Série A2-2024: Juventus 3×0 Monte Azul

18 de fevereiro de 2024. Domingo de manhã, e nosso destino é a Mooca, mais especificamente o Estádio Conde Rodolfo Crespi, o campo da Rua Javari.

Não é preciso explicar a importância da Rua Javari para o futebol dos dias atuais. Por mais que exista um monte de turistas aproveitando a tal onda do “futebol raiz”, os torcedores tradicionais do Juventus vem mantendo há décadas um clima bem bacana em suas bancadas.

Esse clima, com muita influência das barras argentinas, tem como principal responsável, o pessoal da Setor 2.

Mas sem dúvidas a Ju Jovem também tem sua parte nessa história, fazendo-se presente há ainda mais tempo, nas bancadas da Javari.

E claro, o povão que comparece e fica ali nas cadeiras cobertas também tem seu valor.

Mas, mesmo distante mais de 350 quilômetros da capital, a torcida do Atlético Monte Azul se fez presente e até estava animada no início do jogo:

Também tem o pessoal que é de Monte Azul e atualmente vive em São Paulo e pode matar a saudade do time!

Se ainda não tinham vivido a experiência de uma partida com tamanha proximidade do jogo, essa rapaziada do Atlético Monte Azul se divertiu bastante pressionando o bandeira.

Em campo, um começo de jogo parelho. Olha que boa chance de falta para o Juventus:

Mas o time do Atlético Monte Azul também criou chances durante o primeiro tempo:

Enfim, um estádio histórico, duas torcidas apaixonadas e um bom jogo em campo. É tudo o que é preciso para uma agradável manhã de futebol!

Mas o Juventus deixou de lado a preocupação em ser um bom anfitrião e a partir dos 20 minutos do primeiro tempo passou a destratar sua visita. 22″e Thiago Rubin fez 1×0 para a festa grená!

Então, com o placar já aberto vamos dividir um pouco do rolê na parte Visitante da Javari, !

Ainda no primeiro tempo, o Juventus chegou ao segundo gol, com Rayne de cabeça!

Com 2 gols e um forte mormaço (com direito a breves momentos de garoa) teve quem preferiu seguir ali da parte coberta…

Para a tristeza dos visitantes, o Juventus fez 3×0, com Liberatto selando o placar final da partida, para a tristeza dos visitantes…

Tristeza de um lado, alegria do outro… A Setor 2 sabe da importância do placar para aproximar-se ainda mais dos 8 times que se classificam para a fase mata-mata do Campeonato.

O AMA ainda tentou mas saiu da Javari sem um gol sequer…

Pausa para o momento dos encontros, começando pelo meu grande amigo e companheiro de bancadas Mário!!!

E também o novo amigo Daniel Venneri , colecionador de camisas exibindo sua belíssima camisa do Racing Club de Lens.

Abraço para os amigos juventinos que eu não pude dar um alô nessa partida…

E boa sorte pro time e pra torcida do Monte Azul, pois nesse momento estão na zona de rebaixamento…

O jogo se encerra e o placar registra… 3 pontos para o time do treinador Sérgio Soares.

E vamos pra casa que já é hora de almoçar!

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Olaria AC 2×1 AD Cabofriense (Campeonato Carioca série A2 – 2023)

Sábado, 3 de junho de 2023: dia de conhecer a série A2 do Campeonato Carioca!

O local, um dos estádios mais charmosos da cidade: o Estádio Antonio Mourão Vieira Filho, popularmente conhecido como “O Estádio da rua Bariri“!

O Olaria AC mantém ali o seu incrível e movimentado clube social.
Já estivemos por lá no passado, veja aqui como foi!

E lá dentro do clube, é possível acessar o Estádio, inaugurado em 6 de abril de 1947!

Estávamos no Rio de Janeiro para acompanhar o jogo entre a AA Portuguesa carioca e o EC Santo André, e pedimos pra fazer um rápido registro da partida que valia pela série A2 entre o clube local e o DA Cabofriense.

Uma vez lá dentro, me surpreendeu a boa presença de público!

Um rápido giro pela arquibancada:

Esse é o lado das cadeiras do clube:

O outro lado possui a sua tradicional arquibancada curva.

Aqui, o gol da direita:

Aqui, o gol da esquerda, onde se encontra a Torcida Jovem:

A turma local estava contente, porque quando entramos o time fez o 2º gol da vitória contra seus rivais de Cabo Frio

Porém, o tempo era curto e rumamos para a Ilha do Governador para acompanhar a rodada da série D.
Espero poder voltar para acompanhar uma partida com mais calma..

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A volta da Portuguesa à série A1 do Campeonato Paulista!

9 de abril de 2022, 17h45: começo pelo fim, até porque todos já sabem como essa história terminou.

Faltando poucos minutos pro fim do jogo, o tradicional Estádio do Canindé está entre explodir de felicidade e a angustia de saber que um gol pode estragar a tão aguardada festa… Próximo a mim, ouço um torcedor lusitano falar baixinho: “Deus, olha eu aqui de novo pra falar da Portuguesa…”.

É… Quem ama futebol, sabe o que são os segundos que antecedem um acesso para a primeira divisão…

Mas voltemos ao início desse capítulo difícil da história da Portuguesa.

O time já vinha entre altos e baixos há alguns anos, mas quando em 2015 foi rebaixado à série A2, nem o mais pessimista poderia imaginar que fossem levar tantos anos para o retorno à primeira divisão… Portanto a semifinal contra o Rio Claro significava muito, mas muito sentimento represado.

Não foi a toa que uma multidão de quase 13 mil torcedores compareceu ao Canindé para a partida. A Marginal Tietê já estava com saudade de ser decorada com a presença da torcida da lusa!

Fazia tempo que tamanha confiança e apoio não eram mostrados assim em conjunto por tantos torcedores da Lusa!

Já estivemos no Canindé por várias vezes, seja acompanhando a Lusa, ou o Santo André, ou mesmo para registrar o Museu da Portuguesa, e lá estamos mais uma vez!

Com tanta gente, acabei chegando com o jogo começado, o que deu certa tranquilidade para registrar a loja da Lusa:

Como acontece nas decisões, o estádio era uma mistura da minoria que acompanhou e sofreu junto com o time nesses últimos anos e uma boa parte de torcedores que surgiram para o jogo do acesso. Mas tudo bem. Essa decisão também serviu pra isso, pra trazer de volta os que já não participavam e mesmo para apresentar a paixão rubro-verde para uma nova geração de torcedores.

34 minutos do primeiro tempo e a festa parece se confirmar: Gustavo França enlouquecia a torcida fazendo 1×0!

Com 1×0 já dava pra fazer nosso tradicional vídeo de registro da partida:

O primeiro tempo termina e dá pra ver que realmente tem muita gente no Canindé

É tanta gente, que a polícia militar se vê obrigada a aumentar o espaço destinado ao torcedor local, tamanha é a multidão que o placar oficializava: 12.964 pagantes!

Mas não houve nenhum problema para o torcedor Rioclarense que também compareceu e que infelizmente ficou de coadjuvante nessa história. Abraços para o pessoal da Galo Azul.

O segundo tempo começa e a torcida sabe que faltam 45 minutos para a confirmação do acesso. É muita energia, e a Leões da Fabulosa tratou de deixar a bancada não apenas mais colorida, como mais vibrante:

E se segura que lá vem o bandeirão da Leões!

O público só não foi ainda maior porque a parte das cadeiras cobertas está sendo reformada, o que reduziu a capacidade total do estádio.

Aos 13 minutos do segundo tempo, o inesperado (ao menos para a torcida local) acontece: Bruno Moraes empata o jogo. A bancada não para. O apoio é total!

Mas em campo, a Portuguesa sentiu o gol, e mesmo as chances de ataque criadas eram facilmente desperdiçadas.

Mais uma vez o apoio da bancada ajudou o time a se controlar e entender que faltava muito pouco para o acesso! O Rio Claro tenta crescer no jogo, mas o caldeirão lusitano ferve!!

Estando ali no meio desse caos de sentimentos dava pra ver no rosto de cada um o que estava em jogo: as lembranças de experiências compartilhadas em família ali naquele mesmo espaço, toda uma história envolvendo a ligação Brasil e Portugal e o futuro dessa geração que pode trazer a Lusa de volta ao patamar da elite do futebol.

Uma dessas histórias estava ali em campo: o comandante Sérgio Soares, ex atleta e um treinador fora dos padrões atuais: próximo da torcida, dos atletas e indo muito além das 4 linhas!

Não é por acaso que ele tem o apoio que tem, tanto da diretoria quanto da torcida!

O tempo passa, mas a torcida sabe que não dá pra bobear… Unhas são detruídas, lamentações proferidas…

Mas o apoio não para!

Alguns sentimentos não parecem caber nas pessoas. Algumas querem voar, chegar ao céu… E o alambrado torna-se asa!

Até o Cartolouco parece estar literalmente louco e circula sem camisa curtindo o acesso que parece se confirmar!

Os segundos demoram a passar… Só há um caminho para a torcida: cantar sem parar e tentar mostrar de todo jeito o seu amor à Lusa!

Mais de 43 minutos do segundo tempo e um escanteio para o Rio Claro traz até o goleiro do time do interior para a área. Os corações lusitanos se mostram valentes!

Só o que se pensa, se diz, se grita no Canindé é “Vamos, Lusa!!”

Preste atenção… Esses devem ser os últimos momentos da Lusa na A2!

Chega de sofrimento… É a hora de comemorar. A Lusa está definitivamente na série A1!

Lágrimas, risos, cerveja, passado sendo posto a limpo, o futuro se redesenhando… Alguém saberia explicar o que se passa num momento desses? Abraço ao amigo lusitano Daniel Júnior, que sempre esteve ao lado do seu time, mesmo estando há milhares de quilometros.

O goleiro Thomazella, que também viveu um drama familiar durante o campeonato por conta de uma doença rara em seu filho, foi amplamente reconhecido!

Um abraço pro pessoal da torcida do Santo André que colou pra apoiar, em especial pro Guilherme, com quem assisti o jogo!

Ainda deu tempo de trombar o amigo Álvaro e seu irmão!

Quem disse que o torcedor da lusa queria ir embora? A festa demorou pra acabar e teve até cerveja de graça!!

Parece que os próximos capítulos da história da lusa terão ainda maior felicidade!

A hora de ir embora também foi emocionante. Bandeiras da lusa mais uma vez dominaram a marginal Tietê!


Quem sou eu pra falar da religiosidade de cada um… Talvez tenha sido apenas mais um fim de dia de outono qualquer, mas tenho certeza que aquele torcedor que pediu ajuda pra Lusa, viu esse céu vermelho como a prova mais incrível de que Deus exista e que, ao menos ontem, ele foi Lusa desde pequenininho…

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A volta do futebol profissional a Leme!!!

Sábado, 29 de janeiro de 2022. A tarde começou molhada para quem queria ver um jogo da A2.

Mas todo esforço valeria a pena, afinal… Era um dia especial para a cidade de Leme!

Em 2004, o EC Lemense havia se licenciado, mas esqueci de comentar (obrigado ao Ruben Fontes Neto por lembrar) que na sequência surgiu o CA Lemense que atuou no futebol profissional de 2005 a 2016. Então, a cidade não recebia uma partida de futebol profissional há 6 anos! E essa saudade fez com que, mesmo com chuva, fosse feita uma grande festa que mobilizou a cidade.

Pra quem não entendeu como a cidade passou a receber jogos da série A2 de uma hora pra outra, tudo ocorreu porque o SC Atibaia que há anos vinha disputando suas partidas meio “nômade” entre diversas cidades (em especial, Amerciana) decidiu mudar-se para a cidade de Leme, e retomar o tradicional nome do Lemense para a disputa da série A2 do Paulista.

O pessoal gostou da ideia e foi pra fila na chuva pra ver o primeiro jogo em casa.

O adversário do dia era o EC Taubaté! Coincidentemente com um distintivo muito parecido com o do atual Lemense.

Aliás, a torcida visitante compareceu e como já não havia ingressos e temos boa amizade com o pessoal do Taubaté acabamos assistindo o jogo por ali mesmo!

Parabéns ao pessoal por terem enfrentado a estrada, arrumado a grana necessária e estarem presentes acompanhando o querido Burro da Central.

A torcida local fez bonito e se fez presente em considerável número! Foram distribuídos 4 mil ingressos gratuitos na cidade e quase 100% deste público compareceu ao jogo!

Claro que merece destaque a torcida organizada local : “Os persistentes“, que mais uma vez fez entender o porquê do seu nome.

Além da organizada, ali do lado da torcida visitante também tinha uma boa parte de torcedores locais!

Pô, e acompanhando o aquecimento dos reservas do Taubaté, eis que encontro eles o Garré, ex atleta do anto André pelo qual a torcida aqui sempre teve grande admiração!!!

Assisti à partida ao lado do Madequier, da cidade vizinha de Pirassununga! Valeu pelo rolê e pelo papo, meu amigo!!

Em campo, o time local soube se impor e rapidamente o meia Celsinho fez 1×0 pro Lemense. Como esse cara é bom… Por pouco ele não estragou o acesso do Santo André em 2019, quando defendia as cores do Água Santa, de Diadema.

Pra quem não conhece o Estádio Bruno Lazzarini, vamos a um rápido registro visual. Aí está o gol da esquerda:

O meio campo (onde fica o pessoal dos Persistentes):

E o gol da direita:

O acesso ao estádio foi fácil, e o gramado estava em boas condições, principalmente se levarmos em conta que recebeu muitas chuva nos últimos dias, o que demonstra que está existindo um cuidado especial para que esse retorno não seja apenas fogo de palha.

No intervalo, as duas torcidas foram se ver de perto para matar a saudade dos estádios…

Parabéns à torcida do Taubaté que soube não entrar na provocação da torcida local.

Em campo, o Lemense já tinha 2×0 e o jogo foi se encaminhando para o fim em clima de festa local!

Fiquei um pouco hipnotizado olhando esses números…

Quando dei por mim… o jogo havia acabado! E o Lemense mostrou que voltou pra valer!!

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Paraguaçuense e o resgate de seu troféu

De tempos em tempos o futebol do interior paulista nos surpreende, com times inesperados e campanhas surpreendentes. Alguns desses times são muito queridos pela mídia e representam grandes cidades, o que acaba sendo uma grande festa. Mas, as vezes essas conquistas vão além e desafiam qualquer previsão. E isso foi o que aconteceu em 1993, com a conquista da “Divisão Intermediária” ( o equivalente à série A2 da época), pelo EC Paraguaçuense. EC Paraguaçuense 1993 Já estivemos em Paraguaçu registrando seu estádio (confira aqui como foi) e também escrevemos um pouco sobre a camisa e a história do time.

Naquele ano, chegaram ao quadrangular final União Agrícola Barbarense, Comercial, Francana e o próprio Paraguaçuense. A partida que decidiu o campeonato foi disputada em Paraguaçu Paulista, no Estádio Carlos Affini entre o time local e o Barbarense, que conquistaria o título e o acesso à primeira divisão com um simples empate. O jogo termina com uma festa gigantesca para a pequena cidade do oeste paulista: EC Paraguaçuense 4×1 UA Barbarense. O time menos “badalado” conquistava a Intermediária Paulista!!! Confira o vídeo resgatado pelo torcedor e pesquisador Amarildo:

Porém o Paraguaçuense nunca recebeu esse troféu, porque na época, a capacidade dos estádios validavam as conquistas e acessos dos times. O Estádio Carlos Affini fora recentemente ampliado para 10 mil lugares, exatamente para poder disputar a Intermediária, já que até 1992 sua capacidade era para apenas 2.600 torcedores. Esepecula-se que a Federação não acreditava numa nova ampliação para a disputa da principal divisão do campeonato paulista, e em paralelo, duas equipes de prestígio pleiteavam a vaga: Francana e Comercial, ambas com estádios em condições de disputas maiores. A Federação foi adiando a entrega do Troféu, e mesmo quando o Paraguaçuense oficializaou a nova ampliação, desta vez para os atuais 15 mil lugares, o troféu praticamente acabou esquecido por conta da reformulação apresentada para o futebol paulista. Estádio Municipal Carlos Affini - EC Paraguaçuense Nasciam as séries A1, A2 e A3, e uma inexplicável reorganizção dos times, obrigou o EC Paraguaçuense a disputar a série A2 e não a série A1, pela qual conquistou o direito, em campo. O EC Paraguaçuense não tinha forças para bater de frente com a decisão da Federação Paulista e seguiu jogando a série A2 até 2002 quando acabou rebaixado para a série A3. Em 2007, decide abandonar o futebol profissional. Mas… e o troféu? Porque no site da Federação Paulista, consta a lista dos campeões da “série A2” e o EC Paraguaçuense como o legítimo campeão de 1993… É aí que surge a nova diretoria do EC Paraguaçuense, representada pelo presidente Petrus Ricardo para enfim requerir e conquistar o merecido troféu. Depois de 27 anos de espera aí está o troféu de Campeão Paulista da Intermediária (Série A2), registrado pelo torcedor e historiador do clube Amarildo: Amarildo - torcedor do Paraguaçuense Aqui, a equipe de repórteres da Rádio Marconi, da época que cobriam os jogos: Adauto Marinho, Bacca, Chico Carlos, Pedrinho Militino e o próprio Amarildo! EC Paraguaçuense campeão A2 - 1993 Aliás, o amigo Amarildo acabou representando a força da torcida ao colaborar com seus arquivos pessoais que reforçam e documentam a conquista. Amarildo - Paraguaçuense Amarildo - EC Paraguaçunse A TV TEM (afiliada local da Rede Globo) até foi ao Estádio pra fazer uma matéria sobre a chegada do troféu! EC Paraguaçuense campeão A2 - 1993 Festa mais que merecida, e com direito a vários protagonistas dessa história! Aqui, com Arlindo Mazzi, “Pilão”, ex-zagueiro do EC Paraguacuense nos anos 90. Troféu EC Paraguaçuense campeão da série A2 1993 Aqui, o troféu com Nivaldo Francisco da Silva, o presidente que conquistou o título, em 1993 e o atual presidente Petrus Ricardo, que conseguiu buscar o troféu. Troféu EC Paraguaçuense campeão da série A2 1993 Esse é o motorista  Tonanha, que transportava o time nos treinos, jogos por todo interior, e que é muito querido por todos: Troféu EC Paraguaçuense campeão da série A2 1993 Na foto abaixo, o Amarildo reuniu Nivaldo Francisco da Silva (o presidente de 1993), Elzinha Pacheco (Secretaria de Educação Esportes e Cultura), Gilberto (ex jogador anos 90), e Júlio Cesar (atual secretário do EC Paraguacuense): Troféu EC Paraguaçuense campeão da série A2 1993 Aqui: Chico Carlos (repórter da época), Pilão (jogador anos 90), Carlão (diretor nos anos 90), Bacca (repórter da época), Manga (goleiro reserva da época do título de 1993), Chaleira (goleiro nos anos 80), Dinho (dirigente da época), e Adauto Marinho (repórter da rádio Marconi da época de 1993). Troféu EC Paraguaçuense campeão da série A2 1993 Que a conquista possa representar um novo momento e quem sabe incentivar a volta do Paraguaçuense ao futebol profissional!

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O futebol profissional em Salto – Parte 2

ESSE POST SE COMPLETA COM O POST 1 SOBRE SALTO, CONFIRA AQUI!

26 de setembro de 2020.

Quase 6 anos depois de termos visitado Salto pela primeira vez, quando conhecemos a cidade e registramos o Estádios da Associação Saltense, além do que restou do clube social do Guarani Saltense, do Estádio Municipal Amadeu Mosca e do campo do XV de Novembro, voltamos à cidade para completar nossa missão.

Salto

A cidade foi fundada por Antônio Vieira Tavares, sobrinho do bandeirante caçador de índios Antônio Raposo Tavares. Em 1698, ele ergueu uma capela em louvor a Nossa Senhora do Monte Serrat, dando origem ao que viria se tornar a cidade de Salto.Em 1936, a capela foi reformada dando origem à Igreja Matriz.

Salto

Atualmente existe um Monumento à Nossa Senhora do Monte Serrat, que permite uma linda vista da cidade.

Salto

Acreditando na promessa de despoluição do rio Tietê, a cidade tem investido no turismo ecológico, com parques e até mesmo uma linda ponte pênsil.

Ponte Pensil - Salto

Essa construção histórica não só foi preservada como atualmente é ocupado pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (CEUNSP).

Salto

Nosso objetivo estava próximo, seguindo um pouco a frente contornando a igreja, chegamos num declive: a rua 24 de outubro, que vai até o rio Tietê!

Salto - Rio Tiete

Pra entender o lugar que fomos conhecer, vale olhar essa imagem do Google Maps e ver que se trata realmente de uma ilha em meio ao rio Tietê.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

O rio ainda não está limpo, mas já é bem diferente do que os paulistanos estão acostumados.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Do outro lado (de onde ele vem), pode se ver ao fundo o prédio histórico que comentamos do CEUNSP.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

E ao passar a ponte, chegamos à Ilha Grande, para enfim conhecer o Estádio Luiz Milanez.

O portão de entrada dá acesso ao estádio já na ilha.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Aqui, a visão logo após o portão:

Ali, os pássaros já começam a habitar o leito do rio, talvez também acreditando em sua futura despoluição.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

O Estádio Luiz Milanez é a casa da Associação Atlética Avenida.

A A.A. Avenida foi fundada em 1º de janeiro de 1945, com o nome em homenagem a uma antiga avenida que cruzava toda a cidade, e segundo a placa no campo, esta é a data considerada como a fundação do próprio Estádio Luiz Milanez.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Olha que bacana o jogo de botão que um fã montou pra AA Avenida:

AA Avenida - futebol de botão

Antes do campo, você encontrará a sede social do Avenida.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida
Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida
Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Mas, vamos enfim conhecer o campo e suas arquibancadas.

O Estádio já teve arquibancadas de alvenaria, mas segundo o pessoal do Avenida, elas foram levadas em uma inundação causada pela cheia do Tietê, em 1983. Aliás, olhando o rio tranquilo como ele estava hoje (em época de extrema seca), é difícil acreditar no potencial destrutivo que ele possui, mas … vale ver as imagens abaixo…

Rio Tiete - Salto

Essa é de 1983, e existem muitas outras no blog: Históra Salto.

Rio Tietê - Salto - enchente 1983

E esse ano, já teve uma inundação que virou notícia:

Mas vamos deixar todo esse aguaçeiro pra lá e dar uma olhada no campo:

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Aqui, o gol da esquerda, visto da arquibancada:

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Aqui, o gol da direita:

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Aqui, a arquibancada em madeira, como tanto se via pelo interior de São Paulo:

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida
Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida
Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Aqui, olhando do fundo para a entreada do estádio e da sede social:

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

E aqui, a vista pelo outro lado:

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Ao fundo do gol da esquerda, mais um pequeno lance de arquibancada, cuidada com todo esmero por aqueles que ainda amam o futebol local e a AA Avenida!

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Em 15 de maio de 1955, o time fez história ao se tornar o primeiro da cidade a disputar uma partida no Pacaembu contra o time de Cosmópolis (aliás, que time será esse? A Funilense??), e a equipe abaixo meteu logo uma goleada por 7×2:

AA Avenida no Pacaembú

Um registro histórico de um estádio que foi a casa da AA Avenida no Campeonato Paulista da série A3 em 1956, e a Série A2 de 1957 a 59.

Achei até o registro da Gazeta Esportiva de um amistoso contra o Corinthians de Santo André, disputado em 29 de abril de 1956:

AA Avenisa 5x1 Corinthians Santo André

Em 1956,jogou com a Portofelicense, o Guarani Saltense e a Ferroviária de Itú, ganhando 2 jogos, perdendo outros 2 e empatando 2, classificando para a fase seguinte, onde enfrentou a AA Saltense, o Elvira (Jacareí), o Aparecida, a Portofelicense e o Palmeiras de São João da Boa Vista, onde ganhou 3, empatou 6 e perdeu uma partida.

Em 1957, essa foi a tabela e a classificação da série A2:

Série A2 - 1957
Série A2 - 1957

Em 1957, ainda participou do Torneio Santos Dummont que tinha divulgação dos jogos na poderosa Gazeta Esportiva:

Torneio Santos Dummont

Aqui, a campanha da série A2, de 1958:

Série A2 de 1958
Série A2 de 1958

Esse é o time de 1958 (aliás, obrigado ao Valdir Líbero, por me passar essa e outras fotos, que ele pegou do livro História do Esporte Saltense, de autoria do jornalista Valter Lenzi:

AA Avenida - 1958

E em 1959 houve uma melhoria nos resultados, com destaque para duas goleadas seguidas contra a Mogiana (7×3!!!) e contra o Bandeirantes (5×1).

Série A2 - 1959
Série A2 - 1959

O time que fez essa campanha de 1959 é esse:

AA Avenida

Aqui, outra foto histórica do time também do final dos anos 50:

AA Avenida
AA Avenida

Voltando ao presente, as arquibancadas atuais não são as originais, porque segundo o pessoal que estava por lá, a enchente de 1983 levou as arquibancadas de alvenaria.

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

E fica aqui, meu agradecimento mais uma vez ao Lúcio que foi o companheiro de viagem 🙂

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

Um último olhar para o campo, sonhando com um improvável, mas nunca impossível retorno do futebol profissional à Ilha Grande…

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida
Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

As notícias recentes pelo menos mostram que existe uma esperança do retorno do futebol profissional a Salto (veja aqui, a notícia completa).

Salto volta ao futebol profissional

Ficamos por aqui. Até o próximo rolê!

Estádio Luiz Milanez - Ilha Grande - Associação Atlética Avenida

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Novo livro importante!!!

Júlio Bovi Diogo e o Rodolfo Pedro Stella Jr gostam de desafiar a lógica de mercado, os conselhos dos amigos, a recomendação dos mais centrados e seguem apostando suas forças, grana e energia na publicação de livros… Mas, cá entre nós… Que baita livro! História da 2a divisão no Futebol Paulista Trata-se da “História da 2a divisão no Futebol Paulista”, o segundo volume desta publicação que levanta dados essenciais para jornalistas, pesquisadores e torcedores mais fanáticos sobre a atual Série A2, nesse caso, de 1978 a 1990. História da 2a divisão no Futebol Paulista São fichas técnicas completas, equipes participantes, classificações, foto do time campeão em 320 páginas, no formato A4 (21cm x 29,7 com). São poucos exemplares, por isso, os interessados entrar em contato com Júlio Diogo pelo email – juliodiogo@litoral.com.br.

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O triste fim do futebol profissional em Lorena

Ainda no Vale do Paraíba, vamos conhecer a triste história do fim do futebol de Lorena! Lorena Assim como a maioria das cidades, Lorena também é cortada pela estrada de ferro. Lorena Eu sou apaixonado pela Ferrovia e confesso que me emocionei ao reviver uma sensação que há tempos não tinha:

Incrível como existem verdadeiras obras da arquitetura ainda preservadas nas cidades do interior, com destaque para o Solar dos Azevedo:

Solar dos Azevedo O Solar dos Azevedo é pertenceu ao comendador Antônio Clemente dos Santos e, posteriormente, a Rodrigues de Azevedo, daí o nome. Atualmente,é de propriedade do bispado de Lorena. Solar dos Azevedo Solar dos Azevedo Mas, estamos aqui pra falar de futebol! E a história é triste. Falamos do Esporte Clube Hepacaré e do seu “ex-tádio”. Distintivo do Esporte Clube Hepacaré O Esporte Clube Hepacaré foi fundado em 7 de setembro de 1914 e fez história ao disputar dez edições da série A3 do Campeonato Paulista (de 1956 a 58 e de 1960 a 66) e duas edições da série A2 (em 1959 e em 1973). Esporte Clube Hepacaré Ficou conhecido também porque contou com Dondinho (pai do Pelé) como atleta nos anos 40. Esporte Clube Hepacaré O time mandava seus jogos no Estádio General Affonseca. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca A inauguração do estádio foi grande estilo, em 30 de março de 1941 num jogo contra o Fluminense, que acabou 5×0 para os cariocas, e quem apitou o jogo foi um tal “Arthur Friedenreich”. Esporte Clube Hepacaré O time do Hepacaré marcou época na cidade e na região, chegando a jogar contra o nosso Santo André na A2 de 1973. Esporte Clube Hepacaré O estádio se segurou até mesmo anos depois do time se licenciar das competições oficiais. As fotos abaixo foram feitas em 2008 pelo pessoal do Jogos Perdidos (clique aqui para relembrar a visita deles ao estádio) e elas mostram como estava o estádio, desde sua entrada… Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Até a parte interna. Perceba o cuidado nas cadeiras da arquibancada. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Ainda que com uma pintura gasta, o estádio estava de pé e bem vivo! Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca O gramado irregular, mas dentro dos limites do futebol amador que é a realidade do Hepacaré desde os anos 70. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca A bela arquibancada coberta, com as palmeiras ao fundo. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Eu já havia lido esta matéria do pessoal do Jogos Perdidos (aliás, obrigado por terem conseguido registrar o General Affonseca ainda “vivo”) e contava os dias até que a oportunidade de ver e reforçar o registro que eles fizeram 11 anos atrás (escrevo este post em 2019). Logo, chegamos ao endereço do estádio… Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca A triste notícia… O endereço estava certo… Os errados somos nós…

Olho para uma foto do passado… Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Comparo com o presente… As palmeiras estão lá, mas tudo está errado… Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Ainda existe um mísero pedaço do que outrora foi a arquibancada da torcida do Hepacaré. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Fiz questão de ir até lá e pelo menos pisar nesses poucos degraus de cimento, onde tantas emoções foram vividas… Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca O antigo Estádio da rua Conselheiro Rodrigues Alves não resistiu ao poder do dinheiro… O valor do imóvel na Vila Hepacaré injustificava a existência de um time amador de futebol e sua sede. Suas piscinas e sua sede, onde o funk rolava desde os anos 90 ficaram pra traz. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Em 2011, faltavam apenas três anos para o centenário do clube, mas ele não resistiu. O EC Hepacaré estava falido. Menos de um ano depois, sua sede foi leiloada (R$ 5,3 milhões, aplicados não sei como) e em 2017, nascia mais uma unidade do Supermercado Nagumo. Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca

Antes de ir embora, encontrei mais uma parte do estádio… Uma parede que parece separar a recordação da realidade.

Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca As tradicionais paredes amarelas ainda estão ali dentro… Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Esporte Clube Hepacaré - Estádio General Affonseca Se doi pra quem nunca viu um jogo, imagine para quem chegou a jogar ali…

Não há o que falar…. Nós perdemos… Fica de recordação a camisa do amigo Fred de Taubaté: Camisa do Hepacaré Pra quem quiser uma lembrança, o site Só Futebol comercializa réplicas das camisas dos times extintos, como o EC Hepacaré. Camisa do Hepacaré

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Revisitando o estádio e a história do Nacional A.C.

Estádio Nicolau Alayon para torcer por uma vitória do nosso Ramalhão! Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Mas, ao mesmo tempo é mais uma chance de rever esse belo estádio, principalmente em um momento tão importante para o Nacional Atlético Clube: seu centenário! Parabéns à sua torcida e em especial ao pessoal da Almanac que segue apoiando o time em todos os jogos. Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Outra figuraça da torcida do Nacional é o Leandro Massoni Ilhéu que acaba de lançar o livro “Nacional: nos trilhos do futebol brasileiro”  contando um pouco da história do time. Quem quiser adquirir, pode falar diretamente com o Leandro pelo Face dele (é só clicar aqui). Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Livro Nacional nos trilhos do futebol brasileiro Voltando ao estádio, mesmo sendo em um feriado prolongado, até que o público esteve razoável… Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Pessoal da Fúria Andreense, da TUDA e também os torcedores autônomos compareceram ao Nicolau para tentar estragar a festa do Naça: Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon - Fúria Andreense Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Em campo, o Nacional fez valer seu mando de campo e teve mais posse de bola, mas o Santo André saiu ganhando e foi pro segundo tempo com 1×0 graças a esse gol de penalty:

No intervalo é hora de por o papo em dia, destaque pro amigo ““, que é até tema de música da nossa banda (o Visitantes), pra ouvir é só clicar aqui: Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Outro destaque para a primeira partida do Ramalhão da nossa sobrinha, a Bia! Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon Mas, os destaques ficam por aí… No segundo tempo, o sol forte parece ter fritado a cabeça dos atletas e o que se viu foi a virada do Nacional (treinado pelo querido Jorginho, ex atleta do Ramalhão) pra cima do Santo André. Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon jorginho cantinflas Vitória merecida do Nacional. O Santo André precisa voltar aos trilhos caso ainda queira o acesso… Mesmo com a derrota, seguimos na oitava posição… Nacional 2x1 Santo André - Estádio Nicolau Alayon  

APOIE O TIME DA SUA CIDADE (na vitória e na derrota)!!!

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Estádios do Noroeste Paulista – Parte 10: Santa Fé do Sul

Brasão da Estância Turística de Santa Fé do Sul

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

Sim, a estrada é longa, mas não tão deserta… Depois de tantas horas dirigindo, chegamos a uma das últimas cidades do estado de São Paulo na direção Noroeste, sentido Mato Grosso do Sul: falamos de Santa Fé do Sul, uma estância turística que é tão bacana e surpreendente quanto longe, estávamos a mais de 650 km de casa! Santa Fé do Sul A cidade possui uma população de pouco mais de 30 mil habitantes, que vivem bem por suas ruas largas, várias praças temáticas e monumentos que contam sua história e cultura em plena rua.

Santa Fé do Sul

Santa Fé do Sul

Pelo que pudemos ler, trata-se de uma cidade de clima quente, com sol na maior parte do ano, aumentando ainda mais a ideia de qualidade de vida e sossego do interior.

Santa Fé do Sul

Você pode passear pelo parque das Águas Claras, Mata dos Macacos, museu a céu aberto ou se divertir entre um barzinho e outro.

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

Ah, e claro, tem a igreja da cidade!

Santa Fé do Sul

Nosso objetivo era conhecer o estádio onde o time local mandava seus jogos: o Santa Fé F.C.:

Santa Fé Futebol Clube

O Santa Fé Futebol Clube atualmente está licenciado do futebol profissional, mas desde sua fundação, em 8 de março de 1966, até sua última participação (na 4a divisão de 1994) foram 15 participações no Campeonato Paulista de Futebol.

A partir de 1969, o time passou a disputar o futebol profissional disputando a série A3, com o time abaixo:

Ainda disputaria a A3 em 1970, 80, 81 e de 1988 a 1991. E no meio dessa aventura, ainda conseguiu disputar a série A2 de 1982 a 87. Em 1982 fez uma campanha histórica, chegando muito perto do acesso! Em um campeonato com uma fórmula bem maluca, jogou o primeiro turno em duas fases, onde o Santa Fé FC não se classificou para a decisão do turno: Santa Fé FC - Campeonato Paulista - segunda divisão - 1982 Santa Fé FC - Campeonato Paulista - segunda divisão - 1982 O campeão do primeiro turno foi o AE Araçatuba. E o segundo turno também foi em duas fases: Santa Fé FC - Campeonato Paulista - segunda divisão - 1982 Santa Fé FC - Campeonato Paulista - segunda divisão - 1982 A boa campanha fez com que o Santa Fé FC disputasse a decisão do turno com o DracenaSérie A2 - 1982 Passando pelo Dracena o Santa Fé FC conquistou o direito de disputar a decisão do grupo com o vencedor do primeiro turno (o Araçatuba). O vencedor iria para um quadrangular final de onde sairia o acesso à primeira divisão, mas infelizmente não deu pro time do Santa FéSanta Fé FC - 1982

Por fim, nos anos 90, o time aventurou-se com um novo distintivo e ainda jogou uma edição da 4a divisão paulista, em 94:

Santa Fe FC.png

Nesse tempo todo, mandou seus jogos no Estádio Municipal Evandro de Paula, que infelizmente não tem mais uma identificação visual que o caracterize… Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul Mas, o estádio segue vivo, firme e forte, vamos conhecê-lo melhor?

Suas arquibancadas têm capacidade para cerca de 3.500 torcedores.

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

O gramado está muito bem cuidado, para a alegria dos times amadores que utilizam o campo.

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

Ficamos orgulhosos em poder vivenciar alguns minutos nesse local que já gerou tanta energia e alegria para a população local.

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

Que as portas sigam abertas para os times, as torcidas….

Estádio Municipal Evandro de Paula - Santa Fé do Sul

E que as estradas também estejam prontas pra nós e sempre nos tragam novas amizades, experiências e permita dividir a felicidade que encontramos com aqueles que conhecemos!

ESTRADA

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