O que você faria se o Boca Juniors fosse fazer a pré temporada na sua cidade e você fosse um jornalista local? Não perderia a chance, claro!
Dá lhe Felipe!]]>
Trocando a bola pela bike
Assim, eu e a Mari topamos um novo desafio: Um rolê de bicicleta por Cosmópolis até a área rural, no sítio do Seo Milton, vô da Mari.

A primeira parte do rolê foi só alegria! Cruzar a cidade até chegar próximo da estrada levou menos de 15 minutos!

O primeiro “susto” foi ver a subida que a gente teria que enfrentar para chegar na estrada…

Sofremos, mas vencemos! E ao chegar lá em cima, demos uma parada pra tomar uma água e comer umas frutas.
Aliás, para quem também está iniciando ou só anda de brincadeira, sempre saia de casa levando água e algumas frutas.

Agora vinha o segundo desafio.
Enfrentar uma estrada de verdade, rumo à Arthur Nogueira!

Mas a estrada tinha um acostamento em boas condições e até que não foi tão difícil enfrentar alguns quilometros por ali.

Agora a terceira e última parte até nosso destino. Sair da rodovia e pegar uma estrada de terra até o sítio.
Pra sair da rodovia, utilizamos um túnel muito louco!

Logo, estávamos pedalando no chão de terra, que fez tremer até a orelha.

Embora menos confortável, o rolê pela estradade terra nos reservou belas imagens, como uma série de esquilos e pássaros, como esse anú aí embaixo:

E foi nesse clima de natureza total, que o tempo passou e de repente lá estava eu… Devorando umas ameixas em pleno sítio do vô da Mari.
O desafio de chegar tinha sido cumprido (e comprido)!

O jeito foi dar um alô ao “Vô Milton” e escapar da enchada que ainda tinha que cumprir uma árdua tarfea.
Tão ou mais do que a nossa volta pra casa, pedalando em meio a tanta coisa legal.

Apoie o time dasua cidade!
Mas, antes disso, conheça sua cidade!
]]>116- Camisa do Palestino (Chile)
A 116ª camisa de futebol do nosso blog é bastante curiosa.
Embora venha de um time aqui da América do Sul, ela defende as cores de um povo do Oriente Médio, que atualmente tem sido bastante coagido em sua própria terra natal.
Trata-se da camisa do Club Deportivo Palestino, do Chile.
O Palestino nasceu em 1920, na cidade de Osorno, de onde sairam atletas de outras modalidades, também, como se pode ver…
Foi fundado por um grupo de imigrantes, defendendo as cores e cultura da comunidade palestina no Chile. A partir de 1952, o Palestino começa a disputar o futebol profissional, pela segunda divisão chilena, com o time abaixo:
E logo no seu primeiro ano, sagrou-se campeão, conquistando o acesso à primeirona! E 3 anos depois, em 1955, o clube conquistou seu primeiro campeonato nacional, com o time abaixo:
Por começar a atrair muitos craques no elenco, o time ganhou o apelido de milionário. Em 1970, o clube volta para a segunda divisão.
O clube retornaria em 1972, com o título da segunda divisão.
Aqui, o time de 1975:
Em 1977 viria um novo título da Copa Chile. E em 1978, viria o seguindo título numa campanha marcada pelo recorde em número de jogos invictos, com o time:
A década de 70 se encerrou bem, afinal o time conseguiu disputar 3 edições da libertadores (76,78 e 79) sendo que em 79, o Palestino chegou até a semifinal, sendo eliminado pelo campeão Olímpia. A década de 80 levou novamente o time a um “passeio” pela segunda divisão, de onde retornou rapidamente. Em 2006, o time enfrentou sua pior fase, tendo que disputar com o time Fernandez Vial para manter-se na primeira divisão.
Em 2008, chegou a final, perdendo para o Colo-Colo.
O time de 2010, que chegou à semifinal da Copa Chile e nas posições intermediárias do nacional. O time manda seus jogos no Estádio Municipal de La Cisterna, com capacidade para 12 mil pessoas. Estivemos lá em fevereiro de 2011 (veja aqui como foi):
Fomos até lá conferir um jogo sub-20 do time contra o Colo-Colo:
Esta é a torcida local:
O time ainda conta com a torcida do vocalista da banda MISERABLES, como pode se comprovar neste clip, onde ele canta usando a camisa do time:
APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!
Em busca do Estádio perdido em Florianópolis

E lá fomos nós em busca de mais um templo do futebol brasileiro…
Desta vez, mesmo em meio a tantas belezas e praias incríveis de Florianópolis, guardamos um tempinho para visitar e conhecer o Estádio da Ressacada, onde o Avaí manda seus jogos!
O Estádio é muito bonito! Grande, confortável e localizado próximo ao aeroporto, da ilha.
Ah, antes que alguém ache que eu só fui lá pra ver o estádio, vão algumas fotos desse lugar mágico e único chamado Florianópolis.
Esse é o centro da cidade:
Aqui, no sul da ilha, a praia de Matadero, onde as gaivotas faziam a festa…
O nosso guia nesse rolê todo, foi meu irmão, o palmerense Marcel.
Aqui, eu e a Mari na praia da solidão…
É, já deu pra ver que tava frio né? hehehe
Aqui é na praia da Joaquina!
Para os vegetarianos, como a gente, existem muitas opções, mas a que eu mais gostei foi o NUTRI, que fica lá no sul da ilha.
Bom, mas rolês a parte, estamos aqui para falar do Estádio Aderbal Ramos da Silva, o tradicional “Estádio da Ressacada“, onde o Avaí Futebol Clube manda seus jogos.

O Estádio veio para suprir o crescimento do time e da torcida, que já não cabiam mais no Estádio Adolfo Konder, no centro de Florianópolis, construído em 1930.
O Estádio mostra cuidado com o bem estar em diversas pequenas ações, como essa:

Enfim, um estádio muito bonito e simpático!
Do lado de fora, uma fantástica lojinha, onde é impossível sair sem comprar no mínimo uma flâmula a R$ 5!
Hora de dar tchau ao Estádio…

Mas ainda tinha tempo para mais alguns rolês…
Ah, lá no centro, além de queijos, peixes, ostras, camarões e etc… tem uma loja do Avaí também.

E tem muita árvore bonita… Gosto disso!
E praia para todo lado…
E vento sul, e vento noroeste…
Vale a pena para quem quer fugir um pouco da loucura das cidades urbanas!
Apoie o time da sua cidade!
]]>Em busca do Estádio Perdido em Curitiba
Eco Estádio Janguito Malucelli, localizado na bela cidade de Curitiba.
Logo de cara, fomos recepcionados por um integrante da comissão técnica (que por coincidência já havia trabalhado no Santo André).
Ele nos explicou que o Corinthians Paranaense (pois é, existe mesmo um Corinthians no Paraná, mesmo a contragosto da própria torcida local) estava treinando e que por isso deveríamos esperar um pouco.
“Um pouco” esperado e pudemos andar pelo estádio e fotografar a vontade.
Vale explicar que este time era o tradicional Malutrom, que depois chamou-se J. Malucelli e desde 2009 Corinthians Paranaense.
Mas, o objetivo deste post é falar deste estádio, tão diferente dos demais, então vamos lá.
Como já deve ter dado para perceber, a principal diferença do estádio é sua preocupação ambiental, tema ainda tido como “bobagem” pela maioria das pessoas, mas levado a sério pelo pessoal que estava tão acostumado com a cidade crescendo a cada dia.
Alguns detalhes que valem ser explicitados.
A escadaria das arquibancadas, por exemplo, é toda de madeira de reflorestamento.
E as cadeiras estão dispostas em meio ao gramado, e não ao tradicional cimentão.
Além de ecologicamente correto (e provavelmente mais barato) o estádio ficou com um visual muito bacana!
Enquanto o time rala em campo, mesmo que num treinamento, dava até pra gente se distrair e analisar a flora local…
O estádio ainda tem uma capacidade limitada, e em jogos contra os grandes de Curitiba recebeu pouco mais de 2 mil pessoas, entretanto, em tempos de mega investimentos pensados pelo governo para a Copa do Mundo, esta ideia ecológica poderia estar mais presente.
Apoie o time da sua cidade!
Antes que o time de outra cidade venha e renomeie seu time!
]]>115- Camisa do Maranhão Atlético Clube
A 115ª camisa da nossa empreitada vem de mais um paraíso tropical do nosso país; o estado do Maranhão, mais precisamente da cidade de São Luís, sua capital.
Mas os anos 90 chegaram e o MAC voltou a brilhar.
Logo de cara um tricampeonato em 1993, 94 e 95, superando os rivais Sampaio Corrêa e Moto Clube, além de vencer também o torneio de 1999.
Quase 10 anos depois, o Maranhão levou a taça o Campeonato Maranhense de 2007.
Vale citar a participação, no ano 2000, na Copa Norte, onde o MAC chegou até a final, perdendo o título para o São Raimundo.
Esse ano o time conquistou o vice campeonato estadual com o time:
O hino do time tem uma pegada no reggae, ouça aí:
O MAC manda os grandes jogos no Estádio Governador João Castelo, o “Castelão”, que pertence ao governo estadual do Maranhão.
Além disso, manda os jogos de menor porte no Estádio Municipal Nhozinho Santos.
Já estivemos lá, confira aqui como foi a visita ao Nhozinho Santos e aqui como foi a visita ao Castelão.
O MAC tem como mascote um bode, mas não um bode qualquer, trata-se do bode Gregório (homenagem ao Gregório, dono do bar onde o time e torcida se reuniam no início). O site oficial do time é www.maranhaoatleticoclube.com.br .Apoie o time da sua cidade!
]]>Um time pra chamar de meu (Série B – 2011 em Jaguariúna)

Enfim, estreiando minha camisa do Londrina, em homenagem ao amigo Felipe!
E falando no Felipe e em outros amigos de arquibancadas, parece que a cada dia que passa aumenta a certeza de que os poucos apaixonados pelo futebol do interior e das divisões de acesso não só estão em extinção, como já não fazem mais nenhum sentido nesse mundo moderno.
Será hora de acordar e deixar de viver esse sonho pra lá?Bom, ao menos não foi domingo que eu desisti.
Fui até Jaguariúna, com a Mari, para ver o jogo do São Judas, time que prometia ocupar o lugar deixado pelo Desportivo Brasil com uma maior identificação com o público local.

Mas…
Não foi o que vimos no belíssimo Estádio Municipal Alfredo Chiavegato.

Presentes mesmo apenas torcedores do Guaçuano, que vieram da cidade próxima apoiar o time!
Outros que comparecem sempre são os profissionais da Rádio Difusora de Mogi Guaçu.
Aliás, como futebol das divisões de acesso combina com “Rádio Difusora”!

Mas quem achava que o São Judas ia levar um “vareio” de bola enganou-se.
O time até que portou-se bem e chegou ao fim do primeiro tempo pressionando.

Porém, o Deus Futebol é cruel.
E quem não faz…
Gol do Guaçuano!

Assim, o primeiro tempo terminou 1×0 para os visitantes.
Aproveitamos o intervalo para bater um papo com o presidente do Guaçuano, veja como foi:Antes do segundo tempo começar ainda tivemos tempo para encontrar o pessoal de Mogi Mirim (abraço ao Jônatas) e o papo estava tão bom que esqueci de bater uma foto… Foi mal!
Para quem não conhece o estádio, vale a pena conhecer!
A prefeitura investiu e conseguiu uma bela praça esportiva para a cidade!O próximo passo é investir na divulgação do time…
Ah, o jogo não foi fácil, o placar final São Judas 1×2 Guaçuano.

Fica o registro da nossa passagem por mais um estádio do interior paulista.
Lugar de mulher é na arquibancada!
Último lance visto antes de irmos embora…
Apoie o time da sua cidade!
]]>Um estádio ao chão…
Sempre ouvi dizer que tudo na vida passa, tudo muda.
O antigo vem ao chão e dá caminho ao novo.
Esse é o processo e eu sei que já devia ter me acostumado, mas não é a verdade.
Ainda me desespero e me assusto com a velocidade da mudança e principalmente com o esquecimento do passado.

A demolição da marquise do Estádio Municipal Bruno José Daniel não é mais ou menos importante no processo de distanciamento e até mesmo “desligamento” entre a população de Santo André e o time que leva o nome da cidade.
Só é emblemática, marcante pela proporção, ao menos por mim, nunca antes vista.
Nunca havia visto tantos metros quadrados de recordações, lembranças e sentimentos, dispostos, jogados mesmo, assim a minha frente.
Cimento, ferro, aço, tudo retorcido, distorcido, destruído…
Como que “vomitado” por uma população que já não se identifica com o time.
Deixando pra traz uma história tão linda, mas que já não faz o menor sentido para uma geração traduzida pelo consumo do novo, do bom, do melhor que o dinheiro possa comprar.
Em pleno desmanche, não houve manifestações contrárias, nem a favor.
Tudo ocorreu e ainda ocorre ali e agora.
Não houve quem fosse chorar a perda do companheiro Bruno.
Pra mim, a marquise do estádio teve três fases marcantes para minha vida. A primeira, por ter representado o início do meu amor ao Ramalhão, no meio da década de 80, ao lado do meu pai e meus irmãos. Nessa fase, as “numeradas” foram o local da continuidade do processo de educação e formação que meus pais iniciaram em casa.
Confesso que, depois dessa fase, na adolescência, migrei para a arquibancada, onde estava a TUDA e seus bandeirões. Na minha cabeça, assistir o jogo nas numeradas era coisa de elite que não queria pular e gritar e aquele pedaço de concreto suspenso ficou como a marca da burguesia andreense para mim.
Nenhum daqueles senhores bem vestidos estavam ali para ver o trator destruir o teto que os abrigou por tantos jogos.
Enfim, veio a segunda fase das numeradas na minha vida, mais uma vez graças à minha família.
Meu avô, por coincidência também chamado Bruno, já com certa idade, voltou a se interessar pelo futebol e passou a nos acompanhar nos jogos, então, para um melhor conforto, passei a frequentar as numeradas todo jogo que o vô ia.
Vô Bruno se foi um pouco antes da marquise, em julho do ano passado (2010), sem se despedir do nosso estádio.
A despedida sempre tem cara de frio.
Essa tarde em que visitei o Estádio, ainda agonizante, a temperatura parecia abaixo dos 10 graus.
Incrível como não consegui reconhecer os espaços onde eu era tão acostumado a estar, meses antes…
Algumas cenas eram inimagináveis. Esse olhar, das torres de luz, por cima do concreto e das cadeiras, por exemplo…
Se ao menos tivesse a certeza de que uma nova e melhor era está a caminho, minha dor seria menor, mas não paro de pensar que dificilmente teremos cadeiras cobertas novamente.
Torcedor andreense, demais torcedores também apaixonados pelos times de suas cidades, não caiam na tentação do glamour das grandes equipes, mantenham-se firmes às suas escolhas ao seu amor…
Aqui, Guillerme despede-se em cima do concreto…
Olho para traz antes de ir embora, não sei se voltarei a ver essa parte da minha vida disposta assim ao chão…
Peguei algumas pedras para montar kits de despedida. Assim que estiverem prontos, eu posto aqui.
Abraços…
APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!
Não está morto quem pelea


Joguei ao lado de amigos que por diversos momentos eu dividi os palcos, a começar pelo nosso goleiro “Jão”.
Aliás, ele agora tem sua própria “gangue”, veja só:

Ele aproveitou o clima para apresentar a pequena Flora ao nosso mundo punk boleiro! Bem vinda, Flora!

Bom, minha atuação (jogando com a camisa de Tevez) foi razoável, ainda que meu atual peso esteja começando a incomodar…
O nosso time misturou jogadores, torcedores… Mas sempre “loucos” pelo futebol, como o Guilhermão!Mas, como eu disse, nem só de futebol, foi o rolê, aqui o Daniel (88não) dá uma olhada nos cds e camisetas que o Barata e a Dunga (DZK) trouxeram ao evento!
Eu e a Mari também pudemos curtir um som (jogar ouvindo Deserdados é simplesmente fantástico)!
Olha ali no ataque “El Pibe Gui”, outro companheiro de palco, time e arquibancadas…
Enfim… Mio maloqueiros, meio atrapalhados, meio gordos… Mas totalmente felizes. Não é para isso que existe o futebol?
Ok, nessa a gente tá 100% maloqueiro!
Ainda bem que tem a Mari que me salva, né?
Aliás, se a Mari não jogou bola, ao menos detonou no pebolim!
Ah e pra não esquecer os outros times que participaram, segue a foto do pessoal que fez a final com a gente:







































































