1ª rodada do Campeonato Paulista 2024

Sim, amigos, o Campeonato Paulista série A1 começou e sábado a noite fomos até o Morumbi para acompanhar a estreia do Ramalhão e do Tricolor.

Embora a chuva tenha caído o tempo todo, tivemos uma boa noite de futebol e festa nas arquibancadas!

E se os times vêm a campo, é hora de acabar com a garganta!!

Então, lá vamos nós a mais uma partida!

Aí o pessoal da Fúria Andreense!

Olha a Esquadrão!!

Pra quem torce para os times da capital, talvez sejamos motivo de piada. E não esquento a cabeça com isso… Mas é o time da nossa cidade, do nosso dia-a-dia, não tem como não estar na arquibancada feliz de mais um jogo ao lado do Santo André!

Em campo, o jogo nem começou e… penalty pro São Paulo, convertido por Lucas Moura:

A torcida do Ramalhão sabe como é e parece não se importar… Segue o apoio!

O Estádio do Morumbi é mesmo gigante…

E é necessário ressaltar a ótima presença de público da torcida local, e a festa fica com a Torcida Independente

E com a Torcida Dragões da Real:

Mas se não somos os mais numerosos, nossos corações estão longe de serem frios!

A recompensa vem em campo: o Ramalhão empata com Cléo Silva!

É pra festejar mesmo embaixo de chuva!

Esqueça o amanhã! Eu só quero viver esse rolê!

Nossa felicidade dura pouco. Ainda no primeiro tempo, Luciano aos 38 e Diego Costa aos 41 dão números finais à partida: São Paulo 3×1.

Vamos lá, Marques! É apenas nosso primeiro jogo!

O Santo André criou outras chances…

Não acho que o time do Santo André tenha jogado mal. Tecnicamente, o São Paulo é melhor, mas taticamente o enfrentamento foi bem interessante. Só nos resta seguir em frente e como os demais times do interior, seguir lutando!

E quem disse que a bancada azul e branca desanima?

O técnico Fernando Marchiori levou o Santo André a campo com Luiz Daniel; Zé Mateus, Afonso, Walce (Luiz Gustavo), Igor Fernandes e Edimar (Geovane); Wellington Reis, Dudu Vieira (Marciel) e Felipe Ferreira; Lohan e Cléo Silva (Richard).
E, com os seus valentes torcedores na bancada!

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O futebol em Itabaiana (SE)

Na virada de 2023 para 2024, tivemos a oportunidade de conhecer melhor o Estado do Sergipe. Fomos de Aracaju até São Francisco de Canindé, para conhecer o Rio São Francisco, e seus canions, e posso dizer que foi incrível!

Em um post futuro ainda vou falar mais de Canindé do São Francisco, de suas belezas e do Estádio local, mas no caminho para lá, fizemos uma parada em Itabaiana para finalmente conhecer o estádio da Associação Olímpica de Itabaiana.
O time esteve presente na minha infância graças aos jogos de futebol de botão:

A Associação Olímpica de Itabaiana foi fundado em 10 de julho de 1938 da união entre o Brasil Football Club e o Balípodo Club Santa Cruz.
Inicialmente recebeu o nome de Botafogo Sport Club, mas três meses depois passou-se a chamar Itabaiana Sport Club.
No início da década de 50 ocorre a mudança definitiva para Associação Olímpica de Itabaiana.

A primeira partida ocorreu em 14 de agosto de 1938, sob o nome de Botafogo Sport Club, contra o Guttemberg Football Club de Aracaju.
Em 1960, estreia no profissionalismo e o primeiro título de campeão sergipano chega em 1969. A foto é da fanpage oficial do clube:

Em 1971, sagra-se campeão da Taça Nordeste, a fase regional do Campeonato Brasileiro da Série B de 1971.
O segundo título estadual chegou em 1973, e na sequência chega o pentacampeonato de 1978, 79, 80, 81 e 82. Foto da matéria da Globo.com sobre a morte do centroavante Damião:

15 anos foram necessários até o próximo título em 1997, com direito a foto do poster da Placar:

Em 2005, outro título, dessa vez contra o Lagartense e pela primeira vez conquistado em seu estádio.

Em 2012, nova conquista! Foto do site Posters de times campeões:

Em 2023 chega o 11° titulo! Deu pra ver a força do Itabaiana no futebol sergipano?

E lá fomos nós para conhecer o Estádio Etelvino Mendonça, o “Mendonção“!

O estádio foi inaugurado em 7 de março de 1971 num 0x0 contra o Grêmio-RS.

O estádio fica no centro da cidade, entre a Praça Etelvino Mendonça e a Avenida Manuel Francisco Teles.

Importante ressaltar que até 2016, o nome do estádio homenageava um militar envolvido no golpe de 64 e por isso foi renomeado com o nome do antigo estádio, onde jogaram até 1971.
Etelvino Mendonça foi tabelião, vereador e prefeito de Itabaiana e trabalhou no incentivo ao esporte do município, tendo levado a primeira bola de couro ao município.

Entre 2009 e 2010 o estádio passou por uma grande reforma e atualmente também está em obras (até por isso mandou o jogo de estreia em Aracaju, no Batistão).

Pelo visto vem aí um gramado novinho!

Olha aí o gol do lado direito:

Aqui, o gol da esquerda:

E o meio campo:

E olha a parte “minimamente” coberta e também os espaços dedicados à imprensa:

Pô, muito legal poder estar aqui! Uma pena não dar pra pegar um jogo…

Olha que lindo o escudo do time ali atrás do gol!

O pessoal estava trabalhando a toda!

Um último olhar antes de voltar à estrada rumo ao sertão sergipano!

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A Copa SP na cidade de Salto

Já estivemos em Salto algumas vezes, seja para registrar o Estádio Alcides Ferrari, a sede do Guarani de Salto, o Estádio Luiz Milanez, lembra dele? Ele fica em uma ilha no rio Tietê, aliás olha como está alto o rio Tietê, no dia da nossa visita. O volume estava 4 vezes maior que o normal.

Dessa vez nosso foco foi registrar uma partida do mata-mata da Copa São Paulo 2024 entre o Botafogo-SP e o Floresta-CE:

Ah, e claro, também aproveitamos para registrar o Estádio Municipal Amadeu Mosca!

O Estádio Municipal Amadeu Mosca foi inaugurado em 1982 e chegou a receber um derbi entre a Associação Atlética Saltense e o Guarani (1×1), pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Profissionais.
Cerca de 7 mil torcedores estiveram presentes naquela partida!

Apenas a partir de 1º de maio de 1992, o Estádio Municipal passa a se chamar “Amadeu Mosca“. E que estádio, hein?

Vale reforçar que a cidade conta com um novo time, o Sfera FC, fundado em 2021 como clube empresa, focado na formação de atletas. Uma pena que por ter se classificado em 2º, o Sfera foi jogar em outra cidade nesse mata-mata …

Ainda bem que o Sfera FC surgiu, porque um estádio com essa estrutura precisa rapidamente estar utilizado!

Aqui, o meio campo:

O gol da direita:

O gol da esquerda:

Quem mora na portinha acima dos sanitários?

Infelizmente o público não foi tão grande na partida, já que as duas equipes não possuem grandes ligações com a cidade de Salto…

Mas, o que vale é ter mais um estádio registrado durante uma partida!

O mais incrível é que o estádio pode ampliar suas arquibancadas se um dia quiser…

Mais um estádio que investiu em ter algumas áreas cobertas – o que pra Copinha significa muito!

E as bancadas tem um azul bem bonito, o estádio está todo limpo, e muito bem cuidado!

E assim, seguimos…

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As Mil Camisas e a Copa SP 2024 em Cravinhos

Bem vindo a Cravinhos, uma cidade que há muito tempo não tem um time disputando os campeonatos oficiais da Federação Paulista e que aproveita a Copa São Paulo para matar a saudade do futebol.
A foto acima é do Estádio João Domingos Martins (já havíamos estado por lá em 2012, veja aqui como foi!!!), mas há alguns anos, passaram a utilizar o Estádio Municipal Prefeito José Vessi como sede da Copinha.

Foi para visitar esses dois estádios e acompanhar um mata-mata da Copinha que pegamos a estrada mesmo com chance de enfrentar uma daquelas tradicionais chuvas de verão… Mas só choveu na estrada mesmo, lá foi tudo seco!

A primeira parada foi no Estádio JD Martins, a casa do CAC – Clube Atlético Cravinhos.

Este é o atual distintivo, que reforça a tradição do time, fundado em 12 de julho de 1906:

O site História do futebol traz este outro escudo, sendo dos anos 40:

Como já escrevemos sobre a história e resultados do CAC no post anterior (veja aqui!!), só apresentamos a seguir fotos novas (de 2024) do Estádio, que pra mim é charmoso demais!!

O Estádio foi inaugurado em 1926, após o CAC (Clube Atlético Cravinhos) ter jogado em outros campos da cidade. Então vamos a ele!

O primeiro campo do CAC ficava na rua Prudente de Moraes, depois mandou os jogos onde hoje está a escola João Nogueira, depois, na rua 14 de Julho.
Em 1917 foi jogar em um campo na rua Rui Barbosa, em 1919 jogou no terreno onde foi construída a fábrica de meias, e em 1924 na Avenida Fagundes, num estádio com arquibancada para 500 torcedores.
Mas o JD Martins segue por lá, firme e forte, aguardando um novo respiro do CAC.

Atualmente, o Estádio tem capacidade para 3.200 torcedores. Esse é o gol do lado direito, com um bom lance de arquibancada ali atrás.

Olhando do outro lado do campo, veja que existe uma estrutura coberta ali em cima da arquibancada:

Existe ainda uma arquibancada central maravilhosa, com cobertura antiga, quase como um telhado de uma casa:

Veja como ficava essa arquibancada nas edições anteriores da Copa SP:

E aqui o gol da esquerda:

Ficamos felizes de rever o velho (e charmoso) Estádio JD Martins, mas nos apressamos para o Estádio Municipal José Vessi, o campo do Bela Vista, esse sim, ainda desconhecido para nós e que recebe novamente uma edição da Copa São Paulo.

Em campo, duas equipes geograficamente distantes, mas com um sonho em comum: Chapecoense (SC) e Tiradentes (PI). Aliás, olha aí a camisa do Tiradentes:

É muito interessante o cuidado que eles tiveram em criar uma área coberta na arquibancada do outro lado. Uma ideia simples que melhorou absurdamente o bem estar de quem está lá! Esse é o meio campo:

Aqui, o gol da esquerda:

Nesse mesmo lado, existe uma série de arquibancadas coloridas que dão uma cara bem divertida ao lugar!

E aqui, o gol da direita:

Ainda que a Chape tenha começado com tudo, o Tiradentes saiu na frente, com um gol de contra ataque!

Mas, o time da Chape soube aguentar o tranco e buscou a virada… Aqui, momento da celebração do gol catarinense!

E até que tinha um pessoal com camisa da Chapecoense por ali!

A Chapecoense seguiu apertando…

O time catarinense não dava sossego aos meninos do Piauí e logo o placar marcava 3×1:

O jogo parecia definido, e fui registrar o estádio, pois Cravinhos não é assim tão perto, então sabe-se lá quando voltaremos…

Essa é a visão das arquibancadas cobertas:

Lá do outro lado, uma pequena estrutura dedicada aos jornalistas:

Ali, o ginásio da cidade se apresenta imponente!

Ali nas cobertas, um momento de festa: gol do time do Tiradentes, celebrado pelos atletas que não foram relacionados para o jogo! Não perca as contas: 4×2.

Já no segundo tempo, mais um registro em vídeo do campo:

Calor monstruoso, ainda bem que existia um filtro com água gelada dentro do estádio.

O time da Chapecoense tentou cadenciar o jogo, mas o Tiradentes estava com “sangue nos olhos”.

E o que era apenas uma visita para registro do estádio acabou se transformando em uma partida inacreditável…

Nem mesmo o treinador do Tiradentes podia acreditar… Mais um gol… 4×3

Vale a pena ver o resumo do jogo com todos os gols para você entender como acabou essa história:

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A volta do futebol a Itaquaquecetuba

O primeiro jogo do ano, na verdade uma rodada dupla, teve sabor especial: 23 anos depois, Itaquaquecetuba voltou a ter um time de futebol, o Aster Brasil Itaquaquecetuba e ainda foi sede da Copa São Paulo Futebol Júnior.

O Aster Brasil Itaquaquecetuba faz parte do Grupo Aster, e já possui um time com o mesmo nome no Espírito Santo, mas quem fez história na cidade até o ano 2000 foi o Itaquaquecetuba Atlético Clube.

O Itaquaquecetuba Atlético Clube foi fundado em 25 de novembro de 1980, e teve entre seus atletas o pentacampeão Cafú (na foto abaixo) e o zagueiro Gilmar.

O time estreia no futebol profissional disputando a famosa Terceira Divisão de 1986, que ficou conhecida por ter 77 clubes, quando toda cidade tinha um time… Abaixo a tabela do grupo (fonte: RSSSS BRASIL):

O time disputou ainda a Terceira Divisão em 1987, 1992 e 1993.
Também jogou a Segunda Divisão (quarto nível) em 1988, 1989 e 1991 e a série B2, o quinto nível do futebol paulista em 1995, 1996 e entre 1998 e 2000, quando ocorreu sua última participação no futebol profissional.
O Site Só Futebol traz uma camisa comemorativa:

Para a disputa da Copa São Paulo, o Aster e a Prefeitura municipal precisaram reformar o Estádio Ildeu Silvestre do Carmo, conhecido como “Campo do Brasil“. E o resultado ficou muito bom!

O estádio possui capacidade para cerca de 4 mil torcedores, ganhou bons vestiários e estruturas de apoio além de contar com gramado sintético.

O resultado, na prática, você vê no vídeo abaixo, um belo estádio e um apoio total da torcida local:

O jogo que acompanhamos foi entre o Aster e o Cruzeiro de Alagoas e terminou em 4×0 para o time local, para a festa da torcida de Itaquaquecetuba:

Esse é o meio campo, onde você pode ver que existem arquibancada nas duas laterais:

Aqui, o gol da direita, o único lugar que não possui arquibancada:

E aqui o gol da esquerda:

Enquanto isso, do lado de fora, a guarda civil local se divertida com o “Tempestade”…

O segundo jogo foi entre o Santo André e o Sport (PE):

A torcida do Sport compareceu!

O jogo terminou com a vitória do time pernambucano por 2×1, para a tristeza da torcida Ramalhina que compareceu…

Por fim, foi bacana reencontrar a mãe do ex atleta do Ramalhão: Samuel, que ficou contente em ver nossa torcida presente:

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Uniformes 2024 do EC Santo André

Agora em dezembro, o EC Santo André apresentou no Poliesportivo Jairo Livólis, seus uniformes para o ano de 2024 em um evento muito bacana contando como “modelos” das novas camisas, ídolos do passado, como o craque Arnaldinho:

O evento possibilitou também reencontrar me com o ex presidente do clube: Sidney Riquetto e com o nosso atual treinador e que deve ficar no comando do time na série A1 do Paulista e na série D do Brasileiro, Fernando Marchiori!

Outro que esteve presente foi o craque Fernandinho, que depois de fazer bonito dentro de campo, se torou professor de Educação Física e também fez história na cidade.

E teve ainda o gigante Bona, que também fez parte do time que acabaria conhecido como os “baixinhos frenéticos”, nos anos 80, que contava ainda com outros nomes como Cunha e Da Silva.

Vale a pena matar a saudades desses caras em campo:

Tentei fazer o Marchiori incluir no time atual essas feras, mas pelo futebol gigante deles, são jogadores muito caros para a nossa folha salarial atual…

Outro que esteve presente e fez parte da nossa história recente foi o meia Tiago Ulisses:

A apresentação ainda contou com o nosso ex zagueiro e atual treinador do time sub 20, Gabriel vestiu a camisa de goleiro, na cor laranja.

O presidente do Ramalhão, Celso Luiz de Almeida falou um pouco da expectativa para o ano de 2024, e prometeu ações para aproximar mais o clube da torcida, além de uma campanha de comunicação divulgando o time e os jogos do Campeonato Paulista!

Outra presença importante foi a do prefeito Paulinho Serra e sua esposa, Ana Carolina, deputada estadual, que garantiram que antes do Campeonato Paulista iniciar, o estádio passará por uma série de melhorias, incluindo a pintura da arquibancada.

Enfim, aí estão as camisas para 2024, caso tenha interesse, a loja oficial fica junto do clube, na rua dos Ramalhões, 126.

Estive lá e fiz um pequeno registro das camisas:

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30 anos do título do EC Paraguaçuense

Hoje, são 30 anos dessa incrível conquista de um time que atualmente está licenciado, mas que ainda representa as cores e a memória da cidade de Paraguaçu.
E o amigo Amarildo não deixou a data passar sem festa, por isso, torcedor Paraguaçuense, não esqueça nunca desse momento!
Parabéns!!

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A Arena Castelão, em Fortaleza

E não é que 2023 vai chegando ao fim?
E se não há mais tantos jogos para registrarmos, ainda existe uma lista de rolês que fizemos e que ainda precisam ser postados aqui…
Falemos então da visita relâmpago que fizemos à “Arena Castelão“, ou Estádio Governador Plácido Castelo, atualmente a principal casa do futebol cearense.

Embora seja um estádio no estilo moderno (“Arena”), o Castelão foi inaugurado em 1973 sendo reformado em 2002, e mais recentemente, completamente remodelado em 2012, por conta da Copa do Mundo de 2014 e da Copa das Confederações 2013.

Sua capacidade é de até 63.904 espectadores, o que faz do Castelão um dos 60 maiores estádios do mundo, quarto maior do Brasil e o maior do Norte/Nordeste. Fotos abaixo do site da prefeitura de Fortaleza:

O estádio foi inaugurado em 11 de novembro de 1973, com um clássico rei, que terminou em um 0x0 para mais de 70 mil torcedores.

A nova arena foi reinaugurada em 16 de dezembro de 2012, com um show do Fagner…

A gente esteve lá já na nossa volta pra casa, a caminho do aeroporto. Aliás, só achei que o estádio fica meio fora de mão… De resto… é mais uma arena. Eu particularmente não gosto e não vejo charme nesse novo modelo de estádio.

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O Estádio Brinco de Ouro da Princesa, a casa do Guarani FC

Bem vinda e/ou bem vindo mais uma vez à cidade de Campinas, e ao seu rico futebol!

Recentemente estivemos na cidade para registrar o Estádio Moisés Lucarelli, além de outros como:
o Estádio Doutor Horácio Antônio da Costa, casa da Mogiana,
a Praça de Esportes Sarkis Salamene, sede do Náutico e
o Estádio Municipal José Iório, o campo do Souzas FC.
Faltava fazer o registro do lado verde da cidade: o Estádio Brinco de Ouro da Princesa!

O Estádio foi inaugurado em 31 de maio de 1953 e é a casa do Guarani Futebol Clube e possui uma arquitetura linda e vários detalhes, como esse grafite que mistura heavy metal e o futebol (obrigado ao pessoal do Memórias de Arquibancada por fazer a foto pra nós!).

Outro detalhe incrível é o busto em homenagem a Carlos Alberto Silva, relembrando sua passagem como treinador do time em 1978.

Pra quem não lembra, esse foi o esquadrão comandando por Carlos Alberto Silva que conquistou o Campeonato Brasileiro daquele ano.

Sim, senhores e senhoras… Aí estamos nós em mais um estádio brasileiro!

Hora de dar um giro pra dividir a experiência com quem nunca esteve aqui:

As arquibancadas e o estádio como um todo tem um design diferente, obra de dois arquitetos modernistas: Oswaldo Corrêa Gonçalves e Ícaro de Castro Mello. Será que eles imaginavam, o quanto um projeto deles seria importante para tantas pessoas?

O Estádio foi inaugurado em 1953, e quem deu sua atual denominação como “Brinco de Ouro da Princesa” foi o jornalista João Caetano Monteiro Filho já que Campinas tinha a alcunha de cidade “Princesa D’Oeste“.

Palmeiras e Fluminense foram os convidados para as partidas de inauguração, em maio de 1953.

Sua capacidade atual segundo a CBF é de 29.130 torcedores, mas no passado o Brinco recebeu muito mais gente. Tanto que o seu recorde de público é de 52.002 presentes no jogo contra o Flamengo em 1982.

Em 1978, o estádio ganhou sua primeira e mais importante melhoria: o Tobogã (a arquibancada superior).

Mesmo com tanta história, em 2015, o estádio passou por um péssimo momento: foi posto a leilão para que o Guarani pagasse suas dividas. Muito se diz que tudo não passou de uma manobra para gerar visibilidade, pois inicialmente não houve compradores, porém, algumas semanas depois de aberto o leilão, o Grupo Zaffari arrematou o estádio por R$ 105 milhões. Desde então, o clube tenta reverter o leilão por considerar o valor muito abaixo do mercado imobiliário.

Estivemos no Brinco de Ouro por várias vezes, como torcida visitante, pelo Santo André.

Aí está a torcida do Guarani nas bancadas do Brinco de Ouro em dia de jogo:

A organizada do Guarani é a Fúria Independente:

Mas o time também possui uma grande parcela de torcedores autônomos, que se identificam exclusivamente com o clube e não pertencem à organizadas.

Olha aí o banco de reservas do bugre!

Aqui, o placar eletrônico do Estádio:

Aqui, o registro de uma falta perigosa para o Guarani

O Guarani tem também um projeto de sócio torcedor bem bacana:

Enfim… Mais um estádio visitado e registrado!

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Paulista Cup 2023 – Sub 15

Feriado de 15 de novembro de 2023, uma quarta feira pra lá de quente e lá fomos nós acompanhar a partida entre o CA Lençoense e o SEAP Esporte Clube de Valinhos, pelo sub 15 da Paulista CUP.

A partida foi disputada no Campo do SE Corinthians, no bairro Alves Dias em São Bernardo do Campo, tradicional time amador, fundado em 10 de março de 1963 e que conquistou diversos títulos importantes no futebol local.

Dê uma conferida no Estádio, ao som da banda Street Dogs:

O nome oficial do espaço é Praça de Esportes Salim Tabet, mas popularmente é conhecido como o Campo do Corinthinhas e, recentemente, passou por uma reformulação, deixando-o em ótimas condições com direito até a estacionamento, ali do lado direito, na entrada do Estádio.

Aqui, o meio campo:

O gol da direita, onde fica o estacionamento ali atrás do gol:

E o gol da esquerda tendo ao fundo alguns predinhos da Vila Alves Dias.

O Estádio conta ainda com uma arquibancada com 7 lances de degraus.

O jogo foi disputado em São Bernardo porque o time do CA Lençoense vem disputando a Paulista Cup em parceria com empresários de São Paulo.

Se, por hora, não existe uma previsão de retorno do CA Lençoense ao futebol profissional, pelo menos a boa notícia é que depois de 6 anos de reformas, seu estádio, foi recentemente liberado para uso, então quem sabe nos próximos anos tenhamos o time jogando literalmente em casa.
Há alguns anos estivemos lá em Lençois Paulista, no Estádio Municipal Archangelo Brega, o “Bregão”, confira aqui como foi.

Se de um lado temos o tradicional time do CA Lençoense, do outro temos o SEAP Esporte Clube, criada em 2017, que tenta trazer a cidade de Valinhos de volta às competições nacionais de futebol.

O calor estava demais tanto no campo, quanto na arquibancada… Era difícil até pra sentar no cimentão fervente, e o sol castigava, a menos que vc tivesse um guarda-chuva pra se proteger…

Quase tudo pronto pro começo da partida e algumas nuvens ainda deram um certo alívio tanto pra quem ia jogar como pra quem foi só assistir.

Acerte o seu aí que eu arredondo o meu aqui, e vamos para mais uma rodada de Paulista Cup!

A Paulista Cup começa a se transformar em uma competição popular entre quem gosta de futebol e, mesmo com pouca divulgação, estádios pouco comuns ao futebol profissional começam a receber times tradicionais do futebol profissional.

Gosto de andar pelos diferentes espaços do campo para conhecer outros detalhes e também para trazer outros ângulos de vista do campo, como esse, tendo a arquibancada de fundo:

O jogo em si, embora com uma molecada que já demonstra grande domínio técnico, é marcado por uma grande correria e marcação.

Tanto que acabou com o tradicional 0x0…

Mas, é sempre bacana acompanhar um jogo entre dois times que não estão no dia-a-dia das grandes competições. Veja aí um pouco, com o som do Street Dogs de fundo:

E assim, a vida segue… Enquanto a cidade cresce ao redor, mais um campo de várzea tem seu momento de glória. Será que algum desses meninos que em 2023 disputaram essa partida terá um futuro de destaque no futebol?

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