TBT: Santo André campeão da Copa Paulista 2014

Com a saída prematura do Santo André da Copa Paulista 2026, decidi relembrar a última campanha vitoriosa desta competição.
Era um domingo, 30 de novembro de 2014.
Dia de decisão.
E não era qualquer decisão. Por isso, pegamos a estrada mais uma vez…

Olhando as fotos chegam várias lembranças…
Depois de um período imenso de seca, toda a chuva possível caiu sobre nossas cabeças naquele dia…

Lembro também do pessoal da Mancha Vermelha lá de Mogi Mirim aparecer pra colar junto com a Fúria naquela decisão.

O Santo André se dirigia ao Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, para enfrentar o Botafogo na grande final da Copa Paulista de 2014.
E se você acha que a água e a distância desanimou nossa torcida… É porque você não conhece o torcedor Ramalhino!

Do outro lado estava um adversário que merecia todo o respeito.
O Botafogo havia feito a melhor campanha da competição, jogava diante de mais de oito mil torcedores e buscava fechar o campeonato levantando a taça dentro de casa.

Mas nós tínhamos os nossos próprios motivos para acreditar.
Digamos que a gente se sentia mesmo iluminado para aquela decisão!

A torcida do Botafogo estava animada, já que a primeira partida em São Caetano (o Brunão seguia fechado) terminou empatada por 1×1.

Mas o lado visitante também estava seguro da força da sua camisa, principalmente embaixo de uma chuva que deixaria o jogo equilibrado…

Afinal, o Ramalhão já sabia o que significava conquistar aquela competição.
Em 2003, havia sido campeão da Copa Paulista (que tinha outro nome na época) diante do Ituano e, com o título, garantiu a vaga para aquela Copa do Brasil de 2004 que entraria definitivamente para a história do clube.
Onze anos depois, estávamos novamente ali, disputando o título e a vaga na Copa do Brasil.

O gramado do Santa Cruz ficou completamente encharcado. A bola prendia, as poças interferiam nas jogadas e, por vários momentos, parecia que seria difícil até praticar futebol naquele campo.


Mas final é final.
E a bola, quando conseguia rolar, rolou.


O Santo André chegou a reclamar de um possível pênalti logo no começo, quando Rodriguinho caiu na área após disputa com Augusto Ramos, mas o árbitro mandou seguir.

O Botafogo também mostrou por que havia chegado tão longe. Augusto Ramos arriscou de longe e obrigou Neto a trabalhar. Em um campo daqueles, as bolas paradas e os chutes de média distância ganhavam ainda mais importância.
Mas o primeiro tempo terminou sem gols.
Mas não sem festa na nossa bancada!

Mas ainda faltavam 45 minutos para conhecermos o campeão.
Na segunda etapa, o Pantera assustou.
Vitinho encontrou Caíque, que ganhou da defesa andreense, mas na hora da conclusão até a poça d’água resolveu participar da partida.
Pouco depois, Rafael Chorão também apareceu com perigo e Neto precisou trabalhar novamente.
O Santo André respondeu com Muller Fernandes, obrigando João Lucas a espalmar.
O jogo estava aberto.
Até que Ivan Izzo resolveu mexer no time.
Dudu entrou no lugar de Michael e deu novo fôlego ao Ramalhão.
E então veio o momento que todo torcedor do Santo André que viveu aquela tarde não esquece.
Escanteio para o Ramalhão.
Bola levantada na área.
Luis Matheus sobe mais alto que todo mundo e manda de cabeça para o gol!
GOOOOOOL DO SANTO ANDRÉ!!!

Botafogo 0x1 Santo André.
Naquele gramado encharcado, debaixo daquela chuva e longe de casa, o Ramalhão estava colocando uma das mãos na taça.
Mas ainda tinha sofrimento pela frente.
E muito.
Aos 35 minutos, Caíque conseguiu girar sobre a marcação e bateu firme.
A bola foi na trave.
Para desespero da torcida botafoguense e, certamente, para fazer o coração de qualquer andreense parar por alguns segundos.
O Botafogo foi atrás do empate. Era natural. Jogava em casa, diante de sua torcida e havia construído uma grande campanha até aquela final.

Mas o Santo André resistiu.
Até que veio o apito final.
BOTAFOGO 0x1 SANTO ANDRÉ.
O RAMALHÃO ERA CAMPEÃO DA COPA PAULISTA DE 2014!
E bicampeão!

Depois da conquista de 2003, o Santo André levantava novamente a taça onze anos depois e garantia também sua presença na Copa do Brasil de 2015.
Para nós, havia ainda uma coincidência impossível de ignorar.
A primeira Copa Paulista, conquistada em 2003, havia colocado o Santo André na Copa do Brasil de 2004.
E todos sabemos o que aconteceu depois…
Maracanã. Flamengo. Título.
É claro que ninguém poderia imaginar que a história necessariamente se repetiria. Mas, naquele momento, era impossível não lembrar.
Para o Botafogo, ficou a frustração de perder uma final dentro de casa, mas também o reconhecimento por uma campanha que levou o Pantera até a decisão com a melhor trajetória da competição.
Para o Santo André, ficou a taça.
Uma conquista obtida longe do Bruno José Daniel, debaixo de muita chuva e diante de um adversário que vendeu muito caro a derrota.
Mais uma tarde para guardar na memória de quem acompanha esse clube.
Porque títulos passam a fazer parte das estatísticas.
Mas quem estava lá lembra da chuva, das poças, da tensão, da bola na trave, do gol de Luis Matheus e daquele apito final.
E é justamente isso que faz a história de um clube.
SANTO ANDRÉ, BICAMPEÃO DA COPA PAULISTA!

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Copa Paulista 2026: 6ª rodada – EC Santo André 1×0 EC São Bernardo

Sábado, 22 de agosto de 2026.
Última rodada da Copa Paulista.
Vamos começar pelo fim?
Porque as coisas terminaram bem, ou pelo menos todo mundo com o coração repleto.
Olha que cena mágica: por do sol com a galera apaixonada pelo time com o coração dividido entre a desclassificação e o sentimento de estarem juntos mais uma vez na arquibancada no jogo de despedida do ano.

Agora voltando lá pro começo, antes mesmo de a bola rolar no Estádio Bruno José Daniel, a torcida do Ramalhão tinha algo importante para dizer.

Dois dias antes, o EC Santo André havia sido punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo com a perda de 10 pontos na Copa Paulista, em razão da utilização irregular do atacante Alexiel Gonçalves dos Santos em duas partidas da primeira fase.

Com a punição o Ramalhão acabou eliminado da competição e perdendo a possibilidade de continuar lutando por uma vaga na Copa do Brasil ou na Série D do Campeonato Brasileiro de 2027.

E aí veio a revolta de quem não teve absolutamente nada a ver com o erro: a torcida.
Assim, antes da última partida da primeira fase, torcedores se reuniram em frente ao Portão J do Bruno José Daniel para um protesto pacífico cobrando explicações e responsabilidade da diretoria pelo erro administrativo que praticamente jogou fora toda a campanha realizada dentro de campo.

O movimento foi organizado pelo Coletivo Andreense, reunião de projetos e torcidas ligados ao Ramalhão, e contou com faixas e manifestações contra a administração do clube.
E talvez seja justamente isso que mais incomode.
Perder faz parte do futebol.
Um chute pode bater na trave, um goleiro pode falhar, um adversário pode simplesmente jogar melhor.
Mas ser eliminado por um erro administrativo é muito mais difícil de aceitar.

Principalmente porque havia um objetivo enorme em jogo.
A Copa Paulista poderia recolocar o Santo André em uma competição nacional em 2027 e representar mais um passo na tentativa de reconstrução esportiva do clube, que está próximo da oficialização da sua SAF.
Por isso, a cobrança foi pesada pedindo a saída do atual diretor de operações.

Dentro de campo, ainda houve espaço para uma última resposta: horas depois do protesto, o Santo André venceu sua última partida, já eliminado por 1×0, com gol de Thierry Henry, despedindo-se de forma melancólica da Copa Paulista.

Ficou aquele sentimento amargo para quem acompanha um clube de futebol…
E até por isso, os protestos seguiram na parte interna do Estádio…

Em campo, o time fez pontos suficientes para continuar.
A torcida esteve presente.
Mas um erro fora das quatro linhas encerrou o campeonato.
E foi justamente por entender que quem ama e acompanha o clube também tem o direito de cobrar responsabilidade de quem o administra que parte da torcida andreense resolveu se manifestar naquele sábado no Bruno Daniel.
Porque apoiar o time da sua cidade também é isso: estar ao lado quando ganha, quando perde e cobrar quando quem deveria cuidar dele falha.

Mas o dia foi além de protestos e maus sentimentos.
Teve espaço pra despedida do ano dos amigos de bancada…

Gente que aprendeu a se reencontrar no estádio…
E que faz do Bruno José Daniel um dos poucos espaços em que jovens, adultos e o pessoal mais velho conviva lado a lado em torno de uma mesma paixão.

Destaque mais que especial para os quase mil torcedores que compareceram a um jogo que no fim, valeu pela cobrança, pela união e pela amizade.

Mas o mais bacana foi constatar que mesmo em meio a este mal momento, nossa bancada se renova continuamente e nos dá esperança para dias melhores.
Se liga nesses vídeos que fizemos com as famílias que tem preparado nossa nova geração de torcedores:

Sem dúvidas, vale ainda um alô ao pessoal da Esquadrão que veio lá de São Bernardo pra acompanhar o jogo!

E também obrigado aos amigos de bancada…

Gente que faz qualquer resultado ficar em segundo plano…

É fim de jogo… Mais um ano que se encerra, e pelo menos com uma vitória.

É ou não é Luiz?

Obrigado ao plantel de 2026…

Se pudermos ouvir algo da torcida pra relembrar o que foi esse ano, aí está…

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Copa Paulista 2026: 5ª rodada – São Caetano 0×1 Santo André

Clássico é clássico, e dessa vez deu Ramalhão!

17 de agosto de 2026.
Em plena segunda feira às três horas da tarde, o Santo André foi até o Estádio Anacleto Campanella para enfrentar os donos da casa: o São Caetano.

Horário ruim… Pouquíssima gente em ambos os lados…


Mas, do lado andreense, o time nunca joga sozinho!

Se você nunca esteve no Estádio Anacleto Campanella talvez nunca tenha visto o cantinho dedicado ao passado do time e à torcida Bengala Azul…

https://www.youtube.com/watch?v=vFWIPEUbwEs

Torcida do Ramalhão animou o jogo cantando sem parar…

E lá vem os times para o jogo!

O Ramalhão começou pressionando e criou muitas chances…

Mas… não conseguia converter as oportunidades em gol para o desespero do torcedor Ramalhino

Muito devido ao goleiro do São Caetano, Fernando Caixeta, que fez uma partida realmente memorável.

Pato marcou o único gol da partida, para a festa da torcida visitante!

Esse resultado colocou, em teoria, o Ramalhão na repescagem para as quartas de final e, de quebra, eliminou o rival com uma rodada de antecedência.
O clássico do ABC tem dessas coisas, vai além do jogo em si…
Tem uma rivalidade que leva em conta o histórico dos confrontos e todos esses contornos extras como a eliminação do Azulão, nesse caso.

Duas camisas tradicionais.
Duas histórias que já viveram grandes momentos no futebol paulista e nacional.
E uma rivalidade que continua escrevendo novos capítulos independentemente da divisão ou do campeonato.

Porque quem gosta de futebol sabe: a camisa nunca entra em campo sozinha. Ela carrega tudo o que veio antes.

Faz parte de quem joga: ganhar ou perder…
E quem ganha, tem o direito de uma mínima sacanagem né?

O time fez questão de vir celebrar com sua torcida e mantém viva a esperança do título para o torcedor do Ramalhão!

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Copa Paulista 2026: 4ª rodada – São José 2×0 Santo André

Sábado, 8 de agosto de 2026.
Uma semana depois de conquistar sua primeira vitória na Copa Paulista justamente sobre o São José, o Ramalhão viajou ao Vale do Paraíba para reencontrar a Águia.

O desafio dessa vez é no Estádio Martins Pereira, a casa do São José, tornando a partida ainda mais difícil.

E se tem Santo André em campo, a nossa torcida está presente!

Times entrando em campo… E a emoção vai crescendo…

A torcida local fez sua parte comparecendo em mais de 2 mil pessoas para apoiar a águia!

O time do Santo André valorizou a presença de quem foi e saudou sua torcida:

E sente aí o clima da partida:

Desta vez, o roteiro foi diferente do que viu-se na partida anterior… O São José começou pressionando muito desde o início do jogo!

O São José começou a partida impondo seu ritmo e controlando as ações ofensivas. Ainda no primeiro tempo chegou a balançar as redes com Wesley, mas a arbitragem assinalou impedimento, mantendo o placar zerado, mas preocupando a torcida visitante que sentia o time mal posicionado, muito recuado e sem criar praticamente nenhuma jogada de ataque.

O Santo André resistiu enquanto pôde e foi para o intervalo com a sensação de que um bom segundo tempo poderia render pontos importantes fora de casa.
Nas arquibancadas, o que se pode levar foram algumas calorias a mais, graças às saborosas ofertas do bar local.

Já no segundo tempo, o São José voltou melhor e logo aos oito minutos abriu o placar com Thomaz Carvalho, com um belo chute no canto direito de Guilherme…

O Ramalhão ainda tentou reagir, mas encontrou dificuldades para criar oportunidades claras e só foi realmente chegar com algum perigo nos minutos finais do jogo.
O São José controlou bem a vantagem e, já nos acréscimos, Neto Oliveira aproveitou um rebote do goleiro Guilherme após boa jogada de Tchê Tchê para fechar o placar em 2×0.

O resultado recolocou o São José na liderança do Grupo 4, enquanto o Santo André permaneceu com quatro pontos, ainda dentro da zona de classificação, mas agora precisando voltar a pontuar para não se complicar na sequência da competição.
Faz parte do futebol. Resta levantar a cabeça rapidamente.
A próxima rodada reserva mais um desafio pesado: o reencontro com o São Caetano, desta vez no Anacleto Campanella.

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Copa Paulista 2026: 2ª rodada – Santo André 0x0 São Caetano

Domingo, 26 de julho de 2026.
Dia de reviver mais uma vez o o tradicional Clássico do ABC, que alguns gostam de chamar de SanSão, e vc, o que acha?

O palco é o Estádio Bruno José Daniel e a partida válida pela 2ª rodada da Copa Paulista 2026, onde as duas equipes ainda sonham em se classificar para a segunda fase e até quem sabe o título para dar um passo rumo a dia melhores como já foram os que ambos viveram no passado.

Até que a torcida compareceu em bom número, dentro dessa nova realidade que o futebol paulista em geral tem vivido.

E o time do Santo André com muitos garotos formados na categoria de base do clube valoriza essa presença e saúda seus torcedores!

Do lado adversário, é a torcida Comando Azul quem recebe e apoia o time do São Caetano!

A torcida do Santo André também deu seu apoio ao time, acreditando no potencial de melhoria do Ramalhão que vinha de derrota na primeira rodada frente ao EC São Bernardo.

Dentro de campo, o Santo André começou com tudo e parecia que seria uma daquelas oportunidades de vencer e bem o seu clássico rival, mas…

… Clássico não se joga, se ganha! E não foi o que o Ramalhão conseguiu fazer.

E o São Caetano soube sofrer e depois se aproveitou de uma expulsão do Santo André para segurar o 0x0, em uma partida que teve uma etapa final com poucas oportunidades claras de gol.

Há quanto tempo não temos um cobrador de faltas que inspire confiança…

Um ponto a se destacar tem sido a renovação na bancada do Santo André, e não me refiro nem às Organizadas mas ao tradicional “povão”. É incrível como todo jogo aparecem novos apaixonados e apaixonadas pelo nosso time!

Infelizmente, o que deveria ser lembrado pelo reencontro de duas camisas históricas acabou sendo marcado por cenas lamentáveis no lado de fora do estádio, onde um enfrentamento de dois “bondes” acabou exigindo a intervenção da Polícia Militar após rojões e barras de ferro marcarem a confusão.
Importante corrigir uma visão que parte da imprensa construiu: não houve invasão do estádio por parte de torcedores adversários e não houve risco algum para quem estava lá dentro assistindo ao jogo.

Para quem ama a cultura de arquibancada, fica sempre um sentimento contraditório.
A rivalidade faz parte do futebol, assim como os cantos, as bandeiras, as provocações e a paixão por defender as cores do seu clube.
Mas quando a violência toma o protagonismo, quem perde é o próprio futebol.
Ao menos, espero que esse tipo de confronto permaneça restrito àqueles que, infelizmente, optam por esse caminho, sem colocar em risco quem vai ao estádio apenas para torcer.

O Clássico do ABC já escreveu capítulos inesquecíveis ao longo de décadas.
Que os próximos sejam lembrados pelos gols, pelas grandes atuações e pelas festas das torcidas e não pelos confrontos.

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Santo André 1×0 Grêmio Prudente pela 10ª rodada da série A2 2026

Pra quem estava acompanhando a saga do Santo André pela série A2 2026 e percebeu que o site deu uma parada, vou apenas compartilhar as fotos e vídeos dos jogos pra manter oficializado o registro do nosso dia-a-dia.

https://youtube.com/watch?v=kWJQCn9d2Gs

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A final da 2ª divisão da Liga de Santo André

Domingo, 7 de setembro de 2025.
Seja bem vindo à final da 2ª divisão da Liga de Santo André, em campo: La Máfia FC e EC Unidos da Vila.

E que linda festa na arquibancada… Começamos olhando a arquibancada do EC Unidos da Vila.

Olha como as minas realmente têm participado ativamente das bancadas no futebol amador:

E que tal essas bandeirinhas pra dar um visual ainda mais legal à arquibancada?

Bateria, faixas e o distintivo do time mostram a força da torcida do EC Unidos da Vila!

Ah, e a pirotecnia está liberada!

Olha aí o time do EC União da Vila posando em frente sua torcida!

O time saiu perdendo e se liga como foi o momento do gol de empate do EC União da Vila:

E agora, vamos ver como estava o pessoal que jogou de “local”, a torcida do La Máfia FC:

O time confirmou seu favoritismo e venceu a partida por 2×1.

Olha aí a faixa da Loucos da Máfia:

A quadrilha mafiosa também se fez presente com bandeiras e faixas:

Momento do gol do La Máfia:

Pessoal da Fúria Andreense, do EC Santo André, se fez presente:

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EC Santo André 0x2 AD São Caetano – Copa Paulista 2025

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Uma visita para ficar na memória: Pará inspira a garotada do Sub-15 na Arena Aclimação

Na tarde de sexta feira, 27 de junho, a Arena Aclimação viveu um momento especial que vai ficar marcado na memória de muitos jovens atletas.
Quem apareceu por lá foi ninguém menos que Pará, lateral multicampeão que passou por clubes de peso como EC Santo André, Santos, Grêmio, Flamengo e Portuguesa, construindo uma carreira marcada por superação, garra e títulos.
O clima de treino deu lugar à empolgação quando o ex-jogador chegou para dar um alô aos meninos do Sub-15, que ainda estão dando os primeiros passos na trilha do futebol — a mesma que ele trilhou há alguns anos. Mais do que posar para fotos ou trocar abraços, Pará fez questão de conversar com a molecada, compartilhando um pouco de sua história e, principalmente, o começo difícil que viveu no futebol.

Ele contou como foi deixar a casa ainda jovem para correr atrás do sonho e como encontrou no EC Santo André o primeiro espaço para mostrar seu talento. Falou sobre a importância da disciplina, humildade e perseverança, valores que, segundo ele, o acompanharam até as grandes conquistas.

A presença de um ídolo como Pará — que já enfrentou os maiores clubes do Brasil, disputou finais históricas e levantou taças — ali, no campo onde tantos jovens sonham com o mesmo caminho, foi mais do que uma visita: foi uma injeção de esperança e uma aula de realidade.

Em tempos de imediatismo, ouvir alguém que veio de baixo e chegou ao topo com os pés no chão faz toda a diferença. E foi bonito ver nos olhos da garotada aquele brilho de quem passa a acreditar mais em si mesmo.

Pará foi embora, mas deixou ali uma semente plantada. Talvez dali saiam os próximos grandes nomes do futebol brasileiro. Talvez não. Mas com certeza, saíram dali jovens mais motivados, mais confiantes e conscientes do que é preciso para chegar longe.
Vale lembrar que no sábado o Pará ainda esteve na bancada apoiando o Ramalhão:

Obrigado, Pará. E parabéns ao pessoal do Aclimação sempre de portas abertas para quem respeita e valoriza a base. ⚽💙

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Santo André 0x4 São José (Copa Paulista 2025)

Sábado, 28 de junho de 2025.
Após uma manhã fria de inverno, chegamos a uma tarde ensolarada quente como se estivéssemos no verão…

Os times entram em campo sob o cerimonial oficial da Federação Paulista:

Concentração de ambos os lados, afinal a Copa Paulista é a competição mais importante neste momento para as duas equipes.

Como sempre, a Fúria Andreense faz sua parte e apoia gritando os nomes de cada jogador, do treinador, cantando o hino…
Eu não faço parte de nenhuma torcida organizada mas é bastante claro pra mim que sem a Fúria, a bancada do Brunão estaria literalmente morta.

Depois de ser proibida de entrar no jogo passado, novamente a bateria se fez presente e parece que o pessoal estava com saudades de tocar…

Do outro lado, parabéns aos torcedores visitantes que compareceram!

É muito bacana ver 3 gerações da mesma família em campo para apoiar o nosso Ramalhão!

Fico contente de poder estar em mais uma partida em meio a todo esse pessoal!

O jogo começa bastante corrido.
Sou realista o suficiente para saber que o time do São José nesse momento é superior ao do Santo André, por isso, confesso que me surpreendi com um começo de jogo bem disputado, tendo até algumas chances de gol em bolas paradas.

E com isso, a força da bancada só aumentava!

Teve até presença ilustre do Pará, nosso eterno lateral esquerdo!
O Sérgio, que está aí na foto com ele, considera que o gol feito pelo Pará contra o Ceará em 2008 foi o mais bonito que ele viu no Estádio Bruno José Daniel.
Ah, estivemos com o Pará um dia antes no campo do Aclimação EC, veja aqui o papo que gravamos!

E mais uma chance acabou pra fora…

Entretanto, aos 33′ do 1º tempo, após um cruzamento para a área em uma bola que parecia ser do nosso goleiro, Gustavo Brandão, de cabeça, fez 1×0 para o time visitante.
Que droga…

O primeiro tempo terminou com a desvantagem mínima gerando um clima chato na bancada.
Fomos ouvir um pouco o pessoal da arquibancada:

Veio o segundo tempo e por alguns breves instantes até teve quem sonhasse com um empate e até mesmo com uma virada heróica daquelas para entrar pra história…

Vê se alguém aí tava com cara de desacreditar…

Mas, logo a cara do torcedor ramalhino azedaria de vez…

Aos 18’ do 2º tempo Rone Carlos fez 2×0.
Aos 29’, Danilo Fidélis ampliou.
E aos 42, Marlon Martins fechou a goleada… 4×0 em casa…
Todo mundo foi embora puto da vida, triste com o time e a diretoria…

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