Sábado, 10 de janeiro de 2026. Manhã de forte calor na Ibrachina Arena. E fortes emoções… Depois de 2 empates, o Santo André entra focado na classificação…
Enquanto o time do Ferroviário se concentra, os meninos do Ramalhinho posam pra foto:
Depois é hora de inverter os papeis: concentra-se o Santo André…
E sai na foto o Ferroviário!
Tudo pronto…
Ainda que a capacidade da Ibrachina Arena seja pequena, é bacana ver que a torcida do Santo André esgotou os lugares destinados a ela!
E começa a partida!
Torcida e time jogam juntos!
O resultado é que logo aos 9 minutos do primeiro tempo, o Santo André fez 1×0 com Emerson, após um lindo corta-luz do camisa 11 Emmanuel!
E se é gol do Santo André…. Uh Ramalhão!!!
Sente o clima da Ibrachina Arena:
Mas o primeiro tempo se transforma em uma verdadeira batalha. Várias faltas e o gramado artificial quente ao extremo cobram seu preço nos meninos..
O Santo André ainda tenta ampliar o placar, mas a equipe do Ferroviário está bem postada!
Termina o primeiro tempo e é hora da foto do nosso pessoal, sempre presente!
O calor deu uma baqueada na galera….
Poucos toparam deixar o lugar na sombra!
O segundo tempo começou difícil e só foi se resolver com o 2º gol aos 32 com Murilo Leite.
Aos 49 do segundo tempo, Emmanuel ainda marcou o terceiro gol para a festa azul e branca!
É fim de jogo!!!
Festa entre o time e a torcida!
Enquanto todos comemoram, uma cena de agradecimento arrepiante!
Estivemos no Espírito Santo na passagem de 2025 para 2026 e além de conhecer um pouco das maravilhas do litoral capixaba também fomos registrar estádios e… de presente extra, acompanhamos nosso 1º jogo do ano.
E não poderia ser melhor: a Supercopa Capixaba, valendo taça, no Estádio Salvador Venâncio da Costa.
Ainda fora do Estádio, o clima era de festa pela torcida do Vitória!
Além da partida em si, o torcedor do Vitória aproveitou pra renovar o armário e adquirir a nova camisa do time.
A Torcida Sangue Azul fez a sua parte e não parou de cantar um minuto mesmo muito antes da bola rolar…
E como o jogo não foi oficializado pela Federação Capixaba (um grande lapso da Federação, na minha opinião), a pirotecnia pode rolar solta!
Muitas faixas e bandeiras também deram ao Estádio cara de decisão!
E olha o time do Vitória entrando em campo!
Noite inesquecível para as crianças que entraram em campo com os atletas!
E com certeza, as crianças que estiveram apoiando na arquibancada mesmo…
Cerimonial de abertura em dia e em alta emoção…
Os bares faturaram alto também… Afinal era uma noite quente, na capital capixaba.
E lá do outro lado, inaugurando as novas arquibancadas do Estádio, a torcida do Rio Branco também não deixou barato! É lotação máxima!
O clima de jogo foi aumentando conforme o seu início se aproximava e foi incrível como teve gente chegando até os 20 minutos de jogo.
E se liga no clima que estava o pessoal da Sangue Azul!
E começa a decisão!!!
O Vitória veio com tudo pra cima!
Mas o time do Rio Branco logo equilibrou o jogo e passou a criar boas chances que acabaram em más finalizações ou em defesas do goleiro Paulo Henrique. Mas a torcida local não desanimou e foi apoio total!!!
Mas, aos 19 minutos, o Capa-Preta viu o seu bom início de jogo ir por água abaixo, quando Tony Ribeiro fez Vitória 1×0!
O gol deu ânimo ao time do Vitória que começou a pressionar para ampliar o placar…
O Rio Branco reagiu e voltou a criar chances, animando sua torcida.
Aos 32″ do primeiro tempo, empatou em um golaço de Breno Melo, com um lindo chute de fora da área no ângulo, sem chances para o goleiro.
Mas a torcida local estava mesmo inspirada e parecia empurrar o time…
E nesse embalo, aos 37, Carlos Vitor colocou o Vitória à frente, novamente.
Já nos acréscimos do primeiro tempo, Gustavo Tonoli marcou o terceiro após passe de Carlos Vitor, em lance inicialmente anulado e validado posteriormente pelo VAR.
No segundo tempo, o Vitória ainda ampliou, aos 22 minutos, com Tony, de Penalty.
Aos 32, Gustavo ainda marcou o 5º gol, transformando a vitória em goleada.
A torcida foi à loucura…
E aí rolou o tradicional “Olé”, mesmo faltando mais de 20 minutos pro fim do jogo…
O Rio Branco ainda perdeu pênalti para delírio da torcida do Vitória…
Torcida Sangue Azul começa o ano comemorando titulo!!!
Em tese, o jogo já acabou, falta só o árbitro apitar, por isso o público e aglomera ali no alambrado…
Fim de jogo e o Vitória leva a Taça da Supercopa pra casa!
Os jogadores vieram comemorar com a torcida!!!
É campeão!!!
Aqui, a foto de Henrique Montovanelli para o site da Globo, mostrando melhor o time levantando a taça!
Agradeço a boa recepção dos torcedores, em especial do amigo Leidimar!
Agora, com um misto de missão cumprida e até de certa tristeza por ser o post final, falaremos sobre o futebol de Campo Maior.
Assim que chegamos à cidade, ficamos encantados pelo açude e pelo lindo cenário ao fundo!
Do outro lado do açude está Yemanjá.
A cidade de Campo Maior foi palco da Batalha do Jenipapo, importante confronto pela Independência do Brasil e também é reconhecida como a “capital da carne de sol” no Piauí. Ao chegar na cidade, é possível avistar carnes estendidas para secagem e diversos estabelecimentos especializados na sua produção
Mas a cidade também tem uma grande tradição quando falamos de futebol. Isso porque além de diversos times amadores, Campo Maior possui dois times no profissional. O primeiro deles, o Comercial Atlético Clube, fundado em 21 de abril de 1945.
Seu mascote é o bode!
A partir de 1950, o Comercial AC passa a disputar as competições profissionais do Piauí. No campeonato estadual, o grande destaque é para o título de campeão de 2010.
No ano seguinte, o time quase conquista o bicampeonato, após vencer o primeiro turno do Campeonato e perder a final para o vencedor do segundo turno, o 4 de Julho de Piripiri.
O time ainda possui dois títulos da série B estadual, em 2004 e 2022.
Em 2011, faz sua estreia em competições nacionais ao disputar a Copa do Brasil (logo contra o Palmeiras) e a Série D. Em 2023, o time foi muito citado por ter apostado no treinador iraniano Koosha Delshad, mas que comandou a equipe em apenas um jogo, contra o River, onde após ser goleado sofreu ofensas xenófobas, sendo chamado de “terrorista”.
Em 2025, ano da nossa visita, o time disputa a série B do Campeonato Piauiense.
E na tabela acima pode se ver que o Campeonato também contará com a participação do outro time da cidade, o Caiçara Esporte Clube, fundado em 20 de janeiro de 1954.
O chamado “Leão da Terra dos Carnaubais” nasceu do bom momento da cidade de Campo Maior nos anos 50, principalmente por conta do comércio da cera de carnaúba via a CasaMorais, que possui muitos trabalhadores vindos da Casa Inglesa e que tinham conexão com o Comercial Atlético Clube. Logo, essas pessoas decidiram fundar um novo time de futebol para a cidade: o Caiçara Esporte Clube.
Por muito tempo, a Casa Morais bancava o time quase como uma “pré SAF” no século passado, e ainda tem gente que acha que o futebol piauiense é atrasado.
Além disso, por 2 vezes, o time terminou o Campeonato Piauiense da primeira divisão com o vice campeonato: em 1990 e 1995 e um vice da segunda divisão em 2007.
E ambos estes times mandam seus jogos no histórico Estádio Deusdeth Melo:
Assim, aproveitamos esse rolê para conhecer e registrar a casa do futebol em Campo Maior, que homenageia o homem que levou o futebol no início do século XX para Campo Maior.
O Estádio Deusdeth de Melo foi construído em 1947 e desde então é um ponto importante de concentração para a população local. Mas, ano após ano passa por problemas na hora de retornar às disputas oficiais. Desta vez, não foi muito diferente. Quando estivemos lá, o mato havia tomado conta do que outrora foi o campo…
A parte menos prejudicada é a arquibancada. O bom e velho cimentão pintado só precisa de uma leve capinada pra ficar novinho em folha.
Mas, olhando para o gol, me pergunto se realmente dá pra se recuperar o campo na velocidade necessária para o início do Campeonato Piauiense da segunda divisão…
Do ponto de vista estrutural, está tudo ali… O banco de resevas…
Até um mini gerador alimentado por energia solar…
A arquibancada do outro lado é muito bonita e conta com duas cabines ou camarotes uma em cada extremo.
Ao fundo a cidade ainda demonstra um aspecto pouco urbano…
Espero que a casa dos dois times de Campo Maior na segundona do Piauiense esteja em dia na hora da estreia…
Como nas demais partes desse rolê, fizemos um vídeo editando um pouco do todo que foi o rolê pela cidade e pelo estádio, confira como ficou:
E assim, terminamos os posts sobre o nosso inesquecível rolê pelo Piauí, como sempre, agradecendo a cada uma das pessoas que fizeram essa tour possível e que de um jeito ou de outro acabou participando dessa vivência mágica. Obrigado Piauí, e obrigado piauienses. Esperamos um dia poder voltar!
Essa semana, mais uma vez em parceria com o pessoal do Correio de Atibaia, batemos um papo com o presidente e o vice do CA Bandeirante, para falar do Campeonato Amador e da equipe que pelo terceiro ano consecutivo saiu com o título. Clique no link p assistir!
Colorir as ideias… Acho que essa é uma excelente resposta para quando te perguntarem por que viajar.
Vamos contar hoje um pouco sobre a cidade e o futebol da bela Aracaju!
Pra quem acha que viajar para o Nordeste se resume a conhecer Salvador, Natal e Maceió, vale a pena conhecer outros destinos e entre eles, eu recomendo Aracaju!
Aracaju tem praia, mas não depende só delas para ser um passeio bacana. Tem várias opções de diversão, como por exemplo o Oceanário da cidade!
Para quem curte punk rock e demais vertentes suburbanas do punk, a dica é a loja Freedom, que fica pertinho do Centro de Artesanatos.
O dono da loja é o Sílvio, vocal do Karne Krua, tradicional banda punk, com quem eu trocava cartas nos anos 90, antes da Internet e na época que eu escrevia não um blog, mas um fanzine, o Choque!
Como toda boa cidade, tem um mercadão que precisa ser visitado (a foto que abre o post foi tirada na rua, em frente ao Mercado). Tem frutas deliciosas e uma loja que vende camisas de futebol (réplicas) com ótimos preços. O Mercadão fica em frente o rio Sergipe.
Mas, não há como negar, a cidade tem praias! Não são azuis como as concorrentes da região, porque há muitos rios na cidade que correm par o mar. Pra quem olha a natureza com outros olhos, a cidade é um paraíso!
Aracaju é uma cidade planejada, construída mesmo. Boa parte do litoral foi aterrado e tem detalhes diferentes, como as lagoas na praia do Atalaia, que ficam há menos de 500 metros do mar.
O futebol local, embora seja pouco divulgado e valorizado, é bem diversificado.
O estado de Sergipe possui duas divisões profissionais e diversas competições amadoras. O site da Federação Sergipana de Futebol é www.infonet.com.br/fsf.
Os principais clubes do estado são o Confiança, o Sergipe e o Itabaiana, além de contar com dois clubes de nomes bastante familiares: River Plate (de Carmópolis) e Boca Juniores (de Estância).
O principal Estádio da cidade de Aracaju é o Estádio Estadual Lourival Baptista, o Batistão. Fomos até lá dar uma olhada nele!
O Estádio foi inaugurado em 1969 e por ser estadual, recebe jogos de diversos clubes sergipanos e até amistosos da Seleção Brasileira.
Deu pra perceber que o estádio recebe muita atenção do governo.
Conseguimos adentrar ao campo pra ter uma visão completa de mais esse templo do futebol!
Ainda sonho com o dia em que o futebol local será valorizada, independente de onde seja.
Foi inaugurado em 1969, com um público de 45.058 pessoas, num jogo que reuniu times da Federação Sergipana de Desportos/FSD e a Seleção Brasileira de Futebol.
Um olhar “panorâmico”pelo Estádio…
O Governo de Sergipe prometeu ampliar o Batistão para 40.000 pessoas. A Mari decidiu esperar no banco de reservas…
Olha a cor do céu… Jogar ali no sol, não deve ser fácil…
Até o gramado parece sofrer com o sol intenso…
Um estádio grande e muito bonito, que merece um time bacana!
Mais uma vez ficamos orgulhosos em conhecer um templo do futebol, o Estádio Estadual Lourival Baptista.
Curiosidade: o Estádio abriga uma série de Federações esportivas, entre elas… a de Luta de Braço!
Aqui, uma das entradas do estádio.
Hora de voltar para a cidade e encontrar cajús gigantes pelas ruas…
Pra terminar, mais cores, desta vez nos sucos pela cidade…
Domingo de manhã é momento de futebol, independente do rolê do dia (ou da noite) anterior. Assim, eu e a Mari (O Gui alegou esgotamento físico e não foi, e o Gabriel foi pra Moóca ver Juventus x Penapolense) fomos até o Estádio Municipal Antonio Soares de Oliveira, em Guarulhos, guiados pelas placas, para ver Flamengo x Atlético Sorocaba, pela série A2.
O Estádio Municipal Antônio Soares de Oliveira é também chamado de “Ninho do Corvo“, ou simplesmente “Estádio do Flamengo“.
Lá chegando, a primeira surpresa… Uma bela lanchonete (tão difícil de se encontrar nos estádios de São Paulo…).
Mais que salgadinhos e bebidas, na parede da lanchonete fotos históricas do rubro negro de Guarulhos!
A estrutura do Estádio é de dar inveja a muitos times da primeira divisão. Banheiros impecáveis e todo o estádio muito bem pintado com as cores do Flamengo!
Atualmente, possui a capacidade de 15 mil lugares.
Dá uma olhada no “todo” do Estádio:
Vale lembrar que mandam jogos neste estádio, tanto A.A. Flamengo quanto o A.D. Guarulhos.
Os dois times entraram em campo com a difícil missão de seguir na luta contra o rebaixamento para a série A3.
A AA Flamengo vêm ganhando força no cenário estadual, seja com os recentes acessos, seja com a participação na Copa Federação Paulista ou Copa São Paulo de Futebol Júnior, da qual foi uma das sedes, este ano.
Entretanto, este ano, o time não tem dado muita sorte. e os resultados acabaram não aparecendo, por isso, alguns torcedores, puseram suas faixas de ponta cabeça, em sinal de protesto, pela má campanha.
Encontramos o presidente do clube, Edson David, que se mostrou bastante chateado pelo desempenho do clube, mas lembrou que o time sofreu principalmente por vários jogadores terem ficados afastados pelo departamento médico.
A torcida tem todo o direito de cobrar, mas é preciso saber valorizar o esforço da atual gestão, que tem trabalhado pelo clube e que mostrou-se presente mesmo nos momentos difíceis. Reconheço que não deve ser fácil ser dirigente esportivo no Brasil, principalmente de times independentes. O próprio público, assim como ocorre em todo interior, praticamente abandonou o time, só os mais fanáticos compareceram.
Falando um pouco do jogo, o Flamengo fez o que tinha de fazer e começou indo com tudo pra cima, abusando das bolas aéreas e jogadas de bola parada.
Por volta dos 30 minutos do primeiro tempo, festanas bancadas. Penalty para o Flamengo. Mas quando a fase é difícil, nem assim… Além de perder a cobrança, o Corvo (apelido do Flamengo) levou o gol no contra ataque. Pequena festa na ainda menor torcida sorocabana que compareceu em Guarulhos.
Conversamos um pouco com o pessoal da Comando Rubro Negro, também chateados pela situação do time!
No segundo tempo, após um início meio morno, o jogo foi ficando mais emocionante, afinal, com esse resultado o Flamengo voltaria à série A3, e o time local se jogava para o ataque como podia…
E bola na área, e escanteio, e pressão do Flamengo… E nada do empate aparecer…
Jogo quente, hora de esfriar a cabeça… Voltando ao capítulo “Gastronomia de Estádio”, dá lhe picolé a R$1!!!
Aliás, cabeça quente teriam os reservas do time visitante se a torcida quisesse fazer uma pressão nos caras… Olha como é perto!
Faltavam poucos minutos, e não havia pressão que desse jeito de mudar o placar do Estádio Antonio Soares de Oliveira…
Não conseguiu ler? Veja mais de perto:
Opa, antes que o jogo termine é hora da “foto oficial” da gente em mais um estádio!
E embora eu e a Mari estivéssemos contentes por mais um jogo assistido, no fundo estávamos tristes por presenciar a queda do Flamengo de Guarulhos para a série A3… E mal sabíamos que algum tempo depois, o Atlético Sorocaba viria a fechar suas portas…
Se bem que pro Tévez, mascote do time, parece que era tudo festa…
O jeito foi encher a cara de cana (calma, é que na frente do estádio vende caldo de cana, mesmo) e encarar uns pastéis pra voltar para Santo André já almoçados!
E assim, termina mais uma manhã de domingo… Com várias boas cenas na memórias, novos amigos…
A 4ª camisa do blog veio com o grande amigo “Guilhermão”, que foi até o Pará, visitar a terra natal de sua companheira e encontrou a camisa por lá! Aliás, ele também me conseguiu a camisa do SER Juventude de Primavera do Leste-MS. Valeu, Gui!
O time dono da bela camisa é o Tuna Luso, considerado a terceira força do futebol paraense.
Já é um clube centenário, fundado em 1903, por caxeiros portugueses, com objetivo de divulgar e eternizar a cultura portuguesa, principalmente a música, já que Tuna era o nome que os agrupamentos estudantis recebiam, e estavam sempre ligados a produção artística, principalmente a música e poesia.
O uniforme tem como característica marcante do uniforme a faixa que divide a camisa na diagonal (como a do Vasco, da Ponte, entre outros), e o uniforme for o branco, a faixa é verde, e vice-e-versa.
Campeões da série B do brasileirão em 1985, numa inesquecível festa para sua torcida!
Em 1992, novo título, desta vez da série C.
O Tuna Luso já levantou 10 vezes a taça estadual, mas segue sem ser campeã Paraense, desde 1988, sendo que em 2007, chegou ao vice campeonato.
Seu estádio é o Francisco Vasques, conhecido como “Souza”, com capacidade para 5.000 cruz-maltinos (como são chamados seus torcedores).