A triste eliminação do Ramalhinho da Copa SP 2026

Quinta feira, 15 de janeiro de 2026.
Um dia após o time profissional ser goleado por 4×0 em casa pelo Monte Azul, é hora de reencontrar os amigos e amigas, juntar os cacos e usar o que sobra da voz (em 14 dias já são 6 jogos com presença da torcida) e voltar até a Arena Ibrachina não só para mais um jogo, mas para o segundo mata-mata de Copinha.

Era pra ser uma tarde de sonho.
Havia no ar aquela esperança silenciosa de quem sabe que, no futebol, tudo pode acontecer, inclusive repetirmos 2003 e nos tornarmos novamente campeões da copinha!

Só que tudo começou muito mal…
Logo aos cinco minutos, escanteio, bola na área e o Ibrachina abriu o placar, com Enrico…
Aquele gol cedo deu um baque.
Claro que a arquibancada sentiu, e claro que o time sentiu.
Mas mesmo assim, ninguém deixou de cantar, nem de correr em campo.
Porque Copinha é isso: se não empurrar, acaba antes da hora.

O primeiro tempo passou com o Santo André tentando se impor atrás do empate e fazendo da raça sua maior inspiração. Até uma falta na trave a gente mandou…

O Ibrachina, organizado, e pela primeira vez jogando com uma grande torcida ao seu lado, parecia confortável…

Mas a nossa bancada é mesmo incrível… Ou todo mundo tem o Ovídio na bateria?

A gente foi pro intervalo com aquele misto de preocupação e fé teimosa que só o torcedor entende.
A chuva já caía em volume suficiente pra encharcar, teve até quem achou um camarote para se proteger da chuva…

E o Santo André apareceu para o segundo tempo da mesma forma que sempre: unido em torno de um ideal e ouvindo o que o nosso treinador Alexandre Seichi tinha de proposta para os 45 minutos finais.

E logo no começo, Maycon recebe uma bola na entrada da área, limpa o zagueiro e bate de longe para empatar…

Gol do Ramalhinho. Alívio.

Grito preso na garganta que saiu de uma vez só.

Ali, por alguns minutos, parecia que tudo podia virar. O time cresceu, criou chances, competiu de igual pra igual.

O Ibrachina também teve as suas. Jogo aberto, tenso, daqueles que fazem a gente esquecer o resto do mundo. Já nos últimos minutos uma expulsão pro lado do Ibrachina que, caso fosse mais cedo poderia ter facilitado a virada do Santo André

O placar parece ficar mesmo no 1×1, deixando a torcida ainda mais nervosa…

Mas o apito final veio sem mais gols. Pênaltis.

Agora estamos todos juntos, mais que nunca…

E pênalti, a gente sabe, não é só técnica. É cabeça, é perna pesada, é pressão.

Será a hora de Kauan brilhar?

Após acertos nas primeiras cobranças dos dois times, Miguel (ex Ibrachina) perdeu a segunda do Ramalhão e foi como uma bolada no estômago…

O Ibrachina foi perfeito nas batidas.
5×3.
Fim de jogo.

Fim do sonho do bicampeonato.
Doeu porque o time lutou, porque buscou o empate, porque esteve vivo até o último momento.
E também porque esse elenco e nosso treinador tem uma paixão pelo time e pela torcida que dá gosto de se ver…
Saí da Arena Ibrachina com o coração pesado, mas com respeito pelo que foi feito em campo.
A Copinha é cruel, mas também ensina.
Fica a frustração, fica o orgulho de ter estado lá, apoiando até o fim.
E fica a certeza de que usar a camisa do Ramalhão é carregar uma história que a gente nunca abandona…

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Santo André 0x4 Monte Azul: desastrosa estreia do Ramalhão em casa…

14 de janeiro de 2026.
Era pra ser diferente.
Primeiro jogo do ano em casa, torcida mobilizada, arquibancada cheia no Bruno José Daniel, clima de recomeço.

Depois do 3×3 na estreia, a gente veio pra ver o Santo André dar sequência ao bom começo que sentimos na Javari. E acredito que o time também tinha esse plano ao entrar em campo.

Depois de muita luta, finalmente voltamos a jogar a noite!

Até um sapo foi retirado de dentro do estádio, simbolizando para alguns o possível “fim da zica”. Será?

Houve ainda o início da segunda etapa do projeto “Brunão raiz” tentando ocupar aquele lado da arquibancada com faixas e bandeiras que deu uma cara bem bacana a essa lateral da entrada do estádio.

A relação entre time e torcida começou o ano muito bem graças, principalmente à figura de Sérgio Soares que aproximou os dois lados como só um apaixonado por futebol e pelo Ramalhão poderia fazer. Até fogos de artifício a torcida bancou para receber o time…

Assim, o resultado foi uma bancada com um bom número de torcedores e um clima de jogo como há muito não se via!

Porém, faltou combinar com o adversário… jogo mal começou e o Monte Azul já parecia mais ligado.
Numa falta sem muito perigo, a bola sobra limpa na pequena área depois de uma falha que não podia acontecer. Wallace empurra pro gol e, de repente, todo aquela esperança da arquibancada começou a virar dúvida…

O Santo André até tentou reagir, mas tudo parecia difícil.

Apoio da arquibancada, não faltou em nenhum dos mais de 90 minutos de jogo.

Até que o time tentava criar, mas sabe aquelas noites em que tudo dá errado?
Pois é… E. a torcida ramalhina não merecia isso… Era pra ter sido diferente…

O meio não encaixava, a bola não ficava.
E quando o Monte Azul chegava, chegava com perigo.
Aos 27, bola levantada na área, Wallace sobe no meio da zaga e faz o segundo.
Dois a zero antes do intervalo, e a sensação era de que o jogo estava escapando rápido demais.

No segundo tempo, ainda havia esperança de uma reação. O time voltou mais ligado, mas…

A sensação de que haveria um milagre durou pouco. Contra-ataque, pênalti. Wallace bate, faz o terceiro e completa o hat-trick. Aí doeu de verdade.
Doeu porque dava pra ver que o time sentiu, e a torcida também.
E essa noite, era pra ter sido diferente…

Pra piorar, ainda teve mais um pênalti. Aruba converteu e fechou o placar. 4 a 0 em casa, no primeiro jogo do ano, com a gente tentando empurrar o time do começo ao fim.

O que fica é aquela frustração pesada de quem se mobilizou, acreditou, chamou gente pro estádio e saiu sem resposta.
Não é só a derrota é a forma.
Porque começo de temporada é quando a gente quer sair acreditando.
E dessa vez, ficou a dor e a cobrança.
Não há muito o que se falar… Uma noite atípica? Azar? Culpa do sapo?
Só o time pode responder, e em campo, na próxima partida, contra o XV de Piracicaba…

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AA Ponte Preta 1×0 Londrina EC

Última rodada define os quadrangulares finais da Série C 2025

Sábado, 30 de agosto de 2025.
Mais um fim de semana por Cosmópolis e, como a nossa amada Bezinha já havia chegado ao fim, com a última partida lááá em Tanabi, decidimos ir até Campinas acompanhar a rodada decisiva da primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro.
Seja bem vindo ao Estádio Moisés Lucarelli, a casa da Ponte Preta!

Chegamos pouco antes do apito inicial, sem filas ou qualquer dificuldade para entrar.

A torcida organizada do Londrina EC ainda não havia chegado, apenas o chamado “torcedor comum” já estava presente para acompanhar a entrada dos times.

Cerimonial da partida completo…

A torcida da Ponte fez bonito e levou bastante gente ao Estádio!

A Macaca vem com tudo pra cima!

Olha o pessoal da Falange Azul chegando pra apoiar o LEC!

Do lado da Ponte: as principais chances eram criadas nas bolas aéreas.

Do lado do Londrina: a presença do pessoal que viajou mais de 500km para ver o time da sua cidade!

Aliás, em campo o jogo estava parelho e na bancada a torcida visitante fazia de tudo para ser ouvida e apoiar o Londrina nessa partida!

Mas, seria a torcida da casa que sairia contente…

Aos 13’ do 2º tempo, Toró fez o gol que garantiu a vitória da Ponte Preta e que garantiu o segundo lugar nesta primeira fase.

A torcida do Londrina ainda fez de tudo pra apoiar…

Mas realmente a tarde era mesmo da Ponte Preta

Assim, ficaram os grupos:

Mais uma partida histórica registrada!

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 1: o Estádio Albertão, em Teresina

Em julho de 2025 tivemos a oportunidade de viajar até o Piauí e foi incrível.

Visitamos várias cidades e aprendemos muito com cada pessoa que conversamos. Obrigado por isso, futebol…
Tudo começou na capital do estado: Teresina!

Única capital nordestina fora do litoral, Teresina tem sua realidade ambientada por 2 importantes rios: o Poty (esse abaixo) e o Parnaíba.

Fomos apresentados ao abacaxi temperado (alguém já conhecia de outro lugar?) que é a metade de um abacaxi servido na casca mesmo, coberta com pimenta, sal e leite condensado.

Além disso, só posso dizer que Cajuína é vida.

Essa é a Ponte Estaiada do Sesquicentenário Mestre João Isidoro França, um marco para celebrar os 150 anos da cidade, inaugurada em 2010. Mas não rola mais visitas à parte superior (a vista deve ser linda).

Abaixo da ponte, uma rica cena esportiva e cultural com uma das faixas de trânsito fechada aos carros para que a população possa aproveitar.

É muito difícil tentar resumir uma cidade tão linda e tão importante como Teresina em um mero post…
O que posso fazer é enumerar alguns pontos como a Central de Artesanato Mestre Dezinho.

Um suco de Tamarindo combina bem com tanta arte.

Além da grande riqueza artística e artesanal, o espaço guarda uma parte triste da nossa história como país: ainda há no local um porão que foi utilizado como sala de tortura, durante o período da Ditadura Militar.

Também fomos até o mercado central pra sentir um pouco da vibe do centro da cidade. E adoramos!

Esse é o nosso país. E é bom ver um montão de frutas, verduras e legumes produzidos no nosso próprio território e que poderiam gerar um Brasil ainda mais igual e com menos fome.

Nossa passagem por Teresina foi uma aula viva sobre o Brasil que muitos ainda não conhecem.
A arquitetura, a culinária, o sotaque, os mercados e a força do povo piauiense.

Cada conversa que tivemos, cada sorriso que recebemos e cada rua que caminhamos foi uma confirmação de que viajar é também um ato de escuta e aprendizado.

E tem também uma série de produtos ligados à cultura nordestina que também tem que ser visto como motivo de orgulho para o piauiense e para o brasileiro em geral.

A literatura de cordel sobrevive!!

Ali bem próximo do mercado está o outro rio tão importante: o Parnaíba.
A outra margem já é área do Maranhão (cidade de Timón).

O primeiro Estádio que fomos registrar nesse rolê foi o Governador Alberto Tavares Silva, o “Albertão“.
E olha a fachada que te recebe logo na chegada!

Arquitetura muito bonita e moderna pra um estádio que em 2023 completou 50 anos!

O pessoal que trabalha lá no estádio foi bastante receptivo e permitiu que a gente desse uma volta na parte interna para registrar o chamado “Gigante da Redenção“.

Para quem acha que o futebol do Piauí não tem representatividade, se liga nesse mapa dos times só de Teresina:

Esse busto do Governador Alberto Tavares Silva está na parte interna do estádio.

Tem até uma foto dele batendo um penalty na inauguração do estádio.

Então é hora de finalmente conhecer mais este templo do futebol, o mais importante do estado do Piauí! Vem com a gente!

O estádio tem capacidade para 44.200 torcedores, mas atualmente a Federação tem liberado apenas metade desse número.

Mas é bonito demais não?

Aí eu te pergunto…
Aí no seu estado é “cadeira cativa” ou “cadeira perpétua” que se fala?

Essa marquise imponente chama a atenção…

Tem uma história pesadona do dia da inauguração do estádio (26 de agosto de 1973), quando jogavam o Tiradentes local contra o Fluminense do RJ.
Uma histeria coletiva causada por alguém que gritou que o estádio estava cedendo tirou a vida de ao menos 5 torcedores, além de ferir quase uma centena de pessoas.
É triste. Sempre penso na família e nos amigos que ficaram e realmente é uma situação muito difícil…

Espero que as muitas tardes de alegria que o futebol proporcionou neste lugar tenha ajudado a diminuir essa “bad vibe” que marcou a estreia.

Aí está o astro rei do nosso futebol: o gol!

Uma pena não ter conseguido assistir nenhum jogo nessa arquibancada…

Mas só de estar presente ali já foi uma experiência incrível!!
Estar ali dentro do Albertão foi como entrar num território sagrado.
Mesmo vazio, o estádio pulsa.
Dava pra ouvir o eco dos nossos passos nas arquibancadas ressoando como se carregasse vozes antigas, gritos de gol, vaias, aplausos…
É fechar os olhos e ouvir a torcida cantando (será que tomei muita cajuína??)

O concreto envelhecido, os assentos gastos, as curvas da marquise, os bancos de reserva… tudo conta uma história.
É como se o estádio estivesse dormindo, à espera do próximo domingo, do próximo hino, do próximo gol.
E mesmo assim, sem jogo, ele já nos entrega um espetáculo.

A cada passo, tentava imaginar como seria ver um jogo ali de verdade.
A bateria das torcidas, a tensão de uma cobrança de falta, a alegria de um gol aos 46 do segundo tempo…

É sempre legal pensar que um monte de gente viveu momentos inesquecíveis nesse lugar, pais com filhos, amigos de infância, jogadores que realizaram sonhos.

Vamos embora?
Antes, parei no meio da arquibancada, respirei fundo e só agradeci.
Por estar ali. Por poder ver com meus olhos algo que tantas vezes só vemos pela televisão ou em registros antigos.
Foi um encontro com o futebol em seu estado mais puro: concreto, sol, silêncio, memória. E foi lindo. Muito obrigado, Albertão.

Fizemos esse montão de foto pra pelo menos guardar bastante lembrança desse momento incrível!

Ao sair do Albertão, carregávamos um misto de respeito e admiração por tudo que ele representa para o futebol do Piauí. Não é apenas um estádio: é um palco onde milhares de histórias se cruzaram, de gols incríveis a momentos difíceis como aquele da inauguração, que marcou tantas vidas.

Nos próximos posts vamos mostrar outras 3 aventuras boleiras em Teresina e depois estádios de outras cidades piauienses que nos acolheram com o mesmo carinho: Altos, Piripiri, Piracuruca, Luis Correia, Parnaíba, Buriti dos Lopes e Campo Maior.

Seguimos com nossa missão de documentar estádios, clubes, histórias, cores, rostos e realidades que não cabem nos grandes centros e que merecem ser lembradas com o mesmo entusiasmo. Porque o futebol está em todo canto, e a cultura que o envolve é sempre maior do que o próprio jogo.

Ah, fizemos 7 vídeos sobre o rolê misturando música, fotos e vídeos dos estádios visitados, confira o primeiro deles que mostra um pouco mais do Estádio Albertão:

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EC São Bernardo 3×0 EC Meia Noite (Patrocínio Paulista)

Sábado, 5 de julho de 2025.
É hora de conhecer um novo time: o Esporte Clube Meia Noite, de Patrocínio Paulista!

O EC São Bernardo ainda não teve o Estádio do Baetão devidamente reformado e por isso está mandando os jogos do sub 20 em Santo André.

Aproveitamos a oportunidade para bater um papo com um dos diretores da SAF do clube: Edson Faleiros.

Já havíamos entrevistado o pessoal do Meia Noite junto do Ruben do @1902futebol:

A grata surpresa foi a presença de público do time visitante!

Em campo, o Cachorrão mostrou sua força e venceu a equipe do EC Meia Noite, de Patrocínio Paulista por 3 a 0. Olha aí que golaço!

Tristeza para os torcedores visitantes…

Abraço pro amigo Nilton!

Curte aí o clipe que montamos desse jogo!

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EC Santo André 0x0 AA Portuguesa Santista

Sábado, 14 de junho de 2025.
Mais um campeonato que se inicia: a Copa Paulista.
Ajustem seus sonhos, é mais uma oportunidade de se sagrar campeão!
E lá vamos nós ao Estádio Bruno José Daniel para a primeira partida do Ramalhão e da Briosa!

Declaremos aberta a Copa Paulista 2025!!!

Talvez seja só o resultado do frio, ou talvez a cada ano que passe, menos gente venha para as arquibancadas… Mas desistir, nunca!

Seja como for, ainda existem muitos apaixonados pelo EC Santo André. Nas boas a nas más. Como o pessoal da Fúria!

Mais um dia apoiando nas bancadas!

Olha que bonita a faixa relembrando e homenageando a antiga Torcida Jovem:

Abraço aos nossos amigos da baixada!

Quem tem ido cada vez menos é o povão que sempre ajudou a encher nossa bancada…

Destaque para a presença do Alexandre Seichi, treinador do nosso time sub-20!

O jogo até que começou animado com o Santo André atacando bastante, marcando a saída da bola e até arriscando de longe.

A torcida merecia um primeiro resultado melhor…

Teve chance de falta criada ainda no primeiro tempo…

Abraços pro Jessik e pro amigo do Capuava!

A Fúria grita: Vamos, vamos, Santo André!!!

É bacana ver que esse pessoal ainda acredita no time e também criou uma relação muito bonita entre eles!

Mais uma chance…. E olha quem aparece no momento final do vídeo com mais um projeto realizado: Doug e suas toucas do Acervo 1967!!!

E aí o pessoal que sempre assiste o jogo no ataque e que mais uma vez saiu sem gritar gol…

E olha que ainda no finzinho do jogo o Santo André teve chance no escanteio:

Não foi hoje que a linda bandeira do Sérgio celebrou uma vitória…

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é copa-paulista-2025-santo-andre3-1024x768.jpg

Mas, o 0x0 persistiu até o fim de jogo…
Ainda assim, nosso time veio até a arquibancada para um alô!

Bom pra molecada que fez a festa!

O que pensa o pessoal do PNO sobre o jogo:

E um dos integrantes da Fúria?

Santo André foi a campo com: Marcão; Vitor Hugo, Wesley Brito (Diego Domene), Yuri Santana e Paulo Henrique; Nicolas Paiva, Flávio, Jhonathas (Pato) e Nicollas Nascimento (Robinho); Kaka (Caique) e João Guilherme (Luisinho). Sob o comando do técnico José Oliveira.

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AD Guarulhos 2×0 São Carlos FC – 3ª rodada da série B 2025

Domingo, 5 de maio de 2025.
Do ABC pra Guarulhos, mais uma conexão na metrópole paulistana.
Em menos de uma hora estávamos na segunda maior cidade do estado.
Os portões foram abertos bem em cima da hora, chegando até a criar fila na entrada do Estádio Antônio Soares de Oliveira!

Fazia algum tempo que estivemos no estádio e foi bacana voltar a ver o Estádio Antônio Soares de Oliveira, ainda muito bem cuidado, mesmo que nas cores e em alusão ao outro time da cidade que folgou na rodada.

O Estádio ainda guarda lembranças de um passado que já não parece mais existir nos dias de hoje…

Embora entrem pelo mesmo portão, a parte atrás do gol foi dedicada à torcida visitante (aliás, senti falta do pessoal da Sancaloucos, uma organizada muito presente no futebol!).

Times prontos, é hora da cerimônia de entrada!

Graças ao Fernando do Jogos Perdidos, pudemos ter os dois times perfilados antes do início da partida!

Os dois times entram em campo carregando seus sonhos de vitórias, acesso, sucesso…

E se os jogadores em campo tem o desejo da vitória, entre os reservas o sentimento não era diferente!

O AD Guarulhos vem de uma parceria – que deve se transformar em fusão nos próximos anos- com o Aster (que deixou Itaquaquecetuba) e assim conta com uma base bem interessante para o campeonato, traduzida desde o começo do jogo em certa dominância na armação das jogadas e em ataques criados.

Pra quem ainda não conhece o estádio, segue o registro do gol do lado esquerdo, onde fica o portão da entrada:

O meio campo:

E o gol da direita (onde antigamente ficava a torcida visitante):

O público até que foi aumentando após o início da partida, e foi anunciado como 197 pagantes.

Vale ressaltar que alguns dos presentes portavam camisas do Aster.

Vale ressaltar a presença da Torcida Organizada Resistência Azul.

Se o domínio técnico do AD Guarulhos não se traduziu em gols logo de cara…

…em parte foi graças ao Max, goleiro do São Carlos.

Mas o goleiro Cauê também foi bem!

A atenção crescia entre a torcida local…

E também dentro de campo!

Até que aos 10 minutos, Dieguinho faz 1×0 para o AD Guarulhos!

Pode anotar aí no placar: 1×0!

A partir daí, o jogo ficou equilibrado.
Ainda que o AD Guarulhos mantivesse o domínio, o São Carlos teve várias chances de chegar ao empate, principalmente nos contra-ataques e nas jogadas de bola parada.

O AD Guarulhos também teve chances de ampliar, mas pecava na última bola…

Na arquibancada, mais um jogo em que o público decepcionou…

Lembre-se que estamos falando da segunda maior cidade do estado… E um estádio lindo, que merecia receber um público maior, mais famílias, mais crianças…

Claro que os times em campo sentem o clima…
E ainda acho que a presença de mais torcida e dos tradicionais cânticos de apoio, poderiam ter colaborado para um ambiente mais legal e materializando-se até em outros resultados…

E o Estádio tem uma boa capacidade de público e uma boa estrutura…

Intervalo de jogo é hora de dar uma circulada pelo estádio e ver o que temos na lanchonete local!

Volta o segundo tempo e sem grandes novidades…

O AD Guarulhos criava boas jogadas…

… e o São Carlos continuava criando chances nos contra ataques…

A torcida local sente que a não chegada do segundo gol alimenta a esperança do time do São Carlos pelo empate…

Chances para animar a torcida não faltaram…

Mas apenas aos 47 do segundo tempo, Gustavinho fez o segundo, selando o placar final!

Dor para o time do São Carlos que vinha fazendo um jogo equilibrado no segundo tempo e até teve chances de empatar a peleja.

O São Carlos deu a saída e seguiu os poucos minutos até o apito final…

Fim de jogo e 3 pontos importantes para a classificação para a próxima fase.

Festa na bancada…

Agradeço mais uma participação na história do futebol paulista!

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Santos FC 2×3 SC Aguaí (Campeonato Paulista Sub 20 – 2025)

Sábado, 3 de maio de 2025.
É dia de conhecer um novo campo de futebol: o Centro de Treinamento Rei Pelé, a casa do Santos FC e ver um time pela primeira vez: o SC Aguaí!

A Mari fez questão de registrar a presença na entrada do campo que fica no Complexo Modesto Roma.

Embora fosse um jogo válido pela categoria de base, o sub 20 de Santos e do Aguaí, trouxeram bom público ao CT!

Já estivemos por duas vezes em Aguaí e não conseguimos adentrar ao Estádio Dr Leonardo Guaranha (veja aqui como foi!), o jeito foi conhecer o time de Aguaí como visitante…

Essa galera em primeiro plano é do interior e veio acompanhar o time, enquanto o pessoal do Santos ficou do alambrado para traz:

O CT fica bem próximo da Vila Belmiro em meio a uma cidade que não para de crescer. Olha que prédio bonitão que já existe ao lado do Estádio:

Em campo um jogo que começou bastante desigual, dava pra apostar naqueles placares largos a favor do Santos.

Mas o time local demorou pra abrir o placar, só no fim do primeiro tempo.

Não que o Aguaí não tivesse criado algumas chances…

Já no segundo tempo, o Santos ampliou para 2×0. Será que a goleada vem?
Pois bem, assista aos melhores momentos e veja como acabou essa história…

Muito legal estar no CT do Santos e conhecer um local tão importante para as categorias de base do Peixe e do futebol paulista em geral.

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O Estádio VGD, a casa do Londrina EC

No carnaval de 2025 fomos até Presidente Prudente assistir Grêmio Prudente x Santo André pela série A2.

Na volta, demos um rolê pelo norte do estado do Paraná, começando por Alvorada do Sul, …

Depois paramos em Londrina, e já contamos como foi nosso rolê para registar o Estádio Uady Chaiben, a casa da Portuguesa Londrinense (PR)

Mas, ainda em Londrina, deu tempo de conhecer a incrível loja oficial do LEC!

Olha que camisa incrível com estampa homenageando Carlos Alberto Garcia, o “Bem-amado”:

Aproveitamos nosso segundo dia na cidade para rever o tradicionalíssimo Estádio Vitorino Gonçalves Dias, o VGD“:

Vitorino Gonçalves Dias foi um professor de educação física que marcou a história da cidade impulsionando a prática esportiva na cidade.

Olha o Carlos Alberto Garcia aí de novo, é sua estátua que dá as boas vindas ao Estádio que em 24 de junho de 2026 completará 70 anos de sua inauguração.

Na verdade o local já recebia partidas de futebol desde os anos 40, quando era a casa do Esporte Clube Recreativo Operário da Vila Nova, e era chamado de “Estádio Aquiles Pimpão Ferreira.

O jogo inaugural do VGD foi em 24 de junho de 1956 entre o Londrina Futebol Clube (antecessor do Londrina Esporte Clube) e o Corinthians de Presidente Prudente-SP, que terminou em 1×1 frente a 18 mil torcedores.

O Estádio Vitorino Gonçalves Dias foi a casa do Londrina até a construção do Estádio do Café em agosto de 1976, quando o LEC estreia na série A do Brasileirão.
Estivemos lá em 2015:

Em 1958, o VGD recebeu um incrível amistoso com o Gimnasia y Esgrima, de La Plata, na Argentina.

Em 1959, o VGD também foi o primeiro estádio do interior a receber uma decisão do Estadual entre Londrina e Coritiba, com vitória do time visitante que sagrou-se campeão.

Na época, suas arquibancadas comportavam quase 20 mil lugares.
Hoje, apenas 8 mil lugares são liberados pela Federação Paranaense.

Em 1971, o VGD foi a casa do Londrina na Série B do Campeonato Brasileiro.

O estádio foi concedido para uso do LEC ininterruptamente desde 1990.

Entretanto nos últimos anos, o VGD acabou sendo substituído pelo Estádio do Café por falta de laudos. Por isso, o estádio está passando por obras que o garantirão como palco na série C de 2025.

O azul bem característico do Londrina faz o estádio parecer um desdobramento do céu na terra!
Nosso tradicional registro do meio campo:

Gol da direita:

Gol da esquerda:

Compartilho um último olhar para este belo palco do futebol paranaense:

Uma pena só ter percebido que nunca subi para o site as fotos que fizemos do Estádio do Café. Podia ter feito novas imagens, mas isso fica para uma próxima viagem!

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Colorado Caieiras 0x1 União Agrícola Barbarense (Quartas de final da Série A4 2025)

Sábado, 29 de março de 2025.
A série A4, o 4º nível do futebol paulista, chega na fase de mata-mata e por isso fomos até Caieiras para acompanhar uma das decisões (já estivemos lá no passado, veja aqui como foi!).

Ingressos a preços módicos: R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia.

O jogo coloca frente-a-frente dois times bastante distintos: de um lado a tradição do União Agrícola Barbarense, já há muitos anos nas divisões inferiores, e do outro, os donos da casa, chegando em mais um mata-mata, mas ainda sem contagiar a cidade de Caieiras, o Colorado!

Além disso, estamos vendo o enfrentamento entre o primeiro colocado da primeira fase (o União Barbarense) e o oitavo colocado, o Colorado.
Mas essa diferença não se viu em campo tão facilmente…

Olha aí as cabines para as diretorias:

Como sempre fazemos, seguem três fotos registrando o estádio, começando pelo lado direito do campo, do ponto de vista de quem está na torcida local:

O gol esquerdo:

E o meio campo, com destaque para a torcida visitante!

E deste lado onde estávamos é a área da torcida local:

Lá do outro lado, ficam os visitantes:

Durante o intervalo, pude rever vários amigos, como o Artur (@umtorcedorqualquer), e acabei conhecendo pessoalmente o Vitão-HC que também produz um monte de conteúdo legal sobre futebol!

E um abraço pro amigo Genilton lá de Suzano!

Outra coisa que rolou no intervalo foi um protesto da torcida visitante porque do lado deles simplesmente não havia água, o que representa uma falha grave do pessoal de Caieiras

O pessoal do Barbarense Mil Grau produziu um vídeo incrível contando a história dos visitantes, acompanhe:

Começa o segundo tempo e a pequena torcida local segue acompanhando o jogo sem aquele apoio comum às organizadas…

E o time do Colorado Caieiras voltou bem pro segundo tempo, com maior domínio ainda que as jogadas não terminem em chances claras de gols.

Mas a torcida visitante, maior do que a própria torcida local e com apoio muito mais barulhento não desistia!

Escanteio para o União Barbarense:

Realmente não dá pra imaginar que a torcida local vá fazer pressão capaz de apoiar o time a conquistar o resultado, mesmo que já tenham pessoas começando a se identificar com o time…

Já me despedindo de mais uma partida, ao lado de duas camisas diferentes, mas que fazem parte da realidade do futebol de hoje, porém…

No apagar das luzes, aos 48 do segundo tempo, o torcedor visitante viu que valeu todo sacrifício para acompanhar o União… Hebert marcou o gol da vitória que leva para Santa Bárbara d’Oeste uma vantagem ainda maior!

Abraço pro Nilton que me presenteou com adesivos que ele fez e que ilustram a vida de quem curte os jogos das divisões de acesso.

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