Mas vale citar que o fim de semana começou com um ótimo filme, que eu recomendo a todos, chama-se “Aqui é o meu lugar”! Veja o trailer:
Após o cinema, o amigo Gabril Uchida, do quase milionário Fototorcida, nos levou a um bar de São Paulo, chamado Tubaína bar, como somos loucos por tubaína, adoramos!
Embora tenhamos chegado tarde no ABC, acordamos cedo no sábado para curtir um pouco de arte, em São Paulo, fomos acompanhar um debate sobre a exposição de João Suzuki que está acontecendo na Caixa Econômica Cultural.
O Suzuki é um artista de Santo André que criou um estilo bastante próprio e chegou a ter problemas com a ditadura militar, passando 17 dias preso no DOICOD.
Aproveitamos e demos uma passada na exposição “Gesto Amplificado”, que une a arte com crítica social.
Um trabalho bem legal do mexicano Horácio Cadzco, que mostra algumas figuras conhecidas no México por “baixo da pele”…
Mas, enfim chegou o momento de ver um jogo, pela série B do Campeonato Paulista, a quarta divisão estadual. O jogo era entre o Nacional da capital paulista e o Votuporanguense. Esse é o ônibus deles, em homenagem ao amigo Anderson :
Já vimos um jogo deles, valendo o acesso à série A3, veja aqui como foi.
E a torcida do Nacional compareceu. E por que torcer pro Nacional? Ouve aí…
E lá fomos nós para mais uma aventura histórica pelo futebol…
Nosso “guia local” nos jogos do Nacional é o amigo Álvaro, que já foi várias vezes ver o Ramalhão com a gente! Além de bom conhecedor e “vivenciador” do futebol do interior, Álvaro começa a ficar conhecido pelas caras estranhas que sai nas fotos hehehe.
Foi bacana ver que o time de Votuporanga, além de levar um bom público nos jogos em casa, está trazendo gente para os jogos mais distantes. Muito respeito e admiração pelos mais de 50 torcedores que foram à capital.
Aqui, a faixa da TURA – Torcida Uniformizada Raça Alvinegra.
O Estádio Nicolau Alayon é mais um daqueles que permitem uma proximidade bastante grande com o jogo e com os jogadores. Principalmente com os reservas.
Deu até pra trocar uma idéia com os reservas do Votuporanguense. Segundo eles, a média de público em Votuporanga está em 3 mil torcedores.
Falando um pouco do jogo, o Nacional começou fazendo valer sua condição de mandante e indo pra cima do time visitante.
O início forte fez com que o time abrisse logo de cara 2×0 no placar, para a alegria da torcida local.
Entretanto, ainda no primeiro tempo, o time do interior diminuiu.
E no segundo tempo, o pesadelo para o torcedor do Nacional… Gol do CAV… Que garantiu o resultado final em 2×2.
Um resultado que não ajuda muito nenhuma das duas equipes.
Para o Nacional, ficou um sentimento ainda pior, uma vez que havia um razoável público presente, que seria ainda mais empolgado no caso de uma vitória.
Pelo lado do CAV, o empate foi o terceiro consecutivo nessa fase, deixando a equipe com apenas 3 pontos.
Se para um, não é fácil ser um time na capital, onde todos os olhares se voltam para os chamados “grandes”, para o outro, ser um time tão distante da capital, acaba fazendo com que a mídia praticamente não se recorde deles.
A solução? Talvez encher a cara no bar do estádio, talvez se agarrar a esta oportunidade do acesso para a A3…
Pra nós, era hora de ir embora e pegar a estrada… Nosso destino, as estradas de terra de Cosmópolis para mais uma aventura de bicicleta, no domingo pela manhã!
É assim que conseguimos misturar as coisas e manter nossa vida de um jeito alegre e divertido!
































Um empate por 1×1 no primeiro jogo e a decisão, em Cravinhos, no dias 12/07, data que o CAC completou 109 anos de fundação, por isso o pessoal aproveitou bem e fez uma exposição com fotos históricas do time.
E em campo, uma emocionante partida fez a alegria dos mais de 3 mil torcedores!!
O público foi ao delírio com a vitória de 4×2, para os “diabos-rubros” de Cravinhos…























































































A 136ª camisa de futebol do blog é mais uma vez do interior de São Paulo e foi presente da própria diretoria do clube.
O time defende as cores e a cultura de Itapira, uma dessas cidades que tem pouca divulgação, mas que tem uma qualidade de vida muito bacana, seja para se viver nela, seja para passear.


A fundação da Sociedade Esportiva Itapirense se deu em 1947, por uma rapaziada apaixonada por futebol, para a disputa do Campeonato do Interior.
O time aproveitou a estrutura de dois antigos times itapirenses o “Sport Club Itapirense” e o “Itapira Futebol Club“. Aqui, foto do Sport Club em 1923:


O time sairia vice campeão amador do Setor 1, em 1968 e campeão da 3ª Divisão de Profissionais em 1969, com o time abaixo:
Infelizmente, a Esportiva desistiu de participar da competição no ano seguinte, ficando mais de 30 anos fora do profissionalismo.
Somente, em 2005 o clube ressurgiu, com um foco muito mais social do que esportivo, trabalhando se as categorias de base como forma de interagir com as crianças em situação de risco.
Em 2006, o time volta a disputar o futebol profissional, a Série B, com um time formado nas categorias de base.
Em 2007, veio o acesso para a Série A-3, com o time abaixo:






