XV de Piracicaba 1×0 EC Santo André

Domingo, 2 de fevereiro de 2025.
O Santo André segue vivendo um pesadelo, mas a gente ainda acredita.
Rumamos até a apaixonante Piracicaba para assistir mais uma partida do Ramalhão.

Times em campo, é hora de por frente a frente os dois maiores campeões da série A2!

Vale tudo, foco, força e fé!

Em campo, as coisas pareceram diferentes, o time se postou melhor e começou jogando de igual para igual com o líder do Campeonato.

Aliás, o XV vive ótima fase e jogou frente a mais de 3 mil torcedores, o Estádio Barão da Serra Negra estava lindo, com bastante gente nas cadeiras cobertas…

E também na arquibancada descoberta, onde fica o pessoal da Torcida Esquadrão e a ARXV:

Nho Quim estava feliz!

Não sabe quem é o Nho Quim? É o mascote do XV.

Mesmo em má fase, o EC Santo André mais uma vez não jogou sozinho e contou com o apoio de sua torcida…

Eae o pessoal da Fúria e o jovem Ovídio, sempre presente!

E o time visitante apresentou um futebol melhor do que o que vinha jogando…

O Santo André e sua torcida acabaram vendo sua dedicação cair por água no segundo tempo, com o XV voltando melhor e encontrando o seu gol…

Depois o líder da A2 soube se fechar, deixando para a torcida ramalhina mais uma derrota.

Mesmo perdendo, o time parece ter se encontrado melhor.
Será o início de uma nova fase?

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Choque entre a modernidade e a tradição!

Pô, somente hoje publico a história do nosso rolê boleiro de sábado e a culpa dessa demora é do Felipe (acima, com sua barba ruiva e blusa vermelha), que passou uns dias aqui com a gente e acabou tomando todo o nosso tempo hehehe.

Como o Felipe é do interior do Paraná (Londrina), fiz questão de levá-lo pro interior e conhecer pessoalmente a tradição do XV de Piracicaba, para uma partida válida pela Copa Paulista.

O jogo era contra o AUDAX, a nova denominação do PAEC (Pão de Açúcar Esporte Clube), time da capital que vem com uma nova proposta para o futebol profissional.

E fomos em uma verdadeira caravana pro Estádio Barão de Serra Negra. Eu, a Mari, o Felipe, além do Gui e da Jéssica. No estádio ainda pudemos encontrar alguns amigos locais, como o Rui!

Em terras piracicabanas, encontramos o Guilherme local (na foto abaixo, de agasalho branco) e ainda tivemos a honra de conhecer o Rui Kleiner (na foto acima, de branco). Ambos muito gente fina e apaixonados pelo XV.

É dessa forma que a gente procura fazer nossa revolução pessoal e social.
Fazendo novos amigos e dividindo experiências.
Seguimos na nossa campanha “Apoie o time da sua cidade” e o Rui disse pra gente o que é torcer pro time da sua cidade…

Embora uma chuva chata caísse durante todo o tempo, mais de 1.000 torcedores compareceram ao jogo, apoiando o time do XV.

Claro que pra se proteger da chuva, teve quem preferisse a cobertura da marquise, mas teve quem levou chuva o tempo todo sem parar de cantar.

Curioso que encontramos vários “trapos” (bandeiras, faixas, etc) em homenagem ao time espalhados pelo estádio. Alguns, levados pelas organizadas, como se é mais comum…

Mas haviam outros, aparentemente dos torcedores locais também ali, registrando o amor do piracicabano pelo futebol local.

Aliás, se em grande parte dos times do interior, a paixão é alimentada quase que exclusivamente pelas organizadas, em Piracicaba pode se ver um grande número de torcedores comuns, o que é ótimo também! O amor pode ser organizado ou não.

Tem gente boa desenhando as faixas, olha a qualidade dos desenhos…

Tem até faixa pro pessoal do Orkut do XV!

Em campo, o primeiro tempo mostrava XV 0x1 Audax, o futebol moderno saia na frente…

Pra quem não conhece a história do XV, vale lembrar que já falamos sobre a história do time aqui no blog (clique no link para ver).

O segundo tempo veio e o empate do XV de Piracicaba, pra alegria da torcida local!

A gente também ficou contente, afinal, mesmo com respeito ao Audax, o XV representa a “velha escola”.

E lá estamos nós… Apenas garotos e garotas da bairro, curtindo sua vida numa cidade parceira, ao lado de amigos que fizemos nesse rolê boleiro! As vezes a revolução parece tão simples…
Mas.. enquanto conversávamos com os amigos, o Audax fez o segundo gol…
Se não tivemos festa em campo o mesmo não podemos diz das arquibancadas!
Até o pankeka, amigo do rolê, estava por lá, trabalhando em uma rádio local!

Hora de ir embora!
Ainda passaríamos em Cosmópolis para apresentar ao Felipe o Estádio da Usina, onde a Funilense mandou seus jogos na terceira divisão de 1978…

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Red Bull 0x2 XV de Piracicaba

Feriadão emendado em São Paulo e decidimos acompanhar um jogo do XV de Piracicaba, conforme tanto vinha prometendo.

E a torcida do XV compareceu em bom número!

Já disse outras vezes que acho estranho ver jogos do Red Bull, por ser um time que não tem uma cidade como base, mas sim uma marca.
Mas os Toros Lokos estavam por lá com suas faixas e até com uma bateria:

O time representa um novo modelo de gestão que em campo vem dando certo, mas que não me agrada em relação à cultura do futebol. Até tentei conversar com algum torcedor, mas não consegui entrar no setor deles.

Do lado do XV, as faixas ajudavam a coloria as bancadas de alvinegro.

Lá estava também o pessoal da Esquadrão:

Assistindo e apoiando sempre!

E também o pessoal da Super Raça:

Super Raça, desde 1997 apoiando o “Nhô Quim“!

O grande adversário das torcidas não foi nem a distância mas o forte calor que torrava os miolos do povo de Piracicaba, que ficou no tradicional setor dos visitantes, atrás do gol.

Quem se deu bem foi o pessoal das numeradas, na sombra e água fresca. Mas até os jogadores tiveram que dar uma resfriada no meio do primeiro tempo, quando a sensação térmica era de mais de 40 gaus…

Depois da água, não teve mais moleza. Jogo corrido e truncado no meio campo, com cara de 0x0.

E eu… Na ativa, sempre em busca de mais uma aventura boleira… 

E tinha gente que levava a paixão pelo time no coração e na pele!

E a paixão pela torcida também…

O primeiro tempo teminou mesmo 0x0. O intervalo teve direito a show de street dance com o pessoal do Red Bull.  Será que um dia teremos rock n´roll no intervalo??

E o segundo tempo começou sinistro. Com duas criaturas nos observando sem parar…

E parece que o Red Bull perdeu o bom futebol que vinha apresentando até o fim do primeiro tempo (até o juiz tentou achar, ali pelo gramado…)

Mas quem acabou achando o gol foi o XV, numa jogada confusa dentro da área!

Reflexo imediato no setor destinado aos visitantes!

E teve juras de amor para torcida…

E juras de amor para o goleador…

Só restou ao XV ir pra cima e fazer um ótimo segundo tempo, com direito a mais um gol, fechando o placar em 2×0,

Fim de jogo, fim de festa! Para nós mais uma missão cumprida e destaque para mais uma amizade feita. Abraços ao amigo Guilherme, torcedor fanático do XV que bateu um bom papo com a gente (“As mil camisas” é pé quente, hein…):

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