São Vicente 1×1 Inter de Bebedouro

Ainda em pleno feriadão, depois de um rolê pelas cachoeiras da Serra da Mantiqueira, fomos até a baixada para acompanhar a sequência da Série B do Paulistão.
Antes do jogo, um breve rolê passando por 2 estádios de Santos, o Ulrico Mursa:

E a Vila Belmiro, cada dia mais bonita e com mais cara de cancha argentina. Destaque para a bela loja e para o museu que existe junto do estádio!

Mas o rolê do dia era na cidade vizinha, a primeira cidade oficializada pelos portugueses no Brasil: São Vicente!

O jogo, no Estádio Mansueto Pierotti, era contra a Inter de Bebedouro e depois de tantos dias de seca, a chuva que caia pela manhã ameaçava estragar a festa e espantar os convidados…

Para a nossa surpresa, além do grande número de carros parados próximos ao Estádio Mansueto Pierotti, havia até fila para a entrada!
E a chuva começava a apertar…

Para quem acha que a gente não paga, taí mais R$10 gastos em ingressos!
É a nossa parte para a manutenção do futebol!

Eu ainda não conhecia o Estádio Mansueto Pierotti, reinaugurado em 2002:

Chegamos a tempo de ver os times entrar em campo e cantar o hino nacional, uma obrigação que me incomoda.
Pra mim, deveria se cantar o hino da cidade.

 E lá estávamos nós, mais uma vez…

Esperávamos a chuva dar uma trégua, embaixo da marquise do Estádio, nos lamentando pela chegada da frente fria justo naquele momento…

Dentro do próprio Estádio Mansueto Pierotti estão os troféus do time, expostos aos torcedores.

O gramado estava um pouco sofrido, nem parecia que estávamos em uma época de seca.
Mas, como já disse outras vezes, infelizmente as divisões de acesso não tem ajuda alguma para conseguir manter o bom estado dos campos, o negócio é jogar!

O pior é que naquele momento, a chuva que caía prejudicava ainda mais a grama…

Mas falando em chuva, ela não espantou ninguém, só fez com que aparecessem dezenas de guarda chuvas dando um aspecto único às arquibancadas do Estádio Mansueto Pierotti.

E o time do São Vicente nem de guarda chuva precisou.
Entrou quente no jogo, exigindo atenção da defesa adversária atenção redobrada.

Mas nem com toda a atenção e esforço a zaga da Inter conseguiu impedir o primeiro gol do time local.
Após um bate e rebate, Marquinhos fez o gol do São Vicente e foi pra galera!
Festa nas arquibancadas do Estádio Mansueto Pierotti!!!

Festa dos guarda-chuvas também!!!

Lá do outro lado, um pequeno grupo vermelho se fez triste.
Fui lá conferir se realmente eram torcedores do Inter.

A rapaziada compareceu em São Vicente enfrentando a distância e a chuva e ainda se deram bem…
O time da Inter de Bebedouro empatou o jogo ainda no primeiro tempo…

O gol desanimou o time do São Vicente, que não conseguiu marcar o segundo gol.

Pra complicar o time do litoral a chuva acabou prejudicando o campo e atrapalhando a criação de novas jogadas.

A torcida incentivou o time o quanto deu, mas sentiu o peso do empate…

A rapaziada da Fúria Alvinegra também tentou empolgar o time, mas o time não reagiu…

E foi assim que o bom público assistiu o empate entre os dois times, por 1×1.

Muita gente reclamou do juiz, que teria “amarrado” o jogo…

De nada adiantaram os conselhos dos torcedores que ficam atrás do gol (tão legal quanto à Javari!).

Sem dúvida, foi um ótimo programa, mesmo tendo molhado as únicas blusas de frio que tínhamos levado…

Empatar em casa nunca é bom, principalmente nessa fase, sendo assim, o time do interior saiu bastante satisfeito com o ponto ganho e vai com moral pro jogo de quarta feira contra o Primavera, em Bebedouro.

A torcida do São Vicente fica na expectativa do time aprontar alguma contra o Velo Clube, lá em Rio Claro, num jogo duríssimo!

O Estádio Mansueto ficará no aguardo para a partida final do primeiro turno, contra o Primavera, com suas bandeiras e principalmente, com sua gente

Gente que usa orgulhosa a camisa do time, lembrando a importância da cidade para o nosso país.

Agradecemos aos amigos que conhecemos no jogo e esperamos rever a galera em breve!

Dali, ainda passamos pela tradicional “Ponte Pênsil”, até chegarmos ao nosso último destino…

A cidade de Itanhaém, nossa casa!

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85- Camisa do Olé Brasil F.C.

A história do clube-empresa de Ribeirão Preto

A 85ª Camisa de futebol da nossa coleção é de um time marcado pela gestão profissional e que promete ser uma das novas caras do futebol moderno.
Trata-se do Olé Brasil F.C.!

O time é um dos caçulas do futebol paulista.
Foi fundado em 21 de setembro de 2006, em Ribeirão Preto, cidade natal de Botafogo e Comercial, dois times bastante tradicionais, mas que tem lutado contra problemas financeiros constantemente.

Diferente da maioria dos clubes, que nasceu de manifestações culturais ou sociais de atletas de uma mesma região, e que com o tempo foram se adaptando às necessidades mercadológicas para sobreviver, o Olé já surgiu com uma mentalidade de ser um Clube Empresa.

O time pertence ao grupo empresarial Leão Leão, que recentemente deu uma prova de quão séria é sua entrada no futebol, adquirindo também o time do Comercial.




O Olé estreiou no ano passado (2009) na Segunda Divisão (Série B) do Campeonato Paulista, e neste ano iniciou a competição liderando seu grupo, como mostra a reportagem da EPTV:

O Olé tem como objetivo alcançar a série A1 do Campeonato Paulista o quanto antes, para colaborar na divulgação do time e consequentemente na venda de seus jogadores e produtos.
Um diferencial do time é que eles tem toda uma preocupação com a formação sócio-cultural dos atletas, além de suas estrutura diferenciada.
Além disso, realizam intercâmbios constantemente, trazendo times estrangeiros para o Brasil e mandando as categorias de base para atuar em outros países.
Detalhe curioso, é que mesmo com uma breve história, o time já fez até gol de goleiro:

Atualmente o time manda seus jogos no Estádio Palma Travassos, o que deve se manter com a aquisição do Comercial:

O time tem investido na comunicação e além do site oficial (www.olebrasilfc.com) já tem também seu mascote, um pinguim, de nome “Picolé”.

Muitos torcedores tem certo receio dessa administração tão profissional, em oposição a gestões mais românticas e apaixonadas, de antigamente, mas o fato é que o clube empresa tem se tornado uma realidade no futebol, e a cada dia que passa seus resultados em campo vão aparecendo.
O que ainda fica em dúvida é a questão da torcida.
Será que o amor por um time profissional será o mesmo? Só o tempo dirá..

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Desportivo Brasil x Elosport – série B / 2010

Era mais um sabadão a tarde, dia ensolarado e agradável.
Pudemos encontrar nosso amigo Gabriel Uchida que também é cidadão de Cosmópolis.
Nada melhor do que comemorar indo a uma partida do Desportivo Brasil, que manda seus jogos ali pertinho, emJaguariúna.

O jogo foi contra o Elosport, forte equipe de Capão Bonito (ainda devemos uma visita a um jogo deles como mandante).

Mais uma vez o estádio estava às moscas. É uma pena um estádio tão bonito não receber público algum…

Como já mostramos anteriormente, o Estádio Municipal Alfredo Chiavegato tem uma excelente estrutura, que acaba subutilizada com públicos tão tímidos…

O jogo em si foi a cara da segundona. Muito pegado, e muita bola alçada na área.

Achou a bola ali?

E fotografando e registrando, ali estavam Mari e Uchida…

E não é que apareceu um pessoal do Elosport ali nas bancadas?

E dá lhe bola na área…

O placar foi apertado, mas mais uma vitória para o Desportivo Brasil que ocupa a vice liderança do grupo, atrás apenas do Paulínia!

Bom, o importante era registrar nossa presença em mais uma partida!

Abraços ao amigo, o zagueiro Robenval, que foi quem nos convenceu a dar um pulo no jogo!

Descobri que é muito difícil fazer fotos de zagueiro em lance de bola… Então fica aí essas outras!

Ah, depois do jogo, demos uma passada na pista de bicicross da cidade:

E pra finalizar o rolê… Açaí em Arthur Nogueira, com o pessoal de Cosmópolis ! 

Um jogo mais! Um estádio mais, mas a mesma ideia…

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