














A camisa do CA Guaçuano é uma das camisas que consegui na minha última viagem de fim de ano (veja como foi aqui).

O Clube Atlético Guaçuano é um clube de Mogi Guaçu, interior de São Paulo, próximo à Mogi Mirim, e foi fundado no dia 26 de fevereiro de 1929. O site oficial do time é o www.caguacuano.com.br .
Popularmente chamado de “Mandi“, o time nasceu como amador, representando a cidade de Mogi Guaçu nos campeonatos oficiais do Estado, junto com o extinto Mogi Guaçu Futebol Clube. Seu mascote é o Mandi.

Sua primeira participação no profissionalismo foi em 1975, quando assumiu a vaga deixada pelo Grêmio Guaçuano e disputou a Terceira Divisão do Futebol Paulista, mas dois anos depois caiu para a quarta divisão, retornando à Terceirona em 1980 e conquistando o acesso à Divisão Especial em 1981.
Permaneceu na Especial (antigo nome da série A2) por mais cinco anos,e só voltou pra lá em 1992, mas não pode disputar a competição, pois o estádio municipal Alexandre Augusto Camacho, não obedecia à capacidade mínima de dez mil espectadores.
Estive visitando o estádio e posso dizer que é um daqueles alçapões, capazes de garantir um resultado. Mas ainda só comporta pouco mais de 5 mil torcedores. Uma pena que a prefeitura ou a iniciativa privada nâo souberam ajudar a equipe quando mais se precisou.

Além disso, o clube passou por uma crise financeira que impediu os investimentos necessários para disputar a competição.
Por estas razões, o Guaçuano voltou à última divisão do futebol paulista em 1994, onde permaneceu por muitos anos. Em 1996, o clube chegou ao quadrangular final da competição, mas não conquistou nenhuma das duas vagas. Em 2001, conseguiu acesso para a quinta divisão, após remanejamento realizado pela Federação Paulista de Futebol. A equipe permanece na Segunda Divisão neste ano.
O Hino do clube:
Sou Guaçuano
Atleticano pra valer!
Atlético eu sou…
Prô meu mandi
Em qualquer canto eu vou torcer!
Atlético!…Atlético!…
É o verde e branco do meu coração
Sua bandeira eu trago em minhas mãos…
Vai tremulando, agitando,
Conquistando a multidão
E sempre, sempre
Hei de vê-lo campeão!
Em sua história no passado
Tantos craques revelou
Atlético!…Atlético!…
Onde estiver estou contigo
Sou mais que amigo, sou torcedor
Meu Clube Atlético Guaçuano
Eu não me engano
Tu és meu amor…
Uma foto do time que disputou a segunda divisão em 2008:

E pra quem gosta de ver como é assistir um jogo com a torcida local, veja a “Torcida do barranco“:
Além da turma do barranco existe a Fúria Jovem Mandi.
Abraços!
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Com o futebol ganhando mais força, o distintivo teve uma nova versão (a atual):


Seu Estádio é o Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Estádio dos Aflitos, por localizar-se no bairro de mesmo nome (o Bairro leva esse nome por causa da Igreja N. Sra dos Aflitos). A capacidade é de 20 mil torcedores.

Aqui, o time de 1989:
Possui a rivalidade histórica com o Sport Club do Recife, com quem faz o Clássico dos Clássicos, terceiro clássico mais antigo do Brasil e com o Santa Cruz , com quem faz o Clássico das Emoções.
O site oficial do time é www.nautico-pe.com.br .
A torcida é realmente barulhenta e empolgante. Existem vários sites feito por eles, como o www.timbunet.com.br/ e o da organizada www.fanautico.com.br/ , entre outros.
Aliás, é impossível falar da torcida sem lembrar do grito de guerra deles. Como o Santo André já jogou várias vezes contra o Náutico, posso dizer que me familiarizei e sempre achei louco o grito: “N…. Á…. U…. T…. I… C….O….”
Além disso, vale citar a influência das Barras, não organizadas, que nasceram nos Aflitos com a Alma Alvirrubra, também conhecida por “Curva Sul”.
Eles não cobram mensalidade, não tem diretoria, uniforme ou produtos oficiais. Assim sendo, qualquer torcedor é livre para confeccionar osa trapos. Confira a rapaziada:
Em 2006, o Náutico voltou à primeira divisão, tentando assim apagar a triste memória do ano anterior, quando protagnizou uma dos jogos mais fantásticos dos últimos anos, que chegou a virar filme.
Falamos da “Batalha dos Aflitos”. Confira o que foi:
Mas o que eu mais me recordo é do artilheiro Bizú, que marcou minha infância!
O Náutico segue na série A, com a força de sua torcida e a garra de seus jogadores! Boa sorte!

Bom, agora que relembrei o meu giro de natal, vou começar a postar as camisas que consegui nessa viagem.
A primeira, foi uma grande surpresa, presente inesperado do amigo, praticante e apaixonado por rugby, Gabriel, lá de São João da Boa Vista.
O site do Mogi Mirim Esporte Clube é www.mogimirim.com.br.
O time é conhecido como “Sapão” devido às características da região, que possuía muitos brejos na época da fundação da cidade, e consequentemente tinha os sapos como animais recorrentes.

O clube foi fundado em 1 de fevereiro de 1932, sendo o primeiro time de futebol da cidade.
Se profissionalizou em 1954 e só atingiu seu maior reconhecimento na década de 90, quando o técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, montou o “Carrossel Caipira“.
O time contava com um meio campo de se respeitar com Valber, Rivaldo e Leto sendo as principais estrelas. Era um 3-5-2 que lembrava a Holanda na Copa de 1974, e o Mogi quase alcançou a final do torneio. Este grupo ainda seria campeão da Copa 90 anos da Federação Paulista de Futebol em 1992 e do Torneio Ricardo Teixeira em 1993.

Contudo, em 1994, a equipe perdeu suas estrelas para grandes clubes, deslizou e caiu para a segunda divisão, se reerguendo no ano seguinte com o título da segundona. Desde então, o Mogi fez campanhas intermediárias no Paulistão.
O Mogi Mirim possui um grande e bonito estádio, com um ótimo gramado, o Papa João Paulo II (já chamado de Wilson de Barros, entre outros nomes), com capacidade para 19 mil pessoas (outrora com capacidade para 30 mil)


O site da principal torcida é http://www.manchavermelha.com.br/, vale lembrar que suas duas maiores rivalidades são com o Guarani e União São João, quem quiser contato, o link pra comunidade do orkut deles é: www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1126370 .
Nos dias atuais, dentro de campo, o Mogi Mirim tem como principal nome o meia Giovanni, que brilhou pelo Santos em 1995 e foi companheiro de Rivaldo nos tempos de Barcelona e Olympiakos.
E fora dele, é Rivaldo quem reapareceu, assumindo a presidência do Sapão, no início de outubro de 2008.
Por unanimidade, o craque foi eleito pelos conselheiros da equipe como o novo presidente, e ainda trouxe o ex-volante César Sampaio e o ex-zagueiro Cleber, com os quais atuou no Palmeiras, na década de 1990, para serem respectivamente consultor do time e gerente de futebol.
Veja a entrevista do “presidente”:
Por fim, vale lembrar um belo gol que o próprio Rivaldo marcou a frente do Mogi:
A nossa mídia é cada vez mais conformada, mais burra e mais parte da chatice que vem se tornando o futebol atualmente.
Narradores cada vez mais previsíveis, comentaristas óbvios e simplistas, assistir futebol pela tv e até mesmo pelo rádio tem se tornado um programa padrão, com formatos cada vez mais parecidos.
Pode escrever aí, na rodada do fim de semana, os gols serão narrados iguais, os erros de arbitragem os mesmos e na segunda feira Flávio Prado seguirá criticando tudo e todos como se fosse um rebelde popular, quando na verdade é parte desse sistema podre que a cada dia mata os clubes menores e sequer fortalece os maiores.
Não vou me prolongar porque ainda guardo um post exclusivo sobre isso.



Bom, já que passamos por Poços de Caldas e falamos sobre o novo time da cidade, o Vulcão, é hora de retratar o outro time, a tradicional AA Caldense!

Essa camisa eu consegui do jeito mais triste. Comprando.
É fogo, não que eu ache injusto, mas é que mais do que comprar, eu tive que pedir pro pessoal do clube abrir a lojinha pra mim, e sabe quando as pessoas não demonstram aquela boa vontade?
Foi assim. Fiquei chateado. Esperava que os colaboradores do clube ficassem contentes por uma pessoa de fora querer comprar uma camisa. Mas deu pra ver que pra eles, aquilo é só mais um emprego.
Bom, vamos às coisas boas. O detalhe mais legal da camisa é o número. 19. Na época que eu ainda jogava no Autônomos, mesmo quando zagueiro titular, eu adorava jogar com a 18, ou 19.

Bom, sobre o time, o site oficial é o www.caldense.com.br, se quiser escutar seu hino, ouça aqui. Seu mascote é o Periquitão:

Vale conferir a promoção que eles fizeram para escolher o nome do mascote:
A “pré história” do futebol de Poços de Caldas começa em 1904, com Paulino de Souza trazendo uma das primeiras bolas de futebol para a cidade.
Muitos times surgiram no princípio do século XX, mas desapareceram em seguida, como o Internacional F.C. Os remanescentes se uniram, formando a Associação Atlética Caldense.
No início, o clube não possuía sequer sede social ou campo, e jogava no campo do Internacional F.C., sem arquibancada ou gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado.
Em 1926, a Caldense adquire um brejão, onde as crianças iam caçar rãs, que foi drenado e cercado de madeira, transformando-se em Campo.
A partir dos anos 30 começou a ser construída uma arquibancada.
Somente em 1947, conseguiu-se a seção de uso com o prazo de 20 anos.
A equipe teve grandes momentos como entre 1960 e 1961 quando fez uma campanha de 57 partidas invictas.
E navegando pela net encontrei uma foto que diz ser de 1978, alguém confirma?

Em 1979, inaugura-se o Estádio Municipal Ronaldo Junqueira e o então campo da Associação Atlética Caldense foi desativado.
Em 1981, contou com Casagrande em seu elenco:
Após tantos anos de luta, em 2002, a AACaldense conseguiu sua maior façanha, o Campeonato Mineiro da primeira divisão. Veja como foi:
Pra finalizar, quer comemorar um gol com os caras? Vai lá!



A torcida do Independiente é bem barulhenta, tive a oportunidade de ver a chegada da barra ao estádio do Huracan no último clássico de Avellaneda. Existe um site bem interessante feito pelos torcedores: www.infiernorojo.com
E que tal comemorar um gol com los rojos? Abraços!De volta da Argentina, sigo meu caminho por outros estados, em busca das 1.000 camisas.
Voltemos ao Ceará (de onde já mostrei a camisa do Vovô, e do Ferrão, que por coincidência decidiram o primeiro turno do estadual 2009) para ver a minha camisa do Fortaleza, presente dos meus pais em uma das viagens que eles fizeram pra lá.
O site oficial do time é o www.fortalezaec.net .
Seu mascote é o Leão, idéia do ex-presidente Sílvio Carlos Vieira Lima, inspirado na raça e valentia dos jogadores!

Fundado em 23 de fevereiro de 1912 por Alcides Santos que também fundaria o Stella Foot-Ball Club, entre outros clubes, e mais tarde doaria ao Fortaleza EC o campo do Alagadiço.
Ele foi um dos responsáveis pela fundação da Associação Desportiva Cearense (ADC), a atual Federação Cearense de Futebol.


E é pouco utilizado porque o Fortaleza usa muitas vezes o Castelão (capacidade de mais de 58 mil pessoas):
E também o Presidente Vargas, com capacidade para 22.500 pessoas:

Suas cores vem da bandeira francesa, assim, o time tem como camisa principal (e mística) a tricolor listrada em vermelho, azul e branco na horizontal.
Para ouvir o hino do Fortaleza Esporte Clube, clique no link a seguir: http://fortalezaec.net/Arquivos/Downloads/HinoFortaleza.wma Como curiosidade, vale lembrar que Garrincha já vestiu a camisa tricolor, em um amistoso, em 1968, contra o Fluminense, no estádio Presidente Vargas. O primeiro livro escrito sobre a história do Fortaleza foi “Coração de Leão”, de José Rocha, lançado em 2003, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

Enquanto alguns aproveitaram o final de ano pra descansar, curtir uma praia, e esquecer do dia-a-dia, eu procurei traduzir meus anseios por novidades no mundo da bola em duas viagens pelas proximidades de São Paulo que fiz com a Mariana.
Por hora, vou contar sobre um time que até então, não conhecia e fui apresentado nos últimos dias de 2008, trata-se do Poços de Caldas F.C., ou simplesmente “Vulcão”, time da deliciosa cidade de Poços de Caldas. Aliás, o apelido do time é esse exatamente porque a cidade está situada numa cratera de vulcão, já extinto.


O jeito que conhecemos o time foi bem engraçado.
Após eu visitar o estádio Dr Ronaldo Junqueira, vulgo “Ronaldão”, decidi passar no clube que pra mim era o dono do estádio, a Caldense.
Lá chegando, após certa dificuldade consegui a camisa da Caldense (depois conto essa história num outro post , aguarde!), e um cara que acompanhou meu calvário disse “Olha, eu também coleciono camisa, e acho que vale você saber que tem outro time aqui na cidade, o Vulcão“

Engraçado né? Em pleno território da Caldense, um simpático torcedor me indicava o endereço do bar do Vulcão, onde reúnem-se torcedores do time (é ali naquela avenida principal, a João Pinheiro, no número 710, na entrada da cidade).
E lá fomos eu e a Mari conhecer um novo time.
O bar é um exemplo para os times daqui de São Paulo. Tem tudo para os torcedores. Camisas (modelos femininos inclusive), DVDs (enquanto o Santo André negou-se a fazer um DVD sobre o acesso à série A do brasileirão, eles fizeram um sobre o acesso à 2a divisão mineira), adesivos, poster do time, enfim… Tudo o que um bom marketeiro poderia planejar.

Além disso, a “velha guarda” do time estava por ali reunida. Opa… Velha guarda?? É até difícil chamá-los assim, primeiro porque era uma moçada bem jovem e segundo porque o próprio time é super recente.
Juntos, assistimos alguns DVD’s mostrando a história do acesso e apresentando os diversos projetos do time, que envolve dos menores carentes até a terceira idade.
Bom, o time foi criado em 2007, relembrando o antigo Poços de Calda F.C., que surgiu em 1934, e teve uma breve existência.
Seu mascote é um Quatí.

As cores da camisa são bem diferenciadas. Laranja, preto e cinza, numa combinação única no futebol brasileiro, pelo que me lembre.
O grande rival do Vulcão é a Caldense. Veja algumas cenas do último clássico:
Bom, então assim, descobri que o estádio Ronaldão é também a casa do Vulcão, possui capacidade de 10 mil pessoas, veja algumas fotos:


O site oficial do time é: www.pocosdecaldasfc.com.br
Se você ficou com vontade de saber como deve ser assistir um jogo do Vulcão, não passe vontade:
Fica aqui nosso cumprimento pela maestria com que vem sendo conduzido o time, e com a hospitalidade que fomos tratados. Vamos ver se esse ano aparecemos por lá pra ver um jogo!