Santo André 0x1 Ferroviária, 6ª rodada da série A2 2026

28 de janeiro de 2026.
Mais uma noite que prometia história no Bruno José Daniel.

O clima de jogo às 4ªs feiras à noite é bem mais legal!!!

O time parece concentrado em busca dos 3 pontos.

A arquibancada estava linda, vibrante, cheia de cor e de energia..

Mesmo com uma campanha entre altos e baixos, a relação dos jogadores com a torcida está melhor do que nos anos anteriores. E lá vem o time saudar a torcida:

A Fúria Andreense cantou do primeiro ao último minuto, com bandeiras, gritos e aquela fé que só quem vive o Ramalhão entende.
Até fogos de artifício rolou!

O estádio parecia pulsar junto com cada passe, cada lançamento, cada jogada pelo alto.

E aí sempre fica aquela ideia de… se essa bola não tivesse batido na barreira…

Ver aquela festa nas arquibancadas era um orgulho imenso.

Olhando pros lados, encontrava amigos, desconhecidos, famílias inteiras fazendo barulho parecia que nada poderia abalar aquele espírito.

O projeto “Brunão raiz” levou ao estádio várias bandeiras. Olha aí a do Esquerdinha!

Mesmo quando o jogo não fluía como a gente queria, a torcida continuava firme, empurrando o time com alma

O primeiro tempo terminou em 0x0.

E um empate jogando de igual pra igual com o líder do campeonato não parece mal.

Mas o futebol, às vezes, é cruel.
A Ferroviária que não havia criado nenhuma chance clara de gol no primeiro tempo, arriscou um chute de longe e um desvio. matou o nosso goleiro.
AFE 1×0.
Mas a bancada não parou…

E essa bola na trave?? Não merecia o empate?

No final, o placar acabou adverso… O Santo André não conseguiu furar a defesa da Ferroviária e o relógio correu contra nós.

A derrota foi amarga, claro, mas a festa da torcida ficou gravada na memória como prova de que a paixão pelo Ramalhão jamais desaparece, mesmo nos momentos difíceis.

Mesmo depois do apito final, ninguém saiu correndo. Teve canto, teve aplauso e teve aquele reconhecimento silencioso entre quem ficou até o fim. Porque, ali, a gente não estava só pelo resultado.

Os jogadores vieram agradecer. Alguns com a cabeça baixa, outros batendo no peito. A arquibancada respondeu do jeito que sabe: cantando. Claro… teve cobrança, teve vaia. Mas também teve apoio. E a torcida em sua maioria ainda acredita!

E é isso que fica.
A certeza de que, independentemente do placar, o Bruno José Daniel segue sendo casa.
Lugar de encontro, de resistência e de amor ao Ramalhão.

Porque quando a gente está junto, a história continua sendo escrita.

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De volta ao Estádio Robertão, em Serra-ES em 2026

Estivemos várias vezes passeando pelo Espírito Santo.
Em 2020, graças ao amigo Thiago, pude ir até a cidade de Serra pra conhecer o Estádio Robertão, a casa do Serra FC (veja aqui como foi)

Porém, no final de 2025, tivemos a oportunidade de voltar ao estado e dar um rolê, passando por cidades como Vitória (onde inclusive assistimos à Super Copa Capixaba: Vitória 5×1 Rio Branco), Serra, Aracruz, São Mateus, Linhares, Conceição da Barra, João Neiva, Ibiraçu, e além de praias e lagoas, fui conhecer os Estádios locais.

Assim, começo contando como foi a nova visita ao Estádio Roberto Siqueira Costa (Robertão).

Se você nunca esteve no Estádio, conheça um pouco do entorno do Robertão.

Dessa vez, consegui adentrar ao Estádio e agradeço ao pessoal da gestão do time que não só liberou a minha entrada como me falou bastante sobre o dia a dia atual do clube.

Finalmente, aí está a parte interna do Robertão!

O Robertão não é um estádio moderno.
Caminhar por ali é sentir o futebol sem filtro.
O som do bairro, a montanha ao fundo, o campo logo ali, sem distância entre quem joga e quem assiste.
Não tem fachada imponente nem arquitetura moderna, mas tem identidade. Daquelas que não se copia.
Talvez nem seja muito “receptivo” para torcedores visitantes..

Dê uma olhada em como é estar pelo Estádio:

É um estádio raiz, cru e até hostil.
Cada detalhe do estádio parece contar uma história.
O concreto gasto, o placar manual, o distintivo na parede.
Tudo ali remete a um tempo em que o futebol era mais próximo, mais humano, e em que o clube fazia parte da rotina da cidade, não só do fim de semana.

Visitas assim lembram por que registrar estádios importa.
Porque mais do que jogos, eles guardam memória, pertencimento e resistência.

O Robertão segue ali, firme, esperando o próximo apito inicial e gente disposta a ocupar arquibancada, cantar e manter essa história viva.
Em resumo: adorei a visita!

Este é o meio campo, visto de quem está na arquibancada, lá ao fundo a montanha:

Acredito que aquela arquibancada do outro lado seja o espaço destinado aos torcedores visitantes.

Aqui, o gol da direita, e você pode perceber que o estádio fica literalmente no meio do bairro, ainda bastante horizontal.

E aqui o da esquerda:

Deve ser muito legal ver um jogo aqui.
E deve ser difícil bandeirar um jogo kkkk.

Além de tudo, ainda deu pra ver o elenco ali presente se preparando para o Campeonato Capixaba.

Bacana essa cor alternativa da camisa, né?

O distintivo do time na parede guarda a área dedicada aos materiais do time.

Ali estão pôsteres e troféus do time.

Pra terminar, ainda pude ver os materiais a venda como as camisas…

E o boné do time…

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5ª rodada da série A2 2026: superação em Limeira, Inter 0x1 Santo André

24 de janeiro de 2026.
A tarde de sábado é convidativa à estrada.
O destino, Limeira, onde acontece a 5ª rodada da série A2.
Como estava em Cosmópolis, minha viagem até Limeira foi solitária e já dizia muito sobre o dia: camisa do Santo André no corpo e o pensamento repetindo: jogo fora nunca é fácil, mas hoje temos que ganhar…

Aí está o portal que dá acesso a este mundo mágico do futebol…
No caso, o portão 6 por onde entram os visitantes.

Pra quem não conhece, seja bem vindo ao Estádio Major José Levy Sobrinho, o “Limeirão“.

Em campo, mais uma vez o Santo André luta por reação, após derrota em Votuporanga na rodada anterior.
A fase do time local também não é das melhores.

A torcida da Inter se mostrou desconfiada, comparecendo em baixo número e questionando a permanência da atual comissão técnica.

O cerimonial começa, e pelo tempo que falta pro jogo começar, o público está mesmo pequeno…

Times perfilados…

Hora do último papo antes da disputa começar…

Quando a bola rolou, ficou claro que seria jogo de atenção máxima.
E lá vem o Ramalhão para o ataque!!

Do nosso lado, nossa torcida, ainda que em poucas pessoas, mais uma vez se fez presente, sempre prontos para apoiar.

A Inter tentou impor o ritmo de jogo, mas acabava pecando na última bola.
Chegaram a ter uma bola cara a cara com o goleiro, mas o chute saiu pra fora.
Alívio imediato para a bancada ramalhina.

O Santo André, mais cauteloso, parecia saber exatamente o tamanho do desafio e nas poucas vezes que chegou no começo do jogo, também causou incomodo!
Reclamação, mão na cabeça, aquele “não podia perder essa chance…”.
Mas o time seguia inteiro no jogo, competindo, sem se desesperar.

O relógio caminhava para o fim do primeiro tempo quando após uma boa troca de passes, Daniel Davi apareceu.
Mais um cria da base, com a confiança de quem conhece o escudo desde cedo.
Tabela rápida, saída limpa e chute colocado.

Silêncio geral no estádio, menos no nosso canto.

Estes momentos são de verdade, incríveis!!!

Depois do gol, o intervalo foi de expectativa alta.

Quase dá pra relaxar no intervalo…

Agora a missão é segurar o resultado fora de casa, e isso pesa.
Se por um lado a vitória parecia próxima, os 45 minutos (mais acréscimos) finais não cabem no relógio…

Para o tempo passar mais rápido, cantemos!

No segundo tempo, a Inter tentou uma reação.
Bola na área, chute cruzado, desvio. Faltas perigosas na entrada da área…
Cada lance parecia eterno.
Mas o time parecia mais maduro, chegando a criar novas oportunidades!

O coração da nossa torcida batia no ritmo da defesa.
O juiz ajudou e expulsou um jogador da Inter, abrindo ainda mais o jogo, com espaço pra contra-ataque e chances pra matar o jogo.
Quando a bola não entrou, veio aquela sensação conhecida: vai ter que sofrer até o fim, por este nosso vício eterno…

E sofreu. Minutos finais longos, bola levantada, defesa firme, goleiro atento.
Aliás, acho que foi a melhor partida de Gabriel Gasparotto para desespero da torcida local.

A torcida do Santo André já não cantava, gritava.
Empurrava no desespero, como se cada grito ajudasse a defesa a proteger nossa meta.

Quando o apito final veio, não teve exagero.
Teve sorriso cansado, palma forte e orgulho.

Mais uma vitória fora, mais uma cria da base decidindo, mais uma estrada que valeu a pena.

Porque acompanhar o Ramalhão é isso.
Às vezes é longe, às vezes é difícil, mas quando dá certo… fica na memória.

Não tem como explicar certas coisas ou certos momentos…

O time entendeu o que isso significa pra gente. Um por um, os jogadores vieram até onde estávamos, chamando, apontando, reconhecendo quem atravessou quilômetros para estar ali. Naquele momento, ficou claro que esse time está criando identificação.

E aí veio o gesto que arrepia. O pedido para cantar o hino juntos. Vozes diferentes, mas carregadas de verdade. Jogadores e torcida lado a lado, olhando para o mesmo escudo, cantando como se fosse no Brunão.

Vitória que vale mais do que três pontos, porque reforça memória, cria vínculo e lembra todo mundo por que seguir esse time faz tanto sentido.

Fim de tarde com muita dor de cabeça para a torcida da Inter…
Algumas horas mais tarde veio a notícia da queda da comissão técnica.
Boa sorte aos amigos de Limeira!

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4ª rodada da série A2 2026: derrota em Votuporanga

21 de janeiro de 2026.
Jogo no início de noite de uma 4ª feira, e infelizmente a distância não combina com o trabalho, impedindo a ida de boa parte da torcida do Santo André para a partida contra o CA Votuporanguense.

Pra quem não poder ir, não foi dia de estrada, de arquibancada ou de ingresso na mão. Foi dia de mesa de bar, TV ligada e celular acompanhando cada lance como se estivesse ali.
Decidimos resgatar uma antiga tradição da cidade e reunimos alguns torcedores no tradicionalíssimo “Buteko do Mazinho“.

O Buteko do Mazinho fica na rua das Hortências, 132 e faz parte da antiga geração de bares de Santo André.

Sem aquela visão 360º, restava comentar cada ataque e transformar cada erro naquela resenha típica de quem sofre junto há anos.

Entre uma cerveja e outra, o tempo parecia passar mais devagar.
A transmissão caía, o sinal oscilava, e a tensão só aumentava.
Torcer fora do estádio tem disso: a gente perde o cheiro da arquibancada, mas ganha a ansiedade compartilhada, o grito preso na garganta esperando a confirmação do lance, o olhar fixo na tela como se isso pudesse ajudar a bola a entrar.

Mas, claro que contamos com nossa torcida presente lá no Estádio entre eles o Arthur (@Umtorcedorqualquer) que fez esse vídeo:

E se não deu pra torcer lá no estádio, a gente fez da rua nossa bancada!

Infelizmente, o CA Votuporanguense, dirigido por Paulo Roberto, fez 1×0 no segundo tempo, placar final…

Torcer também é isso: estar longe, mas nunca ausente. Seja no Brunão, na estrada ou no buteko do Mazinho, o Ramalhão sempre arruma um jeito de juntar a gente.
E hoje, restou compartilhar a dor entre os presentes e torcer, como sempre, por uma nova recuperação, na próxima partida, em Limeira, contra a Inter.

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3ª rodada da série A2: a recuperação do EC Santo André

18 de janeiro de 2026.
Manhã de Domingo, jogo as 10hs, em pleno verão, mesmo sem o sol estalando nas nossas cabeças, a manhã apresentava aquele mormaço tradicional.
Mas nada disso interessa, o foco é a vitória no difícil jogo do Santo André contra o XV de Piracicaba.

Em campo, o Ramalhão procura sua reabilitação e por isso, sempre bom ver que o Santo André pode sempre contar com sua torcida.

E lá vamos nós para a 3ª rodada, em busca da nossa primeira vitória…

Não dá pra negar que a goleada sofrida em casa contra o Monte Azul, fez diminuir o número do chamado “torcedor comum”, aquele que frequenta as arquibancadas do Brunão com menor frequência.

Assim, não foi dia de ter grande presença da torcida, mas quem foi…
Foi pra torcer!

Ainda que todo mundo estivesse esperando uma resposta depois da última partida, a postura da torcida foi de apoio e não de cobrança. O desejo era simples: competir, reagir, mostrar que o Ramalhão ainda estava vivo na A2.

A torcida do XV também chegava com a mesma expectativa, visto que o time de Piracicaba também não começou empolgando…

Essa série A2 não tem jogo fácil… Parece que toda partida é uma decisão e exige atenção total!

O jogo começou travado, calor castigando, bola presa no meio.
O Santo André tentava, mas errava o último passe, ou parava no goleiro.

Só quem não parava era a Fúria Andreense, conhecida por cantar os 90 minutos!

No fim das contas até que estava um clima de jogo com a arquibancada com bastante gente…

O Santo André se mostrava mais precavido, apenas atacando na certeza, mas transmitindo mais segurança na defesa.

As bolas paradas buscando o cabeceio eram a principal investida dos donos da casa.

O primeiro tempo acabou virando no 0x0, deixando uma pulga atrás da orelha no torcedor local…
Será que é hoje que teremos nossa primeira vitória? Ou mais uma vez o “fator casa” não vai fazer sentido?

Antes do reinício do jogo, mais um papo do time ali no meio campo.
Tem que dar certo!

O segundo tempo começou com o Santo André se arriscando mais e consequentemente, abrindo chances para os contra-ataques do XV de Piracicaba, que chegou a assustar perdendo uma chance clara, assustando o lado azul do estádio…

Já ressabiados pela última partida, houve quem temesse o pior, mas o futebol, de vez em quando, resolve mudar a história e aos 35, a bola sobrou para quem mais precisava. Miguel Ribeiro. Cria da base.
O mesmo menino que dias antes tinha saído da Copinha com o peso de um pênalti perdido. Chutou, a bola explodiu na zaga e voltou, e na segunda chance ele bateu sem medo.
Gol. Explosão. Alívio. Grito preso há dias.

Não foi só um gol.
Foi resposta, foi respiro, foi justiça.
Três pontos que valem mais do que a tabela mostra.
Vitória que tira o time do sufoco e lembra todo mundo por que a gente segue vindo.

Porque o Ramalhão é isso.

Jogo difícil, torcida fiel e, às vezes, o futebol resolve recompensar quem não desiste…

Com o 1×0, o time se animou e veio pra cima em busca do segundo gol…

O jogo foi se aproximando do final e, claro, nunca é tranquilo, mas até que o time conseguiu segurar bem sua primeira vitória para a alegria da torcida Ramalhina!

Fim de jogo! O Santo André consegue fazer valer o mando de jogo e derrota um difícil e tradicional adversário!

O time mantém a proximidade com a torcida e celebram juntos essa vitória!

Até foto com a torcida deu pra fazer…

O pessoal da TV Ramalhão fez um vídeo bacana dos bastidores da partida, se liga:

Abraço para os amigos que seguem acreditando nesse time!

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EC Santo André 3×0 Ferroviário AC: Ramalhinho avança à segunda fase da Copinha 2026

Sábado, 10 de janeiro de 2026.
Manhã de forte calor na Ibrachina Arena. E fortes emoções…
Depois de 2 empates, o Santo André entra focado na classificação…

Enquanto o time do Ferroviário se concentra, os meninos do Ramalhinho posam pra foto:

Depois é hora de inverter os papeis: concentra-se o Santo André…

E sai na foto o Ferroviário!

Tudo pronto…

Ainda que a capacidade da Ibrachina Arena seja pequena, é bacana ver que a torcida do Santo André esgotou os lugares destinados a ela!

E começa a partida!

Torcida e time jogam juntos!

O resultado é que logo aos 9 minutos do primeiro tempo, o Santo André fez 1×0 com Emerson, após um lindo corta-luz do camisa 11 Emmanuel!

E se é gol do Santo André…. Uh Ramalhão!!!

Sente o clima da Ibrachina Arena:

Mas o primeiro tempo se transforma em uma verdadeira batalha. Várias faltas e o gramado artificial quente ao extremo cobram seu preço nos meninos..

O Santo André ainda tenta ampliar o placar, mas a equipe do Ferroviário está bem postada!

Termina o primeiro tempo e é hora da foto do nosso pessoal, sempre presente!

O calor deu uma baqueada na galera….

Poucos toparam deixar o lugar na sombra!

O segundo tempo começou difícil e só foi se resolver com o 2º gol aos 32 com Murilo Leite.

Aos 49 do segundo tempo, Emmanuel ainda marcou o terceiro gol para a festa azul e branca!

É fim de jogo!!!

Festa entre o time e a torcida!

Enquanto todos comemoram, uma cena de agradecimento arrepiante!

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Vitória FC 5×1 Rio Branco SAF – Supercopa Capixaba 2026

Estivemos no Espírito Santo na passagem de 2025 para 2026 e além de conhecer um pouco das maravilhas do litoral capixaba também fomos registrar estádios e… de presente extra, acompanhamos nosso 1º jogo do ano.

E não poderia ser melhor: a Supercopa Capixaba, valendo taça, no Estádio Salvador Venâncio da Costa.

Ainda fora do Estádio, o clima era de festa pela torcida do Vitória!

Além da partida em si, o torcedor do Vitória aproveitou pra renovar o armário e adquirir a nova camisa do time.

A Torcida Sangue Azul fez a sua parte e não parou de cantar um minuto mesmo muito antes da bola rolar…

E como o jogo não foi oficializado pela Federação Capixaba (um grande lapso da Federação, na minha opinião), a pirotecnia pode rolar solta!

Muitas faixas e bandeiras também deram ao Estádio cara de decisão!

E olha o time do Vitória entrando em campo!

Noite inesquecível para as crianças que entraram em campo com os atletas!

E com certeza, as crianças que estiveram apoiando na arquibancada mesmo…

Cerimonial de abertura em dia e em alta emoção…

Os bares faturaram alto também… Afinal era uma noite quente, na capital capixaba.

E lá do outro lado, inaugurando as novas arquibancadas do Estádio, a torcida do Rio Branco também não deixou barato! É lotação máxima!

O clima de jogo foi aumentando conforme o seu início se aproximava e foi incrível como teve gente chegando até os 20 minutos de jogo.

E se liga no clima que estava o pessoal da Sangue Azul!

E começa a decisão!!!

O Vitória veio com tudo pra cima!

Mas o time do Rio Branco logo equilibrou o jogo e passou a criar boas chances que acabaram em más finalizações ou em defesas do goleiro Paulo Henrique. Mas a torcida local não desanimou e foi apoio total!!!

Mas, aos 19 minutos, o Capa-Preta viu o seu bom início de jogo ir por água abaixo, quando Tony Ribeiro fez Vitória 1×0!

O gol deu ânimo ao time do Vitória que começou a pressionar para ampliar o placar…

O Rio Branco reagiu e voltou a criar chances, animando sua torcida.

Aos 32″ do primeiro tempo, empatou em um golaço de Breno Melo, com um lindo chute de fora da área no ângulo, sem chances para o goleiro.

Mas a torcida local estava mesmo inspirada e parecia empurrar o time…

E nesse embalo, aos 37, Carlos Vitor colocou o Vitória à frente, novamente.

Já nos acréscimos do primeiro tempo, Gustavo Tonoli marcou o terceiro após passe de Carlos Vitor, em lance inicialmente anulado e validado posteriormente pelo VAR.

No segundo tempo, o Vitória ainda ampliou, aos 22 minutos, com Tony, de Penalty.

Aos 32, Gustavo ainda marcou o 5º gol, transformando a vitória em goleada.

A torcida foi à loucura…

E aí rolou o tradicional “Olé”, mesmo faltando mais de 20 minutos pro fim do jogo…

O Rio Branco ainda perdeu pênalti para delírio da torcida do Vitória…

Torcida Sangue Azul começa o ano comemorando titulo!!!

Em tese, o jogo já acabou, falta só o árbitro apitar, por isso o público e aglomera ali no alambrado…

Fim de jogo e o Vitória leva a Taça da Supercopa pra casa!

Os jogadores vieram comemorar com a torcida!!!

É campeão!!!

Aqui, a foto de Henrique Montovanelli para o site da Globo, mostrando melhor o time levantando a taça!

Agradeço a boa recepção dos torcedores, em especial do amigo Leidimar!

E também do Cabeleira (da loja de camisas “Baú do Cabeleira“).

Aguarde por novos posts com registros de outros estádios capixabas.

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227- Camisa do Futebol Clube de Alverca

A 227ª camisa de futebol do nosso site vem de Portugal, presente da amiga Elisama que agora vive por lá, em Alverca do Ribatejo.

O time que defende as cores da cidade de Alverca do Ribatejo, e dono da camisa de hoje é o Futebol Clube de Alverca.

O FC Alverca foi fundado em 1º de Setembro de 1939, coincidentemente, no dia do início da Segunda Guerra Mundial.
A cidade tinha ainda outros times, como o Alverca Futebol Clube (de 1922) e o Sporting Clube de Alverca (1930).
Quer saber um pouco da história do FC Alverca, veja aí:

O time cresceu integrado à história de Alverca do Ribatejo.

Ate a década de 40, o time se limitava às competições não oficiais da região mas, a partir de 1942, integrou a Associação de Futebol de Santarém, e depois a Associação de Futebol de Lisboa disputando os campeonatos destes grupos.

O FC Alverca começa a conquistar títulos regionais e nacionais, com destaque para o acesso à segunda divisão em 1988. Foto do site Glórias do Passado.

Na temporada 1997/98, o FC Alverca fez uma sensacional campanha conquistando o acesso à primeira divisão!

Assim, na temporada seguinte (1998/99) debutam na primeira divisão!

Lá permaneceu até 2002, mas retornando em 2003/04 para mais uma temporada na elite do futebol português.

Depois de altos e baixos, a partir da temporada 2021/22, passou a integrar a Liga 3 e assim reiniciando sua caminhada rumo à primeira divisão.
Na temporada 2024/25 retorna à Segunda Liga e na temporada seguinte, volta à Primeira Liga após 21 anos.
Em 2025, Vinícius Júnior adquiriu 80% da SAD do clube.

Manda seus jogos no Complexo Desportivo FC Alverca com capacidade para 6.900 torcedores.

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Estádio Zé Turquim, a casa do Brodowski FC

No início de dezembro de 2025, estivemos na estrada para uma viagem até Brodowski com a missão de acompanhar a final do Amador do Estado entre o CA Bandeirante e União FC de Atibaia com os amigos Mário e Brasileiro (veja aqui como foi a conquista do 5º título do Band).

Mas, além da partida, aproveitamos para conhecer um pouco da cidade.

A Antiga Estação Ferroviária guarda um pouco da memória de quando os trens conectavam Brodowski com o mundo.

A placa explica um pouco da importância da ferrovia à época. Incrível a gente ter perdido tudo isso não é mesmo?

A Estátua que antes homenageava as despedidas e a saudade dos que se vão pelas linhas do trem, hoje, pra mim, representa a falta que a própria ferrovia faz… Ela partiu e sabe lá quando volta…

Interessante eles manterem exposto um canhão usado na segunda guerra para lutar contra os nazistas! Nunca é bom esquecer essas coisas.

A praça em frente à estação guarda muitas lembranças também.
O que dizer desse banco, com a propaganda da Casa Macchetti?
Olha o número do telefone: 66. E mais nada.

Ali está também o Coreto da cidade!
É algo simples mas que combina demais com a cultura local.

Brodowski também é muito conhecida por ser a cidade natal de Portinari e sua casa se tornou um museu que recebe muitos turistas!

Algumas construções sobreviveram ao tempo até hoje…

Falando do sagrado, essa é a igreja matriz da cidade…

Mas, falando sobre o profano… A versão local da carreta furacão também arrebata corações por lá!

Como já dissemos, o futebol na cidade é mais que um esporte, é mesmo uma cultura que faz a cabeça de quem vive por lá. Até o Portinari entrou nessa fita!

Mesmo com times novos surgindo, a rivalidade local fica mesmo por conta do clássico entre o CA Bandeirante e o Brodowski FC, e como já falamos bastante do primeiro, é hora de falar sobre o time mais antigo da cidade…

O Brodowski FC foi fundado em 15 de setembro de 1920, e tem uma história cheia de mistérios, visto que não existem muitos documentos sobre essa primeira fase do time.

O Brodowski sagrou-se também campeão-amador setorial, em 1970, 1971 e 1976 e ainda em 1981, 1982 e 1983, e vice-campeão estadual no ano de 1983.
Em 1986, é campeão amador do estado!

Fomos conhecer o seu Estádio, o “Zé Turquim”.

Pelo que entendi, conversando com os moradores, mesmo antes de ser um estádio, o campo do Brodowski sempre foi ali, desde 1920.

Infelizmente não conseguimos entrar no campo, então demos um jeitinho…
Acabamos fazendo amizade com o pessoal que mora bem ao lado do estádio (aliás, um abraço a vocês!!!) e, do quintal deles pudemos registrar o campo!

Ali dá pra ver a arquibancada coberta e o gol do lado esquerdo:

E aqui, o gol do lado direito:

Termino com a imagem da linda camisa do Mário!

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O futebol em Ribeirão Preto – Parte 2: O estádio Santa Cruz

Aproveitamos o feriado da consciência negra de 2025 para refletir sobre o quanto o racismo ainda atrapalha uma vida de qualidade para todos em nosso país.
E é fácil concluir que o racismo ainda é um grande problema social, e que por isso, não basta se dizer “não racista” é imprescindível que sejamos antirracistas em todos os ambientes.
Pra pensar um pouco mais sobre o tema, vale a pena entender o que é o racismo, e o GOG pode ajudar nessa ideia:

E já que você ouviu ele falar, ouve o que, pra mim, é um dos maiores cantores do nosso país e que devia ser ouvido nas escolas antes mesmo de lermos Machado de Assis.

Também aproveitamos o feriado para cair na estrada e fomos até Ribeirão Preto para finalmente registrar o Estádio Palma Travassos (veja aqui como foi).

No caminho para Ribeirão, aproveitei para fazer algumas paradas.
A primeira delas, em Santa Cruz das Palmeiras, só pra rever o EC Palmeirense, clube fundado em 7 de setembro de 1908 e que segue com forte vida social e um belo campo de futebol (veja aqui como foi o rolê que fizemos por lá em 2018).

Também demos uma parada em Tambaú para almoçar no Restaurante Sabor e Sede, uma ótima opção para quem estiver pela região.
Se você não conhece a cidade está perdendo 2 estádios incríveis!!!
Veja aqui como foi nosso rolê por lá em 2018!

A terceira parada foi em Cajuru, para “completarmos” a visita que iniciamos em 2018, quando fomos até o Estádio Dr Guião, mas não conseguimos registrar seu interior. Relembre aqui como foi!
E veja aqui, como foi o rolê este ano.

Finalmente em Ribeirão, além de registrar o Estádio do Comercial, também demos um rolê pela cidade, fomos conhecer o Mercadão.

Olha que lindo o prédio do Teatro Pedro II, ali no centro, pertinho, no mesmo quarteirão da famosa choperia Pinguim.

Também paramos na Sorveteria do Geraldo, um verdadeiro patrimônio de Ribeirão Preto!

Finalmente chegamos ao Estádio Santa Cruz…

O estádio foi inaugurado em 21 de janeiro de 1968, com um amistoso entre o Botafogo e a Seleção da Romênia, e o time da casa meteu logo um chocolate nos gringos: 6×2.

Animado em registrar um estádio com tantas histórias, fui correndo bater na porta para poder reencontrar a parte interna do Santa Cruz.

O Estádio é a casa do tradicional Botafogo de Ribeirão Preto!

Estive lá em 2014 acompanhando a final da Copa Paulista: Botafogo x Santo André.

Mesmo embaixo de forte chuva durante os 90 minutos, o público foi bem interessante.

E o Ramalhão ainda saiu campeão…

De lá pra cá algumas coisas mudaram…
O Botafogo virou SAF e o Estádio, uma arena com nome de empresa.
Na prática? Gente sem nenhuma conexão com o time trabalhando por lá, recebendo com muito mal humor quem, como eu, se interessa pelo Estádio.
Que diferença de como fomos tratados no estádio do rival…

Perguntei se existia alguma maneira de pelo menos ver o campo e a resposta foi “nenhuma chance”.
Me pergunto se a diretoria do Botafogo sabe quem cuida do estádio em dias “normais”.
Eu prefiro acreditar que sempre existe um jeito e fui caminhar dando a volta no estádio.

Olha que legal a loja (ou as lojas?) do time:

Enfim… Dando a volta cheguei em dois restaurantes que ficam junto do estádio e, adivinhe, têm vista pro campo.
Um deles é o Hard Rock Café, e, pô, rockeiros sempre se ajudam, mas… não hoje.
A moça foi quase tão chata quanto o funcionário do Estádio.
Sempre achei que por trás desse falso título de rock o tal Hard Rock Café fosse um nojo. A moça só comprovou.

E aí… Restava o Bar do Zeca Pagodinho…
E os caras foram muito gente boa e me deixaram entrar para registrar o campo ali da parte de dentro do bar…

Não só me deixaram entrar como ao verem que eu estava tirando foto do campo, atrás da janela de vidro, me convidaram a acessar a área das arquibancadas…
E assim, lá fomos nós…

Logo de cara já registrei o campo como tradicionalmente faço, aqui o gol da esquerda:

O gol da direita:

E o meio campo:

Claro que fiquei contente de poder registrar esse lindo estádio e acabei mais feliz do que chateado por achar que o funcionário do Botafogo que trabalha no estádio poderia no mínimo ter me dito “Tenta lá nos restaurantes”…

Mas fico me perguntando se esse cenário está mesmo correto…
Se o clube não poderia explorar melhor o estádio como ponto turístico ou mesmo para ampliar a relação com sua torcida.

Vivenciar um rolê assim, conhecendo o estádio em um dia sem jogo é uma maneira diferente de se relacionar com o espaço, com o local, com o time…

Eu n˜ão consigo deixar de pensar que se eu fosse dar ouvidos ao cara que oficialmente trabalha no clube e deveria ser o mais interessado nisso, eu teria ido embora sem ver o sol brilhando no Estádio Santa Cruz…

E olha que linda a arquibancada tricolor!
Foi muito bacana a experiência e agradeço demais o pessoal do Bar do Zeca Pagodinho, foram os mais boleiros do dia!
Estádio não é só concreto e ferro, é memória, afeto e deveria ter gente que carrega o clube no peito.

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