O futebol profissional em Barretos

Em 2016, pude acompanhar um acesso do Santo André, com sabor especial porque aconteceu em uma cidade que fica há mais de 400 km de distância e que também é apaixonada por futebol: Barretos!

Cidade de Barretos

Pra chegar lá e poder curtir um pouco da cidade, saímos bem cedo, tanto que pegamos até neblina no caminho.

Neblina

Mas chegamos com um tempo agradável, que nos permitiu passear um pouco pela cidade, já que o jogo seria a noite. A primeira coisa a aprender foi que as avenidas são identificadas por números ímpares e as ruas por números pares.

Rua 22 em Barretos

Barretos é conhecida por sua ligação com o gado, e pelos rodeios, mas como não concordamos com esse tipo de cultura, que envolve sofrimento e morte animal, olhamos a cidade por um outro ângulo, rendendo-nos à natureza, e à história local, como por exemplo a Estação Ferroviária, que foi importantíssima para a cidade e a região.

Estação Ferroviária de Barretos

Pelo que pudemos conversar com alguns torcedores locais, a cidade tem perdido um pouco do charme, com algumas ações de modernização, como a mudança de alguns equipamentos municipais, a demolição de antigos casarões dando lugar a prédios, verticalizando a cidade a cada dia. Quem luta para sobreviver em meio a esse caos moderno é o Cine Barretos.

Cine Barretos

Mas, as placa nos lembrava que o que nos levou até a cidade foi mesmo o futebol!

Estádio

Pra escrever sobre a história do futebol profissional em Barretos, contei com a ajuda do site www.futebolbarretos.com.br, do blog Zé Duarte Futebol Antigo e do amigo Manolinho Gonçalves. O primeiro time profissional a se criar em Barretos foi o Fortaleza Esporte Clube, fundado em 15 de novembro de 1936.

Fortaleza FC

O time alvi-verde, também conhecido como o “Periquito da rua 20” passou vários anos no amador, só estreando na Série A2 em 1955, no Setor Azul, terminando na última colocação.

Série A2 - 1955
Série A2 - 1955

Esse foi o time do Fortaleza que jogou a A2 de 1955:

Fortaleza FC 1955

Em 1956, terminaria em último lugar desta vez, na Série Cafeeira.

Série A2 1956 - Série Cafeeira

Em 1957, também não conseguiu uma boa campanha…

série A2 1957 - série C

Em 1958, subiu mais algumas posições, mas ainda terminando em uma posição na parte de baixo da tabela…

Série A2 - 1958 - Grupo Amarelo

Em 1959, termina a Série Geraldo Starling Soares na 6a colocação.

Série A2 1959

Jogaria ainda a série A3 em 60. Aqui algumas imagens antigas do time que o pessoal do Blog História do futebol encontrou na Revista Sport Ilustrado.

Fortaleza - Barretos
Fortaleza - Barretos

O Fortaleza EC mandou seus jogos no Estádio Fortaleza, que foi municipalizado em 1977, e em 1994 passou a ser chamado de “Antônio Gomes Martins – Tio Cabeça“, em homenagem ao ex-massagista de Barretos. É lá que o Barretos EC manda seus jogos, atualmente.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Esse é o tio Cabeça:

Tio Cabeça
Tio Cabeça - fortaleza

Peguei essa foto da entrada do Estádio no Google Maps!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

E essa a gente fez durante uma visita ao estádio antes do jogo de 2016.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Mas se o Fortaleza EC foi o time mais antigo da cidade a disputar o profissionalismo, é hora de falarmos do Barretos FC, que embora fundado 2 anos depois, disputou os campeonatos da Federação Paulista antes!

Barretos FC

O Barretos Futebol Clube foi fundado em 7 de julho de 1938 e jogou o amador por 9 anos.
Aqui, um amistoso contra o Uberaba SC, em 1945:

Barretos FC x Uberaba SC

O Barretos FC só estreou na série A2 em 1947, fazendo uma campanha bem irregular, assim como seria em 1948 também:

série A2 1947 e 1948 (série Preta)

Em 1949, o time se licenciou, voltando a partir de 1950, ainda com campanhas bastante irregulares, mas ainda assim se transformando na alegria do futebol local!

Série A2

Com esse início complicado, 0 time acabou se licenciando do profissionalismo em 1953 e só voltando à A2, em 1955.

Série A2 - 1955 - Série Azul

Em 1955, houve a estreia do Dérbi de Barretos (6/11 – Fortaleza 1×1 Barretos e em 11/12 – Barretos 3×2 Fortaleza), no profissionalismo aqui, fotos do segundo jogo:

Estádio da Rua 32 - Barretos

Vale lembrar que em 1944, já houvera o dérbi, mas pelo Campeonato do Interior de 1944, no qual o Barretos FC chegou até a semifinal, contra o Guarani que seria campeão.
Em 1947, o Barretos voltou a disputou o Campeonato Profissional do Interior terminando em décimo e jogou também o amador.
Em 1956, mais uma campanha mediana na “Série Pecuária“, mas em 1957, além de mais 2 dérbis (28/4 – Barretos 3×1 Fortaleza e 28/7 – Fortaleza 2×3 Barretos), o time terminou na terceira colocação da Série C.

série a2 1956 e 1957

Em 1958, parecia chegar a hora…
O Barretos FC sagrou-se campeão do seu grupo, o Amarelo, além disso, mais dois dérbis: 8/6 – Barretos FC 4×0 Fortaleza e 19/10 – Fortaleza 0x3 Barretos FC.

Série A2 - 1958 - Grupo Amarelo

Na segunda fase, o Barretos FC caiu no Grupo João Havelange, onde terminou na quarta colocação.
O Corinthians de Presidente Prudente além de líder do grupo, seria campeão da A2 de 1958.

A2 - 1958

Em 1959, uma tragédia para a cidade, mesmo sem terminar na parte debaixo da tabela, no Grupo Geraldo Starling Soares, tanto Barretos FC quanto Fortaleza FC acabaram rebaixados para a Série A3.
E 1959 acabou marcado como o ano dos últimos dérbis: 31/5 – Barretos 3×1 Fortaleza e 23/8 – Fortaleza 0x3 Barretos.

Série A2 1959

O Barretos FC ainda chegou a disputar a A3 em 1960, mas o Fortaleza FC abandonaria as competições profissionais da Federação Paulista.

Barretos FC 1959

Nessas competições, mandaram seus jogos no Estádio da Rua 32, em frente ao Recinto Paulo de Lima Correia, onde hoje é a Praça 9 de Julho e o Terminal Municipal de Ônibus Urbanos.

Estádio da Rua 32 - Barretos

Segundo o amigo Manolinho, a Arquibancada Central era de madeira e idêntica a do Parque São Jorge.

Estádio da Rua 32 - Barretos

E a cidade ainda teria um terceiro time: o Motoristas Futebol Clube, fundado em 6 de março de 1944.

Motoristas FC

Olha que bela flâmula do time:

Motoristas FC

O Motoristas FC disputou a série A2 em 1950, terminando na 10a colocação. Assim, a cidade ganhou 2 dérbis em 1950: 30/7 – Barretos 1×0 Motoristas e 22/10 – Motoristas 3×0.

Série A2

Aqui algumas imagens do time já na época da volta ao amadorismo:

Motoristas FC - Barretos
Motoristas FC

O Motoristas FC mandava seus jogos no Estádio Dr Adhemar de Barros Filho, ou o “Campo dos Motoristas da Avenida 21“.

Estádio Dr Adhemar de Barros Filho - "Campo dos Motoristas da Avenida 21".
Estádio Dr Adhemar de Barros Filho - "Campo dos Motoristas da Avenida 21".

Mas, infelizmente estes 3 times pertencem ao passado.
O presente do futebol profissional da cidade de Barretos começou a ser escrito em outubro de 1960, quando o Barretos FC e o Fortaleza FC se uniram para formar o Barretos Esporte Clube.

Assim, em 1961, a cidade voltou a ter um time na Série A2 da época e na sua “estréia”, até que o Barretos EC foi bem. (tabela abaixo da Wikipedia):

série A2 1961

Já em 62, o time foi mal e só escapou do rebaixamento num incrível mata-mata, contra o Elvira (de Jacareí), último colocado da Série “José Ermírio de Moraes Filho”, em 4 partidas: Barretos 7 x 1 Elvira (10/2/63), Elvira 2 x 1 Barretos (17/2/63), Barretos 1 x 1 Elvira (23/2/63 em Campinas) e Barretos 1 x 0 Elvira (2/3/63, em Campinas).

Série A2 - 1962

Em 63 e 64, sequer se classificou no seu grupo.
Esse é o time de 63 (fonte: Zé Duarte Futebol Antigo):

Barretos EC 1963

Em 1965 foi campeão da Série Carlos Joel Neli e fez a final contra o Bragantino, perdendo as duas partidas (jogadas no Pacaembú), o título e o acesso…

Série A2 - 1965

Em 1966, nova campanha de destaque! O Barretos FC ficou em 2º da Série João Mendonça Falcão, classificando-se para o quadrangular semifinal, terminando em 3º no grupo.

A2 - 1966
A2 - 1966
Barretos EC 1966

Em 1967, após liderar o seu grupo foi eliminado no mata mata pelo Paulista de Jundiaí.

Série A2 - 1967

Já em 1968, liderou seu grupo e classificou-se para a segunda fase (um outro grupo dessa vez com 8 times), terminando em quarto lugar e sendo desclassificado.

Série A2 - 1968

Em 1969, 70, 73 e 75  não passou da fase de grupos.
Em 71, 72 e 74 foi desclassificado na segunda fase.
Em 76, mais uma vez liderou seu grupo nos dois turnos da primeira fase, mas acabou em último lugar no quadrangular final (XV de Jaú sagrou-se campeão, Aliança, vice e o Santo André em terceiro).

série a2 1976

Esse era o time daquele ano, e veja que linda a torcida ao fundo:

Barretos EC 1976

Em 77, mais uma vez liderou o gurpo da primeira fase e na fase final acabou na quarta colocação.

série A2 - 1977

Em 78, num regulamento bem esquisito, o Barretos liderou o Grupo A, depois foi mal na 2ª e 3ª fase e acabou mais um ano na A2.

A2 - 1978

Em 79 e 80 o time não foi bem, parando na fase inicial, em 81 liderou a Série Amarela, mas ocupou a penúltima posição no grupo final, com o time:

Barretos 1981

Em 82, 83, 84, 85, 86 e 87, regulamentos ainda mais confusos acabaram fazendo com que o Barretos se limitasse à campanhas medianas e pra piorar, o time passou a jogar a série A3 a partir de 1988, onde ficou até 1990, quando voltou à A2, esse era o time daquele ano:

Barretos EC 1990

Permaneceu na A2 até 1993, quando caiu novamente para a A3.
Em 1995, o pior momento: o time caiu para a Série B1A (o quarto nível do futebol da época).
Em 1998 chegou perto de voltar, ao ser vice campeão do grupo inicial e vice do quadrangular final, mas apenas o Oeste consegiu o acesso.

Série B1 - 1998

Só em 2001, voltou à A3. Inicialmente só subiriam dois times, mas graças às mudanças do calendário, o acesso foi ampliado.

Tabela B1- 2001

Sua volta à A3, em 2002, foi marcada com uma boa campanha, ficando de fora das finais por muito pouco!

Série A3 - 2002

Permaneceu na A3 até 2006, quando uma campanha bem ruim levou mais uma vez para o quarto nível do futebol paulista (agora a Segunda Divisão, ou série B).

A3 - 2006

De volta à segunda divisão, apenas em 2011 o time conseguiu o acesso (já nessa fase das 4 fases em grupos) à A3, mas foram apenas 2 anos e nova queda à série B, pra uma única disputa em 2014 e novo acesso à A3.

Série B - 2014

Em 2015, logo de cara, uma surpresa…
Um acesso conquistado à série A2 (graças ao problema do Atibaia).

Série A3 2015

Permaneceu na A2 em 2016 e 2017, quando voltou pra A3, onde permaneceu até esse momento (em 2020, ainda sob risco de rebaixamento à A3).
E foi em 2016, que tivemos a oportunidade de conhecer o Estádio Municipal Antônio Gomes Martins, também conhecido como “Fortaleza” em homenagem ao time da cidade.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins

Confesso que deu um pouco de aperto no coração, imaginar que estávamos ali pra impedir o inédito acesso do Barretos à série A1…

Barretos x Santo André
Estádio Barretos

Aproveitei pra pegar um jornal local e ver se a torcida do Barretos estava esperançosa quanto à virada (o placar emSanto André foi 2×0 pro Ramalhão).

E até pra dar sorte pro Ramalhão, fiz questão de estar dentro de campo, antes do jogo!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Aproveitei pra pegar meu ingresso e não correr nenhum risco.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Fui conhecer também ocharmoso portão dos fundos por onde andaríamos.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

E olha aí o portão olhando de dentro pra fora já na hora do jogo…

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

A noite estava muito bonita. A torcida local compareceu, pintando de verde, vermelho e amarelo as bancadas do Estádio Municipal Antônio Gomes Martins.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Oficialmente, o Estádio tem capacidade para 13 mil torcedores, mas pelo borderô oficial apenas 5 mil torcedores compareceram.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Quem foi, fez festa!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Mas engana-se quem pensa que o lado azul não compareceu… Era um jogo decisivo, lá estava a Fúria Andreense!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

E a Esquadrão Andreense:

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Foi um jogo super truncado com várias defesas milagrosas do nosso goleiro “Zé Carlos”, para o desespero da torcida local.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Foram 90 minutos de pressão do Barretos e o Santo André se segurando lá atrás… E a gente desesperado na arqubancada visitante.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Mas o Ramalhão também levou perigo em alguns lances.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

E o Branquinho no escanteio…

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

O primeiro tempo terminou e a alegria parecia começar a se multiplicar nas arquibancadas visitantes.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Muitas bandeiras do Santo André decoraram a parte do estádio dedicado à nossa torcida.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Até um “mini bandeirão” apareceu…

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Uma pena que a câmera não pode captar melhor o estádio, já que estava de noite, mas pelo menos ficou um registro de mais esse lugar histórico!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Ao final do jogo, festa entre torcida e o time que jogaram juntos todo o campeonato!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Zé Carlos até deu as luvas de presente a um torcedor (que mais tarde precisou devolvê-las para que o goleiro as usasse na final contra o Mirasssol).

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

A torcida local soube respeita a conquista do Santo André e ficou até o fim do jogo.

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Um sentimento único! Conhecer um estádio lindo e cheio de histórias e ao mesmo tempo voltar à primeira divisão!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos
Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Só tenho a agradecer a todos!

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

Estádio Municipal Antônio Gomes Martins - Barretos

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Bezinha 2019 – Decisão e emoção para o Rio Branco, em Americana

“Se o mundo é mesmo parecido com o que eu vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito.”
Então, nesse 11 de agosto de 2019, a estrada logo cedo nos levou a um estádio que ocupa lugar especial no meu coração: Décio Vitta, em Americana, a casa do Rio Branco, o tigre da paulista!

Rio Branco - Tigre da Paulista

Como sempre, tá aí a nossa parte pra apoiar o futebol local!

ingresso Rio Branco x Guarulhos

O Décio Vitta é um estádio muito bacana e só depois de passar a catraca e “descer o morro” é que se chega às arquibancadas.

Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

E se não bastasse toda história, estrutura e tradição… Ta aí o bar, com seus quitutes mais que especiais!

Bar do Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Outro diferencial é a loja do Tigre, dentro do estádio e vendendo não só a camisa oficial mas uma série de outros itens, como esse moleton muito louco!

Loja - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Embora o jogo fosse decisivo pra equipe local, a cidade estava recebendo vários eventos (de encontro de carros antigos a passeio ciclístico) e o público ficou um pouco abaixo do que o de costume para uma equipe de tanta tradição, como o Rio Branco EC.

Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Vamos dar uma olhada geral no estádio!

Reforço o carinho que será eterno por esse amigo que nos deixou tão cedo e que era tão querido por todo mundo. Valeu Rogérião!

Rogérião - Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Mas, mesmo sem seu eterno presidente e amigo, a Malucos do Tigre segue apoiando o Rio Branco, mesmo nesta tão dolorosa 4a divisão estadual.

Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana
Malucos do Tigre - Rio Branco de Americana

Fica um alô especial para os amigos de bancada e de som!

Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

Vale lembrar que a Malucos tem esse nome em referência a Raul Seixas e é uma das poucas torcidas que nasceu focada muito mais no rock do que em outros ritmos.

Torcida Malucos do Tigre - Rio Branco de Americana

Começo de jogo com todo cerimonial exigido pela Federação, da entrada dos times ao hino nacional.

Malucos do Tigre - Estádio Municipal Décio Vitta - Rio Branco - Americana

O jogo começa quente e muito corrido, como acontece em quase todos os jogos da série B do Paulista, que é na verdade, uma competição sub-23.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Se não dá pra entrar em campo, na bancada, embaixo de sol, a Malucos faz sua parte e canta o tempo todo, sonhando com dias melhores, em outra divisão.

Torcida Malucos do Tigre - Rio Branco de Americana

Do outro lado, a valente Torcida Força Jovem do AD Guarulhos esteve presente com suas faixas e apoio ao time da grande São Paulo. Forte abraço ao Rapha “Cabelo” e demais amigos que compareceram. Futebol sem torcida visitante não tem graça.

Torcida Força Jovem AD Guarulhos
Torcida Força Jovem AD Guarulhos
Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

E se o jogo estava quente, pegou fogo, ainda no primeiro tempo quando o Rio Branco começou a garantir sua presença na terceira fase com o gol de Thiago, numa cabeçada que matou o goleiro visitante, ainda na metade do primeiro tempo.

Festa em Americana nas cobertas e nas numeradas, que também receberam um bom público para os padrões da série B, mas ainda abaixo do potencial da torcida do Rio Branco.

Estádio Décio Vitta - Rio Branco de Americana
Estádio Décio Vitta - Rio Branco de Americana
Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

O segundo tempo apresentou oportunidades para os dois lados, mas sabendo da sua condição de classificação como um dos 4 melhores terceiros, o AD Guarulhos não demonstrou muita preocupação em buscar o empate, o que não significa que não criou chances para isso.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Assim, o jogo foi se encaminhando para o seu final, com a vitória magra, mas suficiente por 1×0 e só nos restava registrar a nossa presença mais uma vez neste templo do futebol do interior paulista que é o Estádio Décio Vitta.

As mil Camisas - Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Finalmente o técnico Marcos Campangnollo conseguiu ter um pouco de sossego e agora terá 6 jogos para decidir o futuro do Rio Branco.

Treinador do AD Guarulhos - Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Apita o árbitro…

Antes de ir, um último olhar para a faixa da Malucos, e a certeza de que nessa vida, tudo o que vale são as amizades e aquilo que construímos com nossas atitudes.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Lembrei de 2012, quando estivemos aqui celebrando o título e que emocionado, registrei o Rogérião falando sobre o título.

Boas lembranças para nos motivar a seguir nessa caminhada de cada um, enfrentando nossos desafios. Pra torcida do Rio Branco, vitória garantida, hora de ir pra casa e comemorar o dia dos pais, já sonhando com a próxima fase, que contará com adversários cada vez mais complicados.
A mesma coisa serve para os meninos do AD Guarulhos.

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

Mais uma vez, obrigado ao pessoal da Malucos do Tigre por nos receber tão bem! Abraços e vida longa à torcida!

Rio Branco x AD Guarulhos - Estádio Décio Vitta - Americana

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Tupã FC 0x1 Osvaldo Cruz FC – Série B do Campeonato Paulista 2018

Bom, ainda sobre o rolê de inverno de 2018, o outro jogo que conseguimos assistir foi no Estádio Alonso de Carvalho Braga, onde o Tupã FC enfrentou o Osvaldo Cruz FC, pela Segunda Divisão do Campeonato Paulista (a tradicional “bezinha”).

O estádio do Tupã ainda mantém sua estrutura original (ele foi construído em 1942, na época ainda com arquibancadas de madeira), o que dá um charme especial a ele! Ingressos em mãos…

Estádio Alonso de Carvalho Braga

Vale lembrar que em 2011 já havíamos assistido a um jogo do Tupã aqui no ABC, contra o EC São Bernardo, quando tivemos a chance até de conhecer o Tupanzinho! Veja aqui como foi.

É hora de conhecer o estádio por dentro, e um pouco da sua torcida!

Atualmente, o “Alonsão” tem uma capacidade para 5.515 torcedores, mas já chegou a ter capacidade para quase 15 mil pessoas.

Pra nós, que viemos de tão longe, é sempre um grande prazer poder conhecer um templo do futebol, principalmente em dia de jogo!

Vamos dar uma olhada para conhecer um pouco mais do estádio:

Ali, atrás de onde estávamos, encontramos o pessoal da Torcida Garra Tricolor, a organizada do Tupã.

Entre os torcedores da Garra, encontramos o amigo Edinho, que junto do Sérgio Gisoldi, que vive atualmente em Santo André, nos aguçou a curiosidade para conhecer pessoalmente o estádio, o time e a torcida do Tupã.
E lá fomos nós… Valeu, Edinho!

Em campo, um jogo duro e muito truncado.

O público até que compareceu em bom número, ocupando as diversas arquibancadas do estádio (teve até um pessoal que veio de Osvaldo Cruz, mas sem faixas ou bandeiras).

O jogo contou ainda com a cobertura da imprensa local!

Mas, o time do Osvaldo Cruz não se importou com a força da torcida local e acabou vencendo a partida por 1×0, mostrando ser um visitante indigesto…

Assim como é de praxe em alguns campos, o placar se negava a mostrar o resultado desfavorável à equipe local…

E por falar em digestão, a pipoca lá é nota 10! (e custa R$ 4 apenas).

E quem gosta de lance bonito, taí a bicicleta que eu vi lá (hehehe piadinha besta…).

Além da bicicleta, você pode se divertir batendo uma bola com a molecada…

Se você é daqueles que, como a gente, gosta de acompanhar o jogo de perto, o Alonsão é daqueles campos cercados por alambrados, que permitem botar pressão no adversário.

Agradecemos a receptividade do pessoal de Tupã e na hora de ir embora ainda deu pra registrar mais uma cena atípica, do pessoal que costuma levar suas próprias almofadas pra ver o jogo com mais conforto. O futebol no interior ainda vive!

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Jaguariúna 2×2 Francana (Série B do Paulista de 2017)

Como diz a canção do MMDC: “A chuva caindo, manhã de domingo…”. Um dia com cara de segunda feira, mas que prometia o nosso reencontro com o Estádio Municipal Alfredo Chiavegato, em Jaguariúna! Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato E como por um passe de mágica, ao chegarmos na casa do Jaguariúna FC, a chuva passou! Distintivo do Jaguariúna Hora de pegar os ingressos (R$ 10 e meia entrada a R$ 5). Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Ingressos em mãos, vamos em frente! Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato O caso do Estádio Municipal Alfredo Chiavegato é uma exceção do que normalmente ocorre no futebol paulista. É uma construção recente, com excelente estrutura, mas que serve de base para um time que infelizmente ainda não caiu nos braços da torcida da cidade. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Assim, suas arquibancadas ainda vivem tristes e solitárias e não foi diferente para esse Jaguariúna x Francana, pela série B do Paulista de 2017. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Dentro de campo, os times não se importaram com o baixo número de torcedores nem com o frio e fizeram um jogo quente! Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato E ficamos contentes por poder participar e registrar mais um jogo da tão apaixonante “Bezinha”, a quarta divisão do estado de São Paulo.

Logo de cara, a equipe local surpreeendeu as expectativas e saiu na frente para a alegria da pequena, mas animada torcida local!

Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato O time da Francana, embora bastante tradicional, não conseguia se encontrar no jogo e demorou até conseguir se impor no jogo e levar perigo ao goleiro local. Pra aumentar suas chances, a Veterana começou a arriscar chutes de longa distância, que paravam nas mãos do goleiro do Jaguariúna.

Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato O técnico da Francana começou incentivar as arrancadas dos seus meias e o time visitante começou a gostar do jogo. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Numa dessas descidas, a zaga do Jaguariúna acabou fazendo uma falta próxima à área. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato O resultado você confere aí:

Mas o time visitante não pode comemorar por muito tempo, pois o Jaguariúna ao invés de se abalar com o gol sofrido, foi pra cima de novo e novamente se colocou a frente do placar com um golaço, um petardo de fora da área sem chances para o goleiro da Francana. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Bom pra quem estava presente e pode ver dois golaços no mesmo jogo! Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato O fim do primeiro tempo ainda reservou chances para as duas equipes, mas acabou assim mesmo, 2×1 para o Jaguariúna. Alguns lances e cenas da primeira etapa: Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato E lá vamos nós para o segundo tempo! Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato O time da Francana voltou melhor buscando o empate a todo custo! Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato E a torcida local ficou “P” da vida ao ver que o árbitro marcou um pênalti para a Francana. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Acompanhe a cobrança:

Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato

O jogo acabou esfriando, por mais que o time do Jaguariúna quisesse sair com a vitória. A garoa voltou a cair para a tristeza da pequena torcida local. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Só quem estava lá no setor coberto pode ficar numa boa… Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Seguem alguns lances do segundo tempo:

Outras imagens do fim do jogo (principalmente para quem queria ver o raro uniforme do Jaguariúna):

Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato Camisa do Jaguariúna Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato É isso aí! O Campeonato Paulista Série B está apenas começando e vamos tentar chegar a alguns estádios que ainda não pudemos acompanhar! Que venham as estradas. Jaguariúna x Francana - Campeonato Paulista Série B 2017 – Estádio Municipal Alfredo Chiavegato

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Assis 2014, mais uma vez pelo futebol do interior…

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16 de Agosto de 2014…
E aí estamos nós, mais uma vez descendo na “estação Assis” para acompanhar o futebol há 500km da capital, onde ainda se podem ver as históricas casas de madeira construídas pelos ferroviários no século passado.

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Os trilhos ainda estão pela cidade e para “forasteiros” como eu e a Mari, acordar as 5hs da manhã para ouvir o trem da manutenção passar por lá é um programão!

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Estivemos em Assis para aproveitar o último final de semana com futebol profissional pela cidade.
No sábado, o Assisense enfrentou o Atibaia em casa, no Tonicão pela Série B do Campeonato Paulista…

Em campo, o resultado não podia ser pior…
O time, com 0 pontos na segunda fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, levou 8×0 dos visitantes…

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Uma pena o pequeno público presente…

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Pra nós, é mais uma experiência boleira…

No sábado a noite ainda fomos conhecer um pub local chamado Dublin.
Mas voltamos cedo, afinal, no domingo, as 10hs da manhã era um momento mágico, hora de ver o VOCEM ao vivo, no Tonicão!

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O cartaz convida…

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Bem vindo a mais uma partida da série B do Campeonato Paulista!

Estávamos em 3: eu, Mari e meu pai, ou seja… 3 ingressos a mais pro VOCEM!

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Chegamos a tempo de ver os times em campo…

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O Estádio Municipal Antônio Viana da Silva, vulgo Tonicão tem seus diferenciais, como por exemplo o caminhão de som que anima a galera do estádio!

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Mas o domingo era dia de emoções fortes para o torcedor do “Esquadrão da Fé.
O VOCEM precisava vencer para ter chances de classificação no último jogo, fora de casa contra o Primavera de Indaiatuba…

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A torcida apreensiva…

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E o jogo começou quente, com menos de 5 minutos, o VOCEM teve a chance de abrir o marcador, completando um cruzamento direto na trave!

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A Torcida local tentou fazer sua parte, apoiando (tinha até um batuque feito pelo pessoal da Escola de Samba da Vila Operária) e pegando no pé dos adversários.

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Em campo, o time fazia de tudo para tentar a vitória, mas o Pirassununguense era um adversário difícil…

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Falando da gastronomia do estádio, a estrutura do Tonicão é muito melhor do que a maioria dos estádios, tem um bar bacana, uma churrasqueira que vende espetos (nada para vegetarianos) e a tradicional pipoca.

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Mas, o campeão foi o sorvete de sagú…

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O Estádio recebeu um público apenas razoável, perto dos quase 4 mil torcedores que foram ao estádio ver o Derby contra o Assisense na primeira fase.

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Jogo duro e pra piorar para o torcedor local… Pirassununguense 1×0. Numa jogada pela direita em uma bola que o goleirão podia ter se esforçado mais…

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Banho de água fria na torcida local…

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Mas, nem tudo estava ruim. Pudemos conhecer 2 amigos que só tinhamos contato via Internet, o primeiro deles, torcedor do VOCEM e responsável pelo site do clube (clique aqui para visitar o site), Victorino.

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O outro é uma figuraça, que assim como nós, acompanha o futebol por diversos estádios e ainda procura resgatar um pouco da história do futebol da sua cidade, apresentamos o amigo e torcedor do Paraguaçuense, Amarildo:

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Também foi mais uma oportunidade para juntar minha família junto do futebol!

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Para não desanimar totalmente, o VOCEM ainda chegou ao empate!

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E assim, acabou o ano do VOCEM jogando profissionalmente, em casa… Agora só ano que vem…

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Espero que a torcida siga apoiando como fez nesse ano da volta do time ao profissional e que o time possa continuar mantendo sua história tão importante não só do ponto de vista do esporte, mas também social e cultural.

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Que as bancadas do Tonicão sigam quentes, como os corações daqueles que 500 km longe da capital acreditam no time da sua cidade…

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XV de Jaú Emoção e Futebol!

21 de julho de 2013.
Última rodada da primeira fase da série B do Campeonato Paulista.
De muitos jogos decisivos, decidi acompanhar o XV de Jaú, jogando em casa contra o mítico Palmeirinha de Porto Ferreira!

E lá fui eu, pagando meu ingresso para adentrar no Zezinho Magalhães.

O jogo era um desafio teoricamente fácil para o XV. O Palmeirinha já não tinha chances de classificação e fez um campeonato bem ruim.

A torcida do XV acordou cedo e coloriu de verde e amarelo o Zezinho, buscando apoiar o time como possível. Nem bem entrei no estádio e o Palmerinha fez 1×0.

O XV iria empatar em um gol de falta, na jogada abaixo:

A torcida reagiu na hora! Festa em amarelo e verde!

Até bandeirão rolou na comemoração!

Ufa, 1×1. Começo quente do jogo.

O jogo não era dos melhores do ponto de vista técnico, mas a torcida estava na esperança do segundo gol.

Bom, para quem não conhece, esse é o Estádio Zezinho Magalhães:

O XV de Jaú contou com o apoio de suas organizadas. De um lado, a Galoucura e a Força Jovem.

Do outro lado do estádio, a Galunáticos:

E por todo o estádio, centenas de torcedores comuns, apaixonados pelo time da sua cidade!

Em campo, o XV seguiu atacando, mas…

Quem não faz, toma. O Palmerinha ignorou as estatísticas e fez 2×1.
Fez até chover…

A chuva e o segundo gol do time visitante foram um (ou dois) balde (s) de água fria na torcida do XV de Jaú.

O XV seguia levando perigo nas bolas paradas, mas o time não se encontrava e a torcida começava a temer pela eliminação precoce.

Pra piorar, a chuva aumentou, dificultando ainda mais a criação de jogadas…

Mais que isso, a chuva e o frio afastou o torcedor do campo…

As inúmeras árvores espalhadas pelo estádio serviram de abrigo…

Por alguns instantes parecia não haver ninguém no estádio. Nem no campo…

Mas, tudo nessa vida é passageiro, e tão de repente quanto chegou, a chuva foi embora, para a alegria da torcida do XV.

Aproveitei para dar um role pelo estádio e pude ver como está bonito e cuidado até nos menores detalhes.

Mas, o mais bacana foi olhar quanta gente tinha ido ao campo, na manhã de hoje!

Com o fim da chuva, aos poucos as pessoas foram voltando para a arquibancada e aumentando a pressão sob o adversário.

O primeiro tempo chegava ao fim.
Hora de conhecer um pouco da culinária do estádio!

Nota 10 para o churro do tio!

No intervalo, a ambulância do estádio teve que levar um jogador ao hospital e demorou a retornar, atrasando o reinício do jogo, dando me tempo para ler o informativo que recebi no início do jogo, mostrando as benfeitorias da atual diretoria para o estádio.

O jogo começava, mas ainda dava tempo para ouvir um pouco da torcida local.

O clima não era dos melhores. Quer dizer, o clima em si até era, o sol voltava a aparecer em meio às nuvens, mas a virada ainda parecia distante levando os torcedores ao desespero…

Mas, se até a chuva deu lugar ao sol, por que a tristeza não poderia dar lugar à felicidade?

Festa nas arquibancadas do Zezinho Magalhães… O XV empatou o jogo!

A partir daí, quem frequenta estádios sabe o que acontece.
O time pressionando, a torcida apoiando…
Tudo por um mísero gol que levaria o time à segunda fase do campeonato (em paralelo a esse jogo, o Pirassununguense vencia seu adversário por 5×0, e o empate do XV daria a vaga ao time de Pirassununga).

O estádio parecia um barril de pólvora pronto para explodir. E só tinha um jeito disso acontecer, com um gol do time local…

Explosão… Gol do XV!!!

Daí pra frente, a torcida mandou no jogo, segurando o resultado.

Até que enfim, o placar mostrou o XV na frente!

A classificação do XV estava a alguns minutos de se concretizar, um prêmio para os mais de 800 torcedores que foram ao campo para apoiar!

Mas ainda faltava o golpe final… Mais uma comemoração nas bancadas do Zezinho…

Chegamos ao placar final da partida…

Um dia cansativo, mas que valeu cada quilometro, cada clique, cada lance… Parabéns XV de Jaú e torcedores!!!

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AD Guarulhos 0x1 Nacional

Sábado, 16 de junho de 2012.

Tarde de sol por todo o estado. Nós voltamos do interior e a bandeira na Dutra indica que chegamos à Guarulhos. Estamos aqui para assistir a um jogo da segunda divisão do Campeonato Paulista, entre AD Guarulhos e o Nacional.

E não estamos só! Olha aí o “Torrone”, nosso amigo hamster!

O mando de jogo é do AD Guarulhos e por isso, vamos ao Estádio Municipal Antônio Soares de Oliveira.

Já estivemos aqui, cobrindo um jogo do Flamengo de Guarulhos (veja aqui como foi), mas hoje  acompanharemos um jogo da AD Guarulhos, contra o simpático Nacional, da capital.

A série B do Paulista é um campeonato difícil de ser acompanhado. Embora conte com vários clubes e tenha uma duração até que grande, a primeira fase elimina boa parte dos participantes. Sendo assim, após 6 rodadas de maus resultados, a torcida do AD Guarulhos já não compareceu em peso, como poderia ocorrer.

Mas, foi uma oportunidade incrível de enfim assistir a um jogo da Associação Desportiva Guarulhos, em casa.

Outra coisa muito legal de se acompanhar a série B é conhecer pessoas incríveis, como o Francisco, que é um grande incentivador do time e da torcida da AD Guarulhos.

Outro que estava por ali, mas não deu pra tirar uma foto mais perto, era o Fernando, do Jogos Perdidos, um site que é uma verdadeira referência para quem curte o futebol das divisões de acesso. Olha ele ali, de vermelho, no lado esquerdo, completando seu jogo de número 2.000 , ou se você preferir, 180 mil minutos de futebol nos estádios, mundo afora. Parabéns Fernando!!!

Uma olhada pelo estádio, no vídeo abaixo:

O primeiro tempo virou 1×0 para o time visitante e a galera da torcida local pegou no pé do time!

Assim como Santo André, onde eu vivo, Guarulhos é uma cidade próxima à capital e embora isso traga uma série de investimentos pela presença de grandes empresas, o que acontece é um grave processo de perda de identidade local. Para os habitantes de Guarulhos é mais fácil torcer para os times da capital do que para os times da cidade.

Assim, o trabalho da Força Jovem, torcida organizada da AD Guarulhos é mais do que incentivar o time. É de tentar resgatar o sentimento de orgulho e amor à cidade. Infelizmente havíamos pego alguns depoimentos em vídeo do pessoal, mas tivemos problemas com os arquivos, de qualquer forma fica um abraço ao Raphael “Cabelo” e a toda rapaziada!

Mas… não é fácil competir com a grande, com o glamour das grandes conquistas e principalmente com o poder econômico e político dos chamados “grandes times”.

Pra dificultar ainda mais, a Associação Desportiva Guarulhos em campo não anda numa fase muito inspirada.

O goleiro do time acabou sendo um dos melhores em campo, defendendo um penalty e impedindo o Nacional de fazer um placar ainda maior.

A boa notícia é que ainda tem novos torcedores brotando pelas arquibancadas de Guarulhos… E pelo que eu ouvi, apesar da má fase do time, a base do elenco é formada por jogadores da região, que pelo menos tem maior identificação com a cidade.

Quem sabe a longo prazo os resultados em campo e nas arquibancadas não apresente melhora? Estamos torcendo pra isso!

Uma última olhada no Estádio…

 

O ítem “Culinária de estádio” esteve desfalcado no jogo, pois a pastelaria que funciona na feira em frente ao estádio já estava fechada… Assim, na volta pra casa, uma passada na casa das coxinhas, ali na Vila Alpina!!!

 Apoie o time da sua cidade!!!

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Pirassununguense de volta à ativa

Domingo, 13 de maio de 2012.
Dia das mães. Minha mãe em Santo André e a da Mari, em Cosmópolis.
Enquanto isso, nós pegamos a Anhanguera e vamos até Pirassununga acompanhar a volta do Pirassununguense ao profissionalismo.

A cidade de Pirassununga é um belo exemplo de como o interior paulista é legal.

Muito verde, muita paisagem rural, mas também  muita coisa acontecendo pelo desenvolvimento da cidade.
E a tradicional “Caninha de Pirassununga” é um bom exemplo desse aspecto profissional.

Os elementos comuns ao interior estão presentes. A praça, a igreja, a tranquilidade…

Até o Cristo redentor local tá por ali….

Bom… E tem umas coisas mais diferentes também…
Objetos que lembram a vocação militar da cidade.
Por isso, não se assuste se estiver caminhando e encontrar um… Tanque de guerra estacionado…

Ou um avião pendurado numa praça…

Mas, as guerras são para os governos.
Para nós, do povo, a graça está na paz, na diversão, na cultura e consequentemente… no futebol.
Por isso, cruzamos a cidade e nos dirigimos ao Estádio Belarmino Del Nero.

E pagando ingresso que é para ajudar o time!!

No dia anterior, já havíamos participado de uma grande festa, na conquista do título do interior pelo Mogi Mirim (veja aqui como foi), mas sabíamos que o domingo também seria de festa.
De reencontro de uma paixão.
E assim, o foi.

Logo ao entrar, já percebemos que o clima estava muito bom.
Torcedores de diferentes gerações se encontrando no campo, para apoiarem o time da cidade!

O jogo era contra o Guariba, que havia vencido o Lemense, na primeira rodada, por 2×0.

O Estádio do Pirassununguense oferece uma experiência bem próxima entre torcida e jogo, graças à proximidade, pelo formato e pela relação intensa da torcida com o jogo, com o time.

Novamente estávamos orgulhosos de poder acompanhar um momento como esse, do ressurgimento do time da cidade, uma expressão cultural, social e, claro, esportiva das pessoas que vivem ali.

Pra quem, como eu, gosta de participar do jogo, o estádio é excelente, olha onde ficam os bancos de reserva:

E se sofrem os reservas, imagine o que passam os bandeirinhas:

Embora o time não esteja bem tecnicamente (havia perdido na estreia para o Américo, em Américo Brasiliense), a galera compareceu em peso. Inclusive várias torcidas organizadas, como a Malucos do Vale!

A faixa mostrava para quem quisesse ver, ali, mandava o CAP, o GIGANTE do Vale!

E ali, próximo da faixa, a organizada mais legal que conhecemos esse ano, o pessoal do “Chapeludos do Pirassununguense“!

Com direito a camisas personalizadas, e, claro, incríveis chapéus…

E tinha de torcedores mais antigos até que estivesse começando sua vida de arquibancadas…

Mas se fora de campo estava tudo perfeito, dentro dele, o time ainda precisa melhorar.
O Pirassununguense esteve batendo cabeça em muitos lances, levando a loucura a torcida local!

E foi numa dessas bobeadas, que após defesa parcial do goleiro Elton, o Guariba fez 1×0, deixando um pouco desanimados os torcedores locais.

Mas não que o resultado seja maior do que o amor pela cidade e pelo time. Veja o que alguns torcedores pensam sobre a relação do time com a cidade:

Esse segundo vídeo foi feito com o Paulinho, que escreve o blog www.memoriadepirassununga.blogspot.com (vale a pena ver as fotos históricas do time nesse outro link).

Veio o intervalo e pelo segundo dia consecutivo, a iguaria eleita para ser a representante da “culinária de estádio” foi a pipoca. Dessa vez, caprichada com deliciosos pedaços de queijo!!!

Aproveitei pra conferir a escalação do time!

O jogo reiniciou, com a esperança do time local reverter o placar.

Mas, o time precisa aprender com a torcida e colocar mais coração…
O jogo caminhou até o final, mantendo o 1×0 para o Guapira.

Ficamos tristes por não ver a vitória do time local, coisa que a torcida merecia…

Era dia das mães…
Hora de dizer adeus ao pessoal que nos recebeu tão bem no estádio e pegar a estrada.
Valeu “Chapeludos”!!

Um último olhar para esse estádio histórico!
Coincidências a parte, meu tio Manoel (que mora em Assis) já morou em Pirassununga, e meu pai, numa visita à cidade, chegou a assistir um jogo aqui também!

A cidade mostrou que realmente possui simpatia e conquistou nossa admiração.
Fica a torcida por melhores resultados para que o time possa manter-se no profissionalismo por mais tempo.

Estádios são história…
Guardaremos na memória mais esse!

Enquanto cruzamos os mapas e as fronteiras vamos aprendendo como é legal viver em meio a tantas pessoas diferentes uma das outras.
Cada cidade tem sua particularidade, sua característica…
Apoiar e respeitar as diferenças acabam se tornando aprendizado obrigatório pra quem vive assim.

A gente não entende muito de pinga, a Mari achou graça da tal “21”, pra ela (e pra mim) só existia a tal 51…

Um último detalhe do estádio, não sei se original, mas muito charmoso, na bilheteria…

Pra quem quer mais informações sobre o time, existe um blog muito legal: www.capirassununga.blogspot.com.br .
Mais uma vez, nosso obrigado ao time e à cidade!

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(e pé na estrada para Cosmópolis!!!)

Portuguesa Santista em busca da série A3!!!

Domingo, 25 de setembro de 2011.
Eram 4hs quando fomos dormir, após uma noite de festa comemorando o aniversário da Mari.
9hs da manhã. Garoa no ABC. Não há tempo para o cansaço.
Enfim, vamos ao Estádio Ulrico Mursa, para um jogo da Briosa!

Pouco mais de 40 minutos de Anchieta nos levam até o tradicional Estádio da Portuguesa Santista.
A garoa nos acompanhou e somada à brisa gelada do mar estava pronto o cenário de desafio para o torcedor acompanhar a partida.

Mas, é bom perceber que ainda existem esperança nas arquibancadas.
Centenas de torcedores não se importaram com o clima ou mesmo com a condição de pré classificada (graças à boa campanha nesta fase) e foram ao campo torcer pelo time da sua cidade.
Veja como define esse amor, um dos torcedores da Portuguesa Santista.

Mas se nas bancadas a galera se animava, em campo, o jogo estava como o tempo. Frio.
Jogando contra o ECUS, equipe já sem chance de classificação, a partida acabou encarada apenas para cumprir tabela.

Quer dizer, não que a torcida tenha deixado o time ficar na moleza.
Cantaram e cobraram garra e atitude, afinal, agora só falta uma fase para a Briosa voltar para a série A3.

Enfim, para nós, mais um estádio tradicional e histórico, e mais uma partida acompanhada de perto, guardando na memória cenas de um time que pode entrar para a história da Portuguesa Santista trazendo o título de campeã paulista

Aproveitamos para bater um papo com a torcida.
A expectativa é de ver enfim esse ano terminar e sem dúvida alguma com a Portuguesa Santista de volta à série A3, para poder brigar pela A2, já no ano que vem.

Vale ressaltar que a equipe praiana tem feito uma campanha de destaque, mas, o jogo do ontem acabou não servindo de parâmetro, e o primeiro tempo virou um daqueles 0x0…

O segundo tempo voltou um pouco mais animado.
A Briosa foi pra cima em busca da vitória.

A garoa deu um alívio, mas a água que já tinha caído acabou deixando gramado do Ulrico Mursa bem castigado.

Melhor em campo, a Portuguesa Santista perdeu a chance de abrir o placar ao perder um penalty, defendido pelo goleiro do ECUS.

Pra quem não conhece o Estádio Ulrico Mursa, bem pertinho da vila Belmiro, vale lembrar que ele oferece uma proximidade bem legal entre torcida e a partida.

Abraço ao pessoa da Força Rubro Verde, sempre presente nos jogos!

É muito legal ver que o jogo da Briosa ainda traz ao campo torcedores de gerações passadas, muitas vezes acompanhados de seus filhos ou até netos, multiplicando a resistência ao futebol moderno.

Sobre a culinária do estádio, muitas opções, mas acabamos só na tradicional pipoca.

Só fiquei triste pela desclassificação do ECUS, que acompanhamos no jogo contra o Barretos.

O bom de fazer tantas fotos é que de vez em quando algumas saem bem legais, como esta:

Mas além de cenas bonitas, há curiosidades que valem a pena ser fotografadas, como o recado ao torcedor mais exaltado:

Por falar em torcedor exaltado, a Briosa fez 1×0 e conseguiu fechar a campanha nessa fase com mais uma vitória.

Assim, era hora de uma última olhada nas arquibancadas…

Última foto de recordação…

E pronto.
Atravessar a rua, ou melhor, o canal, pegar o carro e subir a serra!

Mas ainda deu tempo de comprar uma balinha de coco, vendida na saída da cidade…

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E.C. São Bernardo enlouquece sua torcida! (Série B – 2011)

Loucura total.

Mesmo a foto acima, que por si já fala muito, não é suficiente para expressar o sentimento da torcida do EC São Bernardo, o Vovô do ABC, no jogo de quarta feira contra o Desportivo Brasil.

A torcida local foi ao Baetão com uma bronca danada do time de Porto Feliz, porque no primeiro jogo a comissão técnica do time presenteou a arbitragem com agasalhos da Nike (patrocinadora do time) e curiosamente, o E.C. São Bernardo foi bastante prejudicado no apito.

Assim, o técnico do Desportivo teve que aguentar uma pressão extra…

E lá fomos nós conferir o amor sem explicação de uma torcida pelo time da sua cidade…

E se a torcida fazia sua parte na arquibancada, em campo o Cachorrão encaixou bem seu jogo, fazendo 2×0 com certa facilidade.

Teve jogador se doando como se fosse o jogo da vida. E tinha que ser assim!

Essa sintonia entre time e torcida transformou o jogo. Dava vontade de assistir, de gritar, de participar…

Até o pessoal do lado coberto, que normalmente faz menos barulho, participou.

O segundo tempo passou depressa. De certa forma, um castigo ao time do ABC que precisava de mais gols para melhorar seu saldo, uma vez que os 4 integrantes do grupo (Jacareí e Tupã, além dos dois que jogavam) tem agora o mesmo número de pontos.

Mas nada que tenha desanimado a pequena, mas aguerrida torcida.

Além disso, o time soube se segurar na defesa, o que deu maior confiança para o jogo decisivo, em Jacareí.

Por essas emoções é que eu gosto de ir ao Baetão!

É mais que futebol. É ver de perto a luta para manter viva uma cultura e identidade regional apagada a cada dia pelo modo de vida dos moradores do ABC.

Claro… Também é divertido ver o jogo em si… Mas a verdadeira partida está sendo disputada nas arquibancadas!

E disputada não por meio da violência, mas pela persistência, pelo amor ao time e pelo orgulho da sua cidade.

Coisas que a proximidade entre torcida e jogadores ajuda a alimentar!

E o resultado disso, mais do que o placar favorável e a felicidade estampada na carados torcedores é o número de torcedores que pouco a pouco passa a aumentar.

Ao fim do jogo a certeza de que havíamos presenciado mais um dia mágico no futebol.

Sem dúvidas o time do ABC merece passar de fase e manter esse sentimento.

Boa sorte!

Apoie o time da sua cidade!!!

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