Em 2009, o Santo André disputou a série A do Campeonato Brasileiro. Por coincidência, a equipe Easton Cowboys and Cowgirls esteve em turnê pelo Brasil para disputar uma série de amistosos. E assim, conseguimos levar os ingleses ao Estádio Bruno José Daniel para acompanhar Santo André x Flamengo.
O Easton é uma equipe de futebol (entre outros esportes) criada em 1992, em Bristol, Londres. O site deles é http://eastoncowboys.org.uk .
No final de 2011, tivemos a oportunidade de conhecer a capital da Paraíba, João Pessoa e nos encantarmos com a natureza, a cultura e principalmente as praias da região!
Pra quem gosta de tranquilidade, a melhor dica é a praia de Coquerinhos.
Falando em coqueiros, não deixe de experimentar o coco amarelo…
Aliás, coco em João Pessoa é barato. A gente tomava uns 6 por dia, e olha o preço….
Outra dica bacana é a loja Comic House, para aqueles que como eu curte quadrinhos.
O site deles é www.comichouse.blog.br e esse é o Manassés, proprietário da loja e que entende pouco de quadrinhos…
Outro rolê legal é visitar os diversos mercados, esse é o de Tambaú:
Também vale a pena conhecer o centro da cidade, e dar uma olhada na vista do Rio Jaguaribe (na foto, dá pra ver o porto local).
Mas o negócio mesmo é curtir um relax… Descanso total!
Pra quem não sabe, o ponto mais oriental do Brasil fica em João Pessoa, também conhecido como “Ponta do Seixas”.
Ah, e cuidado com o sol…
Uma curiosidade sobre a região, é que na cidade vizinha, Cabedelo, fica o km 0 da Transamazônica.
Um passeio bem brega, mas que é engraçado e até bacana, é a ida até a Praia do Jacaré e curtir o por do sol ao Som do Bolero de Ravel. Ai, é cada uma, meu irmão…
Mas olha, o negócio mesmo é curtir as praias e suas águas cristalinas.
Bombaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Eu acho muito loco quando a água do mar se encontra com algum braço de rio de água doce…
Mas a Paraíba reserva ainda outros cenários maravilhosos que merecem ser visitados, como a praia do Tambaba (já no município vizinho de Conde):
Daria pra passar um tempão falando das praias e mostrando as fotos, mas se você está nesse blog é porque curte futebol, então vamos logo com isso! Antes de mais nada, vale a pena uma parada no centro da cidade para conhecer um ponto muito bacana onde vendem-se pôsteres de futebol.
Mas o ponto alto do rolê boleiro foi conhecer o Estádio José Américo de Almeida Filho, o tradicional “Almeidão”.
O estádio foi inaugurado em 1975, num jogo entre o Botafogo local e o Botafogo carioca, sendo vencido pelos visitantes por 2×0, frente a mais de 15 mil pessoas.
O Estádio fica num bairro um pouco afastado do centro, e por isso praticamente vazio nos dias que não tem partidas acontecendo.
Mas, nem por isso, o estádio deixa de ter seu valor histórico!
O projeto arquitetônico do lado externo é bastante diferenciado!
Mas infelizmente, o estádio está meio descuidado… Olha o entorno, quase desértico:
O Estádio fica no Bairro do Cristo Redentor.
Segundo um amigo de lá, o roda viva, famosa “casa de diversões adultas”, tão cantada pelos Raimundos, nos anos 90, fica ali nas proximidades do Estádio.
Como nos consideramos atletas, temos o direito de entrar e dar uma olhadinha no campo…
Atualmente, o estádio tem capacidade para cerca de 36 mil pessoas.
O recorde de público aconteceu no ano de 1998, na final do campeonato estadual Botafogo 2 x 0 Campinense, 44.268 torcedores.
O futebol é mesmo incrível. Atualmente, esse estádio está vivendo dias agitados na disputa da série D do brasileiro 2013.
Sem dúvida, mais um grande momento do nosso blog, em um estádio de grande importância para a diversificação do futebol brasileiro.
O futebol Paraibano está se desenvolvendo e enfrentando as dificuldades de competir com o milionário futebol do sudeste, mas as coisas vão melhorando.
O Botafogo já está melhor estruturado e tem até uma loja bacana com seus produtos a venda!
Faltava algo pro rolê ficar perfeito: uma camisa do Auto Esporte, time que sou fã, na Paraíba. Procurei por todas as lojas possíveis e nada, quando já estava quase desistindo, encontrei
Quando já estava na hora de ir embora, em pleno aeroporto, ainda deu tempo de encontrar o eterno capitão do Santo André: Dedimar!
Aproveitando o post anterior sobre o futebol capixaba (veja aqui como foi), a 164ª camisa de futebol do nosso blog vem, pela primeira vez, do Espírito Santo. Conseguimos a camisa na nossa viagem até Vitória, onde pudemos conhecer alguns estádios locais e as belas praias do estado capixaba.
A camisa pertence ao Rio Branco Atlético Clube, o “Capa-Preta” do Espírito Santo.
O time foi fundado em junho de 1913, como “Juventude e Vigor”, e no ano seguinte mudou seu nome em homenagem ao Barão de Rio Branco. Seu mascote é uma homenagem a um excêntrico torcedor que ia aos jogos com uma capa preta:
É o maior detentor de títulos capixabas: são 36 campeonatos. E é também um time bastante democrático, tendo disputado as séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro.
Mandava seus jogos no “Estádio de Zinco“, mas a partir de 1936 passou a mandar seus jogos no Estádio Governador Bley, na época, o terceiro maior do Brasil, ficando atrás apenas do São Januário, do Estádio das Laranjeiras.
O Rio Branco conquistou seu primeiro título em dose dupla: um bi-campeonato em 1918/1919, e esse era o time:
Em 1929/1930, novo bicampeonato! E se o começo foi marcante, a sequência do Rio Branco foi ainda melhor, com a conquista do hexacampeonato entre 1934 e 1939. Nessa época, o capa-preta ficou em terceiro lugar na Copa dos Campeões Estaduais de 1937, a primeira competição nacional, do Brasil. Mais um bicampeonato em 1941/1942, aqui, o time de 1942:
E não parou por aí. Vieram um tricampeonato entre 1945 e 1947, e mais dois campeonatos em 1949 e 1951. Em 1957, outro título!
A década de 60 trouxe outros 5 títulos, assim como nos anos 70. Em 1982, nova conquista estadual com o elenco:
Em 1983, um novo motivo de orgulho para o time: a construção do mais moderno estádio do estado, o Estádio Kleber Andrade, que nunca teve suas obras finalizadas, mas foi inaugurado em um amistoso contra o Guarapari. No mesmo ano, sairia mais um título, com o time abaixo:
Ainda nesse ano, outro detalhe importante, o técnico Luxemburgo, começava sua carreira no time do Rio Branco!
Chegamos a 1985, e mais uma conquista, dessa vez, frente a mais de 25 mil torcedores!
A conquista do estadual levou o Rio Branco a disputa da série A do Brasileiro de 1986, veja um resumo de como foi esse ano tão especial, para a torcida do Rio Branco!
Os times visitantes sentiam a a pressão da torcida, só pra se ter uma ideia, no jogo contra o Vasco, mais de 50 mil torcedores estiveram presentes.
O time conseguiu uma boa campanha e manteve-se na série A, em 1987. Porém, os anos 90 trouxeram o fim dos sonhos (isso aconteceu com muitos times). Vieram as dívidas e os títulos secaram. O time chegou a cair para a segunda divisão estadual. A retomada veio em 2003, quando torcedores do time começaram um movimento pela recuperação do Rio Branco, até que em 2008, o clube saldou suas dívidas, com a venda do seu estádio para o governo. Finalmente, em 2010, o time voltou levantar o caneco de campeão, 24 anos depois do último título.
Quando as coisas pareciam se acertar, em 2013, ano do centenário do clube, o Rio Branco acabou rebaixado no Capixaba. Não é fácil a vida do torcedor… Para maiores informações sobre o time, visite o www.capapreta.com, feito pela própria torcida do Rio Branco.
Mais um rolê em busca de estádios, histórias, amigos e memórias. Dessa vez, embora frustrado por não poder acompanhar um jogo, fomos conhecer o Estádio da Desportiva Ferroviária de Cariacica, time que tenho ouvido muito falar, nos últimos anos, principalmente pelo amigo e torcedor Thiago Nunes Abikahir.
Cariacica é um município da “Grande Vitória”, mais ou menos como as cidades do ABC em relação a São Paulo. Você nem percebe que saiu e já está lá. O nome da cidade vem da expressão “Cari-jaci-caá”, utilizada pelos índios para identificar o porto onde desembarcavam os imigrantes. Sua tradução é “chegada do homem branco”.
E assim como no ABC, Cariacica também tem suas quebradas…
Estivemos lá no carnaval de 2013 e pudemos conhecer diversos Estádios da região de Vitória, e um deles foi o Estádio Engenheiro Alencar de Araripe, ou simplesmente Engenheiro Araripe, como é mais conhecido.
Atualmente este é o principal estádio do Espírito Santo, com capacidade para mais de 15 mil torcedores.
Enquanto não se termina o novo Estádio Estadual Kleber Andrade, o Engenheiro Araripe vai se consagrando como casa do futebol capixaba.
O Estádio também está passando por obras e melhorias nas arquibancadas atrás do gol.
Mas nada que interrompa a rotina de receber jogos. Chegamos numa sexta feira de noite, quase sábado, e no final da tarde o campo já havia recebido mais um jogo da Desportiva Ferroviária. Um estádio muito bacana, pra calar a boca de quem acha que o Espírito Santo não tem uma cultura futebolística interessante.
O Estádio foi fundado em 1966, e teve sua partida de estreia entre a Desportiva Ferroviária e o América do Rio de Janeiro, jogo vencido pelos cariocas por 3 a 0. Naqueles tempos a capacidade era de cerca de 28.000 torcedores.
O Estádio tem uma parte coberta bem grande e um anel de arquibancada descoberta que envolve todo o campo.
Encontramos uma relação dos jogadores que disputaram a partida da tarde anterior… Resquícios do futebol pré carnaval em terras capixabas…
Pra quem achava que o Espírito Santo não tinha uma cancha forte… Ta aí!
Ficamos satisfeitos pela oportunidade de conhecer esse Estádio e de poder apoiar um dos estados que, na minha opinião, teria que ser muito mais valorizado do que é.
Nesse momento em si, falamos da casa da Desportiva Ferroviária, mas esperamos, dentro da nossa humilde força e alcance, contribuir para o fortalecimento do futebol capixaba.
Vale contar que em 2011, a Desportiva Ferroviária conseguiu adiar o leilão do estádio para pagamento de dívidas acumuladas.
O Engenheiro Araripe recebeu o único jogo oficial da seleção brasileira, no estado do Espírito Santo, em 1996, na vitória contra a Polônia, por 3 a 1.
O estádio foi ainda o local de mando de jogo da Desportiva Ferroviária, no Brasileiro Série B de 1994. Independente de resultados, a cultura da cidade e região merece seu valor!
Colorir as ideias… Acho que essa é uma excelente resposta para quando te perguntarem por que viajar.
Vamos contar hoje um pouco sobre a cidade e o futebol da bela Aracaju!
Pra quem acha que viajar para o Nordeste se resume a conhecer Salvador, Natal e Maceió, vale a pena conhecer outros destinos e entre eles, eu recomendo Aracaju!
Aracaju tem praia, mas não depende só delas para ser um passeio bacana. Tem várias opções de diversão, como por exemplo o Oceanário da cidade!
Para quem curte punk rock e demais vertentes suburbanas do punk, a dica é a loja Freedom, que fica pertinho do Centro de Artesanatos.
O dono da loja é o Sílvio, vocal do Karne Krua, tradicional banda punk, com quem eu trocava cartas nos anos 90, antes da Internet e na época que eu escrevia não um blog, mas um fanzine, o Choque!
Como toda boa cidade, tem um mercadão que precisa ser visitado (a foto que abre o post foi tirada na rua, em frente ao Mercado). Tem frutas deliciosas e uma loja que vende camisas de futebol (réplicas) com ótimos preços. O Mercadão fica em frente o rio Sergipe.
Mas, não há como negar, a cidade tem praias! Não são azuis como as concorrentes da região, porque há muitos rios na cidade que correm par o mar. Pra quem olha a natureza com outros olhos, a cidade é um paraíso!
Aracaju é uma cidade planejada, construída mesmo. Boa parte do litoral foi aterrado e tem detalhes diferentes, como as lagoas na praia do Atalaia, que ficam há menos de 500 metros do mar.
O futebol local, embora seja pouco divulgado e valorizado, é bem diversificado.
O estado de Sergipe possui duas divisões profissionais e diversas competições amadoras. O site da Federação Sergipana de Futebol é www.infonet.com.br/fsf.
Os principais clubes do estado são o Confiança, o Sergipe e o Itabaiana, além de contar com dois clubes de nomes bastante familiares: River Plate (de Carmópolis) e Boca Juniores (de Estância).
O principal Estádio da cidade de Aracaju é o Estádio Estadual Lourival Baptista, o Batistão. Fomos até lá dar uma olhada nele!
O Estádio foi inaugurado em 1969 e por ser estadual, recebe jogos de diversos clubes sergipanos e até amistosos da Seleção Brasileira.
Deu pra perceber que o estádio recebe muita atenção do governo.
Conseguimos adentrar ao campo pra ter uma visão completa de mais esse templo do futebol!
Ainda sonho com o dia em que o futebol local será valorizada, independente de onde seja.
Foi inaugurado em 1969, com um público de 45.058 pessoas, num jogo que reuniu times da Federação Sergipana de Desportos/FSD e a Seleção Brasileira de Futebol.
Um olhar “panorâmico”pelo Estádio…
O Governo de Sergipe prometeu ampliar o Batistão para 40.000 pessoas. A Mari decidiu esperar no banco de reservas…
Olha a cor do céu… Jogar ali no sol, não deve ser fácil…
Até o gramado parece sofrer com o sol intenso…
Um estádio grande e muito bonito, que merece um time bacana!
Mais uma vez ficamos orgulhosos em conhecer um templo do futebol, o Estádio Estadual Lourival Baptista.
Curiosidade: o Estádio abriga uma série de Federações esportivas, entre elas… a de Luta de Braço!
Aqui, uma das entradas do estádio.
Hora de voltar para a cidade e encontrar cajús gigantes pelas ruas…
Pra terminar, mais cores, desta vez nos sucos pela cidade…
Tivemos a oportunidade de conhecer o Estádio num dia de muito agito! Era a final do segundo turno do campeonato carioca e embora o jogo fosse no Estádio do Engenhão, havia bastante gente em São Januário pra comprar ingresso.
Antes da construção de São Januário, o Club de Regatas Vasco da Gama mandava seus jogos no campo do Andaraí, que depois se tornaria o campo do América e infelizmente se transformaria no Shopping Iguatemi. O Estádio de São Januário foi inaugurado em abril de 1927 e por décadas, ostentou o título de maior estádio particular da América do Sul.
O estádio tem alguns detalhes muito bonitos e diferentes da maioria dos estádios de futebol.
Sua fachada, em estilo neocolonial, é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O Estádio de São Januário, também chamado de “Colina histórica” não é apenas um palco de futebol: é um monumento vivo da história brasileira, da luta por igualdade e da paixão de uma torcida que nunca abandona seu time Mas seu verdadeiro tamanho está nas histórias que carrega.
Foi nele que o clube desafiou a elite do futebol carioca, na década de 1920, ao incluir jogadores negros, pobres e operários em seu elenco, enfrentando o preconceito escancarado de uma época em que a cor da pele ou a origem social eram barreiras. A resposta do Vasco à exclusão imposta pelas ligas da época — a famosa “Resposta Histórica” — tornou-se símbolo de resistência e orgulho. Desde então, São Januário se consolidou como um espaço onde a justiça social e o esporte caminham juntos. E além de tudo, é lindo!
Visitar São Januário é uma experiência que vai além da paixão clubística. É conhecer um espaço sagrado do futebol brasileiro, onde cada canto, cada mural, cada degrau carrega a força de uma história que inspira. É estar diante de um símbolo de coragem, inclusão e tradição. É entender por que o Vasco da Gama e seu estádio são referências não apenas no esporte, mas na construção de um Brasil mais justo e apaixonado por sua identidade. São Januário não é só do Vasco. É de todos que acreditam que o futebol pode transformar o mundo.
O jogo de inauguração aconteceu em 1927, contra o Santos que acabou vencendo por 5 a 3.
Em 1928, foram inaugurados os refletores e a arquibancada atrás dos gols, num jogo contra o Wanderers, do Uruguai. O Vasco venceu por 1 a 0.
O Estádio São Januário foi palco de diversas finais, do brasileiro (contra o São Caetano, quando houve a queda de parte da arquibancada), da Libertadores de 1998, da Copa do Brasil de 2005 e de 2011.
O estádio que já teve capacidade para mais de 40 mil pessoas, hoje tem um limite para pouco mais de 24 mil torcedores. Uma pena…
Nessa quarta feira, a série A2 voltou à ativa. Sem dúvida os estádios do interior de São Paulo terão dias de emoção, diversão e agito!
Nós fizemos nossa parte como torcedores e fomos até o Estádio Municipal Doutor Augusto Schmidt, em Rio Claro para assistir à estreia do Santo André frente ao Rio Claro.
Aproveitamos a faixa pra fazer um “merchan” da nossa banda, o “Visitantes“.
Os estádios seguem como sempre… Torcidas Organizadas, faixas, pouco público… E tudo o que for necessário pra sua proteção…
A torcida local compareceu, aqui o pessoal da Sangue Azul.
Fomos bem recebidos pelo público local e mesmo próximas as duas torcidas não se provocaram, mantendo um clima familiar na estreia.
Em campo, um jogo difícil de jogar e de assistir. Partida disputada e truncada, atrapalhada pela falta de ritmo dos dois times.
O Estádio Municipal Dr. Augusto Schimidt Filho possui ainda um lado coberto, que contou com a presença de alguns torcedores.
Aí estão os dois lados da cor azul…
Embora fosse a estreia da série A2, pra nós já era a terceira viagem do ano, após acompanhar o time na copinha, na cidade de Leme.
Fica aí nosso alo para os torcedores das duas equipes que acabaram empatando por 1×1. E preparem-se para 2012, porque o ao promete jogos e estádios fantásticos!
Sexta feira de muito sol pelo interior de São Paulo e após uma estrada sem nenhum trânsito, chegamos rapidamente à cidade de Leme. Nosso objetivo: o Estádio Municipal Bruno Lazzarini!
É o primeiro jogo do ano e tinha que ser do nosso clube do coração, o Santo André, frente a outra potência futebol brasileiro, o Internacional-RS.
Se a torcida do Santo André não é das maiores, sem dúvida tem se tornado uma das mais presentes. Para nossa surpresa até que tinha bastante que saiu de Santo André para acompanhar o time.
O pessoal da Fúria Andreense mais uma vez homenageou o jovem Lucas Moraes que faleceu no final do ano, em Itanhaém.
A torcida do Internacional também apareceu por lá! Aliás, tanto Ramalhinos quanto torcedores do Inter foram muito bem recebidos pela torcida local.
Torcida local que ficou bastante triste ao ver no jogo de abertura mais uma derrota do Lemense, que acabou eliminando o time da fase seguinte.
A eliminação precoce castiga o trabalho muito bem feito pela Prefeitura e por toda cidade que se envolveu e que tem se acostumado à realidade da Copinha. Até informativo eles distribuíram.
Falando um pouco do jogo, o Inter veio com tudo pra cima do Santo André, no primeiro tempo. Tudo o que o Ramalhinho pode fazer foi se defender e contar com a boa atuação do seu goleiro. O calor estava muito forte, desgastando os atletas e a torcida…
Durante o intervalo, aproveitei para conversar com alguns torcedores locais, infelizmente como estava tendo uma série de sorteios, anunciados pelo sistema de som, o áudio da entrevista que fiz ficou ruim, mas fica aí a imagem do amigo José, torcedor do Lemense, em apoio à idéia “Apoie o time da sua cidade”.
O estádio recebeu um bom público!
O jogo recomeçou e para a surpresa da imprensa (que insiste em “desconhecer” o Santo André) o Ramalhão fez 1×0. Festa em azul e branco, nas arquibancadas do Brunão (por coincidência, o Estádio do Lemense chama-se Bruno Lazzarini).
Mas, o segundo tempo estava recheado de emoção. Pouco após o gol, o Santo André teve um jogador expulso. E pouco após a expulsão começou a chover. Mas choveu muito. E o time do Inter veio com a mesma força em busca do empate. O Ramalhinho lavou a alma do time e da torcida. A chuva ajudou a limpar qualquer resquício de 2011 e assim, fomos pra rede mais uma vez. Santo André 2×0 Internacional. E fim de papo. E fim de chuva. Restou aos poucos encharcados assistir ao apito final.
E a comemoração foi como a que todo torcedor sonha… Com raiva, felicidade, respeito ao adversário, mas sobretudo dedicação… De ambas as partes, do time à torcida.
Confesso que não gritava assim há algum tempo. Esses meninos nos fizeram reencontrar o orgulho perdido em 2011. Taí a prova:
Só restava voltar para casa. Com a alma (e o corpo) devidamente lavada!
Sábado, 13 de agosto de 2011. Dia de conhecer uma nova amiga, a Bianca, recém chegada ao mundo, filha dos amigos corinthianos, Tuca e Andra!
E amigo de verdade é assim. Ri junto. Chora junto.
E aproveitando que estávamos na terra dos batateiros, fomos até o Estádio do Baetão, para assistir ao jogo do Esporte Clube São Bernardo contra a equipe do Tupã, do interior paulista.
O jogo era legal por vários motivos, mas principalmente porque mais uma vez ia conhece um time ao vivo, no caso, o Tupã.
E se os nossos amigos corinthianos, do começo do post, tivessem ido ao jogo, também teriam se divertido.
É que o Tupanzinho, o talismã da Fiel, natural da cidade de Tupã e envolvido na direção do time visitante, estava por lá!
A torcida do E.C. São Bernardo estava animada, mesmo com um início de segunda fase negativo, com duas derrotas, o que fazia o jogo contra o Tupã ser de extrema importância.
O time é carinhosamente chamado de “o Vovô do ABC“, pela sua tradição. O time foi fundado em 1928!
Em campo, um típico jogo da segundona paulista. Muita correria e muita vontade deixam o lado técnico do jogo em segundo plano.
O público não era dos melhores, e pra atrapalhar, o outro São Bernardo (o F.C.) jogava no outro estádio da cidade, pela Copa Paulista.
Mas a torcida local mostrou como se faz uma festa, com faixas, bateria, trapos e fogos de artifício!
E dá lhe fogos de artifício!
E enquanto a festa rolava solta na arquibancada, o time do ABC se mandava ao ataque…
Ah, e estavam lá alguns torcedores do Tupã, também!
O Tupanzinho ficou ali mesmo nas arquibancadas, junto do pessoal de Tupã.
Enfim, uma noite perfeita para o futebol!
E mais uma vez, registramos nossa presença, transformando mais um jogo em memória e consequentemente, história!
O gramado sintético do Baetão dá um visual legal, mas tem horas que eu acho que ele atrapalha umas jogadas.
A torcida local, demorou, mas comemorou. O time do E.C. São Bernardo fez 1×0.
Aliás, parabéns ao pessoal que tenta fazer ressurgir o amor pelo time de tantas histórias!
O São Bernardo ainda ampliou o placar no final do jogo, aos 38 minutos.
E mesmo o gol do Tupã não desanimou a rapaziada!
O E.C. São Bernardo venceu assim seu primeiro jogo, nessa segunda fase.
O time que foi a campo e fez a alegria da galera foi: Jefferson; Ranses, Alex, Danilo Bahia e William; Emerson, Carlos Henrique, Roben e Mancuso; Chuck e Deivid. Técnico: Julio César Passarelli.
Estamos pra postar a história do E.C. São Bernardo e sua camisa. Aguarde!
Domingo, 7 de agosto de 2011. Mais uma data histórica, afinal, fomos conhecer um estádio que nunca estivemos antes. Nosso rumo: Suzano!
Como moro no ABC, ao invés de usar a Ayrton Senna, fomos pela tradicional “Indio Tibiriça“, que nos recordou como a agricultura é importante no lado leste da grande São Paulo.
Ah, e nos lembrou como o trem deveria ser mais importante em todos os municípios deste país…
Chegando na cidade, fomos recepcionados pelo estranho monumento abaixo:
Após umas voltas a mais pra cá e pra lá, conseguimos avistar o Estádio Municipal Francisco Marques Figueira, ao lado da avenida em que estávamos.
Infelizmente o Estádio não possui aquelas tradicionais placas na entrada com a identificação do campo, mas mesmo assim, vale foto na frente!
Ainda em frente do estádio, para o nosso amigo Anderson, de Curitiba, que adora ônibus dos times, esse era o do Barretos!
Pelo número de carros do lado de fora, o público parecia estar dentro da média da segundona paulista.
Pouca gente, é verdade, cerca de 300 pessoas para assistir ao primeiro jogo da segunda fase da última divisão profissional do estado.
Mas… lá estávamos nós em mais uma partida!
Ao entrar no campo, uma grata surpresa. Um número considerável de torcedores do “BEC” (Barretos Esporte Clube) passou a madrugada viajando para comparecer e apoiar o time do interior.
É disso que o futebol precisa! Gente apaixonada pela cultura local. Ouça o que nos disse um dos torcedores do BEC:
Em campo, o que se via era um time do ECUS bastante aguerrido e sabendo aproveitar suas oportunidades.
Do outro lado, um time bem montado e até mais técnico, mas que não soube converter o domínio da partida em gols.
Assim, para a alegria da torcida local, o time da casa fez 1×0 ainda no primeiro tempo.
Para quem não conhece a cidade de Suzano, dali do Estádio se pode ter uma bela vista do horizonte.
Aproveitamos o intervalo para mostrar um pouco da torcida local, que ainda comparece em número tímido, mas que com a boa campanha, precisa reforçar as arquibancadas!
Quem esteva por Suzano também foi o pessoal da REDE VIDA que transmitiu a partida para todo o Brasil.
O Estádio possui apenas um lance de arquibancadas.
Do outro lado, a melhor opção é assistir ao jogo embaixo de uma árvore (e foi o que fizemos nos segundo tempo).
Essa é a vista de quem chega ao estádio.
O segundo tempo começou e o time do Barretos correu como louco atrás do empate.
O time foi todo ao ataque, mas num contra ataque, acabou tendo um jogador expulso.
Aí, não adiantou a técnica nem a correria. O ECUS parecia conquistar uma ótima vitória em casa.
O jogo chegando ao fim, era hora de registrarmos na memória e na câmera, nossa passagem por este estádio.
Antes de ir embora ainda rola um amendoim??
Uma última olhada para o campo…
Parabéns para a torcida do Barretos que sofreu com o placar, mas que, sem dúvidas seguirá apoiando o time…
Uma lembrança da cidade…
E assim, termina o jogo com o placar de 1×0 para o time da casa.
Cidadãos de Suzano… Há um time em sua cidade que precisa de você…
Nossa “gangue” agradece o bom recebimento e as amizades que fizemos em mais esse rolê boleiro.