Copa Paulista 2026: 3ª rodada – Santo André 1×0 São José

Domingo, 2 de agosto de 2026.
Depois de um empate no clássico contra o São Caetano e da derrota na estreia diante do EC São Bernardo, o Ramalhão voltou ao Estádio Bruno José Daniel em busca da primeira vitória na Copa Paulista.
Pela frente, um adversário tradicional do interior paulista: o São José, que chega embalado e ainda invicto na competição.

A torcida andreense novamente fez sua parte.
Mesmo vivendo uma fase distante dos grandes momentos da história do clube, segue comparecendo, apoiando e acreditando nesse jovem elenco formado, em boa parte, por atletas das categorias de base.

E esse apoio, aos poucos, vai fazendo a diferença.

Dentro de campo, o Santo André mostrou desde o início uma postura diferente.
Mais organizado, competitivo e disposto a brigar por cada bola, o time conseguiu equilibrar as ações diante de um adversário que vinha ocupando as primeiras posições do grupo.

A recompensa veio aos 33 minutos do primeiro tempo: após rebote do goleiro adversário, Alexiel apareceu bem colocado para empurrar a bola para o fundo das redes e fazer explodir o Bruno José Daniel.
Um gol simples, daqueles de atacante oportunista, mas que valeu muito mais do que apenas um placar favorável.

O intervalo foi marcado pela venda das camisas, shorts, copos e demais materiais na Ramalhão Store!

Na segunda etapa, o jogo ficou mais truncado, mas o Santo André conseguiu sair com o domínio da partida.

O São José tentou pressionar em busca do empate, enquanto o Santo André soube se defender com organização e muita entrega, garantindo o 1×0 até o apito final.

Mais do que os três pontos, a vitória representou um importante ganho de confiança para um elenco bastante jovem.
Em um campeonato curto como a Copa Paulista, vencer em casa é fundamental para manter vivo o sonho da classificação.

Com o resultado, o Santo André conquistou sua primeira vitória na competição, chegou aos quatro pontos e entrou na zona de classificação do Grupo 4, mostrando que ainda há muito campeonato pela frente.
E também vale reforçar que na partida do sub20, na sexta feira anterior ao jogo, havíamos encontrado o Alexiel e o Gabriel Paz e eles disseram que estavam muito focados para este jogo.
E de fato, demonstraram em campo o resultado dessa concentração.

Aliás, após o jogo eles voltaram a estar com a galera, e isso é o que importa!

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Início da Copa Paulista 2026: 1ª rodada – EC São Bernardo 3×1 EC Santo André

A Copa Paulista 2026 começou, e logo na primeira rodada colocou frente a frente dois tradicionais representantes do Grande ABC.

No Distrital do Inamar, em Diadema, o EC São Bernardo ainda sem um estádio em sua cidade para mandar seus jogos, recebeu o EC Santo André no clássico regional que marcou a abertura da caminhada das equipes no Grupo 4 da competição.

O Inamar lembra um pouco o Brunão, não lembra?

Em campo, o Cachorrão levou a melhor e venceu por 3 a 1, com gols de Jotta, Caíque Barros e Filipe Claudino, enquanto Vitor Mariano descontou para o Ramalhão.

Mais do que os três pontos, a partida reforçou a importância da Copa Paulista como espaço para novos projetos, atletas em desenvolvimento e para a manutenção da tradição dos clubes do interior e da Região Metropolitana de São Paulo.

A temporada está apenas começando, mas o torneio já promete muitos clássicos, rivalidades regionais e histórias que merecem ser contadas.

A mim, resta agradecer a mais uma experiência ao lado do time do meu coração…

Até que foi uma galera legal da torcida do Santo André…

Abraço aos amigos de bancada e também aos que estavam no lado local, apoiando o “Cachorrão”.

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4ª feira de cinzas: Taubaté 1×1 Santo André, 11ª rodada da A2

Em plena quarta feira de cinzas do carnaval 2026 fomos até Taubaté para acompanhar de perto mais um capítulo dessa Série A2.
Viagem, estrada, conversa sobre escalação, aquela expectativa que quem gosta de futebol do interior entende.
Chegamos no Joaquinzão com o sentimento de que era jogo decisivo.

A entrada de visitantes tá meio caidinha…

Mas uma vez dentro do estádio não tem como não pensar que o futebol é mesmo mágico…

Olha lá o burro, mascote do time!

Bacana ver que mais gente teve a coragem de ir até lá para acompanhar a partida. Santo André nunca joga sozinho.

Times em campo…

O jogo começou elétrico e o Santo André parecia um time mais bem postado do que nas partidas anteriores.
A gente mal tinha terminado de se acomodar e já estava comemorando no meio da arquibancada visitante: após um escanteio o Santo André abriu o marcador.

Só que futebol não é roteiro pronto.
O Taubaté não sentiu o golpe. Foi pra cima. Pressionou. E o Santo André recuou…
Aos 38 minutos, depois de um cruzamento pela esquerda, a bola sobrou e o empate aconteceu.
Silêncio de um lado, explosão do outro.
E a gente já sabia que a noite não seria tranquila.

A torcida do Taubaté é bem legal.
Mantém viva a chama do futebol e da cultura caipira.

O primeiro tempo acabou e é hora de olhar a tabela e ver o que significa esse empate…

Lindas as árvores que cercam a arquibancada visitante.

O segundo tempo foi aberto, tenso, aquele jogo que ninguém quer perder.

O Santo André teve a chance de ouro aos 37 minutos. Daniel Davi passou pelo goleiro… e ali eu já estava levantando pra comemorar. Mas a finalização saiu fraca. A defesa tirou. Ficou aquela sensação de que escapou.

Na reta final, o Taubaté pressionou muito. O Joaquinzão empurrou. A defesa do Ramalhão segurou como deu até o apito final.

O empate não ajudou ninguém. Teve gosto amargo.
O Taubaté segue ali, colado na zona de rebaixamento, com nove pontos.
O Santo André, que começou a rodada no G-8, saiu da zona de classificação, agora está em nono, com 14 pontos.

Voltamos pra casa com aquela mistura de frustração e esperança. Porque foi um ponto fora, é verdade. Mas foi também um tropeço que custou caro na tabela.

Agora é virar a chave. Domingo tem São José no Bruno José Daniel. E a A2 não perdoa ninguém que relaxa.

Futebol do interior é isso: estrada, arquibancada, tensão e coração acelerado até o último minuto.

Um abraço pro Quero-quero…

E a gente segue junto.

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Juventus SAF 3X3 EC Santo André – 1ª rodada da Série A2 2026

Manhã de domingo e, como diz a canção… “ela voltou de novo”: série A2 é emoção!

Assim, lá fomos nós, até a Mooca para acompanhar a partida entre o Santo André e Juventus!

Quem vê a gente feliz assim acompanhando o jogo não imagina quantos problemas tivemos que resolver para conseguir adentrar a partida.
Só pra registrar, os principais problemas:
1) Bilheteria só abriu às 9h55.
2) Mesmo após aberta, o primeiro ingresso foi vendido às 10h20.
3) Ingressos comprados online não foram entregues, obrigando a comprar a versão física na bilheteria.
4) Cobrança de ingresso do público maior de 60 anos.
5) Banheiros em condições insalubres.
6) Total falta de comunicação entre a equipe terceirizada que atendia o público e a SAF.
Enfim… Nem toda SAF entrega melhorias…
Mas, vamos lá!!!

O Estádio da rua Javari estava bem cheio, tanto na parte local…

Quanto na visitante…

O jogo começou melhor para o Juventus que atacava mais, para a alegria da torcida grená.

Mas, aos 31 minutos, Élvis fez 1×0 pro Ramalhão! Festa na arquibancada visitante!

Que bacana poder curtir um rolê desses… Espero que você que está lendo esse texto tenha um time pra curtir esse tipo de aventura!

O Juventus empatou com Luan, mas aos 50 do primeiro tempo, Rafael Tanque fez 2×1!

Faz o T, que o Tanque tá na área!

A saudade dos amigos ainda é grande e o intervalo mal deu pra por a conversa em dia…. Quando vimos, era hora de recomeçar o jogo!

O 2º tempo seguiu quente, como a temperatura da manhã…

Mas aos 9 minutos Juan fez o terceiro gol do Santo André! 3×1.

E aí veio o sofrimento dos visitantes…
Ou a loucura para a torcida local.
Paulinho diminuiu aos 32….
E, já nos descontos Thomás empatou o jogo…
É dura a vida do torcedor Ramalhino

Escanteio pro Ramalhão

A torcida juventina entendeu a importância do resultado e apoiou seu time até o final.

O 3×3 foi sofrido por ter sido construído a partir de um 3×1? Foi.
Mas o time segue intenso e acreditando no acesso.
Ao menos foi o que o Tanque veio nos dizer!

Outra coisa importante pra se ressaltar é que o Ramalhão tem contado cada vez mais com os jogadores da base, como Daniel Davi.
E o Marques é um dos que sempre apoiou a nossa base e por isso fez questão dessa foto!

Fique com os gols da partida:

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Adeus, Miguel de Oliveira…

Hoje, o @ECSantoAndre perdeu uma das figuras mais presentes na sua história: o massagista Miguel de Oliveira.
Demorei pra conhecer o Miguel e infelizmente nunca tivemos a oportunidade pra registrar um pouco da sua memória no mundo do futebol.
Vá em paz, sabendo que você será sempre lembrado, afinal, veja quantos pôsteres do Ramalhão tiveram você presente:

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Santo André 1×1 Taubaté – Copa Paulista 2025

Sábado, 26 de julho de 2025.
Uma tarde ensolarada de inverno aqueceu os corações daqueles que acreditavam em uma vitória do Ramalhão jogando nos seus domínios, no nosso querido Estádio Municipal Bruno José Daniel.

A velha guarda da nossa torcida não desiste nunca!

Aqui em Santo André, a Copa Paulista não arrasta muita gente pro campo… Ainda não batemos a marca de 1.000 torcedores em nenhum jogo.

Mas… Aqueles que vão ajudam a criar o clima do jogo… Faixas, bandeiras… Cada um ajuda a deixar esse espaço menos concreto e mais vibração…

É… é isso aí o nosso dia a dia como torcedores do Santo André…

Times em campo, cerimônia de abertura… Vai chegando a hora da bola rolar…

Esse time do Santo André começa o jogo ligado no 220V… Mas não conseguiu converter as 2 ou 3 decidas que fez nos primeiros minutos levando risco ao goleiro adversário.

O tempo passa rápido…
30 minutos chegam e o 0x0 segue firme no placar.

Grande abraço ao pessoal das torcidas do Taubaté que se fizeram presente nesse sábado tão difícil pros visitantes.

E difícil, não pela partida, mas porque nas primeiras horas do sábado foi noticiada a morte da torcedora Maju, então fica aí nossa homenagem a ela…
Sempre triste perder alguém que vive a arquibancada como a gente… Todo respeito e carinho aos amigos e familiares.

Quem dera esse um minuto de silêncio que rolou antes da partida pudesse consolar um pouco a dor de todos…

Pô… Até meio chato falar do jogo depois de uma notícia dessas…
Até porque o jogo em si foi chato mesmo…

Talvez o melhor seja mesmo esse lance de estar com os amigos e curtir 90 minutos enquanto se diverte seja lá qual for o resultado em campo.

Ou ainda…. Ver a Fúria agitar com a mesma vibe de sempre independente da qualidade do jogo ou do adversário.

Claro, rolou aquela sensação gostosa de gritar o gol pelo time da nossa cidade…. Graças a Nicollas Nascimento, aos 4′ do segundo tempo!

Confere o gol aí:

E sim, a gente ainda fica muito mal e muito puto da vida por sofrer um empate mesmo em uma Copa Paulista que poucas pessoas sabem que existe…

Fim de jogo, um empate melancólico em um sábado melancólico pela perda de uma vida que vivia as bancadas como nós.
Divirta-se, curta a vida e esteja sempre ao lado dos amigos e de quem ama, porque a gente nunca sabe o dia de amanhã.

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Chico Lasso e o nascimento do Estádio Bruno José Daniel

Em 14 de dezembro de 1969, o Estádio Municipal de Santo André, mais tarde nomeado Estádio Bruno José Daniel, foi palco de sua primeira partida de futebol.
Na preliminar do amistoso entre Santo André e Palmeiras, que terminou com vitória do time paulista por 4 a 0, a equipe do Humaitá enfrentou o Vila Bela.

Aos 11 minutos do primeiro tempo, João Carlos marcou o primeiro gol da história do estádio, após uma jogada iniciada por Francisco Lasso de La Vega Filho, conhecido como Chico Lasso.
Este vídeo homenageia Chico Lasso e sua contribuição para o futebol de Santo André, relembrando o início de uma história rica e emocionante no Estádio Bruno José Daniel.
E ainda chega aos dias de hoje onde seu neto Vinicus Lasso joga como lateral direito do EC Santo André, sub17.

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XV de Piracicaba 1×0 EC Santo André

Domingo, 2 de fevereiro de 2025.
O Santo André segue vivendo um pesadelo, mas a gente ainda acredita.
Rumamos até a apaixonante Piracicaba para assistir mais uma partida do Ramalhão.

Times em campo, é hora de por frente a frente os dois maiores campeões da série A2!

Vale tudo, foco, força e fé!

Em campo, as coisas pareceram diferentes, o time se postou melhor e começou jogando de igual para igual com o líder do Campeonato.

Aliás, o XV vive ótima fase e jogou frente a mais de 3 mil torcedores, o Estádio Barão da Serra Negra estava lindo, com bastante gente nas cadeiras cobertas…

E também na arquibancada descoberta, onde fica o pessoal da Torcida Esquadrão e a ARXV:

Nho Quim estava feliz!

Não sabe quem é o Nho Quim? É o mascote do XV.

Mesmo em má fase, o EC Santo André mais uma vez não jogou sozinho e contou com o apoio de sua torcida…

Eae o pessoal da Fúria e o jovem Ovídio, sempre presente!

E o time visitante apresentou um futebol melhor do que o que vinha jogando…

O Santo André e sua torcida acabaram vendo sua dedicação cair por água no segundo tempo, com o XV voltando melhor e encontrando o seu gol…

Depois o líder da A2 soube se fechar, deixando para a torcida ramalhina mais uma derrota.

Mesmo perdendo, o time parece ter se encontrado melhor.
Será o início de uma nova fase?

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Santo André 0x1 Vila Nova (GO) – Copa SP 2025

Segunda feira, 13 de janeiro de 2025.
Dia de mata mata, expectativa de muita emoção. É hora de se escrever a história no Estádio Bruno José Daniel.

Um belo duelo pela fase “32 avos de final” que despertou grande atenção no público local, lotando o a arquibancada destinada à torcida do Ramalhão no Estádio Bruno José Daniel!

Mas, pô, como a tarde logo se tornou triste…
Depois de um baita jogo contra o Corinthians, o Ramalhão nem bem entrou em campo e levou 1×0 do Vila Nova aos 2 minutos para a tristeza da torcida local…

Nem deu pra sentir o gol que tomamos, e… penalty para o Vila Nova, mas o goleiro Renan defendeu a cobrança deixando claro que o jogo estava aberto!!

Que legal poder ver a população de Santo André abraçar o time novamente… Queria que fosse sempre assim!

A copinha serve também pra gente reencontrar os amigos, mesmo os que estão morando longe e que aproveitam o período de férias pra voltar pra Santo André.

Independente do resultado, a torcida apoiou como sempre (antes, durante e depois do jogo).

A Ramalhão Store estava por lá vendendo a nova camisa a R$ 199.

Embora quente, hoje o céu estava encoberto diminuindo o sofrimento de quem vai pro jogo e não tem um único espaço com sombra pra relaxar.

Os 90 minutos passaram e foi como se estivéssemos anestesiados pelo resultado…

Fim de jogo e só restou aplaudir os meninos pelo desempenho no campeonato, ainda que nossa eliminação tenha sido bastante prematura… Obrigado e que possamos vê-los nos times de cima!

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Santo André 0x0 Seleção da Bulgária (1977)

O Estádio Municipal de Santo André foi construído pela Júlio Neves (até hoje eles citam o projeto no site deles) e inaugurado em 15 de novembro de 1969, com um amistoso entre o Santo André FC e o Palmeiras, mas, até então, o Estádio possuía apenas sua arquibancada coberta:

A construção da tradicional arquibancada descoberta, de pé até os dias atuais, se iniciou em 1976, e somente no ano seguinte foi finalizada.

Assim, em 1977 um novo amistoso foi agendado para inauguração das suas arquibancadas e o jogo foi simplesmente entre o Santo André e a Seleção da Bulgária!!!

No dia da partida, 30 de janeiro, mais uma vez a torcida Ramalhina compareceu, desta vez para conhecer sua nova arquibancada e apresentar a ela nossas bandeiras!

O time foi para o jogo com o goleiro Paulo, César Cachiumbo (improvisado na lateral direita), Tito, Santana e Antonio Carlos na outra lateral; Fernandinho, Souza e a foto com Miguel (nosso eterno massagista), Santana, Tito, Souza, Vicente (Bona) e Mazzola; Tulica (Ribamar) e Bugre (Arnaldo, ele mesmo, o Arnaldinho estreando pelo profissional), destaque na foto abaixo para os dois mascotes (quem serão??) e para o massagista Miguel de Oliveira.

A Seleção Búlgara entrou com Krastev, Tchalev, Dezenov, Samatoviks e Delev; Nikolov e Rainov; Simonov (Kostev), Grigorov (Kabranov), Petrov e Ivanpetrov (Kirakov). O treinador era Stoyan Ormandzhiev.
Foi bacana todo o cerimonial antes da partida, com direito a hino nacional e tudo o que vale!

A partida terminou em 0x0 e foi marcada pela forte marcação de ambos os times.

Esta foi a seleção que disputou o mundial daquele ano, aparentemente não eram os mesmos que vieram a Santo André:

E aqui, lance com o nosso eterno Tulica:

E teve até uma avaliação das atuações:

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