3ª rodada da série A2: a recuperação do EC Santo André

18 de janeiro de 2026.
Manhã de Domingo, jogo as 10hs, em pleno verão, mesmo sem o sol estalando nas nossas cabeças, a manhã apresentava aquele mormaço tradicional.
Mas nada disso interessa, o foco é a vitória no difícil jogo do Santo André contra o XV de Piracicaba.

Em campo, o Ramalhão procura sua reabilitação e por isso, sempre bom ver que o Santo André pode sempre contar com sua torcida.

E lá vamos nós para a 3ª rodada, em busca da nossa primeira vitória…

Não dá pra negar que a goleada sofrida em casa contra o Monte Azul, fez diminuir o número do chamado “torcedor comum”, aquele que frequenta as arquibancadas do Brunão com menor frequência.

Assim, não foi dia de ter grande presença da torcida, mas quem foi…
Foi pra torcer!

Ainda que todo mundo estivesse esperando uma resposta depois da última partida, a postura da torcida foi de apoio e não de cobrança. O desejo era simples: competir, reagir, mostrar que o Ramalhão ainda estava vivo na A2.

A torcida do XV também chegava com a mesma expectativa, visto que o time de Piracicaba também não começou empolgando…

Essa série A2 não tem jogo fácil… Parece que toda partida é uma decisão e exige atenção total!

O jogo começou travado, calor castigando, bola presa no meio.
O Santo André tentava, mas errava o último passe, ou parava no goleiro.

Só quem não parava era a Fúria Andreense, conhecida por cantar os 90 minutos!

No fim das contas até que estava um clima de jogo com a arquibancada com bastante gente…

O Santo André se mostrava mais precavido, apenas atacando na certeza, mas transmitindo mais segurança na defesa.

As bolas paradas buscando o cabeceio eram a principal investida dos donos da casa.

O primeiro tempo acabou virando no 0x0, deixando uma pulga atrás da orelha no torcedor local…
Será que é hoje que teremos nossa primeira vitória? Ou mais uma vez o “fator casa” não vai fazer sentido?

Antes do reinício do jogo, mais um papo do time ali no meio campo.
Tem que dar certo!

O segundo tempo começou com o Santo André se arriscando mais e consequentemente, abrindo chances para os contra-ataques do XV de Piracicaba, que chegou a assustar perdendo uma chance clara, assustando o lado azul do estádio…

Já ressabiados pela última partida, houve quem temesse o pior, mas o futebol, de vez em quando, resolve mudar a história e aos 35, a bola sobrou para quem mais precisava. Miguel Ribeiro. Cria da base.
O mesmo menino que dias antes tinha saído da Copinha com o peso de um pênalti perdido. Chutou, a bola explodiu na zaga e voltou, e na segunda chance ele bateu sem medo.
Gol. Explosão. Alívio. Grito preso há dias.

Não foi só um gol.
Foi resposta, foi respiro, foi justiça.
Três pontos que valem mais do que a tabela mostra.
Vitória que tira o time do sufoco e lembra todo mundo por que a gente segue vindo.

Porque o Ramalhão é isso.

Jogo difícil, torcida fiel e, às vezes, o futebol resolve recompensar quem não desiste…

Com o 1×0, o time se animou e veio pra cima em busca do segundo gol…

O jogo foi se aproximando do final e, claro, nunca é tranquilo, mas até que o time conseguiu segurar bem sua primeira vitória para a alegria da torcida Ramalhina!

Fim de jogo! O Santo André consegue fazer valer o mando de jogo e derrota um difícil e tradicional adversário!

O time mantém a proximidade com a torcida e celebram juntos essa vitória!

Até foto com a torcida deu pra fazer…

O pessoal da TV Ramalhão fez um vídeo bacana dos bastidores da partida, se liga:

Abraço para os amigos que seguem acreditando nesse time!

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Grêmio Mauaense segura o 0x0 com o líder Tanabi EC, em Mauá

Sábado, 12 de julho de 2025.
Dia de ir ao Estádio Pedro Benedetti acompanhar Grêmio Mauaense e Tanabi EC, pela série B do Campeonato Paulista, ao lado do amigo e companheiro de bancada Sérgio Gisoldi!

Pouca gente na arquibancada.

O Grêmio Mauaense vinha precisando do resultado, e a expectativa era de fazer valer o mando de campo contra um Tanabi que chegou como líder e com fama de sempre balançar as redes, tanto que sua torcida se fez presente.

O jogo começou truncado, daqueles que a gente sente que vai ser decidido no detalhe. Logo no começo, o Tanabi assustou, e a defesa do goleiro do Grêmio fez os poucos presentes prenderem a respiração. Mas a resposta veio rápido. Quando o Murilo arriscou de fora da área e a bola passou raspando a trave, foi aquele “uhhh” coletivo, mão na cabeça e a sensação de que o gol estava amadurecendo.

O primeiro tempo foi assim: lá e cá, disputado, pegado, sem espaço pra respirar.
Teve chute de longe deles, bola tirada com o olhar, contra-ataque nosso nos minutos finais. Nada entrou.
O zero no placar parecia justo…

Na volta do intervalo, o Mauaense voltou diferente.
Mais ligado, mais agressivo.
Logo no começo, veio uma chance clara que fez a torcida lamentar alto.
Minutos depois, foi o Tanabi que desperdiçou com o artilheiro deles, e aí ficou claro que o jogo estava aberto.

Cada ataque era um misto de esperança e nervosismo.
Aos 20, a Locomotiva chegou forte, o goleiro visitante salvou numa defesaça.
O gol não saiu, mas o time não deixou de tentar.
Até o fim, mais uma chance pra cada lado, muito suor e entrega.

Quando o juiz apitou o final, ficou aquele sentimento dividido.
O Mauaense não venceu, mas também não foi vencido pelo líder, mostrando que sempre compete.

Apesar do público pequeno, a partida chamou atenção pela presença de nomes importantes do futebol nas arquibancadas, como Márcio Griggio (ex Santo André, São Caetano e atual treinador), Júnior (ex-Matonense), e o próprio staff do Tanabi, incluindo o gerente executivo Amim, que acompanhou tudo de perto.

Mesmo com o empate sem gols, o resultado mantém o Tanabi na liderança do grupo, enquanto o time da casa segue em busca de maior consistência na competição.

E assim fica o registro de partida oficial acompanhada por 52 torcedores…

Segue o clipe do jogo:

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