SE Itapirense 0x3 Botafogo FC

Dia triste para a torcida local no Estádio Coronel Francisco Vieira

Sábado, 10 de agosto de 2025
Depois de muitos anos voltamos ao Estádio Cel Francisco Vieira para rever a SE Itapirense (estivemos lá no longínquo 2010, acompanhando a aventura de Joel – veja aqui como foi).

Enfim, de volta ao Estádio Cel Francisco Vieira!

Para não perdermos a oportunidade, aí está o meio campo:

O gol da direita:

E o gol da esquerda:

Acho muito legal essa ideia de compartilhar a história do time, com esses posters distribuídos pelo Estádio!

O Estádio Cel Francisco Vieira, o “Itapirão” segue muito charmoso…

Uma pena que a má campanha acabou desestimulando uma presença maior da torcida…

Da torcida visitante, quase ninguém…

Mas não faltou quem trouxesse sua bandeira declarando o amor incondicional à Itapirense!

Assim, como não faltou o pessoal da Torcida Organizada Kueio Loko.

Em campo, foram precisos poucos minutos para perceber que o time da Itapirense não estava no mesmo nível do Botafogo.

Até de bicicleta os atacantes visitantes estavam tentando…

Ainda que com menos trabalho, a zaga do Botafogo estava bem postada desde cedo, tendo como destaque Rafael Milhorim!

E lá no ataque o time de Ribeirão Preto foi colecionando oportunidades e chegadas ao gol.

Assim, não foi surpresa quando aos 22 minutos do 1º tempo, David Braw abriu o placar para os visitantes.

E aos 43, Gabriel Amaral ampliou: Botafogo 2×0.

O placar acabou atrapalhando o papo do intervalo com a torcida local sobre a ligação com o time, já que todo mundo tava meio puto…

Com 2×0 na cabeça não dá pra fazer foto sorrindo hoje, né?

Vem o segundo tempo e a Itapirense parece querer diminuir o placar, mas a pontaria também não está muito bem calibrada…

No segundo tempo a postura do time mandante foi bem diferente, com uma marcação mais forte e criando mais chances de gol.

Mas, a pressão não conseguia se converter em lances reais de perigo…

O que desanimava ainda mais a torcida presente.

Até mesmo nas bolas paradas, o perigo era maior para a defesa local, pois geravam contra-ataques do adversário”…

Mas a Itapirense também chegava nas bolas de contra ataque…

Não apenas o gol do time local não saiu, como aos 43 do 2º tempo, Tenner decretou o placar final: Itapirense 0x3 Botafogo.

O sol foi se escondendo e até os refletores deram sinal de vida…

O goleiro do Botafogo que pouco trabalhou bateu a bola para frente para ouvir o trino do apito do árbitro encerrando a partida.

Só deu tempo de bater um papo rápido com o Milhorim, que jogou aqui no Santo André no primeiro semestre e já era hora de voltar pra casa…

Fizemos um vídeo que resume o role, confira:

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 4: o Estádio Municipal Felipe Raulino em Altos

Em julho de 2025 viajamos até o Piauí e foi incrível.
Começando pela capital Teresina, tema dos primeiros posts (sobre o Estádio Albertão, o Estádio Lindolfo Monteiro e o CT do River AC e a Loja do Clube Piauiense).

Agora é a vez de dividirmos como foi o rolê pelo Estádio Municipal Felipe Raulino, a casa do time sensação do momento em Piauí, que neste momento caminha em busca do acesso à série C do Campeonato Brasileiro: a Associação Atlética de Altos, fundada em 19 de julho de 2013.

Então, seja bem vindo(a) a Altos, cidade que faz parte da Grande Teresina e que tem como data oficial de fundação 1922.
Atualmente cerca de 47 mil pessoas vivem no que antes era chamado de São José dos Altos, de João de Paiva, depois Altos de João de Paiva, e finalmente Altos.

Foi bem fácil chegar ao Estádio, porque ele fica quase do lado da estrada, como você pode ver no mapa abaixo do Google:

Sendo assim… Aí estamos nós no Estádio Municipal Felipe Raulino, o “Felipão“, inaugurado em 1992!

É mais um templo do futebol que visitamos e registramos, mas que atualmente vive um grande dilema…

A tradicional Revista Piauí chegou a fazer uma matéria onde relata que uma desavença política teria feito o time local passar a mandar seus jogos na vizinha Teresina.
Uma pena para a população local, que ou simplesmente deixou de acompanhar ou passou a ter que gastar tempo e dinheiro para se deslocar até a capital pra ver o time da sua cidade em campo…
E o campo do Felipão até que está em boas condições…

Suas arquibancadas seguem por lá torcendo para que este imbróglio se resolva e a torcida volte a lotar o Felipão!

Dá uma olhada em como é o campo:

Aparentemente todos os cuidados estão sendo tomados para o campo seguir com bom uso:

Olha aí o banco de reservas e outras estruturas:

O nosso tradicional registro do gol do lado esquerdo:

Do lado direito:

Um zoom no nosso gol:

E o meio campo:

Do lado de onde fiz estas fotos, existe mais uma arquibancada com uma área dedicada às cabines de imprensa:

Ela acompanha a lateral toda do campo.

Imagino que um jogo aqui com casa cheia seja um verdadeiro caldeirão!

Olha como foi uma final lá dentro:

O que nos resta é torcer para que o Estádio volte a receber jogos do Altos e quem sabe até em jogos válidos para a série C.
Aliás, especula-se até a construção de um novo estádio na cidade…

Fizemos um vídeo para recordar pra sempre esse rolê e esse momento, espero que reflita pelo menos uma parte do que sentimos.

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 3: o CT do River e a loja do Atlético Piauiense, em Teresina

Em julho de 2025 tivemos a oportunidade de viajar até o Piauí e foi incrível.
Começando pela capital Teresina, que já foi tema da primeira e segunda parte destes posts (veja aqui a primeira parte sobre o Estádio Albertão e aqui a segunda parte sobre o Estádio Lindolfo Monteiro).
Agora é a vez de dividirmos duas últimas experiência boleiras na capital piauiense, começando pela nossa visita ao CT Afrânio Nunes!

O Centro de Treinamento Afrânio Nunes é a casa do River Atlético Clube.

O espaço fica em uma região um pouco mais distante do centro da cidade, mas super de boa de chegar.

O clube aproveitou para criar uma sala de troféu bem bacana, afinal são muitas conquistas!

O CT possui também essa quadra dedicada ao futsal.

Outro equipamento importante é a sala de imprensa que tem boa capacidade para receber a imprensa local.

O pessoal que estava por lá trabalha com muito afinco e carinho pelo clube e pelo espaço. Agradeço a boa recepção de todos com quem conversamos.

A grande estrela do CT é mesmo o campo de jogo, ou no caso, de treino.

Olhando do lado da chegada ao CT, esse é o gol da direita:

Esse o gol da esquerda, ali atrás estão os equipamentos como piscina, quadra e etc.

E aqui o meio campo (aquele gol ali é um gol “móvel” não é o gol oficial).

E existe até uma arquibancada ali na lateral do campo.

O gramado está super bem cuidado e está todo cercado para que a bola não vá parar muito longe.

Enfim, uma pena não ter conseguido ver um jogo, nem sequer um treino, mas ainda assim fiquei contente de participar um pouco do dia a dia do River.

O segundo rolê deste post foi nossa visita à loja do CA Piauiense.

O Clube Atlético Piauiense, também chamado de CAP ou Atlético Piauiense foi fundado em 14 de novembro de 2019 mas se profissionalizou apenas em 2024, quando sagrou-se vice campeão da segunda divisão do Campeonato Piauiense, conquistando o acesso para a primeira divisão.
E o time tem conquistado vários corações na cidade, muito graças à sua boa organização. Prova disso é sua loja em uma região importante da cidade: a Av Raul Lopes.

E olha que linda a camisa do Atlético…

Os caras também tem um perfil no Instagram (clique aqui e veja).

Fizemos um vídeo resumindo esse rolê boleiro por Teresina, confira:

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ECUS 3×0 Batatais FC – Valeu a vaga na semifinal!

Sábado 2 de agosto de 2025
Depois de uma manhã bem legal na exposição “Baú do Raul”, lá no MIS…

Nos dirigimos uma vez mais até Suzano para acompanhar a partida decisiva da segunda fase, de onde sairia o classificado às semifinais!

O amigo Sérgio Gisoldi novamente esteve conosco no rolê, mas acabamos encontrando outro apaixonado pelo futebol: Airton Tourinho Jr, direto da Bahia, mostrando como os campeonatos de acesso tem sim interesse para quem gosta de futebol!

Infelizmente as arquibancadas do “Suzanão” ainda estão com poucas pessoas…

O alento foi perceber que pelo menos tinha mais gente do que na fase anterior, quando assistimos o jogo contra o Mauá FC (veja aqui como foi!).

A surpresa positiva foi ver o pessoal que torce pelo Batatais presente no jogo, dando mais importância e emoção ao jogo!

Claro que aproveitamos pra trocar uma ideia com o pessoal, afinal o futebol é pra isso! Pra fazer amigos!

Placar calibrado para o começo do jogo…

A partida começou bastante aberta, afinal o Batatais não podia pensar em outra coisa que não a vitória para classificar-se para a semifinal…

O ECUS jogava com uma certa segurança, aproveitando os erros do time visitante para criar suas chances.

Aliás, foi assim que o time chegou ao seu primeiro gol, aos 30’ do 1º tempo com Mateus Goiano.

Se a missão já era complicada, o gol tirou os jogadores do Batatais do equilíbrio e assim, passaram a errar mais. E quando vc erra mais sabe quem começa a acertar tudo? Seu adversário… Assim, Guilherme Formiga acertou um chutaço lindo aos 42’ do 1º tempo, fechando a primeira etapa com um 2×0.

Aproveitei o intervalo para dar um pulo na arquibancada local e trocar ideia com o pessoal do ECUS.

Também pude ver as camisas do ECUS à venda. Estão lindas hein?

No início do segundo tempo, o Batatais bem que tentou apertar mais…

O goleiro do ECUS trabalhou bem e impediu qualquer chance dos visitantes de diminuírem a vantagem construída no primeiro tempo.

A torcida local já sentia se aproximar a possível classificação.

E com o terceiro gol veio até pirotecnia …

Fim do jogo: ECUS 3×0 Batatais.
ECUS classificado para a semifinal, a ser jogada contra o time do Mauá FC.
Quem passar carimba a faixa para a série A4.

O presidente Willian bateu um papo com a gente:

Se você quer conhecer mais sobre o presidente do ECUS, a gente bateu um papo maior com ele junto do pessoal do 1902futebol:

Festa merecida dentro e fora de campo!

O atleta Júlio mandou um alô também:

Segue o vídeo que fizemos sobre o jogo:

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Especial As Mil Camisas no Piauí – parte 1: o Estádio Albertão, em Teresina

Em julho de 2025 tivemos a oportunidade de viajar até o Piauí e foi incrível.

Visitamos várias cidades e aprendemos muito com cada pessoa que conversamos. Obrigado por isso, futebol…
Tudo começou na capital do estado: Teresina!

Única capital nordestina fora do litoral, Teresina tem sua realidade ambientada por 2 importantes rios: o Poty (esse abaixo) e o Parnaíba.

Fomos apresentados ao abacaxi temperado (alguém já conhecia de outro lugar?) que é a metade de um abacaxi servido na casca mesmo, coberta com pimenta, sal e leite condensado.

Além disso, só posso dizer que Cajuína é vida.

Essa é a Ponte Estaiada do Sesquicentenário Mestre João Isidoro França, um marco para celebrar os 150 anos da cidade, inaugurada em 2010. Mas não rola mais visitas à parte superior (a vista deve ser linda).

Abaixo da ponte, uma rica cena esportiva e cultural com uma das faixas de trânsito fechada aos carros para que a população possa aproveitar.

É muito difícil tentar resumir uma cidade tão linda e tão importante como Teresina em um mero post…
O que posso fazer é enumerar alguns pontos como a Central de Artesanato Mestre Dezinho.

Um suco de Tamarindo combina bem com tanta arte.

Além da grande riqueza artística e artesanal, o espaço guarda uma parte triste da nossa história como país: ainda há no local um porão que foi utilizado como sala de tortura, durante o período da Ditadura Militar.

Também fomos até o mercado central pra sentir um pouco da vibe do centro da cidade. E adoramos!

Esse é o nosso país. E é bom ver um montão de frutas, verduras e legumes produzidos no nosso próprio território e que poderiam gerar um Brasil ainda mais igual e com menos fome.

Nossa passagem por Teresina foi uma aula viva sobre o Brasil que muitos ainda não conhecem.
A arquitetura, a culinária, o sotaque, os mercados e a força do povo piauiense.

Cada conversa que tivemos, cada sorriso que recebemos e cada rua que caminhamos foi uma confirmação de que viajar é também um ato de escuta e aprendizado.

E tem também uma série de produtos ligados à cultura nordestina que também tem que ser visto como motivo de orgulho para o piauiense e para o brasileiro em geral.

A literatura de cordel sobrevive!!

Ali bem próximo do mercado está o outro rio tão importante: o Parnaíba.
A outra margem já é área do Maranhão (cidade de Timón).

O primeiro Estádio que fomos registrar nesse rolê foi o Governador Alberto Tavares Silva, o “Albertão“.
E olha a fachada que te recebe logo na chegada!

Arquitetura muito bonita e moderna pra um estádio que em 2023 completou 50 anos!

O pessoal que trabalha lá no estádio foi bastante receptivo e permitiu que a gente desse uma volta na parte interna para registrar o chamado “Gigante da Redenção“.

Para quem acha que o futebol do Piauí não tem representatividade, se liga nesse mapa dos times só de Teresina:

Esse busto do Governador Alberto Tavares Silva está na parte interna do estádio.

Tem até uma foto dele batendo um penalty na inauguração do estádio.

Então é hora de finalmente conhecer mais este templo do futebol, o mais importante do estado do Piauí! Vem com a gente!

O estádio tem capacidade para 44.200 torcedores, mas atualmente a Federação tem liberado apenas metade desse número.

Mas é bonito demais não?

Aí eu te pergunto…
Aí no seu estado é “cadeira cativa” ou “cadeira perpétua” que se fala?

Essa marquise imponente chama a atenção…

Tem uma história pesadona do dia da inauguração do estádio (26 de agosto de 1973), quando jogavam o Tiradentes local contra o Fluminense do RJ.
Uma histeria coletiva causada por alguém que gritou que o estádio estava cedendo tirou a vida de ao menos 5 torcedores, além de ferir quase uma centena de pessoas.
É triste. Sempre penso na família e nos amigos que ficaram e realmente é uma situação muito difícil…

Espero que as muitas tardes de alegria que o futebol proporcionou neste lugar tenha ajudado a diminuir essa “bad vibe” que marcou a estreia.

Aí está o astro rei do nosso futebol: o gol!

Uma pena não ter conseguido assistir nenhum jogo nessa arquibancada…

Mas só de estar presente ali já foi uma experiência incrível!!
Estar ali dentro do Albertão foi como entrar num território sagrado.
Mesmo vazio, o estádio pulsa.
Dava pra ouvir o eco dos nossos passos nas arquibancadas ressoando como se carregasse vozes antigas, gritos de gol, vaias, aplausos…
É fechar os olhos e ouvir a torcida cantando (será que tomei muita cajuína??)

O concreto envelhecido, os assentos gastos, as curvas da marquise, os bancos de reserva… tudo conta uma história.
É como se o estádio estivesse dormindo, à espera do próximo domingo, do próximo hino, do próximo gol.
E mesmo assim, sem jogo, ele já nos entrega um espetáculo.

A cada passo, tentava imaginar como seria ver um jogo ali de verdade.
A bateria das torcidas, a tensão de uma cobrança de falta, a alegria de um gol aos 46 do segundo tempo…

É sempre legal pensar que um monte de gente viveu momentos inesquecíveis nesse lugar, pais com filhos, amigos de infância, jogadores que realizaram sonhos.

Vamos embora?
Antes, parei no meio da arquibancada, respirei fundo e só agradeci.
Por estar ali. Por poder ver com meus olhos algo que tantas vezes só vemos pela televisão ou em registros antigos.
Foi um encontro com o futebol em seu estado mais puro: concreto, sol, silêncio, memória. E foi lindo. Muito obrigado, Albertão.

Fizemos esse montão de foto pra pelo menos guardar bastante lembrança desse momento incrível!

Ao sair do Albertão, carregávamos um misto de respeito e admiração por tudo que ele representa para o futebol do Piauí. Não é apenas um estádio: é um palco onde milhares de histórias se cruzaram, de gols incríveis a momentos difíceis como aquele da inauguração, que marcou tantas vidas.

Nos próximos posts vamos mostrar outras 3 aventuras boleiras em Teresina e depois estádios de outras cidades piauienses que nos acolheram com o mesmo carinho: Altos, Piripiri, Piracuruca, Luis Correia, Parnaíba, Buriti dos Lopes e Campo Maior.

Seguimos com nossa missão de documentar estádios, clubes, histórias, cores, rostos e realidades que não cabem nos grandes centros e que merecem ser lembradas com o mesmo entusiasmo. Porque o futebol está em todo canto, e a cultura que o envolve é sempre maior do que o próprio jogo.

Ah, fizemos 7 vídeos sobre o rolê misturando música, fotos e vídeos dos estádios visitados, confira o primeiro deles que mostra um pouco mais do Estádio Albertão:

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EC Santo André 0x2 AD São Caetano – Copa Paulista 2025

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Uma visita para ficar na memória: Pará inspira a garotada do Sub-15 na Arena Aclimação

Na tarde de sexta feira, 27 de junho, a Arena Aclimação viveu um momento especial que vai ficar marcado na memória de muitos jovens atletas.
Quem apareceu por lá foi ninguém menos que Pará, lateral multicampeão que passou por clubes de peso como EC Santo André, Santos, Grêmio, Flamengo e Portuguesa, construindo uma carreira marcada por superação, garra e títulos.
O clima de treino deu lugar à empolgação quando o ex-jogador chegou para dar um alô aos meninos do Sub-15, que ainda estão dando os primeiros passos na trilha do futebol — a mesma que ele trilhou há alguns anos. Mais do que posar para fotos ou trocar abraços, Pará fez questão de conversar com a molecada, compartilhando um pouco de sua história e, principalmente, o começo difícil que viveu no futebol.

Ele contou como foi deixar a casa ainda jovem para correr atrás do sonho e como encontrou no EC Santo André o primeiro espaço para mostrar seu talento. Falou sobre a importância da disciplina, humildade e perseverança, valores que, segundo ele, o acompanharam até as grandes conquistas.

A presença de um ídolo como Pará — que já enfrentou os maiores clubes do Brasil, disputou finais históricas e levantou taças — ali, no campo onde tantos jovens sonham com o mesmo caminho, foi mais do que uma visita: foi uma injeção de esperança e uma aula de realidade.

Em tempos de imediatismo, ouvir alguém que veio de baixo e chegou ao topo com os pés no chão faz toda a diferença. E foi bonito ver nos olhos da garotada aquele brilho de quem passa a acreditar mais em si mesmo.

Pará foi embora, mas deixou ali uma semente plantada. Talvez dali saiam os próximos grandes nomes do futebol brasileiro. Talvez não. Mas com certeza, saíram dali jovens mais motivados, mais confiantes e conscientes do que é preciso para chegar longe.
Vale lembrar que no sábado o Pará ainda esteve na bancada apoiando o Ramalhão:

Obrigado, Pará. E parabéns ao pessoal do Aclimação sempre de portas abertas para quem respeita e valoriza a base. ⚽💙

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Rebolo – Artista plástico e boleiro

Essas últimas semanas temos visitado várias exposições e sempre encontro uma pitada de futebol nelas.
Acabei me lembrando de quando o amigo Danilo “Mandioca” me apresentou esse cara da foto acima: Francisco Rebolo Gonsales, conhecido como “Rebolo“, nascido num já longínquo 22 de agosto de 1902 e falecido em 10 de julho de 1980.
Francisco Rebolo começou sua carreira como atleta na Associação Atlética São Bento em 1917 e em 1922, foi para o Sport Club Corinthians Paulista.
Em 1934 encerrou a carreira jogando pelo Ypiranga para dedicar-se mais intensamente à carreira de pintor e entre um monte de trabalhos legais, fez esse ícone que retrata não apenas o futebol paulista e brasileiro mas toca diretamente na questão do racismo ao retratar o negro como um dos protagonistas da cena retratada!

Rebolo fez parte do grupo conhecido como “artistas proletários”, dentro do movimento modernista.
E sua ligação com o futebol e em especial com o SC Corinthians foi ainda mais profunda, já que no início dos anos 30 ele desenhou o escudo do Sport Club Corinthians Paulista, usado até hoje.

Hoje, sua obras são gerida pelo Instituto Rebolo, já que Rebolo morreu de infarto em 10 de julho de 1980.
Quem disse que arte e futebol não podem andar junto?

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EC Santo André 0x0 AA Portuguesa Santista

Sábado, 14 de junho de 2025.
Mais um campeonato que se inicia: a Copa Paulista.
Ajustem seus sonhos, é mais uma oportunidade de se sagrar campeão!
E lá vamos nós ao Estádio Bruno José Daniel para a primeira partida do Ramalhão e da Briosa!

Declaremos aberta a Copa Paulista 2025!!!

Talvez seja só o resultado do frio, ou talvez a cada ano que passe, menos gente venha para as arquibancadas… Mas desistir, nunca!

Seja como for, ainda existem muitos apaixonados pelo EC Santo André. Nas boas a nas más. Como o pessoal da Fúria!

Mais um dia apoiando nas bancadas!

Olha que bonita a faixa relembrando e homenageando a antiga Torcida Jovem:

Abraço aos nossos amigos da baixada!

Quem tem ido cada vez menos é o povão que sempre ajudou a encher nossa bancada…

Destaque para a presença do Alexandre Seichi, treinador do nosso time sub-20!

O jogo até que começou animado com o Santo André atacando bastante, marcando a saída da bola e até arriscando de longe.

A torcida merecia um primeiro resultado melhor…

Teve chance de falta criada ainda no primeiro tempo…

Abraços pro Jessik e pro amigo do Capuava!

A Fúria grita: Vamos, vamos, Santo André!!!

É bacana ver que esse pessoal ainda acredita no time e também criou uma relação muito bonita entre eles!

Mais uma chance…. E olha quem aparece no momento final do vídeo com mais um projeto realizado: Doug e suas toucas do Acervo 1967!!!

E aí o pessoal que sempre assiste o jogo no ataque e que mais uma vez saiu sem gritar gol…

E olha que ainda no finzinho do jogo o Santo André teve chance no escanteio:

Não foi hoje que a linda bandeira do Sérgio celebrou uma vitória…

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é copa-paulista-2025-santo-andre3-1024x768.jpg

Mas, o 0x0 persistiu até o fim de jogo…
Ainda assim, nosso time veio até a arquibancada para um alô!

Bom pra molecada que fez a festa!

O que pensa o pessoal do PNO sobre o jogo:

E um dos integrantes da Fúria?

Santo André foi a campo com: Marcão; Vitor Hugo, Wesley Brito (Diego Domene), Yuri Santana e Paulo Henrique; Nicolas Paiva, Flávio, Jhonathas (Pato) e Nicollas Nascimento (Robinho); Kaka (Caique) e João Guilherme (Luisinho). Sob o comando do técnico José Oliveira.

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O dérbi de Paulínia: Sporting Club Paulinense x Paulínia Futebol Universitário

Sábado, 24 de maio de 2025.
Paulínia, cidade que há anos não tem um time nos campeonatos profissionais, recebe nas categorias de base do Campeonato Paulista sub-15 e sub-17 o seu derbi: Sporting Club Paulinense x Paulínia Futebol Universitário!
Assim, voltamos, depois de tanto tempo ao Estádio Luís Perissinotto!

De um lado o Sporting Club Paulinense, fundado em 2003 e filiado desde 2024 na Federação Paulista de Futebol, disputando o dérbi como mandante.
Do outro lado temos o Paulínia Futebol Universitário, que usa o registro do antigo Paulínia FC para competir!

O estádio, apesar de simples, ainda carrega aquele charme das tardes de futebol raiz que tanta gente sente falta.
Aqui pode se ver o meio campo, com a estrutura dedicada à imprensa e diretorias dos times:

O gol da direita:

E o gol da esquerda, onde ao fundo você vê a arquibancada visitante.

A grata surpresa foi a torcida do Sporting que está levando a sério a ideia de se organizar para apoiar o time!

Bexigas, uma camisa própria bem legal e até uma faixa lá no campo garantiram um clima de jogo que não vimos em vários jogos da Bezinha esse ano…

A rivalidade ainda é recente, mas já desperta emoções dignas de clássicos históricos.

A bateria estava mesmo animada!

Mas nada disso foi suficiente para segurar o sub-15 do Paulínia FU, que mesmo jogando como visitante venceu por 3×1, para a alegria de sua torcida.

O lado do Sporting ficou bem chateado, disseram que a derrota não estava nos planos deles…

Findado o jogo do sub-15 fui dar um rolê pelo Estádio…

Entram as equipes do sub-17 e a expectativa é grande!

É bonito ver pais, familiares e torcedores vibrando juntos, mostrando que a base também movimenta corações.

Começa o jogo do sub-17…

A torcida segue animada mas como o sol era forte… O chapéu deve ter ajudado a manter a cuca fresca!

Para uma disputa de categorias de base o clima e a rivalidade estavam até um pouquinho acima do esperado…

As faltas próximas da área se tornaram as principais chances do Sporting…

Em campo, o jogo também estava pegado…
A molecada entrou na pilha da torcida e estavam dando tudo de si.

E se em campo o Sporting jogava pressionando como mandantes devem fazer, na bancada, o pessoal da torcida tentava fazer o time se sentir em casa!

Escanteio pro Sporting

Mas o gol… não saia…

Ainda dava tempo de ir para a outra entrada e acompanhar o fim do jogo pela torcida visitante do Paulínia FU.

Olha aí a atual camisa do Paulínia! Mesmas cores da antiga camisa (veja aqui) mas um novo brasão!

Agora ao lado da torcida do Paulínia, foi a vez de torcer pelo time que, ao menos na tabela, está mais fraco.

Se do lado do Sporting, o chapéu era a arma contra o sol forte, do lado visitante, o guarda-chuva foi a melhor solução…

O clima do lado do Paulínia Universitário também estava quente, mostrando que embora o dérbi seja da base, o sentimento nas arquibancadas é profissional… E… olha o gol!!!

O campo, velho conhecido da cidade, sorria ao ver a vida voltar a correr por suas linhas e principalmente na bancada!

Entre olhares atentos de pais, amigos e curiosos, a base mostrava que o futebol da cidade está mais vivo do que nunca.

Durante o intervalo as provocações entre torcida, comissão técnica e time ficaram tensas… Mas nada saiu do controle.

A gritaria das torcidas e o barulho da bateria trouxeram de volta uma energia que o estádio não sentia fazia anos.

O Paulínia também desperdiçou chances em bola parada…

O jogo terminou no 1×0 para a bronca da torcida local.
É nesse tipo de confronto que surgem as primeiras rivalidades, os primeiros ídolos e, quem sabe, os futuros craques.

Mais um dia vivendo a cultura do futebol!
Mais do que resultados, esse tipo de jogo mostra que o futebol ainda pulsa forte nas cidades do interior, mesmo na base.
No final da tarde, o dérbi teve ainda sua versão no sub 20, e com o mando era invertido, os visitantes do Sporting Club Paulinense venceu por 3×0.

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