Terça feira. Frente fria chegou com força em São Paulo.
Mesmo assim, e após um dia extenuante de trabalho, não pensei duas vezes em aceitar a proposta da Mari e fomos ao Parque Antártica ver o Ramalhão!
E não fomos os únicos… Algumas centenas de andreenses também encararam o desafio de ir dormir por volta da 1 da manhã em troca de mais uma noite de apoio.
Logo de cara, o pessoal aproveitou que a convocação da seleção havia sido pela manhã e tirou um barato do Neymar, que ficou de fora da Copa.
Noite fria, horário chato, estádio distante…
Nada disso importa quando se quer alentar…
Faixas, trapos e as organziadas ali presentes…
Ovídeo e seu tradicionalíssimo pessoal também não poderiam ficar fora dessa…
A rapaziada da Esquadrão também apareceu (como tem feito bastante ultimamente…).
Entretanto no salgado preço das numeradas…
A Mari conseguiu enfim uma foto no Palestra…
Eu também aproveitei pra registrar…
O Gabriel (do www.fototorcida.com.br) estava por lá, junto do lendário João Vitor!
O jogo foi feio. Chato. O Santo André mesmo com um jogador a mais boa parte do jogo (e dois a mais a partir dos 38 do segundo tempo) consegui ceder o empate ao time do Brasiliense. Aliás, fica abaixo o registro da torcida deles, que compareceu ao jogo (como minha máquina é uma droga, usei afoto do Gabriel, não contem pra ele):
Mas futebol éassim, se não vale pelo jogo, ou pelo resultado, vale pela companhia!
Mesmo que seja a companhia do simpático vendedor…
Mais uma vez a triste cena das bancadas vazias… Ultimamente não tenho dado sorte…
Ao menos alguns instantes de felicidade no momento do gol andreense…
O Santo André passa pelo famoso problema de não conseguir (e nem interessar, já que é um clube empresa) segurar suas estrelas. O time vem sendo desmanchado a cada jogo.
A nós torcedores, resta reclamar e torcer…]]>
Domingo, dia sagrado do futebol. 2 de maio de 2010. Eu ainda não acredito… Mas estamos na final do Campeonato Paulista, e com chances de ser campeão…
Acima de tudo, começamos a aventura de domingo felizes! Eu, a Mari, El Pibe e todos os já tradicionais amigos de arquibancada. Nem nos preocupamos ao saber que haveria menos ônibus do que o esperado.
Os poucos, mas lotados ônibus seguiam com famílias, amigos e gente que se uniou nesta vida em nome de uma cidade, representada pelo time do Ramalhão!
O dia se fez de azul como que torcendo pela vitória do time do ABC!
E, rapidamente chegamos ao Pacaembu! Foi maravilhoso ver tanta gente de azul e branco chegando junto ao mesmo tempo no estádio!
E juntos, fomos cantando até o portão 22, a entrada para o show final!
Além dos ônibus, muita gente veio de carro e ficou aguardando pra entrar junto, assim, acredito que conseguimos levar cerca de 2.500 torcedores para o estádio!
Gente que se misturava fazendo uma onda azul inundar o setor visitante do Pacaembu, com corações transbordando de orgulho!
Veja como foi a nossa chegada:
A cada passo, um amigo, um sorriso, um grito de confiança. A cada passo, mais próximos do jogo final…
Mas se o clima entre nós era de pura amizade, a PM nos fez lembrar que infelizmente, o futebol ainda está mais próximo da guerra do que da paz…
E quando menos percebemos, já estávamoo dentro do Pacaembu, prontos pro último jogo do Campeonato!
Colorimos de azul e branco o lado laranja, visitante, e colorimos com sonhos, nossas mentes, enquanto aguardávamos o início da partida!
Lá estavam os apaixonados pelo Ramalhão! Esquerdinha e Maradona mandavam recado relembrando que se o Santos é o peixe, o Santo André é o pescador!
A Torcida Jovem do Santos também fez sua bela festa, com enormes tirantes…
Aliás, fazendo justiça, a torcida do Santos como um todo fez um grande espetáculo!
Mas o Ovídeo e a velha guarda Ramalhina não deixou nosso ânimo se abater! É … Santo André!!!!
O Bill conseguiu quebrar a máquina justo no dia da final, então fica ele registrado aí:
Nossa festa é simples, mas de coração, balões levam pro céu nossos pedidos…
O frio na espinha aumenta, os jogadores estão pra entrar no campo…
O hino nacional foi tocado por uma orquestra. Achei legal a presença da orquestra, mas reitero que o hino ainda me incomoda nos estádios… Infelizmente ele ainda me traz na mente a ditadura de 64…
Jão dá um último olhar para a torcida adversária…
E que torcida…
O jogo nem bem começa e… um ataque congela nossos olhos…
Inacreditável… Menos de um minuto e o Santo André fez 1×0… Com lágrimas nos olhos, sinto que a taça está mais próxima de nossas mãos…
Entretanto… Minutos depois, silêncio nas bancadas Ramalhinas… É o empate santista…
Eu nunca tinha visto um time com tanta gana de vencer… O Santo André praticamente ignorou o gol, foi pra cima, e mandou 2×1!!
Por vários minutos sonhei com tudo o que poderia escrever com a conquista do título. Queria jogar na cara da imprensa toda a mediocridade de cada jornalista que em momento algum nos colocou no páreo como finalista. Mas o futebol é traiçoeiro… E o ataque santista não perdoa nem liga pros sonhos de um andreense rebelde… Santos 2×2 Santo André…
Antes do desânimo ameaçar, duas expulsões: Nunes (Santo André) e Léo (Santos). Algum tempo depois, mais um jogador foi expulso, desta vez Marquinhos (Santos) deixou a torcida com um sorriso no rosto… Principalmente porque aos 40 minutos, o Ramalhão fez 3×2 e o primeiro tempo terminou com um gol de vantagem e nosso time com um jogador a mais. Cenário melhor, impossível!
O 2º tempo começa e o Ramalhão é todo ataque! O time joga bem, e a torcida se emocionou com a iminência do título…
Mas o futebol não se importa com a lógica. O segundo tempo praticamente vôou. Quando percebemos já passava dos 40 minutos do segundo tempo, e mesmo com 2 homens a mais (Roberto Brum fora expulso minutos antes). Mesmo com muito ataque e com “erros” improváveis da arbitragem… O título se fora… Ficou o aplauso do torcedor Ramalhino…
O reconhecimento a um time que soube humildemente chegar onde chegou escondia a dor da perda do título…
Fiquei triste como há muito não ficava. Nem quando fomos rebaixados me permiti sofrer assim… Alheio à nossa dor, time e torcida do Santos comemoraram o 18º título estadual do Santos.
O Santos foi o melhor time durante todo o campeonato, e se a regra fosse a dos pontos corridos, nenhuma reclamação faria sentido. Entretanto, a regra da final ser em dois jogos, deixou a campanha do Santos como mero critério de desempate. Assim sendo o gol incorretamente anulado acabou com todo um campeonato que seria histórico e inesqeucível para um time, uma torcida e uma cidade. A bandeira Maria Elisa torna-se persona non grata eternamente em nossa cidade…
Poxa, rodando os campos de futebol é inevitável encontrar ex jogadores que atualmente trabalham com futebol.
É muito legal quando isso acontece e foi o caso do Dario Pereyra, atualmente no Desportivo Brasil, time da série B do Campeonato Paulista.
Apesar de sua vida boleira ter sido marcada pela garra, a passagem do Dario que sempre lembro é uma que me faz rir muito.
Na época, ele era técnico do São Paulo.
Faltavam poucos minutos para o final do jogo e ele decide uma substituição ousada. O zagueiro Walber iria entrar para jogar de atacante, ou coisa parecida.
A televisão que transmitia o jogo achou estranho e decidiu perguntar ao Daryo o por que daquela mudança.
A resposta foi a melhor de todos os tempos, num carregado portunhol…
“Yo tive un pressentimento”…
E o cara é muito gente fina!]]>
Segundo a marca, além de ter um design arrojado, ela foi desenvolvida com novo material exclusivo, que a deixa mais macia e com maior aderência.
A bola usada no campeonato é a KV 12 Campo 5th edition. (por quê um nome assim, né? Não podiam lançar umas bolas comemorativas … tipo… Inter de Limeira 1986…)
É o sétimo ano consecutivo que a Topper é a marca esportiva oficial da Federação Paulista de Futebol, fornecendo as bolas da competição (nas 4 séries, A1, A2, A3 e B).
A KV 12 Campo 5th edition tem as cores da bandeira do Estado de São Paulo, com destaque para os tons amarelo e vermelho.
O modelo é uma reestilização da bola do último Paulistão.
Os principais diferenciais na arte da nova KV 12 são a malha metalizada da Topper aplicada em seus gomos, tornando o produto com identidade mais proprietária da marca, e os grafismos com percepção de profundidade.
A microfibra exclusiva é um material desenvolvido no Japão, oferecendo resistência e maciez aos chutes, cabeçeios, defesas e seja lá o que os atletas foram fazer…
Além disso, tem filamentos específicos que além de deixá-la mais macia, também proporciona maior aderência, permitindo aos pernas de pau um maior controle sobre a bola e oferecendo maior segurança aos goleiros.
Outro diferencial do modelo está na tecnologia technosoft, sistema exclusivo de amortecimento e redução de impacto que, localizado entre o forro e o laminado da bola, garante mais conforto e elasticidade na hora do chute.
Ah, e por ter apenas 12 gomos, a KV 12 tem também menor atrito e resistência ao ar, proporcionando assim maior eficiência no controle de passes, lançamentos e chutes de curta, média e longa distâncias.
A estrutura da nova bola é confeccionada com fios de nylon em sistema radial, que asseguram excelente resistência à deformação ou ruptura.
A câmara de ar é desenvolvida em borracha butílica, composto que mantém a esfericidade e evita a perda de ar, garantindo assim maior impermeabilidade e a pressão ideal por mais tempo. Já o laminado que reveste o produto é fabricado em microfibra importada, que proporciona mais maciez.
Para os pobres mortais (no caso, ricos), o preço de venda sugerido é de R$ 199 …
Pra quem quer saber mais (pô, mas depois de cada detalhe que eu arrumei, o que mais você quer saber…), contate a própria Topper: AMC – Atendimento Master ao Cliente São Paulo: (11) 3045 5522 – Outras localidades: 0800 70 70 566 ou www.topper.com.br
Abraços!]]>
Muita gente me mandou email e comentou o post feito sobre a Camisa do Brasil de Pelotas (veja aqui o post), dizendo que se sentia muito triste pelo acidente sofrido pelo ônibus do time, em janeiro de 2009.
E pra quem, como eu mora no estado de São Paulo, onde a mídia limita-se a no máximo citar os acontecimentos de outros estados, ficaram várias dúvidas sobre o desfecho do clube pós acidente.
Por isso, fui atrás do livro “A noite que não acabou”, de Nauro Júnior e Eduardo Cecconi
Li em pouco mais de 2 dias. Chorei, me emocionei e me senti um pouco Xavante, num momento de tanta dor.
Recomendo a leitura, não, não, é leitura obrigatória parea osapaiuxonados por um futebol menos moderninho…
Para comprar o livro, clique aqui e caia direto no site da Editora Mundial, a responsável por este clássico!
Ah, e vale ver o vídeo que acabaram de mandar como comentário deste post, em homanegem a torcida Xavante:
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Pô… Ontem fomos entrevistar o fantástico cineasta brasileiro, José Mojica Marins. Aproveitei pra fazer uma foto com a camisa que eu acabara de conseguir, da brava Itapirense.