O jogo foi no histórico Estádio da Vila Euclides, o 1.o de Maio.
Devido ao horário, a galera não lotou as arquibancadas como vem fazendo, mas até que bastante gente compareceu para assistir a partida.
Pra quem não lembra, esse é o Estádio que aparece no filme do Lula, onde aconteceram os encontrosentre mais de 100 mil trabalhadores para decidirem os rumos das greves, na década de 80, aqui no ABC.
É um estádio bem estiloso, e confesso que já não me lembrava de como é gostosos assistir jogos aqui.
Sobre o jogo, logo no início do 1o tempo começou a chover, o que transformou a partdia num grande desafio para o Tigrão, que precisava vencer de quaquer jeito.
O time contou com a experiência de Luciano Bebe, autor do único gol da partida, para vencer o time de Votorantim e assim subir na tabela da A2.
No segundo tempo, o Votoraty até voltou mais ousado, mas perdeu um jogador e facilitou a vitória do São Bernardo, frente sua empolgada torcida.
O próximo jogo do São Bernardo é contra o América, fora de casa, enquanto o Votoraty recebe o União Barbarense, em Votoratim.
Fica assim mais uma vez nossos parabéns ao time, torcida e população de São Bernardo!
Autor: Admin
66- Camisa do Joinville EC
A Camisa 66 é mais uma representante do estado de Santa Catarina (alias, pra quem não deu atenção quando escrevemos sobre o time do Imbituba, eles chegaram na primeira divisão Catarinense…). E na verdade não se trata de apenas uma, são duas, as minhas camisas do Joinville Esporte Clube. A segunda foi presente do grande amigo Rodrigo Ratier, atleta do tradicionalíssimo Garotos Podres e editor da Nova Escola!
O Joinville Esporte Clube foi fundado em 1976, a partir da fusão do departamento de futebol das equipes de América e Caxias, ambas da bela cidade de Joinville.
O Joinville tornou-se um dos maiores clubes de Santa Catarina, tendo conquistado 12 títulos estaduais, sendo o primeiro deles, logo no ano de estréia do clube, com o time abaixo:
Se no ano seguinte, o time não chegou ao título, os 8 anos seguintes tornariam-se memoráveis para a torcida do JEC, graças ao octacampeonato conquistado entre 1978 e 1985. O time de 1978 você conhece agora:
O de 79, também tem foto de campeão:
O de 1980 é em preto e branco, mas vale pelo registro histórico:
O de 81 também:
Fico devendo os esquadrões de 82 e 83, mas o de 84 segue abaixo:
Sobre o título de 1985, encontrei um vídeo no youtube, se liga:
Depois do octagonal ainda viriam os títulos de 1987 e o bi-campeonato 2000 e 2001.
Além disso, o JEC disputou a série A por diversas vezes, com destaque para o ano de 1985 quando ficou na oitava posição.
O maior ídolo da torcida Jequeana de todos os tempos foi o atacante Nardela, que jogou de 1980 a 1994, se constituindo no maior artilheiro do clube com 130 gols.
Assim como a gente fez pro Santo André (ouça no www.myspace.com/foradejogo), o Joinville também ganhou uma versão Rock para seu hino, para ouví-la, clique aqui O mascote do time é o “Jack Coelho“:
Possui um belo estádio, a “Arena Joinville“:

O site oficial é www.jec.com.br mas sugiro uma visita ao blog www.soujec.com.br feito por torcedores e por isso, mais “emocionante”.
E já que você está aqui na net, dê uma visitada no blog www.mcnishph.blogspot.com só sobre o futebol catarinense. Pra terminar, uma visão do que é comemorar um resultado com a torcida do JEC!
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O Estádio Martins Pereira, em São José dos Campos
O Estádio leva esse nome em homenagem aos irmãos Nelson e Mário, fundadores do São José (aqui vale lembrar que ainda não tenho a camisa do time, assim que conseguir eu posto por aqui). Quem vê de fora não consegue ter a idéia certa sobre o Estádio, até porque ele merecia uma nova mão de tinta…
Mas por dentro, mesmo nas escadarias já começa a ter mais vida, mais cor…
A estratégia de divulgação dos jogos é simples, barata e eficaz, e já mostra quem é o dono do Estádio.
Vale dizer que o Martins Pereira é daqueles estádios grandes, que ocupa todo o quarteirão.
O estádio tem capacidade para 15.317 pessoas. Abaixo, dá pra ter uma idéia de como cabe gente por ali…
Lá dentro, um outdoor muito bem planejado pela equipe que cuida da Comunicação da Sabesp… É difícil ver gente utilizando o espaço do futebol com uma temática própria e criativa.
Como sempre, não perco a chance de materializar a minha presença em mais um glorioso Estádio de futebol.
Aliás, eu e Mari não perdemos a chance…
Curiosamente os dois maiores momentos do estádio envolveram as equipes do São José e do São Paulo.
Em 1989, deveria ter sido disputada nele uma das finais do Paulistão, mas o time do Vale foi roubado na cara dura e os dois jogos foram no Morumbi
O segundo detalhe envolvendo o São Paulo é quanto ao recorde de público, oficialmente num jogo de 1987 (19 mil pessoas), e não oficialmente num jogo de 1997, quando 25 mil pessoas estiveram ali (embora 6 mil tenham entrado de graça). Bom, deu pra ter uma ideia do estádio, certo?
Na sequência falarei de outros dois estádios da região.
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Valorize o que é seu, antes que você o perca…
65- Camisa do Volta Redonda F.C.

Apóie o time da sua cidade!
]]>Rolê boleiro em Maceió – parte 2
E a cidade se divide mesmo. Como estávamos no Pajuçara vivenciamos mais o lado CRB da cidade, e não chegamos a conhecer o estádio do CSA, no bairro Mutange, que fica distante quase 1 hora dali (lembre-se que dependíamos de busão…) mas ficam algumas fotos para conhecê-lo:
Comprei a camisa do CSA numa loja de esportes (paguei R$ 60 num modelo antigo de uma camisa oficial), em breve posto a camisa por aqui. Continuando o rolê, fomos conhecer o Estádio Rei Pelé, atualmente em reformas.
O Estádio é o maior da cidade e é muito bonito, uma pena não ter as fotos que fizemos lá… (Aliás as últimas fotos que tirei com a câmera…).

No Estádio Rei Pelé fica o Museu do Esporte, cheio de fotografias, revistas, jornais, camisas, taças, medalhas e outros objetos que contam a história do futebol. Confesso que achei poucos torcedores do Corinthians de Alagoas, e mesmo os que encontrei eram torcedores mistos.
Antes de ir embora consegui encontrar uma camisa do ASA de Arapiraca (eternamente reverenciado por ter eliminado o Palmeiras na Copa do Brasil de 2002). Não havia encontrado um único torcedor do ASA até o último minuto na cidade.
Quando estávamos esperando nosso vôo, às 3 da manhã, do nada apareceram 6 torcedores fardados do ASA, até agora não entendi o que faziam ali, foi surreal, mas muito bom. Assim, termino essa experiência muito legal que foi conhecer Maceió e vivenciar um pouco do futebol da cidade.
Boa sorte aos clubes e torcedores que conhecemos!!
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Rolê boleiro em Maceió
Maceió, vamos ao lado boleiro do rolê!
Como eu disse no post anterior, a aventura começou no aeroporto ao encontrar e bater um longo papo com o Dorival Júnior (atual técnico do Santos).
Mas mesmo ao chegar em Maceió, os ventos continuaram soprando a nosso favor, e logo no primeiro dia demos a sorte de poder assistir a um amistoso do CRB contra a Seleção de Passo do Camaragibe, no Estádio Severiano Gomes Filho, ou Estádio da Pajuçara
O CRB venceu por 1×0, jogando boa parte da partida com um jogador a menos.
Enquanto isso, nas arquibancadas, nós conhecemos o pessoal da Comando, organizada do CRB que comanda a festa nos jogos.
Vale lembrar que como nossa máquina foi perdida, estou usando fotos da imprensa local para ilustrar o post e infelizmente não pude mostrar os vídeos que fizemos da torcida.
Pra mim, o que mais marcou foi o pessoal cantando as músicas em Rap! Achei o vídeo do dia em que estávamos lá, e se vc der um pause aos 22 segundos, verá eu (de amarelo) e a Mari (de vestido) lá embaixo encostado no alambrado… Nossa única lembrança desse jogo…
O jogo serviu para inaugurar um novo setor da arquibancada, construído com o apoio da própria torcida que comparecia aos amistosos pagando um ingresso de R$ 15 e concorrendo a uma moto, sorteada no intervalo do jogo.
O Estádio Severiano Gomes Filho, ou Estádio da Pajuçara fica há pouco mais de 5 quarteirões do hotel em que ficamos.
No último dia em Maceió, ainda fomos até a sede da comando.
Resultado: voltei com a camisa do CRB (comprei lá no centro), com vários adesivos, lembranças e até o ingresso que concorria à moto.
Realmente ficamos sem palavras pela boa recepção da galera da Comando e esperamos poder encontrar o pessoal novamente. Valeu mesmo pela atenção!
Em breve posto sobre a camisa do CRB e aí dedico mais espaço às torcidas e ao pessoal, por hora, pra não ficar muito cansativo e principalmente separar times rivais em posts diferentes, depois escrevo sobre a continuação do rolê boleiro por Maceió!
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]]>Viajando pelo Brasil…
Assim como no ano passado, a idéia foi visitar um lugar que ainda não conhecessemos, aproveitar sua cultura e aprender um pouco mais sobre o futebol local.
No ano passado, fomos para o interior de SP e Sul de Minas Gerais, lembra? Veja aqui como foi.
Esse ano, fomos mais audaciosos e decidimos conhecer o estado de Alagoas, um verdadeiro paraíso tropical.
Nossa base foi a capital, Maceió. Ficamos no Pajuçara Hotel (o primeiro hotel com piscina na frente, na foto abaixo).
Logo na ida, uma agradabilíssima surpresa para os amantes do futebol!
Ficamos quase 2 horas esperando o nosso vôo sentados ao lado de Dorival Júnior, que estava em viagem também.
Dorival foi muito gentil e simpático e nos aguentou até a hora do embarque.
Bom, agora eu tenho que adiantar uma parte da história antes que você me pergunte “Pô, por que não tirou uma foto ao lado do cara??”.
Eu tirei.
E tirei fotos de todas as praias e passeios que fizemos.
E também das aventuras boleiras, dos estádios e do jogo do CRB.
Mas essas fotos não estarão nesse post porque consegui perder a câmera no último dia do passeio. Foda né?
Ainda não sei se a deixei cair em um dos taxis que pegamos no último dia, quando fomos conhecer o centro de Maceió, ou se fui furtado (o que não consigo aceitar, já que fiquei o tempo todo prestando atenção à mochila que estava comigo e onde levava câmera e carteira).
Bom, mas deixemos as lamentações pra lá, o que eu vou fazer é colocar fotos que estão aí pela internet pra ilustrar o que fizemos, e vc e eu fingimos que são as que eu havia tirado com a minha câmera, ok?
Então, pra resumir a parte “não boleira” da viagem, os passeios que fizemos (e recomendamos) foram:
Praia do Pajuçara
Era a praia em frente ao hotel que a gente estava. Assim como quase todas as praias de Maceió, oferece passeios de jangada até as piscinas naturais formadas pelos corais e recifes.
Praia do Francês
Todo mundo disse “Se for pra desistir de um passeio, escolha a Praia do Francês”. Mas como não costumamos dar ouvidos sem antes ver com nossos próprio olhos, lá fomos nós à Praia do Frances, uma praia bonita e bem próxima de onde estávamos.
Tem como diferencial, a presença de um grande recife a poucos metros da orla, que praticamente divide a praia em duas partes.
Conseguimos emprestado um par de snorkels (é assim que escreve??) e ficamos quase 3 horas mergulhando e vendo os peixes.
Almoçamos num quiosque em frente a praia (opções para vegetarianos: purê de batatas, arroz e feijão, batata frita e saladas).
Paripuera
Paripuera é uma praia ao norte, pouco mais de meia hora de carro da Pajuçara.
É uma daquelas praias meio isoladas e consequentemente, com poucas pessoas.
Fomos mergulhar nas piscinas naturais lááááá no meio do mar (fomos de scuna). Um passeio bonito e inesquecível.
Depois do passeio, já em terra, fomos almoçar num restaurante que serve como ponto de base dos turistas que vão à praia.
Conhecemos dois casais muito gente boa. Um de argentinos (torcedores do Independiente) e outro de paraguaios (hinchas do Cerro). O paraguaio inclusive me prometeu uma camisa do Cerro Portenho, mas não o encontrei depois para cobrar a promessa hehehe.
Maragogi
Maragogi é uma Paripuera aina melhor, principalmente pela cor da água.
A grande dica são os sequilhos vendidos na praia. Deliciosos!
O rolê de buggy também é bacana (eu preferi pegar o pequeno e eu mesmo ir dirigindo, mas confesso que não vale muito a pena… Vai com o maior só curtindo mesmo).
Ah, e depois dê uma caminhada pro lado direito (pra quem olha pro mar) para ver o encontro da água de um rio com o mar.
Praia do Gunga
Cara, acho que esse é o lugar mais maravilhoso, daqueles que parecem filmes.
Pequeno, com estrutura simples, mas tranquila, a maré sobe e baixa a cada 6 horas, então você começa com guarda sol praticamente dentro da água e sai dali com a água longe.
Levei uma queimada de “Cebola” (um tipo de água viva). Dói pracaramba.
Ao redor, só plantação de coqueiros.
Pra se chegar vai de barco ou de carro. Nós fomos de barco.
O que enjoa é que só toca forró. E eu não gosto de forró. Nem um pouco.
Bordadeiras e Rendeiras do bairro Pontal da Barra
Como a Mari é uma profissional da moda, na volta da praia do Gunga paramos no Pontal da Barra para conhecer o tão comentado trabalho das Bordadeiras.
Muito legal. Fiquei sabendo inclusive que o movimento anarquista da região atua por ali com os pescadores.
Feira do Rato
Bom, a gente ainda procura manter uma atitude mais punk e ao invés de só fazer o rolê de turista, tentamos conhecer um pouco do verdadeiro dia a dia das pessoas.
Assim, ao invés de fazermos um últimos passeio, decidimos tirar o dia para conhecer os museus e também para conhecer o centro da cidade.
O primeiro destino: “A feira do Rato”, também conhecida como “Feira do trem” pois a mesma é montada em cima de um trilho e quando o trem passa… É aquele corre.
O lugar é legal, mas vc tem que estar ligado, porque é mais ou menos como uma 25, só que sem nenhum policiamento.
Ao lado da feira estão o mercado de artesanatos e o mercado municipal. Fomos nos dois, mas sofremos um pouco porque entramos pelo lado do açougue no mercadão e para dois vegetarianos não é assim o melhor dos passeios.
Centro de Maceió
Centro é centro. Não tem segredo.
Camelódromos, vendedores ambulantes, gente apressada…
Museus
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]]>64- Camisa do Club Aurora

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]]>Encontros e desencontros no futebol
É… Esse mundo do futebol é mesmo cheio de encontros e desencontros…
Ao meu lado, na foto o presidente do São Caetano Nairo Ferreira.
Encontrei o cara num rolê em Santo André, e aproveitei para bater um papinho sobre futebol. É sempre bom ouvir como pensam as pessoas que tem mais poder de mando e decisão, do que nós meros torcedores.
Vale citar que o Nairo foi muito atencioso e gente boa. Claro que numa conversa de 5 minutos não dá pra se traçar o perfil de uma pessoa, então o mínimo que posso dizer é que ele mostrou ter grande vivência no mundo da bola.
E feliz natal….]]>
Por onde andamos??
Pessoal, com esses dois posts sobre o balanço do ano, As mil Camisa ficará sem novidades até o início de 2010, quando vamos mostrar um pouco do nosso rolê boleiro por Maceió.
Aliás, mostrar não porque no nosso último dia na belíssima cidade, conseguimos perder a nossa fiel câmera, que só naquela semana havia fotografado Dorival Júnior com a gente no aeroporto, o amistoso do CRB e os estádios de Maceió… Sem contar as praias da região….
Bom…. depois descrevo melhor o que aconteceu nesses últimos dias de 2009!
Abraços e um bom 2010 pra todos!




























































