Rolê 2018 pelo interior paulista: Lençóis Paulista (parte 1 de 27)

Após termos relatados os dois jogos que assistimos durante nossa tour (Andradina x Talentos 10 e Tupã x Osvaldo Cruz) vamos finalmente começar a dividir o que foi nossa viagem.

Começamos pela cidade dos livros, Lençóis Paulista (a biblioteca municipal possui mais livros que o número de habitantes da cidade, que é estimado em 66.664 pessoas). E aproveitamos para conhecer 3 livros que contam a história da cidade:

Só de dar uma olhada nos livros, já comecei a me empolgar, pois encontrei várias fotos do time local, que até então eu não conhecia:

Nos anos 50, o time era chamado de “Demolidor da Sorocabana”, e olha aí um registro da época:

Nos anos 80, o time teve três grandes momentos. Em 1983, conquistou a terceira divisão paulista de forma invicta!

Outro bom momento foi em 87, quando realiza na segunda divisão a melhor campanha da primeira fase, dentre os 52 times participantes de todo o Estado. Por fim, em 1988, quando disputou a intermediária e ficou muito próximo de chegar à primeira divisão.
Em 1999, o CA Lençoense ainda chegou a final da Série B2, perdendo o título para o Flamengo de Guarulhos. Enfim…
Chegamos na cidade na noite de 4a feira, 30 de maio de 2018, e após passarmos a noite num hotel local, fomos finalmente conhecer o Estádio Municipal Archangelo Brega, localizado na região central da cidade.

O estádio era a casa das equipes locais nas disputas profissionais da Federação Paulista. E foram duas equipes que realizaram essa façanha: o Clube Atlético Lençoense, fundado em 1949.

E o tradicional time da Usina local, a Associação Atlética Barra Grande:

A AA Barra Grande também chegou a mandar jogos amadores em seu campo dentro da própria Usina, por isso fizemos questão de ir até lá ao menos pra conhecer o lugar atualmente.

Mas nosso objetivo maior era mesmo registrar o Bregão, e suas arquibancadas com capacidade para mais de 5 mil torcedores, a começar pela antiga bilheteria.

E vamos dar uma olhada por dentro do estádio:

Atualmente, o estádio está interditado para jogos, mas pelo que ouvimos dos moradores locais, tudo está sendo feito para que as competições amadoras da cidade voltem o quanto antes a serem disputadas ali.

O estádio possui vários lances de arquibancada ao redor do campo e ainda uma parte coberta, charmosa demais!

Atrás do estádio tem uma fábrica de macarrão (da marca Orsi) e por isso tem essas estrutura industriais meio caóticas, que também ajudam a dar um toque único ao Bregão.

Olha os bancos de reservas:

Como em boa parte dos estádios, o Bregão possui um responsável (um zelador mesmo) que mora lá mesmo, em uma construção junto às arquibancadas e ele foi muito simpático em esclarecer algumas dúvidas que tínhamos, por exemplo, confirmando que o time da Usina mandou no Bregão mesmo os jogos do campeonato Paulista.

Atualmente, o estádio tem um espaço reservado à Liga Lençoense de Futebol Amador, uma sala cheia de troféus e muitas histórias.

Enquanto o Bregão segue interditado, o futebol amador local tem mandado seus jogos no Estádio Eugenio Paccola. E também demos um pulo lá pra conferir!

Deu até pra dar uma passadinha e conhecer o enorme complexo esportivo do CE Marimbondo!

Como era o feriado de corpus christie, a cidade estava tomada pelos tradicionais tapetes típicos.

Conseguimos abastecer o carro, o que significava… hora de por o pé na estrada!

Apenas um último olhar na cidade…

Próxima parada: Gália! (Pepare-se Asterix!!!)

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Em busca do Estádio perdido em Rotterdam (parte 2)

Olha que legal achei aqui nos meus arquivos, um outro rolê por Rotterdam!

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Um registro de quando estivemos em Rotterdam e após termos conhecido a casa do Sparta (veja aqui como foi) foi a vez de conhecer a casa do Feyenoord Rotterdam.

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O Feyenoord Rotterdam manda seus jogos no Stadion Feijenoord, também conhecido como Estádio de Kuip (traduzido para o português como “a banheira”).

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Infelizmente, não conseguimos entrar pra conhecer a parte interna do estádio…

O estádio foi inaugurado em 1937, na época com 64.000 lugares. Como não consegui entrar, peguei duas fotos para dar pra conhecer um pouco das arquibancadas:

Atualmente, suas arquibancadas comportam 51.480 pessoas.

É uma arena moderna (já recebeu shows do U2, do David Bowie, Michael Jackson, Guns N’Roses, entre outros…), enorme, localizada um pouco distante do centro da cidade.

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Dá pra chegar fácil de transporte público, mas como toda arena tem uma área externa gigante, ou seja, vc ainda anda um bom pedaço até entrar de verdade no estádio. A estação leva o nome do estádio.

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Olha aí os trilhos do tram que nos levou até lá!

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E aqui, o mapa do estádio:

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Um último olhar, e lá vamos nós!

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Em busca do Estádio perdido em São Luís – Parte 1: "Nhozinho Santos"

O jogo de sábado entre Mauá x Itararé (15/4/2018) me animou pra postar mais algumas fotos de viagens recentes em busca de Estádios perdidos por esse mundão… O Estádio dessa vez foi o Nhozinho Santos, lá no Maranhão, onde os times de São Luis mandam seus jogos. Mais uma bilheteria pra nossa coleção! Batemos um papo com o pessoal que cuida do estádio e que entende do futebol local. O Estádio Nhozinho Santos foi inaugurado em 1 de outubro de 1950. Uma pena ter várias placas e não ter uma da inauguração 🙁 Uma pena não termos conseguido acompanhar uma partida aí… Ao menos fica o registro da nossa presença em mais um estádio incrível do Nordeste! E lá vamos nós conhecer mais uma cancha!

O nome do estádio é uma homenagem a Joaquim Moreira Alves dos Santos, importante esportista do estado do Maranhão. O recorde de público do estádio é de 24 865 pessoas em 26 de março de 1980, quando o MAC empatou com o Vasco da Gama em 0 a 0. E olha que tem bastante arquibancada pra encher… O nosso Santo André já realizou um jogo nesse estádio, pela Copa do Brasil, quando eliminamos a “Bolívia querida”, mesmo com a derrota de 3×2.

Naquele jogo, até onde eu sei não tivemos nenhum torcedor ramalhino. Então, alguns anos depois… Aqui estamos nós!

Um último olhar para as arquibancadas locais… Fica nossa homenagem aos times do Maranhão, em especial de São Luis.

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Tour interior paulista 2017 – Parte 3: Ibitinga

Ibitinga

Depois de passar por Bariri, a terceira parte do nosso rolê nos levou até Ibitinga, cidade onde vivem cerca de 50 mil habitantes, e que é bastante conhecida como a capital nacional dos bordados, tanto que em julho de 2017 acontecerá a 44a edição da feira do setor!

44a feira do bordado de ibitinga

A cidade ainda está cercada de natureza e acabamos ficando numa pousada no meio de toda essa vida!

Ibitinga
Ibitinga

Acordamos com o cantar do galo, e curtimos a neblina da manhã!

Ibitinga
Ibitinga

Chegamos na cidade bem no dia da festa da igreja local, em comemoração ao Corpus Christie.

Ibitinga - Festa Corpus Christi

Aí não teve outro jeito, se não… curtir a festa.

Ibitinga
Ibitinga

Com destaque para as deliciosas goiabas vendidas na rua, no meio de uma feira que oferecia de tudo!

Ibitinga - Goiabas

Sempre achei que já tinha ouvido falar de Ibitinga, e não achava que era por causa dos bordados. Só quando voltamos para Santo André é que lembrei da polêmica fonte restaurada! Por sorte, tinha tirado uma foto dela!

Ibitinga

Essa é a foto que compara como é e como ela era.

Fonte em ibitinga - antes e depois

Um outro registro importante que fizemos foi de algumas construções que mantém a arquitetura do início do século passado.

Ibitinga
Ibitinga

Essa era a antiga estação de trem da cidade:

Ibitinga

A noite fomos jantar na “La Bella Pizzaria”.

Ibitinga - La Bella Pizzaria
Ibitinga

Mas, nosso objetivo na cidade era conhecer a casa dos times locais, o Estádio Manoel Martins, onde o Americano e o Rio Branco mandaram seus jogos nas disputas oficiais da Federação Paulista de Futebol.

O Americano Esporte Clube participou de apenas um campeonato profissional estadual, a quarta divisão, em 1977, o ano de sua fundação.

Já o EC Rio Branco teve uma história mais completa, tendo iniciado no amadorismo e depois chegando a disputar as divisões de acesso até suspender as atividades por problemas financeiros.

Distintivo do EC Rio Branco de Ibitinga

Atualmente só o EC Rio Branco segue existindo, no futebol amador e ainda usando o Estádio Manoel Martins.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

O time entrou pra história ao se tornar campeão paulista da terceira divisão, em 1970. Na disputa, o time só perdeu uma partida (para o Nevense). Na final venceu o Sertãozinho por 2 a 0. Este foi o time campeão:

Time do Rio Branco de Ibitinga campeão da terceira divisão de 1970

Mas, a história do time é antiga. Foi fundado em 1926 como Rio Branco Futebol Clube, recebendo a atual denominação em 1946. É bacana ver o time ainda vivo, nos dias atuais. E claro, fica o sonho de ver o time de volta no profissionalismo…

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Outro time da cidade fez história nesse estádio, foi o América EC.

O time disputou o Campeonato Amador do Estado. Aqui, foto do time de 1948, lá do site do Bandeira Paulista, administrado pelo amigo Luis Marcos:

O América Esporte Clube conquistou o título do Campeonato de Futebol Amador do Interior, em 1950.

Mas o distintivo na parede do estádio pertence ao alvinegro Rio Branco.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga
Estádio Manoel Martins - Ibitinga

O Rio Branco disputou 18 Campeonatos Paulista de Futebol, marca de respeito, que permanecerá imbatível por muito tempo na história de Ibitinga.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

O estádio segue lá…. Com suas bancadas esperando a volta da torcida…

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Fizemos um vídeo na parte interna do estádio, pra se ter uma melhor ideia de como ele é, dá uma olhada:

Com o título de 1970, o Rio Branco disputou a divisão de acesso para a elite do futebol paulista (equivalente a A-2 atual), mas no ano seguinte, afastou-se dos gramados.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga
Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Pausa para o momento “natureza” no estádio, com o pouso dos pássaros no alambrado.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Em 1976, o Rio Branco retornou aos gramados profissionais, na Terceira Divisão, e disputou mais 12 temporadas nos campeonatos da Federação Paulista de Futebol, quando finalmente licenciou-se até os dias atuais.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Restam a memória e as lembranças. E um estádio que já teve dias de glória, com a torcida fazendo parte integrante do dia a dia e da cultura da cidade.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Agora, o time sobrevive no amador, mas acredite, as dificuldades são maiores do que se pode pensar.

Em 2014, o vestiário do time foi incendiado, queimando boa parte de sua memória, incluindo troféus do passado…

Aparentemente, tudo já foi reformado e as coisas parecem seguir dentro do possível…

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Fica nossa esperança de que o time continue a existir, enfrentando todas as dificuldades que surgirem.

Estádio Manoel Martins - Ibitinga

Antes de seguir nossa viagem, também tivemos tempo para dar uma parada no Estádio Municipal de Ibitinga e registrar algumas imagens.

Estádio Municipal de Ibitinga - Nicolão
Estádio Municipal de Ibitinga - Nicolão

Não encontrei registro de partidas oficiais disputadas neste estádio, apenas amadoras. Mas fica um vídeo pra conhecermos também este estádio.

E nós, seguimos na estrada, dessa vez, indo até Novo Horizonte!

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Tour interior paulista 2017 – Parte 2: Bariri

Dando sequência ao nosso rolê de “Pré inverno”, saímos de Barra Bonita (veja aqui como foi) e chegamos em Bariri, cidade logo após Jaú (já estivemos lá outra vez, por isso não a incluímos em nosso roteiro, mas veja aqui como foi acompanhar uma partida do XV e aqui como foi uma visita ao Estádio Zezinho Magalhães). Bariri Atualmente cerca de 40 mil pessoas vivem em Bariri. A principal fonte de renda do município são as suas indústrias e a agricultura, com foco na cana-de-açúcar. Almoçamos por lá, no restaurante “Sucata”. Bariri Demos um rápido rolê pelo centro, pra pelo menos curtir um pouco da arquitetura ainda preservada em diversas casas e comércios. Arquitetura Bariri Bariri

É muito legal ver que as coisas podem continuar a existir mantendo uma série de construções lindas de quase cem anos de história!

Bariri Como não podia deixar de faltar… A igreja e a praça matriz! Bariri Falando um pouco sobre o futebol na cidade, vale ressaltar que já existiram vários times defendendo a cidade, do Sport Clube Resegue, time da tradicional família Resegue: Distintivo Sociedade Esportiva Resegue Time do Sport Clube Resegue Depois tivemos o EC Municipal: Distintivo do Esporte Clube Municipal O EC Bariri, que usava o próprio brasão da cidade como distintivo: Distintivo do EC Bariri E, por fim, o polêmico CAL Bariri, que foi o time do Clube Atlético Lençoense que migrou para a cidade e passou a mandar ali os seus jogos. Distintivo CAL Bariri Já vimos um jogo contra o CAL Bariri, em 2009, lá em Paulínia, contra o time local. Clique aqui e lembre como foi . Paulinia x CAL Bariri Nossa missão era conhecer e registrar o Estádio Municipal Farid Jorge Resegue, palco de todos esses times locais. Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri O Estádio fica em um quarteirão que tem em um de suas esquinas o cruzamento da São João com a General Osório, numa rua bem pacata. Estádio Farid Jorge Resegue Bariri Para tirar umas fotos de dentro, encontramos um “novo portão” de acesso. Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri E grata surpresa! Um estádio que parece ter parado no tempo, do ponto de vista do charme e da arquitetura típica do início do século XX! Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri A pergunta que fica é: quantas histórias, partidas e aventuras não devem ter acontecidas nesse campo? Da nossa parte segue o orgulho em registrar mais um templo do futebol, que torcemos volte a ser utilizado nas disputas oficiais da Federação Paulista! Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Por hora, os muros estão passando por uma reforma, e aparentemente também alguns detalhes da parte interna. Mas olha que interessante o entorno do campo feito em paralelepípedos! Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Que a energia siga viva! Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Vamos dar um giro via vídeo?

Gosto muito quando os estádios conseguem manter as árvores ao seu redor, deixando uma cara mais “ecológica”.

Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Olha aí o banco de reservas. Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Interessante como os gramados seguem bem cuidados. Parece que o futebol amador vem fazendo bom uso do estádio. Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Em 2009, o Lençoense trouxe o futebol profissional de volta ao estádio, desde que o Sport Club Resegue disputou as divisões inferiores, na década de 1960. Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Suas arquibancadas tem capacidade para cerca de 3 mil torcedores, mas segue esvaziada depois que o CAL Bariri se licenciou da Federação. Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri Mesmo sabendo das dificuldades para se manter um time de futebol, seguimos na torcida para que a cidade de Bariri consiga o mais cedo possível um time para chamar de seu e voltar a ocupar o Estádio Farid Jorge Resegue! Estádio Farid Jorge Resegue - Bariri E de Bariri, seguimos caminho para Ibitinga!

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Em busca do Estádio perdido em Florianópolis – A casa do Figueirense

Orlando Scarpelli, casa do Figueirense Futebol Clube e que fica na parte continental da cidade de Florianópolis, no bairro Estreito.

Estivemos por lá em mais uma visita feita ao Marcel, meu irmão, que vive no lado sul da Ilha.

Antes de entrar demos uma passada na loja do clube.

E também pelo memorial do clube.

Quantas belas e históricas camisas estão ali eternizadas…

O nome do estádio é uma homenagem ao empresário Orlando Scarpelli, que presidiu o clube por vários anos na década de 40.

Vamos dar um role por dentro?

O estádio tem passado por obras de melhorias constantes nos últimos 10 anos. Ele é o maior estádio da capital de Santa Catarina.

Suas arquibancadas já receberam 38 mil pessoas, mas após as alterações exigidas pela CBF (que diminuíram a capacidade de todas as canchas brasileiras), o Orlandão só pode receber até 20 mil torcedores.

Mais um estádio de grande importância do futebol brasileiro devidamente registrado!

Ainda não tivemos a oportunidade de ver um jogo nele, mas com certeza ainda teremos essa oportunidade.

O estádio tem a inscrição “A maior torcida de Santa Catarina”. Será que essa marca ainda é válida, ou o crescimento da Chapecoense mexeu com os números?

O que sabemos é que sua torcida segue apaixonada fazendo barulho nas bancadas.

Uma última olhada nas bilheterias…. E sigamos pelo mundo!

É isso aí chapeuzinho vermelho, nós nos orgulhamos de tirar fotos em frente aos estádios…

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Em busca do Estádio Perdido em Alumínio

Brasão Alumínio

Dando sequência ao nosso rolê pela região de Sorocaba, após visitarmos a cidade e o Estádio de Mairinque foi a vez de conhecermos a cidade de Alumínio.

Alumínio

A cidade, que possui cerca de 16 mil habitantes, cresceu em torno de dois fatores: a Estrada de Ferro Sorocabana e a Companhia Brasileira de Alumínio.

Alumínio

As casas lembram um pouco as tardicionais colônias que eram formadas em torno de usinas e fábricas principalmente no interior do estado de São Paulo.

Alumínio

Estivemos por lá para conhecer o Estádio José Ermírio de Moraes, onde a Associação Atlética Alumínio.

Distintivo da Associação Atlética Alumínio

Recentemente o distintivo do time ganhou uma nova versão um pouco mais moderna, mas sem perder a sua essência:

Distintivo da Associação Atlética Alumínio

A Associação Atlétcia Alumínio foi fundado em abril de 1947 como forma de lazer dos trabalhadores da Companhia Brasileira de Alumínio. Essa é a frente do estádio.

Estádio Associação Atlética Alumínio
Estádio Associação Atlética Alumínio
Associação Atlética Alumínio

Estive com a turma toda (Mau, Mari, Leny e Osvaldo):

AA Alumínio

Vamos conhecer o estádio?

A A.A. Alumínio teve 11 participações no Campeonato Paulista de Futebol, mas atualmente está licenciada. Entretanto no dia de nossa visita, o time de veteranos estava jogando por lá, pelo amador.

Estádio Associação Atlética Alumínio
Estádio Associação Atlética Alumínio
Estádio Associação Atlética Alumínio

O time esteve na ativa dos profissionais entre 1964 a 1974, esse era o time de 1970 (encontrei a foto no blog wilson-ribeiro.blogspot.com.br.

Associação Atlética Alumínio

Aqui, outro quadro do passado:

Associação Atlética Alumínio

As arquibancadas estão muito bem conservadas, assim como o estádio em geral.

Estádio Associação Atlética Alumínio

Pra quem quer matar a saudade da camisa do time, aí vai uma foto de um dos atletas do time de veteranos:

Camisa da Associação Atlética Alumínio

E o jogo tava bom!! Assistimos uma boa parte do primeiro tempo.

Camisa da Associação Atlética Alumínio
Estádio Associação Atlética Alumínio
Estádio Associação Atlética Alumínio

Sempre faço questão de registrar uma foto da minha presença no estádio, pois pra mim é um grande orgulho estar em um local tão importante!

AA Alumínio
Estádio Associação Atlética Alumínio

Ao fundo pode se ver a Companhia Brasileira de Alumínio.

Estádio Associação Atlética Alumínio

O gramado também segue em boas condições.

Estádio Associação Atlética Alumínio

Nota de 2022: atualmente a cidade possui um novo time: o Sharjah Brasil FC

Estádio Associação Atlética Alumínio

Mais um registro histórico! Rumemos para novas aventuras. Obrigado!

Estádio Associação Atlética Alumínio

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180 – Camisa do Batatais F.C.

Camisa do Batatais

A 180a camisa do Blog é mais uma vez do interior paulista, dessa vez da cidade de Batatais!

Foi presente da amiga Giovanna Vernucio, que tem família por lá! Mais uma vez, obrigado!

Trata-se de uma camisa comemorativa do Batatais Futebol Clube!

Fundado em setembro de 1919, o Fantasma da Mogiana nasceu como dissidência do Riachuelo FC.

Manda seus jogos no estádio Dr. Oswaldo Scatena, vulgo Scatenão ou Ghost Arena.

O clube ganhou o então apelido “Fantasma da Mogiana”, devido ao temor que provocava nos adversários da região e nos demais clubes do estado que disputavam Amistosos.

Esse era o time de 1945:

Aqui, o time de 1959:

Esse jogou nos anos 60:

Já em 1974:

Saiba mais sobre o time em www.batataisfc.com.br .

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Torcida do Sertãozinho dá show no acesso à A2-2017

8 de maio de 2016.
O domingo fecha um fim de semana de acessos!
Um dia após acompanharmos o Santo André voltar à série A1 do Paulista, em Barretos, fomos até Sertãozinho assistir a equipe local chegar a final da A3 e consequentemente conquistar o acesso à série A2 e a festa não podia ser melhor!

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O Sertãozinho manda seus jogos no Estádio Municipal Frederico Dalmaso, o “Fredericão”.

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O campo estava cheio, e todo mundo muito animado, acreditando na classificação!

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A torcida lotou todo e qualquer espaço do estádio destinado ao público local!

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Vem comigo dar uma volta e sentir o clima do jogo!

Tudo isso, para sua segurança!

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Pude conhecer pessoalmente o amigo Renan!
E é pra isso que o futebol serve: fortalecer as amizades!

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Pra quem não sabe, o estádio tem ainda uma pequena área coberta, junto das cabines de imprensa. Tudo muito bacana!

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Mas a festa estava mesmo no meio da torcida.
Uma pena que a Federação não permita que as organizadas entrem com suas faixas e camisas, mas mesmo assim, o pessoal de Sertãozinho pintou de grená e branco a cancha local, com direito a tirantes e tudo!

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Dá uma olhada no que tinha de gente!

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E esse pessoal ajudou o time a segurar um 0x0, meio morno, mas que garantiu a vaga do time local na A2 de 2017!

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Outro destaque pro rolê fica para o encontro, ali nas bancadas mesmo com o amigo Nequinha, lateral direito pé quente, que acabou conquistando mais um título, desta vez da A3! Valeu, amigo!

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E já que o time saiu campeão, não pode faltar a foto dos vencedores!

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De volta!!!!!!