Santo André 2×1 Água Santa, virada emocionante na 7ª rodada da série A2 2026

Domingo, 2 de fevereiro de 2026.
Jogo às 10hs da manhã é assim: muitos olhos ainda sonolentos, alguns vindo direto do rolê de sábado, outros, já acostumados a acordar cedo diariamente…
Mas, em comum, todos com o coração batendo mais forte do que o normal, afinal, é dia de Santo André no Bruno José Daniel.
Dessa vez, o Thiago (meu sobrinho) esteve presente e se tem alguém pé quente é ele…

Outra coisa legal, que deveria ter estado presente em TODOS os jogos do time é a loja do Santo André, a Ramalhão Store.
Incrível como o torcedor gosta da nossa camisa… E mais, se tivessem outros itens a preços mais acessíveis (afinal a camisa deste ano está R$ 200), como bonés, camisas de algodão e etc, com certeza venderíamos ainda mais ítens.

O Água Santa é um time que se tornou nome pesado, principalmente depois do vice campeonato paulista, e chega pro confronto como vice-líder, dono de um ataque forte que prometia causar calafrios na arquibancada local.
Não a toa sua torcida se fez presente em bom número.

Vale ressaltar que tanto a Aquáticos quanto os demais torcedores do Água Santa sempre receberam bem a torcida do Santo André em Diadema, e a recíproca foi verdadeira.
Até churrasco na sede da Fúria rolou depois reunindo as organizadas.

Recentemente entrevistamos o Paulo, presidente do Água Santa e foi um dos programas mais legais do @1902, confira:

Bom, chegar ao Brunão significa, antes de mais nada, reencontrar amigos.
Bandeiras tremulando, corações pulsando, e aquela sensação de que cada rosto na arquibancada tinha uma história com o Ramalhão.

Começa o cerimonial!
Quando a Federação criou essa música de abertura, eu achava meio esquisito, hoje, eu confesso que dá uma sensação bem legal de espetáculo oficial.
Vale ressaltar a iniciativa em parceria com a UAPA (veja mais aqui sobre como apoiar) com foco na adoção de cães abandonados: cada jogador entrou carrgando um dos pets que estão para serem adotados.

O jogo começou nervoso, o Santo André buscando espaço, mas não conseguia acertar aquele último passe…

Quem foi pra arquibancada foi pra torcer e não apenas para assistir.
O público apoiou os 90 minutos, jogando junto, como tem que ser.

Olha aí o Esquerdinha ajudando a criar um clima diferente na nossa bancada!

Pessoal da TUDA, a mais tradicional torcida organizada do Santo André, também estava lá!

Esquadrão Andreense também deu o seu apoio!

Em campo, o Santo André, mais uma vez teve boas oportunidades com os escanteios, mas, ao menos no primeiro tempo, nenhum deles acabou em gol.

Assim, o que se viu no primeiro tempo foi uma verdadeira luta tática.
A bola rodava, e cada chegada do Santo André vinha à mente o “vamos, vamos, vamos Ramalhão, vamoooooos!”.

Era como se a arquibancada pudesse soprar o time pra frente com cada grito.

O Água Santa mostrou porque tem uma campanha sólida, jogando com confiança, explorando os espaços, exigindo atenção máxima da defesa.
Quando foi pro ataque… fez um golaço.
Água Santa 1×0 já nos acréscimos do primeiro tempo.

O intervalo virou pausa necessária, com muita gente deixando a arquibancada para procurar água e refrigerante e retomar o fôlego.
Aliás, talvez quem comande os bares precisa repensar um pouco a operação. Difícil essas filas…

No intervalo, quem apareceu ali do nosso lado foi o Alexandre Seichi, treinador do nosso time sub20 e o responsável pelo time que disputou a copinha.

O 2º tempo voltou com a Fúria comandando a festa na arquibancada central.
E a Fúria tem sido um ponto importante no clima dos jogos!

O segundo tempo começou e o Santo André sabia que precisava de uma reação o quanto antes, mas nem eu esperava que viesse tão rápida.
Aos 2″, Mauro empatou a partida!

A reação na arquibancada local foi instantânea: gritos, bandeiras levantadas, um coro que fez o estádio vibrar como poucas vezes vimos neste A2.
Foi um momento chave, já que uma derrota levaria a voltar a pensar na parte de baixo da tabela.

Aquele momento parecia ser a redenção de rodadas anteriores após altos e baixos, após lutas na Copinha, após noites complicadas, o gol trouxe um sentimento de justiça no ar.
O empate já soava como um bom resultado.
Mas, a melhoria no jogo (muito graça a entrada do Tanque no ataque) começou a nos fazer pensar… E se a gente achasse um gol e levasse 3 pontos na partida de hoje?

Mas o adversário não era qualquer um.
O Água Santa era um adversário complicado e ainda oferecia risco de também fazer o seu gol e nos deixar sem ponto algum…
Só nos restava torcer.

O tempo passava rápido.
A lembrança de tantos gol tomados nos acréscimos deixava a torcida receosa…
Mas, aos 46 do segundo tempo…

Quanta energia. Quanta emoção. Quantos abraços trocados…

O torcedor ramalhino merecia esse carinho…
E do gol pro apito final foi um pulo…

Mais uma vez, o time soube dividir a celebração do resultado com a torcida…

No fim, a vitória ficou sensação foi de missão cumprida.
A certeza de que a cada jogo, mesmo contra um adversário forte como o Água Santa, o Ramalhão segue sendo um time que pulsa com sua gente.
Nossa paixão é assim: se renova a cada vitória, se fortalece a cada rodada e se celebra com cada bandeira no estádio.

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A triste eliminação do Ramalhinho da Copa SP 2026

Quinta feira, 15 de janeiro de 2026.
Um dia após o time profissional ser goleado por 4×0 em casa pelo Monte Azul, é hora de reencontrar os amigos e amigas, juntar os cacos e usar o que sobra da voz (em 14 dias já são 6 jogos com presença da torcida) e voltar até a Arena Ibrachina não só para mais um jogo, mas para o segundo mata-mata de Copinha.

Era pra ser uma tarde de sonho.
Havia no ar aquela esperança silenciosa de quem sabe que, no futebol, tudo pode acontecer, inclusive repetirmos 2003 e nos tornarmos novamente campeões da copinha!

Só que tudo começou muito mal…
Logo aos cinco minutos, escanteio, bola na área e o Ibrachina abriu o placar, com Enrico…
Aquele gol cedo deu um baque.
Claro que a arquibancada sentiu, e claro que o time sentiu.
Mas mesmo assim, ninguém deixou de cantar, nem de correr em campo.
Porque Copinha é isso: se não empurrar, acaba antes da hora.

O primeiro tempo passou com o Santo André tentando se impor atrás do empate e fazendo da raça sua maior inspiração. Até uma falta na trave a gente mandou…

O Ibrachina, organizado, e pela primeira vez jogando com uma grande torcida ao seu lado, parecia confortável…

Mas a nossa bancada é mesmo incrível… Ou todo mundo tem o Ovídio na bateria?

A gente foi pro intervalo com aquele misto de preocupação e fé teimosa que só o torcedor entende.
A chuva já caía em volume suficiente pra encharcar, teve até quem achou um camarote para se proteger da chuva…

E o Santo André apareceu para o segundo tempo da mesma forma que sempre: unido em torno de um ideal e ouvindo o que o nosso treinador Alexandre Seichi tinha de proposta para os 45 minutos finais.

E logo no começo, Maycon recebe uma bola na entrada da área, limpa o zagueiro e bate de longe para empatar…

Gol do Ramalhinho. Alívio.

Grito preso na garganta que saiu de uma vez só.

Ali, por alguns minutos, parecia que tudo podia virar. O time cresceu, criou chances, competiu de igual pra igual.

O Ibrachina também teve as suas. Jogo aberto, tenso, daqueles que fazem a gente esquecer o resto do mundo. Já nos últimos minutos uma expulsão pro lado do Ibrachina que, caso fosse mais cedo poderia ter facilitado a virada do Santo André

O placar parece ficar mesmo no 1×1, deixando a torcida ainda mais nervosa…

Mas o apito final veio sem mais gols. Pênaltis.

Agora estamos todos juntos, mais que nunca…

E pênalti, a gente sabe, não é só técnica. É cabeça, é perna pesada, é pressão.

Será a hora de Kauan brilhar?

Após acertos nas primeiras cobranças dos dois times, Miguel (ex Ibrachina) perdeu a segunda do Ramalhão e foi como uma bolada no estômago…

O Ibrachina foi perfeito nas batidas.
5×3.
Fim de jogo.

Fim do sonho do bicampeonato.
Doeu porque o time lutou, porque buscou o empate, porque esteve vivo até o último momento.
E também porque esse elenco e nosso treinador tem uma paixão pelo time e pela torcida que dá gosto de se ver…
Saí da Arena Ibrachina com o coração pesado, mas com respeito pelo que foi feito em campo.
A Copinha é cruel, mas também ensina.
Fica a frustração, fica o orgulho de ter estado lá, apoiando até o fim.
E fica a certeza de que usar a camisa do Ramalhão é carregar uma história que a gente nunca abandona…

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Santo André 0x4 Monte Azul: desastrosa estreia do Ramalhão em casa…

14 de janeiro de 2026.
Era pra ser diferente.
Primeiro jogo do ano em casa, torcida mobilizada, arquibancada cheia no Bruno José Daniel, clima de recomeço.

Depois do 3×3 na estreia, a gente veio pra ver o Santo André dar sequência ao bom começo que sentimos na Javari. E acredito que o time também tinha esse plano ao entrar em campo.

Depois de muita luta, finalmente voltamos a jogar a noite!

Até um sapo foi retirado de dentro do estádio, simbolizando para alguns o possível “fim da zica”. Será?

Houve ainda o início da segunda etapa do projeto “Brunão raiz” tentando ocupar aquele lado da arquibancada com faixas e bandeiras que deu uma cara bem bacana a essa lateral da entrada do estádio.

A relação entre time e torcida começou o ano muito bem graças, principalmente à figura de Sérgio Soares que aproximou os dois lados como só um apaixonado por futebol e pelo Ramalhão poderia fazer. Até fogos de artifício a torcida bancou para receber o time…

Assim, o resultado foi uma bancada com um bom número de torcedores e um clima de jogo como há muito não se via!

Porém, faltou combinar com o adversário… jogo mal começou e o Monte Azul já parecia mais ligado.
Numa falta sem muito perigo, a bola sobra limpa na pequena área depois de uma falha que não podia acontecer. Wallace empurra pro gol e, de repente, todo aquela esperança da arquibancada começou a virar dúvida…

O Santo André até tentou reagir, mas tudo parecia difícil.

Apoio da arquibancada, não faltou em nenhum dos mais de 90 minutos de jogo.

Até que o time tentava criar, mas sabe aquelas noites em que tudo dá errado?
Pois é… E. a torcida ramalhina não merecia isso… Era pra ter sido diferente…

O meio não encaixava, a bola não ficava.
E quando o Monte Azul chegava, chegava com perigo.
Aos 27, bola levantada na área, Wallace sobe no meio da zaga e faz o segundo.
Dois a zero antes do intervalo, e a sensação era de que o jogo estava escapando rápido demais.

No segundo tempo, ainda havia esperança de uma reação. O time voltou mais ligado, mas…

A sensação de que haveria um milagre durou pouco. Contra-ataque, pênalti. Wallace bate, faz o terceiro e completa o hat-trick. Aí doeu de verdade.
Doeu porque dava pra ver que o time sentiu, e a torcida também.
E essa noite, era pra ter sido diferente…

Pra piorar, ainda teve mais um pênalti. Aruba converteu e fechou o placar. 4 a 0 em casa, no primeiro jogo do ano, com a gente tentando empurrar o time do começo ao fim.

O que fica é aquela frustração pesada de quem se mobilizou, acreditou, chamou gente pro estádio e saiu sem resposta.
Não é só a derrota é a forma.
Porque começo de temporada é quando a gente quer sair acreditando.
E dessa vez, ficou a dor e a cobrança.
Não há muito o que se falar… Uma noite atípica? Azar? Culpa do sapo?
Só o time pode responder, e em campo, na próxima partida, contra o XV de Piracicaba…

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