O Estádio em Rotterdam: a casa do Sparta

Acorde Mari, é cedo e frio nas ruas de Rotterdam, na Holanda, mas… É hora de conhecer mais um estádio de futebol, a casa do Sparta Rotterdam.

Hoje, vamos contar um pouco sobre nosso role até o “Sparta Stadion Het Kasteel” a casa do Sparta Rotterdam.

Pra chegar lá é muito fácil. Basta tomar o TRAM 21 e descer no ponto final. É exatamente em frente o Estádio, e mesmo sendo semana de natal… A loja do estádio estava aberta!

Mas, antes de dar uma olhada na loja, vamos dar uma volta e ver o estádio.

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O Sparta é o time mais antigo da Holanda em atividade, foi fundado em 1888. É o rival do Feyenoord, com quem faz o dérbi de Rotterdam.

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É engraçado como alguns times/estádios geram uma identificação imediata… Esse foi o caso com o Estádio do Sparta Rotterdam.

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Mas, a chuva, o horário e a época do ano não ajudaram… O estádio estava fechado 🙁 . Uma pena.

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Bom, deu pra fazer algumas fotos do lado de fora mesmo.

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Dói o coração quando a gente gosta de um estádio, viaja alguns milhares de quilômetros e tem que ver ele desse ângulo…

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Bom, sem estádio, vamos conhecer a loja do time! E pelos deuses do futebol… Quanta coisa legal!

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Junto a tantos souvenirs, lembranças e uniformes, bastante memória do Sparta pendurada pelas paredes…

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E quanta coisa tem na loja dos caras… Da camisa oficial…

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Uns moletons muito loucos!

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Até uma miniatura do estádio…

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Antes que eu me esqueça, eles tem um site que vende (só não sei se entrega aqui no Brasil): www.fanshop.sparta-rotterdam.nl

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Mas mais do que os produtos, me encantam as pessoas. E foi na loja do Sparta que conheci dois senhores: o “Art” e seu amigo, que não recordo o nome. Eles ficaram contentes em saber que antes de conhecer o estádio do Feyenoord eu preferi conhecer a casa e a história do Sparta.

Ficamos um bom tempo vendo fotos antigas e trocando histórias sobre nossos times. Experiência única.

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Mas mais do que histórias, acabamos ganhando um presentão deles… Fomos enfim conhecer o lado de dentro do estádio!!!

É de ficar em choque!

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Em suas arquibancadas, o Estádio Het Kasteel comporta quase 15 mil pessoas.

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Mari disse que o dia estava “um pouco” frio.

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A história do Sparta já teve dias de glória, sendo considerado uma das potências da Holanda até os anos 60. Porém, desde 66 segue um jejum de títulos, disputando atualmente a segunda divisão nacional neste belo estádio.

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Boa parte das arquibancadas é coberta.

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Enfim… Mais um sonho realizado por este andreense que se encanta pelo futebol mundo a fora…

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O futebol profissional em Hortolândia: SEV Hortolândia x Paulínia

Manhã quente de outono de 2014. Depois de tantos posts falando do frio europeu, enfim, de volta à nossa realidade, nem por isso menos divertida. Estamos em frente ao Estádio Municipal José Francisco Breda, em Hortolândia para mais uma partida da série B 2014, a quarta divisão paulista e ao mesmo tempo registrar a casa do futebol na cidade.

Hortolândia

Ingressos a R$ 10 (meia a R$ 5).

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Em campo, SEV Hortolândia e Paulínia FC, duas equipes que lutam para fugir da charmosa, mas complicada competição, que reúne quase 40 times em busca do acesso à A3.

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A Sociedade Esportiva Votuporanga surgiu em 10 de maio de 2001, na cidade homônima por meio da família Pitarelli e em 2002 foi disputar a Série B3 (na época a sexta divisão do Campeonato Paulista, que já não existe mais) e chegou à Série A3.

Em 2005 uma péssima campanha levaria o time ao descenso, mas como a Inter de Bebedouro desistiu da competição, conseguiu manter-se na A3. No ano seguinte, o futebol se transferiu para Hortolândia. Nascia o Social Esportiva Vitória.

Em 2007, viriam parcerias com o Sport e com o Cruzeiro, para a disputa do Campeonato Paulista da série A3 e da Copa Energil C.

Em 2008, o time júnior do SEV jogou a Copa São Paulo de Futebol Júnior, pela primeira vez e tendo a cidade de Hortolândia como uma das sedes, o time sub-20 foi convidado pela University of the Southern Caribbean, para um torneio internacional em Trinidad e Tobago, do qual o time sagrou-se campeão!

Infelizmente naquele ano o time acabou rebaixado para a Série B, de onde se licenciou em 2011, voltando em 2013, onde o encontramos nesta partida contra o Paulínia.

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O Estádio Municipal José Francisco Breda tem capacidade para 10 mil pessoas e estava bem ajeitadinho, só faltou um cuidado maior com o placar, já bem apagado.

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Não consegui um bom ângulo para fotografar, mas um dos jogadores do Paulínia usava uma máscara de proteção, que dava um visual bem diferente!

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Os vestiários ficam ali ao fundo, bem atrás do gol, embaixo as árvores.

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Atrás do outro gol, um lance de arquibancada não utilizado, mas capaz de abrigar 4 mil torcedores.

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E pra quem gosta de pressionar o juiz ou o bandeira, olha como é próximo o campo da arquibancada.

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A torcia local agradece…

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Vamos dar uma olhada melhor:

Consegui chegar ao fundo do gol, no intervalo, para um olhar por outro ângulo.

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Embora em pequeno número, a torcida local estava brava, segundo eles, o juiz deixou de marcar vários lances favoráveis ao SEV.

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A bronca aumentou quando no final do primeiro tempo, o time visitante abriu o placar.

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O SEV Hortolândia chegou à cidade como Sociedade Esportiva Votuporanga e recentemente adotou como nome Social Esportiva Vitória, buscando uma maior proximidade com a população local.

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Olhando um pouco do outro lado, pode-se entender melhor como o Tico Breda pode receber até 10 mil torcedores.

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Na hora do intervalo, uma ação simples, mas que sempre dá ótimos resultados e agrada a todos: o torcedor adentrou ao campo para bater penaltys no goleiro juvenil do time do SEV
Durante o intervalo muita gente deixa o estádio para ir ao bar, do outro lado da rua. Coisas que você só vê na 4a divisão…

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No segundo tempo, dei um pulo na arquibancada dos visitantes, onde encontrei o amigo Richard, torcedor do Paulínia.

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Eu estava na torcida visitante quando o Paulínia aumentou a vantagem par 2×0.

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O lobo está ferido.
Em sua própria toca, o SEV Hortolândia ainda levou o terceiro gol.

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Vitória dos visitantes…

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O futebol em Iracemápolis

6 de outubro de 2012.

O futebol já ajudou milhares de cidades a escrever seu nome na história do esporte nacional.

Entretanto, existem algumas que acabaram esquecidas pelo grande público, mesmo tendo seus momentos heróicos.

E foi em busca dessas histórias já desgastadas pelo tempo que fomos até Iracemápolis

O futebol de Iracemápolis teve como principal representante o Clube Atlético União Iracemapolense, o CAUI, fundado em 1 de maio de 1946. Escudo vindo do incrível site Escudos Gino!

O time representava a cidade e tinha o apoio da Usina Iracema, atualmente pertencente ao grupo São Martinho.

O CAUI participou de nove edições do Campeonato Paulista de Futebol Profissional, entre a terceira e a sexta divisão, de 1986 a 1992, quando se desligou da Federação Paulista de Futebol.

O mascote do time era um Pé de Cana.

Procurando informações no Google, descobrimos o Estádio Municipal Alpino Pedro Carneiro, onde o time teria mandado seus jogos nos campeonatos profissionais, assim, fomos até a Rua Duque de Caxias para conhecer esse histórico campo!

Se o Estádio não tem uma boa fachada identificando seu nome, ao menos encontramos algumas placas comemorativas bem bacanas.

Embora a placa acima mostre a data de 1988, essa outra placa mostra que a conclusão do Estádio acontecera antes, em 1978:

O Estádio tem capacidade para 3.200 torcedores e está em boas condições, embora só receba partidas do futebol amador.

A arquibancada é de cimento, com pouco mais de 10 degraus e uma distância segura do campo, para a tristeza dos torcedores mais exaltados…

Aproveitei a presença do pessoal que jogava um baralho ali pra ouvir um pouco sobre o futebol local.

Iracemápolis

O que eu descobri é que a verdadeira “casa” do CAUI não era este estádio, mas sim um segundo estádio, localizado próximo da Usina Iracema, assim, nos despedimos desse belo templo do futebol e fomos em busca desse segundo campo.

E não é que encontramos mais um belo Estádio, o Dr. Dimas Cêra Ometto!!

Estádio Dr. Dimas Cêra Ometto
Estádio Dr. Dimas Cêra Ometto

Infelizmente ele também está dedicado apenas ao futebol amador, atualmente.

Estádio Dr. Dimas Cêra Ometto

Mas já recebeu jogos históricos. Fuçando no site “Jogos Perdidos“,  encontrei uma súmula de um jogo contra a A.A. Chavantense, de 1988.

E 1988 foi um ano especial para o CAUI, pois foi quando conseguiram o acesso para a série A3. Olha que belo quadro encontrei no bar do estádio!

Aliás, o bar do Estádio tem outra fonte de histórias incríveis, trata-se de Toninho e Neuza, que cuidam de lá e sabem bastante da história do futebol local.

Mostraram essa outra foto do time, já nos seus anos finais:

Segundo eles, esse é o time amador que mais joga (e bebe) atualmente no estádio:

Vale a pena um olhar ainda mais romântico para as arquibancadas, de madeira, do Estádio…

Os bancos de reserva também preservam em sua própria madeira a memória de décadas de futebol amador e profissional…

Outro ítem bacana do estádio são os vestiários:

O campo está em bom estado, como pode se ver:

Mais uma placa histórica:

Assim, marcamos presença em mais um santuário histórico do futebol! Antes que você pergunte, foi aqui em Iracemápolis que o Elano (atualmente no Grêmio, mas ex atleta do Santos e da seleção brasileira) começou sua carreira, mas pra mim, essa é uma história de menor valor local.

Ah, mas antes de irmos embora o nosso guia, o “Tio Lúcio” experimentou um pouco da culinária do estádio local (e aprovou!).

O Estádio fica perto da Usina Iracema, que ainda funciona a todo vapor, mas que já não apoia o futebol como outrora!

Missão cumprida, é hora de pegar a estrada de volta com direito a uma parada em um ponto especial, em Limeira, a “Casa de suco Pessatte”, onde por R$ 3 se bebe quanto suco natural de laranja quiser… Mais informações: http://www.pessatte.com.br/

Graças ao Lúcio, nosso guia, decidimos passar por alguns lugares tão próximos quanto pouco divulgados, a começar pelo Rio Piracicaba, ainda na cidade de Americana:

A barreira da represa de Salto Grande forma uma bela cena, há menos de 100km da capital…

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antes que ele vira apenas história…

Em busca do estádio perdido em Jaú

Sexta feira, a chuva não passa em pleno feriado prolongado. Desafiamos o mal tempo e pegamos a estrada rumo a Jaú, a capital dos calçados, e por que não, um dos berços tradicionais do futebol de São Paulo. Nosso destino: Estádio Zezinho Magalhães, a casa do XV de Jaú!

Chegamos no estádio ainda pela manhã, mas a combinação chuva+feriado prolongado nos deixou em dúvida se encontraríamos alguém ali. De qualquer forma, podemos começar dando uma rápida olhada nas bilheterias!

O jeito foi aproveitar o lado externo do Estádio para registrar nossa presença.

O Estádio Zezinho Magalhães foi construído em 1951, para substituir o antigo Estádio Artur Simões, uma vez que o XV iria disputar a primeira divisão do Paulista.

O nome é uma homenagem a José Maria Magalhães de Almeida Prado, presidente do clube e prefeito de Jaú, na década de 50.

Quando já nos preparávamos para ir embora, o atual zelador do estádio, o “Seo Antonio“, apareceu e nos liberou a entrada para fazer umas fotos dentro do “Jauzão”.

A capacidade atual do estádio é de 20.000 pessoas.


Em 1978, na inauguração do sistema de iluminação, que o XV de Jaú bateu o Cerro Porteño do Paraguai, por 3×0.

A cidade de Jaú ainda mantém uma forte tradição do futebol. As pessoas se orgulham do estádio e do time e prestigiam as cores, camisa, bonés e outros adereços em lembrança ao time da cidade.

Dando mais uma olhada pelo estádio, dá pra ver o cuidado que tem com o campo, a começar pelo banco de reservas.

O Galo da Comarca está estampado por todos os lugares e muros!

O Estádio tem ainda em seu entorno uma série de aparelhos, incluindo até um outro campo de futebol para o treinamento de suas equipes.

Só faltou um solzinho pro rolê ficar perfeito!

O gramado está muito bem cuidado, e olha que tem jogado ali as categorias de base quase que semanalmente.

Uma última olhada no campo, para darmos um role pela cidade!

Uma sacada interessante do pessoal de Jaú, foi ter a lojinha do time junto do estádio e ao lado dela, uma mostra dos troféus conquistados, a vista de qualquer um que passe pela frente do Zézinho Magalhães.

Como sempre digo, pra nós é sempre uma honra de poder estar em campos como este, que carregam décadas de histórias do futebol do interior…

Mas pra quem gosta de futebol, Jaú tem outros pontos interessantes e bastante conhecidos, além do Estádio. Assim, fomos conhecer alguns deles, a começar pelo restaurante do Zezinho Galazini, ex dirigente do XV de Jaú que tem um monte de histórias pra contar.

Mas… só indo lá pra se ouvir, até porque são histórias polêmicas hehehe.  O restaurante fica no centro de Jaú, na Rua Amaral Gurgel, 321.

Outro ponto clássico para os boleiros da cidade e da região é o Célio Sport Bar, onde se reunem torcedores do XV pra falar do time e pra tomar uma gelada!

O bar é todo decorado com apetrechos e fotos do time, e já foi tema de diversas matérias sobre futebol, entre elas uma da ESPN para o programa Loucos Por Futebol. O bar fica ali na Rua Quintino Bocaiúva, ne região central da cidade.

Mas a principal atração do bar é mesmo o Célio, que é torcedor fanático do XV de Jaú e que montou todo esse cenário!

Hora de ir embora, deixando como destaque final a lembrança do jogador Kazu, que defendeu o time e até hoje colabora apoiando o XV.

E você? O que tem feito para que o time da sua cidade não morra?

Apoie o time da sua cidade!!!

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A volta da séria A2 (2012)

Nessa quarta feira, a série A2 voltou à ativa.
Sem dúvida os estádios do interior de São Paulo terão dias de emoção, diversão e agito!

Nós fizemos nossa parte como torcedores e fomos até o Estádio Municipal Doutor Augusto Schmidt, em Rio Claro para assistir à estreia do Santo André frente ao Rio Claro.

Aproveitamos a faixa pra fazer um “merchan” da nossa banda, o “Visitantes“.

Os estádios seguem como sempre… Torcidas Organizadas, faixas, pouco público… E tudo o que for necessário pra sua proteção…

A torcida local compareceu, aqui o pessoal da Sangue Azul.

Fomos bem recebidos pelo público local e mesmo próximas as duas torcidas não se provocaram, mantendo um clima familiar na estreia.

Em campo, um jogo difícil de jogar e de assistir.
Partida disputada e truncada, atrapalhada pela falta de ritmo dos dois times.

O Estádio Municipal Dr. Augusto Schimidt Filho possui ainda um lado coberto, que contou com a presença de alguns torcedores.

Aí estão os dois lados da cor azul…

Embora fosse a estreia da série A2, pra nós já era a terceira viagem do ano, após acompanhar o time na copinha, na cidade de Leme.

Fica aí nosso alo para os torcedores das duas equipes que acabaram empatando por 1×1.
E preparem-se para 2012, porque o ao promete jogos e estádios fantásticos!

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E.C. São Bernardo 2×1 Tupã

Sábado, 13 de agosto de 2011.
Dia de conhecer uma nova amiga, a Bianca, recém chegada ao mundo, filha dos amigos corinthianos, Tuca e Andra!

E amigo de verdade é assim. Ri junto. Chora junto.

E aproveitando que estávamos na terra dos batateiros, fomos até o Estádio do Baetão, para assistir ao jogo do Esporte Clube São Bernardo contra a equipe do Tupã, do interior paulista.

O jogo era legal por vários motivos, mas principalmente porque mais uma vez ia conhece um time ao vivo, no caso, o Tupã.

E se os nossos amigos corinthianos, do começo do post, tivessem ido ao jogo, também teriam se divertido. É que o Tupanzinho, o talismã da Fiel, natural da cidade de Tupã e envolvido na direção do time visitante, estava por lá!

A torcida do E.C. São Bernardo estava animada, mesmo com um início de segunda fase negativo, com duas derrotas, o que fazia o jogo contra o Tupã ser de extrema importância.

O time é carinhosamente chamado de “o Vovô do ABC“, pela sua tradição.
O time foi fundado em 1928!

Em campo, um típico jogo da segundona paulista.
Muita correria e muita vontade deixam o lado técnico do jogo em segundo plano.

O público não era dos melhores, e pra  atrapalhar, o outro São Bernardo (o F.C.) jogava no outro estádio da cidade, pela Copa Paulista.

Mas a torcida local mostrou como se faz uma festa, com faixas, bateria, trapos e fogos de artifício!

E dá lhe fogos de artifício!

E enquanto a festa rolava solta na arquibancada, o time do ABC se mandava ao ataque…

Ah, e estavam lá alguns torcedores do Tupã, também!

O Tupanzinho ficou ali mesmo nas arquibancadas, junto do pessoal de Tupã.

Enfim, uma noite perfeita para o futebol!

E mais uma vez, registramos nossa presença, transformando mais um jogo em memória e consequentemente, história!

O gramado sintético do Baetão dá um visual legal, mas tem horas que eu acho que ele atrapalha umas jogadas.

A torcida local, demorou, mas comemorou.
O time do E.C. São Bernardo fez 1×0.

Aliás, parabéns ao pessoal que tenta fazer ressurgir o amor pelo time de tantas histórias!

O São Bernardo ainda ampliou o placar no final do jogo, aos 38 minutos.

E mesmo o gol do Tupã não desanimou a rapaziada!

O E.C. São Bernardo venceu assim seu primeiro jogo, nessa segunda fase.

O time que foi a campo e fez a alegria da galera foi: Jefferson; Ranses, Alex, Danilo Bahia e William; Emerson, Carlos Henrique, Roben e Mancuso; Chuck e Deivid. Técnico: Julio César Passarelli.

Estamos pra postar a história do E.C. São Bernardo e sua camisa. Aguarde!

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Velo Clube x Taubaté – Valendo vaga para a A2!

8 de maio de 2011. Domingo de dia das mães.
Estamos em Cosmópolis para o almoço em família na casa da Mari, mas antes disso, topamos um rolezinho rápido até Rio Claro para mais uma partida decisiva para a série A3 2011.

O jogo entre o Galo Vermelho e o Burro da Central foi no Estádio Benito Agnello Castelano, o “Benitão”. 

Chegamos em cima da hora e fomos surpreendidos pela fila para se entrar no Estádio. Acabamos perdendo os eletrizantes minutos iniciais.

Mas chegamos!

O lado de dentro do estádio explicava a fila lá fora. A torcida fez uma bonita festa, mostrando que o almoço do dia das mães em Rio Claro seria um pouco mais tarde…

De penalty, o ídolo do Taubaté, Gilsinho, abriu o placar, para a festa dos visitantes que mostraram o quanto o Taubaté acreditava nesse acesso pelo bom número de torcedores que enfrentaram a estrada para acompanhar o time!

Mas os donos da casa souberam se equilibrar e chegaram ao empate com Erick ainda aos 17 minutos.

Com 1×1 no placar, o time do Velo Clube era só ataque e sua torcida fazia o possível para empurrar o time para cima do Taubaté, mas as chances criadas acabavam parando no goleiro Gisiel (irmão do Gilsinho que fez o gol de abertura)!

Se há torcidas rivais e possibilidade de problemas… Lá estão eles, sempre vigilantes!

Alguns jogadores do Velo Clube decidiram colorir ainda mais o jogo e entraram com cabeleiras rubro verde!

Será que a cabeleira pintada serviu de referência na hora de cruzar a bola na área?

E nós estávamos ali, no meio de tudo, vivendo mais um dia importante na história do futebol paulista!

Alheios à importância histórica e completamente ligados na necessidade da vitória, só faltou aos torcedores do Velo entrar em campo.

Eram cantos, trapos, faixas, bexigas… Tudo em verde e vermelho.

Do outro lado, o pessoal do Taubaté também gritava e apoiava seu time, tentando diminuir a força do aspecto “casa” para o Velo.

Mas, mesmo com tanta pressão das arquibancadas, o primeiro tempo ia terminando com o resultados construído nos primeiros minutos: 1×1. E não foi por falta de confusão na área…

Com esse resultado, o Taubaté conquistava o acesso para a série A2.

Aproveitei o  finzinho do primeiro tempo para ouvir de um torcedor do Velo, o que representava pra ele torcer pro time da cidade:

O segundo tempo começou com os torcedores locais apreensivos. Ainda confiantes, mas era impossível não olhar no relógio a cada 2 minutos.

Mas o sofrimento não durou muito. Após um escanteio para o time, a torcida pediu e o árbitro marcou. Penalty para o Velo Clube.

Reginaldo foi pra bola e fez a alegria da torcida, que até esqueceu que era dia das mães!

Velo Clube 2×1 Taubaté. O acesso agora era do time de Rio Claro, e por isso, festa nas bancadas…

Esse aí, talvez nem lembre direito, mas já tem história pra contar daqui alguns anos…

A torcida local fez mesmo uma grande festa para o Velo Clube

Em campo, o Velo ainda chegou outras 2 vezes às redes, confira na matéria da TV Claret:

Despedimo-nos de um dia inesquecível para a torcida do Velo Clube e nos preparamos para pegar a estrada.

Fizemos as últimas fotos…

De todos os ângulos possíveis para registrar esse momento. 

E também registrar a presença nesta data histórica…

A mesma coisa pra Mari…

Uma última olhada na bonita festa…

E voltamos para Cosmópolis…

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Rolê boleiro pelo RS – Parte 6 – A metade verde de Caxias do Sul: o estádio do Juventude

Ainda na bela Caxias do Sul, após ter escrito sobre o Estádio do Caxias, é hora de conhecer o Estádio Alfredo Jaconi, do Juventude.

Infelizmente, o administrador do local não nos deixou adentrar para fotografar mais este belo templo do futebol.

Segundo ele, devido à má campanha do time em 2010, qualquer visita ao estádio deixa os dirigentes de cabelo em pé, com medo de ser algum torcedor revoltado como os que pixaram os muros do estádio, dias antes.

Sendo assim, restou fotografar o entorno da cancha do Juventude, o Alfredo Jaconi.

Falando um pouco do estádio, atualmente suas arquibancadas tem capacidade para mais de 23 mil torcedores, mas já deam lugar a mais de 30 mil hinchas.

Desde sua inauguração em 1975, ele ocupa o mesmo lugar do antigo Estádio “Quinta dos Pinheiros”.

O nome é uma homenagem a Alfredo Jaconi, que foi jogador, treinador e dirigente do clube.

Claro que nos divertimos tirando fotos do lado de fora, mas… Vai ficar faltando uma visita pelas entranhas do estádio…

Assim, nos restou curtir nosso lador rueiro e ver o estádio de diferentes locais.

Atualmente, a capacidade do Estádio Alfredo Jaconi é de 23 726 espectadores.

O Juventude costumava se fazer muito forte jogando em casa e por muito tempo, conseguiu se firmar como a terceira força do futebol gaúcho.

O Estádio é muito bonito. Olha lá o placar que já indicou tantas vitórias do time verde!

E aqui, o beco do Portão 5, por onde entram os visitantes. Não deve ser fácil!

Essa é pro meu amigo Anderson, de Curitiba, que se amarra em ônibus de times!

Uma última olhada, despedindo desse maravilhoso local, quem sabe um dia, voltamos para acompanhar uma partida.

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Santo André 1×0 Naviraiense (Copa do Brasil 2011)

23 de fevereiro de 2011.
Dia de mais uma experiência marcante com o futebol.
Fomos assistir ao jogo de volta do Santo André contra a equipe Sul-Matogrossensse do Naviraiense, pela Copa do Brasil 2011.

Mais uma oportunidade para rever os companheiros de bancada do Ramalhão, mas principalmente para conhecer um time e sua fanática torcida, que viajou mais de 16 horas de ônibus para ver a partida.

O jogo em si até que foi divertido. O Santo André soube se impor e fez 1×0 de penalty, ainda no primeiro tempo.

Dali pra frente foi um jogo “amarrado”, só se soltando mais com a expulsão do lateral Valmir, do Ramalhão.

Eu observei tudo com meus “olhos sangrentos” que ganhei graças a um surto de conjuntivite que atinge o ABC:

Além dos visitante e do próprio jogo, também fiquei ligado na reestréia de Sandro Gaúcho, como técnico do Ramalhão.

Voltando a falar do jogo, destaque para a estreia do Argentino “Mário Jara”, que entrou no meio campo, no segundo tempo.

E voltando para as arquibancadas, lá estavam os “quase normais” de sempre…

Grande namorada e companheira de bancadas também presente…

As torcidas deram um belo exemplo mostrando que futebol é cultura e que chances como essa devem ser aproveitadas não para brigar, mas para se conhecer mais gente apaixonada por futebol…

Em campo, os times não estavam assim, tão de boa…

O resultado de 1×0 eliminou a equipe do Naviraiense, mas nem por isso frustrou seus torcedores que acreditavam no time. Isso é futebol!

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Rolê boleiro pelo RS – Parte 7 – A metade grená de Caxias do Sul: o Estádio do Caxias

Desta vez, falamos do Estádio Francisco Stédile ou Estádio Centenário, que fica em Caxias do Sul, onde o Caxias manda seus jogos.

Este é mais um estádio cheio de boas histórias!

Que tal uma olhada no estádio:

Estive por lá no ano passado, comemorando meu aniversário em terras gaúchas e aproveitamos para conhecer um pouco da cultura boleira local.

Tenho grande simpatia pelo time e torcida do Caxias e foi um grande prazer poder entrar no estádio para bater umas fotos.

O estádio fica no bairro Marechal Floriano, mesmo bairro onde ficava o Estádio da Baixada Rubra.

Ele foi construído para que o Caxias pudesse participar do Campeonato Brasileiro de 1976 e assim o fez, tendo sua inauguração numavitóriapor 2×1 contra o vizinho Internacional.

Sua capacidade é de pouco mais de 30 mil torcedores, mas o recorde de público é de 25 mil pessoas no jogo contra o Guaratingueta, em 2009 pela série C. O gramado é um dos melhores do Rio Grande do Sul, como pode se ver abaixo:

Destaque para a sede da Falange Grená, que fica ali embaixo da arquibancada!

Fica assim, mais um registro da nossa presença em um estádio brasileiro:

Do lado de fora os vários grafites ilustram e dão cor aos muros, minimizando a tristeza daqueles que assim como nós, vão embora…

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