Cinema, futebol, arte, tubaínas e bicicletas…

Mas vale citar que o fim de semana começou com um ótimo filme, que eu recomendo a todos, chama-se “Aqui é o meu lugar”! Veja o trailer:

Após o cinema, o amigo Gabril Uchida, do quase milionário Fototorcida, nos levou a um bar de São Paulo, chamado Tubaína bar, como somos loucos por tubaína, adoramos!

Embora tenhamos chegado tarde no ABC, acordamos cedo no sábado para curtir um pouco de arte, em São Paulo, fomos acompanhar um debate sobre a exposição de João Suzuki que está acontecendo na Caixa Econômica Cultural.

O Suzuki é um artista de Santo André que criou um estilo bastante próprio e chegou a ter problemas com a ditadura militar, passando 17 dias preso no DOICOD.

Aproveitamos e demos uma passada na exposição “Gesto Amplificado”, que une a arte com crítica social.

Um trabalho bem legal do mexicano Horácio Cadzco, que mostra algumas figuras conhecidas no México por “baixo da pele”…

Mas, enfim chegou o momento de ver um jogo, pela série B do Campeonato Paulista, a quarta divisão estadual. O jogo era entre o Nacional da capital paulista e o Votuporanguense. Esse é o ônibus deles, em homenagem ao amigo Anderson :

Já vimos um jogo deles, valendo o acesso à série A3, veja aqui como foi. E a torcida do Nacional compareceu. E por que torcer pro Nacional? Ouve aí…

 E lá fomos nós para mais uma aventura histórica pelo futebol…

Nosso “guia local” nos jogos do Nacional é o amigo Álvaro, que já foi várias vezes ver o Ramalhão com a gente! Além de bom conhecedor e “vivenciador” do futebol do interior, Álvaro começa a ficar conhecido pelas caras estranhas que sai nas fotos hehehe.

Foi bacana ver que o time de Votuporanga, além de levar um bom público nos jogos em casa, está trazendo gente para os jogos mais distantes. Muito respeito e admiração pelos mais de 50 torcedores que foram à capital.

Aqui, a faixa da TURA – Torcida Uniformizada Raça Alvinegra.

O Estádio Nicolau Alayon é mais um daqueles que permitem uma proximidade bastante grande com o jogo e com os jogadores. Principalmente com os reservas.

Deu até pra trocar uma idéia com os reservas do Votuporanguense. Segundo eles, a média de público em Votuporanga está em 3 mil torcedores.

Falando um pouco do jogo, o Nacional começou fazendo valer sua condição de mandante e indo pra cima do time visitante.

O início forte fez com que o time abrisse logo de cara 2×0 no placar, para a alegria da torcida local.

Entretanto, ainda no primeiro tempo, o time do interior diminuiu.

E no segundo tempo, o pesadelo para o torcedor do Nacional… Gol do CAV… Que garantiu o resultado final em 2×2.

Um resultado que não ajuda muito nenhuma das duas equipes.

Para o Nacional, ficou um sentimento ainda pior, uma vez que havia um razoável público presente, que seria ainda mais empolgado no caso de uma vitória.

Pelo lado do CAV, o empate foi o terceiro consecutivo nessa fase, deixando a equipe com apenas 3 pontos.

Se para um, não é fácil ser um time na capital, onde todos os olhares se voltam para os chamados “grandes”, para o outro, ser um time tão distante da capital, acaba fazendo com que a mídia praticamente não se recorde deles.

A solução? Talvez encher a cara no bar do estádio, talvez se agarrar a esta oportunidade do acesso para a A3…

Pra nós, era hora de ir embora e pegar a estrada… Nosso destino, as estradas de terra de Cosmópolis para mais uma aventura de bicicleta, no domingo pela manhã!

É assim que conseguimos misturar as coisas e manter nossa vida de um jeito alegre e divertido!

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O futebol em Cravinhos

“Era inverno mas o sol marcava horário de verão”…

Com a frase do 365 ilustrando o dia, lá fomos eu e a Mari para mais uma aventura em busca de um estádio e suas histórias…

Nosso destino era a cidade de Cravinhos!

Cravinhos

A cidade ainda mantém sua rica cultura e bela arquitetura!

O time que representou a cidade nas disputas profissionais da Federação Paulista é o Cravinhos Atlético Clube, atualmente desfiliado do futebol profissional da Federação Paulista.

O “CAC” foi fundado em 12 de julho de 1906, como a fachada do Estádio faz questão de nos lembrar!

Estádio JD Martins - Cravinhos

E foi no histórico Estádio João Domingos Martins que o time mandou seus jogos no profissionalismo.

Estádio JD Martins - Cravinhos

O Estádio tem capacidade para cerca de 3 mil torcedores:

Estádio JD Martins - Cravinhos

A vida do time na competições da Federação começa em 1930, quando disputou o Campeonato Paulista do Interior, não passando da fase inicial.

Em 1931, classificou-se à segunda fase vencendo num mata-mata o Batatais e jogando a primeira eliminatória por 2×1 contra o Botafogo, em Ribeirão (no campo do Comercial). Na sequência enfrentou o Floresta no campo da Sanjoanense e venceu por incríveis 4×3, levando o time até a final, contra o XV de Piracicaba! Infelizmente, na final, mais uma vez jogando fora de casa, o 1942, o time levou o 2×1 no último minuto de jogo, perdendo a chance da conquista do título.

Em  1942, também ficou na 1a fase (que se resumiu a um “mata-mata” contra o Botafogo de Ribeirão), em 43, o mata-mata foi contra a Portuguesa de Ribeirão Preto, em 44 contra o EC Mogiana, também de Ribeirão, em 45, novamente contra o Botafogo.

Olha o time de 1945:

Cravinhos AC 1945

Embora não seja utilizado em disputas profissionais, o Estádio JD Martins está muito bem cuidado. A pintura das bilheterias está praticamente nova.

Estádio JD Martins - Cravinhos

Em 1990, o CAC se aventurou no futebol profissional e disputou o Campeonato Paulista da Quarta Divisão nesse mesmo estádio.

Estádio JD Martins - Cravinhos

Times como José Bonifácio EC, União Suzano AC; AA Ranchariense, A Monte Azul e até o São Caetano estiveram aí disputando o acesso para a Tercerona.

Estádio JD Martins - Cravinhos

O gramado também está muito bem cuidado e tem sido utilizado pelo CAC na disputa do Campeonato Paulista de Futebol Amador e na disputa de competições envolvendo times das categorias de base.

Estádio JD Martins - Cravinhos

Após essa única participação, a cidade voltou à condição de órfã de um time profissional.

Mas, o CAC mantém-se ativo no futebol amador. Em 2015, após classificar-se em 1º lugar no geral, o CAC chegou a final do torneio contra o time do Brodowski FC. Brodowski FC Um empate por 1×1 no primeiro jogo e a decisão, em Cravinhos, no dias 12/07, data que o CAC completou 109 anos de fundação, por isso o pessoal aproveitou bem e fez uma exposição com fotos históricas do time. Fotos históricas - CAC 109 anos Fotos históricas - CAC 109 anos E em campo, uma emocionante partida fez a alegria dos mais de 3 mil torcedores!! Estádio JD Martins - Cravinhos O público foi ao delírio com a vitória de 4×2, para os “diabos-rubros” de Cravinhos… CAC campeão amador de 2015 - Estádio JD Martins CAC campeão amador de 2015 - Estádio JD Martins CAC campeão amador de 2015 - Estádio JD Martins CAC campeão amador de 2015 - Estádio JD Martins

Eu confesso que por mais que o título seja uma grande honra, ainda fico triste em ver um estádio e uma cidade tão bacana, com tanto potencial, fora do profissionalismo…

O Estádio JD Martins merecia no mínimo ver a série B do paulista, novamente…

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Tuas cores nos encantam – exposição de camisas do Santo André.

Sexta feira, 3 de agosto de 2012.

Data histórica para a pequena, mas ainda apaixonada torcida do Santo André.

Foi uma noite de festa no Museu Municipal de Santo André (veja mais sobre o museu aqui), na inauguração da Exposição “Tuas Cores nos encantam”.

Para animar a festa, tivemos a presença da Banda Lira, de Santo André (veja aqui, mais sobre a banda) e da bateria da torcida Fúria Andreense.

A exposição reuniu camisas do Santo André de 1968 até os dias de hoje e foi organizada exclusivamente por torcedores do Ramalhão. Para ser 100% “Ramalhina” a festa teve como “mestre de cerimônia” o torcedor e profissional da rádio (atualmente na Rádio Estadão ESPN) e Internet Vladimir Bianchini, que conduziu a festa devidamente caracterizado com a camisa do Santo André. Aliás, não foi só ele que estava com uma camisa histórica do time. Vários torcedores lembraram um pouco da história e deixaram a exposição ainda mais completa! A exposição mostrou como torcedores de um time podem fazer a diferença em se tratando de resgatar e fortalecer a memória do seu time. Sugiro que quem esteja lendo esse post, pense seriamente sobre a possibilidade de fazer um evento parecido em sua cidade. Não é tão difícil quanto parece, e o mais legal é que na hora se reencontram amigos e torcedores que há tempos não se viam e que graças ao futebol podem se reencontrar. Fora as camisas exclusivas que aparecem também… Essa aqui é a réplica da época que o time nem usava o brasão da cidade como distintivo. Teve até quem lembrasse das camisas que levavam o patrocínio da COOP, parceira do time por tantos anos… Além de torcedores, também estiveram presentes alguns ex-jogadores como Fernandinho e o Cite, um dos jogadores do primeiro time do Ramalhão, que me deu a honra de sair na foto abaixo. Além dele, Anísio, grande ídolo e que mantém um enorme carinho pelo time e pela cidade. Outro pessoal que compareceu e ajudou a organizar o encontro foi o pessoal da Ramalhonautas, aqui, na foto com o eterno ídolo Arnaldinho.

E deu tempo para encontrar os amigos que não temos encontrado nos jogos de Araras.

Pra quem ainda não foi, dá tempo de conferir a exposição, até o fim de Agosto no Museu de Santo André, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30 e aos sábados, das 9h às 14h30. Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa Rua Senador Fláquer, 470 – Centro – Santo André (11) 4438-9111 (administração) e (11) 4436-3457 (biblioteca) E-mail: museu@santoandre.sp.gov.br Estacionamento para visitantes: Rua Dona Gertrudes de Lima, 499 – Centro Entrada gratuita Pra terminar, o momento mais emocionante da noite…

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138- Camisa do Amparo Athlético

A 138a camisa da nossa coleção foi presente do amigo João Vitor Pagan Bueno, mais um torcedor que quer ver o futebol da sua cidade valorizado como costumava ser antigamente.

O time dono da camisa vem mais uma vez do interior de São Paulo, de uma cidade próspera e muito agradável chamada Amparo.

O time dono da camisa é o Amparo Atlético Clube.

Já estivemos lá, assistindo uma partida do time, veja aqui como foi.

Segundo alguns estudiosos, Amparo foi um dos berços do futebol no interior. Tanto é que desde 1904, já existiam campeonatos sendo disputados pelo time local, na época o “Amparense”. O Amparo Atlético Clube (na época “Amparo Athlético Club”) nasceria em 1919. Essa é uma foto do início do time:

Achei algumas fotos dos torcedores daquela época, em uma partida que o Amparo Athlético disputou contra o Palmeiras:

Essa e outras fotos antigas podem ser visualizadas neste link.

O rival local histórico do time era o Floresta AC, fundado um ano depois, em 1920:

E a rivalidade até ajudou a manter a competitividade dos times. Em 1929, o Floresta sagrou-se campeão do Interior pela APEA. O resultado? O título do ano seguinte manteve-se em Amparo, mas desta vez foi para as mãos do Atlético, numa incrível final, disputada contra o Paulista de Jundiaí, num jogo que terminou 6×2. Para comemorar o título, o Atlético convidou o Bragantino, outro forte rival local para uma partida amistosa em 1931 e goleou por 4×1.Veja mais detalhes e histórias sobre essa rivalidade aqui. Em 1948, o Amparo Atlético disputou pela primeira vez um campeonato de Acesso da FPF. Seria a primeira de mais de 20 participações. Em 1952, nova conquista do Campeonato do Interior. A década de 1980 mostrava o quanto a torcida incentivava a equipe, veja o Estádio cheio, na foto abaixo:

Amparo

Aqui, um dos craques do time da década de 80, Amaral, pais dos zagueiros Luisão e Alex Silva.

Em 1984, o Atlético resolveu se afastar do futebol profissional, para a tristeza de sua torcida e da população de Amparo. De tempos em tempos, o time ressurge e acaba disputando a série B da Campeonato Paulista, como fez recentemente em 2010, quando pudemos acompanhar o time (veja aqui como foi). Esse foi o time daquele ano: O mascote do time é o Leão, assim como seu apelido. O time manda seus jogos no Estádio José Araújo Cintra, fizemos essas fotos em nossa visita em 2010:

Naquele dia o estádio recebeu um ótimo público!

Aqui dá pra se ver um pouco da cidade ao fundo!

E pra quem quer vivenciar alguns segundos de arquibancada com a torcida local, segue um vídeo:

Falando em torcida, outro presente que o João Vitor me mandou foi a camisa da Torcida “Leões da Montanha“:

O pessoal tá sempre lá presente, levando sua faixa e sua voz em apoio ao Atlético!

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Santo André 1×1 Oeste – série C 2012

Araras, 29 de julho de 2012.

Mesmo não sendo ligado à religião, pela manhã fui até a igreja matriz de Santo André para ver a cara do santo que dá nome à minha cidade e ao time que torço. Lembra um pouco o próprio (e misterioso e polêmico) João Ramalho, que fundou a cidade, não?

Mais uma vez (e pelo que dizem, a última) fizemos de Araras a nossa casa. Assim, lá fomos nós ao Estádio Herminio Ometo para assistir Santo André x Oeste.

E lá foram também os heróis seguidores do Ramalhão, que fizeram questão de mostrar o descontentamento de todos com o atual prefeito Aidan, que parece ter esquecido do nosso Estádio.

E se é pra falar de faixas, aí está a nossa, que mostra a mistura que mais curtimos, futebol + punk rock!

O jogo prometia, afinal, o Santo André, embora invicto, vinha amargando uma sequência de empates, dando aquela incomoda sensação de que o time não anda. O jogo começou e mostrou que infelizmente o time parece não andar mesmo, este ano…

Logo de cara, levamos um gol… Terceiro jogo “em casa” e nenhum gol feito. Nenhuma vitória… Os ânimos não estavam bons na torcida Ramalhina…

E se é pra ser difícil, que seja tudo de uma só vez… A polícia militar de Araras proibiu a entrada da bateria da Torcida Fúria Andreense. O jeito foi improvisar…

E foi assim que a percussão nasceu das cadeiras do Herminio Ometo…

Lá estavam as faixas e bandeiras para apoiar o time… Mas a verdade é que parecia que o time estava distante…

A rapaziada da Fúria Andreense também compareceu pra apoiar!

Em campo, o time esboçava uma reação e alcançou o empate de 1×1.

Mas nada que empolgasse os torcedores. Sei que é um post meio triste e chato, mas é que a situação do Santo André nos últimos anos não está muito animadora.

O jogo em si foi morno até o seu final… Por mais que o Santo André dominasse o jogo, o empate foi o resultado final.

A nós, torcedores, só restava gritar com o time…

E ao menos o orgulho em estar presente em mais um momento do nosso time…

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Aventuras boleiras na cidade maravilhosa – parte 5: Sede do América-RJ

Depois de visitar o estádio das Laranjeiras, o campo do São Cristovão, São Januário e até o Estádio do Resende, seguimos nossas aventuras pela cidade maravilhosa, e agora é hora de falar da nossa visita à sede do América, time que já foi tema de post aqui no blog, veja como foi aqui.

A sede do América fica no mesmo lugar onde o time mandava seus jogos, antigamente e era conhecido como “Estádio da Rua Campos Sales“. Agradecemos os diretores lá presentes que nos deixaram entrar e fazer algumas fotos.

Outros times chegaram a usar o Campo da Rua Campos Sales, casos do Oriental e do Haddock Lobo. O América passou a usar o campo depois de ter incorporado o Haddock Lobo, em 1911, mandando ali os jogos do Campeonato Carioca. O primeiro deles, a vitória de 3×1 sobre o Rio Cricket. Em 1924, o estádio ganhou as primeiras arquibancadas de cimento. Atualmente, há poucos detalhes do antigo estádio.

Mas, só de poder conhecer pessoalmente mais um lugar histórico para o futebol carioca, já valeu a pena. Foi nesse ex-estádio, que em 1914, durante um jogo contra o Fluminense, que a torcida americana passou a chamar os tricolores de Pó de arroz, devido ao jogador Carlos Alberto, passar pó de arroz no rosto para se clarear.

Foi em Campos Sales, que o América conquistou suas maiores glórias, como os campeonatos cariocas de 1916, 1928 e 1931. Com a morte do Doutor Francisco Satamini, sócio do América e proprietário do terreno, os vários herdeiros resolveram fazer um leilão do campo e pela salvação do clube Visconde de Morais empresta a quantia para adquirir o terreno. Em 1931, com a morte do Visconde, o América voltou a enfrentar os herdeiros que queriam receber a hipoteca. O problema só foi ter um final em 1934, com o pagamento final da dívida.

Em 1952, o Estádio teve sua capacidade ampliada para 25.000 lugares. Infelizmente, a vida do estádio teve pouco mais de 10 anos depois desta ampliação. O último jogo em Campos Sallles, em 1961, foi América x Olaria.

A partir daí, o América adquiriu  o Estádio Wolney Braune, o Estádio do Andaraí, onde passou a mandar seus jogos. Acho sempre triste a demolição de um estádio. Mas… Seguimos nosso rolê, pela cidade maravilhosa…

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Kung Fu´tebol

Faz tempo que não posto nenhuma dica de filme relacionado ao futebol e normalmente quando eu faço é sobre algum filme sério retratando as coisas que mais gosto no esporte, como foi o caso do post sobre o filme “Looking for Eric”. Entretanto dessa vez a dica é sobre um filme que ganhei há um tempão, e que só fui assistir muito tempo depois. Trata-se do incrível “Kung Fu Futebol Clube” (Shaolin Soccer). O filme conta uma história meio nonsense, sobre um time formado por lutadores kung fu que vai disputar um campeonato. Dá uma olhada no trailler pra não se decepcionar achando que é um filme real ou que possa ser levado a sério. É pra ver sem muita expectativa e rir um pouco…

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137- Camisa do Limoeiro F.C.

A 137ª camisa de futebol do blog foi presente do leitor e amigo Marcos Aquino, professor, apaixonado por futebol, que coleciona camisas e revistas esportivas e mora no interior do Ceará, na cidade de Limoeiro do Norte, 150 km da capital Fortaleza.

O time que defende as cores e a cultura da cidade é a Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube!

O time é conhecido como o “Jaguar do vale” e por isso esse é também seu mascote: O time atual surgiu em 2001 para dar sequência ao futebol da cidade, após a extinção do Esporte Clube Limoeiro, fundado em 1942.

Achei pela net algumas imagens históricas do time, essa de 1948:

Enquanto Esporte Clube Limoeiro, o time sagrou-se campeão municipal em 1956, 1987, 1988, 1989, 1992 e 1994. Em 1994, sagrou-se campeão cearense da Segunda Divisão estadual, chegou ainda a disputar a série C do Brasileiro de 1998, chegando à quarta fase, mas em 2000 o time fechou as portas por falta de apoio. Assim, em 2001, o Limoeiro F.C. apresenta-se ao futebol, conquistando a segunda divisão estadual e conquistando o acesso à primeira divisão, com o time abaixo: Em 2004, o time disputou a série C do Brasileiro e fez uma excelente campanha. Vale a pena assistir a matéria sobre esse time:

Em 2006, caiu para a segunda divisão novamente e só retornou para a primeira em 2010.

Porém… Em 2011, nova queda para a segunda divisão, onde permanece até agora (2012). O time possui uma organizada chamada “Torcida Jovem Limoeiro”.

O time manda seus jogos no Estádio Bandeirão, estádio inaugurado em 1987:

A capacidade atual é de 3 mil torcedores.

Aqui o hino pra cantar junto, nas arquibancadas do Bandeirão!

Mais informações no site: http://limoeirodonorte.blogspot.com.br

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Santo André 0x0 Vila Nova-GO (Série C 2012)

Sábado, 14 de julho de 2012, dia de acompanhar o meu time do coração, na série C. Ainda jogando em Araras, o Santo André iria enfrentar o Vila Nova-GO.

Em campo, dois times que já viveram fases melhores, agora se encontram pela terceira divisão nacional.

O único lado bom desses jogos acontecerem em Araras é que acabamos ficando mais íntimos do Estádio Hermínio Ometto e achando algumas coisas únicas como esse “vale água” que deve ser usado no estádio desde a época que o Roberto Carlos jogava no União.

O pipoqueiro também traz em seu carrinho um adesivo de amor ao time local.

Pra quem achava que o Santo André iria jogar para ninguém, tão longe de casa, a Torcida Fúria Andreense deu a resposta e levou uma galera.
Aliás, segundo o presidente da torcida, Renato Ramos, se tivessem mais ônibus iria ainda mais gente, assim, se algum empresário quiser apoiar… Taí a chance!

A rapaziada da TUDA e da Esquadrão Andreense também esteve presente!

E a torcida do Vila Nova, a “Sangue Colorado” também apareceu por lá!

E em campo ainda tivemos a presença de um ilustre ex-jogador do Ramalhão.
O goleiro Júlio César agora defende a meta do time goiano.

Se em campo o jogo andava morno, a Fúria literalmente botou fogo nas arquibancadas…

E quando os fogos pareciam acabar, veio o “Blue Hell Andreense”. Parabéns ao pessoal!

Isso, fora as faixas que estiveram colorindo de azul o estádio normalmente alvi verde.

Falando do jogo em si, embora o início do jogo tenha dado uma ideia de que o Santo André dominaria o adversário, o jogo como um todo foi muito amarrado, sem grandes chances.

As bolas paradas ainda levaram alguma emoção, mas confesso que o 0x0 foi mesmo um placar justo.

Falando sobre culinária de estádio, fica a dica para o tio da paçoca: Leve mais paçocas!!!

Como torcedor, fica a esperança que o técnico do Santo André tenha maior sorte no próximo jogo, contra o Madureira, no Rio de Janeiro.

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(Mesmo que ele mande os jogos em uma cidade 250km longe…)

136- Camisa da Itapirense

A 136ª camisa de futebol do blog é mais uma vez do interior de São Paulo e foi presente da própria diretoria do clube. O time defende as cores e a cultura de Itapira, uma dessas cidades que tem pouca divulgação, mas que tem uma qualidade de vida muito bacana, seja para se viver nela, seja para passear. Pra quem gosta de saber sobre o passado e história da cidade, recomendo o blog http://tempossaudososplinio.blogspot.com.br . Já dá pra saber que estamos falando do time da Sociedade Esportiva Itapirense.

Já estivemos por duas vezes no Estádio do Itapirense. Uma vez, apenas para conhecer o estádio (veja aqui como foi) e outra acompanhando um dos jogos mais legais que o www.asmilcamisas.com.br já presenciou (confira aqui como foi). O time é chamado de Esportiva e tem o apelido de “vermelhinha“, devido a cor de sua camisa. E essa camisa já fez uns roles malucos comigo, como nessa entrevista que fizemos com o cineasta José Mojica Marins, criador e criatura do Zé do Caixão. A fundação da Sociedade Esportiva Itapirense se deu em 1947, por uma rapaziada apaixonada por futebol, para a disputa do Campeonato do Interior. O time aproveitou a estrutura de dois antigos times itapirenses o “Sport Club Itapirense” e o “Itapira Futebol Club“. Aqui, foto do Sport Club em 1923: Esse é um dos times dos anos 40, quando o time foi campeão do Setor em 1948 e 1950, campeão da Zona em 1950 e campeão da Cidade em 1948 e 1950: Disputou duas edições da série A3, em 1954 e em 1957, quando revelou o zagueiro Bellini, capitão e campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958. Nas temporadas seguintes, o time de Itapira ficou ausente do profissionalismo, dedicando-se apenas ao amadorismo, sagrando-se campeã do Setor 4ª Zona 54, em 1962; e campeã da Cidade em 1967. O time sairia vice campeão amador do Setor 1, em 1968 e campeão da 3ª Divisão de Profissionais em 1969, com o time abaixo: Infelizmente, a Esportiva desistiu de participar da competição no ano seguinte, ficando mais de 30 anos fora do profissionalismo. Somente, em 2005 o clube ressurgiu, com um foco muito mais social do que esportivo, trabalhando se as categorias de base como forma de interagir com as crianças em situação de risco. Em 2006, o time volta a disputar o futebol profissional, a Série B, com um time formado nas categorias de base. Em 2007, veio o acesso para a Série A-3, com o time abaixo: Em 2009, por muito pouco não veio o acesso pra série A2. Dessa forma, permanece na série A3 até atualmente (2012). O mascote da Itapirense é um coelho. Manda seus jogos no Estádio Coronel Francisco Vieira, com capacidade de 4.285 pessoas.

Aqui, imagens de 2010, num jogo contra o Taubaté:

Esse e o pessoal da “Kueio Loko”, organizada da Itapirense.

E aqui, os cidadãos que apoiam e acompanham o time!

É um belo estádio!

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