As Mil Camisas de volta a Fernandópolis!

O interior de São Paulo é mesmo gigante…
Não é a toa que o futebol tem tanta história nas diferentes cidades.
Por hora, nesse rolê, passamos por Monte Alto, Guariba, Bebedouro, Monte Azul Paulista, Severínia, Riolândia, Cardoso e Votuporanga e agora vamos ver como foi nosso reencontro com a cidade de Fernandópolis (sim, já estivemos por aí visitando o Estádio Municipal Cláudio Rodante, veja aqui como foi).

Estávamos animados porque pelo horário que passamos pela cidade (pouco mais de 10hs), achávamos que estaria acontecendo o jogo do Fernandópolis FC pela série B, a segunda divisão do Campeonato Paulista.

Assim, chegamos animados ao Ninho da Águia, que agora tem patrocínio e é chamado de Arena Flash!

Mesmo sem torcida, estar em um estádio em dia de jogo é muito mais animado!

Aliás, agora já é oficial, a partir de 8 de outubro, as bilheterias voltam a funcionar nos estádios! Mantenham as máscaras e a distância segura para podermos ter o futebol de volta sem maiores problemas…

O “Fefecê” vive uma má fase no Campeonato Paulista, mas a águia segue pintada em suas paredes como mostra a Mari!

Infelizmente ao chegar lá, descobrimos que a partida seria apenas as 15 horas…. Mas tudo bem, ao menos adentramos em mais um monumento do futebol interior!

Incrível como o estádio segue limpo e bem pintado…
Um azul forte, parecido com o que encontramos em nossa última visita.

Além de vários grafites bacanas que dão uma cara bem própria pro estádio!

Bacana ver também que o material da torcida já estava ali colocado para a hora do jogo!

As arquibancadas Do Estádio Cláudio Rodante comportam 7.500 torcedores

De grande mudança desde a nossa última visita foi a retirada das arquibancadas de traz do outro gol, que dava ao estádio uma cara de Bombonera… Era lindo! Veja como era:

E como ficou:

Lembro que naquela visita algumas pessoas já alertavam sob a necessidade de demolição por se tratar de arquibancadas daquele modelo antigo, de madeira… Faz parte dos desafios de gestão de um clube…

Além das arquibancadas laterais ainda tem uma bela área atrás do gol da entrada (que também já estava com várias faixas da torcida local).

Eis que no meio da nossa visita, uma nuvem cinza, lembrando a poluição do ABC aparece no horizonte…

Fomos embora encucados com a possibilidade de alguma tragédia ambiental, já que o clima estava deveras seco…

Na estrada a impressão que dava é de que estávamos ao lado de uma locomotiva…

Até que chegamos ao ponto do incêndio, uma empresa de materiais reciclados… Espero que ninguém tenha se machucado…

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Bezinha 2019 – Decisão e emoção para o Rio Branco, em Americana

“Se o mundo é mesmo parecido com o que eu vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito.”
Então, nesse 11 de agosto de 2019, a estrada logo cedo nos levou a um estádio que ocupa lugar especial no meu coração: Décio Vitta, em Americana, a casa do Rio Branco, o tigre da paulista!

Rio Branco - Tigre da Paulista

Como sempre, tá aí a nossa parte pra apoiar o futebol local!

ingresso Rio Branco x Guarulhos

O Décio Vitta é um estádio muito bacana e só depois de passar a catraca e “descer o morro” é que se chega às arquibancadas.

Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

E se não bastasse toda história, estrutura e tradição… Ta aí o bar, com seus quitutes mais que especiais!

Bar do Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Outro diferencial é a loja do Tigre, dentro do estádio e vendendo não só a camisa oficial mas uma série de outros itens, como esse moleton muito louco!

Loja - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Embora o jogo fosse decisivo pra equipe local, a cidade estava recebendo vários eventos (de encontro de carros antigos a passeio ciclístico) e o público ficou um pouco abaixo do que o de costume para uma equipe de tanta tradição, como o Rio Branco EC.

Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Vamos dar uma olhada geral no estádio!

Reforço o carinho que será eterno por esse amigo que nos deixou tão cedo e que era tão querido por todo mundo. Valeu Rogérião!

Rogérião - Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Mas, mesmo sem seu eterno presidente e amigo, a Malucos do Tigre segue apoiando o Rio Branco, mesmo nesta tão dolorosa 4a divisão estadual.

Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana
Malucos do Tigre - Rio Branco de Americana

Fica um alô especial para os amigos de bancada e de som!

Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Vale lembrar que a Malucos tem esse nome em referência a Raul Seixas e é uma das poucas torcidas que nasceu focada muito mais no rock do que em outros ritmos.

Torcida Malucos do Tigre - Rio Branco de Americana

Começo de jogo com todo cerimonial exigido pela Federação, da entrada dos times ao hino nacional.

Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

O jogo começa quente e muito corrido, como acontece em quase todos os jogos da série B do Paulista, que é na verdade, uma competição sub-23.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Se não dá pra entrar em campo, na bancada, embaixo de sol, a Malucos faz sua parte e canta o tempo todo, sonhando com dias melhores, em outra divisão.

Torcida Malucos do Tigre - Rio Branco de Americana

Do outro lado, a valente Torcida Força Jovem do AD Guarulhos esteve presente com suas faixas e apoio ao time da grande São Paulo. Forte abraço ao Rapha “Cabelo” e demais amigos que compareceram. Futebol sem torcida visitante não tem graça.

Torcida Força Jovem AD Guarulhos
Torcida Força Jovem AD Guarulhos
Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

E se o jogo estava quente, pegou fogo, ainda no primeiro tempo quando o Rio Branco começou a garantir sua presença na terceira fase com o gol de Thiago, numa cabeçada que matou o goleiro visitante, ainda na metade do primeiro tempo.

Festa em Americana nas cobertas e nas numeradas, que também receberam um bom público para os padrões da série B, mas ainda abaixo do potencial da torcida do Rio Branco.

Estádio Décio Vitta - Rio Branco de Americana
Estádio Décio Vitta - Rio Branco de Americana
Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

O segundo tempo apresentou oportunidades para os dois lados, mas sabendo da sua condição de classificação como um dos 4 melhores terceiros, o AD Guarulhos não demonstrou muita preocupação em buscar o empate, o que não significa que não criou chances para isso.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Assim, o jogo foi se encaminhando para o seu final, com a vitória magra, mas suficiente por 1×0 e só nos restava registrar a nossa presença mais uma vez neste templo do futebol do interior paulista que é o Estádio Décio Vitta.

As mil Camisas - Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Finalmente o técnico Marcos Campangnollo conseguiu ter um pouco de sossego e agora terá 6 jogos para decidir o futuro do Rio Branco.

Treinador do AD Guarulhos - Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Apita o árbitro…

Antes de ir, um último olhar para a faixa da Malucos, e a certeza de que nessa vida, tudo o que vale são as amizades e aquilo que construímos com nossas atitudes.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Lembrei de 2012, quando estivemos aqui celebrando o título e que emocionado, registrei o Rogérião falando sobre o título.

Boas lembranças para nos motivar a seguir nessa caminhada de cada um, enfrentando nossos desafios. Pra torcida do Rio Branco, vitória garantida, hora de ir pra casa e comemorar o dia dos pais, já sonhando com a próxima fase, que contará com adversários cada vez mais complicados.
A mesma coisa serve para os meninos do AD Guarulhos.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Mais uma vez, obrigado ao pessoal da Malucos do Tigre por nos receber tão bem! Abraços e vida longa à torcida!

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

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Rolê em Assis para ver o VOCEM em 2016

E não é que mais um ano conseguimos cumprir a tradição de ir até Assis para ver um jogo do VOCEM??
O VOCEM é um time que sempre povoou meu imaginário fosse pelas histórias que meu pai contava, ou pelas tantas férias que passei na casa da vó Luzia, tendo como “vizinho de frente” a Igreja da Vila Operária, onde o Padre Belini fundara a equipe local.
Abaixo uma foto do Padre com meu vô Tonico, meu primo Gustavo (sãopaulino) e eu, armado, de cuecas e sandálias.

Ir pra Assis quase que anualmente significa refazer uma peregrinação que mistura a história da minha família ao futebol local e à ferrovia, aproveitando ainda para conhecer novas cidades ao caminho (dessa vez passamos por Cerquilho, São Manuel, Pirajú).

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Também gosto de fotografar alguns locais para ver como as coisas vão mudando, e mesmo pixações que tenham a ver com meu jeito de pensar e viver, assim, seguem algumas dessas fotos:

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Dói demais ver tantos trilhos, tanta estrutura pronta simplesmente abandonada… A Ferrovia faz parte da história do interior e cruzou muitas vezes com o futebol.

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E o Osvaldo Gimenez Penessor, meu pai, entrou no clima do rolê, passeando com sua camisa da Ferroviária!

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O interior paulista tem uma vida social e cultural riquíssima, que mistura passado e presente.

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Outro detalhe que sobrevive na cidade são as casas de madeira que resistem ao tempo e mantém-se lindas!

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Aqui, a praça na Vila Operária, onde ficava a Paróquia, hoje reformada e bem ajeitadinha:

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Aqui a imagem do padre Aloísio Belini junto da escola de samba da Vila Operária (mesmo local de onde nasceu o VOCEM).

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Tivemos tempo de dar um pulo em Cândido Mota (tomar um sorvete na praça é passeio obrigatório!) e visitar o campo do CAC (Clube Atlético Candidomotense), o Estádio Municipal Benedito Pires!

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No sábado, deu ainda pra acompanhar um pouco do dérbi de Assis, pelo sub 20, final de jogo VOCEM 0x0 Asssissense

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Também fomos dar um alô no campo da Ferroviária!

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E no Clube São Paulo de Assis, completando o ciclo dos times que disputaram as competições oficiais da Federação representando Assis.

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Enfim, o fim de semana passou corrido, e quando me dei por conta, já era domingo de manhã, hora do jogo, e lá fomos nós, de volta à Vila Operária, para o Estádio Municipal Antônio Viana da Silva, o “Tonicão”.

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O jogo era a última rodada da segunda fase da série B, de onde se definiriam os 8 times a disputar as quartas de final.
O VOCEM enfrentaria a AD Guarulhos do amigo Rapha!

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Essa é a fachada do Tonicão. Acanhada né? Merecia um letreiro com nome da cancha…

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Chegamos cedo, e pudemos acompanhar a entrada da torcida local, animada, mas ainda em pequeno número perto do potencial que a cidade tem.

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O Estádio tem duas arquibancadas, onde cabem 5 mil pessoas em cada. O público do jogo foi de 2 mil torcedores.

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Como tudo isso aconteceu há quase um ano, o fim da história eu já posso resumir pra vocês… Nem o VOCEM nem o AD Guarulhos (dos nossos amigos Francisco e Cabelo) subiram pra A3…

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Se há alguns anos atrás, nosso companheiro nessa aventura foi o tio Zé (já falecido), dessa vez foi o Tilim (filho do Tio Zé) que nos fez companhia!

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Destaque pra tradicional pipoca de estádio, sempre presente!

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A torcida local compareceu, não em tantas pessoas como eu esperava, pra um jogo decisivo, mas… Lá estavam os apaixonados pelo futebol!

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O time local venceu a partida por 4×1, eliminando qualquer esperança pro Guarulhos.

VOCEM - Assis

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Tupã FC 0x1 Osvaldo Cruz FC – Série B do Campeonato Paulista 2018

Bom, ainda sobre o rolê de inverno de 2018, o outro jogo que conseguimos assistir foi no Estádio Alonso de Carvalho Braga, onde o Tupã FC enfrentou o Osvaldo Cruz FC, pela Segunda Divisão do Campeonato Paulista (a tradicional “bezinha”).

O estádio do Tupã ainda mantém sua estrutura original (ele foi construído em 1942, na época ainda com arquibancadas de madeira), o que dá um charme especial a ele! Ingressos em mãos…

Estádio Alonso de Carvalho Braga

Vale lembrar que em 2011 já havíamos assistido a um jogo do Tupã aqui no ABC, contra o EC São Bernardo, quando tivemos a chance até de conhecer o Tupanzinho! Veja aqui como foi.

É hora de conhecer o estádio por dentro, e um pouco da sua torcida!

Atualmente, o “Alonsão” tem uma capacidade para 5.515 torcedores, mas já chegou a ter capacidade para quase 15 mil pessoas.

Pra nós, que viemos de tão longe, é sempre um grande prazer poder conhecer um templo do futebol, principalmente em dia de jogo!

Vamos dar uma olhada para conhecer um pouco mais do estádio:

Ali, atrás de onde estávamos, encontramos o pessoal da Torcida Garra Tricolor, a organizada do Tupã.

Entre os torcedores da Garra, encontramos o amigo Edinho, que junto do Sérgio Gisoldi, que vive atualmente em Santo André, nos aguçou a curiosidade para conhecer pessoalmente o estádio, o time e a torcida do Tupã.
E lá fomos nós… Valeu, Edinho!

Em campo, um jogo duro e muito truncado.

O público até que compareceu em bom número, ocupando as diversas arquibancadas do estádio (teve até um pessoal que veio de Osvaldo Cruz, mas sem faixas ou bandeiras).

O jogo contou ainda com a cobertura da imprensa local!

Mas, o time do Osvaldo Cruz não se importou com a força da torcida local e acabou vencendo a partida por 1×0, mostrando ser um visitante indigesto…

Assim como é de praxe em alguns campos, o placar se negava a mostrar o resultado desfavorável à equipe local…

E por falar em digestão, a pipoca lá é nota 10! (e custa R$ 4 apenas).

E quem gosta de lance bonito, taí a bicicleta que eu vi lá (hehehe piadinha besta…).

Além da bicicleta, você pode se divertir batendo uma bola com a molecada…

Se você é daqueles que, como a gente, gosta de acompanhar o jogo de perto, o Alonsão é daqueles campos cercados por alambrados, que permitem botar pressão no adversário.

Agradecemos a receptividade do pessoal de Tupã e na hora de ir embora ainda deu pra registrar mais uma cena atípica, do pessoal que costuma levar suas próprias almofadas pra ver o jogo com mais conforto. O futebol no interior ainda vive!

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Andradina 3×2 Talentos 10 – Série B do Campeonato Paulista de 2018

Começamos nossa narrativa sobre a “tour de inverno 2018” não pelo início, mas pelo que tem maior “prazo de validade” quanto ao sue conteúdo. Assim, vamos direto à Andradina, conhecer não só o estádio local, mas pra darmos uma ideia sobre o que foi o jogão entre o time local e o Talentos 10 Atlético Clube. O pouco que rodamos por lá, nos mostrou uma relação bastante próxima entre os moradores e a cidade. O jogo foi disputado no tradicional Estádio Municipal Evandro Brembatti Calvoso. E a ideia era conhecer de perto o retorno das competições oficiais à Andradina. Vale lembrar que a cidade já teve dois times no cenário profissional: o Andradina EC (dos anos 40), que usava uniformes tricolores (branco preto e vermelho) e chegou a disputar a terceiria divisão estadual e o Andradina FC, que chegou a ser campeão da segunda divisão em 1965, e usava uniformes em branco e azul. O time atual, é na verdade o Atlético Araçatuba (fundado em 5 de outubro de 2002 e que havia voltado em 2016 à segunda divisão) e acabou se mudando para Andradina, para a disputa da “bezinha” (na prática a 4a divisão do campeonato paulista). Obviamente, ao se mudar para a cidade, mudou também seu nome para Andradina, resgatando a história do futebol local e assim pode se dizer que o “foguete da Noroeste” voltou! Ingressos em mãos, vamos pro jogo! O Estádio fica na região central da cidade, na rua Presidente Vargas, 1118. Atualmente, ele tem capacidade para 8 mil torcedores. A volta às disputas profissionais animou a cidade em torno do time. Da nossa parte, ficamos muito contentes em poder levar essa emoção que renova a cultura da cidade e mostra que o interior ainda tem muita força no futebol! A atmosfera do estádio é muito bacana. Até uma lanchonete ao ar livre tem lá! A boa e velha tecnologia dos placares manuais segue fazendo a alegria dos torcedores. Com certeza, todo mundo deve estar feliz vendo as camisas do time aparecendo não só pelo estádio, mas também pelas ruas da cidade. Os dois times estão bem na tabela (os visitantes do Talentos 10 AC eram os líderes até o jogo contra o Andradina, que luta para se manter no G3 – que passam para a próxima fase), o que colaborou para uma boa presença de público, mesmo em meio ao feriado de Corpus Christie e aos problemas ocasionados pela greve dos caminhoneiros.

E toda a empolgação da torcida local, contribuiu para que o time do Andradina jogasse pra frente. A zaga do Talentos 10 não teve como segurar e…. penalty para o Andradina.

Trabalho para o dono do placar…

E tristeza para o goleiro visitante… Mas, também é necessário lembrar que essa era a primeira vez que víamos o time do Talentos 10 AC (time de Bauru, que atualmente manda seus jogos em Marília). O Talentos 10 AC nasceu em 1997, mas somente em 2016 participou de sua primeira competição profissional (e não foi da Federação Paulista, mas sim a Taça Paulista, criada pela Liga Nacional de Futebol). E vimos o time empatar em uma bela jogada no ataque. Festa para os visitantes. O uniforme (e o distintivo) do Talentos 10 lembra o da seleção brasileira. A torcida local sabia que a missão do Andradina era difícil, afinal, até o momento o Talentos 10 era o líder do grupo. Aqui, um breve registro das arquibancadas e do jogo:

Olha aí o banco (e o treinador) do time do Talentos 10: E aqui o banco (e o treinador) do Andradina EC: Vale registrar que o estádio possui lances de arquibancada nos 4 lados do campo. Em campo a peleja se desenvolveu até chegar ao seu placar final de 3×2 para o Andradina.   Motivo de comemoração para a torcida local e para a continuidade do projeto do time. Aproveitamos o bom momento do time com a torcida para perguntar ao Gregui, presidente da torcida uniformizada Garra Andradinense, o que significa torcer para o time da sua cidade:

E como não podia faltar, uma foto do pessoal na bancada:

As arquibancadas estavam bonitas de ver! Pra nós, mais do que o resultado do jogo ou mesmo a qualidade da partida, o que nos motiva é apoiar, dentro das nossas limitações… Que mais pessoas de Andradina passem (ou voltem) a apoiar o time que defende as cores da cidade. Até uma próxima vez, Evandro Brembatti Calvoso…

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Cachorrão chega às quartas de final da Bezinha 2017

20 de agosto de 2017.
Manhã chuvosa de domingo.
Mas enquanto muita gente faz hora extra na cama, tirando um cochilo, pra quem acompanha a série B do Campeonato Paulista, a tradicional “Bezinha“, o dia amanheceu cedo!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Última rodada do quadrangular, da segunda fase… Daqui, saem os 8 times que vão disputar as quartas de final em busca do acesso à série A3, e o Baetão viu as torcidas de São Bernardo e Francana enfrentarem a garoa pela sequência do sonho!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

O Estádio Municipal Giglio Portugal Pichinin, tradicional Estádio do “Baetão”, recebeu um razoável público para acompanhar o embate!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

O dia também não ajudou… Além do frio típico do inverno, o segundo tempo foi quase todo embaixo de garoa e chuva…

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Mesmo assim, o Cachorrão viu o Estádio Giglio Portugal Pichinin, o  “Baetão” receber bom número de torcedores, em uma data tão emblemática (20 de agosto é o aniversário da cidade).

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Em campo, além de fazer 1×0 aos 15 minutos, o São Bernardo ainda viu o Francana ter um jogador expulso aos 20 do primeiro tempo.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Parecia que a classificação era apenas uma questão de tempo…

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Porém, mesmo com um jogador a menos, o time visitante empatou para a festa do torcedor da Francana!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Deu pra se preocupar e até começar a fazer contas…

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

E foi assim, empatados em 1×1 que terminou o primeiro tempo.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Só deu tempo de fazer umas fotos dos goleiros antes de curtir o intervalo.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

O segundo tempo voltou e viu o time do São Bernardo melhor em campo, aproveitando a superioridade numérica, principalmente usando a descida dos seus laterais.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Ao mesmo tempo, a chuva deixou o jogo ainda mais pegado.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Mais alguns “closes” dos atletas da partida de hoje:

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Não demorou para o São Bernardo fazer 2×1.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Festa da torcida local!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

E tristeza para os visitantes…

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Aliás, fica um abraço para o amigo Douglas, lá de Franca, que esteve presente no jogo hoje!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

No lado da torcida local, além do conforto mínimo gerado pela cobertura, ainda dava pra acompanhar a narração feita pela equipe de Franca que esteve transmitindo o jogo lá no meio da galera.

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

Mas, a torcida local queria mais, e o time entregou: 3×1!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
EC São Bernardo x Francana - série B 2017

E mesmo com a chuva aumentando, o time ampliou para 4×1 o placar!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

O jogo chegou ao seu fim e o São Bernardo se classificou junto do Osvaldo Cruz (que eliminou o VOCEM, em Assis…).

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

A combinação de resultados fez com que as duas equipes se enfrentem na próxima fase. Vamos ver…

Fica o abraço ao pessoal que é louco pela Bezinha e que esteve em São Bernardo pra ver o jogo!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017
Sao Bernardo

E mais um destaque para o Bellotti e o pessoal da TV Cachorrão que tem feito uma incrível cobertura dos jogos do EC São Bernardo!

EC São Bernardo x Francana - série B 2017

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Jabaquara 0x0 CA Taboão – Série B do Paulista 2015

Screen Shot 2015-09-02 at 12.55.07 23 de agosto de 2015, um domingo ensolarado. Um ótimo dia para se ir a Santos curtir uma praia, tomar uma água de coco e …. finalmente conhecer o Estádio Espanha, onde o Jabaquara FC manda seus jogos pela série B do campeonato Paulista!!! E dessa vez fomos “de turma” com os amigos Matheus Motta e Rafael Furlan!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O time foi fundado em 1914, no bairro do Jabaquara, em Santos, por um grupo de jornaleiros espanhóis. A princípio chamava-se Hespanha,  depois atendendo às normas da língua tornou-se Espanha até chegar (na época da 2a guerra) ao nome Jabaquara.

Distintivo do Hespanha

O time fundador da Federação Paulista comemorou no ano passado seu centenário, sem perder as esperanças de voltar aos tempos de glória.

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Jabaquara

O Estádio Espanha, em Caneleira é a atual casa do “Jabuca”, mas o time já mandou seus jogos no bairro homônimo, depois no Macuco (daí o apelido Leão do Macuco) e até no Estádio Ulrico Mursa, da Portuguesa Santista.

Estádio Ulrico Mursa - Portuguesa Santista

Até 1953, o Jabuca ainda disputava a primeira divisão. Nessa época teve um camisa 7, que vive até hoje do futebol… José Maria Marins.

Marin - Jabaquara AC

Outra figura conhecida e muito mais respeitada, que fez história no clube foi o goleiro Gylmar dos Santos Neves, que esteve no clube de 1945 a 1950, quando foi vendido ao Corinthians. Hoje ele é homenageado com uma estátua no estádio.

Gylmar dos Santos Neves

Aliás, vale dizer que chegar ao estádio não foi tão fácil… Pensávamos que ele ficava ali na beira da praia, mas na verdade, fica na região dos morros, e como já estávamos lá na praia, tivemos que subir o morro do Jabaquara

Morro Jabaquara

Conhecemos um pouco do lugar até chegar no estádio, como a Paróquia São João Batista.

Paróquia São João Batista (Santos)

Pudemos admirar algumas interferências artísticas bem diferentes, como esse dinossauro / camelo psicodélico.

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E também o tradicional Ferro Velho Jabuca!

Ferro Velho Jabuca

Enfim, chegamos ao estádio Espanha!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Um pouco a frente do estádio, localizamos esse marco de homenagem ao clube, na praça Júlio Dantas.

Praça Estádio

O estádio está localizado na avenida Francisco Ferreira Canto, 351 na Caneleira e destaque para os leões que ornamentam seus muros!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Enfim, vamos conhecer mais esse templo sagrado do futebol!

O Estádio Espanha tem lotação máxima de 8.031 pessoas.

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O campo leva o nome oficial de Estádio Espanha (como homenagem pelo passado do clube), mas é também chamado de Caneleira, como o nome atual do bairro.

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O Espanha foi inaugurado em 7 de setembro de 1971, e anos depois, em 1985 passou por uma reforma.

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O jogo do dia marcava nossa primeira visita ao Espanha!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O Estádio tem as cores da bandeira espanhola (amarelo e vermelho) em todas suas arquibancadas.

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

E também nas camisas e bandeiras dos torcedores!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O gramado não está em seus melhores dias, mas não deve ser fácil cuidar dele com maresia, mudança de clima, e etc…

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Fomos super bem recebidos pelos torcedores locais e aproveitamos para registrar algumas pessoas que seguem orgulhosas com o time do seu bairro! Pra quem acha que futebol é coisa só de homem…

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

E que tal ouvir um pouco da opinião dos torcedores locais sobre esse amor com o Jabuca?

  E não dá pra falar em amor ao time sem mencionar as torcidas organizadas. Pelo lado do Jabaquara, lá estava a Fúria Rubro Amarela:

Fúria Rubro Amarela - Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

E a galera cantou o jogo todo, apoiando o Jabuca, que insistia em não sair do 0x0…

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Aliás, fica nosso abraço ao pessoal local, que nos recebeu muito bem!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

E do lado visitante, a Super Raça também compareceu.

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Torcida Super Raça

O jogo contou até com a presença de um ilustre mascote hehehe…

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

E por mais que os times tentassem, o placar final da partida acabou sendo um 0x0 mesmo…

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)  

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Da nossa parte ficou a alegria de finalmente conhecer o Espanha!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Mau e Mari no campo do Jabaquara

E de ter conhecido a torcida local!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O vendedor de amendoim pelo menos fez uma graninha….

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Hora de ir embora, pegar uma prainha e subir a serra!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

O Furlan ainda mandou ver num espetinho!

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

Enquanto isso, no riozinho defronte o estádio, a Garça passou 90 minutos esperando seu almoço, que até o fim do jogo não tinha chegado…

Garça

Lá do alto do morro pudemos dar uma última olhada no estádio…

Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

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Estádio Espanha (Jabaquara - Santos)

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Conhecendo o Atlético Mogi na série B do Paulista!

Sábado, 18 de maio de 2013.

A estrada aí acima é a Índio Tibiriça, responsável por ligar o ABC até a região leste do estado, passando por Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra. Nosso destino: Mogi das Cruzes, onde vamos conhecer o Clube Atlético Mogi, time que nunca vimos ao vivo.

O jogo que fomos acompanhar é mais um embate válido pela série B do Campeonato Paulista, o quarto nível do futebol estadual (abaixo das séries A1, A2 e A3).

O Clube Atlético Mogi enfrentou o Jacareí Atlético Clube, time que representa a cidade de Jacareí, fundado em 1980, também conhecido como Jacaré ou Tricolor do Vale, ou simplesmente “JAC”.

O jogo foi realizado no Estádio Municipal Francisco Ribeiro Nogueira, o “Nogueirão”, onde normalmente ocorrem as competições oficiais da Federação Paulista de Futebol, além das partidas decisivas da Liga Municipal de Futebol.

O campo do Atlético Mogi fica na Vila Industrial, em um bairro bem tranquilo.

Pra quem quer chegar ao estádio, taí uma informação que eu sempre acho difícil: o endereço do campo. Anote aí e confira na placa: Rua Professora Ana Maria Bernardes, s/nº – Vila Industrial – Mogi das Cruzes. O telefone do estádio é 4791-0360.

E lá vamos nós a mais uma bilheteria!

Os ingressos estão seguindo a “Tabela da Federação”: R$ 10, a inteira e R$ 5 a meia.

Como sempre, fizemos questão de pagar nossos ingressos!

O estádio do Atlético é bastante recente, inaugurado na década de 90 e tem capacidade para cerca de 10 mil pessoas.

É dia de ver a bandeira da cidade e do clube hasteadas!

O time, fundado em 2004, com o nome de Mogi das Cruzes Futebol Ltda., não pôde disputar o campeonato naquele ano, porque a Federação Paulista de Futebol não permitia que clubes da mesma cidade entrassem em competições profissionais, e Mogi das Cruzes já contava com o União Mogi.
Em 2009, o time mudou seu nome para Clube Atlético Mogi das Cruzes.

Como o União era vermelho, o Atlético adotou o azul em seu uniforme, como podemos ver na camisa do Cordeiro, uma das pessoas que conversamos por lá:

Além de conhecer um novo time, pisávamos pela primeira vez no Estádio “Nogueirão”.

O Estádio possui um setor coberto central, onde a maior parte dos torcedores estavam, já que fazia uma tarde fria.

Ao fundo, pode se ver as montanhas, lembrando que em Mogi das Cruzes estão a Serra do Mar e a Serra do Itapety.

Na entrada, atrás do gol, outro lance de arquibancadas descobertas.

Em campo, duas equipes que colocavam a dedicação e raça na ponta da chuteira, como a maior parte dos times que disputam a segundona paulista.

Nas arquibancadas, um público apenas razoável. Mas, até que animado!

No capítulo “Guloseimas de estádio”, destaque para a barraquinha de pastel que atende o público dos jogos.

Em campo os times começaram quente e logo aos 5 minutos os visitantes fizeram 1×0.

Ducha fria nos ânimos do público local…

Mas antes da metade do primeiro tempo, o time local empatou em 1×1, para a festa da galera!

A torcida, embora pequena, ajudava a esquentar ainda mais o jogo.

Teve até cantoria!

Apoiado pelos torcedores, o time da casa apertou no final do primeiro tempo, tentando ir pro vestiário com o placar favorável. O treinador do Jacareí gritou e gesticulou bastante, pra ajudar o time a segurar o empate.

E conseguiu. Fim do primeiro tempo!

Tempo de registrar e oficializar nossa presença em mais um templo do futebol.

Olha os reservas saindo por ali…

É sempre muito gratificante poder conhecer de perto um estádio, principalmente em dias de jogos. Sabemos como é difícil manter um time disputando as competições oficias da Federação.

O segundo tempo chegou com más notícias para o time local, o Jacareí fez seu segundo gol.

E na base do tudo ou nada, o Atlético Mogi levaria ainda o terceiro e derradeiro gol, que fecharia o placar em 3×1 para os vistantes.

Mas, o placar era o menos importante numa tarde em que mais uma vez registrávamos um clube para a história.

É triste ver a maior parte das arquibancadas ainda vazias, sabendo que Mogi das Cruzes é uma cidade tão populosa, mas ainda vai chegar o dia em que as pessoas vão valorizar o time da cidade, independente de resultados ou divisões.

Já era hora de ir embora, por isso uma última olhada no estádio…

Para casa, agora, Mau…

Depois do jogo ainda deu pra dar um role pela cidade!

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Pirassununguense de volta à ativa

Domingo, 13 de maio de 2012.
Dia das mães. Minha mãe em Santo André e a da Mari, em Cosmópolis.
Enquanto isso, nós pegamos a Anhanguera e vamos até Pirassununga acompanhar a volta do Pirassununguense ao profissionalismo.

A cidade de Pirassununga é um belo exemplo de como o interior paulista é legal.

Muito verde, muita paisagem rural, mas também  muita coisa acontecendo pelo desenvolvimento da cidade.
E a tradicional “Caninha de Pirassununga” é um bom exemplo desse aspecto profissional.

Os elementos comuns ao interior estão presentes. A praça, a igreja, a tranquilidade…

Até o Cristo redentor local tá por ali….

Bom… E tem umas coisas mais diferentes também…
Objetos que lembram a vocação militar da cidade.
Por isso, não se assuste se estiver caminhando e encontrar um… Tanque de guerra estacionado…

Ou um avião pendurado numa praça…

Mas, as guerras são para os governos.
Para nós, do povo, a graça está na paz, na diversão, na cultura e consequentemente… no futebol.
Por isso, cruzamos a cidade e nos dirigimos ao Estádio Belarmino Del Nero.

E pagando ingresso que é para ajudar o time!!

No dia anterior, já havíamos participado de uma grande festa, na conquista do título do interior pelo Mogi Mirim (veja aqui como foi), mas sabíamos que o domingo também seria de festa.
De reencontro de uma paixão.
E assim, o foi.

Logo ao entrar, já percebemos que o clima estava muito bom.
Torcedores de diferentes gerações se encontrando no campo, para apoiarem o time da cidade!

O jogo era contra o Guariba, que havia vencido o Lemense, na primeira rodada, por 2×0.

O Estádio do Pirassununguense oferece uma experiência bem próxima entre torcida e jogo, graças à proximidade, pelo formato e pela relação intensa da torcida com o jogo, com o time.

Novamente estávamos orgulhosos de poder acompanhar um momento como esse, do ressurgimento do time da cidade, uma expressão cultural, social e, claro, esportiva das pessoas que vivem ali.

Pra quem, como eu, gosta de participar do jogo, o estádio é excelente, olha onde ficam os bancos de reserva:

E se sofrem os reservas, imagine o que passam os bandeirinhas:

Embora o time não esteja bem tecnicamente (havia perdido na estreia para o Américo, em Américo Brasiliense), a galera compareceu em peso. Inclusive várias torcidas organizadas, como a Malucos do Vale!

A faixa mostrava para quem quisesse ver, ali, mandava o CAP, o GIGANTE do Vale!

E ali, próximo da faixa, a organizada mais legal que conhecemos esse ano, o pessoal do “Chapeludos do Pirassununguense“!

Com direito a camisas personalizadas, e, claro, incríveis chapéus…

E tinha de torcedores mais antigos até que estivesse começando sua vida de arquibancadas…

Mas se fora de campo estava tudo perfeito, dentro dele, o time ainda precisa melhorar.
O Pirassununguense esteve batendo cabeça em muitos lances, levando a loucura a torcida local!

E foi numa dessas bobeadas, que após defesa parcial do goleiro Elton, o Guariba fez 1×0, deixando um pouco desanimados os torcedores locais.

Mas não que o resultado seja maior do que o amor pela cidade e pelo time. Veja o que alguns torcedores pensam sobre a relação do time com a cidade:

Esse segundo vídeo foi feito com o Paulinho, que escreve o blog www.memoriadepirassununga.blogspot.com (vale a pena ver as fotos históricas do time nesse outro link).

Veio o intervalo e pelo segundo dia consecutivo, a iguaria eleita para ser a representante da “culinária de estádio” foi a pipoca. Dessa vez, caprichada com deliciosos pedaços de queijo!!!

Aproveitei pra conferir a escalação do time!

O jogo reiniciou, com a esperança do time local reverter o placar.

Mas, o time precisa aprender com a torcida e colocar mais coração…
O jogo caminhou até o final, mantendo o 1×0 para o Guapira.

Ficamos tristes por não ver a vitória do time local, coisa que a torcida merecia…

Era dia das mães…
Hora de dizer adeus ao pessoal que nos recebeu tão bem no estádio e pegar a estrada.
Valeu “Chapeludos”!!

Um último olhar para esse estádio histórico!
Coincidências a parte, meu tio Manoel (que mora em Assis) já morou em Pirassununga, e meu pai, numa visita à cidade, chegou a assistir um jogo aqui também!

A cidade mostrou que realmente possui simpatia e conquistou nossa admiração.
Fica a torcida por melhores resultados para que o time possa manter-se no profissionalismo por mais tempo.

Estádios são história…
Guardaremos na memória mais esse!

Enquanto cruzamos os mapas e as fronteiras vamos aprendendo como é legal viver em meio a tantas pessoas diferentes uma das outras.
Cada cidade tem sua particularidade, sua característica…
Apoiar e respeitar as diferenças acabam se tornando aprendizado obrigatório pra quem vive assim.

A gente não entende muito de pinga, a Mari achou graça da tal “21”, pra ela (e pra mim) só existia a tal 51…

Um último detalhe do estádio, não sei se original, mas muito charmoso, na bilheteria…

Pra quem quer mais informações sobre o time, existe um blog muito legal: www.capirassununga.blogspot.com.br .
Mais uma vez, nosso obrigado ao time e à cidade!

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(e pé na estrada para Cosmópolis!!!)

Assisense x Fernandópolis (Série B – 2011)

Após uma tentativa frustrada, em 2010 (veja aqui como foi), finalmente conseguimos assistir um jogo do Assisense, no Estádio Antonio Viana da Silva, o “Tonicão”, onde o clube manda seus jogos, na bela cidade de Assis. O jogo válido pela Segunda Divisão do Campeonato Paulista (que na verdade é a quarta) foi contra o Fernandópolis, o tradicional “FeFeCê”, visitante que prometia estragar o dia no “Tonicão“.

Para quem não conhece, o Estádio do Assisense, que já foi campo onde o VOCEM mandava seus jogos, fica “encrustado” num vale criado pela erosão, conhecido como “Buracão” (hoje, “elevado a “Parque do Buracão”)

Assim, o estádio tem um apelo quase ecológico…

E lá estávamos nós, para assistir a um embate de grande rivalidade no oeste paulista, entre times que sonham em subir de divisões.

Aqui, os times perfilados, antes da partida para o hino nacional e a cerimônia de início.

Os lugares devidamente numerados deram uma pegada meio “Penarol” ao estádio, seria alguma “premonição”…?

O Assisense vinha de duas vitórias, e uma nova vitória poderia colocar o time na busca de uma das vagas para a fase seguinte da Segundona Paulista.

Assim, o time tentou se lançar à frente em busca do gol! Com os recentes resultados positivos, a torcida até que compareceu em bom número.

É bom ver a cidade tentando se unir ao time!

Teve até presença de uma bateria, ali no canto esquerdo superior, da arquibancada:

O Estádio possui dois grandes lances de arquibancadas que seguem as linhas laterais. Aqui o lance onde nós estávamos:

Entretanto, com o time tentando o ataque, sua defesa sofreu com os contragolpes do adversário.

E logo, o que a torcida local não queria, aconteceu. Gol do Fernandópolis. O lancamento surgiu de uma jogada pela direita. Após o cruzamento o goleiro do Assisense fez uma defesa maravilhosa de uma cabeçada a queima roupa, mas a zaga não estava ali pra tirar o perigo e o atacante do Fernandópolis só precisou botar a bola pra dentro do gol.

Em protesto, a torcida local ateou fogo na mata ao lado do estádio.

Brincadeira, era só mais uma queimada.

 Pra quem prefere vídeos ao invés de fotos:

Além de ir ao jogo, ainda conseguimos levar o Antonio, quem sabe um futuro torcedor local…

Foi ele quem fez essas fotos, mostrando de perto a pegada do jogo!

Jogo quente em campo. Ao fundo, a queimada seguia…

O goleiro local foi um dos destaques do jogo. Mas o Assisense não conseguiu mantr a sequência de vitórias e perdeu por 1×0.

A torcida local saiu chateada pelo resultado, mas sem dúvida, o jogo foi muito bom, disputado e o time local demonstrou grande evolução em relação aos primeiros jogos do campeonato.

Pra nós, a certeza de que esse jogo deixou de ser apenas uma linha na história para virar parte das nossas vidas. Mais que uma partida, uma reunião familiar a não ser esquecida!

 Mais uma partida em que estivemos presentes, na nossa luta particular contra o futebol moderno.

Apoie o time da sua cidade!

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