





Abaixo foto do time que disputou o campeonato de 2009, parabéns ao time, à cidade e aos torcedores pelo 2o lugar na competição!







Abaixo foto do time que disputou o campeonato de 2009, parabéns ao time, à cidade e aos torcedores pelo 2o lugar na competição!




Mandava seus jogos no “Urawa Komaba Stadium“, com capacidade para 21.500 pessoal.



E não é que eles cantam mesmo?
O site oficial do time é o http://www.so-net.ne.jp/urawa-reds/index_e.html
Aliás, nem os jogadores da Ponte quiseram ir pro jogo… Eles colocaram os reservas e mesmo assim conseguiram ganhar de um Santo André desanimado e confuso.
Bom, do nosso lado, eu, a Mari e o pessoal da Fúria, TUDA e Ramalhão Chopp estivemos sofrendo com o jogo.
Pra quem nunca foi assistir um jogo o Moisés como visitante, saiba que é um dos piores lugares pra se ver o jogo, já que além de ficar atrás do gol, a distância do campo é enorme, e se vc for até o alambrado, fica abaixo da linha do campo…
O negócio era torcer pro Santo André ganhar em casa, mas… o time manteve boa parte do jogo com clara falta de interesse, e só acordou nos instantes finais da partida, quando já era tarde demais….
Resulado final, em pleno Brunão, Santo André 1×1 Ponte Preta. Menos um título e menos R$ 250 mil que poderiam premiar o time.








A camisa do CA Guaçuano é uma das camisas que consegui na minha última viagem de fim de ano (veja como foi aqui).

O Clube Atlético Guaçuano é um clube de Mogi Guaçu, interior de São Paulo, próximo à Mogi Mirim, e foi fundado no dia 26 de fevereiro de 1929. O site oficial do time é o www.caguacuano.com.br .
Popularmente chamado de “Mandi“, o time nasceu como amador, representando a cidade de Mogi Guaçu nos campeonatos oficiais do Estado, junto com o extinto Mogi Guaçu Futebol Clube. Seu mascote é o Mandi.

Sua primeira participação no profissionalismo foi em 1975, quando assumiu a vaga deixada pelo Grêmio Guaçuano e disputou a Terceira Divisão do Futebol Paulista, mas dois anos depois caiu para a quarta divisão, retornando à Terceirona em 1980 e conquistando o acesso à Divisão Especial em 1981.
Permaneceu na Especial (antigo nome da série A2) por mais cinco anos,e só voltou pra lá em 1992, mas não pode disputar a competição, pois o estádio municipal Alexandre Augusto Camacho, não obedecia à capacidade mínima de dez mil espectadores.
Estive visitando o estádio e posso dizer que é um daqueles alçapões, capazes de garantir um resultado. Mas ainda só comporta pouco mais de 5 mil torcedores. Uma pena que a prefeitura ou a iniciativa privada nâo souberam ajudar a equipe quando mais se precisou.

Além disso, o clube passou por uma crise financeira que impediu os investimentos necessários para disputar a competição.
Por estas razões, o Guaçuano voltou à última divisão do futebol paulista em 1994, onde permaneceu por muitos anos. Em 1996, o clube chegou ao quadrangular final da competição, mas não conquistou nenhuma das duas vagas. Em 2001, conseguiu acesso para a quinta divisão, após remanejamento realizado pela Federação Paulista de Futebol. A equipe permanece na Segunda Divisão neste ano.
O Hino do clube:
Sou Guaçuano
Atleticano pra valer!
Atlético eu sou…
Prô meu mandi
Em qualquer canto eu vou torcer!
Atlético!…Atlético!…
É o verde e branco do meu coração
Sua bandeira eu trago em minhas mãos…
Vai tremulando, agitando,
Conquistando a multidão
E sempre, sempre
Hei de vê-lo campeão!
Em sua história no passado
Tantos craques revelou
Atlético!…Atlético!…
Onde estiver estou contigo
Sou mais que amigo, sou torcedor
Meu Clube Atlético Guaçuano
Eu não me engano
Tu és meu amor…
Uma foto do time que disputou a segunda divisão em 2008:

E pra quem gosta de ver como é assistir um jogo com a torcida local, veja a “Torcida do barranco“:
Além da turma do barranco existe a Fúria Jovem Mandi.
Abraços!
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“Aos batateiros… a vitória!” Ontem, eu, a Mari e o Renato fomos assitir a cerimônia da volta às atividades profissionais do Palestra de São Bernardo do Campo.
Num evento que reuniu boa parte da velha guarda do clube, membros da família Cassetari, e até a presença do ex jogador Coutinho (Santos), pudemos ouvir um pouco sobre a história do clube, ver algumas fotos históricas e enfim, testemunhar o ressurgimento da equipe Alvi Verde.







Fomos de carro, afinal, o Canindé é bem perto de Santo André, e poderia ficar livre pra comemorar, seja lá onde quisesse.

O jogo prometia um bom público, e cumpriu. A torcida da Lusa compareceu em bom número. O público total foi de 7.054 torcedores.

Como precisávamos de um resultado dificil, apelei pra minha camisa mais rara, do Ramalhão (acho que de 1992, se não me engano) já caindo aos pedaços, e meu bandeirão cada vez mais costurado.

A tarde começou a dar sinais de que não seria meu dia quando antes mesmo do jogo começar a polícia militar arrancou e amassou minhas fantásticas faixas (A outra dizia “Yo te sigo a toda parteee…”) alegando que era um perigo eu ficar com aquele material inflamável. É, o papel. É inflamável, eu poderia queimar o Canindé, quando no máximo o que eu queria era inflamar nossa torcida.. Mesmo com toda a pressão da Lusa, no início do jogo, ainda estávamos confiantes. Isso durou até o time levar 2 gols. Caí em tristeza…

A chuva vem avisar que o primeiro tempo acabou e lava nossas feridas, abertas ali… em praça pública. E parece que ajuda a cicatrizar, porque o time volta para a segunda etapa bem mais ofensivo, e logo faz seu primeiro gol.
Alguns ainda acreditavam, mas o que parecia uma histórica virada ficou nisso mesmo, e a virada veio no jogo do Santos com a Ponte. Valeu o passeio, valeu o bom campeonato que fizemos e valeu a Mari ter conhecido finalmente o Canindé, né ?




Com o futebol ganhando mais força, o distintivo teve uma nova versão (a atual):


Seu Estádio é o Eládio de Barros Carvalho, mais conhecido como Estádio dos Aflitos, por localizar-se no bairro de mesmo nome (o Bairro leva esse nome por causa da Igreja N. Sra dos Aflitos). A capacidade é de 20 mil torcedores.

Aqui, o time de 1989:
Possui a rivalidade histórica com o Sport Club do Recife, com quem faz o Clássico dos Clássicos, terceiro clássico mais antigo do Brasil e com o Santa Cruz , com quem faz o Clássico das Emoções.
O site oficial do time é www.nautico-pe.com.br .
A torcida é realmente barulhenta e empolgante. Existem vários sites feito por eles, como o www.timbunet.com.br/ e o da organizada www.fanautico.com.br/ , entre outros.
Aliás, é impossível falar da torcida sem lembrar do grito de guerra deles. Como o Santo André já jogou várias vezes contra o Náutico, posso dizer que me familiarizei e sempre achei louco o grito: “N…. Á…. U…. T…. I… C….O….”
Além disso, vale citar a influência das Barras, não organizadas, que nasceram nos Aflitos com a Alma Alvirrubra, também conhecida por “Curva Sul”.
Eles não cobram mensalidade, não tem diretoria, uniforme ou produtos oficiais. Assim sendo, qualquer torcedor é livre para confeccionar osa trapos. Confira a rapaziada:
Em 2006, o Náutico voltou à primeira divisão, tentando assim apagar a triste memória do ano anterior, quando protagnizou uma dos jogos mais fantásticos dos últimos anos, que chegou a virar filme.
Falamos da “Batalha dos Aflitos”. Confira o que foi:
Mas o que eu mais me recordo é do artilheiro Bizú, que marcou minha infância!
O Náutico segue na série A, com a força de sua torcida e a garra de seus jogadores! Boa sorte!

Bom, agora que relembrei o meu giro de natal, vou começar a postar as camisas que consegui nessa viagem.
A primeira, foi uma grande surpresa, presente inesperado do amigo, praticante e apaixonado por rugby, Gabriel, lá de São João da Boa Vista.
O site do Mogi Mirim Esporte Clube é www.mogimirim.com.br.
O time é conhecido como “Sapão” devido às características da região, que possuía muitos brejos na época da fundação da cidade, e consequentemente tinha os sapos como animais recorrentes.

O clube foi fundado em 1 de fevereiro de 1932, sendo o primeiro time de futebol da cidade.
Se profissionalizou em 1954 e só atingiu seu maior reconhecimento na década de 90, quando o técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, montou o “Carrossel Caipira“.
O time contava com um meio campo de se respeitar com Valber, Rivaldo e Leto sendo as principais estrelas. Era um 3-5-2 que lembrava a Holanda na Copa de 1974, e o Mogi quase alcançou a final do torneio. Este grupo ainda seria campeão da Copa 90 anos da Federação Paulista de Futebol em 1992 e do Torneio Ricardo Teixeira em 1993.

Contudo, em 1994, a equipe perdeu suas estrelas para grandes clubes, deslizou e caiu para a segunda divisão, se reerguendo no ano seguinte com o título da segundona. Desde então, o Mogi fez campanhas intermediárias no Paulistão.
O Mogi Mirim possui um grande e bonito estádio, com um ótimo gramado, o Papa João Paulo II (já chamado de Wilson de Barros, entre outros nomes), com capacidade para 19 mil pessoas (outrora com capacidade para 30 mil)


O site da principal torcida é http://www.manchavermelha.com.br/, vale lembrar que suas duas maiores rivalidades são com o Guarani e União São João, quem quiser contato, o link pra comunidade do orkut deles é: www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1126370 .
Nos dias atuais, dentro de campo, o Mogi Mirim tem como principal nome o meia Giovanni, que brilhou pelo Santos em 1995 e foi companheiro de Rivaldo nos tempos de Barcelona e Olympiakos.
E fora dele, é Rivaldo quem reapareceu, assumindo a presidência do Sapão, no início de outubro de 2008.
Por unanimidade, o craque foi eleito pelos conselheiros da equipe como o novo presidente, e ainda trouxe o ex-volante César Sampaio e o ex-zagueiro Cleber, com os quais atuou no Palmeiras, na década de 1990, para serem respectivamente consultor do time e gerente de futebol.
Veja a entrevista do “presidente”:
Por fim, vale lembrar um belo gol que o próprio Rivaldo marcou a frente do Mogi:

Tínhamos pouco tempo, já que queríamos passar a noite de natal (24/12) com a família da Mari, em Cosmópolis, e o almoço do dia 25 com a minha, em Santo André. Assim, decidimos fazer um rolê curto, pelo interior de São Paulo até o sul de MG, parando em São João da Boa Vista.
Foi lá que entrevistei o Paulinho Mclaren, se não viu a entrevista, veja abaixo um trecho ou assista inteira aqui.
Fomos conhecer a sede da Sociedade Esportiva Sanjoanense. Se eu conseguir a camisa deles, mais tarde faço um post sobre o clube que em 1947, enfrentou o Flamengo em um amistoso, onde o time carioca goleou por 6 x 1.

O campo possui um belo gramado, e é um apena a Esportiva ter se desligado do futebol profissional.

As primeiras partidas de futebol, ainda nos anos 20, eram praticadas no Largo da Liberdade, atual Praça Rui Barbosa, em frente à Estação Ferroviária.
O primeiro clube de futebol foi o Sport Club Sanjoanense, jogando em campos ora na Avenida Dona Gertrudes, ora na Praça Joaquim José e Rua Martins Cintra (atual Avenida João Osório), este o último palco para a prática do esporte antes do desaparecimento precoce da agremiação.

A partir daí, algumas equipes a sucederam, entre elas a Associação Atlética São João, que daria origem à Sociedade Esportiva Sanjoanense.
Em 1921, a Sociedade Esportiva Sanjoanense ganhou o título de “Campeã da Mogiana”, durante as disputas do Campeonato do Interior, certame este em que ficou, na classificação geral, com a segunda colocação.
Surgiu então o slogan “Tigres da Mogiana”, idéia do jornalista Nage. No ano seguinte, o bicampeonato da região da Mogiana e o segundo vice-campeonato do Estado de São Paulo, motivos mais que suficientes para a agremiação obter reconhecimento e respeito entre os grandes times interioranos.

De São João da Boa Vista, fomos para Águas da Prata, pequena e bela cidade, onde a água fala mais alto que o futebol.

Após beber um monte de águas com sabores, cheiros, temperaturas e recomendações diferentes, e tomar banho em umas duas cachoeiras, segui para Poços de Caldas.
Antes mesmo de buscar um hotel, fomos conhecer o Ronaldão, estádio onde a Caldense se sagrou campeã mineira em 2002. Assim como a maioria dos estádios brasileiros, o Ronaldão está mal conservado, mas mantém todo seu charme e valor.


Nem bem deixei as coisas no hotel fui conhecer o clube da Caldense, que fica ali no centro da cidade. Muito bonito, e aparentemente bem gerido, o clube apresenta o mesmo problema da maior parte dos clubes que misturam o lado social com o futebol.
O pessoal do social parece não entender que existe um time, com admiradores que não são necessariamente sócios, mas que gostariam de ver uma sala de troféus ou ao menos comprar uma camisa.

Passei por um pequeno calvário, mas consegui. Se quiser saber mais sobre o time, leia o post que fiz sobre a camisa aqui.
Ao menos, na saída do clube, fui informado que a cidade possuia desde 2007 um novo time, o Vulcão (leia sobre a camisa aqui). E pude perceber que se a Cadense representa aquele amor tradicional as origens do futebol em Poços, o Vulcão apresenta o lado da novidade, da gestão mais popular, mais midiática, mais planejada. REsumindo, agora a cidade conta com um belo derby.

Ah, vale lembrar que o bicampeão Mundial Mauro Ramos de Oliveira é nascido em Poços de Caldas, e tem uma estátua na cidade (ok, foto de turista hehehe):

Bom, claro que não foi só de futebol meu passeio. Aproveitei o clima, subi montes, entrei em cachoeiras, comi doces, aproveitei a última sessão do cinema da cidade, transformado em igreja no dia seguinte (ainda postarei essa história aqui) e pude comprovar algumas das maravilhas que fazem de Poços uma cidade turística tão legal.

Bom, mas o natal se aproximava e era hora de começar a voltar. Corri para dar tempo de conhecer um pouco mais das cidades entre Poços de Caldas e Cosmópolis, e assim, fomos tomar café da manhã em Espírito Santo do Pinhal.
Aproveitamos pra conhecer os estádios da cidade, onde jogou o Ginásio Pinhalense de Esportes Atléticos, cuja camisa eu não tenho e estou a procura.

Os estádios são o Estádio Dr. Fernando Costa e o Estádio Municipal Prefeito José Costa que surpreende pela capacidade e porte.




Achei uma pequena trilha atrás do estádio que por um instante parecia levar a alguma maravilha da natureza, mas que pra nossa tristeza, acabou nos levando a uma oficina mecânica, graças às pedras da estrada que conseguiram quebrar nosso carro.
Traumatizados pelo incidente, decidimos dormir em Mogi Guaçú, cidade que nasceu às margens do rio que lhe empresta o nome. Aliás, nome indígena, Tupi Guarani, que significa “Rio Grande das Cobras”. O time da cidade é o Clube Atlético Guaçuano.

Fomos conhecer o Estádio Alexandre Augusto Camacho, o campo do Guaçuano, um estádio pequeno (capacidade de 5 mil pessoas) e que tem tudo pra se transformar em um alçapão se a torcida comparecer.

Rodando por algumas lojas de material esportivo, consegui uma camisa do time, que em breve publico aqui. Fiquei triste em saber que o time está passando por muitas dificuldades pra seguir no profissionalismo, infelizmente uma coisa comum aos clubes do interior.
Só pra não deixar passar, o que eu achei mais curioso na cidade foi o número de anúncios de fogos der artifício espalhados via faixas, cartazes, lambe-lambe e até outdoors.
O fim do passeio era iminente, e aceleramos para poder passarmos por Mogi Mirim, antes de comemorar o natal.

Afinal, eu já havia até ganhado uma camisa do Gabriel, lá em São João da Boa Vista, e precisava no mínimo tirar uma foto do papa. O belíssimo Estádio Papa João Paulo. E assim fizemos.


Já era quase noite do dia 23, e ainda conseguimos avistar o Estádio Municipal de Artur Nogueira, o Balneário Guilherme Carlini, mas já não haviam pilhas na máquina pra fotografá-lo. Faremos isso em breve.
Bom, daí, foi só curtir o Natal em Cosmópolis com a família da Mariana e seguir pra Santo André, almoçar com a minha família. Mas… o ano ainda não havia acabado e eu continuava de férias, o que pedia uma segunda aventura…