Federação local) coordena ao futebol.

Agradeço ao meu amigão Caio Tambara porque essa foi mais um presente dele, mas será que o Caio e você se lembram onde ficam os Emirados Árabes Unidos

Primeiro lembre-se que a península árabe está a leste da África, separada pelo Mar Vermelho:

Os Emirados Árabes são uma Confederação de 7 emirados que se tornaram independentes da dominação inglesa em 1971, destes, o Emirado de Dubai é o maior.

E só pra lembrar que estamos falando de um país encravado no deserto e que tem desafiado a natureza na construção de uma sociedade nos moldes dos países ocidentais.

A camisa pertence ao Al Nasr Sports Club, um dos primeiros times dos Emirados Árabes, fundado em 1945, por um grupo de jovens visionários de Dubai.

Não confundir com o Al Nassr da vizinha Arábia Saudita onde joga atualmente Cristiano Ronaldo, que tem as cores amarelo e azul em sua identidade e o distintivo abaixo:

Em 2022, o Al NAsr mudou de distintivo, veja o novo segundo o blog Um Grande Escudeiro:

Com uma bola de futebol e muita vontade, o time foi fundado como: Al Ahli e apenas em 1960, após uma derrota no Catar, o clube decidiu mudar seu nome para Al Nasr, que significa “vitória”.

As primeiras reuniões eram em uma sede provisória num café ao lado do mercado de peixes – um cenário tão tradicional quanto curioso

Quando falamos sobre Dubai, devemos pensar em uma cidade com paisagens que vão do deserto ao luxo extremo, uma história de prosperidade bancada pelo petróleo. Mas, nos dias atuais, acho que todos os lugares acabam repetindo modelos e além do futebol, já existe até banda de rock por lá:

Aqui, uma foto do time em 1976:

O Al Nasr SC é tricampe˜ão nacional da chamada UAE Pro League, tendo seu primeiro título na temporada 1977-78, o segundo logo na sequência em 1978-79 e o terceiro em 1985-86.

Um grande momento ocorreu em 1973, quando o Santos foi até lá para um amistoso com o Al Nasr:

O Al Nasr também conquistou 4 Copa dos Emirados Árabes: 1984-85, 1985-86, 1988-89 e 2014-15.
Manda seus jogos no Estádio Al-Maktoum que tem capacidade para 15.058 torcedores, inaugurado em 1981 e modernizado em 2018.

A beleza da arquibancada é que este é um dos espaços que vinham se mantendo minimamente democráticos até a chegada das arenas e a elitização do futebol com seus novos preços salgados…

Sente o clima de um jogo, graças aos vídeos do incrível Raw Football Feed:

Júnior Dutra (que passou pelo nosso Ramalhão) jogou por lá também!

Aqui, o time que disputa atualmente a Copa do Golfo:

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