Autor: Admin
Jogo sem torcida é que nem batata frita sem sal…
Santo André x Linense foi realizado com seus portões fechado para as torcidas. Como escrevo o blog do torcedor andreense pela Globo.com pude assistir ao jogo, não como torcedor, mas como “imprensa”, direto da cabine onde os demais veículos transmitiam o jogo.

Aliás, a maior parte das pessoas ali eram das rádios de Lins, entre elas a Rádio Alvorada, a Rádio Regional e a Rádio Regência, além do pessoal do site www.ocultural.com que transmite ao vivo pela internet os jogos do Linense.

Fiquei muito contente ao saber que o pessoal da rádio Alvorada já conhecia o nosso trabalho, graças a alguns jogos que cobrimos do Linense contra o PAEC na Rua Javari. Batemos um bom papo e fiquei ainda mais animado de assistir a um jogo do Linense, em Lins, ainda este ano.

Faltando 15 minutos para a partida começar e nem parecia dia de jogo. Arquibancadas vazias. Silêncio total. Quer dizer, silêncio total até o jogo começar. Porque a partir daí, as torcidas do Ramalhão, que estavam em frente aos portões do estádio começaram a cantar e não é que dava pra ouvir lá de dentro? Parabéns Fúria, Esquadrão, TUDA e demais torcedores autônomos.
Em campo, meu foco era o treinador Pintado. Pra mim, um treinador tem que jogar junto e ele sempre me passou esse perfil, estou na esperança de que ele o mantenha no Ramalhão.

Assistir ao jogo lá de cima é algo que eu não fazia há muito tempo. Sem dúvida que o visual do campo com a cidade ao fundo é único, por outro lado, confesso que parece que estou vendo o jogo na tv, sem poder interferir…
O Santo André entrava em campo tentando a primeira vitória, que nos posicionaria muito bem na tabela e pra isso prometia multiplicar-se em campo. Eu até achei um jeito de dobrar o elenco:
Até os jogadores estranharam o vazio nas bancadas, ainda que ultimamente a torcida do Santo André tenha se encolhido consideravelmente.
Dava para ver um ou outro torcedor tentando assistir ao jogo de cima do muro.

E aí “El Pibe, o nosso captador de imagens, que filmou nossa aventura em breve postada por aqui.
O jogo acabou 1×1, mas não teve a menor graça, confesso…
Para mais fotos, dê uma olhada no site do torcedor andreense:
http://globoesporte.globo.com/mauriciopenessor
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]]>Camisa Oficial do blog
As mil camisas” tem suas próprias camisas oficiais, em três opções de cores. A preta:
A branca:
E a azul marinho:
Estão disponíveis nos tamanhos: P, M, G e GG . O brasão impresso é esse abaixo: O preço é R$ 25,00 + custos de frete (em torno de R$ 5,00). Para comprar, basta escrever para o André, no email: usinadascamisetas@ig.com.br , ou falar comigo. A nossa meta é vender 25 camisas para poder bancar os custos de produçao e conseguirmos levar algumas para Montevidéu, Santiago e Buenos Aires, no nosso próximo rolê, no carnaval. Abraços MAU!]]>Siga o blog pelo twitter!
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104 – Camisa do Mixto
A 104ª camisa sai do eixo “SP-Buenos Aires” e vai para Cuiabá, capital do Mato Grosso! Foi presente do amigo e jornalista Rodrigo Ratier, em mais uma de suas “aventuras educacionais”:
Ela pertence ao Mixto Esporte Clube, tradicional time alvinegro, maior vencedor do Campeonato Mato-Grossense (24 títulos, até 2010).
Com tantos títulos, o Mixto acabou se tornando um dos mais conhecidos clubes do Mato Grosso e consequentemente tendo uma das maiores torcidas do estado.
Falando das torcidas, o time conta com várias organizadas, entre elas a Torcida Boca Suja (que possui o blog www.torcidabocasuja.blogspot.com/) , a Torcida Desorganizada Comando Zero e a Torcida Razão Alvinegra.
Destaque também para a torcedora símbolo Nhá Barbina :
O mascote do time é o Tigre!
Seu fundação se deu em 1934, no centro de Cuiabá, na antiga Livraria Pepe, um casarão em estilo colonial, recentemente tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O time foi uma materialização da cultura regional, assim como as tradicionais marchas carnavalescas e festas populares, com o diferencial de reunir homens e mulheres, algo incomum para a época. Daí a origem do nome Mixto, que mostrava uma mistura entre homens e mulheres, cultura e esporte, sem preconceitos, representadas pelo branco e preto, cores antagônicas. Em pouco tempo, o Mixto se tornou alegria e orgulho dos cuiabanos, sendo responsável por levar o nome da cidade Brasil a fora. Seu maior rival é o Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense, juntos fazem o Clássico dos Milhões.
O primeiro título veio em 1943, mas ainda na década de 40, o time faria história com a conquista do tricampeonato emtre 1947 e 1949, com o time:
Abaixo, uma foto do esquadrão que defendeu o clube no final da década de 60:
Da série “fatos inusitados” consta o amistoso de 1973, contra a Seleção da Bolívia (um empate em 2 a 2), no Estádio Presidente Dutra, em Cuiabá. Em 1976 disputou o brasileirão com o time:
O time de 1980, bicampeão estadual, nas páginas da Placar:
Aqui, o time de 1989:
Outra bela foto da década de 80:
O time de 1996:
Os anos 2000 trouxeram indecisões à diretoria do clube, que decidiu não participar do estadual. Após retornar, o time teve uma fase ruim, como em 2005, quando conseguiu ser eliminado por meio de um sorteio. A boa fase retornaria em 2008, com o título de Campeão Mato-grossense, com um time formado principalmente por pratas da casa:
Veja como foi a festa da torcida:
Em 2009, disputou a série C, mas foi rebaixado para a quarta divisão. E em 2010, a expectativa era grande, mas o time acabou não conquistando o Estadual nem o sonhado retorno à série C, mesmo com um elenco com estrelas como Adriano Gabiru, Perdigão e Luizinho Neto. O time manda seus jogos no Estádio Presidente Dutra (é triste dar o nome de um militar para um estádio de um time tão democrático).
Para maiores informações sobre o time, acesse: www.mixtoec.com.br , o site oficial do time.
Para quem prefere a voz das arquibancadas, acesse o blog: www.mixtonet.blogspot.com Pra terminar, um pouco da festa vista de dentro da torcida:
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Futebol é parte da sua cultura!
São Bernardo x Grêmio Prudente
Paulistão 2011!
Dia corrido, pois a Mari voltou de viagem, fui buscá-la e nem bem arrumamos as coisas e já era quase 19h30…
El Pibe até passou aqui em casa e me chamou para irmos ao jogo, mas eu e a Mari estávamos atrapalhados e acabamos refugando o convite.
Mas… algum tempo depois, vimos que dava tempo de ver ao menos uma parte do jogo e decidimos dar uma corrida até o Estádio Primeiro de Maio e ver como seria a presença da torcida do Tigre, no primeiro jogo do São Bernardo F.C. na primeira divisão.
A imagem abaixo fala por si só…
O trabalho bem feito da diretoria somado ao eficiente apoio da prefeitura e ao bom rendimento do time, não poderia ter outro resultado; a cidade abraçou o time e fez do São Bernardo F.C. um marco cultural para os munícipes!
Em campo, o time também mandou bem; começou o jogo pra cima do Grêmio Prudente e chegou ao gol ainda no primeiro tempo, com “Elionar Bombinha“.
O segundo tempo ainda foi suficiente para o segundo gol, dessa vez de Danielzinho e o terceiro, de Reinaldo, que fizeram o delírio da Império, da Guerreiros e demais torcedores que compareceram ao Estádio.
O Grêmio Prudente ainda diminuiu com gol de Jandson, mas era tarde para uma reação.
Fomos embora com a certeza de que o São Bernardo F.C. subiu para ficar e se tornar uma referência no futebol paulista!
Mas, a festa não foi para todos e a alegria da torcida do ABC contrastava com a tristeza do time e dirigentes do Grêmio Prudente, que começou mal o campeonato. Aliás, por ironia do destino boleiro, começam os boatos de que mais uma vez o Grêmio outrora Barueri e atual Prudente, pode mudar de cidade, será possível? Ao futebol moderno, tudo é possível…
Resultados dos jogos de sábado, pela primeira rodada: São Bernardo F.C. 3×1 Grêmio Prudente, Oeste 3xo São Caetano, Linense 1×4 Santos (resultado que me surpreendeu), Palmeiras 0x0 Botafogo.
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O Estádio Benedito Teixeira, o “Teixeirão”, em São José do Rio Preto!
Em 2010, fomos conhecer São José do Rio Preto, uma cidade gigante do interior de SP. E esse desenvolvimento social e econômico, no futebol pode ser visto pelo fato da cidade ter dois times!
Assim, aproveitamos nossa viagem para conhecer os estádios destes times que fomos até lá!
O primeiro estádio é o Benedito Teixeira, o “Teixeirão”, onde o América FC manda seus jogos.

O Estádio é bastante recente, foi inaugurado em 1996 e nós demos o azar de pegar um dia em que ele estava sendo reformado…

Mesmo em reformas, deu pra ver a grandeza do Estádio, que chegou a receber vários clássicos do futebol paulista, graças ao seu porte.
O jogo de inauguração foi entre o América e o São Paulo e o time da capital venceu por 3×2. A capacidade atual do estádio é de quase 33 mil torcedores. Olhando de fora, dá pra ver o espaço que ele ocupa.
Ah, achei um novo mascote pro time hehehe:
O Estádio leva as cores do time (vermelho e branco) em diversos muros…
O estádio nasceu graças ao idealismo do Prefeito Dr. Wilson Romano Calil que via o time como a maior propaganda da cidade. A ideia foi apresentada à cidade no período da visita do então presidente Benedito Teixeira e por isso leva o seu nome. A prefeitura cedeu o terreno e ainda conseguiu a doação de 11.500 sacos de cimento, ao América ficou a responsabilidade das obras, o que obrigou a venda de jogadores importantes.
Uma coisa que eu aprendi a gostar são os ônibus dos times, olha o do América aí:
Na despedida, fiz mais uma lembrança de um estádio importante.
Em 2022, voltamos ao Estádio Benedito Teixeira e fiz esse vídeo:
E renovamos as fotos do campo:
















Ou você prefere uma chuva concentrada?

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São Bernardo F.C. na Copa SP de Juniores

Domingo de forte sol no ABC.
A Mari está viajando com a família, o que fez com que meu final de semana fosse apenas de descanso, sem nossos tradicionais rolês.
Para tentar fugir da solidão, dei um pulo no Baetão, para ver o segundo jogo do São Bernardo, na Copinha.
O Estádio estava lotado!
Mais uma prova de que em 2011, o time do São Bernardo poderá contar com um 12º jogador: sua torcida !
A prefeitura de São Bernardo colaborou oferecendo uma boa estrutura para torcedores, convidados e para a mídia em geral.O jogo começou corrido, mas o sol forte minava a energia da molecada, prometendo um segundo tempo mais parado.
O Tigrão do ABC começou impondo pressão e atacando o time gaúcho de todo jeito possível.
A torcida também sofria nas arquibancadas, ali no Baeta não tem uma sombra…
O gramado do Baetão foi trocado, mas continua sendo artificial.
O público apoiava, mas cobrava a vitória do time da casa.
O time conta com várias organizadas, mas a Guerreiros segue sendo uma das mais importantes e que mais agita!
Subir até os últimos degraus da arquibancada me fez suar mais do que se eu estivesse jogando…
E dá pra ver como a cidade segue crescendo ao redor do campo…
Tomara que ao menos signifique um crescimento similiar de público nos estádios da cidade, que conta ainda com o Palestra e com o E.C. São Bernardo.
Muitas faixas e muita gente!
O São Bernardo jogou que nem gente grande!
E olha a diretoria mostrando que sabe aproveitar o momento de sucesso:
Falando do jogo, o primeiro tempo virou 0x0, com o time da casa jogando melhor, mas… Futebol não é lógico e no segundo tempo, o time gaúcho fez 2×0 e acabou com a alegria da torcida.
Se a derrota deixou um gosto amargo e decepcionante na torcida, também ficou a esperança da classificação (ainda possível, graças a vitória no primeiro jogo), mas mais do que qualquer coisa, ficou a certeza de que a cidade abraçou o time e estará com ele em 2011!
Apóie o time da sua cidade!
]]>103 – Camisa do Vélez Sársfield
Consegui a camisa no carnaval de 2010, quando fomos assistir Vélez x Independiente (veja aqui como foi).
O início do clube data-se de 1910, o nome é uma homenagem a um jurista argentino.
Como a maioria dos clubes humildes, seu primeiro uniforme foram camisetas brancas, por serem as mais baratas, logo foram substituídas pelas camisetas azul-marinho e calções brancos.
Na foto abaixo, o time de 1911:
Em 1913 foi a vez da camiseta “tricolor” (listras verticais em vermelho, branco e verde).
O Vélez conseguiu seu primeiro acesso à principal divisão do futebol argentino, em 1919.
O time de 1931:
O uniforme com o “V” azulado surgiu por uma questão do destino. Um time de rugby havia pedido para confeccionar as camisas, mas acabou desistindo e a diretoria do Vélez os adquiriu por um bom preço. Nascia ali uma forte marca do futebol argentino.
Em 1940, o Vélez sofreu seu primeiro descenso de divisão o que desencadeou uma crise, obrigando o time a vender o Estádio Fortin.
Somente em 1943, o time voltou para a primeira divisão, levantando um novo estádio.
Em 1953, veio a maior campanha do time até aquele momento, o vice-campeonato da primeira divisão, com o time:
Mas só na década de 60 viria o primeiro título do time, mais precisamente em 1968, com direito a uma goleada de 2 dígitos sobre o Huracán de Bahia Blanca (11 x 0).
Graças à realização da Copa do Mundo de 1978, na Argentina, o Vélez teve o estádio de Liniers, remodelado, ganhando novas arquibancadas e tendo assim sua capacidade ampliada. O “Nuevo Fortín” agora tinha capacidade para 50 mil hinchas.
Em 1993, mais uma glória para o Vélez, a conquista do Campeonato Clausura , dando ao time o direito de disputar a Libertadores da América do ano seguinte.
Esse time ficou bem conhecido pelo público brasileiro por ter ganho a Libertadores em cima do São Paulo, em pleno Morumbi.
Foi marcante, principalmente por terem caído logo de cara num grupo díficil com o rival local, Boca Juniors, além de Palmeiras e Cruzeiro. Depois passaria pelo Defensor do Uruguai, Minervén da Venezuela e Junior Barranquilla da Colômbia.
O herói do time, nessa época e que marcaria época pelo time, era o goleiro paraguaio Chilavert.
Com a conquista, o Vélez alcançou o sonho para enfrentar o Milan, em Tóquio, colocando frente a frente o time do bairro contra os italianos globais. O resultado você confere abaixo: No ano segunte, mais um Campeonato Apertura, seu terceiro título nacional e mais uma conquista internacional, a Copa Interamericana, de 1995.Em 1996, veio o bicampeonato do Apertura e a conquista da Supercopa, vencendo o Cruzeiro, na final.
Em 1997, o Vélez mostrava que os anos 90 seriam mesmo inesquecíveis ao vencer a Recopa Sul-americana contra o River.
Em 1998, mais um Torneio Clausura, com o time: A década de 2000 começou difícil. Demorou até 2005 para um novo título. Em 2009, outro Clausura, garantindo o time na Libertadores 2010.Sobre a hinchada, vale a pena ver esse vídeo, mostrando porque são hoje considerados uma das maiores torcidas argentinas.
Há também um interessante blog guardando a memória do time. Veja: http://www.muyvelez.com.ar/ Como curiosidade, vale citar que Che Guevara chegou a ser titular no time de juniores do clube. O site oficial do time é http://www.velezsarsfield.com.ar





























































