O futebol em Maria da Fé-MG

Minas Gerais é um estado muito diversificado. Suas cidades variam em atrações culturais, históricas, gastronômicas… E foi andando por entre as montanhas da Serra da Mantiqueira que encontramos uma verdadeira pérola: Maria da Fé.

Maria da Fé

Serra da Mantiqueira - MG

A cidade tem ganho muita fama por ser a principal produtora de azeitonas do Brasil, graças à temperatura.

Azeitonas - Maria da Fé

Fomos conhecer um dos produtores na cidade.

Maria da Fé - MG

O lugar tem várias delícias além do próprio azeite. Sorvetes, geleias, pães, patês…

Maria da Fé - MG

O caminho é de terra batida, mas como havia chovido, sofremos um pouco pra subir o morro.

Azeitona - Maria da Fé

A cidade é muito bem organizada e preparada para o turismo.

Maria da Fé - MG

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Maria da Fé - MG

Maria da Fé - MG

Maria da Fé - MG

Nosso objetivo em Maria da Fé, além de se empanturrar de azeitonas e azeite era de registrar o futebol profissional da cidade, que teve seu momento no Campeonato Mineiro, graças ao time do Mariense Futebol Clube!

Mariense FC

O time foi criado em 1984 e defendeu as cores e o nome de Maria da Fé no Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz.

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé-MG

Como a cidade é pequena, o Estádio fica bem no centro e é impossível você não passar em frente a ele.

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

O nome dele acima do muro é uma construção bem diferente!

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

O Mariense Futebol Clube mandou muitos jogos no amador, mas em 1987 profissionalizou-se, disputando a Terceirona Mineira até 1990.

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Neste vídeo, pode se conferir um pouco de uma partida da Terceira Divisão de 1990.

Além da Terceira Divisão, o Estádio Municipal também recebeu partidas da Supercopa Minas Gerais de 1991; e do Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1991 e de 1993.

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Aqui uma visão do gol esquerdo:

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

O gol da direita:

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

O meio campo com a arquibancada coberta:

 

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Ao lado do campo existe ainda um ginásio poliesportivo:

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Detalhe para o Vestiário levando o nome de Ivan Faria de Almeida.

Estádio Municipal Coronel Silvestre Dias Ferraz - Maria da Fé

Vamos dar uma olhada no estádio:

E assim, mais um estádio registrado!

 

 

Mau e Mari

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

O futebol profissional em Itajubá-MG

Por uma questão geográfica e financeira é mais comum nos aventurarmos por estádios no interior de São Paulo, mas sempre que possível ampliamos o nosso alcance cultural e tentamos registrar estádios nos estados vizinhos.

Divisa SP / MG

E é o caso deste post, onde vamos dividir com você um pouco da história, cultura e, claro, do futebol profissional de Itajubá, uma cidade que teve sua origem lá no fim do século XVII, graças à descoberta de ouro em suas montanhas.

Serra da Mantiqueira

Atualmente, as montanhas fornecem uma outra riqueza: as azeitonas!

Azeitonas

O ouro trouxe a presença de bandeirantes, como Borba Gato (esse feioso aí abaixo) e logo começaram a surgir pequenos povoados no sul do atual estado de Minas Gerais.

Serra da Mantiqueira

O povoado que daria origem à Itajubá foi criado pela tropa de Miguel Garcia Velho, fundador das Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá (que ficava nas áreas onde hoje se definiu a cidade de Delfim Moreira).

Itajubá-MG

Atravessar a Serra da Mantiqueira significa se deleitar com visuais, perfumes e até mesmo sensações únicas. O lugar tem uma energia incrível!

Serra da Mantiqueira

Serra da Mantiqueira

Pegamos uns dias de chuva, então não deu pra andar muito pela cidade, mas pelo menos fomos conhecer o tradicional mercado da cidade!

Itajubá

Mercado Itajubá

E deu pra curtir essa cidade tão rica em natureza e que vem crescendo tanto nas últimas décadas.

Itaubá

Mas… Como você sabe, estávamos lá por uma razão maior: registrar os times que representaram Itajubá nas disputas profissionais.

E dessa forma, começamos com a Sociedade Desportiva Yuracan Futebol Clube.

O time nasceu em maio de 1934. São 85 anos de história completos em 2019!

Itajubá MG

Surgiu com um grupo de amigos que se denominavam “os boêmios” e que se reuniam para jogar futebol contra o time do Instituto Eletrotécnico (que viria a se transformar na Universidade Federal de Itajubá).

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

O nome “Yuracan” seria uma homenagem ao time argentino Club Atlético Huracán, que realizou uma excursão no Brasil (encontrei essa matéira sobre uma excursão realizada em 1939, confira aqui), ganhando várias partidas.

O Yuracan FC manda seus jogos no Estádio Coronel Belo Lisboa.

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

O Estádio Coronel Belo Lisboa tem capacidade para cerca de 2.500 torcedores. Vamos dar uma olhada por fora!

O Yuracan é também chamado de Ganchão, por conta da letra Y estampada na camisa.

Yuracan FC - Itajubá-MG

Esse é o tricampeão de Itajubá em 58/59/60:

Yuracan 1960

Em 2016, o Elivélton (aquele que fez história no São Paulo e levou uma pedrada na cabeça numa Libertadores) vestiu a camisa do time numa partida amistosa!

Elivélton

Mas nós não ficamos só do lado de fora não, olha aí!

Graças ao amigo Pedro Graciani, pudemos fazer um registro da parte interna do Estádio.

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

Foi aí que “Seo Dondinho” (tamb;em conhecido como pai do Pelé) marcou cinco gols de cabeça em uma única partida pelo Yuracan.

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

Aqui a meia cancha:

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

Ao fundo do gol, um pouco da natureza local.

Gol Yuracan

As arquibancadas contam com uma pequena cobertura, que me fez lembrar o Estádio das Laranjeiras.

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

O Yuracan é um time que tem se esforçado para se organizar melhor a cada dia. Tem desenvolvido ações de Marketing e se envolvido com a cidade, cada vez mais.

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

Quem sabe em breve não vemos o Yuracan de volta ao profissional mineiro, onde jogou a 2ª Divisão em 1969, 1982, 1983, 1984, 1985 e 1990, além da Copa de Minas Gerais em 2004 e a Taça Minas Gerais em 2005…

Estádio Coronel Belo Lisboa - Yuracan FC - Itajubá-MG

Itajubá ainda guarda um segundo time: o Smart FC.

O Smart Futebol Clube foi fundado em 28 de Junho de 1928

Smart FC

O time fez história ao disputar 4 edições da 3ª Divisão (em 1986, 1987, 1988 e 1989).

Smart FC

O Smart FC manda seus jogos no Estádio Ambrósio Pinto, que fica num morro onde quase encalhei devido às chuvas… Só pra se ter ideia, a rua do Estádio se chama Cordilheira dos Andes.

Estádio Ambrósio Pinto - Smart FC - Itajubá

Dando uma olhada do lado de fora, deu pra se ter uma ideia do campo:

O Estádio tem lances de arquibancada descobertas, tanto atrás do gol quanto em uma das laterais.

 Estádio Ambrosio Pinto - Smart FC - Itajubá - MG

 Estádio Ambrosio Pinto - Smart FC - Itajubá - MG

 Estádio Ambrosio Pinto - Smart FC - Itajubá - MG

Na outra lateral, temos a linda arquibancada coberta:

 Estádio Ambrosio Pinto - Smart FC - Itajubá - MG

Aqui, o gol esquerdo:

 Estádio Ambrosio Pinto - Smart FC - Itajubá - MG

Lá ao fundo o gol da direita:

 Estádio Ambrosio Pinto - Smart FC - Itajubá - MG

O Google ainda disponibiliza uma foto incrível do campo:

Estádio Ambrósio Pinto - Smart FC

Infelizmente, o Smart FC parece estar mais distante da volta ao profissionalismo… E enquanto isso, o futebol local amador de Itajubá segue quente! Só pra registrar, ta aí a sede do Vasco Futebol Clube.

Vasquinho de Itajuba

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Esporte Clube São Paulo de Itanhaém

Puxa, confesso que fiquei enciumado com o fato de eu ter registrado os Estádios em Peruíbe e em Cananéia (sem contar que algum tempinho atrás já havíamos falado dos estádios em Registro e até em Mongaguá) e jamais ter dedicado uma linha do blog As Mil Camisas à cidade que amo tanto: Itanhaém.

Amo Itanhaém

Se ao falarmos de Cananéia, tivemos tantas histórias (do Bacharel da Cananéia e as possíveis expedições secretas “pré-Cabral”, ao potencial ecológico da cidade e suas ilhas!), Itanhaém não fica atrás.

Itanhaém é a segunda cidade mais antiga do Brasil, fundada em 22 de abril de 1532, por Martim Afonso de Souza, que enriqueceu com a exploração das colônias portuguesas, principalmente na Índia (dinheiro obtido de formas bastante questionáveis). Você pode encontrar o busto dele na praça central de Itanhaém, no pé do morro do convento.

Martim Afonso Souza - Itanhaém

Itanhaém é citada no incrível livro do alemão Hans Staden, “Duas viagens ao Brasil“, no qual ele descreve seu naufrágio (provavelmente na região da barra do rio Itanhaém) e o período em que foi refém por meses (aí já entre o litoral norte de SP e o RJ), sendo ameaçado de virar jantar no ritual canibal dos índios tupinambas.

Duas viagens ao Brasil - Hans Staden

A “Vila de Conceição de Itanhaém” chegou a ser cabeça de capitania, tendo como primeiro Governador e Ouvidor o Capitão João Moura Fogaça.

Desde cedo, Itanhaém teve sua igreja matriz no alto do Morro do Itaguaçu até 1639, quando a chegada dos Jesuítas que viviam em outra área da cidade (na Aldeia de João Batista, onde fica Peruíbe atualmente) foi construído o Convento Nossa Senhora da Conceição (que está por lá até hoje).

Convento de Nossa Senhora da Conceição

Atualmente o convento está fechado, mas tem uma família de saguis vivendo por ali.

Sagui - Itanhaém

Com o surgimento do convento, a partir de 1639 foi construída uma nova Igreja Matriz, que “desceu o morro”. Ela também está lá até hoje.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - Itanhaém

Olha um comparativo do centro:

Itanhaém

Itanhaém

A descoberta do ouro em outras regiões do Brasil fez com que muitas pessoas abandonassem a cidade. Itanhaém viveu seu declínio até voltar a se desenvolver já no século XX. Mas sua beleza seguiu por todos esse tempo. Veja a barra onde o rio Itanhaém encontra o oceano:

Itanhaém

Muitas pedras ilustram seu litoral e dão nome à cidade, já que Itanháem pode significar pedra que canta, ou que choraminga (acho que é daí que nasceu o uso de nhem nhem nhem como sinônimo de choro):

Praia - Itanhaém

Praia - Itanhaém

Muitas pessoas ainda vivem da pesca em Itanhaém.

Itanhaém

Rio Itanhaém

Itanhaém tem ainda uma série de “recortes” em seu litoral que dão um ar só seu, se comparado às demais cidades do litoral sul.

 

Mar - Itanhaém

Mar Itanhaém

E assim, no meio de tantas belezas naturais e de tantas histórias e estórias, nasceu um time de futebol local: o Esporte Clube São Paulo, em homenagem ao homônimo da capital.

EC São Paulo de Itanhaém

O time foi fundado em 25 de janeiro de 1934 e por muito tempo disputou as competições amadoras, levando a campo sua camisa tricolor.

EC São Paulo - Itanhaém

Falando em camisa, o site Só Futebol Brasil oferece a quem tenha interesse uma réplica atual da camisa:

Pesquisando em umas fotos antigas, descobri que sua sede ficava logo abaixo do morro do convento, como se vê:

EC São Paulo - Itanhaém

O antigo campo ficava bem próximo da barra do rio (dá pra ver o campo na parte central da foto abaixo):

Antigo Estádio do EC São Paulo de Itanhaém

E se for pra falar de fotos antigas, olha essa dos anos 60:

Esporte Clube São Paulo - Itanhaém

EC São Paulo - Itanhaém

Em 1966, o time se aventurou no futebol profissional, disputando a quarta divisão paulista, chamada na época de “Terceira Divisão“:

EC São Paulo - Itanhaém 1966

Essas não tiveram a data confirmada, mas aparentemente são dos anos 70:

EC São Paulo - Itanhaém

EC São Paulo - Itanhaém

EC São Paulo - Itanhaém

EC São Paulo - Itanhaém

O legal do EC São Paulo é que o time sobreviveu e segue disputando os campeonatos amadores.

EC São Paulo - Itanhaém

Esse é o time de 2018:

EC São Paulo - Itanhaém

E esse o de 2019:

EC São Paulo - Itanhaém

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Em busca do Estádio perdido em Cananéia!

Brasão de Cananéia

A ideia do As Mil Camisas é registrar a lembrança dos clubes de futebol, mas em alguns casos, a história das cidades é tão interessante que merece um mínimo de detalhamento.

Este é o caso de Cananéia, considerada por alguns como o primeiro povoado do Brasil, graças a um personagem polêmico da história brasileira: Cosme Fernandes, o “Bacharel de Cananéia“, retratado abaixo pelo pintor Carlos Fabra.

Bacharel de Cananeia

Existe uma linha de historiadores que defende que antes da chegada de Pedro Álvares Cabral, Portugal já enviara diversas expedições secretas ao Brasil, e em uma delas, teria desembarcado na Ilha do Cardoso, o tal “Bacharel” que seria responsável por em 1498, criar um povoado na região da Cananéia. Esse é uma representação do Duarte Pacheco, um dos que podem ter trazido o Bacharel:

Duarte Pacheco

Mesmo a versão aceita pela maioria dos historiadores também é incrível.

Ela diz que o Bacharel teria chegado à Cananéia em 1502, na expedição de Gonçalo Coelho e Américo Vespúcio (figura abaixo), e que teria ajudado Martim Afonso a fundar oficialmente a cidade, em 1531.

Américo Vespúcio

De uma forma ou outra, o Bacharel de Cananéia entrou pra história por ser um dos primeiros europeus a viver no Brasil, casando-se com a índia Caniné e se tornado parte do povo local, mais ou menos como João Ramalho (ilustrado abaixo) fez aqui pelas bandas do ABC.

João Ramalho

A presença do Bacharel serviu de muita valia em alguns momentos (por estar intergado aos índios), mas em outros ele foi um verdadeiro vilão para os portugueses.

O povo de São Vicente que o diga, quando foi quase dizimado pelo Bacharel que aliado aos índios Carijós e aos espanhois, em retaliação a uma tentativa de ataque – que também foi fulminada – em plena Cananéia.

indios carijos

A cidade acabou sendo esquecida, quando a Espanha conquistou o Império Inca (conhecido como o “reino branco” por causa da prata abundante) fazendo com que Portugal desistisse de enviar expedições ao sul do Brasil na tentativa de encontrar essa prata.

Esse abandono evitou ainda mais polêmicas, uma vez que o tratado de Tordesilhas passava especificamente pela cidade de Cananéia.

Marco do tratado de tordesilhas

Não é a toa que a entrada da cidade reforça sua importância nas navegações européias do século XVI!

Cananeia

Embora ainda pouco visitada pelo turista em geral, a cidade já se preparou para oficializar sua história, com o Museu Municipal.

Museu histórico da Cananeia

Museu da Cananéia

Bacharel da Cananéia

MApa

Conseguimos pegar um pouco da Festa do Mar, um evento que reúne as pessoas em torno da gastronomia e cultura local.

Festa do Mar - Cananéia 2019

Além de tanta história, Cananéia possui uma incrível fauna e flora, distribuídos entre suas ilhas. É sem dúvidas um paraíso ecológico, como comprova a Guará de cor vermelha, linda!

Guará

A série de ilhas que rodeiam o continente nessa região carregam consigo boa parte da história do nosso país desde a ocupação indígena até os dias atuais.

Quem sabe bastante disso é o historiador local João Borges, que dividiu conosco um pouco sobre o passado da Cananéia.

Cananéia

Com tanta informação e inspiração, fomos atrás do templo local do futebol: o Estádio Municipal Édison Batista Teixeira, onde o Clube Atlético Cananéia mandou seus jogos.

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

O site Só Futebol soltou uma camisa réplica (ou quase isso) (clique aqui se você tiver interesse):

Já o site Cacellain apresentou uma imagem diferente do que teria sido a camisa:

Esse é o muro do Estádio:

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Cananéia

Uma de suas entradas com o que costumava ser a bilheteria (ali já fechada do lado direito):

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

Vamos dar uma olhada lá dentro?

O Estádio possui dois lances laterais de arquibancada. Coloridas e tudo!

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

Aqui, o gol esquerdo:

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

O gol direito:

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

O Clube Atlético Cananéia foi fundado em 1986 para representar a cidade na Terceira Divisão do Cmapeonato Paulista de 1986. E foi aí no Municipal que o time mandou seus jogos!

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

A Terceira Divisão do Paulista de 1986 ficou conhecida por ter o maior número de clubes na história: 77.

O grupo do CA Cananéia era formado pelo Comercial de Registro; a AA Cotia, o Desportivo Embu, o Embu Guaçu; o G.E. Taboão (São Bernardo do Campo), o Jabaquara, o Palestra de São Bernardo e o Paulistano de São Roque.

Essas arquibancadas puderam ver boas partidas naquele ano!

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

O time não passou da primeira fase, mas fez boas partidas, e ainda perdeu os 3 pontos que conquistou no jogo em Registro e ainda deu um WO contra o Embu Guaçu.. Confira todos os resultados:

03/08/86 – Cananéia 3 x 1 Comercial de Registro

09/08/86 – Palestra 2 x 1 Cananéia

17/08/86 – Cananéia 3 x 1 Cotia

24/08/86 – Paulistano 0 x 0 Cananéia

31/08/86 – Cananéia 3 x 1 Embu0

7/09/86 – Taboão 2 x 2 Cananéia

14/09/86 – Cananéia 0 x 1 Embu Guaçu

01/10/76 – Jabaquara 0 x 0 Cananéia

04/10/86 – Comercial de Registro 1 x 2 Cananéia

12/10/89 – Cananéia 0 x 0 Palestra

19/10/86 – Cotia 2 x 4 Cananéia

26/10/86 – Cananéia 1 x 2 Paulistano

02/11/86 – Embu 2 x 0 Cananéia

09/11/86 – Cananéia 1 x 1 Taboão

23/11/86 – Embu Guaçu – x – Cananéia

09/11/86 – Cananéia 1 x 1 Taboão

26/11/86 – Cananéia  0 x 0 Jabaquara

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

Como resultado na tabela, o Clube Atlético Cannéia não obteve grande êxito, num grupo com nove times, terminou em quinto, não se classificando para a próxima fase, mas o time acabava de colocar Cananéia no mapa do futebol profissinal para a eternidade.

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

Olha aí o banco de reserva:

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

Ao fundo, as montanhas relembram o valor ecológico da região (praqueles lados está a divisa com o Paraná).

Estádio Municipal Édison Batista Teixeira - Clube Atlético Cananéia

Só por curiosidade, embora não possua um time profissional, na hora de voltar à Itanhaém passamos por Pariquera-Açu (que na na língua tupi, significa “barragem grande e velha de peixes”) e registramos o Estádio Municipal Lauro Lobo que se limita a receber partidas amistosas e o futebol amador regional.

Estádio Municipal Lauro Lobo - Pariquera-Açú

O gramado apresenta-se muito bem cuidado!

Estádio Municipal Lauro Lobo - Pariquera-Açú

E ali na parede se pode conferir o registro do nom do estádio.

Estádio Municipal Lauro Lobo - Pariquera-Açu

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!

Em busca do Estádio perdido em Peruíbe!

Ah, nada como curtir um tempo na praia… Ainda mais quando dá pra integrar esse tipo de lazer a um local tão importante na história do Brasil, e que não tem o reconhecimento merecido. Hoje, vamos falar da história e do futebol de Peruíbe, cidade onde vivem mais de 67 mil pessoas.

Peruíbe

Primeiro, pra quem não sabe, Peruíbe é uma cidade no litoral sul de São Paulo, entre Itanhaém e Iguape há pouco mais de 130 km de São Paulo. Dá uma olhada no Google Maps pra ver como é próxima de Santos:

Peruíbe - Mapa

Além da fama das praias, muitos conhecem Peruíbe pela questão ecológica graças à incrível reserva da Jureia e também ao seu potencial místico, onde seria possível contatar diferentes formas de vida e também alienígenas, graças a energia do lugar.

Aliens em Peruíbe

Falando em energia, nos anos 80, a cidade esteve muito perto de receber uma usina nuclear, fruto da mente dos militares, mas a população local conseguiu barrar essa loucura, como se pode perceber na matéria do Jornal Globo da época:Usina nuclear em peruibe

Mas Peruíbe vai além dessa conceituação inicial.

O termo Peruíbe, como a maioria dos termos indígenas, tem várias possibilidades de significado. A mais aceita é que nasce da união dos termos tupis: iperu (tubarão) + ‘y (rio) + pe (em): Iperuype, que significaria “no rio dos tubarões”.

A história desse lugar é mágica.

Primeiro porque fora ocupada há séculos, muito antes da invasão europeia do século XVI. Aí viviam várias aldeias indígenas tupi-guaranis (os tupis lutaram desde a era cristã pela ocupação do litoral brasileiro). Atualmente, ainda resistem indígenas vivendo por ali. Existe inclusive um projeto de integração e vivência que pode ser conhecido por esse vídeo:

Ainda nas primeiras décadas (nos anos 30) do século XVI, a região faria parte da Capitania de São Vicente, cujo donatário era Martim Afonso de Sousa.

Me chama a atenção o fato de que este foi um dos primeiros lugares onde se deu as relações entre europeus e indígenas, por meio dos jesuítas.

Os registros históricos indicam que em 1549, já havia a presença de um padre conhecido como Leonardo Nunes (apelidado pelos indígenas de Abaré-bebé (“Padre Voador“, já que ele costumava viajar muito) a frente da Igreja de São João Batista, que atualmente ainda existe e pode ser visitada!! Quer dizer… o que sobrou dela, é chamada de Ruínas do Abarebebê. Nós estivemos por lá pra conhecer e recomendamos o passeio pelo valor histórico!

Ruínas de Aberebebê - Peruíbe

Ruínas do Aberebebê

Vale lembrar que nesta época, essa região era conhecida como Aldeia de São João Batista e fazia parte do povoado que daria início à Vila da Conceição de Nossa Senhora, futura Itanhaém. Anos mais tarde, após sofrerem uma série de ataques de outros índios, os jesuítas e índios que aí viviam se mudaram para a atual localização da cidade de Itanhaém. Peruíbe só conquistaria sua emancipação política, séculos depois, em 1958, tornando-se um município independente, graças a ação de vários políticos, entre eles, João Bechir.

Para que essa lembrança não fosse facilmente apagada, o então vereador dá atualmente, nome ao estádio municipal da cidade!

Estádio Municipal Vereador João Bechir - Peruíbe FC

Pois é… Sempre reclamei do litoral sul ter pouca atividade quanto ao futebol profissional, Mas… Acabamos colaborando com esse “descaso”, já que não assistimos a um jogo sequer do Peruíbe Futebol Clube, que teve uma breve vida no futebol profissional, em 2016.

O Peruíbe FC nasceu em 2014, ainda dentro do futebol amador, mas com a criação da Taça Paulista, organizada pela Liga de Futebol Paulista, o time teve a oportunidade de se profissionaliza, nessa que seria uma “federação paralela” à Federação Paulista de Futebol, criada pela “famosa” e polêmica advogada Gislaine Nunes.

Liga Paulista

A Taça Paulista foi a primeira competição organizada por eles e contou com 34 times (entre equipes até então amadoras e profissionais licenciados) e teve como camepão o time da Ranchariense ( já estivemos por lá, clique aqui e veja como foi):

Liga Paulista 2016

A liga ainda existe, e atualmente se apresenta como “Liga Nacional de Futebol“.

Liga de Futebol Nacional

Pois bem, embora a campanha do Peruíbe FC não tenha sido das melhores, o time levou o nome da cidade até uma competição profissional pela primeira vez.

Estádio Municipal Vereador João Bechir - Peruíbe FC

O Peruíbe FC manteve sua atuação na Liga Paulista em 2017 e 2018, embora nesses anos, o time tenha mandado seus jogos em outras cidades, já que infelizmente a diretoria do clube e a Prefeitura Municipal não conseguiram chegar em um acordo e o Estádio João Bechir parece ter se despedido das disputas profissionais.

Estádio Municipal Vereador João Bechir - Peruíbe FC

Sendo assim, vale um olhar para o Estádio, torcendo por dias melhores.

Estádio Municipal Vereador João Bechir - Peruíbe FC

Incrível como a história se repete, dessa vez nos esportes… Uma cidade e sua população sem valorizar a cultura local, perde o time que até então defendia as cores e o nome de Peruíbe.

Estádio Municipal Vereador João Bechir - Peruíbe FC

A nós, resta observar como as coisas vao se ajeitando, uma vez que os atuais proprietários do clube tornaram-se proprietários do Real Cubatense, time de Cubatão que disputa o São Paulo Cup (outra nova competição profissional).

Estádio Municipal Vereador João Bechir - Peruíbe FC

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!

Rock + Futebol

O som de hoje vem da Alemanha, e foi gravado pela banda Die Toten Hosen, uma das mais antigas que nasceram na cena punk.

A música chama-se Bayern!

A letra fala de um cara que diz que poderia enfrentar qualquer desafio que a vida lhe proponha, afinal nunca se sabe o dia de amanhã. Que tudo pode acontecer, mas que ele tem uma certeza: “Nunca na minha vida eu iria pro Bayern”.

APOIE SUA CENA LOCAL!!!

Postado em musica e futebol on 25 de abril de 2019 – 16:52 | Comentários (0)
Tagged , , , |

O futebol em Bragança Paulista

Diz uma lenda irlandesa que o arco íris é um sinal mágico que indica um lugar onde os duendes guardam seus potes de ouro…

Assim, nem questionamos quando fomos guiados por este, direto até Bragança Paulista…

Bragança Paulista

E o nosso pote de ouro não foi o carnaval local (que sofreu com as chuvas na noite dos desfiles)…

Carnaval - Bragança Paulista

O nosso tesouro foi finalmente conhecer o Estádio Professor Dedé Muniz, conhecido como o “Verde Gigante”.

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

A entrada mostra que o dono do estádio é o Legionário Esporte Clube.

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Distintivo do Legionário EC

O Legionário Esporte Clube foi fundado em dezembro de 1948 e possui muita história no futebol amador e também no profissional, como pode se ver nas paredes do escritório, lá no estádio mesmo.

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

O Estádio Dedé Muniz fica na região central da cidade, na Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, 174, vamos dar uma olhada na parte interna:

Ainda mantém sua bela arquibancada coberta:

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

O treinamento do dia era pra equipe júnior, por isso as traves principais estavam dando uma relaxada.

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Olhando da arquibancada coberta, esse é o lado esquerdo do campo:

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Aqui, o meio campo, com a igreja ao fundo:

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

E o gol direito:

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

O Legionário E.C. também fez história ao disputar as competições profissionais da Federação Paulista, jogando o Campeonato Paulista da Série A-3 em 1957, 1958 e 1976, quando se licenciou focando apenas nas competições amadoras.

Esse registro ia terminar sem fotos do Legionário, mas… Foi aí que apareceu o Joel, um historiador do futebol de Bragança e o maior colecionador de fotos e posteres que eu já conheci….

Ele me mandou algumas imagens do time e do estádio, na sua configuração original, vamos lá, começando pela antiga entrada do Estádio:

Legionário Esporte Clube 1957

O time e a torcida, em 1957, assim como as demais, são fotos raríssimas de uma época que haviam poucos registros:

Legionário 1957

Mais uma vista da torcida, em 1957:

Legionário EC 1957

O time de 1957, que disputou a terceira divisão do Paulista:

Legionário EC - 1957

Aqui, o time em uma partida que foi disputada no Parque Antártica:

Legionário EC - 1957

Outra foto, do time ainda na terceira divisão de 1957:

Legionário 1957

E aqui, o time em sua segunda disputa da terceira divisão, em 1958. Só me resta agradecer muito ao amigo Joel por ceder essas imagens que registram para a eternidade o Legionário EC:

Legionário EC 1958

Mas o “Gigante verde” segue de pé!

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Tendo a cidade de Bragança ao seu redor. Vendo o tempo passar, como o campo também o fez…

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Tem até patrocinador no banco de reservas!

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Olha aí a camisa do pessoal da escolinha:

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Um último olhar, antes de nos dirigirmos ao outro estádio da cidade.

Legionários EC - Estádio Professor Dede Muniz - Verde gigante - Bragança Paulista

Falamos do estádio que abriga a equipe do Clube Atlético Bragantino.

O Bragantino vive dias de imensa discussão, pelo anúncio recente de sua fusão com o Red Bull para, inicialmente disputarem juntos a série B do Brasileiro de 2019, e quem sabe manter essa parceria para o futuro. Será que o leão morederá ou será mordido? Guardo para um segundo momento uma análise sobre este movimento.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Neste momento, vamos nos ater a dividir o nosso registro do Estádio do Bragantino, cujo nome também gera uma série de discussões…

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

O estádio foi reformado em 1949.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

O estádio ocupa todo um quarteirão e mesmo com várias reformas, ainda mantém muito do original, de mais de 50 anos atrás…

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

O Bragantino foi fundado em janeiro de 1928, e desde sempre mandou seus jogos no mesmo lugar, que originalmente era conhecido como Campo das Pedras.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Na década de 30 passou a ser chamado de Marcelo Stéfani e atualmente, leva o nome emhomenagem a Nabi Abi Chedid, pai do presidente do clube, Marquinho Chedid. Aparentemente ele não é unanimidade…

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Eu sempre me refiro ao estádio pelo seu nome original: Marcelo Stéfani, uma homenagem ao ex jogador e ex presidente do clube, mas… quem sou eu pra criticar uma ação de um time que sequer é o que eu torço…

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Vamos dar uma olhada na parte de dentro do estádio:

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

A capacidade atual do estádio é de pouco mais de 17 mil torcedores.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Pode parecer pouco, mas para uma cidade de pouco mais de 150 mil pessoas isso representa mais de 10% da população.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Sem contar que na final do Paulista de 1990, contra o Novorizontino, mais de 26 mil torcedores estiveram no estádio.

Olhando das arquibancadas cobertas, este é o gol do lado esquerdo do campo:

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Uma visão do meio campo:

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

E aqui, o gol da direita:

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

E aqui, um pouco da vista da arquibancada central coberta:

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Como percebe-se, uma das características marcantes do estádio que além de palco da final do paulistão de 1990, foi também a casa da final do brasileirão de 1991 (entre Bragantino e São Paulo) são as arquibancadas nos quatro lados do campo.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Um destaque atual do estádio é que ele possui um restaurante aberto para o público em geral. Assim, a cidade que já é conhecida pela “linguiça” ganha mais um aparato ligado à gastronomia:

Restaurante Bragantino

Ali ao fundo pode se ver a imagem do técnico Marcelo Veiga, que mesmo tendo quebrado todos os números e dirigido o Bragantino por mais de 500 jogos, foi demitido após a fusão com o RedBull.

Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

Não sabemos o que será o futuro do Bragantino pós RedBull…. Fica nosso respeito ao time, à torcida e ao estádio.Bragança Paulista - Clube Atlético Bragantino - Estádio Nabi Abi Chedid - Estádio Marcelo Stéfani

APOIE O TIME DA SUA CIDADE!!!