Manhã de domingo e, como diz a canção… “ela voltou de novo”: série A2 é emoção!
Assim, lá fomos nós, até a Mooca para acompanhar a partida entre o Santo André e Juventus!
Quem vê a gente feliz assim acompanhando o jogo não imagina quantos problemas tivemos que resolver para conseguir adentrar a partida. Só pra registrar, os principais problemas: 1) Bilheteria só abriu às 9h55. 2) Mesmo após aberta, o primeiro ingresso foi vendido às 10h20. 3) Ingressos comprados online não foram entregues, obrigando a comprar a versão física na bilheteria. 4) Cobrança de ingresso do público maior de 60 anos. 5) Banheiros em condições insalubres. 6) Total falta de comunicação entre a equipe terceirizada que atendia o público e a SAF. Enfim… Nem toda SAF entrega melhorias… Mas, vamos lá!!!
O Estádio da rua Javari estava bem cheio, tanto na parte local…
Quanto na visitante…
O jogo começou melhor para o Juventus que atacava mais, para a alegria da torcida grená.
Mas, aos 31 minutos, Élvis fez 1×0 pro Ramalhão! Festa na arquibancada visitante!
Que bacana poder curtir um rolê desses… Espero que você que está lendo esse texto tenha um time pra curtir esse tipo de aventura!
O Juventus empatou com Luan, mas aos 50 do primeiro tempo, Rafael Tanque fez 2×1!
Faz o T, que o Tanque tá na área!
A saudade dos amigos ainda é grande e o intervalo mal deu pra por a conversa em dia…. Quando vimos, era hora de recomeçar o jogo!
O 2º tempo seguiu quente, como a temperatura da manhã…
Mas aos 9 minutos Juan fez o terceiro gol do Santo André! 3×1.
E aí veio o sofrimento dos visitantes… Ou a loucura para a torcida local. Paulinho diminuiu aos 32…. E, já nos descontos Thomás empatou o jogo… É dura a vida do torcedor Ramalhino…
Escanteio pro Ramalhão…
A torcida juventina entendeu a importância do resultado e apoiou seu time até o final.
O 3×3 foi sofrido por ter sido construído a partir de um 3×1? Foi. Mas o time segue intenso e acreditando no acesso. Ao menos foi o que o Tanque veio nos dizer!
Outra coisa importante pra se ressaltar é que o Ramalhão tem contado cada vez mais com os jogadores da base, como Daniel Davi. E o Marques é um dos que sempre apoiou a nossa base e por isso fez questão dessa foto!
Hoje, o @ECSantoAndre perdeu uma das figuras mais presentes na sua história: o massagista Miguel de Oliveira. Demorei pra conhecer o Miguel e infelizmente nunca tivemos a oportunidade pra registrar um pouco da sua memória no mundo do futebol. Vá em paz, sabendo que você será sempre lembrado, afinal, veja quantos pôsteres do Ramalhão tiveram você presente:
Sábado, 26 de julho de 2025. Uma tarde ensolarada de inverno aqueceu os corações daqueles que acreditavam em uma vitória do Ramalhão jogando nos seus domínios, no nosso querido Estádio Municipal Bruno José Daniel.
A velha guarda da nossa torcida não desiste nunca!
Aqui em Santo André, a Copa Paulista não arrasta muita gente pro campo… Ainda não batemos a marca de 1.000 torcedores em nenhum jogo.
Mas… Aqueles que vão ajudam a criar o clima do jogo… Faixas, bandeiras… Cada um ajuda a deixar esse espaço menos concreto e mais vibração…
É… é isso aí o nosso dia a dia como torcedores do Santo André…
Times em campo, cerimônia de abertura… Vai chegando a hora da bola rolar…
Esse time do Santo André começa o jogo ligado no 220V… Mas não conseguiu converter as 2 ou 3 decidas que fez nos primeiros minutos levando risco ao goleiro adversário.
O tempo passa rápido… 30 minutos chegam e o 0x0 segue firme no placar.
Grande abraço ao pessoal das torcidas do Taubaté que se fizeram presente nesse sábado tão difícil pros visitantes.
E difícil, não pela partida, mas porque nas primeiras horas do sábado foi noticiada a morte da torcedora Maju, então fica aí nossa homenagem a ela… Sempre triste perder alguém que vive a arquibancada como a gente… Todo respeito e carinho aos amigos e familiares.
Quem dera esse um minuto de silêncio que rolou antes da partida pudesse consolar um pouco a dor de todos…
Pô… Até meio chato falar do jogo depois de uma notícia dessas… Até porque o jogo em si foi chato mesmo…
Talvez o melhor seja mesmo esse lance de estar com os amigos e curtir 90 minutos enquanto se diverte seja lá qual for o resultado em campo.
Ou ainda…. Ver a Fúria agitar com a mesma vibe de sempre independente da qualidade do jogo ou do adversário.
Claro, rolou aquela sensação gostosa de gritar o gol pelo time da nossa cidade…. Graças a Nicollas Nascimento, aos 4′ do segundo tempo!
Confere o gol aí:
E sim, a gente ainda fica muito mal e muito puto da vida por sofrer um empate mesmo em uma Copa Paulista que poucas pessoas sabem que existe…
Fim de jogo, um empate melancólico em um sábado melancólico pela perda de uma vida que vivia as bancadas como nós. Divirta-se, curta a vida e esteja sempre ao lado dos amigos e de quem ama, porque a gente nunca sabe o dia de amanhã.
Em 14 de dezembro de 1969, o Estádio Municipal de Santo André, mais tarde nomeado Estádio Bruno José Daniel, foi palco de sua primeira partida de futebol. Na preliminar do amistoso entre Santo André e Palmeiras, que terminou com vitória do time paulista por 4 a 0, a equipe do Humaitá enfrentou o Vila Bela.
Aos 11 minutos do primeiro tempo, João Carlos marcou o primeiro gol da história do estádio, após uma jogada iniciada por Francisco Lasso de La Vega Filho, conhecido como Chico Lasso. Este vídeo homenageia Chico Lasso e sua contribuição para o futebol de Santo André, relembrando o início de uma história rica e emocionante no Estádio Bruno José Daniel. E ainda chega aos dias de hoje onde seu neto Vinicus Lasso joga como lateral direito do EC Santo André, sub17.
Domingo, 2 de fevereiro de 2025. O Santo André segue vivendo um pesadelo, mas a gente ainda acredita. Rumamos até a apaixonante Piracicaba para assistir mais uma partida do Ramalhão.
Times em campo, é hora de por frente a frente os dois maiores campeões da série A2!
Vale tudo, foco, força e fé!
Em campo, as coisas pareceram diferentes, o time se postou melhor e começou jogando de igual para igual com o líder do Campeonato.
Aliás, o XV vive ótima fase e jogou frente a mais de 3 mil torcedores, o Estádio Barão da Serra Negra estava lindo, com bastante gente nas cadeiras cobertas…
E também na arquibancada descoberta, onde fica o pessoal da Torcida Esquadrão e a ARXV:
Nho Quim estava feliz!
Não sabe quem é o Nho Quim? É o mascote do XV.
Mesmo em má fase, o EC Santo André mais uma vez não jogou sozinho e contou com o apoio de sua torcida…
Eae o pessoal da Fúria e o jovem Ovídio, sempre presente!
E o time visitante apresentou um futebol melhor do que o que vinha jogando…
O Santo André e sua torcida acabaram vendo sua dedicação cair por água no segundo tempo, com o XV voltando melhor e encontrando o seu gol…
Depois o líder da A2 soube se fechar, deixando para a torcida ramalhina mais uma derrota.
Mesmo perdendo, o time parece ter se encontrado melhor. Será o início de uma nova fase?
Segunda feira, 13 de janeiro de 2025. Dia de mata mata, expectativa de muita emoção. É hora de se escrever a história no Estádio Bruno José Daniel.
Um belo duelo pela fase “32 avos de final” que despertou grande atenção no público local, lotando o a arquibancada destinada à torcida do Ramalhão no Estádio Bruno José Daniel!
Mas, pô, como a tarde logo se tornou triste… Depois de um baita jogo contra o Corinthians, o Ramalhão nem bem entrou em campo e levou 1×0 do Vila Nova aos 2 minutos para a tristeza da torcida local…
Nem deu pra sentir o gol que tomamos, e… penalty para o Vila Nova, mas o goleiro Renan defendeu a cobrança deixando claro que o jogo estava aberto!!
Que legal poder ver a população de Santo André abraçar o time novamente… Queria que fosse sempre assim!
A copinha serve também pra gente reencontrar os amigos, mesmo os que estão morando longe e que aproveitam o período de férias pra voltar pra Santo André.
Independente do resultado, a torcida apoiou como sempre (antes, durante e depois do jogo).
A Ramalhão Store estava por lá vendendo a nova camisa a R$ 199.
Embora quente, hoje o céu estava encoberto diminuindo o sofrimento de quem vai pro jogo e não tem um único espaço com sombra pra relaxar.
Os 90 minutos passaram e foi como se estivéssemos anestesiados pelo resultado…
Fim de jogo e só restou aplaudir os meninos pelo desempenho no campeonato, ainda que nossa eliminação tenha sido bastante prematura… Obrigado e que possamos vê-los nos times de cima!
O Estádio Municipal de Santo André foi construído pela Júlio Neves (até hoje eles citam o projeto no site deles) e inaugurado em 15 de novembro de 1969, com um amistoso entre o Santo André FC e o Palmeiras, mas, até então, o Estádio possuía apenas sua arquibancada coberta:
A construção da tradicional arquibancada descoberta, de pé até os dias atuais, se iniciou em 1976, e somente no ano seguinte foi finalizada.
Assim, em 1977 um novo amistoso foi agendado para inauguração das suas arquibancadas e o jogo foi simplesmente entre o Santo André e a Seleção da Bulgária!!!
No dia da partida, 30 de janeiro, mais uma vez a torcida Ramalhina compareceu, desta vez para conhecer sua nova arquibancada e apresentar a ela nossas bandeiras!
O time foi para o jogo com o goleiro Paulo, César Cachiumbo (improvisado na lateral direita), Tito, Santana e Antonio Carlos na outra lateral; Fernandinho, Souza e a foto com Miguel (nosso eterno massagista), Santana, Tito, Souza, Vicente (Bona) e Mazzola; Tulica (Ribamar) e Bugre (Arnaldo, ele mesmo, o Arnaldinho estreando pelo profissional), destaque na foto abaixo para os dois mascotes (quem serão??) e para o massagista Miguel de Oliveira.
A Seleção Búlgara entrou com Krastev, Tchalev, Dezenov, Samatoviks e Delev; Nikolov e Rainov; Simonov (Kostev), Grigorov (Kabranov), Petrov e Ivanpetrov (Kirakov). O treinador era Stoyan Ormandzhiev. Foi bacana todo o cerimonial antes da partida, com direito a hino nacional e tudo o que vale!
A partida terminou em 0x0 e foi marcada pela forte marcação de ambos os times.
Esta foi a seleção que disputou o mundial daquele ano, aparentemente não eram os mesmos que vieram a Santo André:
Esse post foi feito com base em um texto produzido por um grande torcedor e ex-presidente do EC Santo André: Sidnei Riquetto.
O Estádio Distrital do Jaçatuba foi construído pela Prefeitura Municipal para servir ao futebol amador e ser utilizado alternativamente pelo Esporte Clube Santo André. Atualmente é a sede do clube poliesportivo e fica localizado à rua dos Ramalhões, 126.
É lá que você encontra a loja oficial do clube:
Seu nome oficial é Estádio Distrital do Jaçatuba, tal como consta na Lei nº. 6.288, de 24/12/1986, que autorizou a sua cessão ao Esporte Clube Santo André, pelo prazo inicial de 30 anos, posteriormente alterado para 99 anos, pela Lei nº 9.057, de 25/06/2008.
Vale destacar que, conforme artigo 2º, item 6, da Lei nº 6.288, o Esporte Clube Santo André era obrigado a manter o campo de futebol apenas até o dia 31 de dezembro de 1987, mas a Diretoria do clube optou pela sua preservação até os dias atuais. Estive lá acompanhado do Marques, outro apaixonado pelo Ramalhão, para ver como está o Estádio em pleno 2023.
Dê uma olhada no visual:
O Estádio esteve envolvido em uma história curiosa: em meados de junho de 1975, a imprensa esportiva noticiava a existência de um movimento para a criação de um novo clube de futebol profissional em Santo André. O ex-dirigente do Santo André FC, Geraldo Novaes trabalharia para a fundação do Utinga Futebol Clube. Como existia um movimento separatista onde Utinga queria sua emancipação, surgiram sugestões de novos nomes (Comercial FC, Industrial FC e Operário FC). A questão é que o futuro time alvi rubro desejava mandar seus jogos no novo Estádio do Jaçatuba que estava prestes a ser inaugurado e que mantém se vivo até os dias de hoje. Aqui, o meio campo, lá ao fundo está a Avenida do Estado.
O gol da esquerda (é o lado de Mauá):
E o gol da direita (sentido da capital e de Utinga):
O projeto ruiu em 7 de setembro de 1975, que seria adotado como a data de fundação do time e que foi quando perceberam que não havia coesão suficiente para isso. Já no final daquele ano, em 17/12/1975, em uma quarta feira a noite, o Estádio do Jaçatuba foi inaugurado com o amistoso Santo André 0x0 Palmeiras e as suas arquibancadas ficaram lotadas!
O jogo contra o Palmeiras, em 1975, teve tripla finalidade: serviu para a comemoração do título da primeira divisão (equivalente a atual A2), com a entrega das faixas de campeão ao elenco do Santo André; homenageou o centenário da imigração italiana ao Brasil e marcou a inauguração do Estádio.
Os times foram a campo com: EC Santo André: Ronaldo, Roberto, Rodolfo, Flávio e Luiz Augusto; Fernandinho e Souza; Celso Mota (Luizinho Gaúcho), Vicente Cruz (Fernandes), Tulica e Rômulo. SE Palmeiras: Leão (Bernardino); Valdir, Arouca, Alfredo (Jair Gonçalves) e Donizetti; Dudu e Didi; Zuza (Zé Mário), Erb (Fedato), Mário (Itamar) e Toninho Vanusa.
Embora há muito tempo não se tenha uma partida oficial, o campo segue com muitos cuidados, como o distintivo do Ramalhão, ali na área onde ficam as bandeiras.
Santo André, a cidade e o clube, já faziam por merecer um estádio à altura de seu potencial. Assim, no dia 14 de novembro de 1975, foi assinado o Edital de Concorrência nº 218/75, para a construção de arquibancadas com capacidade para mais de 13 mil pessoas no Estádio Bruno José Daniel.
Assim, o Estádio do Jaçatuba foi extremamente importante para o Ramalhão porque em 1976, o Estádio Municipal Bruno José Daniel passou por uma primeira grande reforma de ampliação e não pode ser utilizado no Campeonato Paulista daquele ano.
O Estádio Distrital do Jaçatuba foi utilizado pelo EC Santo André no Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1976 (equivalente à série A2 atual). A campanha como mandante foi incrível: 10 vitórias e 3 empates. Invicto no Caldeirão do Jaçatuba!
O Estádio recebeu ainda 18 partidas amistosas, com destaque para o então campeão mundial de clubes e também hexa campeão da Libertadores: CA Independiente da Argentina, realizado em 11 de março de 1976.
Jogando um futebol exuberante, o esquadrão ramalhino liquidou os argentinos por impiedosos 4 a 0 (gols de Celso Mota, Roberto, Vicente Cruz e Rômulo). O time argentino podia ser imbatível em seu continente, mas no Bruno Daniel ou no Jaçatuba, o imbatível era o Santo André. EC Santo André: Ronaldo (Molina); Roberto, Rodolfo, Flávio (Tito) e Luiz Augusto (Luizinho Maia); Fernandinho e Souza; Celso Mota, Vicente Cruz (Muró), Tulica e Rômulo (Luizinho Gaúcho) CA Independiente: Pogani; Lencina, Armendari, Villaverde (Trossero) e Bertoli; Palomba, Sagioratto (Rodrigues); Arroyo, Perci Rojas (Soria) e Brites (Pavoni)
Outro importante amistoso foi um 0x0 contra o Santos, para inaugurar os refletores do Estádio Jaçatuba em 21/01/1976, quarta-feira, à noite.
EC Santo André: Ronaldo; Robertão (Tito), Rodolfo, Flávio e Luisinho; Vicente e Messias; Luizinho Gaúcho, Muró (Celso Motta), Tulica e Rômulo. Santos FC: Wilson Quiqueto; Zé Carlos, Lazinho, Marçal (Ney) e Fernando; Clodoaldo, Léo Oliveira (Didi) e Babá (Alceu); Totonho, Da Silva (Tostão) e Mazinho.
Ainda em 1976, o Estádio recebeu a primeira partida do “Troféu Grande ABC“, um confronto entre o EC Santo André e o Saad em duas partidas: a primeira no Estádio do Jaçatuba (um 0x0 que saiu faísca de tanta porrada em campo) e o segundo em São Caetano (também marcado pelos pontapés e que foi decidida na prorrogação: 3×1 pro Ramalhão e mais uma taça pra coleção!). No jogo no Jaçatuba, o Santo André jogou com Ronaldo, Roberto, Rodolfo, Flavio e Luiz Augusto; Fernandinho e Souza; Celso Mota (Luizinho Gaucho), Vicente, Tulica e Rômulo. O Saad jogou com Leonetti, Mingo, Celso, Nega e Walter; Serelepe, Toninho I (Nascimento) e Henrique; Toninho II, Wanderlei e Wagner.
Pra terminar, um registro que encontrei no Facebook: uma foto do festival Rock in ABC, realizado no Estádio do Jaçatuba, evento foi em 87 teve a presença dos Titãs, Beto Guedes, Sandra de Sá e Capital Inicial!
Foto disponível no Museu de Santo André:
Aqui, uma foto tirada no dia 07/09/1988 após o último jogo de Luiz Pereira pelo EC Santo André, no EstádioJaçatuba.
E um abraço ao companheiro de arquibancadas, Marques por estar junto em mais uma aventura!
25 de agosto de 2023. Uma sexta feira que em outros momentos, seria uma tarde de mobilização. Falamos de um dérbi cheio de rivalidade, há tantas partidas já… Mas a realidade de 2023, encontra nessa Copa Paulista os dois times em maus momentos. E por isso, a mobilização foi pequena…
Apenas cumprindo tabela nesta reta final de Copa Paulista, pelo Grupo 3, as bilheterias tiveram pouco trabalho…
Ingresso em mãos (R$ 10 a inteira e R$ 5, a meia), vamos a la cancha!
Times em campo, e aí, pra quem está na arquibancada a fase é deixada pra lá, a posição no campeonato é minimizada e tudo o que importa é… vencer o rival!
Muito triste ver a bancada do São Caetano assim vazia…
Do nosso lado, sendo visitantes, pelo menos tivemos o comparecimento das organizadas e de algumas dezenas de torcedores autônomos.
Sente a vibração:
Aqui, uma boa alma fez uma foto de dentro do campo da turma do Ramalhão!
Aí, o pessoal do São Caetano. Como sempre reforço, pra mim, o rolê é rivalidade sempre, inimigos, nunca!
O amigo Barata, da Comando Azul mandou uma foto pra mostrar a rivalidade do lado de lá com a faixa do Somália fazendo a dancinha em frente à torcida do Ramalhão, num 3×0 que o São Caetano fez em 2007.
Em campo, uma boa surpresa, o Santo André entrou voando! E logo aos 4 minutos Guilherme Matheus abriu o placar! Ramalhão 1×0!
Achei que essa partida era a oportunidade pro Santo André devolver os fatídicos 3×0 de 2007, mas infelizmente o time não conseguiu converter as chances criadas.
A festa na bancada se animou!
O ritmo não diminuiu e Alexiel ampliou no final do primeiro tempo, aos 44 minutos: Santo André 2×0. Canta aê!!
Ah, sem dúvidas que o fato não esperado do jogo foi a presença do Cartolouco ! Não nego que eu achava o trabalho dele esquisito, principalmente na época do Cartola / Globo, mas hoje o cara tem feito um conteúdo bem interessante principalmente dando voz às torcidas e times fora dos grandes eixos, por isso, todo respeito a ele e ao mano que faz as fotos e vídeos junto.
O público final: 187 torcedores. Decepcionante. O horário atrapalha, as más fases dos times também, mas mesmo assim… É preciso repensar.
O São Caetano diminuiu com Douglas aos 46 do segundo tempo.
O Ramalhão foi a campo com: Marcelo; Córdoba, Henrique, Guilherme Matheus e Denilton; Ruan (Gabriel Paz), Nelsinho (Gabriel Gama), Matheus Neris (Davison) e Bruninho (Gabriel Ferreira); Alexiel (Will Viana) e Josiel. Técnico: Márcio Griggio. Fora de campo mais uma derbi pra nossa história!
Antes de ir embora, ainda pude ver o escritório da SAF do São Caetano. Acabei não a visitando porque em dia de derbi, eu considero respeitoso não estar em um espaço desses com a camisa do rival.
Sexta feira, 18 de agosto de 2023 Olha quem está dando as caras de novo no futebol… O São Vicente AC!
E pensar que 13 anos atrás estivemos no Estádio Mansueto Pierottiacompanhando uma partida do São Vicente contra a Inter de Bebedouro…
Aqui em Santo André, o time da baixada vive seu possível reinício, mas pegou um adversário duro…
O Ramalhinho, comandado pelo Marcio Griggio começou a partida com um time diferente, testando novas peças…
Mas no segundo tempo, com o time considerado titular, fez 4×0, selando sua vitória na estreia da competição da qual é vice campeão atualmente! Olha aí um dos gols:
Os dois times aproveitaram a estreia para testar vários jogadores, mas o Ramalhinho se mostrou mais maduro!
Ao término da partida, deu pra bater um papo com o Reinaldo, responsável pelo sub 20…