
Se tem um time que acompanhamos de perto em 2010 é o Paulínia!
E com o acesso garantido não iríamos perder o jogo da festa!
Nós e vários torcedores locais…
O jogo era contra o já desclassificado Primavera de Indaiatuba (que também assistimos por várias vezes esse ano…).
A série B de 2010 acabando… Mas a gente esteve lá, em mais um jogo!
O pessoal da TUP também estava lá apoiando!
E fazendo a festa em azul e amarelo…
Mas o torcedor comum da cidade também compareceu e ajudou a encher a arquibancada do estádio.
Em campo, mesmo sabendo da sua prévia classificação à série A3, graças à vaga aberta pelo Comercial (que disputará a A2 em 2011, no lugar do agora extinto Votoraty), o time de Paulínia FC foi pra cima do Primavera!
As crianças dos projetos de base do time também estiveram presente em bom número à festa!
Não demorou muito tempo para a torcida comemorar…
O Paulínia FC fazia 1×0 para a alegria da galera!
Contra o sempre quente estádio, o jeito foi apelar para um fantástico sorvete de creme, incrementando nossa tradicional seção “gastronomia de estádio”.
E quem achou que o jogo ia ficar morno, errou, o Dino manteve-se no ataque criando chances para aumentar o placar.

E assim, ainda no primeiro tempo veio o segundo gol…
Já no intervalo aproveitei para ouvir o pessoal da TUP sobre o acesso:
E no intervalo mais uma vez, a hora é do Dino aparecer e empolgar a galera, a Mari até saiu na foto com ele!
Ah, e também no intervalo eu conheci o editor do Blog do Paulinista, o jovem e talentoso Richard, que segue a linha do “Faça Você mesmo” e criou o blog para divulgar o time, parabéns Richard!!!
Bom, o jogo deu uma esfriada no segundo tempo e era só uma questão de tempo até o time carimbar seu passaporte para a A3, pela primeira vez.
Ao torcedor, coube esperar..
Quando menos se percebeu, o jogo acabou.
Paulínia 2×0 Primavera.
Seja bem vindo, Dino, à 3a Divisão Paulista!
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O Estádio Dr. Hudson Buck Ferreira e o futebol em Matão
Nesse último rolê boleiro que fizemos no feriado, aproveitei para matar a saudade de um estádio que muito me fez chorar.
Trata-se do Estádio Dr. Hudson Buck Ferreira, o campo onde a Matonense manda seus jogos.
O Estádio tem capacidade para 15 mil pessoas e marcou a minha vida no ano de 1997 quando a Matonense acabou no mesmo grupo final da série A2 que o Santo André.
Ah, eles subiram, a gente não.
Confesso que demorou anos até eu perder a birra com o time, mas é óbvio que o respeito pelo futebol sempre fala mais alto e assim que tive a oportunidade fui fotografar o belo estádio, pertinho da entrada da cidade de Matão.
Fiz até um vídeo registrando nossa presença por lá!
Infelizmente, a Matonense anda em má fase e disputando as divisões de acesso do Paulista, uma pena para um estádio tão bonito.
Como reação, o time tem investido firme nas categorias de base, esperando em breve formar um time capaz de levar o nome da cidade à primeira divisão novamente.
E assim, como no final da década de 90, encher as arquibancadas do seu estádio…
Aliás, são várias as arquibancadas do estádio, como fica percebido nas fotos.

E tem espaço para quem como eu gosta de assistir aos jogos de perto…
Agradeço ao amigo, zelador do estádio que me acompanhou na visita!
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São Vicente 1×1 Inter de Bebedouro

Ainda em pleno feriadão, depois de um rolê pelas cachoeiras da Serra da Mantiqueira, fomos até a baixada para acompanhar a sequência da Série B do Paulistão.
Antes do jogo, um breve rolê passando por 2 estádios de Santos, o Ulrico Mursa:
E a Vila Belmiro, cada dia mais bonita e com mais cara de cancha argentina. Destaque para a bela loja e para o museu que existe junto do estádio!
Mas o rolê do dia era na cidade vizinha, a primeira cidade oficializada pelos portugueses no Brasil: São Vicente!
O jogo, no Estádio Mansueto Pierotti, era contra a Inter de Bebedouro e depois de tantos dias de seca, a chuva que caia pela manhã ameaçava estragar a festa e espantar os convidados…

Para a nossa surpresa, além do grande número de carros parados próximos ao Estádio Mansueto Pierotti, havia até fila para a entrada!
E a chuva começava a apertar…
Para quem acha que a gente não paga, taí mais R$10 gastos em ingressos!
É a nossa parte para a manutenção do futebol!
Eu ainda não conhecia o Estádio Mansueto Pierotti, reinaugurado em 2002:
Chegamos a tempo de ver os times entrar em campo e cantar o hino nacional, uma obrigação que me incomoda.
Pra mim, deveria se cantar o hino da cidade.
E lá estávamos nós, mais uma vez…
Esperávamos a chuva dar uma trégua, embaixo da marquise do Estádio, nos lamentando pela chegada da frente fria justo naquele momento…
Dentro do próprio Estádio Mansueto Pierotti estão os troféus do time, expostos aos torcedores.
O gramado estava um pouco sofrido, nem parecia que estávamos em uma época de seca.
Mas, como já disse outras vezes, infelizmente as divisões de acesso não tem ajuda alguma para conseguir manter o bom estado dos campos, o negócio é jogar!
O pior é que naquele momento, a chuva que caía prejudicava ainda mais a grama…
Mas falando em chuva, ela não espantou ninguém, só fez com que aparecessem dezenas de guarda chuvas dando um aspecto único às arquibancadas do Estádio Mansueto Pierotti.
E o time do São Vicente nem de guarda chuva precisou.
Entrou quente no jogo, exigindo atenção da defesa adversária atenção redobrada.
Mas nem com toda a atenção e esforço a zaga da Inter conseguiu impedir o primeiro gol do time local.
Após um bate e rebate, Marquinhos fez o gol do São Vicente e foi pra galera!
Festa nas arquibancadas do Estádio Mansueto Pierotti!!!

Festa dos guarda-chuvas também!!!
Lá do outro lado, um pequeno grupo vermelho se fez triste.
Fui lá conferir se realmente eram torcedores do Inter.

A rapaziada compareceu em São Vicente enfrentando a distância e a chuva e ainda se deram bem…
O time da Inter de Bebedouro empatou o jogo ainda no primeiro tempo…

O gol desanimou o time do São Vicente, que não conseguiu marcar o segundo gol.
Pra complicar o time do litoral a chuva acabou prejudicando o campo e atrapalhando a criação de novas jogadas.
A torcida incentivou o time o quanto deu, mas sentiu o peso do empate…
A rapaziada da Fúria Alvinegra também tentou empolgar o time, mas o time não reagiu…
E foi assim que o bom público assistiu o empate entre os dois times, por 1×1.
Muita gente reclamou do juiz, que teria “amarrado” o jogo…
De nada adiantaram os conselhos dos torcedores que ficam atrás do gol (tão legal quanto à Javari!).
Sem dúvida, foi um ótimo programa, mesmo tendo molhado as únicas blusas de frio que tínhamos levado…
Empatar em casa nunca é bom, principalmente nessa fase, sendo assim, o time do interior saiu bastante satisfeito com o ponto ganho e vai com moral pro jogo de quarta feira contra o Primavera, em Bebedouro.
A torcida do São Vicente fica na expectativa do time aprontar alguma contra o Velo Clube, lá em Rio Claro, num jogo duríssimo!
O Estádio Mansueto ficará no aguardo para a partida final do primeiro turno, contra o Primavera, com suas bandeiras e principalmente, com sua gente

Gente que usa orgulhosa a camisa do time, lembrando a importância da cidade para o nosso país.
Agradecemos aos amigos que conhecemos no jogo e esperamos rever a galera em breve!
Dali, ainda passamos pela tradicional “Ponte Pênsil”, até chegarmos ao nosso último destino…
A cidade de Itanhaém, nossa casa!
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Em busca do estádio perdido na Serra da Mantiqueira – Parte 1
Joanópolis.

Mas a cidade também é conhecida pelas beleza de suas águas e cenários!

E água gelada da montanha é ideal, para quem como eu, andava com a cabeça quente de tanto trabalho. Esse é o “Tchibum“, uma atração a parte da “Cachoeira dos Pretos“, lugar onde passamos o dia:

É ali que nasce um dos rios mais famosos do interior:
Ah, e é onde fica a Cachoeira dos Pretos, com mais de 130 metros de queda:
A cachoeira tem diversos locais onde se pode entrar na água, tomar sol, enfim, se divertir como quiser…
O local próximo à Cachoeira oferece toda a estrutura necessária para um bom passeio.
Diversas opções de restaurantes atendem até aos vegetarianos como a gente!
Bom, depois de um dia todo de diversão na Cachoeira, fomos enfim conhecer o Estádio local!
Como Joanópolis não possui um time disputando os campeonatos profissionais da Federação Paulista, o Estádio é utilizado apenas para jogos das equipes da várzea.
Mesmo assim, possui um belo gramado e está situado junto ao “Complexo Esportivo Municipal Prefeito Nini Costa“, que inclui ainda um ginásio, cancha de bocha e outros espaços.
A modesta arquibancada guarda lugar para futuros sonhos de uma torcida que tem motivos de sobra para se orgulhar do lugar onde vive.
Fica aí mais um Estádio visitado por nós!
Abraços ao povo da cidade! Em breve posto a sequência desse rolê, em Atibaia!
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]]>Rolê boleiro em Buenos Aires parte 7 – All Boys!
All Boys (veja mais aqui), falarei sobre como foi meu reencontro com o querido time do Bairro Floresta!
Recordando… No último post, estávamos nós, os 4 patetas, em pleno Monumental de Nuñez, visitando o estádio.
Agora, havia chegado o final de semana e era hora de assistir a uma partida em La B, a segunda divisão do futebol argentino… Vamos nessa??
Nem bem chegamos e já vimos a festa feita pelos Albos! O bairro parou para o jogo!
O Estádio fica no coração de Floresta, um bairro que fica há 1 hora (de ônibus) do centro de BsAs.
Seu nome é Islas Malvinas e é cheio de grafites.
Recentemente passou por uma ampliação ganhando mais 10 mil lugares.
Assim, apresenta arquibancadas em todos os lados do campo.
Olhando desse ângulo (estamos atrás do gol), do lado direito ficam as barras do time, no lado esquerdo e onde estamos os “torcedores comuns” e atrás do outro gol, o pessoal da imprensa que veio cobrir o jogo.
Esse é um estádio especial, pois foi a primeira cancha argentina que conheci pessoalmente!
A Mari também gosta, porque Floresta é um bairro com uma cara de interior, lembrando até Cosmópolis!
Por coincidência, encontramos os amigos da banda “Tango 14” nas bancadas!
A barra “Peste blanca” além de muito barulho, também faz uma bonita festa visual, com trapos, faixas e centenas de bobinas de papel que são lançadas na entrada do time, em campo.
E os torcedores locais também participam da festa com seus trapos e cantos!
E mais uma vez, ficamos felizes em poder participar da história do futebol. Principalmente porque mesmo perdendo a partida por 1×0, o All Boys viria a subir para a primeira divisão.
Ah, um detalhe que merece explicação a parte. Na segunda divisão argentina, não é permitida a presença da torcida visitante. Assim, os torcedores mais malucos simplesmente ocupam (com vistas grossas de ambas diretorias) a parte que seria reservada à imprensa.
Assim, essa galera ali atrás do gol não é jornalista, nem nada, mas torcedores do Belgrano.
Como quase todas as torcidas fazem isso, geralmente não ocorrem maiores problemas de violência com essa galera. Aliás, mesmo com a derrota, a festa imperou pelo estádio naquela tarde de fevereiro.
Até os metaleiros do bairro compareceram!
Ah, como pode um jogo ser tão importante? O futebol une o bairro, a família…
Mesmo que em campo o jogo seja pegado!
Uma partida dessa oferece momentos eternamente guardados em nossas memórias. Mais do que ataques e defesas…
E quanta gente, hein?…
Já estávamos no fim de nossa temporada argentina, e no intervalo até sentamos um pouco pra descansar…
Ao fundo, uma singela homenagem da torcida a Pato Sgarra, torcedor símbolo do time, que faleceu em fevereiro de 2009.
Falando um pouco sobre o jogo, o All Boys esteve numa tarde inspirada, mas com más finalizações.
Foram várias chances perdidas.
E pra quem acha que é fácil jogar como visitante nos estádios portenhos…
Outra coisa que me agrada é estar ali próximo ao goleiro e ídolo Nicolas! O cara é gente boa e lembra aqueles jogadores antigos.
O jogo foi chegando ao fim e certa tristeza nos bateu. Eram os últimos dias em Buenos Aires e mais do que isso, muitos dias, semanas, meses até voltarmos a Floresta…
Mas, como diria o poeta…
Yo volverei a las calles…
Sei que mi barrio esperará…
Apoie o time da sua cidade!
Apoie o time do seu bairro!
]]>Camisa 80- XV de Caraguatatuba
A 80ª Camisa da coleção vem da praia. E de uma praia paulista, Caraguatatuba, destino comum a quem mora no interior ou mesmo na capital do estado.
O time dono da camisa é o Esporte Clube XV de Novembro de Caraguatatuba, que infelizmente está licenciado do Campeonato Paulista (ao menos quando escrevo este post, em 2010).
O detalhe é o número da camisa… “16”, relembrando o meu irmão Murilo, que jogava com esse número.
Consegui a camisa no próprio Estádio e parecia ser uma das últimas!
O XV de Caraguatatuba foi fundado em 18 de fevereiro de 1934, pelo espanhol Prudêncio Baeta, para disputar jogos do futebol amador, na cidade.
De 1940 a 1947 as atividades do XV ficam suspensas devido à II Guerra Mundial.
Em 1947, começa a segunda fase do XV.
O clube é reformado, ganha uma nova sede social, no local onde atualmente está a Galeria Santa Cruz.
O uniforme passa a ter as cores verde e branco, em homenagem ao Palmeiras.
Em 1953, o E.C. XV de Novembro passa a funcionar no bairro do Tatu, onde está até hoje.
O primeiro campo do time localizava-se onde é hoje o Banco do Brasil, no centro, em seguida mudaram para o local onde fica o Polo Cultural Adaly Coelho Passos, na Praça Cândido Motta.
Em 1967 ocorre a “catástrofe” em Caraguatatuba.
A cidade foi destruída por uma forte chuva que causou avalanche de pedras, árvores e lama dos morros Cruzeiro. Jaraguá, Jaraguazinho, próximos a cidade, sepultando vários habitantes.
O belo cenário da região se transformou em um grande cemitério. Falou-se em 500 mortos, oficialmente, mas as pessoas dizem que foram muitos mais…
Muitos corpos jamais foram encontrados, principalmente aqueles que foram arratados para o mar e impelidos pelas ondas para pontos bem distantes.
O Rio Santo Antônio, que corta a cidade alargou-se de 40 para 200 metros.
O campo do XV foi totalmente destruído…
Somente vinte anos depois, em 1987, o então presidente do clube, Irineu Mendes de Souza, reestruturou e profissionalizou o XV, levando o a disputar a quarta divisão do Paulista.
Aqui, o time de 1991, com o goleiro Negaça:

A partir daí, começou a disputar as divisões de acesso até que em 1993, devido a uma crise financeira, o clube deixou de disputar o Estadual.
Em 1994, o clube voltou a disputar o Campeonato Paulista da Série B-2 (na época a sexta divisão) e conquistou o acesso para a série B-1B.
No ano seguinte, mais um acesso, desta vez à série B1-A, vencendo o Palmeiras, de São João da Boa Vista, por 1 a 0.
Em 1996, o time surpreendeu ao perder a vaga para a Série A-3 nos minutos finais do jogo contra o Garça.
No ano seguinte, o XV de Caraguatatuba realizou uma grande campanha e chegou ao quadrangular final. Conquistou o vice-campeonato, subindo assim para a série A3 (terceira divisão).
Porém, o clube não conseguiu ampliar a capacidade de seu estádio para 10 mil lugares (como exige a Federação Paulista) e teve que voltar a disputar a Série B1-A.

Em 2005, o time ainda estava na sérieB1-A, e disputava os jogos com o elenco abaixo (retirado de um post do pessoal dos Jogos Perdidos):
Em 2006, a diretoria do XV mais uma vez licenciou o clube devido às dificuldades financeiras, fato que infelizmente persiste até os dias atuais.
Entretanto, a diretoria vem trabalhando em prol do clube, a começar pelas categorias menores, conforme conversamos na nossa visita ao Estádio, também conhecido como “Toca do Leão“.
Mesmo com tantas conquistas vimos poucos troféus, a explicação é que a sede do clube foi furtada 4 vezes, perdendo se troféus e arquivos .
Infelizmente, o time, assim como muitos outros times do interior paulista passa por uma situação bastante difícil e só conseguirá reabrir as portas para o profissionalismo com alguma parceria.
A população também promete se unir em prol do time, ao menos é o que comentam na comunidade do clube: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=1241460
Uma pena, que o estádio dificilmente será usado profissionalmente outra vez…
A esperança pode estar também nas categorias menores… Quem sabe um desses garotos não pode ser um futuro craque.?
A parte interna do campo apresenta um bom gramado, e uma arquibancada um pouco esquecida…
Mas sem dúvida, num visual único, incrustado no morro.
E se tem estádio perdido, registremos nossa presença!
E a presença da molecada que prometeu defender a camisa do XV!
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Sem você, não há cultura local…
]]>Amparo 1×2 Primavera (Mais segundona 2010!!!)

Fim de semana corrido!
No sábado fomos a Sumaré, ver Sumaré x Elosport, e no domingo, a convite de um torcedor local, fui a Amparo, assistir Athlético Amparo x Primavera, de Indaiatuba.
Esse é o melhor jeito de registrar um estádio! com uma partida rolando!
Mais uma vez tentando colaborar com o futebol das divisões de acesso. Participando como torcedor que paga ingresso e vai pra arquibancada ver e se maravilhar.
Nas arquibancadas, uma surpresa.
Como eu disse no vídeo acima, dos jogos da série B que eu acompanhei este ano, este foi o que teve mais forte presença da torcida local.
Presença que coloca ainda mais vida no belo e tradicionalíssimo Estádio José Araújo Cintra.

Para você entender como ele é disposto, existe uma arquibancada descoberta (a esquerda de quem adentra ao campo) e uma coberta (do lado direito).
O campo é cercado de um alambrado baixo e mantém aquela boa e velha proximidade com os jogadores que eu tanto valorizo para um estádio.
A rádio local disponibiliza duas caixinhas de som, que permitem à galera das cadeiras cobertas acompanharem o jogo ouvindo a narração (muito boa, aliás, queria descobrir o nome do amigo narrador).
E dali, das numeradas senhores, senhoras filhos e filhas acompanham o orgulho da cidade, em campo, o Athlético Amparo.
Vou guardar a história do time para quando eu conseguir a camisa, mas olhando para as arquibancadas povoadas, mesmo na segunda divisão, dá pra ver que a cidade entende a importância histórica do time.
O que não significa que eles não peguem no pé dos jogadores, a cada lance perdido…
Aliás, quantos lances perdidos pelo time local… Alguns torcedores foram a loucura!
Mas o que era reclamação num primeiro momento, vira apoio, logo em seguida…
E já que mostrei o lado direito, vejamos o outro lado do campo…
E um pouco do lado de dentro, junto dos reservas e do próprio bandeira…
Ou prefere ficarmos ali dando uma mão pro 4o árbitro? Dá pra ver que o desfibrilador, obrigatório em partidas oficiais, estava ali!
Dando um rolê pelo estádio, vi a grande lanchonete (desta vez não comi nada, então não posso falar sobre a gastronomia futebolística de Amparo…).
Aqui dá pra se ter uma ideia de como é o lado coberto da cancha!
Ah, olhando pro jogo um pouco, o time do Amparo é valente, mas levou azar nas finalizações. Já o Primavera (que também pretendo ver jogar em casa, em Indaiatuba) com uma forte marcação, ficou no contra ataque, levando perigo constante ao gol local.
E se vida de goleiro já é difícil, goleiro na série B do Paulista tem que fazer mais do que milagre…
Aproveitei o início do segundo tempo ainda morno, pra dar uma olhada no lado descoberto do estádio, que também recebeu bom público.
Ali, encontrei algumas faixas, bandeiras e o pessoal da Torcida “Leões da Montanha“.
Do lado descoberto pode se ver como é bonito o Estádio!
E a coincidência veio ao tirar a foto da camisa de um dos torcedores e descobrir que se tratava do João Vitor, amigo que me convidou para conhecer o Athlético Amparo.
Amizades feitas, amizades renovadas, é hora de marcar nossa presença no estádio, em mais uma aventura boleira!
O jogo terminou 2×1 para o Primavera, de Indaiatuba, resultado que decepcionou a torcida local…

Nem por isso, a honra e a força da bandeira do time foram manchadas. Para quem é apaixonado por um time, as dores da derrotas transformam-se em estatísticas em pouco tempo.
Desta aventura, ficou o orgulho de ver um time apoiado pela população local, e a alegria de poder conhecer mais um estádio!








































































































































Reverenciar não só os que ali estavam, mas também os que fazem parte dessa família e mesmo por um motivo ou por uma filha que acaba de nascer, não puderam ir.




O segundo jogo teve momentos de puro nervosismo, quando após sofrermos um gol irregular (a bola não havia entrado por completo) nosso meia “Júnior”, também conhecido por “Português” foi expulso por proferir palavras não apropriadas ao árbitro.
Jogando com um a menos, chegamos a empatar em 1×1, mas depois o cansaço falou mais alto e perdemos por 4×1.
Enquanto estava 2×1 para o adversário deu pra ouvir um garoto que assistia o jogo do lado de fora dizer “Meu, esse jogo tá parecendo Libertadores”.
Pronto… Já podíamos ir embora. Era só isso o que queria. Emoção…
Gracias futebol!








