Copa Paulista 2026: 4ª rodada – São José 2×0 Santo André

Sábado, 8 de agosto de 2026.
Uma semana depois de conquistar sua primeira vitória na Copa Paulista justamente sobre o São José, o Ramalhão viajou ao Vale do Paraíba para reencontrar a Águia.

O desafio dessa vez é no Estádio Martins Pereira, a casa do São José, tornando a partida ainda mais difícil.

E se tem Santo André em campo, a nossa torcida está presente!

Times entrando em campo… E a emoção vai crescendo…

A torcida local fez sua parte comparecendo em mais de 2 mil pessoas para apoiar a águia!

O time do Santo André valorizou a presença de quem foi e saudou sua torcida:

E sente aí o clima da partida:

Desta vez, o roteiro foi diferente do que viu-se na partida anterior… O São José começou pressionando muito desde o início do jogo!

O São José começou a partida impondo seu ritmo e controlando as ações ofensivas. Ainda no primeiro tempo chegou a balançar as redes com Wesley, mas a arbitragem assinalou impedimento, mantendo o placar zerado, mas preocupando a torcida visitante que sentia o time mal posicionado, muito recuado e sem criar praticamente nenhuma jogada de ataque.

O Santo André resistiu enquanto pôde e foi para o intervalo com a sensação de que um bom segundo tempo poderia render pontos importantes fora de casa.
Nas arquibancadas, o que se pode levar foram algumas calorias a mais, graças às saborosas ofertas do bar local.

Já no segundo tempo, o São José voltou melhor e logo aos oito minutos abriu o placar com Thomaz Carvalho, com um belo chute no canto direito de Guilherme…

O Ramalhão ainda tentou reagir, mas encontrou dificuldades para criar oportunidades claras e só foi realmente chegar com algum perigo nos minutos finais do jogo.
O São José controlou bem a vantagem e, já nos acréscimos, Neto Oliveira aproveitou um rebote do goleiro Guilherme após boa jogada de Tchê Tchê para fechar o placar em 2×0.

O resultado recolocou o São José na liderança do Grupo 4, enquanto o Santo André permaneceu com quatro pontos, ainda dentro da zona de classificação, mas agora precisando voltar a pontuar para não se complicar na sequência da competição.
Faz parte do futebol. Resta levantar a cabeça rapidamente.
A próxima rodada reserva mais um desafio pesado: o reencontro com o São Caetano, desta vez no Anacleto Campanella.

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233- Camisa do Barretos EC (SP)

A 233ª camisa do site foi presente de amigo João Monteiro e pertence ao Barretos Esporte Clube, uma edição especial de 2026 dedicado ao time sub20 deste que é um dos clubes mais tradicionais do interior paulista e um importante representante da cidade mundialmente conhecida pelo Hospital de Amor, anteriormente chamado de Hospital de Câncer de Barretos.

Fundado em 12 de outubro de 1960, o Barretos EC é conhecido pelo seu apelido e mascote: Touro do Vale, em referência à forte tradição agropecuária da região.

Ao longo de sua história, o Barretos se consolidou como uma presença constante nas competições da Federação Paulista de Futebol, protagonizando campanhas marcantes e revelando atletas como o zagueiro “Modesto“.

O zagueiro Modesto fez parte do time de ouro do Santos ao lado de craques como Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

Pode se dizer que a história do Barretos EC se inicia no início do século XX com a fundação do Barretos FC em 1915 (aqui vale ressaltar que o time passou por uma reorganização em 1938 e por isso alguns consideram este ano como o nascimento do time).
Era nesse time que o zagueiro Modesto que mostramos acima, jogou.
O excelente site Escudos Gino traz os distintivos já utilizados pelo time:


O outro lado dessa história se dá com o Fortaleza Esporte Clube, fundado em 15 de novembro de 1936 e conhecido como o “Periquito da Rua 20”.
Recorremos novamente ao Escudos Gino para mostrar o brasão do time:

E os dois times chegaram a rivalizar nas competições da Federação Paulista, jogando no tradicional Estádio da rua 32.

Ocorre que em 1959, ambos acabam rebaixados para a terceira divisão e em 15 de outubro de 1960, decidiram se unir e, apesar da rivalidade local, formar o Barretos Esporte Clube.

Escrevemos sobre a história do futebol de Barretos em outro post, veja aqui como foi e falamos sobre o terceiro time da cidade, o Motoristas FC:

Em 2016, estivemos no Estádio Antônio Gomes Martins, conhecido como Fortaleza,

E não foi pra ver qualquer jogo, não… Foi simplesmente a decisão de um dos acessos para a série A1 do Paulista, que acabou ficando com o Santo André.

Também estivemos acompanhando a torcida deles em Suzano, em uma partida da Bezinha:

O Barretos disputou a competição equivalente à segunda divisão de 1961 até 1987, quando foi rebaixado. Em 1965, 1968,1969 e 1976 participou das finais, mas acabou perdendo o acesso.

Em 1990, conseguiu o acesso e voltou à Série Intermediária (como era chamada a atual Série A2).
Em 1993, caiu para a Série A3 e, em 1995, para a Série B1A.
Em 2000, o Barretos conseguiu conquistar novamente o acesso à Série A3.
Em 2006, foi rebaixado à Segunda Divisão.
Em 2011, conquista o acesso para a série A3.
Em 2015, volta para a A2 (em 2016, o acesso para a série A1 n˜ão veio exatamente por aquele jogo que fomos assistir).
Em 2017, volta pra A3.
Em 2023, cai pra A4, onde permanece até 2026.

Mesmo sendo um clube do interior, o Barretos sempre contou com uma torcida fiel, que acompanha o Touro do Vale em todas as divisões e mantém viva a tradição do futebol na cidade.
A identificação entre clube e comunidade é um dos grandes patrimônios do Barretos EC.
Quer adquirir uma camisa desta? Mais informações pelo telefone (17) 3322-0547.

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Copa Paulista 2026: 3ª rodada – Santo André 1×0 São José

Domingo, 2 de agosto de 2026.
Depois de um empate no clássico contra o São Caetano e da derrota na estreia diante do EC São Bernardo, o Ramalhão voltou ao Estádio Bruno José Daniel em busca da primeira vitória na Copa Paulista.
Pela frente, um adversário tradicional do interior paulista: o São José, que chega embalado e ainda invicto na competição.

A torcida andreense novamente fez sua parte.
Mesmo vivendo uma fase distante dos grandes momentos da história do clube, segue comparecendo, apoiando e acreditando nesse jovem elenco formado, em boa parte, por atletas das categorias de base.

E esse apoio, aos poucos, vai fazendo a diferença.

Dentro de campo, o Santo André mostrou desde o início uma postura diferente.
Mais organizado, competitivo e disposto a brigar por cada bola, o time conseguiu equilibrar as ações diante de um adversário que vinha ocupando as primeiras posições do grupo.

A recompensa veio aos 33 minutos do primeiro tempo: após rebote do goleiro adversário, Alexiel apareceu bem colocado para empurrar a bola para o fundo das redes e fazer explodir o Bruno José Daniel.
Um gol simples, daqueles de atacante oportunista, mas que valeu muito mais do que apenas um placar favorável.

O intervalo foi marcado pela venda das camisas, shorts, copos e demais materiais na Ramalhão Store!

Na segunda etapa, o jogo ficou mais truncado, mas o Santo André conseguiu sair com o domínio da partida.

O São José tentou pressionar em busca do empate, enquanto o Santo André soube se defender com organização e muita entrega, garantindo o 1×0 até o apito final.

Mais do que os três pontos, a vitória representou um importante ganho de confiança para um elenco bastante jovem.
Em um campeonato curto como a Copa Paulista, vencer em casa é fundamental para manter vivo o sonho da classificação.

Com o resultado, o Santo André conquistou sua primeira vitória na competição, chegou aos quatro pontos e entrou na zona de classificação do Grupo 4, mostrando que ainda há muito campeonato pela frente.
E também vale reforçar que na partida do sub20, na sexta feira anterior ao jogo, havíamos encontrado o Alexiel e o Gabriel Paz e eles disseram que estavam muito focados para este jogo.
E de fato, demonstraram em campo o resultado dessa concentração.

Aliás, após o jogo eles voltaram a estar com a galera, e isso é o que importa!

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Red Bull 0x2 XV de Piracicaba

Feriadão emendado em São Paulo e decidimos acompanhar um jogo do XV de Piracicaba, conforme tanto vinha prometendo.

E a torcida do XV compareceu em bom número!

Já disse outras vezes que acho estranho ver jogos do Red Bull, por ser um time que não tem uma cidade como base, mas sim uma marca.
Mas os Toros Lokos estavam por lá com suas faixas e até com uma bateria:

O time representa um novo modelo de gestão que em campo vem dando certo, mas que não me agrada em relação à cultura do futebol. Até tentei conversar com algum torcedor, mas não consegui entrar no setor deles.

Do lado do XV, as faixas ajudavam a coloria as bancadas de alvinegro.

Lá estava também o pessoal da Esquadrão:

Assistindo e apoiando sempre!

E também o pessoal da Super Raça:

Super Raça, desde 1997 apoiando o “Nhô Quim“!

O grande adversário das torcidas não foi nem a distância mas o forte calor que torrava os miolos do povo de Piracicaba, que ficou no tradicional setor dos visitantes, atrás do gol.

Quem se deu bem foi o pessoal das numeradas, na sombra e água fresca. Mas até os jogadores tiveram que dar uma resfriada no meio do primeiro tempo, quando a sensação térmica era de mais de 40 gaus…

Depois da água, não teve mais moleza. Jogo corrido e truncado no meio campo, com cara de 0x0.

E eu… Na ativa, sempre em busca de mais uma aventura boleira… 

E tinha gente que levava a paixão pelo time no coração e na pele!

E a paixão pela torcida também…

O primeiro tempo teminou mesmo 0x0. O intervalo teve direito a show de street dance com o pessoal do Red Bull.  Será que um dia teremos rock n´roll no intervalo??

E o segundo tempo começou sinistro. Com duas criaturas nos observando sem parar…

E parece que o Red Bull perdeu o bom futebol que vinha apresentando até o fim do primeiro tempo (até o juiz tentou achar, ali pelo gramado…)

Mas quem acabou achando o gol foi o XV, numa jogada confusa dentro da área!

Reflexo imediato no setor destinado aos visitantes!

E teve juras de amor para torcida…

E juras de amor para o goleador…

Só restou ao XV ir pra cima e fazer um ótimo segundo tempo, com direito a mais um gol, fechando o placar em 2×0,

Fim de jogo, fim de festa! Para nós mais uma missão cumprida e destaque para mais uma amizade feita. Abraços ao amigo Guilherme, torcedor fanático do XV que bateu um bom papo com a gente (“As mil camisas” é pé quente, hein…):

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