Estádio Nicolau Alayon para torcer por uma vitória do nosso Ramalhão!
Mas, ao mesmo tempo é mais uma chance de rever esse belo estádio, principalmente em um momento tão importante para o Nacional Atlético Clube: seu centenário! Parabéns à sua torcida e em especial ao pessoal da Almanac que segue apoiando o time em todos os jogos.
Outra figuraça da torcida do Nacional é o Leandro Massoni Ilhéu que acaba de lançar o livro “Nacional: nos trilhos do futebol brasileiro” contando um pouco da história do time. Quem quiser adquirir, pode falar diretamente com o Leandro pelo Face dele (é só clicar aqui).
Voltando ao estádio, mesmo sendo em um feriado prolongado, até que o público esteve razoável…
Pessoal da Fúria Andreense, da TUDA e também os torcedores autônomos compareceram ao Nicolau para tentar estragar a festa do Naça:
Em campo, o Nacional fez valer seu mando de campo e teve mais posse de bola, mas o Santo André saiu ganhando e foi pro segundo tempo com 1×0 graças a esse gol de penalty:
No intervalo é hora de por o papo em dia, destaque pro amigo “Gó“, que é até tema de música da nossa banda (o Visitantes), pra ouvir é só clicar aqui:
Outro destaque para a primeira partida do Ramalhão da nossa sobrinha, a Bia!
Mas, os destaques ficam por aí…
No segundo tempo, o sol forte parece ter fritado a cabeça dos atletas e o que se viu foi a virada do Nacional (treinado pelo querido Jorginho, ex atleta do Ramalhão) pra cima do Santo André.
Vitória merecida do Nacional. O Santo André precisa voltar aos trilhos caso ainda queira o acesso… Mesmo com a derrota, seguimos na oitava posição…
APOIE O TIME DA SUA CIDADE (na vitória e na derrota)!!!
Pessoal, aproveitei nossa ida à Piracicaba para acompanhar a partida válida pelo Campeonato Paulista da Série A2- 2019 para registrar em fotos e lembrar um pouco da história o Estádio Barão de Serra Negra.
O Estádio Barão de Serra Negra é a casa do XV de Piracicaba, .
O nome do Estádio é uma homenagem a Francisco José da Conceição, primeiro e único Barão de Serra Negra. A atual entrada dos visitantes é no portão 3, mas fiz questão de passar na antiga, no portão 4, porque ela ainda mantém um pouco da arquitetura de antigamente, principalmente com o letreiro acima do portão.
Em campo, é dia do Ramalhão visitar o Nhô Quim!
A capacidade atual do Estádio Barão de Serra Negra é de 18 000 pessoas distribuídas entre a arquibancada coberta (onde ficam as cadeiras cativas, as cabines de imprensa e agora também os visitantes)…
E a arquibancada geral, que abraça todo o campo de jogo!
Com todo respeito à torcida local, aí estamos nós, visitantes com nossas bandeiras em apoio ao Ramalhão.
Torcendo pelo nosso treinador Fernando Marchiori aprontar alguma contra os donos da casa!
Voltando ao Estádio Barão de Serra Negra, ele foi inaugurado em setembro de 1965, no jogo: XV de Piracicaba 0 x 0 Palmeiras, que recebeu um público de 15.674 torcedores, o primeiro gol só aconteceria na partida seguinte, entre XV de Piracicaba x Corinthians, na derrota do time local por 3×1.
O Estádio tem uma série de detalhes reforçando a imagem do “Nho Quim”.
O Estádio chegou a receber mais de 23 mil torcedores na final da A2 de 1983, quando o XV de Piracicaba sagrou-se campeão, mas atualmente, o público está longe desses números. A foto abaixo foi feita pelo amigo Guilherme, torcedor do XV.
Nossa torcida também diminuiu, mas faz-se presente. Aqui o pessoal da Esquadrão Andreense e da TUDA (Torcida Uniformizada Dragão Andreense)
Ah, e a Fúria Andreense, sempre presente!
O placar final 1×0 para os donos da casa. Gol de penalty aos 45 do segundo tempo… Dói a alma, mas… Seguimos!
Embora Osasco seja uma cidade da grande São Paulo, até 2018 eu ainda não havia assistido nenhum jogo no tradicional Estádio Municipal Prefeito José Liberatti.
Graças à Copa Paulista de 2019, finalmente estive lá para assistir um jogo do meu Ramalhão contra os donos da casa, o Grêmio Osasco Audax.
Ou seja, lá vamos nós a mais uma bilheteria destinada aos visitantes…
Ele fica há 5 minutos da Castelo Branco. O Estádio é gerido pela Prefeitura, e embora tenha alguns detalhes que deixem a desejar (como a pintura) me surpreendeu pela estrutura.
Atualmente, o Rochedale tem capacidade para cerca de 12 mil torcedores, sendo o principal estádio da cidade.
Mas nem só de Grêmio Audax vive Osasco.
O futebol profissional teve seu início em Osasco com a Associação Atlética Floresta, fundada em 1916 por um grupo de descendentes de italianos, quando Osasco ainda era um bairro paulistano.
O time disputou a terceira divisão de 1960. Olha que bela imagem do time recebendo faixas celebrativas…
Na sequência, surge a AA Osasquense, que disputou a quarta divisão em 1965 e 1966, e a terceira divisão de 1967.
Na década seguinte, em 1975, surge o Independência Esporte Clube que disputou a terceira divisão de 1975 e a A2 de 1976.
Dando sequência à história da cidade de Osasco no futebol profissional, em 1977 e 1978 o Grêmio Água Branca FC (que nascera como um time de futsal) disputou a terceira divisão do Campeonato Paulista.
Em 1979, após a saída do Água Branca do futebol profissional, foi a vez do Monte Negro Futebol Clube da Vila Yolanda disputar a terceira divisão, entre 1979 e 1992, tornando-se o time da cidade com maior número de disputas profissionais.
Porém, entre 1981 e 1982, houve um segundo time da cidade medindo forças com o Monte Negro. Tratava-se do União Esportiva Rochdale, fundado nos anos 50, mas até então limitando-se às disputas amadoras.
Em 1992, surge mais um time na cidade, criado por parte da diretoria do Monte Negro que abandonava o profissionalismo por problemas financeiros: o Osasco FC, que manteria viva a águia, símbolo do Monte Negro, agora com as cores da cidade em seu distintivo.
O Osasco FC jogou a quinta divisão em 1997, a sexta divisão de 2002 (a série B2B) e a quarta divisão de 2005 até 2008, e depois de 2011 até 2013, e de 2016 a 2017. Aqui, o time de 2017, jogando com uniforme alvinegro bem parecido com o da Ponte Preta, clube pelo qual Mário Teixeira é fanático. Mário era um dos homens por traz da gestão do Banco Bradesco, onde ainda atua como conselheiro. Ele acabou comprando o Osasco FC (e outros times mais, como veremos):
Entre as idas e vindas do Osasco FC no profissioanlismo, surge o Esporte Clube Osasco, fundado em 1984, mas disputando apenas em 2000 seu primeiro campeonato oficial e, contando com a chamada “sorte de principiante”, sagrando-se campeão da então existente quinta divisão (B-2). Em 2001, mais um título garantindo o acesso para a terceira divisão, onde permaneceu até 2007 quando foi rebaixado para a segunda divisão, abandonando o profissionalismo.
Era a vez de um novo time representar a cidade e assim, em 2007, Mário Teixeira (aquele mesmo do Bradesco) cria o Grêmio Esportivo Osasco aproveitando as últimas forças e estrutura do Osasco FC. Assim como o ECO, o time acumulou dois acessos nos dois primeiros anos, chegando à série A2 em 2009, porém acabou retornando à A3 em seu primeiro ano.
Em 2012, garantiu novamente o acesso para a Série A2 e como “presente”, recebeu um significativo investimento de Mario Teixeira (aquele do Bradesco), que comprou o Audax (até então um time que dava sequência ao projeto do Grupo Pão de Açúcar no futebol) e praticamente uniu os clubes, tornando o GE Osasco um time B do Grêmio Osasco Audax (o time que viemos ver no jogo de hoje). A consequência de ser o “segundo filho”: rebaixamento para a Série A3, onde permanece até hoje.
Mas, como fica claro, nasce aí o atual “caçula” da cidade: o Grêmio Osasco Audax. Oficialmente, o time foi fundado em 8 de dezembro de 1985, e até 2011 era denominado Pão de Açúcar Esporte Clube (PAEC).
De 2011 até 2013, passou a e denominar Audax SP Esporte Clube.
Em setembro de 2013, o clube foi comprado e unido ao Grêmio Osasco dando origem ao time atual. Toda essa história teve como principal palco o Estádio José Liberatti, que passou por várias obras até chegar ao atual formato, mas existe um segundo Estádio na cidade (atualmente usado como CT) que é o Estádio municipal Elzo Piteri, que chegou a receber jogos oficiais também.
Mas voltemos à nossa visita… Era uma tarde de sábado, dia 13 de outubro de 2018 e fomos até o Estádio José Liberatti para acompanhar a partida entre EC Santo André x Grêmio Audax. Chegamos embaixo de uma forte chuva e sabe o que o pessoal de Osasco fez? Liberou as arquibancadas laterais (cobertas) para a torcida visitante (que pelo que soube, normalmente fica atrás do gol). E fica aí o nosso registro oficial de mais um estádio paulista, ao lado dos amigos torcedores.
Aqui dá pra ter uma ideia do campo como um todo, começando pelo gol ao lado direito:
Meio campo:
E o gol esquerdo:
Aliás, foi aí que o Grêmio Audax atacou no primeiro tempo.
Atrás de cada gol, mais um lance de arquibancadas:
Ah, e aqui as cobertas onde ficamos:
Também tem um espaço coberto lá do outro lado:
Pena que o placar não se deixa fotografar por um efeito de luzes…
A lanchonete tava a toda lá do outro lado:
Quer bater o escanteio?
Vale registrar a presença das organizadas do Santo André, aqui a Fúria Andreense:
Aqui, o pessoal da Esquadrão Andreense!
Jogamos a Copa Paulista 2018, com a base (time sub 20) e foi muito legal ver os meninos que sempre apoiamos disputar uma competição oficial e fazer bonito!
O David Ribeiro acabou indo para o futebol búlgaro no fim do ano.
O pequeno Garré (que disputa a série A2-2019 como titular):
Um zoom pra dar uma olhada no banco de reservas!
Um estádio que infelizmente ainda conta com baixa participação do público, talvez pela constante fragmentação dos times de Osasco.
Quem sabe com a continuidade dos times a torcida passe a se fazer mais presente…
Chegamos a terceira e última parte da nossa viagem pela Croácia, terra de onde Brunoslav Noznica (também conhecido como Peruca, ou simplesmente, meu avô) veio.
Pra quem gosta de turismo, viajar pela Croácia é mais fácil do que se parece e Zagreb, a capital, é uma cidade que oferece muita coisa legal para se fazer.
Mas prepare-se para o frio, se você for no inverno!
O terceiro estádio visitado foi oStadion Radnik, que fica na cidade de Velika Gorica. É lá que a seleção Croata sub-20 manda seus jogos, assim como o time HNK Gorica.
HNK significa Hrvatski Nogometni Klub, ou Clube Croata de Futebol. Na temporada 2010/11 foram campeões da “Croatian Second Football League” e assim subiram para a primeria divisão, mas sua licença foi revogada.
Esse ano, o time segue jogando a segunda divisão, mas é líder da competição, então pode ser que no ano que vem, o estádio vire palco da primeira divisão croata.
Mas falando do Estádio, ele também é conhecido como Gradski Velika Gorica.
O estádio foi construído para a Universíade de Verão de 1987, realizada em Zagreb.
Desde então, foi renovado duas vezes, em 1999, para os Jogos Mundiais Militares, realizados em Zagreb, e em 2010, para cumprir os requisitos para o Druga HNL, campeonato croata da segunda divisão.
O Stadion Velika Gorica tem uma capacidade de 8.000 torcedores.
Ele fica ali pertinho do aeroporto, então quem quiser conhecê-lo sugiro que seja o último passeio em Zagreb.
O time tem até uma estrutura de marketing própria (ou pelo menos um carro só deles hehehe).
Não sei se é uma impressão minha, mas ele lembra os grandes estádios do interior paulista, tipo o Serra Negra, o Jayme Cintra… não lembra?
Orgulho em levar a camisa do Ramalhão a mais um estádio mundo afora.
E sempre contente em ter a Mari curtindo e ajudando a registrar tudo, afinal, futebol não é só pro seu namorado
Essa música foi uma mistura de protesto e de reflexão na época em que o então prefeito Aidan derrubou a arquibancada coberta do Estádio Bruno José Daniel.
É hora de acompanhar o Ramalhão em sua saga. Mais do que lutar pelo acesso, o time tenta recuperar seu prestígio com a torcida e em paralelo ainda tem o Estádio Bruno José Daniel, finalmente, em reformas.
Como dá pra perceber, para aqueles que conhecem o estádio, está tudo bem diferente e menor.
O público só tem acesso às laterais das arquibancadas e embaixo delas, apenas metade do espaço normalmente utilizado está disponível.
Na parte destinada às cadeiras cobertas, também temos uma “movimentação” acontecendo.
A torcida Fúria Andreense fez, recentemente, uma entrevista com o atual secretário de obras da cidade, falando sobre as obras no Estádio. A entrevista faz parte da TV Fúria, uma iniciativa bacana da torcida. Esse programa tem 3 blocos, esse é o segundo deles em que se trata especificamente das obras:
Mas para aqueles apaixonados pelo time, todos os atuais desafios enfrentados pelo time e pela própria torcida são encarados como mais uma página da história do amor pelo time!
Ah, o que você vê na mão dos torcedores, na foto acima é a nossa nova empreitada, o Fanzine “Santo André – Série D 2013”, que temos distribuído gratuitamente nas partidas em casa! Esse foi a edição do jogo contra o Juventude:
Assim, o que tem sido visto nos jogos do Santo André é uma presença apenas razoável em quantidade de público, mas com uma alta participação e dedicação. A torcida tem feito a diferença, nos jogos da Série D. Prova disso é que o time tem 100% de aproveitamento na competição, nos jogos em casa.
A torcida do Juventude também compareceu e foi bem recebida, sem passar por nenhum problema.
A tarde quente ajudou a animar ainda mais o torcedor ramalhino.
Em campo, um primeiro tempo difícil e truncado, que acabou virando 0x0, embora o Santo André tivera chances de abrir o marcador.
No segundo tempo, a torcida jogou junto, acompanhando o mais perto possível!
Vale registrar que além das organizadas, o time tem conseguido manter torcedores “autonomos” que vêem no Ramalhão o seu time do coração e mais uma manifestação cultural da cidade!
Mas a festa foi para todos os torcedores, organizados ou não, quando Chico fez Santo André 1×0!
O meia Élvis que acabara de entrar (está se recuperando de uma operação recente) comandou a festa entre jogadores e torcedores. Aliás, isso é uma coisa que sempre pedimos, que os jogadores dividissem essa alegria dos bons momentos conosco!
E para terminar a rodada definitivamente como líder, o Santo André ainda marcou o segundo gol, de penalty. Ramalhão 2×0 Juventude.
Ótima estreia do treinador Paulo Roberto!
A torcida pode voltar para casa feliz, mesmo sabendo que na próxima rodada é o Santo André quem folga, ou seja, não joga.
Mais um jogo do Ramalhão pela série A2, desta vez contra o Capivariano, equipe recém subida da série A3 e B do Paulista, que nós tanto acompanhamos.
A torcida do Santo André presente em número razoável. Novamente mais de 2 mil pessoas. Destaque para as novas bandeiras da Esquadrão Andreense.
Pra quem acha que a série A2 é moleza, esse jogo serviu de exemplo, O Capivariano atacou o tempo todo, e só não venceu o jogo porque o goleiro do Santo André defendeu um penalty, no lance abaixo.
A torcida Ramalhina ainda não se convenceu do time. Mas, frequentar o Estádio continua sendo um ótimo programa para quem ainda acredita numa vida mais sociável entre as pessoas de uma cidade.
E tivemos a chance de comemorar um golzinho… Até deu pra animar…
Encontrar os amigos e vizinho para ver futebol do time da minha cidade. É só isso que eu peço…
O sol do primeiro tempo foi embora e deu lugar a um tempo nublado que ameaçava chuva…
Enquanto isso, no intervalo, a torcida fazia a festa embaixo das arquibancadas.
Nas arquibancadas, a chuva judiava dos torcedores tanto quanto o próprio time.
Um abraço ao pessoal da Rádio 98,7 FM, de Capivari, que veio do interior para cobrir o jogo.
Terceiro jogo em 7 dias! Pra quem ficou tanto tempo sem ver o time, nada melhor do que uma overdose de futebol!
Jogo ainda sob o clima da tragédia que aconteceu no Rio Grande do Sul, na boate Kiss. Bandeiras a meio pau…
Outro jogo numa quarta feira a tarde, o que prejudica o público… Dessa vez, pouco mais de 500 torcedores estiveram no Estádio Bruno José Daniel.
É mais um jogo do Ramalhão, o time da minha cidade!
O Santo André fez 1×0 no segundo tempo… Gol de Leandrinho após boa jogada do atacante William.
Nesse jogo, levei o meu cachecol do Rayo Vallecano, em homenagem ao time espanhol do bairro de Vallecas e sua torcida!
As duas organizadas tem colorido o Estádio. A que fica na parte central é a Fúria Andreense. A que fica na lateral, levando os tirantes é a Esquadrão Andreense.
Para os andreenses que abandonaram o nosso time, fica nosso convite. Assistir ao Ramalhão é uma festa regional, sem violência, que reúne amigos de diferentes idades. Vale a pena apoiar!
Aqui, a rapaziada da Fúria BDC no pós jogo!
Em campo, o jogo não estava tão difícil, mas o juiz anulou dois gols ramalhinos e ainda encheu o time de cartões amarelos.
Pra piorar, a Santacruzense empatou o jogo…. 1×1.
Um resultado que só atrapalha o time e a volta do torcedor ao estádio…
Mas, como insisto em dizer, o resultado é só um número. Frequentar o Estádio do Santo André é um prazer, que precisa ser experimentado pelos moradores da nossa cidade.
Quarta feira, 23 de janeiro de 2012. Dia da volta do Ramalhão ao futebol profissional!
Primeiro jogo, pela Série A2 de 2013, contra o Velo Clube de Rio Claro. E até o ônibus do time está de cara nova.
Pra quem não acompanhou a “saga” do time em 2012, vale lembrar que o Santo André enfrentou 4 rebaixamentos seguidos (da A1 para a A2, da série A para a B, da B para a C e da C para a D), perdeu metade do seu estádio (demolido pela prefeitura), endividou-se até não poder mais e consequentemente viu sua torcida cada vez mais distante.
Mas o que se viu, desde o lado de fora do Estádio, nessa quarta, não foi nada que lembrasse essa má fase.
Até fila para entrar no estádio tinha!
Ingresso na mão…
Finalmente, era hora de entrar! Depois de um ano todo proibida de acompanhar o time no Brunão, a torcida do Santo André finalmente voltou ao seu lugar…
Nesse jogo, levamos a campo um cachecol da torcida Desperdicis, do Sant Andreu de Bracelona time que disputa a terceira divisão espanhol e que tem o mesmo nome do Ramalhão. Pelo visto está nascendo uma amizade entre os times e suas torcidas.
Falando em torcida, fica nosso alô ao pessoal do Velo Clube que enfrentou trânsito e ainda teve que dar um jeito no trabalho para poder comparecer ao estádio!
E parabéns também à torcida Ramalhina que mesmo depois de tanto desprezo, voltou a comparecer em um bom número ao Estádio!
A faixa colocada no antigo lugar das numeradas expressava o que esses torcedores esperavam do time: raça.
E por falar em time, lá está o Ramalhão 2013, com seu adversário de hoje, o Velo Clube, a postos, pouco antes do jogo começar…
Até o prefeito e a primeira dama estiveram presentes.
O horário atrapalhou alguns dos mais fanáticos pelo time, então falatarm muitas das tradicionais caras ramalhinas, mas o que se viu pelas arquibancadas foi um sentimento de amor ao time, à cidade e de muita amizade.
Nem a chuva que caiu no fim do primeiro tempo desanimou a galera! Olha aí a nova geração dos Ramalhinos se protegendo como deu…
Agora que já conseguimos voltar a mandar jogos em casa com os portões abertos, falta recuperar a área do outro lado do estádio, e dizem que a prefeitura já está se mexendo nesse sentido.
E a torcida sabe que é seu dever ficar de olho. Nossa cidade merece!
Falando um pouco sobre o jogo, o Santo André começou com tudo e abriu o placar com menos de 2 minutos, com um gol de cabeça do William Xavier. Depois o jogo ficou pesado, os dois times marcando forte e sem grandes chances claras de gol.
Teve até bandeirão da Fúria, na hora do gol!
Com a vitória garantida, o público de volta e o estádio reaberto, sobraram motivos pra comemorar!
E nós, que por tantas vezes fomos ao portão de saída do time pra xingar, dessa vez fomos lá pra aplaudir!
Agradecemos aos 2.205 torcedores que compareceram para nossa festa! Para mais fotos, visite o blog do torcedor andreense da globo .
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Onde mais você pode sair na rua carregado pelo “Auto-maca” ???