Rolê pelo velho continente 2014 – parte 5 (Munique)

Munique

Nossa epopeia por terras e estádios europeus vai se encaminhando para o final. Após passarmos por BarcelonaBerlinVarsóvia, Praga, finalmente chegamos à bela cidade de Munique!

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Munique (München em alemão) é uma cidade super moderna, mas que consegue manter as tradições de séculos anteriores. Lá, vivem cerca de 1,3 milhões de pessoas, o que faz dela a mais populosa da Baviera e a terceira mais populosa do país. Mas não foi fácil para nós chegarmos lá… Iríamos de ônibus de Praga até lá, mas o nosso ônibus simplesmente foi cancelado e acabamos tendo que pegar vários trens, cruzando a República Tcheca e o sul da Alemanha até chegar em Munique.

Munique

Mais uma vez, passamos por locais que jamais imaginávamos existir, e que provavelmente nunca mais veremos novamente… Esse é um sentimento estranho, porque por traz daqueles nomes difíceis até de ler, pra nós brasileiros, eu sabia que existiam séculos de história e muitas vidas acontecendo normalmente… E simplesmente passávamos por aqueles lugares, alheio a tudo isso. O mundo é realmente enorme…

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A viagem foi longa e o jeito foi sobreviver com deliciosos pães e seus rótulos incompreensíveis…

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Mas enfim… chegamos a Munique, cidade fundada em 1158 e que foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial e reconstruída nas décadas seguintes. A cidade é cheia de obras de arte pelas ruas.

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Munique tem um centro histórico cheio de belos prédios e igrejas exóticas…

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A cena anarquista segue viva por lá também!

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A cidade ainda mantém muito das tradições antigas, inclusive essas roupas que a gente vê aqui no Brasil na época de festas típicas alemãs, ainda são vendidas em algumas lojas de lá.

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Outra coisa que nos chamou a atenção foram as frutas vendidas pelas ruas… Muitas opções deliciosas!!!

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Uma igreja legal pra se visitar é a Catedral Frauenkirche, que possui como chamariz uma marca no piso conhecida como “Pegada do diabo”. Diz a lenda que o arquiteto que a projetou não conseguiria entregá-la no prazo, então,  fez um pacto com o Diabo. O Diabo o ajudaria à entrega-la no prazo e, em troca, não permitiria imagens de santos espalhadas pelo salão da Igreja. Porém, ao entrar na igreja e ver que havia uma imagem exposta, o Diabo ficou tão puto que pisou com força extraordinária, no chão, deixando sua marca ali.

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Munique possui um excelente sistema de transporte público, integrando metrôs, ônibus e facilitando muito quem quer conhecer a cidade.

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Vale lembrar que é em Munique que se realiza anualmente a Oktoberfest, tradicional festa alemã. Quando estivemos por lá, não era a época da festa, mas tivemos a oportunidade de participar de uma feira no centro que oferecia muitas opções de comidas bacanas.

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Por lá, experimentamos frutas, queijos, azeitonas…

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O mais legal é essa mistura de coisas contemporâneas  às tradicionais, muitas vezes interagindo lado a lado…

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Uma coisa que sempre tive no imaginário, em relação ao exterior eram essas “máquinas de jornal”, símbolos da honestidade local, e que estão sempre abertas, independente de você pagar ou não para ler o jornal.

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Falando de futebol, a cidade possui dos clubes de futebol: o FC Bayern München e o TSV 1860 München. Pela cidade, pudemos encontrar algumas lojas do Bayer…

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Ambos mandam seus jogos na Allianz Arena, que fica pertinho do Metrô.

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Depois de descer do Metrô, você tem que caminhar um pouco (na verdade muito) até a entrada do estádio.

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O Allianz Arena foi inaugurado em 2005  e sediou a abertura da Copa do Mundo de 2006. É um baita estádio… Quando escurece, ele se ilumina e fica ainda mais bonito! Possui capacidade para 71 mil espectadores.

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Ele ainda muda de cor de acordo com o mandante do jogo: vermelho para o Bayern Munique, azul para o Munique 1860 e branco com a Seleção Alemã de Futebol.

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Dividindo com você a emoção da chegada…

Hora de ir embora… Saudades ficarão para sempre, principalmente da comilança hehehe

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Rolê pelo velho continente 2014 – parte 4 (Praga)

Um brinde à sequência da nossa viagem! Quem acompanha o blog, sabe que passamos por BarcelonaBerlin, Varsóvia e finalmente chegamos à Praga, terra da cerveja e dos museus estranhos, como o da tortura!

E não e um só que tem pela cidade.
Nós encontramos dois ali no centro.
São aqueles museus meio… “comerciais”, mas a gente acha engraçado…

A Mari fez até um novo amigo…

Os caras levam bem a sério a pesquisa sobre as formas de tortura…

Mas tem espaço para um inusitado Museu do Comunismo.
Vale lembrar que o povo tcheco não tem boas memórias do comunismo implantado por lá…
Por isso o museu tem uma pegada bem sarcástica…

Dentro desse museu, tem vários objetos da época, que é legal, porque existia uma cultura menos envolta pelo consumo, ainda que houvessem outros problemas sociais e políticos.

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Achei um jornal esportivo da época.

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Outra coisa comum em Praga são armaduras. Estão por todo lado!

Comer por lá é muito bom, embora um pouco caro…

A Ponte Carlos (em tcheco Karlův most) é a ponte mais velha de Praga, e atravessa o rio Moldava da Cidade Velha até a Cidade Pequena. Sempre tem atrações ou vendedores por lá hehehe Além dos turistas, claro.

Atravessando a ponte se chega ao castelo de Praga, um dos mais antigos do mundo.

A cidade mantém um dos castelos mais bacanas que já vi, digno das histórias que a gente ouve quando criança.

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É um passeio inesquecível!

As construções na região próxima do rio também são muito bacanas, vale a visita!

Só pra registro, ficamos próximos do metro Keizikova.

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Os metros de lá tem um detalhe bem específico… As escadas rolantes são gigantescas…

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Falando um pouco sobre futebol, os Tchecos tem uma boa dose de paixão pelo esporte e decidimos conhecer alguns dos estádios locais, a começar pelo campo do FK Viktoria Zizkov.

Distintivo do FK Viktoria Zizkov

O time manda seus jogos no FK Viktoria Stadion.

FK Viktoria Zizkov

O time é bastante tradicional!

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O estádio é daqueles que eu gosto.
No meio do bairro, espremido entre os prédios da vizinhança…

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Para maiores informações sobre o time do Viktoria, acesse o site deles: http://www.fkvz.cz/

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O estádio tem capacidade para mais de 5 mil pessoas. 

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Ah, o campo é de grama sintético!

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As arquibancadas já seguem o padrão “cadeira” que a FIFA tanto sonha…

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Tem até uma parte coberta, pra quem não quer levar chuva ou frio na cabeça…

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Em 2007, o time abriu sua loja no estádio para a venda de mercadorias licenciadas.

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A cultura dos adesivos e stickers também é bem forte em Praga!

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Quando saímos, pudemos perceber o quão frio estava… Não nevou, mas formou uma mini cobertura de gelo em cima dos carros…

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Dando sequência ao rolê, nos dirigimos ao Ďolíček Stadion, Estádio do Bohemians 1905, uns 10 minutos dali.

Distintivo do Bohemians 1905

O Bohemians 1905 (antigo FC Bohemians Praha) também está sediado em Praga e como o próprio nome indica, foi fundado em 1905, na época como AFK Vršovice. O clube ostenta com orgulho o título de campeão da Primeira divisão tchecoslovaca, de 1982-83.

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Este estádio também está no meio da cidade e tem um visual bem diferente, graças aos prédios coloridos que estão ao seu redor.

Para quem quer mais informações sobre o time, acesse www.bohemians.cz.
Aqui uma visão do lado de fora:

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Outra curiosidade é que o time é um dos maiores rivais do Slavia Praga, com quem faz o “Derbi de Vršovice”, segundo mais importante derby de Praga.

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O mascote oficial do clube é um canguru, mas nem sinal deles pulando pelas verdes bancadas tchecas…

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Aqui dá pra ter uma ideia melhor de como é o estádio:

Hora de ir para o estádio vizinho!

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E em poucos minutos…
Lá estávamos nós, na Synot Tip Arena, casa do Slavia Praga.

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Sem dúvida, o maior dos três estádios que visitamos, mas… É aquela coisa… Arenas são sempre menos aconchegantes…

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Pra mim, o estádio tem um significado especial, já que o ex jogador do Ramalhão “Adauto” fez deste campo sua casa por algumas temporadas.

Adauto - Slavia Praga

O Eden Arena foi inaugurado em maio de 2008 e tem capacidade para 21.000 torcedores.

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Conseguimos dar uma olhadinha nas bancadas!

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Para mais informações, acesse: http://www.slavia.cz/

Uma olhada no lado externo…

Aí a bandeira do time!

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Deixamos a boa gente sorridente de Praga e seguimos viagem para Munique!
Vou sentir saudades desse brother tcheco…

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Um pequeno brinde ao rolê, Mari!

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SalvarSalva

Rolê pelo velho continente 2014 – parte 1

berlin

A viagem rumo a Berlin começou com um imprevisto…
Graças a um atraso do avião que nos levou à Barcelona, perdemos nossa conexão para Berlin e tivemos que passar a noite na capital Catalã.
E já que eu não visitei nenhum estádio desta vez, vou apresentar um que visitamos ano passado e até o momento não havia postado aqui, o Estádio Nou Sardenya

Estádio Nou Sardenya -CE EUropa

É mais um estádio pra quebrar a ideia de que em Barcelona só existe o poderoso Barça, e seu rival Espanyol. Lembrando que já mostramos aqui o estádio e o time do Sant Andreu (veja aqui como foi).

Estádio Nou Sardenya -CE EUropa

O Estádio fica no bairro da Gracià na esquina da rua Sardenya com a Ronda del Guinardó.

Demos a sorte de poder acompanhar um treino dos caras!

Estádio Nou Sardenya -CE EUropa
Estádio Nou Sardenya -CE EUropa

O Club Esportivo Europa nasceu em 1907, e é um dos fundadores da Liga Espanhola de Futebol, tendo vencido a Copa da Espanha em 1923.

Estádio Nou Sardenya -CE EUropa
Estádio Nou Sardenya -CE EUropa

O legal é que o Estádio é no meio do bairro. Olha o que tem de prédio do lado…

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O treino começa igual aqui… Vamos correr, rapaziada! Mas repara como as arquibancadas estão bacaninhas. É que embora o time seja antigo, o Estádio é dos anos 90 e nele cabem cerca de 7 mil torcedores.

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Não sei se dá pra reparar, mas a grama é artificial!
E dizem que está será uma tendência muito utilizada no Brasil.

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Deve ser bacana ver jogo ali, atrás do goleiro rival…

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Alguém ficou de castigo, tendo que treinar sozinho hehehehe

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Mais um belo estádio visitado de perto, com muito respeito e orgulho.

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Porém, Barcelona tem ainda um outro estádio, além dos 4 já mostrados aqui.

Trata-se do Estádio Olímpico Luís Companys, também conhecido como Estádio Olímpico de Montjuic, construído para a Exposição Internacional de Barcelona de 1929, e reconstruído em 1989 para os Jogos Olímpicos de Verão de 1992.

Barcelona

Vamos dar uma olhada:

Confesso que não me agradam os estádios que não atendem ao time (ou times) da cidade, parece-me que eles acabam sendo estádios sem alma… E depois que o Espanyol construiu seu estádio, este ficou apenas para a seleção.

Estádio Olímpico Luís Companys

Ainda que sejam muito bonitos e bem arranjados, sinto falta da energia que só o dia a dia de um clube pode oferecer.

Estádio Olímpico Luís Companys

O próprio nome já é  “espinhento” para mim, já que Luís Companys Jover era um político da cidade.

Estádio Olímpico Luís Companys

O estádio tem capacidade para 56 000 torcedores.

Estádio Olímpico Luís Companys

O estilo é dos grandes. Arquibancadas espaçosas e distantes do campo.

Estádio Olímpico Luís Companys

Equipamentos de tecnologia de ponta, iluminação e cadeiras individuais.

Estádio Olímpico Luís Companys - Barcelona

E tem até um ar mais “artístico e cultural” que dificilmente encontramos em outros campos.

Estádio Olímpico Luís Companys - Barcelona

De Barcelona rumamos a Berlin, mas aí já é assunto para o próximo post…

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Em busca do Estádio Perdido em Pederneiras

Pra quem gosta de estádios escondidos, taí um que a gente achou e que pouca gente conhece ou já ouviu falar.
Fica na bonita e simpática cidade de Pederneiras, ali numa saída da estrada que liga Bauru a Jaú.

Trata-se do Estádio Antonio Ruiz Romero, projetado por Wilson Ruiz Fernandes e pelos engenheiros João Silveira Filho e Celso Antonio Rugai, inaugurado em 24 de abril de 1955.

A cidade nunca teve um time nas disputas profissionais, e o estádio servia aos campeonatos amadores para times como a Associação Atlética Pederneiras:

Aqui, o time de 1946:

Veja a matéria da Gazeta Esportiva, sobre o bom momento no Campeonato do Interior de 1955, um ano mágico que já tinha visto a inauguração do estádio:

Mas a AA Pederneiras havia nascido muito antes, em 25 de dezembro de 1933 e disputou por muitos anos o Campeonato Amador do Estado, sagrando-se campeão do seu setor em 1956.

O Estádio Antonio Ruiz Romero foi construído para substituir o antigo estádio da cidade.
O antigo estádio da rua 15 de Novembro era chamado de Dr. Joaquim Cortegoso, desde 1941 e acabou incorporado a uma importante indústria cerâmica, que em troca doou recursos para a construção de um novo estádio, o Estádio Antonio Ruiz Romero.

Na inauguração do Estádio aconteceu a partida entre a seleção dos Veteranos Paulistas, da Federação Paulista de Futebol e a equipe da Associação Atlética Pederneiras.

Outros times da cidade que também utilizara o estádio: Corinthians Pederneiras Futebol Clube, Ford Futebol Clube, Esporte Clube Comercial e Paulista Futebol Clube.

Aqui, um detalhe que eu acho muito bacana dos estádios do interior, a bilheteria com as grades formando o brasão do time!

Não foi fácil fotografar o estádio, uma vez que o mesmo estava fechado…

Mas, no fim das contas, terminamos mais uma visita… em paz!

Uma olhadinha final nas arquibancadas que foram a casa de tantos torcedores locais…

Detalhe do muro de tijolinhos, muito bem cuidado.

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Sobre o futebol em Barcelona

Para quebrar um pouco a regra, que normalmente guia nossos passos, de apenas visitar estádios de times que a mídia acaba deixando de lado, segue um breve relato do que foi nosso rolê pelo Camp Nou, onde nada menos que o F.C. Barcelona, manda seus jogos.

Continuar lendo Sobre o futebol em Barcelona

O Estádio Gil Bernardes da Silveira em Vila Velha-ES

Já contamos um pouco do nosso rolê pelo Espírito Santo em 2013, mas não tem como falar no estado capixaba, sem citar a bela cidade de Vila Velha, um município bem próximo de Vitória, e que oferece praias bem bacanas!

É uma mistura de Rio de Janeiro e Santos… Difícil de explicar, mas muito bacana!

O sol não estava tão forte, mas o suficiente pra exigir um guarda sol…

Ah, uma coisa muito bacana é que lá em Vila Velha existe uma praia toda adaptada ao público com mobilidade especial.

Além das praias, o turismo em Vila Velha também é estimulado por características diferentes da cidade, por exemplo a fábrica da Garoto…

Essa é a ponte que interliga a cidade de Vila Velha à Vitória.

Aqui, uma parada turística, em um convento logo na entrada da cidade. Eu gosto de ver o mundo de ângulos diferentes… Por isso, subir morros e montanhas é sempre positivo!

Falando do futebol local, fomos visitar o Estádio Gil Bernardes da Silveira, conhecido como a “Toca do Índio“, a casa do E.C. Tupy, time que já teve diversos distintivos:

O Estádio não é muito diferente dos que costumamos visitar pelo interior paulista. Arquibancadas pequenas, coladas as campo, onde os torcedores locais e visitantes escrevem os capítulos da história do futebol Capixaba.

O Estádio fica no bairro de Itapoã e tem capacidade para aproximadamente 1.000 torcedores.

Vamos dar uma olhada no nosso tradicional filme:

Do lado de fora rolava uma feira!

Mais uma bilheteria a ser conhecida e registrada para nossa coleção!

O Esporte Clube Tupy foi fundado em 16 de outubro de 1938 sendo o primeiro clube de futebol de Vila Velha.
O time apresenta-se de forma bastante simpática e com um discurso bacana!

O estádio comporta ainda uma estrutura básica de administração, vestiários…

Na maior parte de sua história o clube disputou torneios amadores da cidade, tornando-se um clube profissional apenas em 1988. No ano seguinte disputou o seu primeiro campeonato: a Segunda Divisão do Campeonato Capixaba de 1989.

Pudemos entrar no gramado e registrar nossa presença neste estádio, que foi inaugurado em 1938!

Dali de dentro, deu pra registrar melhor as arquibancadas que cercam o campo.

A entrada de visitantes:

Em 2001, o EC Tupy conquistou seu primeiro título profissional, o Campeonato Capixaba da Segunda Divisão. Aqui, o time de 2000:

Deu até pra conhecer o pessoal do time, enfim, aventura completa!

Para maiores informações sobre o time, acesse: www.ectupy.com.br .

Aqui, o time de 2016:

Hora de voltar pra casa! Obrigado aos amigos que nos ajudaram em terras capixabas!

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Santo André 3×2 Marcílio Dias

Nesse domingo (25 de agosto de 2013), acompanhamos uma partida épica, pela última rodada da primeira fase da série D, Santo André e Marcílio Dias se enfrentaram no Estádio Municipal Bruno José Daniel.

É sempre um grande prazer acompanhar o time da sua cidade, onde pode se encontrar as diferentes gerações de torcedores, esse é o sr. Cerchiari, que não perde um jogo do Ramalhão!

Outra coisa que a torcida do Santo André está envolvida é a reforma do estádio. O primeiro passo (grande, se pensar na atuação de uma torcida) foi a retirada do ex-prefeito, na última eleição.

Agora, seguimos cobrando a continuidade das obras do atual prefeito e os detalhes do que foi feito durante a reforma.

Lá ao fundo pode se ver o início das obras.

E ao lado do banco, o nosso atual treinador, Paulo Roberto, um cara muito gente boa e que vem fazendo um trabalho legal a frente do time.

O estádio recebeu um bom número de torcedores (quase 2 mil pessoas).

O destaque negativo fica por conta do enfrentamento ocorrido entre as torcidas do Santo André e do Marcílio Dias, na rua lateral do estádio. Mas dentro do estádio, o clima foi tranquilo, nada além de provocações.

Em campo, o time do Santo André deu motivos para a festa. Após um primeiro tempo em branco, o Ramalhão abriu 2×0, com gols de Muller (na foto abaixo, comemorando ajoelhado) e Juninho Silva.

A torcida foi ao delírio! Só quem torce pro Santo André, sabe o que foi ver o time na série A, em 2009, despencar para a série D, em 2013.

Ainda existem muitas famílias e amigos frequentando o estádio. A sensação de estar entre amigos é total!

Mas… Torcer para o Santo André é perigoso para os cardíacos. Quando todos já cantavam a vitória e a classificação, veio o terror.

Em menos de 10 minutos o Marcílio Dias empatou o jogo.

Mas nem o time nem a torcida desanimaram e o Ramalhão conseguiu se superar fazendo 3×2 e classificando assim para as oitavas de final da série B, jogando contra o Metropolitano de Santa Catarina…

Força, Ramalhão!!!

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Sobre o futebol em Valência

O ano de 2012 chegava ao fim e tivemos a oportunidade de fazer mais um rolê do outro lado do oceano. Outra vez rompendo fronteiras, chegamos à bela cidade de Valencia.

O morcego presente no brasão da cidade é uma lembrança de quando o rei  Jaime I de Aragão foi para Valência,e um morcego pousou na bandeira que ficava no seu navio. O ato acabou virando um sinal de boa sorte e foi parar na bandeira da cidade. Além do morcego, existe uma outra cultura marcante na cidade: a Orxata!

Orxata é uma bebida típica, feita de um tubérculo pequeno, mas muito saboroso. É um tipo de leite vegetal, muito gostoso e nutritivo.

Valência é a terceira cidade mais populosa da Espanha, com mais de 800mil habitantes e fica na costa do Mediterrâneo, no leste da Espanha.

Eu nem lembrava que o Mar Mediterrâneo era tão grande e banhava tantos países.

Não sabe como andar pela cidade? É só dar uma olhada no mapa tomar o metrô certo e se divertir!

Nós aproveitamos a oportunidade e fomos conhecer o Mar (e fomos de Metrô!)…

Não parece tão diferente das praias do oceano atlântico…

Embora tivesse um sol bacana, o dia estava frio… Mas o lugar era bem bacana!

Valência é uma cidade exemplo. De pólo industrial, passou a opção cultural e turística, repleta de monumentos, como as Torres antigas da cidade medieval (Serrano Torres e Quart Towers), os mosteiros de San Miguel de los Reyes, e a própria praia.

A gente acabou se deparando com uma incrível feira medieval!

Falando um pouco do futebol local, Valência tem vários times, dois deles na principal divisão da Espanha, o Levante Unión Deportiva, fundado em 1909, graças a uma praia que possuía este nome.

O clube é pioneiro no futebol profissional na cidade e manda suas partidas no Estádio Ciutat de València, com capacidade para 25.534 torcedores.

Não tivemos a oportunidade de visitar o Estádio do Levante, mas achei essa foto do campo no site da Liga:

Estadio do Levante - Valencia

O outro time que disputa a primeira divisão espanhola é o Valencia C.F. :

O Valencia manda seus jogos no Estádio Mestalla, que fica pertinho do Metrô e consequentemente foi mais fácil de visitarmos.

Nem bem saímos da estação e ali estava o imponente Estádio Mestalla!

Mais uma foto de bilheteria de estádio, mundo afora, pra Mari!

Embora bastante grande, o Estádio está numa região bem movimentada, cheia de prédios residenciais e comerciais.

No dia do nosso rolê estava tudo meio vazio devido à la…. Siesta!!!! Ou seja… Nada de recorridos pelo estádio…

O jeito foi aproveitar o lado de fora…

Deu pra imaginar como é a casa do Valencia, que tem capacidade para 56.000 espectadores.

O Estádio Mestalla foi inaugurado em 1923 e desde então passou por várias reformas até ficar do tamanho atual.

Lembra a arquibancada do Estádio Bento de Abreu, em Marília, não lembra? (veja aqui umas fotos…)

O Valencia Club de Fútbol foi fundado em março de 1919. É o terceiro clube com maior número de sócios, no futebol espanhol. É considerado o terceiro time da Espanha, atrás de Barcelona e Real Madrid. Mas o estádio também teve seu período de sofrimento: durante a guerra civil, o estádio serviu como o campo de concentração e sofreu numerosos danos.

E assim, conhecemos mais um belo estádio…

Mais algumas informações sobre a cidade… Para quem gosta de rock, recomendo a Harmony Discos, uma loja na região central que oferece vários títulos de diferentes estilos, principalmente o punk rock!

Encontramos muita arte espalhada pelas ruas da cidade…

Na hora de ir embora, nada melhor que mais uma dose de orchata…

Hora de pegar o trem e rumar para novas cidades, novos estádios…

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O Estádio Venâncio da Costa (Vitória-ES)

Muita gente, inclusive boa parte dos próprios capixabas, simplesmente ignora o futebol do Espírito Santo.

Nós tivemos a oportunidade de conhecer um pouco de Vitória e Barra Velha, no carnaval de 2013 e ficamos animados com um possível fortalecimento da “cena boleira” do estado.

Ficamos na capital Vitória, mas pudemos conhecer também Vila Velha, Serra, Cariacica e Domingos Martins.

Pra quem não conhece Vitória, dá uma olhada no mapa da cidade!

Como deu pra ver no mapa a cidade na verdade é uma ilha! E dá lhe belas paisagens com água!

Falando um pouco do futebol local, taí o que eu consegui nessa viagem (aos chatos de plantão, são duas cópias baratas, bem baratas):

A orla das praias lembra até o Rio de Janeiro, e pra quem prefere um pouco de sossego à agitação da capital carioca, Vitória é uma excelente opção.

Aliás, se você está pensando em viajar para lá, mas fica se perguntando: O que fazer em Vitória-ES, vale a pena dar uma olhada nas fotos e locais abaixo!

Aqui é o pier de Iemanjá, na praia Camburi.

Aí, a Iemanjá!

Como Vitória é uma ilha, toda hora você se vê em cenários assim, com água entre a cidade e onde você está. É bem bacana!

E pra quem gosta de nadar… Homem ao maaar!!!

Falando um pouco da cultura local, nós fomos na caminhada (mais de 2 horas andando) até o coletivo de Artesãs, do bairro de goiabeiras.

Lá estão as famosas paneleiras que produzem as panelas de barro, tão conhecidas Brasil afora.

Aí está a Mari e duas delas. O pessoal é bem simpático e gente fina!

E o trabalho é feito ali mesmo, na frente dos clientes.

E já que falamos em panelas, não podíamos deixar de falar nas tradicionais moquecas capixabas. Aqui, em uma incrível versão vegetariana: moqueca de banana!!!

Mas vamos ao foco deste blog: o futebol! Nossa parada é o Estádio Venâncio da Costa, onde o Vitória F.C. manda seus jogos.

Começou a ser construído em 1962 e só foi inaugurado em abril de 1967, na partida Vitória 0 x 1 Botafogo-RJ.

Que tal uma olhada nele?

O Estádio é chamado de “Ninho da Águia” e tem capacidade para quase 7 mil pessoas.

Em 2006, recebeu mais de 7 mil torcedores no jogo Vitória 3 x 1 Estrela.

O Vitória Futebol Clube é o dono do estádio, e o nome é uma homenagem ao presidente do clube, responsável pela construção do estádio.

Até o início dos anos 60, o time não tinha nem estádio nem sede, e mandava seus jogos no estádio Governador Bley, em Jucutuquara.
As obras de construção do estádio do Vitória começaram em 1962.

Esse é o Flávio, que nos deu uma força para conhecer a cidade e os estádios locais!

Mais uma bilheteria para a nossa conta!

O clube usou carnês, rifas e tudo que era possível para conseguir arrecadar dinheiro para concluir o estádio.

E o resultado ta aí…

O estádio está muito bem cuidado.

Arquibancadas cobertas…

E ainda tem lugar pro estádio crescer…

Ao fundo pode se ver um pouco da cidade de Vitória.

Aqui, dá pra ver que o alambrado é bem pertinho do campo.

Existe um projeto atual para a construção de um shopping no complexo e deixar o estádio com capacidade para 10.000 torcedores.

Aqui, o placar de la cancha capixaba!

E aí vamos nós… Até breve, Vitória!

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