Para saber mais acesso guia escrito pelo Mário C. Gonçales. Confira aqui!

Para saber mais acesso guia escrito pelo Mário C. Gonçales. Confira aqui!


A camisa de número 197 do nosso site vem da Argentina, é uma camisa de “passeio” e pertence ao Gimnasia y Esgrima de Jujuy um time fundado na cidade de San Salvador de Jujuy, lá no norte do país.

Quem me apresentou o time foi o nosso grande amigo Flávio Carrizo, que é natural no norte argentino! Um grande abraço a ele !!!

A história do clube começa em 1928, como Club Deportivo 23 de Agosto, e em 18 de março de 1931, adotou o nome “Club Atlético Gimnasia y Esgrima” de Jujuy.

Nos anos 40, o time obtém as primeiras conquistas na Liga Jujeña de Fútbol (LJF), e em 1945, tem sua primeira participação em uma competição nacional, a “Copa de la República“.

O time vira febre e vê seu estádio se abarrotar de gente em dias de jogos!

Manda seus jogos no Estádio 23 de Agosto, inaugurado em 18 de março de 1973, em um amistoso contra o Vélez de Catamarca. O estádio tem capacidade para 23.000 torcedores.


Olha que linda a foto das redes sociais do time:

O Gimnasia y Esgrima de Jujuy passa a disputar o campeonato da cidade de Jujuy e a partir de 1967, a Asociación del Fútbol Argentino (AFA) abre os torneios de fim de ano para os times do interior vencedores dos torneios regionais, assim, o Gimnasia se classifica para as edições de 1970 e 1973.
A partir de 1975, mais uma mudança da AFA permitiu o acesso direto à primeira divisão pelos times que ganhavam suas ligas e assim, o Gimnasia y Esgrima de Jujuy disputa o Nacional e faz uma incrível campanha, sendo vice líder do seu grupo…

E terminando o campeonato em 4º lugar!

O time faria boas campanhas na primeira divisão até 1982, quando deixou de disputar o campeonato. Em 1986, nova mudança da AFA criou a “Primera B Nacional” que tornou-se a nova segunda divisão e o Gimnasia passou a disputá-la.
Tudo parecia dentro do esperado, e até perdeu a graça quando o time chegou a cair para a terceira divisão. Em 1992, em uma final contra o Chacarita levou o time de volta para a Primera B, mas… Chegou a temporada 1993/94, e o time sagrou-se campeão com direito a jogar a primeira divisão, após 14 anos longe.


E surpreendendo as estatísticas, o Gimnasia permaneceu na divisão máxima por 12 temporadas, até o ano 2000, quando voltou à B Nacional.
4 anos depois, na temporada 2004/05, mais um dia de glórias! Novo acesso à primeira divisão, ao vencer o Huracán na disputa pela segunda vaga.

Dessa vez, o time conseguiu se manter na primeira até 2009. Em 2022, disputou a Segunda Divisão do Campeonato Argentino de Futebol, mas não conseguiu o acesso à primeira divisão.

Para acompanhar o time, acesso o seu Instagram oficial.
Que tal uma olhada em sua hinchada?


Bem vindo a Itupeva, no interior paulista, mais uma cidade cujo nome tem origem no tupi antigo: “Ytupeba“, que significa “cascata lisa”.

Existem registros de encontros de europeus com indígenas desde o século XVII, já que aparentemente, o lugar era uma ótima opção para pesca, para ambos os povos.
A atual cidade só foi fundada em 21 de março de 1965, ao se emancipar de Jundiaí. Mas mesmo enquanto distrito, o futebol fazia parte de Itupeva desde o início do século XX, com destaque para o time do Itupeva FC, nos anos 30. Fotos da Fanpage Memórias de Itupeva.



Em 1955 foi fundada a Sociedade Beneficente Recreativa Itupeva, que também viria a ter uma história bacana no futebol local.



O que nos levou até Itupeva foi o desejo de conhecer e registrar o “Estádio Mário Milani”, localmente conhecido como “Campão”.


Segundo a placa informativa o local foi inaugurado em 1984.

Iríamos aproveitar para acompanhar uma partida da Paulista Cup, entre a AD Mantiqueira e o Sumaré AC mas infelizmente o jogo acabou adiado e só nos restou um role pelo campo.

A entrada do Estádio se dá pela rua Prefeito José Carlos, como pode se ver no mapa abaixo:

Olhando por essa entrada na lateral do campo, esse é o meio campo :

Ali, atrás dos bancos de reservas existe uma estrutura de vestiários lá do outro lado:

Aqui, o gol do lado direito:

Aqui, o gol do lado esquerdo. Aliás, uma curiosidade sobre o Campão é que sua única arquibancada fica atrás do gol, e não na lateral como tradicionalmente ocorre nos estádios.

E é uma arquibancada bem bacana, com uma cobertura mínima nos degraus de cima além de uma boa cobertura verde feita pelas árvores.



Essa é a vista de quem está na arquibancada. Ao fundo, se vê o morro do Quilombo, região que teve participação no período das lutas antiescravagistas e que segundo historiadores locais serviu de abrigo aos escravizados que fugiram.


Vamos dar um role pelo Estádio Mário Milani e ouvir meus lamúrios sobre o cancelamento do jogo..
Olhando o banco de reservas mais de perto:


E também a estrutura do estádio que fica ali na lateral, tem dois vestiários e uma pequena área que dá pra reunir uma galera pegando no pé dos reservas hehehe:

E essa cena? Lembro de quando os atacantes faziam seus gols e comemoravam nos orelhões do Maracanã, que ficavam ali próximos do campo.

Já que viemos até aqui, vale uma olhada de dentro do campo:
Olhando do outro lado (estando ali em frente o vestiário) esse é o meio campo:

O gol da esquerda:

E o da direita com a linda arquibancada anil ao fundo:

Enfim… Missão meio cumprida, já que não vi nenhum jogo, mas valeu conhecer mais um estádio. Espero que a presença das partidas da Paulista Cup possam incentivar o futebol local a ter uma iniciativa em torno de um time local.

Antes de terminar, vale conhecer a pessoa que dá nome ao Estádio. Vindo de uma família industrial da região de Jundiaí, Mário Milani se dedicou ao futebol, iniciando sua carreira em 1932 no futebol amador de Jundiaí, chegando ao São Paulo FC, em 1937. No ano seguinte, com a ajuda de um amigo ilustre, o meia Romeu, fechou contrato com o Fluminense. Aqui, uma ilustração dele que saiu na revista “O Globo Sportivo”, número 55, de setembro de 1939.

Em 1941, foi contratado pelo Corinthians jogando até 1948. Além de ter sido artilheiro no timão, outro fato chamava a atenção: pra não perder tempo, Mário Milani chegou a ir de Jundiaí para São Paulo pilotando seu próprio avião!!

Nessa época, chegou a jogar pela Seleção Paulista.

Aí, já com 30 anos, Milani foi jogar no Juventus da capital, por onde disputou mais 2 temporadas. Em 1951, encerrou sua carreira jogando pelo time da sua cidade: o Paulista de Jundiaí. Linda história nas páginas do futebol que estão eternizadas no livro “Mário Milani, o artilheiro aviador”:

Eae? O Estádio tem um nome importante?




Como é que algumas pessoas ainda não perceberam a grandeza e o barato que é apoiar os times da sua região no interior??
Como as marcas não percebem o potencial de patrocínio?? E como a própria mídia não enxerga a Copa Paulista como uma competição incrível para ser trabalhada??
Não sei responder… Mas no sábado, 15 de outubro de 2022 fui até Marília para registrar uma tarde de celebração do nosso futebol do interior.

Por ser uma final, existe todo um tempero extra, e grande presença de público garantida, mas sem dúvida, essa última partida da Copa Paulista 2022 trouxe de volta aquele sentimento do que foi o futebol até meados dos anos 80, quando quase toda cidade do estado tinha um time para apoiar (ok… um dia precisaremos falar sobre o lado político desta ação, mas por hora, celebremos essa final!).

Acompanhei o jogo pela torcida local, para matar a saudade de uma família muito ligada ao MAC, uma amizade que construímos há décadas.
O responsável por essa turma apaixonada por futebol é o Benê, ex atleta do Marília e da AE Cafeilandense. Em homenagem a ele, a família fez uma camisa retrô igual ao que ele usava quando jogou pelo MAC, nos anos 70.

Fomos cedo para o Estádio Bento de Abreu Sampaio Vidal, o “Abreuzão”, o que me permitiu acompanhar a festa da torcida na recepção do ônibus do time.
Mais de 2 horas antes do jogo, o lado de fora do Abreuzão já fervia!



Deu até pra pegar uma camisa do MAC pra em breve contarmos a história do clube com mais detalhes. Na foto abaixo, o amigo Amarildo, historiador do futebol de Paraguaçu Paulista e o Derly, ambos não deixam de acompanhar os times da região!

Nem bem os portões se abriram e a parte coberta do estádio estava repleta, afinal, mesmo sem um sol direto, o calor prometia ser forte nessa tarde.



E se a torcida chegou… A festa começou!
Ainda no momento do aquecimento dos atletas a torcida dava o seu recado: EU ACREDITO!
Em campo, o time se mostra unido!

E pra quem anda desanimado, vale registrar que uma nova geração de Maqueanos esteve presente na bancada nesta final!

Mas a turma das antigas também estava lá, vivendo um momento de glória para se somar aos tantos outros que viveram no passado!

E dá lhe festa na arquibancada colorida de azul e branco!!!

Os times entram em campo e realmente o clima é de final de campeonato. Emocionante!


O time do XV de Piracicaba fez questão de aplaudir as centenas de torcedores que esgotaram seus ingressos para acompanhar o jogo final.

O time do MAC também veio saudar sua torcida!
Bandeira de mastro? Tá liberada!

Pirotecnia? Hoje é final, vale tudo!!!!

E dá-lhe cantoria!!!
As bandeiras e faixas das torcidas estavam todas ali também!



E bexiga com o brasão do MAC? Olha ela aí!


E o mascote, você pode perguntar… Estava ali?? Sim!!!

A torcida do XV de Piracicaba fez bonito também e coloriu de preto e branco a sua área do estádio!


Tudo pronto para o início da partida! O técnico Guilherme olha para seu relógio e prepara-se para os 90 minutos mais importantes dos últimos anos…

Como sempre, fico muito orgulhoso de participar desse dia tão importante!

Lá nas cabines da imprensa o amigo Mário também acompanha a partida, fico contente de ver que cada dia mais ele tem se tornado um jornalista importante para o futebol paulista!

Outra que esteve na arquibancada foi a amiga Fernanda, filha do Benê, que não só curte o time do MAC como sempre jogou futebol!

O jogo começa quente e a vibração da torcida parece contagiar o time em campo. O Marília Atlético Clube vai ao ataque com sede!

E se o estádio já era um caldeirão, aos 15 minutos do primeiro tempo, Heitor Roca joga gasolina no fogo e explode a torcida alviceleste… Marília 1×0 !


Acho que foram os 10 minutos de maior empolgação que o Abreuzão viu nos últimos anos… O título estava bem próximo do time e da torcida do MAC:

Mas o time do XV de Piracicaba não chegou à final por acaso. E começou a pressionar o time do Marília!
Mas, aos 24 minutos do primeiro tempo, Vinícius empatou o jogo.

Um verdadeiro balde de água fria na torcida local…

Aos 43 minutos do primeiro tempo, o árbitro foi chamado para conferir no VAR um lance que acontecera no lance anterior…

Penalty para o XV de Piracicaba e Vitor Braga vem para a cobrança para desempatar o jogo e colocar o XV de Piracicaba na frente: 2×1 contra o Marília.
Acabando o primeiro tempo, valeu uma olhada para entender o que estávamos vivendo… Esse é o lado esquerdo do campo:

O meio campo:

E o lado direito:

Em campo, o time conversava, tentava buscar ânimo para seguir a partida e realizar um milagre em campo!

Mais do que o resultado em si, agora era uma questão de honra para o time local ao menos buscar o empate e manter a série invicta dentro de casa.

O jogo estava insano… E se o XV teve um pênalti a seu favor, o MAC buscou o empate também em um gol de pênalti de Ariel Palácio.
O Marília ainda tentou, mas não conseguiu transformar as chances criadas em gol…
A tradicional turma dos quero-quero também tentou dar uma força pra apoiar os donos da casa, mas… não deu certo…

A torcida do XV de Piracicaba já tomava para si a festa que a torcida local planejara para si.
E ficou ainda mais feliz ao ver aos 33 do segundo tempo o gol que selou o placar e a vitória do XV por 3×2, marcado por Felipe Benedetti.

Era o fim para o Marília, mas … Ao mesmo tempo, um recomeço.
O time tem uma boa base para a série A3 de 2023, terá ainda uma partida pelo menos na Copa do Brasil e motivos de sobra para estarem esperançosos quanto ao futuro.


Algumas cenas do desenrolar da partida:






Olha que linda essa imagem, mostrando todos os setores completos no estádio!

Ao fim do jogo, claro que existia muita frustração no lado azul e branco da cidade, mas o que se viu foi uma grande integração entre torcida e time, como deveria ser sempre…


Mesmo com a derrota, a torcida Maqueana aplaudiu seu time após o final da partida!
O XV de Piracicaba sagrou-se campeão merecidamente! E a festa que tanto vimos no lado azul e branco da arquibancada, enfim se fez no lado alvinegro.
O amigo Mário mandou essa foto da comemoração dentro de campo:

E parabéns à amiga Monique que desde cedo estava ali no meio e que ficou mais do que feliz com a conquista!


Aliás, essa festa seguiu até Piracicaba, com o ápice no próprio Estádio Barão da Serra Negra.


As últimas cenas do dia… O incrível copo da final:
O ano era 1968… Em uma tarde distante, uma partida colocou frente a frente dois times feras daquele ano, de um lado o Santo André FC, que viria a se tornar o EC Santo André, campeão da Copa do Brasil de 2004, do outro, EC Elclor, o time da Vila Elclor.

A Vila Elclor nasceu no entorno das “Indústrias Químicas Eletrocloro” que chegou ao ABC em 1941, produzindo soda, cloro e hipoclorito de sódio, e hoje faz parte do grupo Solvay – Unipar.


A Vila Elclor foi construída num lugar bem bucólico, no quilômetro 38 da estrada de ferro Santos-Jundiaí, para abrigar os trabalhadores da indústria.

Logo surgiram pequenos comércios, uma escola (inaugurada em 1958), linhas de ônibus que atendiam a vila e até mesmo uma estação de trem!

Porém, a grande animação veio quando foi construído um pequeno estádio, que seria a casa do EC Elclor, o principal time da vila! As imagens abaixo foram retiradas do vídeo de chegada do papai noel que está no Grupo de Facebook Vila Elclor:


Aqui, duas fotos do time de 1960, a primeira, da delegação que foi até Itamonte-MG para um amistoso:


A vila ainda existe, pertence à Santo André e fica entre Rio Grande da Serra e Paranapiacaba.

Aqui, dá pra ter ideia do local, no mapa:

Na foto abaixo, do Grupo Vila Elclor do Facebook, mostra onde ficava o campo (ali na parte superior direita):

Sem grandes sonhos, nem prestígio, mas com bons empregos e qualidade de vida para a época, algumas pessoas acabavam se sentindo um pouco desprezada pelos que viviam no centro da cidade. Ao mesmo tempo, foi crescendo nos moradores o sentimento de pertencimento e uma relação de amor e pela VilaElclor.

Amor, porque tudo o que se vivia girava em torno da indústria, sendo natural a gratidão pela oportunidade, mas ao mesmo tempo, a noite, antes de dormir, vários sonhos inalcançáveis vinham à mente das pessoas e aí ficava clara a ideia de que na verdade, estavam presos aquele lugar.
A estação de trem facilitava a chegada e saída de pessoas e também de times de outras cidades e até do interior, com isso alguns times tradicionais acabaram aparecendo pela vila pra jogar contra o EC Elclor.
O time começou a ganhar expressão e disputando principalmente com os times de Ribeirão Pires, que ficavam mais próximos.


Esse é o Cocada, ex jogador do EC Elclor:

Mas a grande sensação daquele ano era o recém criado “Santo André FC“, time profissional fundado em 1967. Mais do que um time, eles representavam a “outra” Santo André, cheia de planos e sonhos. Um time que na semana seguinte disputaria o Campeonato Paulista Profissional… Foto do site da Ramalhonautas.

E naquela tarde, os canarinhos (o Santo André FC jogava de amarelo e verde) seriam os visitantes a serem combatidos de toda maneira! Na hora do jogo, 300 pessoas se reuniram para torcer pelo time da casa!
Em campo, o time local jogava a partida da vida, não com foco na vitória, mas tentando se impor fisicamente e literalmente sentando a porrada a cada jogada e cada disputa.

Mesmo assim, o Santo André FC estava bem preparado e fez 1×0 em cobrança de falta de Zé Roberto aos 30 minutos.

Mas o preço pago foi caro, o goleiro Dorival (foto abaixo) e o meia Nilo acabaram saindo de campo machucados.

O segundo tempo começou e a violência continuou. Mas o time do Parque Jaçatuba não era bobo e também batia. O clima estava tão ruim que aos 38 minutos do segundo tempo, uma treta generalizada fez com que o árbitro Jovercino Gomes encerrasse a partida.
Dê uma lida na matéria sobre a partida:

O clima continuou pesado pela vila, com muita pressão feita não apenas pelos torcedores mas agora nas ruas pela população em geral que sabia da partida e da presença dos vizinhos. Só restou aos jogadores do Santo André FC se arrumarem rapidamente e rumarem para a estação de trem para voltar pra casa.
Enquanto o O EC Elclor ainda seguiu nas disputas amadoras da região, como em 1970, quando foi campeão dos aspirantes de Ribeirão Pires. Mas, acabou deixando de existir como time oficial.
A Vila segue por lá, mas sem a mesma emoção dos tempos de outrora, mas não ouse desafiar um time local para uma peleja…

Só não fique glorificando os tempos da Elclor, como se ela fosse uma iniciativa positiva em nossa região, porque apesar dos empregos, veja um pouco do legado deles:


Mais uma vez o futebol pulsa no Brunão, numa noite gelada!



Em campo, as meninas do Palmeiras com apenas uma derrota enfrentam a Lusa, com apenas 2 empates em 6 jogos.


O jogo começou e logo, as palestrinas já demonstraram sua força empurrando a Lusa para o seu campo de defesa.

Aos 10 minutos, Duda Santos aproveita um desses ataques e abre o placar.

Uma pena que pouca gente estava presente para comemorar o primeiro gol…

Em campo, vale ressaltar a luta do time da Portuguesa frente ao forte time do Palmeiras.





Mas as minas do Palmeiras estavam implacáveis e aos 26 minutos, mais uma bola teve que ser pega no fundo das redes da Lusa: Bia Zaneratto fez o segundo.


A noite fria atrapalhou os planos de ter um estádio cheio, mas dentro de campo, o jogo seguia quente, afinal estamos falando do Campeonato Paulista!






O primeiro tempo teve poucas chances da Lusa…


A goleira do Palmeiras teve pouco trabalho…


E o Palmeiras seguia apertando a Lusa!


Aqui, um lance de contra ataque da Portuguesa:
Será uma reação lusitana?


No último lance do primeiro tempo, já nos acréscimos, o juiz marcou um penalty! Mesmo perdendo a cobrança, Ary Borges completou no rebote e fez 3×0!

Vamos aproveitar o intervalo pra registrar a torcida do Palmeiras que compareceu para apoiar as Palestrinas.






Algumas torcedoras e torcedores da Lusa também compareceram ao Brunão para apoiar a equipe do Canindé!

A Lusa voltou disposta a demonstrar pelo menos seu esforço nesse Campeonato.



Do outro lado, o Palmeiras voltou podendo tirar o pé, afinal o placar já estava garantido.

Mas aos 5 minutos…



Olha aí o banco de reservas do Palmeiras:

E as minas da Lusa no aquecimento:

O Palmeiras ainda pode trocar sua goleira para colocar a reserva Julie para pegar ritmo de jogo.

O frio era grande, acabei saindo antes do 5º gol alviverde. E o fim da partida. Palmeiras 5×0 Portuguesa.


Já que falamos recentemente do futebol amador de Santo André, resolvi postar umas fotos que fiz ano passado do campo do Grêmio Jardim Santo Alberto, que recebeu uma série de melhorias recentemente.

Encontrei essa foto do time, mas ainda não consegui pegar um jogo deles.

O campo tem uma estrutura bacana, além de contar com o gramado artificial.

Aí o gol da direita, com o morrinho ao fundo.


Uma vista do meio campo!

Os vestiários do time.

E o gol da esquerda.

Assiste aí:

E hoje é dia de falar de um time super tradicional do futebol amador de Santo André: o Esporte Clube Nacional

O EC Nacional foi fundado em 2/1/1943, o que faz dele o clube mais antigo ainda em exercício na várzea da cidade de Santo André.

Vale a pena conhecer mais sobre o time em sua página do Instagram (veja aqui)

O Campo do EC Nacional fica na Rua América do Sul, 301, no Parque Novo Oratório, e além de receber os jogos do Nacional também tem grande importância no futebol amador da cidade.

Oficialmente, ele é chamado de C.D.F. (Campo Distrital de Futebol) Cidade dos Meninos “A”. Vamos dar uma olhada nesse lindo campo!
Olha aí o time de 2019:

Em 2017:

Em 2016:

Esse é mais um campo da várzea de Santo André, que recebeu gramado sintético. Olha aí o meio campo:

E por mais que eu ache que o gramado natural é um charme e muito mais tradicional, o sintético representa a oportunidade da várzea ter um gramado de qualidade constante, mesmo em dias de chuva. Esse é o gol do lado esquerdo:

E esse é o gol do lado direito. Olha que bacana a arquibancada na lateral do campo.


O Campo do Nacional já recebeu até os jogos das categorias de base do Ramalhão, veja uma matéria do amigo Bellotti sobre isso.

Além disso, segundo pesquisas do jornalista Fernando Martinez do Jogos Perdidos, já rolaram jogos da Copa São Paulo de Futebol Júnior no início dos anos 90. Pesquisando na Fundação Pró Memória, encontrei algumas matérias do Diário do Grande ABC que comprovam esse uso:









Enfim, são arquibancadas bem utilizadas!

Aliás, a arquibancada é bem imponente com seus vários degraus.

Nos dias de jogo além da própria arquibancada, a galera chega a ocupar as áreas acima dela.

A bandeira de escanteio segue firme.

Sabemos que muitos times que disputam o próprio campeonato profissional não tem um estádio tão bacana hein..

E olha o gol!

A entrada fica ali no lado direito, naquela rampa.

E tem banco de reservas coberto e tudo? Tem sim!

Um time com muita história e um campo muito bonito!


Esse ano o time disputou a Primeira divisão do Campeonato de Santo André, chegando `às Quartas de final contra o Comercial.



Em mais um registro interestadual, o rolê dessa vez foi por terras fluminenses: a histórica cidade de Paraty!


Foram cerca de 3 horas daqui do ABC até chegar nesta linda cidade, ocupada durante tanto tempo por tribos tamoios, até a chegada dos portugueses (e franceses) no século XVI (com expedições de Martim Afonso de Sousa, e ainda antes a de Martim Correia de Sá).


A atual cidade começou a surgir em torno do rio Perequê-Açu, o atual Morro do Forte. Ali bem próximo dele está o Forte Defensor Perpétuo.


Atualmente, além da relação com o mercado literário (graças à FLIP), Paraty é cada vez mais conhecida como um recanto de praias e passeios incríveis.



Águas limpas, cenários deslumbrantes …

E a certeza de nunca estar nadando sozinho…

Nadadeiras podem levar o seu passeio a um outro nível. Se você está pensando em viajar pra lá, acrescente esse item na sua mochila!

Ah, uma coisa que precisa ficar claro é que pra se acessar as praias mais bonitas é necessário ir de barco, então leve uma grana pra investir nesses deslocamentos (mas vale a pena!)




A cidade oferece muitas comidinhas gostosas… E o preço nem é tão absurdo pra quem está acostumado aos custos de viver no ABC.

Em terra firme, a cidade é cheia de artistas, inclusive indígenas que expõe suas obras por ali.

Várias igrejas históricas de séculos atrás também estão pela cidade.


Além disso, dá pra se deliciar com um passeio desestabilizado nas ruas de pedra do centro.

Estivemos em Paraty para viver todas essas aventuras e também para registrar o Estádio Municipal Antônio Mário Pompeu Nardelli.


O Estádio fica bem próximo do centro na Avenida Roberto Silveira.

Dá uma olhada no mapa e perceba o estádio ali na parte esquerda e como fica próximo do mar.

Olha aí a lateral do estádio que fica na Avenida:

O Estádio Municipal Antônio Mário Pompeu Nardelli é a casa do futebol da cidade! E como em quase todo lugar, o futebol nasceu em Paraty com os times amadores, dos quais destacou-se o Pontal Esporte Clube, que fez história nas décadas de 50 e 60.


Outro que nasceu no futebol amador foi o Paratiense Atlético Clube, fundado em 9 de setembro de 1944 e grande rival do Pontal EC.

Depois de ter feito história no futebol amador, o Paratiense AC se filiou na FERJ e disputou a Terceira Divisão de 1998, classificando-se para a segunda fase, na vice liderança, atrás do Rodoviário Piraí Futebol Clube, mas no hexagonal final acabou em último lugar.
Em 1999 , fez uma péssima campanha terminando em último no seu grupo sem vencer uma partida e preferiu se licenciar do futebol profissional. Em 2008, o clube deixou de existir.
Em 2013, surge a Associação Esportiva Independente Futebol Clube.
Em setembro de 2021, alterou seu nome e identidade visual para o atual: Sociedade Esportiva Paraty.

Pra se integrar à cidade, o clube realizou uma peneira com a molecada da região para as categorias Sub-15, Sub-17 e Sub-20.
E com a SE Paraty, a cidade voltou a ter uma equipe disputando as competições profissionais do Rio de Janeiro, disputando a Série C do Campeonato Carioca (o quinto nível do futebol carioca).
O time terminou a competição de 2022 em 6º lugar.

Mas nem todas as partidas foram disputadas no Estádio Municipal Antônio Mário Pompeu Nardelli, a maior parte das partidas foram mandadas lá em Angra.

Dê uma conferida no estádio por dentro:
O Estádio Municipal Antônio Mário Pompeu Nardelli temcapacidade para cerca de mil torcedores.

Olha que bacana as arquibancadas em madeira.


Aí está o sistema de iluminação:

O gramado estava um pouco sofrido no dia da nossa visita, mas provavelmente enquanto o campo não se tornar o campo de jogo oficial, ele ficará um pouco de lado.

Ali atrás do gol, o clube mantém uma estrutura pra sua organização.


Mais um lindo campo que registramos encravado na Mata Atlântica!

Aqui, o meio campo:

Gol da direita:

Gol da esquerda:

Olha aí os vestiários:

Uma última foto do gol…

Após muitas praias e aventuras, já era tempo de pegar a estrada…

