Sábado, 17 de maio de 2025. Guarde essa data, ela é histórica. É a primeira vez que o EC Santo André tem em campo um time feminino defendendo suas cores, e nós fomos ao Estádio Bruno José Daniel para registrar este momento!
O time do Santo André foi montado com o apoio da Prefeitura Municipal e aproveitou a base de atletas da Portuguesa, que este ano desistiu de disputar as competições por ter se tornado uma SAF.
Isso se traduziu em um time bem postado e organizado em campo, que sabia bem o que fazer com a bola.
Pode parecer simples, mas para uma equipe sub 15 esse nível de organização chama muito a atenção.
Logo, essa organização se transformou em domínio e como consequência aos 5 minutos do primeiro tempo: Coutinho aproveita a roubada de bola e faz o primeiro gol da história das Ramalhetes!
Teve quem achasse que o jogo seria fácil e que viria uma goleada…
Mas o time do Paulista acertou a marcação e passou a buscar o gol de empate, exigindo das Ramalhetes toda a atenção nas ações de contenção!
O 1×0 foi o placar do primeiro tempo, para alegria dos torcedores que compareceram!
O Doug (responsável pelo excelente @1967, projeto que resgata a historia da nossa arquibancada) trouxe a faixa que homenageia a torcida dos anos 70 e que, cita as “Ramalhetes”, na época, apenas torcedoras e hoje, atletas!
Finalmente as meninas, filhas da nossa torcida têm uma referência no futebol, quem sabe a próxima geração de atletas venham da nossa bancada?
A torcida gostou do primeiro tempo e estava empolgada para a sequência do jogo, lembrando que o sub 15 disputa 2 tempos de 35 minutos.
E o jogo voltou mais uma vez animado, com as meninas do Santo André muito coesas e decididas, enquanto o time do Paulista colocava todas as suas fichas na busca pelo empate deixando campo aberto para os contra ataques!
Muita movimentação no nosso time buscando abrir espaços no jogo…
E mais chances foram criadas…
O time do Paulista soube apertar a marcação impedindo as chegadas ao ataque do Santo André.
O nível do jogo foi bem interessante, com grande intensidade no ataque!
Mas não foi de contra ataque o nosso segundo gol, foi de uma construção tática incrível, que na hora a gente acaba nem percebendo. 8 passes trocados até Coutinho marcar o seu segundo gol e fazer 2×0 para as Ramalhetes.
E se o time está bem estruturado, muito se deve a este ai, o Professor Paulo, treinador da equipe!
Mesmo assim, as meninas do Paulista continuaram apertando…
Mas a boa atuação da zaga e da nossa goleira Ana Júlia garantiram a primeira vitória das Ramalhetes!
Foi bom ver o pessoal da Fúria presente!
Aliás, no segundo tempo parece que o público aumentou ainda mais!
Os 35 minutos finais chegaram ao fim e colocou a partida na história do EC Santo André!
Após o final do jogo todas as atletas seguem o protocolo de fair play, cumprimentando-se…
E foi hora de correr para a torcida!
Ainda quase crianças, as meninas fizeram a nossa torcida se emocionar!
Sejam bem vindas, Ramalhetes!
Quem esteve no jogo, surpreendeu-se pela qualidade e pela entrega das meninas… Foi uma ótima estreia!
15hs de sábado, 17 de maio de 2025. Essa é a data mágica da estreia de uma nova categoria do EC Santo André: seu time feminino no Campeonato Paulista Sub 15! Compareça ao Estádio Bruno José Daniel para apoiar as meninas!
Também fizemos uma parada em Cornélio Procópio para conhecer e registrar o Estádio Municipal Ubirajara Medeiros.
E ainda fomos conhecer Santa Mariana…
E seu Estádio Municipal…
Mas a estrada nos ofereceu uma outra experiência incrível no norte do Paraná: a cidade de Bandeirantes, onde vivem cerca de 30 mil pessoas.
O local, que até o início do século XX era um território ocupado pelo povo kaingang, se converteu em cidade com a inauguração da estação Bandeirantes, que atendia à Estrada de Ferro São Paulo – Paraná. Foto do Site Estações Ferroviárias:
A nossa presença na cidade tinha como objetivo conhecer e registrar o Estádio Comendador Luiz Meneghel, também chamado de Estádio Vila Maria.
Com capacidade para 8.000 torcedores, o Estádio Comendador Luiz Meneghel foi a casa do União Bandeirante Futebol Clube.
O União Bandeirante FC foi fundado no dia 15 de novembro de 1964, pelo comendador Luiz Meneghel, como uma forma de tirar a atenção do sofrimento causado pelo golpe militar que o país sofrera. Para isso, o Guarani, que disputava o Campeonato Paranaense, se fundiu com o time da usina de propriedade da família Meneghel fazendo surgir o União Bandeirante. Não a toa o seu distintivo vem da marca da Usina.
O time entrou pra história ao ser vice-campeão estadual logo em 1966, no primeiro Campeonato unificado (antes disputavam 2 sedes, em norte e sul do estado), sendo disputado no formato pontos corridos.
Em 1969, mais uma vez o time chega à final, mas acaba derrotado pelo Coritiba.
Em 1971, o time coleciona mais um vice-campeonato.
Em 1989, novamente foi vice-campeão estadual perdendo o título para o Coritiba.
Aqui, o time de 1991:
Em 1992, o União vencia o Londrina, no segundo jogo da final por 2×1, resultado que lhe daria o título, mas cedeu o empate nos acréscimos, o que provocou o terceiro jogo. O Londrina venceu a partida seguinte e sagrou-se campeão.
Também fez história os irmãos Serafim e Paulo Meneghel, filhos do fundador do time e presidente e vice respectivamente por muitas décadas. O Serafim é conhecido por uma história em que ele teria dado um tiro na bola para não deixar bater um pênalti contra o União, mas ele mesmo desmentiu o fato, segundo ele tendo sido inventado por José Carlos Malucelli.
Em 2006, o União Bandeirante decretou o encerramento de suas atividades, alegando dificuldades financeiras e também pelos problemas de saúde do patriarca Serafim Meneghel.
Voltando ao Estádio, ele foi construído em 1964 e seu nome homenageia o patriarca dos Meneghel, hoje já falecido.
Infelizmente hoje, o Estádio está abandonado e o pior… trancado.
Por sorte, encontramos algumas imagens feitas via drone e disponíveis em vídeo pelo canal Bandeirantudo!
É de partir o coração, ao mesmo tempo em que é muito emocionante ver o tamanho da sua estrutura… Olha essa arquibancada!
As cabines telefônicas seguem por lá. Vazias. Tristes. Solitárias…
O gramado… praticamente morreu…
Um dia essa cobertura deve ter sido proteção contra sol, ou chuva, para centenas de torcedores…
Será que dá pra sonhar com esse gol de volta ao jogo?
O alambrado é mesmo resistente. Está de pé até hoje.
Ao lado do campo, um espaço que possivelmente seria destinado a um campo de. treinamentos.
Infelizmente, desta vez ficamos do lado de fora… Mas registramos o que era possível.
O pessoal de fora do estádio alerta “não entre sem autorização porque a viúva do Luis Meneghel mantém seguranças por ali”. Não parece bem verdade, mas respeitamos os avisos.
Domingo, 11 de maio de 2025. Nosso destino, mais uma vez, é Limeira, cidade tão legal e vizinha de Cosmópolis!
Pra quem nunca acompanhou um jogo do Independente, as partidas normalmente acontecem aos domingos no mesmo horário da feira, então… somam-se duas paixões brasileiras:
Para quem quiser conhecer mais o atual presidente e sua visão, veja a entrevista que fizemos com ele:
A estrutura do Estádio Comendador Agostinho Prada surpreende pela imponência em meio à Vila Esteves, o “lado” de Limeira onde o Galo é o time do coração da maioria dos moradores.
Ano que vem são 80 anos da inauguração do estádio, ocorrida em 10 de julho de 1946.
O Estádio foi construído e doado ao clube pela Companhia Prada, famosa pela fabricação de chapéus, encontrei essa imagem sendo da fábrica no site da Prefeitura de Limeira:
A Companhia Prada tinha como proprietário o sr. Agostinho Prada, que hoje dá nome ao Estádio.
Na época da sua inauguração, a região ainda era pouco urbanizada e durante muito tempo manteve os eucaliptos na parte onde atualmente estão as cabines de imprensa.
Ainda no estádio, existem diversas taças relembrando as conquistas do Independente FC, como a do vice campeonato da Série A3 de 2014:
Os ingressos estavam R$ 20 (inteira) e R$10 (meia), e com ele em mãos, entramos no estádio!
Bacana ver as faixas da Torcida Galobeer, mostra que o Independente não estará sozinho em campo hoje!
E aí vem os times ao campo do Pradão!
É nessa área que antes ficavam as diversas árvores, e atualmente temos um bom espaço para imprensa. Vale ressaltar que a imprensa local é bastante forte, principalmente as rádios.
O AD Guarulhos postou-se para a foto oficial do time!
Mas na hora de se reunir antes do jogo, o grito de guerra foi “Aster“, fortalecendo a ideia de que uma fusão realmente está próxima…
E começa a partida!!!
Como faz tempo que a gente não ia ao Estádio, fizemos um registro atualizado, olhando do lado de quem está na arquibancada, esse é o gol do lado esquerdo:
Aqui, o meio campo:
E aqui, o gol da direita:
E se em campo começa o jogo, na arquibancada é hora de apoiar!
E o pessoal da Torcida Galo Beer estava animado! Vai pra cima deles, Galo!
A torcida visitante também se fez presente.
Mas a festa mesmo ocorria no lado da torcida local:
Bacana ver que temos muitas camisas e esses chapéus tipo “bucket” da torcida:
Também vi a camisa da outra torcida: a Guerreiros da Nação Galista!
E o povão também se fez presente. Enfim… Mesmo o público total sendo pequeno (anunciados 264 pagantes), a manhã foi bem aproveitável para quem ama futebol!
O mais importante é que tinha um clima de jogo no estádio!
Em campo, como havíamos acompanhado o jogo da semana passada (veja aqui como foi), tinha em mente que o AD Guarulhos entrava como favorito…
Acabei me surpreendendo com o bom começo do time local, avançando ao ataque com frequência e impedindo a finalização das jogadas do AD Guarulhos.
O jogo está fervendo… O lateral sinaliza, tem fome de bola!
O legal do Pradão é que a arquibancada fica acima do nível do campo, mas próxima o suficiente para deixar o torcedor praticamente dentro do jogo. Por isso muitos assistem o jogo nessa área.
Embora o clima fosse favorável na arquibancada e o Independente tivesse criado um maior domínio de jogo com as melhores chances, o AD Guarulhos não está com 100% de aproveitamento a toa. O time soube ser cirúrgico e aproveitava as falhas do time local.
Em uma dessas falhas, o camisa 10, Dieguinho, fez o gol dos visitantes…
Um banho de água fria na torcida local, nesta já não ensolarada manhã de outono em Limeira…
Mas a Galo Beer não desanima nunca e mantém o apoio!
E o time se encoraja, mas não chega ao empate…
Escanteio para o Independente e…
É… Tem dias que nada dá certo… O primeiro tempo chega ao fim e o placar mostra 1×0 para o time de Guarulhos para a tristeza da torcida do Independente…
Ufa…. Uma pausa em tantas emoções… Até a bateria merece um descanso.
Durante o intervalo pude conhecer o Fernando, jornalista de São Paulo e que sabe muito sobre o futebol do interior paulista!
Pô, e olha o bar, que da hora!
Todos de volta aos seus lugares, é hora do segundo tempo começar… São 45 minutos para o Independente buscar a virada!
E o jogo segue aberto. O AD Guarulhos aperta e o Independente responde na mesma linha!
Aos 13 do segundo tempo, Luan, o camisa 10 do Independente iguala o jogo!
É hora da torcida local comemorar!
Não viu o gol? Vacilei bem na hora né? Veja por aqui que fica mais fácil:
A partir daí, a torcida local vive seus melhores momentos…
O time do Independente cria várias chances de virar o jogo…
O gol da virada parece uma questão de tempo…
É o galo de Limeira, pô!
A galera tá confiante, cadê o gol?
Ele, o gol, veio. Demorou, faltavam pouco mais de 5 minutos para o fim do jogo. Mas não foi para o time local… Em um rebote do goleiro, Yan fez 2×1 para os visitantes…
O futebol é incrível. É amplo, plural, cheio de culturas e sub culturas. Mas é cruel. Pergunte pro pessoal da Galo Beer se isso não é verdade…
Ou pergunte pro Baiano… Tanto tempo de estádio acompanhando o Independente que nem ele mesmo sabe dizer há quantos anos apoia o galo…
Os últimos minutos foram melancólicos e altamente destrutivos para quem ama um time e sabe que não há o que ser feito…
O juiz termina o jogo e o time do Guarulhos sabe que merece registrar o dia de hoje porque esses três pontos não são fáceis de se conquistar em Limeira…
Seo Francisco, o “Baiano” (que segundo dizem, tem muito mais do que os 40 anos de bancada que ele afirma no vídeo) não desiste! Talvez só falte uma camisa do Galo no lugar dessa do Flamengo, mas… o coração segue focado!
Domingo, 4 de maio de 2025. Mais uma partida válida pela Primeira Divisão, o segundo nível do futebol da liga Santoandreense. O local do jogo é o campo do Guaraciaba, no recentemente inaugurado, Parque Guaraciaba. Sente o clima do local:
Como é nossa primeira vez, segue um registro do meio campo, com destaque para seu gramado sintético:
Este é o gol da direita, onde está a entrada do parque:
E ali ao fundo, o gol da esquerda, onde está a “sequência” do parque:
Em campo, temos como mandante o time do EC Primeira Camisa, fundado em 10/01/2001.
O time jogou apoiado por sua torcida, a Fúria Azul!
E olha como as minas estão bem presentes na bancada da várzea!
Do outro lado, jogando como visitante, o time do Ipiranga FC, fundada em 2 de janeiro de 1980!
E quem apoia o Ipiranga FC é a Torcida Organizada Força Ipiranguense!
O pessoal da Força Ipiranguense coloriu de vermelho os alambrados, com suas faixas e padronização da torcida!
Confesso que senti falta de um espaço melhor para quem quer assistir a partida… Com tanta reforma, não custava ter deixado um lugar maior pra torcida, lembrando que o time dono do campo costuma levar bastante gente com a Fúria Vermelha…
Mas, independente do espaço, a festa está aí!
Pra quem ainda acha que a várzea é território perigoso, cenário de brigas e violência, olha que legal ver nessa imagem abaixo como as duas torcidas ficam próximas sem necessidade de polícia ou de maiores separações…
Ah, em campo, o jogo foi bem bacana!
O time do Ipiranga venceu por 2×1 e se não bastasse a vitória ainda conseguiram marcar esse golaço olímpico:
Enfim, agradeço por poder registrar mais um lindo domingo onde o futebol fez sua parte dentro da cultura da nossa cidade, Santo André.
Domingo, 4 de maio de 2025. Dia de registrar a 4ª rodada da Primeira Divisão da LIGASA. Antes que você se confunda, preciso reforçar que a Primeira Divisão é o segundo nível do futebol de Santo André. O primeiro nível é chamado de Divisão Especial. O campo de futebol escolhido foi o do GEJU.
E o que é o GEJU?
É o time do Grêmio Esportivo Jardim Utinga, fundado em 1961 e dono do campo.
Olha que área legal ali junto do bar pra quem só quer sossego e ver o jogo tomando um guaraná, uma breja ou um gatorade…
Mas hoje fomos assistir um embate que reuniu dois times de outras quebradas de Santo André. Começando pelo mandante, o Esporte Clube Rio Avante, lá do Parque Miami, fundado em 10 de outubro de 1978.
E olha aí a entrada do time:
E se o Rio Avante está em campo, a arquibancada está rubro negra…
E isso graças a Torcida 12 Avante!
Com sua torcida presente, o Rio Avante pode jogar em casa mesmo longe da sua área!
O seu adversário, jogando como visitante é o Deportivo Gaza, um time que pode ser considerado da nova geração, ainda que esteja há poucos meses de celebrar os 20 anos da sua fundação, ocorrida em 25/07/2005.
E olha o Deportivo Gaza entrando em campo:
A torcida Pitbull se fez presente para apoiar o Deportivo Gaza!
E com a sua torcida ao seu lado, sem dúvidas o time teve ainda mais forças para enfrentar seu adversário!
E assim, começou a partida!
E se a agitação já era grande, com a partida rolando, virou um caldeirão!
A torcida 12 Avante usa o coringa (na versão do Heath Ledger) como mascote e é um visual realmente insano!!!
E rolou pirotecnia também enquanto o jogo pegava fogo!
O Estádio do GEJU possui uma pequena arquibancada que ficou bem lotada!
E olha o show do pessoal da 12 Avante com suas fumaças!!!
Bacana ver uma nova geração de torcedores surgindo também na várzea. Há espaço para todos!
E tem escanteio para o Rio Avante, que busca seu gol para sair da partida com os 3 pontos:
E se hoje não será o dia da bandeira tremular pela vitória, que tremule pelo amor, então!
Mas tem ataque do Deportivo Gaza também, que procura ser um visitante indigesto!
A torcida do Deportivo Gaza acredita na vitória, sendo ou não maioria!
A partida terminou mesmo 0x0, e nem por isso a torcida do Rio Avante deixou de cantar e apoiar até o final!
Estamos na torcida para conseguir registrar o Rio Avante mandando um jogo em casa para sentir o clima lá no seu campo!
Por hora, ficamos por aqui parabenizando as duas equipes, suas torcidas e a Liga Santoandreense de futebol pelo espetáculo!
Domingo, 5 de maio de 2025. Do ABC pra Guarulhos, mais uma conexão na metrópole paulistana. Em menos de uma hora estávamos na segunda maior cidade do estado. Os portões foram abertos bem em cima da hora, chegando até a criar fila na entrada do Estádio Antônio Soares de Oliveira!
Fazia algum tempo que estivemos no estádio e foi bacana voltar a ver o Estádio Antônio Soares de Oliveira, ainda muito bem cuidado, mesmo que nas cores e em alusão ao outro time da cidade que folgou na rodada.
O Estádio ainda guarda lembranças de um passado que já não parece mais existir nos dias de hoje…
Embora entrem pelo mesmo portão, a parte atrás do gol foi dedicada à torcida visitante (aliás, senti falta do pessoal da Sancaloucos, uma organizada muito presente no futebol!).
Times prontos, é hora da cerimônia de entrada!
Graças ao Fernando do Jogos Perdidos, pudemos ter os dois times perfilados antes do início da partida!
Os dois times entram em campo carregando seus sonhos de vitórias, acesso, sucesso…
E se os jogadores em campo tem o desejo da vitória, entre os reservas o sentimento não era diferente!
O AD Guarulhos vem de uma parceria – que deve se transformar em fusão nos próximos anos- com o Aster (que deixou Itaquaquecetuba) e assim conta com uma base bem interessante para o campeonato, traduzida desde o começo do jogo em certa dominância na armação das jogadas e em ataques criados.
Pra quem ainda não conhece o estádio, segue o registro do gol do lado esquerdo, onde fica o portão da entrada:
O meio campo:
E o gol da direita (onde antigamente ficava a torcida visitante):
O público até que foi aumentando após o início da partida, e foi anunciado como 197 pagantes.
Vale ressaltar que alguns dos presentes portavam camisas do Aster.
Vale ressaltar a presença da Torcida Organizada Resistência Azul.
Se o domínio técnico do AD Guarulhos não se traduziu em gols logo de cara…
…em parte foi graças ao Max, goleiro do São Carlos.
Mas o goleiro Cauê também foi bem!
A atenção crescia entre a torcida local…
E também dentro de campo!
Até que aos 10 minutos, Dieguinho faz 1×0 para o AD Guarulhos!
Pode anotar aí no placar: 1×0!
A partir daí, o jogo ficou equilibrado. Ainda que o AD Guarulhos mantivesse o domínio, o São Carlos teve várias chances de chegar ao empate, principalmente nos contra-ataques e nas jogadas de bola parada.
O AD Guarulhos também teve chances de ampliar, mas pecava na última bola…
Na arquibancada, mais um jogo em que o público decepcionou…
Lembre-se que estamos falando da segunda maior cidade do estado… E um estádio lindo, que merecia receber um público maior, mais famílias, mais crianças…
Claro que os times em campo sentem o clima… E ainda acho que a presença de mais torcida e dos tradicionais cânticos de apoio, poderiam ter colaborado para um ambiente mais legal e materializando-se até em outros resultados…
E o Estádio tem uma boa capacidade de público e uma boa estrutura…
Intervalo de jogo é hora de dar uma circulada pelo estádio e ver o que temos na lanchonete local!
Volta o segundo tempo e sem grandes novidades…
O AD Guarulhos criava boas jogadas…
… e o São Carlos continuava criando chances nos contra ataques…
A torcida local sente que a não chegada do segundo gol alimenta a esperança do time do São Carlos pelo empate…
Chances para animar a torcida não faltaram…
Mas apenas aos 47 do segundo tempo, Gustavinho fez o segundo, selando o placar final!
Dor para o time do São Carlos que vinha fazendo um jogo equilibrado no segundo tempo e até teve chances de empatar a peleja.
O São Carlos deu a saída e seguiu os poucos minutos até o apito final…
Fim de jogo e 3 pontos importantes para a classificação para a próxima fase.
Festa na bancada…
Agradeço mais uma participação na história do futebol paulista!
Sábado, 3 de maio de 2025. É dia de conhecer um novo campo de futebol: o Centro de Treinamento Rei Pelé, a casa do Santos FC e ver um time pela primeira vez: o SC Aguaí!
A Mari fez questão de registrar a presença na entrada do campo que fica no Complexo Modesto Roma.
Embora fosse um jogo válido pela categoria de base, o sub 20 de Santos e do Aguaí, trouxeram bom público ao CT!
Já estivemos por duas vezes em Aguaí e não conseguimos adentrar ao Estádio Dr Leonardo Guaranha (veja aqui como foi!), o jeito foi conhecer o time de Aguaí como visitante…
Essa galera em primeiro plano é do interior e veio acompanhar o time, enquanto o pessoal do Santos ficou do alambrado para traz:
O CT fica bem próximo da Vila Belmiro em meio a uma cidade que não para de crescer. Olha que prédio bonitão que já existe ao lado do Estádio:
Em campo um jogo que começou bastante desigual, dava pra apostar naqueles placares largos a favor do Santos.
Mas o time local demorou pra abrir o placar, só no fim do primeiro tempo.
Não que o Aguaí não tivesse criado algumas chances…
Já no segundo tempo, o Santos ampliou para 2×0. Será que a goleada vem? Pois bem, assista aos melhores momentos e veja como acabou essa história…
Muito legal estar no CT do Santos e conhecer um local tão importante para as categorias de base do Peixe e do futebol paulista em geral.
Domingo, 27 de abril de 2025 Que momento, senhores e senhoras… Semifinal da Divisão Especial da Liga de Santo André. O palco é o campo do EC Jardim Stela.
Em campo, dois times bem tradicionais. Começando pelo Madureira FC, fundado em 1º de outubro de 1948, e que hoje joga como mandante, pela melhor campanha. Olha a festa da Torcida Lobos da Vila na entrada do time:
Seu adversário, o União Vila Sá, fundada em 20 de outubro de 1958, também teve uma recepção incrível pelo pessoal da Torcida Gang da Vila:
E olha a festa da torcida do União Vila Sá:
Começa o jogo e as emoções vão a mil. O time da Vila Sá conta com 3 ex atletas do EC Santo André: Rodriguinho, Thiago Ulisses e Léo Apolnário. O time do Madureira também não deixava a desejar e o que se viu foi uma partidaça, como a cidade merece!!!
Mas, para mim, o show estava mesmo nas arquibancadas!
Se em campo o jogo foi disputado, entre as torcidas a competição também estava bonita! Fosse entre os Lobos da Vila…
Ou, entre a Gang da Vila:
Vem o Vila Sá para o ataque…
Em uma descida do Vila Sá a jogada foi parada com falta dentro da área, e aí saiu o gol que decidiu a partida:
Mas a torcida do Madureira não desanimou com o gol.
Termina o primeiro tempo e daria pra fazer muitas e muitas fotos mostrando as diferentes artes que as torcidas criaram e trouxeram para o jogo:
Além da pirotecnia cada vez mais presente…
Estes torcedores do Madureira encarnaram de verdade a ideia do Lobo!
O tempo parece passar muito rápido quando a gente está se divertindo… Acabei nem registrando o encontro com os amigos Artur e Sidnei Pelachine, companheiros de arquibancada do Santo André.
Assim, o 2º tempo começou sem dar tempo pra mais nada. E já começou agitado!
O 1×0 deu mais emoção para o jogo porque um gol do Madureira mudaria tudo, já que o time jogava pelo empate para se classificar…
Jogo decisivo é imprescindível a presença das gerações mais velhas que tanto viram esse time jogar…
A cada minuto passado, era um passo a mais para a torcida do Vila Sá rumo à final.
Mas esqueceram de avisar a Torcida do Madureira, que seguiu acreditando e apoiando, como deve ser…
Também em campo, o Madureira tentou de todas as formas, mas não conseguiu chegar ao empate…
Mas não teve jeito… O Vila Sá segurou o placar como pode e garantiu a vitória!
Fim de jogo e é hora da festa na torcida do Vila Sá!
Em um campeonato que teve um nível tão alto, as duas equipes estão de parabéns! E o Vila Sá faz história ao se classificar para a final a ser disputada no Estádio Municipal Bruno José Daniel.
Em campo, o time do Madureira se despediu com hombridade:
E o time do União Vila Sá foi celebrar com sua torcida!
Sábado, 26 de abril de 2025. O outono caminha desfolhando árvores, mas essa linda Paineira Rosa (li que as paineiras mantém sua florada até o início do inverno) insiste em mostrar suas lindas flores bem em frente ao Estádio Francisco Marques Figueira, em Suzano.
O Estádio homenageia os clubes amadores da cidade com seus distintivos pintados no muro.
Movimento baixo nas bilheterias, infelizmente essa é uma realidade para a maioria dos times da Bezinha 2025, a Segunda Divisão do Campeonato Paulista.
E vamos pro jogo que já tem lance perigoso a favor do ECUS!
Olha que linda essa estátua em homenagem ao mascote do ECUS! Ao lado, existe uma para o União Suzano, o outro time da cidade!
Bandeiras hasteadas, e se lá está a bandeira de Suzano, hoje é o ECUS que representa a cidade!
Mas, em 2025, a cidade ainda não abraçou o time… Mesmo com uma tarde agradável, a arquibancada ficou vazia…
MauáFC tem chance no escanteio!
Nosso tradicional registro do Estádio, veja o meio campo, onde lá do outro lado ficou o pessoal do Mauá FC:
O gol da esquerda, onde está a entrada do Estádio e também as bandeiras mostradas a pouco.
Aqui, o gol da direita, onde estão as estátuas também citadas acima.
Como o Estádio está muito quieto, vamos dar uma olhada com o som da banda espanhola Ska-P, de trilha:
O placar estava pronto para registrar os gols da partida, mas… antecipando-me ao fim da história, nem precisava ter tomado o cuidado de trazer as placas com os demais números. O jogo foi um daqueles 0x0 bem insossos…
O que poderia ter mudado a cara do jogo foi essa expulsão do atacante VT, logo no começo da partida, mas nem isso fez com que a disputa fosse mais emocionante:
O público local parecia formado por pessoas envolvidas com o futebol da cidade – até com o outro time – além de amigos e parentes dos jogadores, bem como um ou outro entusiasta pelo futebol.
Mas, assim como foi no jogo que estivemos semana passada, em Tanabi, a falta de uma torcida organizada deixa tudo com uma cara menos festiva…
Ah, e pra quem não conhece a região, é interessante ver que há um campo ao lado do estádio:
Segundo o site da Federação, o time do ECUS tornou-se uma SAF, e ao menos no “jeitão” da organização do jogo em si, me parece que as coisas estão sendo bem resolvidas.
Talvez a principal vantagem de se ter dois times na mesma cidade é que tem mais gente cobrando a prefeitura para o Estádio precisa ficar arrumadinho, e ele está!
Por outro lado, se a cidade já não abraça o União Suzano na série A3 (esse ano várias partidas tiveram público abaixo de 100 pessoas), imagine para o ECUS, na Bezinha…
Pior que quem foi, até tentou se empolgar com o time, principalmente por estar praticamente o jogo inteiro com um a mais, mas… Não teve muito jeito de sair contente do jogo…
Dá uma certa melancolia de ver um estádio tão bonito tão vazio…
Mesmo o pessoal do Mauá FC que compareceu também não conseguiu mudar a atmosfera da partida.
Ao menos, a lanchonete pode usar verduras frescas vindas da primeira e única “hortabancada”:
Anima ver que ainda tem quem tente mostrar pra nova geração a aventura que é curtir o futebol na sua cidade.
Em campo, também não tinha muito que animar… O time do ECUS tentava atacar, mas não conseguia furar a zaga de maneira alguma.
Se ao menos o time conseguisse embalar, talvez a presença do público nos próximos jogos aumentasse.
O Mauá FC também não apresentou um futebol vultoso, até por estar com um a menos, mas ao menos foi valente e chegou até a assustar nos contra ataques. O 0x0 acabou bastante justo pelo empenho.
Mas pra quem foi pro estádio em um sábado a tarde, buscando diversão, a falta de gols deu uma boa desanimada.
Pra mim, é mais uma experiência, se não muito marcante pelo jogo em si, ao menos colaborando para mostrar que o futebol em Suzano vive.
Aqui, mais uma chance pro time local abrir o placar que foi desperdiçada…
Bom para Thiago Constância, treinador do Mauá FC que viu sua retranca funcionar e garantir o 4º ponto neste campeonato.
Pensamento oposto teve seu oponente, Renan Martins…
Na arquibancada, por ser o primeiro jogo da temporada para o ECUS, não houve reclamação.
Em campo, mesmo com um a mais, foi muita correria e poucas oportunidades reais de gol.
O jeito foi aproveita o intervalo na lanchonete do estádio e afundar a tristeza do 0x0 em um Gatorade…
Também deu tempo de ir ao banheiro, aliás… Que estética interessante, não?
O segundo tempo voltou muito parecido, ainda que o time do ECUS tenha tentado dar uma acelerada no jogo.
Substituições aqui e acolá mas o jeitão do jogo não mudou.
Também não houve mudanças na arquibancada. O pov˜ão queria ver gol…
Assim, foi uma questão de tempo, pouco mais do que os tradicionais 45 minutos até que a partida selasse seu destino: 0x0.
Suzano tem uma população de mais de 300 mil pessoas e dois times no profissional. Quem sabe no futuro não temos estas arquibancadas cheias…