A 77ª camisa da coleção é uma homenagem a um dos dois clubes Peruanos que se classificaram para as oitavas de final na Libertadores de América 2010, o Club Universitário de Desportes, também chamado de “La U” (o outro clube a se classificar foi o Club Alianza Lima, clique aqui para ver o post sobre sua camisa)
Após 2 empates em 0x0, o Universitário foi desclassificado pela São Paulo, nos penaltys:
O Universitário é um dos mais tradicionais times peruanos.
É o time que mais conquistou títulos nacionais, no Perú. Foram 24 até o ano de 2010.
Tem sua sede na bela capital Lima.
Foi fundado em 1924 e conseguiu o seu primeiro título profissional em 1929, com o time abaixo:
O ponto mais alto do time foi em 1972, quando conseguiu chegar à final da Taça Libertadores da América, jogando as finais contra o Independiente da Argentina.
Além desse resultado impressionante, também chegou em 4o lugar nas edições de 1967, 1971 e 1975.
Sues maiores rivais são Sporting Cristal, Alianza Lima, e o Cienciano.
Seu mascote é Garrita, um tigre que anima a torcida!
Desde o ano 2000, manda seus jogos no Estádio Monumental, que possui capacidade para 80 mil torcedores.
Antes do ano 2000, utilizava o modesto e aconchegante Estádio Lolo Fernández, atualmente utilizado como campo de treinamento:
O ídolo que dá nome ao estádio é Teodóro Fernandez, ou simplesmente “Lolo” Fernández, que jogou por vinte e dois anos no Universitario.
Além de ser um grande jogador, Lolo Fernandez conquistava a torcida com sua personalidade. Chegou a rejeitar várias propostas internacionais, pelo amor ao time.
Jogou de 1931 até 1953, conquistando seis títulos nacionais, sendo artilheiro do Campeonato Peruano em sete vezes.
O ídolo tem até uma música em sua homenagem, que acabou virando um clip com várias imagens sobre o jogador:
O estádio possui uma série de grafites, contando pelos muros um puco da história do clube, e homenageando Lolo…
Interessante ver que a cultura do grafite e do desenho permeou pela torcida.
Navegando pelo blog: http://quintavocal.blogspot.com encontrei uma série de desenhos que lembram os grafites do estádio:
A própria torcida foi estilizada em traços de artistas que admiram o time:
Falando sobre torcidas, o Universitario tem duas principais barras.
Uma é a Torcida popular “Trinchera Norte“:
Outra, é a sua torcida mais antiga, a Barra Oriente:
O clube também é chamado de La U, ou Los Cremas (devido a cor do uniforme).
O site oficial do time é www.universitario.com.pe
Mas vale a pena visitar outros blogs sobre o clube, dos quais eu destaco:
www.labandadesanjuan.com/lolo/sector-u-crema.blogspot.com/
Pra terminar, a bela canção de Ruben Techera, em homenagem ao time. Atenção, aviso que ela é grudenta e ficará soando no seu ouvido por alguns dias “E dá le U, e dá le Ú…).
O Estádio Monumental de Nuñez fica um pouco distante do centro, e de San Telmo, que era o bairro onde estávamos. Assim, pegamos um ônibus até o lado norte da cidade, aproveitamos pra conhecer o zoológico municipal, e dali tomamos um taxi.
O Estádio Monumental Antonio Vespucio Liberti fica próximo ao Rio da Prata, e também costuma abrigar os jogos da Seleção Argentina.
E lá fomos nós conhecer mais do estádio, eu usando a minha bela camisa do XV de Piracicaba!
Tivemos a sorte de encontrar por lá, nada mais nada menos que o goleiro da seleção argentina da copa de 78, Ubaldo Fillol, também conhecido como “Pato Fillol”:
Se liga nele antigamente (na década de 80 ele chegou a jogar no Flamengo de Zico):
E enfim, o momento esperado… Entrar no campo, pra ver como é o outro lado do Estádio, o lado onde os jogadores observam a torcida.
O Estádio é mesmo grande. Possui capacidade atualmente para 57.921 torcedores, sendo o assim o maior da Argentina.
O nome do estádio é uma homenagem ao Presidente do Clube da época da construção, Antonio Vespucio Liberti.
E o mais engraçado é que assim como o Morumbi, não fica no Morumbi, o “Monumental de Nuñez” não fica em Nuñez, mas em Belgrano, bairro vizinho.
Em 1934, o River Plate era conhecido como “Los Millonarios” devido as contratações caras, e foi nesse ano que o clube adquiriu a área para a construção do estádio.
Em 1935, foi colocada a pedra fundamental do Estádio.
Em 1936, se iniciou a construção, sob a supervisão dos arquitetos José Aslan e Héctor Ezcurra.
Após dois anos de construção e três tribunas concluídas, no dia 25 de Maio de 1938, cerca de 8.000 pessoas presenciaram a entrega de uma bandeira argentina e outra do clube, cercadas pelos sócios, que entoaram o Hino Argentino e do River Plate. No dia seguinte, uma festa com cerca de 120.000 espectadores e, após diversas atividades, a primeira partida do estádio, contra o Peñarol, do Uruguai. Vitória do River, por 3 a 1.
Em 1958, as arquibacandas em forma de ferradura do estádio foram fechadas.
Com a Copa do Mundo na Argentina, em 1978, ocorreram novas reformas e sua capacidade foi reduzida para 97.709 pessoas.
No mundial de 78 foram disputadas 9 jogos no Monumental de Núñez, incluindo a abertura (Alemanha Ocidental 0x0 Polônia) e a Final (Argentina 3×1 Holanda).
Em 29 de Novembro de 1986, o estádio recebeu o nome do ex-presidente Antonio Vespucio Liberti.
Ah, o Estádio possui um belo placar, como se pode ver:
O Estádio possui um programa de visitação, que inclui o Museu do River, passeio obrigatório para os paixonados por futebol.
Além de camisas, o Museu tem todo um cuidado estético com a ambientação das salas.
Dá pra se passar o dia todo lá, vendo e conversando com as pessoas.
As pessoas que visitam Buenos Aires tem o costume de só conhecer o Museu do Boca, e acho importante poder conhecer o outro lado dessa rivalidade!
Uma última vista no Estádio antes de irmos embora…
Nossas caras de ânimo logo mudariam ao tentarmos voltar parte do trajeto a pé e confirmar que o estádio ficava mesmo muito longe…
O jeito foi parar na Rua Lavalle e encarar um rango baratinho e saboroso!
e com 57.921 lugares, é o maior Estádio da Argentina.
O nome do estádio é uma homenagem ao Presidente do Clube na época da construção, Antonio Vespucio Liberti. Apesar do apelido, o Monumental não fica no bairro de Núñez, e sim em Belgrano, bairro vizinho e também nobre como Núñez.
[editar] História Em 1934, o River Plate tinha 31 anos de criação. Tinha 1 título amador e 1 Título Profissional no Futebol. Era conhecido como “Los Millonarios” devido as contratações caras. Em 31 de Outubro de 1934, 83.950 metros quadrados são adquiridos pelo clube para a construção do estádio.
Em 25 de Maio de 1935, foi colocada a pedra fundamental do Estádio. No dia 1 de Dezembro, foi apresentado os planos da construção e apenas em 27 de Setembro de 1936 se iniciou a construção, sob a supervisão dos arquitetos José Aslan e Héctor Ezcurra.
Após dois anos de construção e três tribunas concluídas, no dia 25 de Maio de 1938, cerca de 8.000 pessoas presenciaram a entrega de uma bandeira argentina e outra do clube, cercadas pelos sócios, que entoaram o Hino Argentino e do River Plate. No dia seguinte, uma festa com cerca de 120.000 espectadores e, após diversas atividades, a primeira partida do estádio, contra o Peñarol, do Uruguai. Vitória do River, por 3 a 1.
Em 1958, as arquibacandas em forma de ferradura do estádio foram fechadas, formando o oval. Com a Copa do Mundo de 1978, o estádio passou por reformas e teve sua capacidade reduzida para 97.709 espectadores sentados, sendo um dos melhores estádios do mundo na época. Foram disputadas 9 jogos no Monumental de Núñez, incluindo a abertura (1 de Junho, Alemanha Ocidental e Polônia, 0 a 0) e a Grande Final entre Argentina e Holanda, com vitória argentina por 3 a 1.
O estádio foi palco dos títulos do River Plate na Taça Libertadores da América, em 1986 e em 1996, ambos contra o América de Cali.
Em 29 de Novembro de 1986, o estádio recebeu o nome do ex-presidente Antonio Vespucio Liberti.
Falta pouco pra acabar nosso trajeto de 2010 em Buenos Aires… Aguarde! Vale lembrar que anos depois pegamos um jogo lá!
Domingo, dia sagrado do futebol. 2 de maio de 2010. Eu ainda não acredito… Mas estamos na final do Campeonato Paulista, e com chances de ser campeão…
Acima de tudo, começamos a aventura de domingo felizes! Eu, a Mari, El Pibe e todos os já tradicionais amigos de arquibancada. Nem nos preocupamos ao saber que haveria menos ônibus do que o esperado.
Os poucos, mas lotados ônibus seguiam com famílias, amigos e gente que se uniou nesta vida em nome de uma cidade, representada pelo time do Ramalhão!
O dia se fez de azul como que torcendo pela vitória do time do ABC!
E, rapidamente chegamos ao Pacaembu! Foi maravilhoso ver tanta gente de azul e branco chegando junto ao mesmo tempo no estádio!
E juntos, fomos cantando até o portão 22, a entrada para o show final!
Além dos ônibus, muita gente veio de carro e ficou aguardando pra entrar junto, assim, acredito que conseguimos levar cerca de 2.500 torcedores para o estádio!
Gente que se misturava fazendo uma onda azul inundar o setor visitante do Pacaembu, com corações transbordando de orgulho!
Veja como foi a nossa chegada:
A cada passo, um amigo, um sorriso, um grito de confiança. A cada passo, mais próximos do jogo final…
Mas se o clima entre nós era de pura amizade, a PM nos fez lembrar que infelizmente, o futebol ainda está mais próximo da guerra do que da paz…
E quando menos percebemos, já estávamoo dentro do Pacaembu, prontos pro último jogo do Campeonato!
Colorimos de azul e branco o lado laranja, visitante, e colorimos com sonhos, nossas mentes, enquanto aguardávamos o início da partida!
Lá estavam os apaixonados pelo Ramalhão! Esquerdinha e Maradona mandavam recado relembrando que se o Santos é o peixe, o Santo André é o pescador!
A Torcida Jovem do Santos também fez sua bela festa, com enormes tirantes…
Aliás, fazendo justiça, a torcida do Santos como um todo fez um grande espetáculo!
Mas o Ovídeo e a velha guarda Ramalhina não deixou nosso ânimo se abater! É … Santo André!!!!
O Bill conseguiu quebrar a máquina justo no dia da final, então fica ele registrado aí:
Nossa festa é simples, mas de coração, balões levam pro céu nossos pedidos…
O frio na espinha aumenta, os jogadores estão pra entrar no campo…
O hino nacional foi tocado por uma orquestra. Achei legal a presença da orquestra, mas reitero que o hino ainda me incomoda nos estádios… Infelizmente ele ainda me traz na mente a ditadura de 64…
Jão dá um último olhar para a torcida adversária…
E que torcida…
O jogo nem bem começa e… um ataque congela nossos olhos…
Inacreditável… Menos de um minuto e o Santo André fez 1×0… Com lágrimas nos olhos, sinto que a taça está mais próxima de nossas mãos…
Entretanto… Minutos depois, silêncio nas bancadas Ramalhinas… É o empate santista…
Eu nunca tinha visto um time com tanta gana de vencer… O Santo André praticamente ignorou o gol, foi pra cima, e mandou 2×1!!
Por vários minutos sonhei com tudo o que poderia escrever com a conquista do título. Queria jogar na cara da imprensa toda a mediocridade de cada jornalista que em momento algum nos colocou no páreo como finalista. Mas o futebol é traiçoeiro… E o ataque santista não perdoa nem liga pros sonhos de um andreense rebelde… Santos 2×2 Santo André…
Antes do desânimo ameaçar, duas expulsões: Nunes (Santo André) e Léo (Santos). Algum tempo depois, mais um jogador foi expulso, desta vez Marquinhos (Santos) deixou a torcida com um sorriso no rosto… Principalmente porque aos 40 minutos, o Ramalhão fez 3×2 e o primeiro tempo terminou com um gol de vantagem e nosso time com um jogador a mais. Cenário melhor, impossível!
O 2º tempo começa e o Ramalhão é todo ataque! O time joga bem, e a torcida se emocionou com a iminência do título…
Mas o futebol não se importa com a lógica. O segundo tempo praticamente vôou. Quando percebemos já passava dos 40 minutos do segundo tempo, e mesmo com 2 homens a mais (Roberto Brum fora expulso minutos antes). Mesmo com muito ataque e com “erros” improváveis da arbitragem… O título se fora… Ficou o aplauso do torcedor Ramalhino…
O reconhecimento a um time que soube humildemente chegar onde chegou escondia a dor da perda do título…
Fiquei triste como há muito não ficava. Nem quando fomos rebaixados me permiti sofrer assim… Alheio à nossa dor, time e torcida do Santos comemoraram o 18º título estadual do Santos.
O Santos foi o melhor time durante todo o campeonato, e se a regra fosse a dos pontos corridos, nenhuma reclamação faria sentido. Entretanto, a regra da final ser em dois jogos, deixou a campanha do Santos como mero critério de desempate. Assim sendo o gol incorretamente anulado acabou com todo um campeonato que seria histórico e inesqeucível para um time, uma torcida e uma cidade. A bandeira Maria Elisa torna-se persona non grata eternamente em nossa cidade…
Poxa, rodando os campos de futebol é inevitável encontrar ex jogadores que atualmente trabalham com futebol.
É muito legal quando isso acontece e foi o caso do Dario Pereyra, atualmente no Desportivo Brasil, time da série B do Campeonato Paulista.
Apesar de sua vida boleira ter sido marcada pela garra, a passagem do Dario que sempre lembro é uma que me faz rir muito.
Na época, ele era técnico do São Paulo.
Faltavam poucos minutos para o final do jogo e ele decide uma substituição ousada. O zagueiro Walber iria entrar para jogar de atacante, ou coisa parecida.
A televisão que transmitia o jogo achou estranho e decidiu perguntar ao Daryo o por que daquela mudança.
A resposta foi a melhor de todos os tempos, num carregado portunhol…
“Yo tive un pressentimento”…
E o cara é muito gente fina!]]>
A 76ª camisa da coleção novamente nos remete à Santa Catarina, mais especificamente à Florianópolis…
A camisa pertence a um dos mais tradicionais times do estado, o Figueirense!
O time foi fundado em 12 de junho de 1921 por Jorge Albino Ramos e um grupo de amigos apaixonados por remo e pelo futebol, num momento em que o futebol passava por um momento de declínio em Florianópolis.
O nome Figueirense Futebol Clube foi uma homenagem ao local onde se reuniam para planejar a criação do clube, a localidade da Figueira, onde por muito tempo havia uma enorme figueira .
Uma dos primeiros times que se tem registro iconográfico é o de 1924:
A década de 30 foi a década em que o maior número de títulos foram conquistados.
Um jogador que marcou a época foi Carlos Moritz, conhecido como Calico. Foi o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Figueirense.
Abaixo, Calico em foto no fim da década de 90. Ele viria afalecer no ano 2000.
A Década de 1940 também foi marcante na história do alvinegro, com novos títulos estaduais e Campeonato da Cidade.
Em 1945 o empresário e desportista Orlando Scarpelli, durante seu mandato como presidente do clube, doôu ao Figueirense a área onde seria construído o Estádio que leva seu nome, e se o Estádio é bem conhecido, que tal conhecer o Orlando original? Aí está…
Os anos 50 foram marcados pelas obras de construção do Estádio e consequentemente, houve uma seca nos títulos.
A década seguinte truxe logo de cara a inauguração parcial do Estádio do Figueirense, em 1960 com o jogo: Figueirense 1 a 1 Clube Atlético Catarinense.
Nos anos 70, o Figueirense conquistou a vaga para disputar o brasileirão, tornando-se o primeiro clube catarinense a fazê-lo. Torcida e jogadores não podiam acreditar!
Assim, em 1973, o Figueira disputou o brasileirão com o time abaixo:
Além disso, nos anos 70, conquistou dois estaduais. O de 1972, tendo a taça levantada pelo capitão Casagrande:
E o de 1974, com o time abaixo:
A década de 80 levou o Figueirense à Taça de Prata, em 1985 e à Segunda Divisão do Campeonato Catarinense, em 1987.
Já os anos 90 trouxeram mais um título estadual, em 1994 e no ano seguinte o título do Torneio Mercosul, disputado por clubes catarinenses, paranaenses, uruguaios e paraguaios.
Em 1999, chega ao clube um modelo de gestão, focado na reorganização e modernidade administrativa, como presente, o clube conquista o Campeonato Catarinense, fazendo a final contra o seu maior rival Avaí. O time que venceu foi este aí abaixo:
A primeira década do século XXI trouxe logo de cara mais três estaduais (2002, 2003 e 2004), além do Vice-Campeonato da Série B de 2001, que garantiu o time de volta ao brasileirão do ano seguinte.
Daí em diante, parecia que o Figueirense havia acertado o pé!.
Passariam pelo time o atacante Evair, os meias Fernandes e Sergio Manoel, além do sempre polêmico Edmundo, o Animal.
Em 2006, veio mais um Campeonato Catarinense .
Mas o grande momento ainda estava por chegar. Em 2007 o time chegou à final da Copa do Brasil, contra o Fluminense. No primeiro jogo, um 0x0 em pleno Maracanã…
Mas… no jogo de volta, uma derrota em casa fez o sonho de disputar a libertadores ir por água abaixo…
Em 2008, outro título estadual, enfrentando na final, o Criciúma.
Entretanto, para a surpresa de todos, no final do ano o clube foi rebaixado à Série B do Campeonato brasileiro, onde ficou até 2010, quando novamente conquisdtou o direito de disputar a série A.
Já que falamos sobre o Estádio Orlando Scarpelli, achei algumas fotos do estádio pela net, veja que bela cancha:
O Estádio está localizado no bairro Estreito, na parte continental da cidade de Florianópolis.
Sua capacidade é de 19.069 pessoas, mas já chegou a receber 26.660 pessoas em 1975, no jogo Figueirense 0x1 Vasco/RJ.
E por fim, uma mostra do fanatismo e dedicação de sua torcida:
E uma foto do “animal” Edmundo, que teve sua carreira reerguida, pelo clube:
Segundo a marca, além de ter um design arrojado, ela foi desenvolvida com novo material exclusivo, que a deixa mais macia e com maior aderência.
A bola usada no campeonato é a KV 12 Campo 5th edition. (por quê um nome assim, né? Não podiam lançar umas bolas comemorativas … tipo… Inter de Limeira 1986…)
É o sétimo ano consecutivo que a Topper é a marca esportiva oficial da Federação Paulista de Futebol, fornecendo as bolas da competição (nas 4 séries, A1, A2, A3 e B).
A KV 12 Campo 5th edition tem as cores da bandeira do Estado de São Paulo, com destaque para os tons amarelo e vermelho.
O modelo é uma reestilização da bola do último Paulistão.
Os principais diferenciais na arte da nova KV 12 são a malha metalizada da Topper aplicada em seus gomos, tornando o produto com identidade mais proprietária da marca, e os grafismos com percepção de profundidade.
A microfibra exclusiva é um material desenvolvido no Japão, oferecendo resistência e maciez aos chutes, cabeçeios, defesas e seja lá o que os atletas foram fazer…
Além disso, tem filamentos específicos que além de deixá-la mais macia, também proporciona maior aderência, permitindo aos pernas de pau um maior controle sobre a bola e oferecendo maior segurança aos goleiros.
Outro diferencial do modelo está na tecnologia technosoft, sistema exclusivo de amortecimento e redução de impacto que, localizado entre o forro e o laminado da bola, garante mais conforto e elasticidade na hora do chute.
Ah, e por ter apenas 12 gomos, a KV 12 tem também menor atrito e resistência ao ar, proporcionando assim maior eficiência no controle de passes, lançamentos e chutes de curta, média e longa distâncias.
A estrutura da nova bola é confeccionada com fios de nylon em sistema radial, que asseguram excelente resistência à deformação ou ruptura.
A câmara de ar é desenvolvida em borracha butílica, composto que mantém a esfericidade e evita a perda de ar, garantindo assim maior impermeabilidade e a pressão ideal por mais tempo. Já o laminado que reveste o produto é fabricado em microfibra importada, que proporciona mais maciez.
Para os pobres mortais (no caso, ricos), o preço de venda sugerido é de R$ 199 …
Pra quem quer saber mais (pô, mas depois de cada detalhe que eu arrumei, o que mais você quer saber…), contate a própria Topper: AMC – Atendimento Master ao Cliente São Paulo: (11) 3045 5522 – Outras localidades: 0800 70 70 566 ou www.topper.com.br
Abraços!]]>
Domingo,25 de abril de 2010. Só quem torce para uma equipe diferente dos 4 times tradicionais de São Paulo podem entender oque eu estava sentindo ao me dirigir para o Pacaembu para enfim vivenciar uma final de Campeonato Paulista, com o meu Santo André…
Vários ônibus foram preparados para levar a “onda azul” até o Pacaembu, palco do primeiro jogo da grande final.
Após sairmos de diferentes locais, todos os ônibus se concentraram ao lado da CRAISA para a tradicional revista policial.
Em pouco tempo, estávamos na Avenida do Estado, em uma fila que parecia não ter fim, o sonho de todo torcedor Ramalhino…
A chegada foi tranquila, houve respeito mútuo (dentro dos limites) a cada cruzamento com torcedores do Santos. Em poucos minutos, a frente do portão de entrada do tobogã foi tomada por torcedores do Santo André…
As torcidas Fúria Andreense, TUDA e Esquadrão levaram as baterias para animar a festa.
Mas nem só de organizadas se fez a presença do torcedor. Centenas de carros foram do ABC até o Pacaembu, acompanhar o time do coração. Não nego que novamente haviam muitos torcedores mistos, mas todos aqueles apaixonados pelo time estavam lá…
Veja como foi a ida ao estádio, no vídeo de “El Pibe” Gui:
Ali ao lado, a galera da Fúria levava o bandeirão pra dentro do Estádio.
Bandeirão que depois de aberto ficaria assim, às lentes de Gabriel Uchida (www.torcida.wordpress.com)
E lá estávamos nós…
Era até engraçado ver tanta gente tirando foto como que pra dizer “Existiu e eu estive lá!!!”
E eu e a Mari não podíamos deixar de registrar esse momento único até então em nossas vidas!
O Esquerdinha (um dos torcedores mais tradicionais do time) fez um trapo especial para o jogo!!
Não tenho dúvida que a emoção de ter participado da final contra o Santos, independente do resultado final, foi maior pro torcedor do Santo André do que um título paulista seria pra qualquer torcedor dos demais “grandes clubes”.
Foi bonito ver o encontro de diferentes gerações de Ramalhinos, os mais velhos recordando a caravana de 1981, quando mais de 10 mil pessoas saíram de Santo André para o Parque Antártica!
E o Pacaembu estava lindo! Dá pra se fazer cartão postal tirando foto de qualquer lugar, mas acho que o tobogã (embora tenha sacrificado a concha acústica do estádio) tem uma visão ímpar!
A torcida do Santos também fez bonito e presenteou o belo esquadrão santista com sua presença em massa!
Ali do nosso lado esquerdo estava muito engraçado.
Os caras começaram a pegar no pé de algum “gordinho andreense” e me fez lembrar o vídeo do gordo do Rosário.
Até o pessoal do rolê psycho colou no jogo (aliás tinha de tudo na torcida domingo…)
O Mike (primo do Gui) conseguiu entrar em campo com os atletas. Fiquei com leve inveja…
E quanto mais lotava, mais bonito o palco ficava.
E lá vem o bandeirão do Santo André…
O tempo não passava, o jogo não começava, o sol queimava a beça e a gente ali… Esperando…
De repente, lá vai o Mike e o time pra campo…
O Santos demorou um pouco mais, aumentando a tensão, já extrema para os torcedores azuis…
Quando veio a campo, foi a vez da Torcida Jovem dar seu show, que bela bandeira, hein?
Bandeirão e várias bandeiras menores:
Como diz o Gui (e o Dead Fish), Somos nós contra todos! E por isso, o time entrou em campo com cara de estar bem unido!
Sabendo que nas arquibancadas, haviam alguns milhares de apaixonados pelo time de sua cidade…
Era tempo de começar o jogo… Por um momento todos se deram conta de quão longe havíamos ido e de quanta coisa o Santo André representava naquele momento.
Cada escanteio, cada ataque do Santo André (e foram muitos no primeiro tempo) mostrava a força do futebol dos chamados T-4 (times Paulistas menos os quatro grandes):
Me sentia como se representássemos um papel que merecia ser feito por torcedores do Inter de Limeira, do Xv de Piraciaba, do VOCEM, do Paulista de Jundiaí, da Ponte Preta, do Rio Branco, e de todos os clubes que marcaram suas presenças na história do Campeonato Paulista.
Naquele momento não éramos apenas andreenses…
Foi então que uma bola parada quase parou nossos corações… Bruno César fez Santo André 1×0.
Foi mais que um grito de gol.
Foi um grito de revolta a todos os jornalistas que durante a semana diziam que o Santo André não teria NENHUMA chance.
Não conseguia deixar de olhar o placar e imaginar o quanto os jornalistas teriam que se explicar. Afinal, o Santos era (e ainda é) o favorito, mas campeão, só após os dois jogos da final!
Fim do primeiro tempo, dá pra reunir a galera e fazer a foto histórica, do dia da final de 2010!
Começa o segundo tempo e… E vc sabe o que. Em poucos minutos o Santos conseguiu virar o jogo, e ainda criar uma vantagem maior (3×1). Nossa torcida olhava e não podia acreditar…
Claro que sentimos o baque. Claro que o teto ruiu sob nossas cabeças. Não tem como não sofrer…
Do outro lado… Só felicidade.
O placar, agora triste, mostrava Santo André 1×3 Santos.
Mas, aos poucos, o Santo André se recuperou em campo, ainda que logo tenhamos perdido o zagueiro Toninho, pelo segundo amarelo e consequentemente o vermelho.
O jogo seguiu truncado, e o Santo André, decidiu lançar-se ao ataque como um louco, o que abria as possibilidades do contra ataque santistas.
E foi com esse brio, que o Santo André conseguiu o que ninguém esperava. Um gol. Os 3×2 para o Santos aumentou a vantagem do time do litoral, mas manteve viva a esperança do povo de Santo André.
Fim de jogo. Hora de voltar pra casa. Felizes e orgulhosos pelo feito. Uma derrota que por incrível que pareça, teve gosto de vitória. Ao sair do Pacaembu, olhei pra traz e vi quanta gente havia ido ao jogo…
Obrigado Santo André! Obrigado Santos! Nos vemos domingo!
Além da paixão pelo futebol, o Punk sempre teve muito espaço e dedicação da minha vida, não só acompanhando os shows, mas também participando com a banda em que tocava e cantava: TERCERA CLASSE.
Essa é a capa do disco que lançamos em 2017, já depois da banda ter acabado.
Assim como no futebol, graças à banda conheci muita gente e muitos lugares que dificilmente teria conhecido. E um dos rolês que fizemos acabou marcando bastante na minha memória e por sorte, registrei algumas partes dele em uma câmera analógica.
A viagem foi muito legal e envolveu um show junto de algumas bandas locais e vários roles aleatórios pelos pontos conhecidos da cidade, chegando até a passarmos em uma cachoeira. Aqui, estamos eu, Gustavo (que foi o batera nesse show) e meu irmão Marcel (baixista):
Mas a paixão pelos Estádios já era uma realidade e fomos conhecer o Estádio Mané Garrincha !!!
O Estádio Mané Garrincha foi inaugurado em 1974 e pertence ao Departamento de Esportes, Educação Física e Recreação do Distrito Federal. Uma homenagem, ainda em vida, para o jogador Mané Garrincha, porém, na época tinha 40 anos e, não estando em forma física ideal, não pôde atuar no estádio que leva o seu nome. Uma pena que a nossa máquina fotográfica não era lá essas coisas…
O Estádio foi usado como palco de alguns shows memoráveis, o primeiro deles em 1988, com a Legião Urbana, que ficou marcado como um dos mais polêmicos da banda, graças às várias tretas na platéia e às bombas caseiras lançadas no palco, o que culminou no fim do show. Centenas de jovens foram hospitalizados e os sobreviventes decidiram queimar em público os discos da Legião Urbana. Depois disso, a banda nunca mais se apresentou em Brasília, sua cidade natal. Foi lá também o último show dos Mamonas Assassinas. Após aquele show, eles pegaram o avião que se chocou contra a Serra da Cantareira, vitimando toda a banda.
Atualmente, o Mané Garrincha é o principal Estádio do Distrito Federal e abrigou vários jogos do Gama e do Brasiliense. O estádio atualmente pode receber até 42.200 torcedores, mas já recebeu 51 mil pessoas, no jogo Gama x Londrina, em 1998. Para a Copa de 2014, planeja-se realizar as partidas sediadas em Brasília, para isso foi preparado um projeto de reforma, que irá durar três anos. Após as adaptações, a capacidade seria ampliada para 76.232 espectadores. Abraços! Seguimos pelas canchas….
A 75ª Camisa é mais uma das minhas camisas que veio do Perú, mais especificamente de Lima, capital do país.
E é incrível perceber como a cultura do “brasileiro padrão” sobre o futebol é tão limitada… Os times peruanos são praticamente desconhecidos pela maioria dos hinchas brasileiros.
Bom, é pra isso que eu escrevo esse blog… Então vamos à história do Club Alianza Lima.
O time foi fundado em 15 de fevereiro de 1901, com o nome de Sport Alianza, o nome Alianza Lima seria adotado posteriormente, por uma decisão popular.
É um dos clubes mais populares do Perú, mantendo acesa nos seus mais de 109 anos, a chama do amor no coração dos seus torcedores que o chamam carinhosamente de “Alianza Lima Corazón“…
No início de sua existência, a diversão era disputar partidas contra times como Atlético Chalacom, Independência, entre outros.
A primeira partida oficial, em 1929, foi contra o Jorge Chávez, no primeiro torneio organizado pela Liga Peruana de Futebol, numa década marcada pelas atuações do inesquecíveis jogador, “el maestro” Alejandro Villanueva, que junto de seus companheiros marcou a época como os “Negros Diablos“.
O sucesso internacional veio na década de 30, com um rolê feito pelo Chile, onde o clube teve ótimos resutados.
Os anos 40 apresentaram performances irregulares, somente em 1948 levantou uma taça.
Já os anos 50, marcariam o início do futebol profissional no Perú, destaque para a formação do time, de 1950:
Profissionalmente, a estréia do Alianza, em 1951 se deu numa vitória contra o Atlético Chalaco, por 2×1.
Os anos 60 trouxeram bons ventos ao time, já em 1962 trouxe um novo título nacional ao time, assim como seria em 1963 e 1965.
Em 1966, disputou a Copa Libertadores de América com o time abaixo:
Os anos 70 trariam uma nova geração de jogadores que conquistariam os campeonatos de 1975, 77 e 78.
O time de 1973:
O time de 1978:
Em 1976 disputou a Libertadores com o time abaixo:
A década de 80 foi marcada pelo triste acidente aéreo de 1987, onde faleceram todos os jogadores e comissão técnica, além de alguns torcedores. O time seguia bem para a conquista do título daquele ano.
Dez anos depois, em 1997, veio um novo campeonato.
O ano 2000 traz novamente a tristeza da morte ao clube, o volante Sandro Baylónes, também capitão da seleção Peruana sub 23 faleceu num acidente automobilístico.
2001 era o ano do Centenário, e além de vários reforços, o clube levou o brasileiro Paulo Autori para ser técnico do time, sem contar a presença do meio campo Palhinha. O time conquistou mais um Campeonato Nacional.
Em 2002, disputou a Libertadores no mesmo grupo de Cerro Porteño, Cobreloa e São Caetano, mas terminou em último, além disso foi convidado para disputar a primeira edição da Copa Sulamericana, sendo eliminado na terceira fase pelo Nacional, de Montevidéu.
Depois de 2002, ainda disputou a Copa Libertadores de América em 2003, 2004, 2005, 2007 e 2010, onde vem fazendo boa campanha, na liderança de seu grupo até o momento.
Destaque para a torcida Comando Sur, fundada ainda na década de 70:
Manda seus jogos no Estádio Alejandro Villanueva (já estivemos lá, clique aqui e veja como foi!), com capacidade para 35.000 pessoas: