O Estádio Municipal Sernamby, em São Mateus-ES

No início de 2026, colocamos o pé na estrada para mais uma tour pelo Espírito Santo com direito a muita estrada, histórias, encontros e rolês por várias cidades carregadas de memória, cultura e futebol.
Assim, chegamos em São Mateus onde o tempo pareceu andar mais devagar.

Foi emocionante estar a beira do rio São Mateus, conhecido como Rio Cricaré que passa pela cidade e deságua no Oceano Atlântico em Conceição da Barra (ES).
O rio teve papel crucial desde os primeiros habitantes, principalmente os Guarani e os Aratu sendo uma via natural de locomoção, fonte de água, pesca e subsistência para essas comunidades.

Fundada em 1544, São Mateus é a segunda cidade mais antiga do Espírito Santo e durante os séculos XVIII e XIX, seu Porto foi um dos maiores pontos de desembarque de navios negreiros do Brasil, direcionando os escravizados para o interior de Minas Gerais e para as lavouras da região.

Outro ícone desta época foi a Igreja Velha, que teve sua construção iniciada em meados do século XIX.

Falando sobre o futebol local, escondido entre lembranças, concreto envelhecido e saudade, existe um lugar que ainda pulsa no coração da cidade: o Estádio Manoel Moreira Sobrinho, o eterno Estádio do Sernamby.

O Estádio, embora seja municipal, ficou marcado como a casa da AA São Mateus.

Fundada em 1963, a Associação Atlética São Mateus nasceu no bairro Sernamby a partir de um projeto comunitário liderado por moradores, religiosos e voluntários, simbolizando a ideia de união popular.
O time é um dos maiores representantes do futebol do norte capixaba, conquistando os Campeonatos Capixabas de 2009

E de 2011

Além destes títulos, a AA São Mateus se tornou o maior campeão da Série B do Espírito Santo, tornando o time conhecido como “O Gigante do Norte” e também “Pit Bull do Norte” e fazendo do Sernamby, a extensão da identidade da cidade e da paixão de sua torcida.

O estádio foi inaugurado em 5 de março de 1965, e atualmente já não recebe multidões como antes.
Mas o local ainda carrega as marcas do tempo.

E o silêncio que hoje mora ali, onde antes estava a arquibancada lateral, parece impossível de combinar com a história gigantesca daquele lugar.

Olha como era essa arquibancada:

Ao pisar no Sernamby dá pra sentir que aquilo nunca foi apenas um estádio de futebol. Foi mesmo um sonho da comunidade.
Enquanto caminhávamos pelos arredores do estádio, tentando imaginar o barulho que um dia tomou conta daquele lugar, dava para sentir que cada pedaço de concreto guardava uma memória diferente.

Mas o Estádio Sernamby não era só a casa da Associação Atlética São Mateus.
Era (e é) parte da alma de São Mateus.

E a esperança ainda segue viva, assim como a outra arquibancada lá atrás do gol.
Segundo matéria de maio (veja aqui), finalmente houve a assinatura da escritura definitiva do Estádio Municipal Sernamby.

Pouca gente de fora entende esse tipo de sentimento, né?
Incrível como supermercados e farmácias são sempre mais valorizados do que escolas, estádios e espaços públicos…
O Sernamby nasceu muito antes das grandes partidas, dos refletores e das arquibancadas lotadas e também indo muito além do futebol: cursos gratuitos, encontros e um espaço onde nasciam ideias para transformar o bairro.

O estádio carregava até no nome uma história de generosidade.
Manoel Moreira Sobrinho foi delegado, líder religioso e professor voluntário de português para crianças pobres da região.
É como se o estádio tivesse herdado essa essência: servir às pessoas.
E serviu.

Serviu como palco de tardes inesquecíveis.
De títulos, de rivalidades históricas.
De domingos em família.
De crianças vendo o gramado pela primeira vez e acreditando que dali poderia nascer um futuro.

Ali teve suor de jogador, voz rouca de torcedor, vendedor atravessando arquibancada, rádio de pilha no ouvido e aquele nervosismo típico do futebol do interior, onde cada jogo parece assunto da cidade inteira durante a semana.
O Sernamby cresceu junto com o povo.

Vieram os muros, o alambrado, as arquibancadas.
Veio a famosa “Campanha do Cimento” em 1996, quando torcedores, empresários e lideranças locais se uniram para ampliar o estádio.

Vieram os refletores em 1998.
Vieram noites iluminadas que pareciam grandes demais para uma cidade do interior, mas que cabiam perfeitamente na paixão daquele povo.

E talvez seja exatamente por isso que dói tanto vê-lo fechado, ferido e parcialmente demolido pelo tempo.

Porque estádio de verdade não é feito só de estrutura.
É feito de pertencimento.

Enquanto observávamos aquelas arquibancadas vazias, dava para imaginar os fantasmas bonitos do passado ainda vivendo ali: o eco de um gol, o grito vindo da geral, o apito do juiz, a explosão da torcida do São Mateus.

Parecia que o estádio ainda estava esperando alguma coisa.
Talvez mais uma partida.
Talvez mais uma multidão.
Talvez a chance de respirar novamente.

E no fundo, é isso que emociona.
Mesmo abandonado durante anos, o Sernamby nunca saiu do coração da cidade. Porque lugares assim ultrapassam sua função original.
Eles viram memória coletiva.

Por isso tanta gente sonha com sua volta.
Não é apenas sobre reformar um estádio.
É sobre recuperar histórias.
É sobre devolver identidade.
É sobre impedir que uma parte da memória de São Mateus desapareça junto com o concreto envelhecido.

E saímos dali entendendo uma coisa: alguns estádios jamais morrem completamente.

O Estádio do Sernamby é um deles, e por isso tão importante.
Espero que dias melhores possam vir…

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O futebol em Águas de Santa Bárbara

Em novembro de 2025, resolvi celebrar meu aniversário reunindo a família na pacata cidade de Águas de Santa Bárbara, mas, como o interior é cosmopolita, aproveitei para revisitar a cidade de Óleo e conhecer Manduri, onde aproveitei para registrar mais um estádio.

Já estive em Águas de Santa Bárbara há muitas décadas, mas não lembrava da cidade…
Possivelmente está região foi ocupada pelos povos tupis e kaingang que se beneficiavam do ambiente gerado pelo rio Pardo. Olha que cenário lindo!

A chegada dos europeus fez ser fundada a vila de São Domingos, às margens do Rio Pardo, em 1868.
O nome da vila acabaria alterado para Santa Bárbara do Rio Pardo em homenagem à Santa Bárbara e o local foi elevado à categoria de cidade em 1876.
Em 1978, o nome foi alterado para Águas de Santa Bárbara para reforçar a sua fama como estância hidromineral.

Infelizmente, o futebol em Águas de Santa Bárbara tem pouca história.
A cidade nunca teve um time profissional e nem mesmo uma equipe que marcou época nas disputas amadoras da região.
Atualmente existe uma certa movimentação em torno da fomentação do time do Águas de Santa Bárbara FC, mas não existe nenhuma ação concreta, como a disputa de um campeonato ou filiação em alguma liga ou federação.

Fomos visitar o Estádio Municipal de Águas de Santa Bárbara, e ele reforça o momento atual (isso em 2025) do futebol da cidade.

Ainda não há arquibancadas, apenas a estrutura que se vê abaixo.

Pior que durante nossa visita caiu uma chuva, deixando o visual ainda menos animador.

Como se pode ver, o campo ainda não tem um sistema de drenagem muito eficiente.

Mas, tudo pode mudar.
Aqui, o meio campo, onde pode ser construída uma arquibancada na lateral.

Aqui, o gol da direita. E também existe espaço ao fundo do gol para novas estruturas, caso necessárias.

Aqui, o gol da esquerda, lá atrás passa uma rua de acesso, onde você pode ver o valente Mobi branco.

Enfim… Ficamos na torcida por dias melhores do futebol local!

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O futebol em Porto Ferreira (SP) em 2025

É… Tudo muda.
Tudo segue se transformando com o tempo.
Tem coisas tradicionais que deixam de existir e também coisas novas que nascem.
Em 2012, estivemos por Porto Ferreira para conhecer e registrar o Estádio Municipal da Vila Famosa (veja aqui como foi), também chamado de Vila Formosa.

Na época, o Estádio era a casa da Sociedade Esportiva Palmeirinha, um time que atuava na série B do Campeonato Paulista.

Cheguei a ver um jogo deles lá em Jaú, em 2013 (veja aqui como foi).

Em 2016, o time disputa seu último Campeonato Paulista pela série B, e no ano seguinte, voltamos a passar pelo estádio, para uma nova visita (veja aqui como foi).

Em 2023, chegou a notícia que o Estádio fora abandonado e estaria prestes a ser demolido.
Torcendo para ser apenas um boato, no feriado da consciência negra de 2025 passei por Porto Ferreira e, para a tristeza de todo apaixonado por futebol, confirmei a notícia…

Me pergunto se pra quem mora na cidade realmente fez sentido essa demolição para se ter um…. “nada” no lugar…
Ok, provavelmente algo será construído nos próximos meses ou anos, mas ainda assim, dói ver essa imagem, não?

A cidade é referência na produção e comércio de cerâmicas, e não é difícil pensar que algo nesse sentido pode tomar esse espaço, ou quem sabe um novo espaço para o esporte municipal?

E pensar que, assim como as cerâmicas, o time fez parte do dia-a-dia da cidade por tantos anos…

Olha que linda a foto do Marcier Martins quando goleiro do time (do acervo Marcier Martins):

É um time com muita história…

E com uma torcida bastante apaixonada!

No início da carreira, o goleiro Aranha teve uma passagem no gol do Palmeirinha!

E o que dizer de 1967, quando o time sagrou-se campeão da terceira divisão.

Muitos fizeram história com essa camisa…

Assim, com a demolição do Estádio e o fim do Palmeirinha, a cidade parecia fadada a não ter mais um time de futebol nas competições da Federação Paulista.
Mas, no dia 26 de abril de 2022, uma família da cidade decidiu criar o Porto Foot Ball Ltda, o primeiro clube-empresa de Porto Ferreira.

Se você quer saber um pouco mais sobre o time, batemos um papo com o presidente do clube, confira:

O time nasce com a missão de juntar a cidade, e por isso soma o preto e branco do antigo Porto Ferreira FC e o verde do Palmeirinha, além disso, passou a mandar seus jogos no tradicional Estádio Ferreirão

E é aqui que o futuro se une ao passado já que o Estádio Ferreirão foi a casa do Porto Ferreira FC, primeiro time da cidade a participar de competições da Federação Paulista, fundado em 1912.


Em 1916, seu primeiro campo (1 no mapa abaixo) deu lugar ao Jardim Público que é a atual praça Cornélio Procópio, obrigando-o a se mudar para onde hoje está o Hospital Dona Balbina (2 no mapa abaixo), de lá, mudou-se em 1923 para a área onde hoje está o clube social (3 no mapa abaixo) e permaneceu por lá até 1968, quando finalmente mudou para a atual área do Estádio (4 no mapa abaixo).

Em 1925, disputou dois amistosos com o Clube Atlético Paulistano, recém-chegado de excursão pela Europa, vencendo ambas (3×0 e 2×0).
Em 1926, o Clube Atlético Paulistano novamente visita Porto Ferreira e dessa vez apenas uma partida: um empate em 0x0.
Nesse mesmo ano, o Porto Ferreira FC filiou-se na Liga dos amadores de Futebol e segundo o livro “Os esquecidos”, estreia no Campeonato do Interior na Região C.

No ano seguinte disputa a Zona da Paulista:

Em 1952, foi Campeão amador do setor 9.

E se mostramos lá em cima um desfile com a bandeira do Palmeirinha, o Porto Ferreira FC também teve seu momento…

O alvinegro de Porto Ferreira foi o primeiro time a conquistar o coração da população…

E que demais esse uniforme, hein?

Dessa forma, fomos conhecer o Estádio Ferreirão, que teve sua inauguração oficial em 25 de julho de 1982, como indica a placa abaixo:

Então, venha conosco para um rolê por este verdadeiro elo entre o passado e o futuro!

Olha que bem estruturado é o estádio em se falando de arquibancada.
Temos estes degraus em torno da lateral de entrada e também atrás do gol esquerdo:

Sempre gosto de comparar com outros times que estão disputando a série B do Campeonato Paulista para pensar se um estádio teria condições de abrigar o futebol profissional novamente, e no caso do Ferreirão, acredito que com algumas poucas melhorias teríamos condições de ver o Porto Foot Ball alçando voos mais altos!

Além das atuais arquibancadas, existe espaço do outro lado do campo para eventuais novas estruturas, como se vê nesta foto do meio campo!

Ali ao lado direito, também temos parte da arquibancada quase até o gol.

Aqui, o já supra citado gol do lado esquerdo.

Uma pena só ter o registro do time que este ano foi finalista da Série B do Campeonato Paulista Sub 20 no Estádio de Paulínia.

Ainda estamos devendo acompanhar um jogo por aqui… Era pra gente ter vindo na final, vencida pelo Paulinense, mas ano que vem teremos o time na Série A do sub 20 e quem sabe podemos enfim registrar um jogo.

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 5: o Estádio Ytacoatiara em Piripiri

Em julho de 2025 viajamos até o Piauí e foi incrível.
Começamos o rolê pela capital Teresina, onde visitamos o Estádio Albertão, o Estádio Lindolfo Monteiro, o CT do River AC e a Loja do Clube Atlético Piauiense.
Na sequência, fomos até Altos, ver o Estádio Felipão, onde nasceu a AA Altos, aliás, olha o vídeo que fizemos dessa parte do rolê:

Agora, é hora de dividir o rolê que fizemos em uma cidade que já ocupou a cabeça de todo mundo que ama o futebol.
Falamos de Piripiri, a terra querida!

Olha aí, que bonito: Em Piripiri, cada amigo é um irmão!

Taí o antigo armazém da estação ferroviária, por onde chegavam e saiam tantas pessoas, fazendo de Piripiri uma cidade bastante movimentada.

E o motivo dessa cidade fazer parte do imaginário de todo apaixonado por futebol é a data que comemora a emancipação política da cidade: 4 de julho.
Ela dá nome à uma importante avenida na cidade…

Mas também deu nome a um verdadeiro patrimônio da cidade, o CA 4 de julho!

O 4 de Julho Esporte Clube é também chamado de Colorado de Piripiri e foi fundado em…. 4 de julho de 1987 e tem 4 títulos estaduais: 1992, 1993, 2011 e 2020, além de ser campeão da Copa Piauí em 2017.
Para saber mais sobre a história do time, vale a pena visitar o post que fizemos sobre a camisa do time.

O grande momento do time foi quando derrotou o São Paulo pela Copa do Brasil de 2021, mas este jogo não foi em Piripiri e sim em Teresina.

A casa do 4 de julho em Piripiri é o Estádio Ytacoatiara, a Arena Colorada!

O Estádio fica bem no meio da cidade, então deu pra ver um pouco do dia-a-dia de Piripiri antes de chegar na Arena Colorada!

Pena que a loja oficial do time estava fechada, ela fica ali ao lado da entrada do estádio.

A parte alta do rolê foi entrar dentro do estádio e poder registrar o campo!

Olha que arquibancada, embaixo de um céu lindo desse nosso nordeste…

Pô, fiquei feliz de poder estar neste estádio tão importante!

Vem dar um rolê com a gente pra conhecer o estádio por dentro:

Aqui, o registro do meio campo:

O gol da esquerda:

E o gol da direita:

O Estádio tem arquibancadas dos dois lados e é muito charmoso!

Parece que essa área antes era coberta. O que terá acontecido?

E é quente a cidade…

Mesmo com tanto calor, o gramado está super bem cuidado. Recebe irrigação diariamente.

Junto às arquibancadas tem uma grande área para a imprensa.

Achei legal essa cerca viva formada por flores entre o gramado e a arquibancada.

Olha como fica diferente da área que não a tem:

Fizemos um vídeo que registra esse nosso rolê:

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 4: o Estádio Municipal Felipe Raulino em Altos

Em julho de 2025 viajamos até o Piauí e foi incrível.
Começando pela capital Teresina, tema dos primeiros posts (sobre o Estádio Albertão, o Estádio Lindolfo Monteiro e o CT do River AC e a Loja do Clube Piauiense).

Agora é a vez de dividirmos como foi o rolê pelo Estádio Municipal Felipe Raulino, a casa do time sensação do momento em Piauí, que neste momento caminha em busca do acesso à série C do Campeonato Brasileiro: a Associação Atlética de Altos, fundada em 19 de julho de 2013.

Então, seja bem vindo(a) a Altos, cidade que faz parte da Grande Teresina e que tem como data oficial de fundação 1922.
Atualmente cerca de 47 mil pessoas vivem no que antes era chamado de São José dos Altos, de João de Paiva, depois Altos de João de Paiva, e finalmente Altos.

Foi bem fácil chegar ao Estádio, porque ele fica quase do lado da estrada, como você pode ver no mapa abaixo do Google:

Sendo assim… Aí estamos nós no Estádio Municipal Felipe Raulino, o “Felipão“, inaugurado em 1992!

É mais um templo do futebol que visitamos e registramos, mas que atualmente vive um grande dilema…

A tradicional Revista Piauí chegou a fazer uma matéria onde relata que uma desavença política teria feito o time local passar a mandar seus jogos na vizinha Teresina.
Uma pena para a população local, que ou simplesmente deixou de acompanhar ou passou a ter que gastar tempo e dinheiro para se deslocar até a capital pra ver o time da sua cidade em campo…
E o campo do Felipão até que está em boas condições…

Suas arquibancadas seguem por lá torcendo para que este imbróglio se resolva e a torcida volte a lotar o Felipão!

Dá uma olhada em como é o campo:

Aparentemente todos os cuidados estão sendo tomados para o campo seguir com bom uso:

Olha aí o banco de reservas e outras estruturas:

O nosso tradicional registro do gol do lado esquerdo:

Do lado direito:

Um zoom no nosso gol:

E o meio campo:

Do lado de onde fiz estas fotos, existe mais uma arquibancada com uma área dedicada às cabines de imprensa:

Ela acompanha a lateral toda do campo.

Imagino que um jogo aqui com casa cheia seja um verdadeiro caldeirão!

Olha como foi uma final lá dentro:

O que nos resta é torcer para que o Estádio volte a receber jogos do Altos e quem sabe até em jogos válidos para a série C.
Aliás, especula-se até a construção de um novo estádio na cidade…

Fizemos um vídeo para recordar pra sempre esse rolê e esse momento, espero que reflita pelo menos uma parte do que sentimos.

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Estádio Municipal Antônio Pereira Lima, em Santa Mariana (PR)

No carnaval de 2025 fomos até Presidente Prudente assistir Grêmio Prudente x Santo André pela série A2.

Na volta, demos um rolê pelo norte do estado do Paraná, começando por Alvorada do Sul, …

Depois paramos em Londrina para registrar o Estádio Uady Chaiben, a casa da Portuguesa Londrinense (PR)

… além de entrarmos no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, o VGD” para acompanhar o resultado das obras de melhorias:

Também fizemos uma parada em Cornélio Procópio para conhecer e registrar o Estádio Municipal Ubirajara Medeiros.

Mas o caminho apresentou uma outra parada obrigatória: uma cidade cujo nome nos fez rir de dezenas de brincadeiras durante a viagem, já que o lado feminino deste site é representado pela Mariana, assim, bem vindo a…

E claro, Santa Mariana tem espaço para o futebol, com o Estádio Municipal Antonio Pereira Lima.

Olha a fachada como é bacana e aparentemente construída ou reformada recentemente:

A cidade contou com alguns times defendendo o seu nome, começando pelo Santa Mariana FC, fundado em 1960. Distintivo abaixo criado por Sérgio Mello:

O Santa Mariana FC disputou a primeira divisão Paranaense em 1961, na chamada Zona Norte Velho (Setentriao), terminando em 2º lugar nos dois turnos, e na sétima colocação geral do Campeonato. Tabela do excelente site da RSSSF:

Em 1962, novamente o time fica em 2º após os dois turnos e acaba fora da fase final…

O time ainda jogou em 1963 ficando em posições intermediárias nos dois turnos do seu grupo.

Não encontrei informações sobre quando o time deixou de existir, mas o vi que nos anos 70, outro time surgiu na cidade: a Associação Esportiva Santa Mariana. Alguém aí sabe dizer se este é o distintivo do clube?

O grande feito da AE Santa Mariana foi chegar na semifinal da Taça Paraná de 1972, sendo eliminada pelo CA Loandense.
Também não encontrei maiores informações sobre o time e nem quando ele teria sido extinto, entretanto, existe uma informação creditada a Rodrigo Santana e disponibilizada no site Futebol Nacional que um terceiro time existiu na cidade, já na década de 80: o EC Santa Mariana.

De volta ao presente, vamos dar um rolê pela atual casa do futebol em Santa Mariana, o “Estádio Municipal Antonio Pereira Lima“:

Aqui o meio campo, com sua charmosa arquibancada coberta:

O gol da esquerda onde a molecada estava batendo uma bola:

E o gol da direita:

Confesso que este estádio não estava nos nossos planos da viagem, mas seria impossível não parar em uma cidade com o nome da Mari, ainda mais tratando-a como “Santa” kkkk.
De toda forma, acabamos presenteados por um estádio tão bacana como esse!

Até um banco de reservas coberto, o estádio possui, e olha que pitoresco. Me pergunto o porquê das cores amarelo e vermelho… Será que um dos times do passado tinha essa cor?

Enfim, com a missão cumprida, e tendo um tempinho pra parar o carro na beira da estrada pra aproveitar e observar um cenário lindo desses, voltamos ao nosso rolê!

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O Estádio Municipal e o futebol em Campo Limpo Paulista-SP

Novembro de 2024.
Aproveitamos o feriado do dia 15, para seguir a linha do trem “Rio Grande da Serra – Jundiaí” até uma cidade que já participou do futebol profissional e que ainda não tínhamos visitado: Campo Limpo Paulista! (foto do site da Prefeitura)

Falando sobre a formação da cidade, é difícil detalhar quem foram os primeiros a ocupar a região, mas a presença da água (o atual “rio Jundiaí”) deve ter atraído pessoas de tempos em tempos.
Os primeiros europeus que chegaram na região citam os Tupi Guarani e seus parentes (Tupiniquim, M’byá entre outros) como os habitantes do local.

A partir da metade do século XVI, os portugueses passam a realizar expedições para aprisionar indígenas e procurar metais e pedras preciosas Brasil adentro.
Com o tempo, se apossaram das terras estrategicamente localizadas para criarem pontos de paradas para as “bandeiras”.
Campo Limpo Paulista passou por um processo similar. Vale lembrar que a cidade se emancipou de Jundiaí em 1965, então o começo da história das duas cidades é o mesmo, até porque são todas limítrofes.

O fato que potencializou a região foi a Estrada de Ferro São Paulo Railway, construída entre 1862 e 1867, ligando Jundiaí a Santos e primeira estrada de ferro paulista. Por ela, toda a produção de café foi transportado até a década de 1930.
A estação de Campo Limpo foi inaugurada em 1881 para agir como entroncamento da E. F. Bragantina, aqui em foto nos anos 20 do site Estações Ferroviárias.

Outro ponto importante para o desenvolvimento da cidade é que de 1947 até 1951 Campo Limpo Paulista sediou a Hospedaria de Imigrantes ocupando antigos galpões de depósito de café para abrigar refugiados da Polônia, Ucrânia, Lituânia, Hungria, Rússia, Iugoslávia, República Tcheca e apátridas.

Quando falamos do futebol da cidade, é necessário citar 4 times que se aventuraram no profissionalismo :

O primeiro deles é o Corinthians Futebol Clube, fundado em 1974.

O Corinthians FC entra pra história por ser o primeiro time da cidade a disputar uma competição profissional: o Campeonato Paulista da Terceira Divis˜ão de 1976.

Na sequência, a cidade contou com a Associação Atlética Campo Limpo Paulista, fundada em 1980.

Em 1981, a AA Campo Limpo Paulista estreou no futebol profissional, na Terceira Divisão.
Foi um campeonato complexo, com 6 grupos, que disputariam 2 turnos. Os campeões de cada turno (definidos após semifinal e final) se enfrentaram definindo o campeão do grupo e classificando-se para um hexagonal final, de onde o Cruzeiro sagrou-se campeão.
Jogando no grupo Vermelho, a AA Campo Limpo Paulista terminou em 3º e perdendo a semifinal para o Cruzeiro (0x0 e 2×0).

No segundo turno, novamente a AA Campo Limpo Paulista se classifica mas é eliminada na semifinal.

A boa campanha levou a AA Campo Limpo Paulista para a segunda divisão de 1982. foi promovida para a Segunda Divisão, em mais um campeonato complexo, dividido em 2 turnos de duas etapas cada e um quadrangular como fase final.
Na 1ª etapa do primeiro turno, jogando no Grupo Preto, a AA Campo Limpo Paulista termina na 4ª colocação do seu grupo, a série D.

Assim, o time se classifica para a 2ª etapa do 1º turno, onde terminou em 2º lugar, tendo o Bragantino como campeão do grupo.

No 2º turno, termina a 1ª fase na última colocaç˜ao, não se classificando para a 2ª fase do turno.

Infelizmente, entendendo que não teria a estrutura e verba necessária para seguir na disputa, acabou preferindo licenciar-se das competições profissionais.

O terceiro time da cidade foi o Sport Club Campo Limpo Paulista, fundado em 13 de Abril de 2000. O escudo veio do site do Gino!

No mesmo ano de sua fundação ingressou no Campeonato Paulista da Série B2 (o 5º nível do futebol paulista daquele ano), terminando na 8ª colocação do seu grupo.

Uma briga política fez o time mudar de cidade para a vizinha, Caieiras e seu nome para Sport Club Paulista, jogando a série B3 de 2001, chegando até à semifinal, onde perdeu para o Corinthians B.
O time sobe para a Série B2 de 2002, e faz má campanha.
Em 2003, retorna a Campo Limpo Paulista mas faz novamente uma má campanha.
Licenciou-se em 2004 e 2005, retornando em 2006 no Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual Série B) onde terminou a 1ª fase na 5ª colocação.

Em 2007, mais um problema de gestão levou o clube a mandar seus jogos em Salto.
Em 2008, se transferiu para Espírito Santo do Pinhal, mudando novamente o nome para Sport Club Paulista.
Licenciou-se novamente em 2009.
Depois de muitas trocas de sedes, em 2010 mudou-se para cidade de Cotia, mudando de nome, em 2011, para Cotia Futebol Clube, e disputando a Segunda Divisão (Série B) até 2013, jogando a A3 de 2014 e 2015.

O terceiro time da cidade é o Metropolitano Futebol Clube, fundado em Jundiaí, em 10 de janeiro de 2018.

O Metropolitano nasceu em Jundiaí para revelar novos jogadores sendo desde o princípio um clube-empresa.
Em 2021, se muda para Campo Limpo Paulista, e em 2022, passa a disputar as categorias de base do futebol paulista, destaque negativo para o sub 20 de 2024 terminando na lanterna do grupo 9.

Apresentados os times, hora de falar do Estádio Municipal de Campo Limpo Paulista.

O Estádio Municipal leva o nome de Aldévio Barbosa de Lemos um dos envolvidos na emancipação da cidade e faz parte do equipamento esportivo da cidade.

Tem até estacionamento!

E fomos conhecer e registrar a casa do futebol de Campo Limpo Paulista, começando pela sua bilheteria!

Venha conosco conhecer mais um estádio do futebol paulista!

As bandeiras tão admiradas pelo amigo Sérgio Gisoldi!

Foram 3 anos de construção: de 1973 a 1976 e o resultado está aí, veja que linda arquibancada coberta:

As entradas para as arquibancadas estavam fechadas, então não deu pra fazer uma foto lá em cima…

O Estádio pertence à Prefeitura Municipal e tem capacidade para 5.400 torcedores.

Olhando do lado de frente da arquibancada, este é o meio campo:

O gol da direita:

O gol da esquerda:

Dei uma volta na pista de atletismo para ter uma ideia do estádio como um todo.

Banheiros em dia!

Mais uma experiência bem sucedida com o futebol que deveria representar uma importante parte da cultura de um povo que vive ali t˜ão perto da capital e que muitas vezes não consegue gerar símbolos de identificação capazes de torná-los únicos em relação a outras cidades.

Até um recado de um punk está lá na parede!

Hora de ir embora com o sentimento de missão cumprida!

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O futebol em Votorantim-SP

Em 2023, tivemos a oportunidade de passar por Sorocaba e aproveitamos para dar um pulo na cidade vizinha, Votorantim.

Votorantim é uma cidade especial para minha família porque meu avô teve um pequeno sítio ali, até o fim da sua vida, e por isso criamos laços emocionais e de memória com a cidade.
Não a toa fizemos questão de conhecer e acompanhar o Votoraty FC, fundado em 12 de maio de 2005.

Inesperadamente, o Votoraty FC chegou na final da Copa Paulista.
Abaixo algumas imagens daquela tarde inesquecível, mas se você preferir, veja aqui o post que conta como foi aquele jogo.

Depois vi também o jogo pela Copa do Brasil do Votoraty contra o Grêmio (veja aqui como foi aquele jogo).

E olha quem era o treinador do Votoraty naquele ano: Fernando Diniz!

Só pra lembrar… Votorantim teve uma ocupação indígena, como todo o território brasileiro, recebendo a chegada dos primeiros portugueses em meados do século XVII, recriando o choque que houve no litoral brasileiro.

Pascoal Moreira Cabral, um parente do fundador de Sorocaba Baltazar Fernandes, decidiu produzir açúcar, dando origem a um vilarejo, próximo de uma cachoeira chamada Votorantim que acabou dando nome ao local.
Já no final do século XIX, as primeiras indústrias chegam à cidade, e com elas a imigração.

E foi assim que o futebol chegou à cidade.
Em 1º de janeiro de 1900, os operários ingleses da Fábrica de Tecidos Votorantim, entre eles William Snapp, fundador do SPAC – São Paulo Athletic Club criam o Votorantim Athletic Club, tornando-se o time oficial da fábrica.

Enquanto isso, os italianos oficializam, na mesma data, o Sport Club Savoia, que por muitos é considerado o primeiro clube de futebol do Brasil.

Com o crescimento da colônia italiana na região, a torcida do Sport Club Savoia também aumenta. Já o time inglês perde torcida (os ingleses voltaram pra capital com medo do surto de febre amarela na região) e o Votorantim Athletic Club decide se unir ao Sport Club Savoia.

Em 1910, o Sport Club Savoia é convidado a disputar um torneio seletivo para a elite do Campeonato Paulista com o Vila Buarque Futebol Clube e o Clube Atlético Ypiranga, mas o Ypiranga vence e fica com a vaga.

Em 1915, o recém-fundado Palestra Itália da capital faz sua estreia no futebol contra o SC Savoia, no Campo dos Castelões, em Votorantim.

Em 1919, convidou o XV de Piracicaba para uma partida, mas o XV reclamou do tratamento dado

Em 28 de setembro de 1924 o SC Savoia inaugura o “Estádio Municipal Domenico Paolo Metidieri” com dois jogos: na preliminar, o 2º quadro do Savoia fez 4×1 no Germânia e na sequência, o primeiro quadro empatou por 4 a 4 com o Athletico Paulistano (com Arthur Friedenreich no elenco).

Em 1930, a equipe passa a ser conhecida como “Esquadrão de Ferro” por conquistar vários títulos, incluindo a 23ª Região do Campeonato Amador do Interior.
Por conta da guerra contra os países do eixo nazista, em 1942 o Sport Club Savoia é obrigado a mudar de nome adotando Clube Atlético Votorantim.

Esse foi o time de 1946, campeão da 23ª Região do Campeonato do Interior:

Em 1947 a equipex conquista o título da Liga Sorocabana de Futebol e de 1948 a 1952 disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paulista de Futebol.

Em 1952, as Indústrias Votorantim retiram o apoio ao clube, e o departamento de futebol profissional é desativado.

Aqui, o time de 1966:

CA Votorantim 1966

Mais recentemente, surgiu o Atlético Votorantinense, usando de brasão a cruz de Savóia, para resgatar esta história.

Já a gente, preferiu reviver essa história visitando o Estádio Municipal Domenico Paolo Metidieri!

Uma arquibancada com mais de um século de história… É mesmo motivo de orgulho para a cidade!

Mas fizemos um role por todo o campo, olha os bancos de reservas…

Aqui, o meio campo:

O gol da esquerda com o terminal de ônibus atrás:

E o gol da direita:

Fazia um tempo que não vinha no Estádio Municipal Domenico Paolo Metidieri, foi bem legal poder reencontrar o lugar!

Hora de ir embora…

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#TBT – 1ª rodada da A2 de 2008

O que dizer de uma partida onde você encontra o Godoi num posto de gasolina antes de chegar no Estádio, ter que entrar pelo meio da torcida local, e ainda ser informado pela polícia que em caso de problemas o portão de acesso ao campo está aberto é a melhor atitude a ser tomada…

Após um empate de 1×1, fomos aconselhados pela polícia a ficar até depois do jogo para não ter problemas… Detalhe, até o carro eles nos obrigaram a colocar em cima da arquibancada kkkk

E o que você diria se enquanto espera, encontrar o treinador de quem você é ídolo, no caso: Ferreira!

Esse foi um rolê de 2008, na estreia da série A2 do Santo André contra o GE Catanduvense.

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O Estádio Benito Agnelo Castellano, a casa do Velo Clube

Pois é, com o acesso do Velo Clube à primeira divisão depois de 46 anos, estamos vivendo uma verdadeira Velomania e já que o tema é inesgotável, vamos dar nossa contribuição registrando um rolê que fizemos para registrar o Estádio Benito Agnelo Castellano!

O Estádio Benito Agnelo Castellano, carinhosamente conhecido como o “Benitão” é a casa do lado rubro verde da cidade de Rio Claro: a Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense.

Na parte interna do estádio, antes de se adentrar à arquibancadam existe uma série de fotos e registros sobre o passado do time junto do Bar “Toca Rubro Verde”.

Várias fotos relembrar os esquadrões que marcaram época defendendo a camisa do Velo Clube!

Por falar em imagens, taí a lenda responsável pelo canal @VeloemImagens!

Estivemos no estádio em um dia em que as categorias de base estavam disputando suas competições contra o XV de Piracicaba.

Assim, mesmo contando apenas com os familiares e aqueles que acompanham a base, pudemos viver uma tarde com o estádio vivo!

Vale lembrar como é a organização do estádio: são duas arquibancadas junto às laterais do campo sendo que no passado – e talvez isso volte no futuro- o estádio teve uma tubular atrás do gol. Desse lado em que estamos está a arquibancada coberta.

Do outro lado, uma arquibancada maior e descoberta. Ah, perceba que o campo está reduzido porque estamos falando do sub 9 e sub 11. E ali está o gol da direita:

E aqui, o gol da esquerda:

E aqui o meio campo:

Em 7 de setembro de 2022, o Estádio Benito Agnello Castellano completou 50 anos de inauguração, que se deu em 1972, na partida: Velo Clube 1 x 4 Palmeiras. Há uma placa registrando a data:

E é muito legal poder ver que tanto tempo depois, passando e vencendo tantas crises, o Benitão voltou a ser um local de felicidade!

Benito Agnello Castellano, que dá nome ao estádio, foi um esportista, dirigente, cronista esportivo (correspondente local da Gazeta Esportiva) e torcedor fanático do Velo Clube nascido na cidade em 1927. O J1 Diário publicou uma entrevista com o filho dele (na foto abaixo) no lançamento do seu livro “Benito e Velo” (veja aqui a entrevista).

O estádio nasceu como propriedade do Velo Clube, mas em 2008, a prefeitura de Rio Claro decidiu desapropriá-lo para inviabilizar seu leilão judicial, que ocorreria no mesmo ano como forma de pagamento das dívidas do clube.

O dinheiro será depositado em juízo para a quitação de dívidas trabalhistas e com Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) que o Velo tem com a Prefeitura desde 1988 e apenas em 2015, na última parcela, a prefeitura recebeu o título de posse do imóvel.

Dei uma pesquisada aqui para ler sobre quando estivemos lá em 2011 para acompanhar o acesso do time para a série A2, veja aqui como foi!

Mais recentemente estivemos no Benitão para acompanhar a partida contra o São José, válida pelas quartas de final da série A2 (veja aqui como foi)!

Curiosamente, o público recorde do Estádio é de uma partida contra o São José (vitória do Velo pro 1×0) com um total de 15.782 torcedores, em 1978.

Mais um post em homenagem ao Velo e sua torcida! Desejamos boa sorte na série A1 de 2025!

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