Capivariano x Guaçuano – Quando amor e tristeza precisam conviver em um mesmo coração…

2 de março de 2012.
Sábado de forte calor no interior de São Paulo.
Partimos de Cosmópolis até Capivari, para mais uma rodada da série A3.
No caminho, vimos que o tempo podia mudar.
A esperada chuva parecia estar a caminho…

Nosso destino era Estádio Carlos Colnaghi, onde o Capivariano tem conquistado resultados que o colocaram na liderança da série A3 de 2012.

O adversário do time da casa é uma equipe bastante conhecida pelo nosso blog. Trata-se do Guaçuano.
E como a distância não é tão grande e a campanha do time verde e branco também é boa, a torcida visitante compareceu!

A torcida local também fez bonito.
Aliás, desde o ano passado que os projetos desenvolvidos pelo time e pela cidade para trazerem mais público tem dado resultado. Relembre aqui.

A cidade de Capivari tem conseguido conquistar o público, seja pelo bom futebol, seja pela diversão pra criançada…

Aliás, tem até um setor só para a molecada:

Ah, e… lá estávamos nós para acompanhar mais uma passagem do futebol do interior paulista!

Os amigos da rádio Cacique também estavam por lá, aproveito para mandar um abraço ao grande Bira que é repórter de campo e há anos acompanha o time local.

O estádio está cada vez mais colorido em vermelho e branco, com várias faixas e bandeiras. Aqui a do pessoal da “Guerreiros do Leão“:

Mas se as mais de 1.500 pessoas faziam bonito na arquibancada, o mesmo não podia dizer do time em campo… O leão estava manso…

O primeiro tempo virou um estranho 2×0 para os visitantes de Mogi Guaçú, preocupando os torcedores locais que se acostumaram com as vitórias em casa.

O segundo tempo veio e o torcedor local acreditava na reação!

A rapaziada do batuque seguia firme incentivando o Capivariano.

Em campo, o time parecia nervoso e chegou até a ameaçar uma briga após discussão mais acalorada…

Mas, o que se viu em campo foi uma ampliação do placar por conta do time visitante. No final das contas, nem o mais animado torcedor do Mandi podia imaginar um placar tão elástico. Capivariano 0x5 Guaçuano.
Festa na torcida visitante.

Duro golpe no líder, mas que deve ser bem compreendido.
O público que tem comparecido não pode desanimar…

O vermelho e branco tem que continuar a colorir o estádio e a cidade, lembrado que o time acabou de subir da segundona paulista e já tem a chance de chegar à série A2!

Da nossa parte, fica o orgulho mais uma vez de visitar a cidade e o estádio local e termos sido muito bem recebidos.

Ao fim do jogo, conseguimos ouvir uma bonita frase, mesmo após a derrota do time da casa:

Vale citar que o Capivariano ainda perdeu um penalty, já no finalzinho do jogo, mas mesmo assim, a torcida preocupou-se mais em apoiar do que em criticar o time.

Houve ainda um princípio de confusão com a diretoria e alguns torcedores do Mandi que estavam num espaço destinado a torcida local, mas nada que a polícia e a diretoria do Capivariano não resolvessem da melhor forma possível, sem violência.

A gente ainda teve que sofrer um pouco com as obras na estrada que em alguns momentos mantinham uma faixa única…

E depois com a chuva que nos acompanhou até a cidade de Campinas…

Mas… tudo ok. Tudo pelo futebol.

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Em busca do Estádio Perdido: La cancha de Union Espanola

Além de assistir a partidas, eu gosto bastante de visitar os estádios e poder vivenciar experiências mais “intimistas”.

E foi o que aconteceu em Santiago quando fomos visitar o Estádio do Union Española.

Ah, vale reforçar que visitar um estádio em dia normal é sempre uma aventura. E nem sempre dá certo. Tem estádios onde preferem manter os vistantes longe. No Estádio Santa Laura (esse é o nome do campo do Union Esapañola), tivemos a sorte de contar com dois seguranças muito gente boa.

Após uma espera de quase 1 hora (o time profissional estava treinando e o técnico não permitiu nossa entrada…) finalmente conseguimos conhecer a parte interna do estádio.

Além de conhecer o Estádio, pudemos bater um papo com alguns dos jogadores sub-20 que estavam por ali. A categoria de base do time é levada a sério e o sub-18 é o atual campeão chileno.

As cores amarelo e vermelho são homenagem à Espanha, mas confesso que também me fez pensar em como seria o estádio do Red Bull…

Ah, e por falar em Espanha, algumas pessoas tem um pouco de bronca em relação ao time da Union Española porque dizem que foi fundado por admiradores do General Franco, fascista espanhol. Atualmente, parece que o time não matém nenhuma ligação com esse tipo de corrente ideológica.

A gente pode andar pelas arquibancadas tranquilamente, mas o calor era muito forte, nem deu pra exagerar, mas valeu a pena!

Ali ao fundo, pode se ver ao longe os prédios que ficam lá no centro. Pra se ter uma ideia a gente demorou mais ou menos 15 minutos num taxi.

O Estádio é muito bem cuidado. Tem uma capacidade para mais de 30 mil pessoas e foi usado na semana seguinte à nossa visita, pela La U, num jogo da Libertadores contra o Godoy Cruz.

Mais um estádio para termos em nossa memória.

Aliás, comecei a forçar a memória e tentar lembrar de algum jogo da Union Española e foi quando eu ouvi o nome do treinador, que tudo ficou claro. O treinador é um ex jogador deles que também jogou no Brasil, pelo São Paulo: Sierra!

Enquanto andávamos pelo campo e observávamos alguns detalhes os caras começaram a irrigar o campo. Confesso que achei estranho, pois num calor daqueles a grama ia ser cozida.

Para maiores informações sobre o Union Española, o site do time é www.unionespanola.cl .

Fica aí mais uma experiência no rolê boleiro que segue nos ensinando tanto…

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Palestino 1×3 Universidad de Chile

Nosso rolê boleiro pela América Latina, deste ano (2012) nos trouxe novamente ao Estádio Nacional, para um jogo da Universidad de Chile, a “La U“. Para saber mais sobre nosso rolê boleiro pelo Chile de 2011, clique aqui.

O jogo era contra a simpática equipe do Palestino, que aliás era a mandante do jogo e preferiu fazer o jogo no Estádio Nacional, já que seu campo em La Cisterna é um pouco mias distante e mais acanhado. Assim, mesmo como torcida da casa, a barra “Los Baisamos” teve que ficar no espaço destinado aos visitantes.

A torcida da La U também não estava muito cheia, devido aos recentes problemas que tiveram com a polícia após um protesto contra a diretoria do time, em relação aos preços dos ingressos. Para maiores detalhes, vale ler este link.

Além disso, a barra “Los de Abajo” (a versão latina das organizadas brasileiras, guardados os detalhes que as diferenciam) está dividida, deixando o estádio menos cheio do que de costume.

Mas nada que tirasse a emoção de estar presente em mais um capítulo do nosso projeto “Futebol rompendo fronteiras”.

Aliás, teve outro que rompeu fronteiras e até invaiu o campo. El perrito “Pepe” queria participar mais ativamente da festa e acabou saindo escoltado, mas com todo cuidado.

Ao nosso lado esquerdo estava uma terceira torcida, formada pela rapaziada mais rockeira! Aliás, tem muito punk, skin e metaleiro no estádio.

E a polícia também esteve presente, principalmente porque estão de olho no pessoal da barra, depois dos incidentes.

Durante o jogo houve um corre corre, pois alguns hinchas estavam com trapos e faixas que a polícia não permitiu entrar (como punição).

O jogo começou duro e o Palestino chegou a segurar um empate por 1×1 por um bom tempo. Mas por fim, La U acabou vencendo por 3×1.

Trapos em mãos, hermanos!!!

Ainda que em menor número, o pessoal do Palestino usou e abusou das cornetas durante o jogo!

Aqui dá pra ver o bandeirão do pessoal de La U.

E uma visão geral do estádio, ainda bem vazio, antes da partida começar:

Ah, a Mari também tava no rolê e ali no fundo pode se ver o Gui!

Somos latinos, não se esqueça!

Caminhando pela América Latina

Palestino x La U:

Eu com um dos jogadores campeões do sub 18 da Union Espanhola, no Estádio Santa Laura:

Aqui, há poucos minutos atrás, no jogo do Penarol, pela Libertadores.

Aliás, triste derrota do Penarol, em frente de uma torcida tão linda…

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Amigos, chuva e derrota, em pleno ABC

Bragantino! Como sei que o amigo Anderson coleciona fotos de ônibus de times, fizemos algumas!

Ir a um jogo do Santo André continua sendo um programa que não faz sentido à maioria das pessoas. Difícil é explicar isso para 400 e poucos malucos que se encontram todo jogo, independente do resultado ou da fase.

E justiça seja feita, há malucos dos dois lados. Também teve o pessoal que veio de Sorocaba para assistir ao Atlético bater o Santo André por 2×1.

Embora o mando de jogo fosse nosso, jogamos mais uma vez no Estádio Anacleto Campanela. Rivalidade a parte, São Bernardo e São Caetano emprestaram seus estádios nos últimos 3 jogos.

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Em campo, típico jogo de A2. Muita marcação. Jogo forte, pegado.

Acima do campo, muita água. Chuva pra lavar a alma de quem ainda crê no futebol. O Santo André perdeu em campo. Aliás, não tem como negar que há tempos os resultados tem sido negativos.

Mas como explicar o sentimento dos que ainda seguem acerditando? Batucando, gritando, pulando, se emocionando por um time que dificilmente trará alegrias tão grandes em campo?

Como explicar os amigos que cada vez mais se aglutinam em torno de algo como o time do Santo André? Talvez, aos poucos e para poucos a ideia de que o futebol realmente é a expressão cultural (uma das) de um povo comece a fazer sentido. Espero!

Pra quem gosta de confundir rival com inimigo, fica a minha foto com o amigo da Bengala Azul, torcedor do São Caetano.

“É nóis”. Sinto que algo de novo pode acontecer nos estádios, nas ruas, nas cidades. Só depende da gente.

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126- Camisa do Leon de Huanuco

A 126camisa da coleção vem do Perú. É uma camisa pirata, adquirida numa loja em frente ao Museu das Catacumbas, em Lima. Quer saber mais sobre o nosso rolê boleiro por Lima? Veja aqui!

A camisa é do Club Social Desportivo de Leon de Huánuco, time fundado em 1906 por um grupo de apaixonados por futebol, do Colegio Nacional Leoncio Prado de Huánuco. Huánuco é uma cidade, capital da província de mesmo nome.

Como a maioria dos times, o León de Huánuco iniciou suas atividades disputando a liga local. Nos anos 60 a cidade viveu os anos dourados do futebol. Nesta época, o time começou a disputar a Copa Perú, da qual sairia vice-campeão, em 1972. A foto abaixo é do excelente blog www.fotosfutbolperuano.blogspot.com : A partir daí o time virou figurinha certa nos campeonatos peruanos profissionais, mas em 1979, caiu para a segunda divisão. Entretanto, no ano seguinte, em 1980, a equipe do León de Huánuco sagrou-se Campeão da Copa Perú e conquistou o retorno à série principal, com o time abaixo: (foto também de www.fotosfutbolperuano.blogspot.com) Em 83, nova queda. A década de 90 levou o time a disputar as divisões menores e a Copa Perú. A conquista da Copa do Perú se repetiria em 2009, contra o time “Tecnológico Suiza”, o que garantiu também o acesso à primeira divisão.

Em 2010, chegou a disputar a final do campeonato nacional contra o time da Universidad San Martín, empatando o primeiro jogo em 1×1, mas perdeu a partida de volta por 2 x 1. Mesmo perdendo o título, o time conqusita o direito de participar de sua primeira Copa Libertadores de América, caindo no grupo do Junior de Barranquilla, Oriente Petrolero e do Gremio-RS. O time não passou da primeira fase. Em 2011, o time ficou em 5º lugar na Liga Peruana, classificando-se para a Copa Sulamericana. Aqui algumas canções de sua torcida: Veja como é um jogo dos “Leones”:

O site oficial do time é http://leondehuanuco.net/

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Ramalhão vence São Caetano no basquete

Ontem decidimos fazer um passeio noturno que há tempos não fazíamos. Fomos até o Ginásio Pedro Del’Antonia ver o derbi Santo André x São Caetano, no basquetebol feminino.

Infelizmente, se o futebol da região já anda com pouco prestígio, o basquete feminino também tem sofrido com o desapego da população e dos políticos locais.

O time de São Caetano ainda não venceu uma partida sequer e foi presa fácil para o Santo André / SEMASA.

A equipe andreense, que joga de amarelo, deve se classificar para os playoffs e aí sim o campeonato promete pegar fogo.

Alguns torcedores do futebol também estavam por lá para acompanhar o elástico placar, que terminaria em 76 a 55.

Um passeio legal. A entrada é gratuita, dá pra deixar o carro em frente do ginásio, sem maiores problemas ou cobranças e pode se ver um pouco do espírito esportivo que as vezes falta no futebol.

A técnica Lais Elena mais uma vez mostrou que sabe tudo e mais um pouco de basquete e ajudou a equipe andreense a facilitar a vitória.

O próximo jogo do Santo André é contra o Maranhão Basquete, segunda-feira.

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Santo André x Palmeiras B

Só pra constar aos meus amigos amantes do rock e do futebol, na semana passada conseguimos fazer aquilo que sempre sonhamos.

Levamos o rock para as arquibacadas!

A sede a Fúria Andreense recebeu a turnê da banda argentina Muerte Lenta. Tocaram ainda 88Não! (do ABC) e Visitantes (que é a banda formada por mim, a Mari e o Gui.

Pra quem quer ver como está o nosso som:

Esse ao centro é o Tano, vocal do Muerte Lenta e fã do Ramalhão desde sua primeira estadia no Brasil, em 1999:

Mas além do show, também teve jogo. Em casa, pero no mucho.

Como o Estádio Bruno José Daniel segue com problemas, o jogo rolou no Anacleto Campanela.

Some esse problema ao fato de estarmos na série A2 e o resultado é … público pequeno…

Assm, somamos aos trapos e faixas do Santo André, a do Muerte Lenta!

O jogo era entre Santo André e Palmeiras B, duas equipes que tendem a ocupar as posições dianteiras da A2.

E lá estávamos nós!

A Fúria Andreense teve “problemas de relacionamento” com a polícia local e não pode entrar com suas faixas, nem camisas.

Em campo, um jogo pegado. Primeiro tempo virou 0x0.

No segundo tempo, além de terem que entrar sem seus uniformes, a Fúria foi praticamente expulsa do Estádio pela polícia militar.

O segundo tempo foi marcado pela melhor atuação do Sato André, que abriu um 2×1, garantindo mais três pontos!

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A volta da séria A2 (2012)

Nessa quarta feira, a série A2 voltou à ativa.
Sem dúvida os estádios do interior de São Paulo terão dias de emoção, diversão e agito!

Nós fizemos nossa parte como torcedores e fomos até o Estádio Municipal Doutor Augusto Schmidt, em Rio Claro para assistir à estreia do Santo André frente ao Rio Claro.

Aproveitamos a faixa pra fazer um “merchan” da nossa banda, o “Visitantes“.

Os estádios seguem como sempre… Torcidas Organizadas, faixas, pouco público… E tudo o que for necessário pra sua proteção…

A torcida local compareceu, aqui o pessoal da Sangue Azul.

Fomos bem recebidos pelo público local e mesmo próximas as duas torcidas não se provocaram, mantendo um clima familiar na estreia.

Em campo, um jogo difícil de jogar e de assistir.
Partida disputada e truncada, atrapalhada pela falta de ritmo dos dois times.

O Estádio Municipal Dr. Augusto Schimidt Filho possui ainda um lado coberto, que contou com a presença de alguns torcedores.

Aí estão os dois lados da cor azul…

Embora fosse a estreia da série A2, pra nós já era a terceira viagem do ano, após acompanhar o time na copinha, na cidade de Leme.

Fica aí nosso alo para os torcedores das duas equipes que acabaram empatando por 1×1.
E preparem-se para 2012, porque o ao promete jogos e estádios fantásticos!

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