A 185ª camisa do blog vem do estado do Tocantins, e pertence ao Palmas Futebol e Regatas.Quem foi até Palmas buscá-la foi meu irmão Murilão, o gigante.
O Palmas Futebol e Regatas foi fundado em 1997, tendo sido campeão estadual por 6 vezes e ainda chegado às quartas-de-final na Copa do Brasil em 2004.
O time nasceu utilizando se da documentação da Sociedade Esportiva Canela, equipe amadora, de 1991, que já estava regularizado junto a Federação Tocantinense de Futebol.
Seu mascote é a Arara-azul.
Manda seus jogos no Estádio Nilton Santos, e já que meu irmão esteve lá pra pegar a camisa, nada mais justo do que pedir a ele que fosse conhecer e registrar em fotos o campo em que jogo o Palmas.
O Estádio possui capacidade para 12 mil torcedores. E possui arquibancadas ao redor de todo o campo.
Um estádio simples, mas muito eficaz e prático permitindo ao Palmas se tornar o primeiro time de futebol profissional da capital do Tocantins e assim disputar os estaduais.
Seu sistema de iluminação permite jogos noturnos.
Aqui uma das entradas.
A tradicional foto da bilheteria:
E aqui um olhar pra se ter ideia do campo todo, começando pelo gol esquerdo:
O meio campo:
E o canto direito.
Para maiores informações sobre o time, acesse seu site oficial: www.palmasfr.com.
O primeiro título do Campeonato Tocantinense foi conquistado no ano de 2000.
Em 2000, o Palmas chegou ao bicampeonato, e nos anos seguintes mostrou que havia chegado mesmo para se tornar um grande time, chegando a todas as finais até 2004 e só perdendo o campeonato de 2002 para o Tocantinópolis.
Em 2007 viria o 5º título e neste ano, em 2018, a sexta estrela, com o time abaixo:
Duartina é uma cidade próxima de Marília, onde vivem pouco mais de 12.500 pessoas.
É uma cidade pequena e que mantém nas suas ruas e praças um gostoso sentimento de tranquilidade.
Ainda é possível encontrar casas construídas em madeira. Lembro que ouvi uma história bonita sobre esse tipo de construção, de que normalmente ela era resultado de obras coletivas feitas pela família que ali iria morar além de trabalhadores da mesma empresa. Espero que esta também assim o seja. É bom poder continuar acreditando no poder da solidariedade.
Duartina soube manter suas áreas verdes, tem até um pequeno lago na cidade.
Na saída da cidade deu até pra conferir um pouco da fauna da região, caminhando tranquilamente pelas rodovias movimentadas.
Era domingo, então não pudemos conferir a força do comércio local…
Mas, nosso objetivo na cidade era conhecer e registrar o Estádio Municipal Teófilo Cordovil.
Foi neste estádio que o Duartina FC mandou seus jogos nas disputas do Campeonato Paulista na terceira e quarta divisão.
O Duartina Futebol Clube foi fundado em dezembro de 1930 e disputou duas edições do campeonato paulista da terceira divisão (1954 e 1955) e quatro da quarta divisão (1966, 67, 68 e 77). Aqui algumas fotos antigas do time:
O time viveu seu apogeu nas décadas de 60 e 70, quando passou a ser chamado na região como o “Leão da Alta Paulista’’. É curioso, mas o time chegou a ter um rival local, o EC Vila Duartina, com quem fez alguns derbis no futebol amador, levando até 6 mil pessoas ao Estádio Municipal Teófilo Cordovil. Nos anos 50, o time contou com um goleiro chamado Toninho Lozano, que ficou conhecido como o goleiro voador.
Mas, voltemos ao Estádio Municipal Teófilo Cordovil, em dias atuais…
Temos aí a tradicional bilheteria do estádio que já teve muito trabalho em dias de jogos…
Vamos dar um rolê por dentro do estádio:
O Estádio tem sido a casa do futebol amador na cidade, mas pelo que ouvimos o Duartina FC já não existe mais nem como time amador.
Olha aí o setor das “cadeiras descobertas”:
Estava rolando uma partida no momento da nossa visita.
O banco de reservas parece ter sido pintado em cima de um quadro. A vista é muito bonita.
Essa é a parte do fundo do estádio.
Juizão tava mandando bem na partida hehehehe.
Olhando do fundo, pode se ver o lance de arquibancadas em meio ao gramado.
Do outro lado, a tradicional e charmosa arquibancada coberta.
E o feioso aqui pra marcar presença!
Grama do gol é sempre sagrada!
Nossa visita foi chegando ao fim, embora a bola ainda rolasse, e confesso que chegou a dar um pouco de tristeza por confirmar que o rolê que fizemos por 4 dias também chegava ao fim.
Os nossos dois principais objetivos com esse registro dos estádios das 27 cidades visitadas eram oficializar como memória imagética alguns dos campos que foram palco de partidas do Campeonato Paulista, independente de qual divisão, e ao mesmo tempo reforçar o sentimento de orgulho que a população de cada uma dessas cidade merece ter em relação a isso.
Embora em Duartina, a estrutura do estádio até permita sonhar com a disputa de uma série Bezinha (4a divisão) no futuro, sabemos que outros estádios estão muito mais perto de serem destruídos em nome da especulação imobiliária do que de voltar a receber jogos profissionais.
É triste, porque na nossa visão, o futebol é como a música, a dança, a poesia… É uma forma de expressão do ser humano, seja jogando ou torcendo. É um espaço que pode e merece ser ocupado pelas pessoas. Felizmente a vida melhorou pra quase todas as cidades, nos últimos 30 anos, no que se tange a opções de diversão, lazer e cultura. As cidades já não tem no futebol sua única possibilidade de extravasar depois de tanto stress. O lado triste, é que em muitas destas cidades, o futebol acabou minguando, ou não tendo a força necessária para ao menos aventurar-se em disputas semi profissionais. Resta nos a paixão do futebol amador, com a esperança de que seja uma semente de crescimento para tempos futuros.
Que mais times do interior retornem ao profissionalismo, como fez o Andradina, esse ano. Pois nós e muitas outras pessoas estaremos aqui, pronto para apoiar, torcer, acompanhar e se emocionar com mais uma cidade representada pelo futebol.
Aos 41 anos, posso seguir bradando o meu ódio eterno ao futebol moderno, sabendo que boa parte da culpa das mazelas do futebol atual são dos dirigentes e empresários mal intencionados, ou que só usam o esporte pelo dinheiro fácil, mas também dos torcedores que ainda insistem em entregar seu amor a um time da capital, mesmo vivendo a mais de 500 km de lá.
O futebol precisa ser gerido com seriedade (isso não tem a ver com o conceito do “futebol moderno” que tanto critico).
É necessário ser sustentável do ponto de vista econômico e também social. E depende de cada um de nós para isso. Da nossa parte, seguimos sonhando e acreditando em um futuro melhor. Obrigado a quem leu ou ao menos deu uma olhadinha em cada um desses 27 posts, escritos e vividos por este casal que vos escreve.
O Estádio Alonso Carvalho Braga é a casa do Tupã Futebol Clube, time fundado em fevereiro de 1936.
O Tupã FC é também conhecido como o “Mais querido da alta paulista”.
Olha que bela imagem de um time dos anos 80:
O Estádio passou por uma reforma que alterou seu pórtico de entrada.
Ele costumava ser assim:
E o Estádio é tão grande que tem outras entradas laterais, também muito bem cuidadas:
O Tupã FC possui uma boa torcida, com direito à organizada: Sangue Tricolor.
Claro, não é preciso dizer que o distintivo do time lembra muito o do São Paulo FC.
O Tupã FC possui uma história riquíssima, com direito a partidas inesquecíveis. Um bom exemplo foi um amistoso, em 1948, contra o Santos, em que venceu a equipe do litoral por 3×2. Em 1950, repeteco contra o time santista, desta vez por um placar maior: 4×2. Tudo isso, registrado por estas mesmas arquibancadas…
Aliás, o Estádio Alonso Carvalho Braga tem capacidade para doze mil espectadores.
Uma honra poder estar presente em mais um palco do futebol do interior.
O Tupã FC começou a disputar competições profissionais em 1949. E jogou a Segunda Divisão até 1954.
Daí pra frente, o time passou a ter certa inconstância, mas sempre aparecendo e aprontando, como em 1960, quando disputou a terceira divisão, e conquistou o acesso para a segunda do ano seguinte. Essa bilheteria já viu muita gente…
Assim como essas arquibancadas já presenciaram muitos jogos… E muita rivalidade com outros times da região, como por exemplo o CA Penapolense. E o Tupã FC seguiu intercalando participações entre a segunda e terceira divisões até 1983, quando pediu licença junto a Federação.
Voltou a disputar a Terceira Divisão em 1985, permanecendo na divisão até 1993, quando caiu para a quarta divisão.
O time criou rivalidade com o Rio Branco de Ibitinga, com o Jaboticabal, com o Corinthians de Presidente Prudente e com o Barretos.
Na década de 2000, continuou a disputar a quarta divisão, tendo desistido da competição em 2006, retornando no ano seguinte. E essa visita foi não apenas para conhecer o Estádio Municipal Alonso Carvalho Braga, como também assistir a uma partida do time local, contra o Osvaldo Cruz (veja aqui como foi).
Vale lembrar que o “Alonsão” foi construído em 1942, na época com arquibancadas de madeira.
Depois, vieram os cinco mil lugares em arquibancadas de concreto, ampliadas para dez mil lugares, nos anos 80. A última ampliação aconteceu no inicio da década de 1990, quando chegou-se aos 14.800 lugares (com arquibancadas metalicas no setor das Gerais).
Mais do que simplesmente conhecer o estádio, ficamos muito felizes em conhecer um pouco da cultura da torcida de Tupã.
A Garra Tricolor é quem cuida da festa no dia dos jogos.
Abraços ao amigo Edinho, torcedor fanático do Tupã!
A história da cidade tem forte ligação com a expansão da cultura de café. Infelizmente, os índios que viviam na região acabaram mortos e expulsos de suas terras para que os cafeicultores do começo do século XX tivessem para onde expandir suas plantações. Cerca de 25 mil pessoas vivem em Valparaíso atualmente. Como chegamos lá a noite, peguei umas fotos do site da prefeitura pra ter uma ideia da cidade:
Como a cidade estava no nosso caminho, era nossa obrigação conhecer e registrar o Estádio Municipal Dr. Francisco Vieira Leite.
O Estádio Dr. Francisco Vieira Leite é a casa do Valparaíso Futebol Clube, hoje disputando competições amadoras, mas que outrora também se aventurou no Campeonato Paulista.
O time foi fundado em 20 de setembro de 1955 e até 1963 disputou apenas competições amadoras. Olha que legal essa excursão do time, em 1956, noticiada pela Gazeta Esportiva:
A partir daí aventurou-se no profissionalismo e esse foi o primeiro time profissional:
O Valparaíso FC disputou 5 edições do Campeonato Paulista, em: 1963, 65, 66 e 77 na Quarta Divisão e em 1986, na sua despedida do futebol profissional, a Terceira Divisão. Veja o time de 1966:
Outros do time no passado que não consegui identificar a data exata:
O time que disputa as competições amadoras atualmente também vem jogando de vermelho:
E já que é pra falar do presente, vamos conhecer o Estádio Municipal Dr. Francisco Vieira Leite, que fica na Rua Olívio Martinelli, 104.
Aqui, algumas fotos do Estádio Municipal Dr. Francisco Vieira Leite nos dias atuais.
Depois de sermos recebidos pelo papagaio, fomos dar um rolê pelo centro da viagem, com direito a conhecer a Igreja com uma escadaria que parecia cenário do filme do Rocky Balboa!
Destaque para a gastronomia local: Zum Zum lanches!
Mas, na verdade, nosso objetivo em Mirandópolis era conhecer e registrar o Estádio Municipal Alcino Nogueira de Sylos.
Foi no Estádio Alcino Nogueira de Sylos que os dois times da cidade disputaram suas partidas nas divisões de acesso do Campeonato Paulista.
O primeiro deles foi o Mirandópolis Futebol Clube, também conhecido como Mecão. O time fundado em 1962 e disputou a quarta divisão em 1964 e 65.
Em 1975, o time foi refundado sob o nome Mirandópolis Esporte Clube.
Sob essa nova denominação, o time disputou mais 5 edições do Campeonato Paulista, três pela Terceira Divisão (1980, 81 e 82) e duas pela Quinta Divisão (em 1978 e 79). Encontrei um site que reúne imagens históricas da cidade (clique aqui para ver) e lá, existem algumas imagens descritas como do Mecão:
Aqui, segundo consta, é o time de 71:
Aqui, em uma época em que (não descobri o motivo ainda), o time jogou com as cores similares ao do Grêmio (ano de 1979):
Aqui, o time de 1981:
E que tal essa bela imagem deles entrando em campo?
O outro time que representou a cidade foi o Noroeste Futebol Clube, fundado em 1966 por funcionários do Banco Noroeste.
O time se limitou a disputar uma edição da quarta divisão do Campeonato Paulista de 1966. Aqui algumas fotos do time: Voltando aos tempos atuais…
Encontramos as portas do Estádio Alcino Nogueira de Sylos fechadas…
Será que seremos impedidos de entrar?
Não!!! Encontramos um caminho! E lá vamos nós, conhecer o estádio por dentro!
Uma vez lá dentro, pudemos registrar mais um templo do futebol do interior paulista.
Uma arquibancada que cerca o campo e já viveu dias de glórias.
Segue lá… firme e forte, pelo menos atendendo aos anseios do futebol amador da cidade.
Destaque para a charmosa arquibancada coberta:
Um olhar para o gol, a emoção do futebol!
Dá pra ver um dos holofotes do estádio que garante a possibilidade dos jogos a noite.
Uma macro visão do campo:
O gramado está seco (não chove há um bom tempo no interior paulista), mas o estádio segue bem arrumado!
Por fim, um registro da Gazeta Esportiva de 1956 do time junior do América de Mirandópolis:
A cidade foi elevada a distrito com o nome de Algodoal, em 1944, porém, a turma que morava lá não curtiu o nome, e quando em 1953, foi elevado a município, transformou-se na cidade de Murutinga do Sul, em homenagem às palmeiras Murutis, que existiam em abundância na região.
Nossa missão era conhecer e registrar o Estádio Municipal Bruno Calestini.
Infelizmente, o estádio não possui nenhuma grande identificação, seja uma placa, um pórtico, ou nenhum tipo de material…
O estádio é bonito e bem cuidado, só faltou mesmo aquelas entradas tão tradicionais dos campos de futebol do interior paulista.
Acho que vale destacar um cuidado com o visual do estádio, que são as palmeiras plantadas ao redor do campo.
O Estádio Bruno Calestini foi a casa do Murutinga EC nas edições do Campeonato Paulista em que o time defendeu as cores da cidade.
A equipe foi fundada em 1954. Em 1956 recebeu o Olaria em um amistoso, registrado na Gazeta Esportiva:
O Murutinga EC disputou duas edições do paulista da terceira divisão, em 1958 e 59 e seis edições do campeonato paulista da quarta divisão (de 1961 a 1966). Aqui a tabela do seu grupo (a série B) de 1958:
Infelizmente, o time abandonou as competições oficiais ao fim dos anos 60, mas conseguimos algumas imagens do time no site da Prefeitura:
Voltando ao presente, que tal um olhar sob o Estádio por dentro?
O Estádio Bruno Calestini é mais um estádio que parou no tempo. Não no mal sentido, ele ainda está bem cuidado e organizado, mas… se a foto abaixo fosse de 1966, tirando a camiseta do Maradona que não faria sentido, o resto…. seria o mesmo…
Olha que linda a arquibancada coberta, com seus pilares sustentando a cobertura e nossas memórias.
Aqui, o gol do lado esquerdo, protegido pela sombra frondosa das árvores.
O gol da direita:
O meio campo, com a arquibancada coberta ao fundo.
Pronto! Registrado mais um templo visitado e registrado para a eternidade.
Ainda está lá, firme e forte, uma arquibancada coberta, com capacidade para cerca de 1000 pessoas.
Aqui, o gol do lado direito.
Detalhe para os bancos de reserva:
Pra se ter uma ideia do campo, esse é o gol da esquerda:
Olhando o meio campo, com detalhe para as árvores do lado de fora.
O Estádio é mais que um aparelho de esportes para a cidade, deu pra perceber que ele é um ponto de encontro entre os jovens e também as pessoas mais velhas.
Hora de ir embora, dando sequência a nossa viagem, sonhando com mais uma cidade cheia de potencial para se organizar e voltar ao profissionalismo.
Só depende das pessoas…
Chegamos à parte 21 do nosso rolê pelos estádios perdidos e após termos passado por Lençóis Paulista, Agudos, Gália, Garça, Vera Cruz, Oriente, Quintana, Osvaldo Cruz, Rinópolis, Lucélia, Adamantina, Flórida Paulista, Pacaembu, Junqueirópolis, Irapuru, Dracena, Tupi Paulista, Monte Belo, Três Lagoas-MS e Castilho.
Essa visita foi não apenas para conhecer o Estádio Municipal Evandro Brembatti Calvoso, como também assistir a uma partida do time local, o Andradina EC contra o Talentos 10, de Bauru (clique aqui e veja como foi o jogo).
Como já colocamos muitas fotos sobre o jogo, vamos aproveitar para lembrar os times que já disputaram alguma partida por qualquer divisão do Campeonato Paulista no Estádio Municipal Evandro Brembatti Calvoso.
Começamos pelo Andradina EC, que nasceu em novembro de 1946 e disputou uma única edição do Campeonato Paulista, na terceira divisão de 1968.
Em seguida, foi a vez do Mouran Esporte Clube defender a cidade, embora ele não tenha jogado no Estádio Municipal e sim Estádio do próprio Frigorífico Mouran, quando disputou a 3a divisão em 1958 e a 4a divisão em 1965.
O time foi fundado por funcionários do Frigorífico em 1957.
Em 1962, nasce o Paulista Futebol Clube, terceiro clube a defender a cidade.
O Paulista disputaria a 4a divisão em 1964, e pela primeira vez a cidade tem dois times disputando um mesmo campeonato, porque, em 1963 nascia o Andradina Futebol Clube, e logo no ano seguinte disputou junto do Paulista a 4a divisão.
O Andradina FC tornou-se o principal time da cidade, disputando 23 edições do Campeonato Paulista, em diferentes divisões. Com direito a um título de campeão da Quarta Divisão em 1965.
Aqui, uma imagem do time de 1976:
Aqui, o time em 2000:
Em 1978, surgiu um novo time na cidade, o EC Corinthians, que viria a disputar duas edições do Campeonato Paulista: a 5a divisão em 1979 e a 3a em 1980.
Em 2018, o Andradina EC volta ao profissionalismo para a disputa da série B, a quarta divisão do Campeonato Paulista.
É a volta do Foguete ao futebol paulista!
Pra quem quer saber mais sobre o time, clique aqui e acesse o site oficial.
Mas, voltemos ao presente e para nossa missão de conhecer e registrar o Estádio Municipal Evandro Brembatti Calvoso!
Mais uma bilheteria para a nossa coleção:
E o melhor ainda! Em dia de jogo! Fomos registrar o Estádio Municipal de Andradina no dia que o Talentos 10, veio até a cidade enfrentar o time local.
Taí a arquibancada do jeito que ela merece! Com torcedor cantando, torcendo e apoiando seu time!
O Estádio possui arquibancadas dos dois lados:
E tem um belo placar!
Os bancos de reserva estão lá
Aqui, o gol do lado esquerdo:
A arquibancada coberta estava com bastante gente:
E quando vimos… Já era hora de nos despedir e seguir em nossa viagem…
A vigésimaparte do nosso rolê volta ao estado de São Paulo, após termos passado por 19 cidades (Lençóis Paulista, Agudos, Gália, Garça, Vera Cruz, Oriente, Quintana, Osvaldo Cruz, Rinópolis, Lucélia, Adamantina, Flórida Paulista, Pacaembu, Junqueirópolis, Irapuru, Dracena, Tupi Paulista, Monte Belo e Três Lagoas-MS além de dois jogos da 4a divisão paulista em Andradina e em Tupã).
Sendo assim, agora é a vez de conhecermos a cidade de Castilho.
Em Castilho, vivem atualmente 20.500 pessoas.
A cidade faz fronteira com o Mato Grosso do Sul, por meio do Rio Paraná. Aliás, graças ao rio, a cidade começou a desenvolver sua veia turística.
E pudemos passear um pouco pelas suas ruas até chegar ao nosso objetivo…
O Estádio Municipal Valdomiro Moreira Aguiar.
O Estádio Municipal Valdomiro Moreira Aguiar foi a casa do Castilho Atlético Clube.
O time foi fundado em 1966, e em 1968 disputou a 4a divisão do Campeonato Paulista, sua única participação em competições profissionais.
Encontramos algumas fotos do time na fanpage dedicada à cidade:
Aqui, o time de 1974:
Voltando ao presente… Vamos dar uma olhada no Estádio Valdomiro Moreira Aguiar!
Mais uma vez nos orgulhamos em estar presente registrando um estádio que outrora abriu suas portas ao futebol profissional.
Mais uma bilheteria para a nossa coleção de imagens:
Aqui o lado de traz da arquibancada, olhando ainda pelo lado de fora.
Opa, e olha ali um portão aberto!
Vamos aproveitar para registrar algumas imagens do interior do estádio:
Mais uma grata surpresa! Uma joia escondida, um estádio bem conservado, com uma arquibancada que parece ter sido desenhada, de tão bonita!
Aqui, o gol do lado esquerdo. Reparem também na combinação não usual de cores: laranja e verde.
Aqui, o gol da direita.
E olha aí a arquibancada coberta… É ou não é linda?
Mais uma vez nos despedimos de um templo do futebol, e voltamos à estrada, para dar sequência a nossa jornada, que entra em sua reta final!
Depois de quase 700 km, enfim cruzamos o rio Paraná e chegamos ao estado de Mato Grosso do Sul. Nosso destino era a cidade de Três Lagoas, onde vivem cerca de 117 mil pessoas.
Nem bem chegamos e já caímos em tentação…
Olha o que dá as boas vindas aos visitantes: a loja de fábrica da Mabel!!!
E olha que lindo presente ganhamos de boas vindas… Araras animando os céus!!!
E não são apenas araras… Em Três Lagoas também existem Capivaras (elas estão andando de boa ali na “Primeira lagoa”). Vez ou outra, uma acaba virando alimento dos jacarés que também vivem por ali…
Aliás, o nome da cidade vem realmente de três lagoas lá presentes. Mas, só a chamada “Primeira lagoa” tem uma estrutura legal.
Vale muito a pena passar umas horas caminhando pela orla e se divertindo até o sol se por.
Aproveitamos para dar uma descansada, afinal havíamos viajado bastante…
Mas… não há muito tempo para descansar. Afinal, estamos em Três Lagoas para conhecer e registrar o Estádio Benedito Soares Mota, também conhecido como “ Madrugadão”.
Diferente da maioria dos estádios que visitamos que são municipais, o Madrugadão foi construído como um estádio estadual, porém acabou sendo entregue ao município.
O estádio fica localizado na Rua Cel Augusto Corrêa da Costa, em uma área tranquila. E ao chegar e ver que não tinha ninguém, pensei que não ia conseguir registrar o interior do Madrugadão…
Já íamos nos contentando apenas com fotos do lado de fora…
O estádio foi sede de 3 times que disputaram o Campeonato Sul Matogrossense.
O mais antigo deles é o Comercial Esporte Clube.
O Comercial EC foi fundado em fevereiro de 1931. Seu mascote é um galo. O time segue em atividades no futebol amador e no feminino.
Outro time da cidade é o Dom Bosco Futebol Clube.
O Dom Bosco FC foi fundado em janeiro de 1952. No Campeonato Sul-Mato-Grossense de 1995, chegou até as semifinais, mas acabou eliminado por escalar um jogador irregular, encerrando assim suas atividades. Recentemente, participou de uma amistoso, homenageando os 30 anos do Misto EC.
Sendo assim, o Misto EC é o terceiro time a disputar seus jogos no Madrugadão.
O time, conhecido como o “carcará da fronteira” foi fundado em um 1º de maio de 1987, sendo que o nome veio porque cada atleta da equipe pertencia a um bairro diferente. Em 1999, o time se profissionaliza e passa a disputar o Campeonato Sul Matogrossense. Chegou a disputar a série A sendo vice-campeão em 2008. Além disso, disputou uma Copa do Brasil sendo eliminado pelo Corinthians. Em 2011 foi campeão da série B:
Aqui o time de 2017:
Voltando à atualidade… Olha quem apareceu pra nos salvar… O responsável pelo Estádio Madrugadão!
Sendo assim, vamos dar uma olhada por dentro do estádio:
Aqui, uma foto aérea pra se ter ideia da localização:
E vamos ao gol!!
O estádio Benedito Soares da Motta foi inaugurado em 15 de Junho de 1954.
Somando suas arquibancadas (a coberta e as descobertas), chegamos a uma capacidade de 6 mil torcedores.
Mais uma olhada nesse lindo campo!
Aqui o gol do lado direito de quem olha da arquibancada coberta:
Aqui o lado esquerdo:
Os bancos de reserva seguem lá, muito bem cuidados:
Olhando os bancos a uma distância maior:
E olha que árvore linda ali, quase dentro do campo!
Antes de irmos embora para dar sequência, acho que vale a pena citar o antigo Estádio da ADEN. O estádio da Associação Desportiva Noroeste segue recebendo cuidados da Prefeitura e abrigando vários jogos do amador.