Em busca do Estádio perdido em Haia (Holanda)

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Mais uma aventura internacional, desta vez nas frias terras da Holanda, para conhecer o estádio do ADO Den Haag, o Kyocera Stadion.

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Embora no fim de ano as ruas de Haia não transpirem futebol, deu pra ver que existem muitos fãs de futebol por lá. Existem vários adesivos espalhados pelas ruas. E o estádio do ADO é bem grande…

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O cenário ao redor é bem bucólico, principalmente se estiver no inverno, como no dia em que estivemos por lá…

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Mesmo nas placas informativas existem intervenções da torcida, nesse caso, divulgando o site www.originalcasual.com que vende materiais ligados ao universo do futebol.

Kyocera Arena - Casa do ADO - Haia - Holanda

Pra chegarmos ao estádio, tivemos que caminhar um pouco da estação de trem até lá.

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E do lado de fora, parece uma lata gigante!

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É sempre ruim ir visitar um estádio, principalmente quando se trata de uma arena, em um dia “normal”, sem jogo. Sempre fico com a impressão de que o lugar é morto, mesmo que existam um monte de interferências como que alertando que existe vida futebolística ali…

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Mas sim, existe… Olha aí a galera cantando num dia de jogo:

Ah, a Mari pede pra lembrar que tava frio. Mas muito frio… Aliás, cheguei a conclusão que é por causa do frio que eu acabo não sentindo tanto a emoção do futebol nas ruas, pois é quase impossível andar de camisa de time. Só se usa capotes e mais capotes…

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Falando um pouco do estádio, a Kyocera Stadion foi concluído em 1977, e tem capacidade para pouco mais de 15 mil torcedores.

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Vale lembrar que embora seja uma grande cidade, o ADO ainda possui uma estrutura bem menor do que os vizinhos Ajax, Feyenoord e PSV Eindhoven. Mas a única lambreta adesivada que vi nesse rolê era do ADO HAAG!

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Aqui, a parte interna do estádio, embaixo das arquibancadas.

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O estádio é moderninho, tem câmeras de segurança instaladas que permitem gravar imagens de cada membro da platéia.

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Vamos dar uma olhada nas arquibancadas?

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Esse estádio substituiu o antigo estádio Zuiderpark do ADO que era menor.  É o local para Jogos Mundiais de 1993 e 2014 da Copa do Mundo de Hóquei.

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Infelizmente nossa máquina estava em um dia triste e as fotos saíram bem meia boca, mas já dá pra ter uma ideia, né?95

O gramado estava impecável, mesmo com o tempo frio…

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Todos os lugares do estádio possuem cadeirinhas…

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Os jogadores entram pelo meio da arquibancada…

Antes de ir embora, a Mari achou umas bandeiras dos Ultras que estavam lá por baixo das arquibancadas… Claro que depois de se sentir uma ultra local, ela deixou tudo por lá, até porque o pessoal que cuida do estádio também parece ser ultra…

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175- Camisa do Vitória (BA)

A 175a camisa de futebol do blog nos faz voltar à Bahia, desta vez a capital Salvador, para falar do Esporte Clube Vitória.

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Aos playboys chatos de plantão, já deixo claro que sim, essa é mais uma camisa “não oficial”.

Como sempre reforço, nossa ideia é divulgar histórias e experiências ligadas ao futebol e não gastar o dinheiro que não temos comprando camisas.

O Vitória tem uma história de muita tradição no futebol. Nasceu em 1899, sendo assim o primeiro clube social  fundado apenas por brasileiros e um dos primeiros clubes do Brasil a praticar o futebol.

Sua primeira de futebol foi disputada em 1901, contra um time formado por integrantes das tripulações dos navios ingleses atracados no porto e acabou em 3×2 para o então “Victória”.

Destacou-se no Brasileirão de 1993, onde terminou em 3° lugar, com Dida no gol e João Marcelo na zaga.

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Em 1999, novamente ficou em 3° colocado, dessa vez no gol Fábio Costa!

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Em 2010, foi vicecampe]ao da Copa do Brasil.

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Mas a história nos campos começou cedo, lá em 1908 com sua primeira conquista do estadual. O bicampeonato veio no ano seguinte.

De 1913 a 1919, não participou dos campeonatos organizados pela então federação, mas o Vitória conquistaria os títulos de 1926, 1941, 1942, 1943, 1944 e 1949.

O time sofreu muito com a falta de profissionalização e viu seu rival dominar o cenário estadual nessa época.

Na década de 60, veio um histórico bicampeonato, e nos anos 70, mais uma taça, a de 1972, conquistado pelo time abaixo:

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Nos anos 80, vieram os títulos de 1980, 1985 e 1989.

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A década de 1990 foi certamente uma reviravolta na história do Vitória, vieram 6 Campeonatos Baiano e o já citado vice-campeonato brasileiro, contra o milionário Palmeiras e, em 1999, no centenário do time, a 3ª colocação, sendo eliminado pelo Atlético Mineiro, nas semifinais.

A década de 2000 também começou promissora, com dois estaduais em 2002 e 2003, além da Copa do Nordeste de 2003.
Entretanto, em 2004, após ganhar o estadual e a a Taça Estado da Bahia, e chegar às semifinais da Copa do Brasil, o time foi rebaixado para a Série B.

Se as coisas pareciam ruins, no ano seguinte, mesmo após as conquistas da Taça Estado da Bahia e o tetracampeonato Baiano, de forma invicta, o Vitória caiu para a Série C.

De lá pra cá, o time soube dar a colta por cima e voltar para a série A, dentro de campo.

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St Pauli: Futebol, punk rock e atitude!

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Esse post mostra como a camaradagem, a amizade, a música e o engajamento social podem conviver com o futebol, mostrando que mais do que um esporte é uma verdadeira cultura, talvez mais vivida por quem torce do que por quem joga.

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Esse rolê, começou ainda no Brasil, quando conhecemos o Marten (esse alemão doido de touca marrom, do lado da Mari) e o convidamos para conhecer um pouco do ABC. Entre outras diversões, ele visitou o Estádio Bruno José Daniel e ainda bateu um papo com o até então capitão do Santo André, Junior Paulista.

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Mas enfim, eis que no final do ano que passou (2014) mais uma vez conseguimos fazer um role internacional e como estávamos na Europa, não podíamos deixar de enfim conhecer o Estádio Millerntor, a casa do St Pauli, um dos times mais punk do mundo!

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Esse é o time do St Pauli, conhecido por sua postura politizada (tanto entre torcedores quanto dirigentes e até jogadores) e pelo seu carisma. Entretanto, esse ano o time está em uma má fase, ocupando as últimas colocações da série B da Alemanha.

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Mas… Se a fase dentro de campo parece ter problemas, nas arquibancadas o clima é quase indiscritível… Punks, skinheads, rockeiros em geral, além de famílias, amigos e uma diversidade de gostos, roupas e pensamentos que mais parecia um festival alternativo.

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E dá lhe punk rock, tocado nos altofalantes do estádio e cantado pela torcida nas arquibancadas.

Pra quem ficou curioso, segue o link com o som original:

Ah, e não estamos falando de uma arquibancada com meia dúzia de gato pingado, não, são cheias e cantando a todo momento!

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E a gente foi cantar junto!

Pra quem não tem ideia do que seja o St Pauli, vale lembrar que a torcida e o time são declaradamente antifascistas e contra o nazismo, e eles fazem questão de deixar isso claro não só no Estádio, mas por toda a cidade. Entra no Translator do Google e veja o recado que eles espalharam pela cidade:

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E falando mais sobre os “arredores” do estádio, o estabelecimento mais comum por ali são os pubs ligados ao time. Aliás, os caras bebem muita cerveja…

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E mesmo a gente que não é tão fã de cerveja, entrou no clima e antes mesmo de chegar ao estádio já mandamos ver na AMSTEL, cerveja patrocinadora do time.

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Agora, tem um negócio lá que eu achei muito louco e muito diferente do que temos aqui. Além dos tradicionais vendedores ambulantes de comida e bebida espalhados pela rua (lá, são tipo uns food trucks nas ruas próximas), eles tem uns espaços (lembram os centros contra culturais aqui do Brasil) na parte inferior do estádio, chamados “Fanräume”.

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E são vários espaços, que servem de ponto de encontro para a torcida e também acabam virando a sede de diversos movimentos sociais que nascem nas bancadas do estádio.

Ali, você encontra muita cerveja, alguma comida (quase tudo vegano), muitos fanzines e muta gente legal. Lembra os shows punks dos anos 90, quando todo mundo estava eufórico para dividir angústias, experiências e celebrar a vitória do anarquismo frente à realidade, mesmo que só durante aqueles momentos.

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Segundo nossos amigos locais, os diversos espaços geridos pela Fanladen são independente do clube e rolam até shows (o Los Fastídios iria tocar ali, dias depois do jogo).

Mas, voltemos para o estádio…

A primeira diferença que percebe-se é o visual, tomado por grafites, bandeiras e interferências sempre politizadas no sentido do respeito à diversidade de pensamentos. Por exemplo, a relação com o público GLTS, que no Brasil ainda está caminhando, lá é encarado com super naturalidade.

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Outra coisa que fica clara logo de cara é que lá, a cerveja é liberada. E mais do que isso, eles bebem bastante e numas canecas de plástico, temáticas do time (embora lindas, acredite ou não, ao final do jogo a maior parte do público as devolve para que sejam reutilizadas na próxima partida).

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Essa teve que vir conhecer o Brasil…

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O resultado de tanta cerveja é uma incrível narração em Português no meio da torcida alemã…

Outra coisa que lá ainda mantém-se fiel às origens do futebol, são as bandeiras com mastro. E além disso, mais bandeiras com dizeres políticos do que preocupadas em falar sobre o nome da torcida, como acontece aqui no Brasil.

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E no meio do jogo ainda sobem mais e mais faixas para protestar enquanto se torce.

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A cultura dos adesivos também é bem presente no estádio e pela cidade.

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Eu queria ter registrado em vídeo os momentos mais emocionante do jogo, por exemplo quando o time entra ao som de Hell’s Bells, mas a emoção foi maior e eu preferi só viver o momento, só deu pra bater uma foto…

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Antes do começo do jogo, o tradicional “bolinho” (Vamo lá, vamos ganhar!).

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Mas… Para não dizer que eu não capturei nenhum momento mágico em vídeo, fica aí a comemoração do primeiro gol, ao som do Blur.

Pra quem não conseguiu ouvir ou não lembra, esse é o som que toca na hora do gol:

Enquanto isso, o time comemorava em campo!

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Vale citar que a torcida visitante (do VfR AaLEN) também esteve presente, e embora segundo nossos amigos locais, eles tivessem certo teor de rivalidade, não houve nenhum tipo de incidente. Eles ficaram meio isolados ali no canto do estádio.

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A história foi mágica. Talvez muitos não se identifiquem com o teor político / anarquista do time / torcida (e eu respeito, afinal, cada um pensa de um jeito), mas ao mesmo tempo, espero que entendam que para nós, que temos essa semente da liberdade plantada em nossos corações, essa experiência foi incrível…

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Ah, e teve futebol também hehehehe. O time do St Pauli, que vinha numa má fase, fez seu melhor jogo do ano (segundo os torcedores), o que fez de nós brasileiros de boa sorte hehehe!

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Tem também o papel picado, porém, lá, o papel é meio que picotado mecanicamente, bem direitinho hehehehe…

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Como fazem falta as bandeiras com mastros nos nosso estádios, hein?

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Mas, a felicidade nos corações dos torcedores… Essa é a mesma na Alemanha, no Brasil, na Argentina…

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Vale lembrar um detalhe que não fica claro nas imagens calorosas.

Estava frio. Muito frio. E pra piorar, antes do jogo, pegamos uma bela chuva na cabeça (somada a um frio de uns 3 ou 4 graus)… Só nos restava o calor humano! Por isso tem tanta comemoração usando cachecóis… Eles são peça indispensável no vestuário alemão…

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Mas que fica legal essa imagem de todo mundo com os cachecóis a mostra, fica hein?

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Hmmmm, não sei o que dizer dessa imagem que só depois de feita revelou um papai noel pulando a cerca!

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Fim de jogo! FC St. Pauli 3×1 VfR AaLEN

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Mas, não significa que é o fim da festa. Diferente da maioria dos times, assim que o jogo acaba, os jogadores voltam-se para cada setor do estádio saudando a torcida e comemorando juntos!

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Ao menos, aparentemente, pareceu ser algo bem espontâneo, não uma regra que deve ser cumprida. Confesso que quero muito levar essa ideia para o Santo André.

Hora de dizer tchau… Ou quem sabe um “até breve” às arquibancadas punks de Hamburgo… St Pauli, obrigado pelos exemplos…

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Em busca do Estádio perdido em Salto

“Quando um estádio é demolido, morre um pouco da história e da alegria da cidade e das pessoas”.

Foi com esse triste sentimento que nos dirigimos a Salto para fazer as últimas fotos do Estádio Alcides Ferrari.

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Foi difícil convencer o porteiro a liberar nossa entrada na antiga casa da Associação Atlética Saltense, para registrar os últimos momentos do estádio.

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Segundo os boatos, a especulação imobiliária falou mais alto, onde nasceram gols e alegria, serão levantadas torres residenciais…

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Muito triste para um time, cuja história começou em março de 1936 e participou de 26 campeonatos estaduais.

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O time está licenciado da Federação Paulista de Futebol desde 2008.

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O Estádio tinha capacidade para cerca de 3 mil pessoas.

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O adesivo colado no vidro, que em pouco tempo virá ao chão relembra uma fase bacana do time.

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Como nunca estivemos em Salto antes, aproveitamos para conhecer também o Estádio do Guarani Saltense Atlético Clube.

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O Guarani Saltense Atlético Clube foi fundado em 10 de fevereiro de 1938, mas hoje, encontra-se licenciado da Federação Paulista de Futebol.

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Pudemos fazer amizade com o pessoal do clube que estava por lá.

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O Estádio João de Arruda já teve seus dias de glória e agora, vê o seu time, que disputou 21 vezes o Campeonato Paulista atuando apenas no amador.

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Aqui uma boa recordação de quando o estádio foi inaugurado.

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E aqui, a placa comemorativa ao cinquentenário do Guarani.

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Esse foi o time que disputou a 3a divisão de 1982:

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Vale ressaltar a força do futebol amador da cidade. Existem, no mínimo dois grandes estádios, além do campo da Saltense e do Guarani que mereceream uma visita: o Estádio Municipal Amadeu Mosca.

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E o tradicional campo do XV de Novembro, o Estádio Benedito Teixeira:
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Fanzine Ramalhão

As pessoas tem me perguntado porque tenho escrito menos aqui no blog e a resposta é o foco em um outro projeto: a edição, produção, impressão e entrega do fanzine Ramalhão nos dias de jogo do Santo André.

O trabalho tem sido bem legal, até o Sandro Gaúcho, ídolo ramalhino tem lido:

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Pra quem quer conhecer o zine, aqui vai um pouco da última edição:

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Slide4Abraços!
Saúde, liberdade e futebol!

Postado em Torcida e Torcedores on 11 de novembro de 2014 – 14:13 | Comentários (0)
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174- Camisa do América-MG

A  174camisa de futebol do blog vem de Minas Gerais (de onde já mostramos a camisa da Caldense, do Vulcão e do Tupi).

Ela pertence ao América F.C., da capital mineira.

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Embora venha da capital, eu comprei a camisa numa lojinha na cidade de Mariana, há alguns anos atrás, quando fomos de busão desbravar as cidades históricas de MG.

O mascote do América é o coelho:

Mascote do America_MG

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Em busca do Estádio perdido em Assis e Salto Grande

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No fim de semana de 16 de agosto, estivemos em Assis para ver o VOCEM e o Assisense (vejam aqui como foi). Mas além dos jogos, também aproveitamos a oportunidade para dar uma volta pela cidade e rever alguns estádios que já marcaram presença no www.asmilcamisas.com.br.

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Um deles é o Estádio Dr. Adhemar de Barros, onde a Associação Atlética Ferroviária de Assis (AAFA) fundada por funcionários da antiga Estrada de Ferro Sorocabana em 1927, mandava seus jogos.

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O Estádio segue seus dias entre o abandono do poder público e o uso pelos que ainda amam o futebol. Infelizmente é quase nula a chance de um retorno do time da Ferroviária ao profissionalismo…DSC00159

 

Mas a emoção e a história seguem no mesmo lugar. Nos gols, na arquibancada que aos poucos perde sua cobertura e sua pintura…

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Falando da Ferroviária, também conhecida como a “Veterana”, o time atuou de 1949 até 1952, até ser rebaixada graças à criação de uma lei que exigia que as cidades tivessem um mínimo de 50.000 habitantes. Retornou à Segunda Divisão (atual A2) em 1958 e permaneceu até o ano seguinte. A partir de 1960, disputou a terceira divisão, até 1976, quando encerrou suas atividades.

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Seu estádio na Rua Brasil, por isso o apelido de “Vermelhinha da Rua Brasil” tem capacidade para 1.000 pessoas. E ele foi nascendo aos poucos; primeiro o campo, depois as arquibancadas, os vestiários, e por fim a iluminação. Foi nele que o time mandou seus jogos na sua fase profissional.

Os gols seguem lá… A espera dos chutes…

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E a Mari até arriscou alguns…

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E eu, com meu eterno espírito de goleiro, o defendi!

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Para aqueles que gostam de colecionar camisas de futebol, a do VOCEM estava a venda (não sei até quando fica) no Supermercado amigão, por R$ 69,00.

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Ah, antes de sairmos de Assis ainda demos uma passada no estádio do DERAC local:

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Pra quem teve preguiça de acessar o post sobre o jogo que fomos ver entre VOCEM e Pirassununguense, seguem algumas fotos do “Tonicão”:

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Antes de irmos pra Assis, demos uma parada em um posto de gasolina em Santa Cruz do Rio Pardo. Olha que legal o visual do posto (sim é um posto, não é uma estação de trem).

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E se estamos pelo oeste paulista, a cultura do trem tem que estar viva a todo momento…. Eles resgataram uma bela locomotiva que percorreu no passado os trilhos entre SP e interior.

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Tinha até uma foto da Santacruzense, em frente ao trem, na década de 40…

E enfim, voltando para Santo André, passamos por Salto Grande!

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A cidade está às margens do rio Paranapanema e rola até um visual praiano, muito bacana!

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Mas não fomos até lá para nadar, mas para conhecer o Estádio Municipal dos Expedicionários.

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É aqui que o Clube Náutico Salto Grande mandava seus jogos.

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O time foi fundado em 1964, e participou da terceira divisão de 1986. Até hoje o “C.N.” de Clube Náutico está em seus portões.

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O campo segue bem cuidado, ainda que meio desnivelado, a grama está verdinha…

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Foi nesse estádio que o time venceu times como o Piraju, Palmital e Chavantense… Nessas arquibancadas, hoje vazias, já houve festa da torcida local…

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Sei que não é fácil manter um time de futebol, mas ainda sonho em ver um time em cada cidade deste país… Defendendo as cores e a cultura local, tendo seu estádio como ponto chave, e até turístico…

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Hora de guardar os sonhos e ir embora…

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